- estar inscrito no Conselho Regional de Odontologia (CRO);
- realizar o registro de autônomo, fazendo o Cadastro de Contribuintes Mobiliários (CCM) na Secretaria de Finanças da sua cidade, ou buscar o órgão equivalente no município (em cidades menores, é comum que órgãos se fundem e ganhem nomes diferentes). Se a escolha for por uma sociedade, o Contrato Social, em que os sócios devem atentar para a estrutura empresarial a mais adequada para o negócio. Pode ser uma sociedade limitada (LTDA) caso sejam dois sócios, ou uma Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI). Embora seja possível se registrar enquanto pessoa física, optar pela abertura de um CNPJ, alivia a carga tributária, na maioria das vezes.
- inscrição no INSS;
- alvará do espaço para na Vigilância Sanitária (para isso, é preciso ter: 1. planta do imóvel onde se pretende abrir o negócio; 2. cópia do recibo do IPTU pago; 3. CPF e RG, originais ou cópias, da pessoa responsável pelo negócio; 4. Cadastro do Contribuinte Mobiliário, ou CCM, obtido na Secretaria das Finanças; 5. o Setor, Quadra e Lote – também chamado de SQL – do imóvel; 6. declaração de atividade: para que se usará o imóvel e qual área será destinada aos clientes; e 7. certificado de conclusão de imóvel recém-construído.
- registro do estabelecimento na Junta Comercial;
- Inscrição estadual;
- inscrição no CNES- Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde;
- laudo AVCD- Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros;
- laudo radiométrico, caso vá usar aparelhos de Raios X;
- PGRS- Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, referente à coleta de lixo hospitalar;
k.inscrição no ISSQN- Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza), da prefeitura.
Felizmente, é muito mais fácil abrir uma empresa hoje do que há alguns anos atrás, graças à digitalização dos sistemas de registro do governo e integração da Receita Federal com as juntas comerciais do país.
Quase todas as etapas podem ser concluídas pela internet — com um certificado digital ou no caso do microempreendedor individual (MEI), é possível fazer tudo 100% online.
Os principais passos para abrir qualquer empresa são:
- criação de um plano de negócio
- elaboração de um contrato social ou ato constitutivo
- registro na junta comercial
- obtenção de CNPJ e
- licenciamento
Quanto tempo leva para abrir a empresa
Uma dúvida comum dos empreendedores é quanto tempo leva para concluir o passo a passo para abrir empresa. Com a modernização do governo, o Brasil conseguiu reduzir drasticamente o tempo necessário para abertura de negócios. De acordo com o Mapa de Empresas do Governo Digital, o tempo médio atual é de apenas 2 dias e 13 horas — considerando que já tivemos uma média de 15 dias no passado. Além disso, 45,5% das empresas são abertas em menos de um dia no país. Lembrando que esse é o tempo para registrar o negócio nos órgãos responsáveis e obter o CNPJ, sem contar a fase de planejamento e licenciamento.
O passo a passo
- Elabore seu plano de negócio. Toda empresa começa com um bom plano de negócio, que é basicamente um documento que descreve como sua empresa irá atuar e gerar valor para os clientes. Estes são alguns elementos que não podem faltar no planejamento:
- Descrição dosprodutos e serviços da empresa
- Modelo de negócio utilizado
- Definição do setor e ramo de atividade
- Definição do público-alvo
- Estudo do mercado
- Análise da concorrência
- Mapeamento defornecedores
- Plano operacional
- Plano financeiro
- Plano de marketing.
- Decida se vai empreender sozinho ou com sócios
É muito importante definir se você pretende abrir uma empresa individual ou formar uma sociedade com outros sócios. A vantagem de ter mais pessoas é contar com outros pontos de vista para apoiar a gestão e ter um aporte financeiro melhor. Por outro lado, as sociedades podem gerar conflitos e os resultados devem ser distribuídos conforme a participação dos sócios.
- Contrate um contador
Com o plano de negócios pronto, é hora de contratar um contador para auxiliar com os trâmites da formalização da empresa. Isso será necessário para as próximas etapas, que envolvem documentações e normas específicas.
- Defina a natureza jurídica e regime tributário
A natureza jurídica da empresa define como ela é tratada juridicamente, enquanto o regime tributário determina como os impostos serão calculados e cobrados.
São exemplos de naturezas jurídicas o Empresário Individual (EI), Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI), Sociedade Limitada (LTDA) e Sociedade Simples.
Já os regimes tributários disponíveis são o Simples Nacional, Lucro Real e Lucro Presumido. Nesse momento, só o contador pode definir quais enquadramentos são mais vantajosos para o seu negócio.
- Elabore o contrato social
O contrato social é como a certidão de nascimento da empresa, que reúne todas as informações sobre o negócio e marca sua existência jurídica. Cabe ao contador elaborar o contrato social ou ato constitutivo conforme o tipo societário da empresa.
- Registre a empresa na junta comercial
Com o contrato social pronto, o próximo passo é registrá-lo na junta comercial ou cartório da região correspondente. Essa etapa pode ser feita à distância, caso você contrate um contador para levar a documentação. Depois do registro, será preciso solicitar o CNPJ à Receita Federal — em alguns estados, o processo é automático devido à integração de sistemas.
- Faça a inscrição estadual ou municipal
Depois de registrar a empresa, ainda é preciso fazer a inscrição estadual ou municipal. De modo geral, as empresas do comércio devem fazer a inscrição estadual, pois recolhem ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), enquanto as empresas de serviços devem fazer a inscrição municipal para recolher o ISS (Imposto Sobre Serviços).
- Faça o licenciamento
A Lei da Liberdade Econômica desobrigou empresas com atividades de baixo risco de requerer o alvará de funcionamento. No entanto, algumas empresas podem precisar do alvará ou de licenças específicas, caso haja riscos ambientais e trabalhistas associados ao ramo de atividade.
Cerâmica é mais em conta, tem uma variedade de modelos, cores e marcas, mas perde em resistência e qualidade para as outras alternativas. O granito é superduro, clássico e muito durável, mas é caro e não tem tantas opções de cores. O porcelanato é o material do momento, tem variedade de tonalidades e brilho incomparável, e é habitualmente utilizado em shopping centers e outros locais de grande afluxo de público pela resistência e beleza. Também é muito fácil de limpar. Costuma ser muito caro, mas em grandes lojas nas cidades grandes é possível sempre encontrar liquidações e saldos para vários tamanhos de bolso. As paredes devem ser sempre lisas e privilegiar o aspecto da praticidade na limpeza e remoção de manchas. Mesmo sendo mais caro, deve-se investir em tintas com textura impermeável, do tipo acrílica, óleo ou automotiva, que ajudam muito na limpeza, dificultando o acúmulo de poeira e fixação de manchas. (V. MATERIAIS DE ACABAMENTO)
AUXILIAR EM SAÚDE BUCAL – ASB
Com a regulamentação de praticamente todas as profissões na área de saúde, fica mais fácil delimitar as ocupações de cada ator de uma clínica ou de um consultório. E a aprovação da Lei do Exercício profissional trouxe nova alteração da nomenclatura de ACD para Auxiliar em Saúde Bucal (ASB), por meio da Resolução CFO-085/2009 aprovada em 30 de janeiro de 2009 que veio a confirmar a Lei 11.889 de 24/12/2008. Trata-se de profissional que compõe a categoria de pessoal auxiliar odontológico, obrigado ao registro no CFO e à inscrição nos Conselhos Regionais (CRO). A faixa salarial do Auxiliar em Saúde Bucal, CBO 3224-15, fica entre R$ 1.161,88 (média do piso salarial 2020 de acordos, convenções coletivas e dissídios), R$ 1.221,00 (salário mediano da pesquisa) e o teto salarial de R$ 2.109,81, levando em conta profissionais com carteira assinada em regime CLT de todo o Brasil. Diversas são as atribuições e competências legais do Auxiliar em Saúde Bucal (ASB), mas podem-se ressaltar as principais, sempre na presença do cirurgião-dentista ou TSB: organizar e executar atividades de higiene bucal; processar filme radiográfico; preparar o paciente para o atendimento; auxiliar e instrumentar os profissionais nas intervenções clínicas, inclusive em ambientes hospitalares; selecionar moldeiras; manipular materiais de uso odontológico; registrar dados e participar da análise das informações relacionadas ao controle administrativo em saúde bucal; preparar modelos em gesso. O ASB também deve fazer a limpeza, assepsia, desinfecção e esterilização do instrumental, equipamentos odontológicos e do ambiente de trabalho; realizar o acolhimento do paciente nos serviços de saúde bucal; aplicar medidas de biossegurança no armazenamento, transporte, manuseio e descarte de produtos e resíduos odontológicos; desenvolver ações de promoção da saúde e prevenção de riscos ambientais e sanitários; realizar em equipe levantamento de necessidades em saúde bucal; e adotar medidas de biossegurança no intuito de controlar possíveis infecções.
O curso regular de Auxiliar em Saúde Bucal pode ser feito à distância, com duração de seis meses, mais 60 horas de estágio. Cursos acelerados podem ser feitos em 45 dias, com o mesmo tempo de estágio.
Há muito a se fazer ainda. No Brasil, os problemas enfrentados pelos pacientes com deficiência física são enormes e causam espanto, notadamente na rede pública de saúde, tendo como agravante questões estruturais e culturais que dificultam às pessoas de baixa renda exigir seus direitos. É importante observar que estes direitos abrangem tanto a Zona Urbana a Rural.
Seu consultório ou clínica é acessível?
As clínicas/consultórios devem estar atentas para cumprir as exigências legais, como o Decreto Federal 5296 de 2004. Em seu art. 13 §1º, o dispositivo determina que: “Para concessão de alvará de funcionamento ou sua renovação para qualquer atividade, devem ser observadas e certificadas as regras de acessibilidade”. E o §2º complementa: “Para emissão de carta de “habite-se” ou habilitação equivalente e para sua renovação”.
Com isso, o estabelecimento de saúde somente poderá receber o alvará sanitário ou o “habite-se” caso esteja rigorosamente dentro das normas de acessibilidade previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT 9050.
Mais que exigência legal
Os estabelecimentos de saúde devem estar aptos para garantir a acessibilidade do ambiente, em todos os seus setores por onde o paciente tenha que transitar, tenha ele ou não algum tipo de deficiência física, assegurando a melhoria da qualidade de vida das pessoas.
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), “todas as políticas relativas à pessoa com deficiência devem assegurar o acesso dessas pessoas a todos os serviços da comunidade e todos os recursos devem ser empregados de tal modo que garantam uma oportunidade semelhante de participação para cada indivíduo”.
Promover melhorias na organização dos serviços de saúde e pensar na acessibilidade em clínicas e consultórios odontológicos deve ser uma preocupação permanente. Todos os pacientes devem ter o mesmo direito de utilizar de forma fácil todos os serviços disponibilizados no local. Cada um deve ter, de forma igualitária e conforme suas necessidades, o direito de receber um atendimento capaz de promover, proteger e recuperar sua saúde.
Barreiras
É bastante fácil verificar as necessidades e as dificuldades de acesso e de mobilidade enfrentados por cadeirantes, idosos e pessoas com deficiência em unidades de saúde. Cabe aos profissionais da área maior sensibilização para melhorar o atendimento, facilitar e tornar menos sofrido o tempo de espera para uma consulta. É preciso estar atento aos detalhes, a fim de que possam vencer as barreiras visíveis e invisíveis que os aguardam na caminhada até que chegue à sala de consulta.
As escadas são o principal exemplo de obstáculo visível, concreto, dificultando a locomoção de pessoas idosas, principalmente aquelas que precisam se apoiar em muletas ou utilizar a cadeira de rodas. Já as barreiras invisíveis baseiam-se nas características do usuário de um determinado espaço, sendo o grau de acessibilidade medido a partir da deficiência apresentada pela pessoa em determinado espaço, como a porta de um elevador. Caso sua largura não seguir determinadas medidas, o paciente não poderá utilizar sua cadeira de rodas.
Normas Técnicas para a acessibilidade em clínicas e consultórios médicos
As determinações da ABNT devem ser seguidas à risca pelas unidades de saúde. A seguir, enumeramos alguns pontos fundamentais para que você, em sua clínica/consultório, esteja atento e preparado para receber estes pacientes especiais que tanto dependem das condições de acessibilidade para receber o melhor atendimento.
1- Elevadores
Primeiro item para promover a acessibilidade em clínicas e consultórios odontológicos. A cabine deve ter 1,40 m de profundidade por 1,10 m de largura e as botoeiras devem ter relevo em Braille, com sistema de alertas dotado de sinais sonoros ou de voz anunciando a passagem em cada andar.
Portas dos Elevadores: deverão ter um vão mínimo de 0,80m e, altura de 2,10m. “Portas de duas ou mais folhas, mecanismo de acionamento devem requerer força humana direta igual ou inferior a 36N. Ter condições de serem abertas com único movimento e, suas maçanetas tipo alavanca, instaladas a altura entre 0,90m e 1,10m. Quando em rotas acessíveis, recomenda-se que tenham na parte inferior, inclusive batente, revestimento resistente a mpactos provocados por bengalas, muletas e cadeiras de rodas, até altura de 0,40m a partir do piso. (NBR 9050, 2004)”.
2- Pisos
Exige-se que a superfície seja “regular, firme, estável e antiderrapante sob qualquer condição, não provocando trepidação em dispositivo com rodas como cadeiras ou carrinhos de bebê. Admite-se inclinação transversal da superfície até 2% para pisos internos e, 3% para externos e, inclinação longitudinal máxima de 5%. Inclinações superiores a 5% são consideradas rampas (NBR 9050, 2004)”.
3- Rampas de acesso
Devem obedecer rigorosamente o modelo padrão: “Com pequena inclinação, corrimão e borda de proteção evitando que as rodas da cadeira ou carrinhos de bebê saiam de lado, permitindo, também, utilização da rampa pelos idosos (NBR 9050, 2004)”.
4- Corrimãos
Deverão ser colocados nos dois lados dos degraus isolados das escadas fixas e rampas, seguindo a largura entre 3,0cm e 4,5cm.
“Devem ser deixados a um espaço livre de no mínimo 4,0cm entre a parede e o corrimão, permitindo bom deslizamento e, preferentemente circulares (NBR 9050, 2004)”.
Se houver degraus isolados e escadas, a determinação é de que a altura dos corrimãos seja de 0,92m do piso, medidas de sua geratriz superior. No caso de “rampas e opcionalmente escadas, corrimãos laterais devem ser instalados a duas alturas: 0,92m e 0,70m do piso, medidas da geratriz superior”.
5- Corredores
A norma prevê que devem ser dimensionados conforme o fluxo de pessoas, objetivando garantir uma faixa livre de barreiras ou obstáculos. As larguras mínimas para corredores em edificações e equipamentos urbanos são de 0,90m para aqueles de uso comum com extensão até 4,00m. 1,20m para corredores de uso comum com extensão até 10,00m e, 1,50m para corredores com extensão superior a 10,00m. 1,50 m para corredores de uso público e, maior que 1,50m para grande fluxo. (NBR 9050, 2004).
6- Estacionamento
Outro ponto essencial a ser observado é a existência de vagas de estacionamento de veículos de pessoas com deficiência. Diz a NBR 9050, 2004: “Vagas para estacionamento de veículos que conduzidos por pessoas com deficiência devem ter sinalização horizontal, contar com um espaço adicional de circulação com no mínimo 1.20m de largura, quando afastada a travessia de pedestre, ter sinalização vertical para vagas em via pública”.
7- Banheiro
A determinação é de que “deve ter bacia sanitária, na lateral e outra, no fundo devendo ser colocadas as barras horizontais para apoio e transferência do deficiente físico com comprimento estabelecido mínimo de 0,80m a 0,75m de altura do piso acabado. A distância do eixo da bacia e face da barra lateral do vaso é de 0,40m. O vaso é instalado com a altura de 0,43m a 0,45m e, a descarga fica em uma altura de 1,0m de altura no sistema de alavanca ou automático, enquanto o papeleiro fica a 0,50m a 0,60m do piso”.
Aspecto que se deve levar sempre em conta, pois é importante para a clientela: a facilidade de acesso às instalações. Consultórios cheios de aparelhagens de último tipo, com público predominantemente de mais idade, estão fadados à limitação do sucesso se para acessálo for necessário subir vários lances de escada.
Se o seu consultório ou clínica for voltado para o público A e B, não se esqueça de pensar no estacionamento. Se for uma região com vagas concorridas, a saída é fazer parceria com algum estacionamento particular nas proximidades e fornecer essa comodidade aos pacientes. Esse ponto fará toda a diferença.
Se for uma clínica popular, estratégico é procurar um imóvel que esteja próximo do terminal urbano ou com acesso fácil a mais de uma linha de ônibus e metrô. A acessibilidade vale para os dois perfis de clientes, e será sempre um fator de potencializar seu sucesso no negócio.
Em geral, em todo procedimento fora do trivial, em que o cliente pode estar sofrendo em decorrência de alteração na saúde bucal, marca ponto o dentista que se faz presente. Rotineiramente, deve-se agendar a chamada do cliente a cada seis meses para avaliação, ou quatro, em casos especiais.
Quando o paciente é criança, também não há mal em se deixar o acompanhante próximo, no recinto do consultório. Na eventualidade de a mãe ou pai serem do tipo que mimam e retardarem muito os atendimentos, é recomendável chamá-los à parte, explicar que o comportamento está prejudicando o andamento do seu trabalho e pedir para que eles esperem fora do consultório. Depois da última pandemia, o acompanhante que desejar entrar no consultório também deve ser paramentado com todas as proteções possíveis. (V. Privacidade).
Um bom contador, de todo jeito, é sempre útil, pois não vai deixar o dentista descurar das contas e pode auxiliar em assuntos que podem minimizar os gastos, como, por exemplo, a transformação de pessoa física em jurídica.
Enviar uma mensagem ou whatsapp, com um dia de antecedência, lembrando o compromisso, ou anotar cartão com dia e horário da consulta é sempre importante. Além de gentileza, que auxilia esquecidos ou muito ocupados. A prática mostra também ser contraproducente agendar de uma vez todas as consultas imaginadas para o tratamento, pois pode ser estressante e está sujeito a muitos imprevistos.
Se for um paciente seu quem indicou, faça uma cortesia no próximo tratamento e mencione o motivo.
A utilização de precauções universais, que consiste no uso de luvas, óculos de proteção, gorros, máscaras e revestimento clínico apropriado proporciona proteção adequada. Pacientes de dentistas que seguem à risca as normas de biossegurança não correm o risco de se infectar. Essencialmente, é preciso tratar todos os clientes como potencialmente contaminados e infectados. Isso porque dos pacientes sabidamente infectados pelo HIV, apenas 10% manifestam a doença, ao passo que o restante possui respostas imunes normais. É estimado que, deixados sem tratamento, 5% a 10% dos pacientes infectados deverão manifestar a doença em três anos e 60%, em cinco anos. Ou seja, como esse paciente pode ser de difícil identificação, é preciso cuidado total com a esterilização. O que significa utilizar instrumentais que tenham passado por um método de esterilização eficiente, eliminar os materiais descartáveis como agulha, tubetes anestésicos, pontas do sugador de saliva, lavar e desinfetar as brocas em soluções químicas de glutaraldeído e esterilizá-las em autoclave ou estufa. O vírus HIV é facilmente inativado; o Treponema pallidum, causador da sífilis, e o HBV, causador da hepatite B, são bem mais resistentes. Várias doenças na boca ocorrem preferencialmente em pacientes HIV positivos. Por meio do exame bucal, o dentista pode suspeitar que o paciente tem AIDS. Os sinais mais característicos são as manchas arroxeadas no céu da boca, típicas do Sarcoma de Kaposi. Às vezes, no entanto, a apresentação clínica dessa anormalidade é inexpressiva. Se o tumor envolver a gengiva, a lesão pode tornar-se hiperplásica e cobrir a coroa dos dentes. Alternativamente, as lesões intraósseas do Sarcoma de Kaposi podem produzir um aumento de volume coberto por mucosa normal e serem confundidas com abscesso periapical. Além desse tipo de tumor, os pacientes com AIDS apresentam uma frequência elevada de linfomas intrabucais, que se manifestam de várias formas. Mas há outros sintomas, que incluem infecções bucais fúngicas, virais e bacterianas, doença periodontal, lesões dos tecidos moles e cânceres. A candidose mucocutânea é achado frequente entre os pacientes com AIDS e costuma localizar-se na orofaringe e na boca. Embora o palato seja o mais envolvido, nenhuma área da mucosa bucal é poupada. A leucoplasia pilosa ocorre também com frequência. Os pacientes apresentam-se com lesões ceratóticas, geralmente nas bordas laterais da língua. A gengivite pelo HIV apresenta-se como uma lesão eritematosa que se estende da gengiva marginal até a mucosa alveolar, tipicamente assintomática. A alteração periodontal relacionada à AIDS é mais dramática: sua manifestação clínica se assemelha à GUNA (Gengivite Ulcerativa Necrosante Aguda). Podem surgir também ulcerações semelhantes a aftas observadas em qualquer área de mucosa móvel. Essas graves lesões aparecem como grandes ulcerações dolorosas, circundadas ou não por um halo eritematoso. Legalmente, o dentista pode recusar-se a atender qualquer paciente. Porém, eticamente, tem a obrigação de atender o paciente com AIDS em situações emergenciais e de encaminhá-lo a um profissional capacitado, caso julgue necessário. Todo cirurgião-dentista, antes de começar seus tratamentos, deve proceder a uma anamnese detalhada, em que o paciente poderá registrar sua condição de HIV positivo. Isso é importante, pois, como é um imunodeprimido, alguns cuidados especiais devem ser tomados com esse paciente, como, por exemplo, cobertura antibiótica após exodontias. Embora o risco de contaminação seja mínimo, o dentista, por estar em contato com os fluidos que podem conter vírus, como sangue e saliva, está mais sujeito à contaminação. O exame anti-HIV pode ser solicitado pelo dentista desde que o paciente concorde com a solicitação e tenha conhecimento dela.
Situação atual da doença. Combate avança: relatório da Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids), divulgado em dezembro de 2018, revela que há:
– 37,9 milhões [32,7 milhões—44,0 milhões] de pessoas em todo o mundo vivendo com HIV.
– 1,7 milhão [1,4 milhão—2,3 milhões] de novas infecções por HIV.
– 770 000 [570 000—1,1 milhão] de pessoas que morreram de doenças relacionadas à AIDS.
– 74,9 milhões [58,3 milhões—98,1 milhões] de pessoas infectadas pelo HIV desde o início da epidemia.
– 32 milhões [23,6 milhões—43,8 milhões] de pessoas que morreram de doenças relacionadas à AIDS desde o início da epidemia.
Entre as pessoas vivendo com HIV:
– 36,2 milhões [31,3 milhões– 42,0 milhões] são adultos.
– 1,7 milhão [1,3 milhão–2,2 milhões] são crianças (menos de 15 anos).
– 79% [67–92%] conheciam seu estado sorológico positivo para HIV.
– Cerca de 8,1 milhões de pessoas não sabiam que estavam vivendo com HIV.
Os números vêm decrescendo, na última década. Atualmente, estima-se que 866 mil pessoas vivam com o vírus HIV no Brasil e a epidemia no país é considerada estabilizada. Em 2017, foram diagnosticados 42.420 novos casos de HIV e 37.791 casos de AIDS.
Desde que foi detectada, em 1981, tendo dizimado quase 38 milhões de pessoas no mundo, a Aids se tornou uma das mais destrutivas epidemias de que se tem registro na história. Outras grandes calamidades de saúde atingiram a humanidade:
- Peste bubônica, causadora da Peste Negra, que assolou a Europa no século 14, matando entre 75 e 200 milhões pessoas na antiga Eurásia. No total, a praga pode ter reduzido a população mundial de 450 milhões de pessoas para 350 milhões.
- Varíola, que atormentou a humanidade por mais de 3 mil anos. Foi erradicada do planeta em 1980, após campanha de vacinação em massa.
- Cólera; sua primeira epidemia global, em 1817, matou centenas de milhares de pessoas. A bactéria sofre diversas mutações e causa novos ciclos epidêmicos de tempos em tempos; portanto, ainda é considerada pandemia. Apesar de existir vacina contra a doença, não é totalmente eficaz. O tratamento é à base de antibióticos.
- Gripe Espanhola: acredita-se que entre 40 e 50 milhões de pessoas tenham morrido na pandemia de gripe espanhola de 1918, causada por um vírus influenza mortal. Mais de um quarto da população mundial na época foi infectado e até o então presidente do Brasil, Rodrigues Alves, morreu da doença.
- Gripe Suína (H1N1): conhecida como gripe suína, o H1N1 foi o primeiro causador de pandemia do século 21. O vírus, surgido em porcos no México, em 2009, se espalhou rapidamente pelo mundo, matando 16 mil pessoas.
(V. Abrir uma empresa) E também criar um nome para a futura clínica e submetê-lo ao CRO, iniciando, assim, o processo de abertura da Pessoa Jurídica.
Locar, no Brasil, é sempre um processo muito mais fácil de ser desfeito que a compra de imóvel. Se depois desse período de teste você vislumbrar boas perspectivas, então é a senha para investir. Claro que existe sempre o raciocínio de que o aluguel é um investimento que não retorna. Mas, nesse caso, é por uma boa causa, e é olhar em médio e longo prazos. Pesquisar é sempre importante. O valor do aluguel varia muito, podemos encontrar salas em prédios comerciais no mesmo bairro ou região por metade do preço. Com a pandemia de 2020, os preços ficaram bipolares, e é possível encontrar boas pechinchas, se procurarmos muito. Antes de negociar, conheça bem o local, verifique se há segurança, garagem, estacionamento para os clientes – importantíssimo – e o valor do condomínio. Com a corretora ou com o proprietário tente negociar alguns meses de carência até que seu consultório esteja pronto; um mês é praxe, dois meses é o ideal.
Esse documento deve ser solicitado antes do início das atividades ou quando houver alterações de endereço, da própria atividade, do processo produtivo ou da razão social e, ainda, quando tiver ocorrido fusão, cisão ou incorporação societária. A emissão e renovação da Licença ou Alvará de Funcionamento é um processo descentralizado, realizado pelos estados e municípios e, portanto, definido de acordo com a legislação local. Cada Estado define o trâmite legal e documental, assim como a sua validade. Neste contexto, o responsável técnico pelo serviço odontológico deve entrar em contato com a vigilância sanitária local (estadual ou municipal) junto à qual irá requerer a Licença ou Alvará de Funcionamento. Os endereços das Vigilâncias Sanitárias nos estados podem ser acessados no site da Anvisa: www.anvisa.gov.br.
Há duas situações: em Consultório ou clínica novos: quando é o caso de abertura, o primeiro passo é preencher termo de consulta na prefeitura (ou subprefeitura, ou regional) mais próxima do imóvel, para saber se no local pretendido é possível a aprovação do estabelecimento. Se a resposta for positiva, solicita-se a legalização junto à Vigilância Sanitária.
Em São Paulo, para isso é preciso apresentar três requerimentos, todos produzidos a partir do site www.prefeitura.sp.gov.br/ covisa. São eles: Anexo II, padrão para estabelecimentos de interesse à saúde; Anexo III, para estabelecimentos com aparelho de raios X; e Anexo V, para atividade de prestação de serviço de saúde, todos preenchidos em duas vias. Na cidade de São Paulo, o cirurgião-dentista além de se dirigir à subprefeitura, tem que ir à Covisa para obter o Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária – CMVS. Nos demais municípios, a Prefeitura recebe e encaminha para o CMVS, que examina e se comunica com o solicitante para a segunda fase, a de inspeção das instalações, quando também é realizada a apresentação dos seguintes documentos: • requerimento para solicitação do Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária; • cópia de documento de inscrição do responsável técnico no Conselho Regional; • cópia do contrato social, no caso de empresa; • documento original do plano de radioproteção; • declaração do programa de garantia de qualidade da imagem pretendido; • cópia do contrato de serviços terceirizados e da licença de funcionamento da contratada, quando for o caso; • documentos originais do programa de garantia de qualidade e comprovação de sua implantação; • cópia do contrato de dosimetria e relação dos profissionais monitorados – atualizados; • manuais de rotinas e procedimentos. Simultaneamente, também se deve providenciar a inscrição no CNES. O CMVS será publicado no Diário Oficial do Município e o solicitante será avisado da data, para que tire cópia e fique com uma em seu poder. Nenhum outro documento será emitido para comprovação do cadastramento. Para Renovação da licença: • levar a cópia da publicação no D.O.U. do ano anterior; • preencher requerimento ao Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária (duas vias); • juntar cópia dos documentos listados acima. Em São Paulo, a documentação deve ser entregue na Praça de Atendimento da Covisa, Rua Santa Isabel, 181, térreo, telefone 3350-6624 e 3350-6628, no horário das 9 às 16 horas. A ausência da documentação ou a inobservância de aspectos de biossegurança gera auto de infração, que pode redundar em multa.
O gesso, no entanto, tem como deficiência o menor vedamento acústico, além da dificuldade de se afixar adornos, como quadros, em sua superfície. A alvenaria também pode ser usada na confecção de balcões de atendimento, em grandes clínicas e consultórios, mas deve ser vista com reservas em ambientes menores, já que praticamente “congela” a decoração e não permite alterações significativas nas disposições dos demais elementos de composição. Para sua realização, tem-se usado muito elementos vazados, como blocos de vidro, que permitem algumas variações visuais em cores claras. Para móveis, é melhor esquecer: você nunca vai poder mudar a decoração e o estilo das poltronas, e isso certamente vai impedir a renovação do local sem grandes estragos e entulhos.
Mas agora – a partir de janeiro de 2019 – apenas são aceitos, de acordo com a Anvisa, os aparelhos que trabalham com cápsulas pré-dosificadas dos componentes. O Brasil é signatário da Convenção de Minamata, na qual os países se comprometem a retirar do mercado materiais que utilizam mercúrio na composição, já que o metal líquido pode causar problemas de saúde e danos ao meio ambiente. Entre os poucos amalgamadores disponíveis no mercado, destacam-se:
- Amalgamador Digital YG- 100 (Kondertech): amalgamador digital para cápsulas pré-dosadas. Painel digital de comando com tampa protetora transparente para melhor visualização; proporciona mistura homogênea e de estrutura adequada, atingindo 4.600 rpm. Design moderno, baixo nível de ruído com ajuste de memória do tempo a ser selecionado para cada mistura. Garantia: 12 meses. Preço médio: R$ 836,00.
- Amalgamador Digital Ultramat S (SDI): Indicado para triturar amálgama e ionômeros de vidro em cápsulas. Tem como características: trituração exata e consistente; extremamente silencioso e com baixa vibração; simples de usar, apenas 3 botões. Compatível com todas as cápsulas. Identificador de instabilidade na corrente elétrica e função de desligar. Bi-volt. Existem três opções de tempo, 6, 8 e 10 segundos para misturar os materiais encapsulados. A trituração pode ser interrompida ao pressionar estes botões durante a operação ou apenas ao se levantar a tampa. Sua superfície plástica não porosa pode ser limpa com qualquer desinfetante dental. Garantia: 2 anos. Preço médio: R$2.186,00.
- Amalgamador Vibramat Capsular Speed II (Schuster): para triturar amálgama e ionômeros de vidro em cápsulas. Outras características: tampa de proteção em acrílico transparente de alto impacto; temporizador eletrônico digital até 99 segundos – conserva o tempo pré-determinado para uma nova operação; o equipamento funciona somente com a tampa acrílica protetora fechada, emitindo bips de advertência se a mesma estiver aberta. Bivolt automático nas voltagens – 127/220V. Seleção de baixa e alta velocidade; corpo injetado em ABS. Silencioso e de fácil limpeza. Garantia 1 ano. Preço médio: R$ 1.485,00.
O desenvolvimento dos amálgamas dentais se deve, de um modo substancial, a um dos mais famosos dentistas de todos os tempos, G. V. Black, que reconheceu a necessidade de determinar as propriedades dos amálgamas dentais com alguma acurácia, e se suas performances podiam ser previsíveis. No início do século XX, por obra de seu trabalho de pesquisa, os amálgamas podiam ser produzidos com características de manuseio razoavelmente previsíveis. Através dos anos, nossa compreensão desses materiais avançou consideravelmente, mas até o final da década de 1960 houve pouca mudança nesse campo e a composição era praticamente a mesma dos últimos 50 anos. Durante as últimas três décadas, cientistas da área de materiais tentaram melhorar a constituição da mistura com novas formulações que apareciam em freqüentes intervalos. Ao mesmo tempo, tem ocorrido um aumento da substituição do amálgama por novos materiais, como resina compostas e cimentos ionômeros de vidro, que receberam nos anos recentes um progressivo aperfeiçoamento em termos de resistência e durabilidade. Enquanto essa concorrência levou a alguns importantes novos desenvolvimentos no amálgama dental, tornou o trabalho do dentista mais difícil, já que a seleção do melhor produto disponível ao melhor preço possível tornou-se cada vez mais complicada. Um amálgama é formado quando o mercúrio é misturado com outro metal ou metais. O mercúrio é líquido na temperatura ambiente (solidificando a -39°C) e reage prontamente com metais como prata, ferro e cobre para produzir materiais sólidos. Quando o dentista seleciona um determinado amálgama dental, é efetivamente uma escolha da liga com a qual o mercúrio vai ser combinado e reagir. Essa liga pode variar tanto em composição quanto em forma, e os fabricantes do amálgama dental usam esta variedade para produzir uma larga diversidade de produtos. A liga usada no tradicional amálgama dental consiste de uma mistura de prata, cobre, estanho e zinco. Prata é o principal componente presente na combinação com ferro como o constituinte intermetálico. O cobre está presente para reforçar a força e a dureza do amálgama, e o zinco para ativar a produção inicial da liga. A liga é usada na forma de pó, e o tamanho e a forma das partículas nesse pó são críticos para o manuseio das características e das propriedades da restauração. As obturações odontológicas de amálgama, em alguns países chamadas de obturações de “prata”, contêm em média 52% de mercúrio. O mercúrio é o único metal que evapora à temperatura ambiente. Misturado com outros metais, forma uma solução que endurece rapidamente. Mesmo sendo usado há mais de 160 anos, é nas décadas recentes que seus efeitos tóxicos no organismo vêm sendo mais questionados. O mercúrio é considerado um veneno bastante perigoso, pois, uma vez absorvido pelo organismo nele permanece, causando intoxicação. A eliminação é difícil devido à sua preferência por ligar-se a compostos que não se dissolvem em água e, portanto, não são expelidos na urina. Entretanto, a ingestão de mercúrio ocorre através de alimentos contaminados (peixes, carne e verduras) ou de inalação de vapores do metal. O mercúrio presente no amálgama das restaurações dentárias está em uma fase muito estável e não sai, não se dissolve e por isso – de acordo com uma corrente de cientistas – não é absorvido pelo organismo. Portanto, o uso deste material era considerado bastante seguro. Contradizendo declarações anteriores, a American Dental Association (ADA) – reconheceu pela primeira vez, em 1984, que as obturações de amálgama liberam mercúrio. Isso foi confirmado em seguida por diversos órgãos públicos. Pesquisas mostraram que o teor de mercúrio na saliva e no ar ao expirar é maior nas pessoas que têm obturação de amálgama. Os índices são mais altos ainda enquanto mascam chiclete. Um estudo de cadáver mostrou a relação clara entre o número e o tamanho das obturações de amálgama e o teor de mercúrio no cérebro e nos rins. O mercúrio se alastra também, através da raiz do dente, para todo o organismo. Deposita-se no pâncreas, no fígado e na tireóide. A eliminação do mercúrio depende de vitamina C, zinco e selênio em quantidade suficiente. Uma das causas da liberação de mercúrio nas obturações de amálgama é a diferença de tensão elétrica entre obturações de amálgama e outros metais, como o ouro. Também ocorrem tensões entre obturações de amálgama e obturações de materiais sintéticos. Na presença de uma solução (na boca, a saliva), passa uma corrente entre diferentes metais. Forma-se um elemento galvânico. O amálgama, menos nobre, é dissolvido e aparece uma corrente elétrica que pode ser medida. Os riscos, quase sempre, são negados e banalizados pelos dentistas mais tradicionalistas, adeptos do amálgama desde o início de sua formação. Entretanto, resíduos de amálgamas obtidos nos consultórios dentários não são considerados inofensivos. Quando o amálgama aparece fora da boca, o perigo que a substância representa é repentinamente reconhecido. A mesma substância torna-se um elemento altamente tóxico – uma contradição que deveria ser notada por qualquer pessoa com um mínimo de senso crítico. Os metais pesados – cádmio, mercúrio, chumbo – são conhecidos como tóxicos há muito tempo. Sua capacidade de se acumular na cadeia alimentar torna a disseminação no meio ambiente um fato preocupante. Há vários anos, a pesquisa médica tem demonstrado que esse mercúrio é liberado na cavidade oral sob forma de vapor e pode ser absorvido por vários tecidos humanos. Outros sinais e sintomas têm sido arrolados como evidências do efeito maléfico da liga no organismo. Um número significativo de pessoas sofre com a presença de amálgama na boca (reações alérgicas, problemas no sistema nervoso central, lesão dos sistemas imunológico e hormonal); fetos são particularmente susceptíveis, pois o mercúrio atravessa a placenta e se acumula nos órgãos da criança; os efeitos crônicos em células, membranas e enzimas do organismo são difíceis de quantificar e requerem análises específicas geralmente omitidas; os problemas do eletrogalvanismo provocado pela presença de vários metais na boca são fatores agravantes. Outros materiais dentários (metais ou plásticos) podem causar fenômenos e até mesmo reações autoimunes cujos efeitos negativos não se comparam, em frequência e magnitude, aos efeitos do amálgama. Iniciativas pioneiras foram realizadas, principalmente na Suécia e na Alemanha, para encarar o problema. Em 2001, o governo sueco proibiu o uso de amálgama; a Alemanha, em 1997, contraindicou oficialmente o uso de amálgama a menores de 6 anos, gestantes e lactantes, bem como a pacientes com problemas renais. Os organizadores de um encontro internacional realizado no Parlamento Europeu, em Luxemburgo, em janeiro de 1999, a respeito do uso de amálgama e metais pesados, defenderam a eliminação programada do uso de amálgama no tratamento de dentes, visto que os riscos comprovados são suficientemente graves para a população. O amálgama tem sido banido também em países como Áustria e Dinamarca. Eles consideraram que o primeiro passo a ser dado pelas autoridades de saúde deve ser a divulgação de uma lista rigorosa de contraindicações, que praticamente coincidem com as advertências que um importante fabricante de amálgama dental, a Dentsply/Caulk, colocou no seu site www.caulk.com. O uso de amálgama é contra-indicado: • em contato proximal ou oclusal com restaurações de metais diferentes; • em pacientes com deficiência renal grave; • em pacientes com alergia a amálgama conhecida; • para preenchimento retrógrado ou endodôntico; • como material de preenchimento para coroas moldadas; • em crianças até 6 anos de idade; • em mulheres grávidas. Devem-se ter as seguintes precauções: • o número de restaurações de amálgama em cada paciente deve ser o menor possível; • a inalação de vapores de mercúrio pode ser evitada se os profissionais da área manusearem corretamente o amálgama, usarem máscara e tiverem ventilação adequada no local de trabalho; • evitar contato com a pele e usar luvas e óculos de segurança; • guardar restos de amálgama em embalagens seladas. Seguir as diretrizes oficiais para descartar o material. O fabricante também adverte que a inalação de vapor de mercúrio durante um longo período pode causar mercurialismo, que é caracterizado por tremores e eretismo. O fato de a indústria ter colocado esta informação na Internet, à disposição do público leigo e profissional, teve grande impacto sobre vários aspectos da controvérsia a respeito da segurança das restaurações de amálgama.
Para dirimir essa dúvida, no âmbito do mercado brasileiro, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a fabricação, importação e comercialização, bem como o uso em serviços de saúde, do mercúrio e do pó para liga de amálgama não encapsulada, utilizados na odontologia. A proibição começou a valer a partir de 1º de janeiro de 2019, conforme resolução publicada no dia 18 de setembro de 2017 no Diário Oficial da União. A liga em forma encapsulada ainda é permitida.
Em março de 2017, a Anvisa abriu consulta pública sobre o tema, quando proibiu também os termômetros e medidores de pressão que utilizam coluna de mercúrio para diagnóstico. Eles também não serão mais fabricados, importados ou comercializados a partir dessa data.
Hospitais, clínicas e postos de saúde, entre outros prestadores de serviços do setor, devem realizar o descarte de material com mercúrio, conforme as normas da Anvisa para descarte de resíduos sólidos.
As medidas da Anvisa visaram a retirar do mercado materiais de saúde que utilizam mercúrio na composição, como prevê a Convenção de Minamata, um tratado global para proteger a saúde humana e o meio ambiente dos efeitos adversos da substância. O compromisso foi firmado por 128 países, inclusive o Brasil, em outubro de 2013. A convenção foi ratificada pelo Brasil no dia 8 de agosto de 2017 e entrou em vigor em 16 de agosto deste mesmo ano.
Serviços odontológicos que realizam procedimentos sob analgesia inalatória conforme o Manual de Odonto da Anvisa, devem possuir sistema de exaustão para diluição de resíduos de gás anestésico, dimensionado por profissional especializado, de modo a prover, no mínimo, 20 trocas de ar por hora. O fluxo de ar deve ser unidirecional, partindo da zona respiratória do paciente ao piso, para, em seguida, ser exaurido ao meio externo. O ar exaurido deve ser captado por grelhas de exaustão situadas na periferia do recinto, a 20 cm do piso e a 1 m da zona respiratória do paciente, e não deve retornar a outros ambientes do serviço odontológico, sendo expelido ao meio externo. É essencial também que não haja recirculação do ar ambiente no local onde se realiza o procedimento de analgesia inalatória. Caso as unidades estejam implantadas em pavimentos térreos, o ar exaurido não deve ser lançado em áreas com fluxo de pessoas, tais como pátios, calçadas e outras áreas públicas. Sempre que possível, o ar de exaustão deve ser descarregado 2 m acima do telhado e com o jato na vertical, evitando-se risco ou incômodo para os edifícios vizinhos ou para o próprio edifício. O aparelho de exaustão deve ser fixado em alvenaria, evitando-se sua instalação em esquadrias ou outras superfícies passíveis de vibração. A vibração e o nível de ruído gerado não devem exceder 35db. O sistema deve observar os níveis de ruídos estabelecidos pela norma ABNT NBR 6401. Recomenda-se o insuflamento de ar externo por meio de grelhas localizadas no teto que direcionam o fluxo de ar para baixo, garantindo a mistura correta e diluição do gás anestésico inutilizado. Poderá ser adotado o controle de temperatura, visando garantir condições mínimas de conforto ao paciente e à equipe odontológica. O insuflamento do ar condicionado no ambiente deve ser projetado de modo a reduzir ao máximo a indução do ar ambiente, possibilitando que o ar introduzido na parte central do recinto gere o mínimo de turbulência. Não é permitida a instalação de equipamentos que apresentem insuflamento e retorno de ar na mesma unidade, fazendo circular o ar pelo recinto e causando interferências no fluxo unidirecional. No caso de sistema central de ar condicionado, o ar dos consultórios não deve, em qualquer hipótese, retornar ao sistema. Esse sistema deve considerar a carga térmica gerada no processo de exaustão e troca mínima de ar (20 trocas por hora), bem como as características ambientais locais. Não é permitida a instalação de equipamentos que apresentem insuflamento e retorno de ar na mesma unidade, fazendo circular o ar pelo recinto e causando interferências na direção do fluxo.
- analgesia: abolição da sensação da dor. Ausência de sensibilidade da dor.
- anestesia: abolição de todas as formas de sensação (tátil, térmica, dolorosa e proprioceptiva). Pode ser local ou geral.
- sedação: estado moderado de depressão do córtex cerebral em que o paciente está calmo e tranquilo, mas acordado.
Uma boa anamnese deve conter, basicamente, identificação completa do paciente, questionário de saúde geral assinado pelo paciente e dois odontogramas: um com o registro da situação atual da cavidade oral, assim que o cliente chegou ao consultório, e outro para o final do tratamento. É preciso fazer uma consideração importante a respeito desse item, que é parte integrante de uma boa ficha clínica: nem todos os dentistas dão a importância que ele tem. Grande parte dos profissionais se limita a utilizar aquele modelo simplificado vendido em dentais, quando muito. Prontuários com falhas ou até mesmo a falta deles podem responsabilizar por tratamentos anteriores ou negligências cometidas por profissionais anteriores. O Código Civil Brasileiro, em seu artigo 1545, faculta a qualquer paciente que se sinta prejudicado no tratamento mover ação contra o cirurgião-dentista na área cível. Falhas nesse registro inicial do tratamento podem-se constituir em um calcanhar-de-aquiles contra o profissional (V. modelo em Anexos). O conteúdo mínimo a constar na ficha de anamnese, de acordo com recomendações de algumas associações odontológicas e a Vigilância Sanitária, é composto de: • identificação: – nome, data de nascimento, telefone, documento, endereço, filiação, data de preenchimento, estado civil; – em caso de emergência, quem contatar: nome do parente ou responsável e telefone, nome do médico e telefone. • dados de Saúde Geral: solicitar respostas “sim” ou “não”: – no momento está em tratamento médico?; – está tomando alguma medicação no momento?; – tem ou teve alguma doença como hepatite ou sífilis?; – costuma ter febre reumática?; – é hemofílico?; – as vezes, sente o coração bater muito rapidamente?; – sofre de alguma doença no coração?; – sente falta de ar com frequência?; – tem tosse persistente com frequência?; – costuma ter os pé ou pernas inchados?; – alguma vez escarrou sangue?; – você é diabético?; – costuma sentir muita sede?; – quando se fere, as feridas demoram a cicatrizar?; – sangra muito quando se fere ou extrai um dente?; – tem algum tipo de alergia?; – alguma vez precisou de transfusão de sangue?; – alguma vez tomou penicilina?; – é portador do vírus HIV?; – teve internação recente?; – é fumante?; – consome regularmente bebidas alcoólicas?; – você está grávida?; – quais foram seus últimos tratamentos médicos? (anotar data e tipo de tratamento); – outras informações que julgar importante referir; – declaração que o respondido acima é verdadeiro. – local, data, assinatura do paciente ou responsável; – para a conclusão da anamnese, realizar: – inspeção da boca e da face – se OK ou há alguma anormalidade. – língua, mucosa, palato, lábios, gengivas, nariz, face, gânglios, glândulas salivares. – caso ocorra alteração de oclusão, qual o tipo. – se usa prótese e de que tipo. – odontogramas: um inicial e outro final. – discriminar dente a dente o estado atual, se dentição decídua ou permanente.
. Existem casos em que é possível atender ao pedido do paciente, isto é, quando o cirurgião-dentista tem certeza de que o procedimento não provocará dor. Por outro lado, deve-se considerar que, se o paciente tem “medo” da anestesia, também ficará tenso durante o tratamento e, assim sendo, é mais conveniente explicar a ele as vantagens da anestesia, tanto para a remoção total do tecido cariado, por exemplo, quanto para a diminuição da tensão do paciente. Paciente anestesiado é garantia de procedimento odontológico mais eficiente para ambas as partes, paciente e profissional. A dor é um instinto de defesa presente na maioria dos organismos vivos e é sentida pela transmissão dos estímulos pelos nervos em uma velocidade próxima de 100 m/s. Estes estímulos são interpretados pelo cérebro e, então, ocorre a sensação de dor. A anestesia promove o bloqueio, por meio de drogas, das terminações nervosas que levam os impulsos da sensação para o cérebro. Para o tratamento odontológico, executa-se a anestesia local, ou seja, o bloqueio parcial de determinadas partes do sistema nervoso. A descoberta da anestesia possibilitou, sem dúvida, o grande avanço das ciências médicas. Por volta do ano 1275, Raimundo Lúlio, alquimista espanhol, descobriu que o vitríolo (ácido sulfúrico) misturado com álcool e destilado produzia um fluido branco que mais tarde foi chamado de éter. Em 1605, quase 400 anos depois, Paracelso, famoso alquimista e médico suíço, empregou o éter pela primeira vez para aliviar a dor. Como era médico, e não cirurgião, Paracelso não foi capaz de inventar a anestesia para procedimentos cirúrgicos. Em 1772, o químico inglês Joseph Priestley descobriu o óxido nitroso, conhecido como gás do riso, mas não identificou a substância como agente anestésico. Em 1774, perseguido por motivos políticos e religiosos, fugiu para a América do Norte e 20 anos depois, em Bristol, fundou a Instituição de Medicina Pneumática. Priestley, em 1798, nomeou para seu supervisor o cirurgiãoquímico de 22 anos de idade, Humphrey Davy, e este, em 1800, publicou estudo sobre a exodontia de um terceiro molar, em que sugeria que o óxido nitroso pudesse ser usado como anestésico. Em 1808, William Barton apresentou tese na Universidade da Pensilvânia, confirmando as observações de Davy. A primazia da descoberta do primeiro anestésico como se conhece hoje é um tanto difusa. Para alguns historiadores, o uso de anestésicos locais tornou-se possível após o aparecimento da seringa hipodérmica com agulha oca. Von Neuner, em 1827, produziu uma seringa que era usada para injetar drogas em tratamentos oftálmicos veterinários. Charles Gabriel Pravaz, cirurgiãoveterinário, em 1853, construiu uma seringa hipodérmica de metal, mas, apesar de seu uso para administração de drogas, não era empregada para anestesia local. O avanço para anestesia local ocorreu em 1917, quando Harvey S. Cook idealizou o sistema de cartucho para carregar seringas hipodérmicas. Carl Köller, em 1884, descobriu as propriedades anestésicas da cocaína na oftalmologia clínica, e Willian Halsted realizou o primeiro bloqueio do nervo mandibular, utilizando cocaína a 4% e, através do bloqueio do nervo infraorbital, conseguiu tratar o dente incisivo superior esquerdo sem dor. Para outra corrente de estudiosos, os anestésicos como conhecemos apareceram como derivados do éter. O primeiro a usá-lo como anestésico odontológico foi um estudante de química, William E. Clark, que, em 1842, sugeriu a seu dentista, Elija Pope, o uso do éter para extrações dentárias, o que foi feito com bastante sucesso. A utilização da anestesia com propósitos cirúrgicos não odontológicos ocorreu em 1841 por Crawford Long. O uso do óxido nitroso – gás do riso – era então muito utilizado para animação de festas em função de seu poder inebriante. O médico dr. Long era solicitado por seus clientes para preparar o óxido nitroso e este preparava o éter, assegurando que seu efeito era tão bom quanto o gás do riso. Nessas brincadeiras que ajudou a instituir, Crawford fez importante observação. Notou que se havia machucado, mas não se recordava de ter sentido dor no momento da contusão. Observando o efeito anestésico do éter, em junho de 1842 realizou a primeira cirurgia usando éter para a retirada de cisto do pescoço de um paciente. Esta metodologia anestésica foi utilizada por Crawford Long até 1878, quando morreu vítima de hemorragia cerebral. Apesar de ter sido o primeiro a usar a substância para bloqueio da dor, apenas sete anos depois a experiência se tornou pública. Foram precisos vários anos e muita controvérsia junto a entidades de classe para que Long fosse, enfim, reconhecido como o descobridor da anestesia cirúrgica. Somente em 1921, o Colégio Norte-americano de Cirurgiões, reunido em Atlanta, reconheceu Long e erigiu uma estátua em sua homenagem, no Salão das Estátuas, na cidade de Washington. Posteriormente, o Hospital Long Memorial foi assim denominado em honra de Crawford Long. Basicamente, usam-se na Odontologia dois tipos de anestesia: a infiltrativa periapical e a regional. A anestesia infiltrativa promove o bloqueio da transmissão nervosa por meio da deposição do líquido anestésico nos ápices dos dentes. Este tipo de anestesia é utilizado principalmente no arco superior, em que existem ossos mais porosos, e isto facilita a difusão do anestésico perto dos ápices dentais. A anestesia regional bloqueia a passagem de impulsos de dor pela deposição do líquido próximo a um tronco nervoso, evitando assim, temporariamente, a inervação sensorial da região suprida por este tronco. Este tipo de anestesia é utilizado principalmente no arco inferior, em que existe osso compacto e não poroso. A maioria dos anestésicos apresenta-se associada a um vasoconstritor, o que provoca diminuição do fluxo sangüíneo no local em que é aplicado pela diminuição do diâmetro dos vasos. A presença do vasoconstritor é importante, pois, pela diminuição do fluxo sangüíneo, o anestésico permanece mais tempo em contato com a região em que foi aplicado. Os vasoconstritores mais utilizados são os adrenérgicos (adrenalina/noradrelnalina) e os sintéticos. O tipo de anestésico ideal para um paciente é fundamentado na anamnese desse paciente. Existem anestésicos mais adequados para determinados pacientes. Os pacientes que merecem atenção especial do cirurgião-dentista são: diabéticos, hipertensos, gestantes, lactentes, alérgicos e hepatopatas. A anestesia deve ser aplicada de forma lenta e gradativa, observando-se a freqüência respiratória. O anestésico local pode determinar desconforto ou alterações respiratórias, principalmente em gestantes e obesos. Por isso, os pacientes devem receber anestesia com a cadeira odontológica levemente inclinada para que não ocorra compressão da cavidade torácica. Deve-se também verificar a freqüência cardíaca pelo pulso do paciente, pois, como se sabe, a aceleração do pulso é dos primeiros sinais de reação alérgica anafilática. O cirurgião-dentista também deve estar atento ao tamanho das pupilas do paciente durante o ato da anestesia. A via neural responsável pela constrição pupilar tem seu centro no mesencéfalo e o trajeto junto ao terceiro par craniano (óculo motor) até o globo ocular. Midríases ou mioses isocóricas ou anisocóricas podem determinar lesões metabólicas ou mesmo lesões do nervo craniano. Caso ocorram tais situações, deve-se consultar prontamente um neurologista, observando sinais vitais do paciente e fazendo uso de oxigenação artificial.
Anestesia eletrônica
A evolução dos procedimentos e tratamentos odontológicos para garantir mais conforto aos pacientes, e simplificar a rotina dos dentistas, criou recentemente a anestesia eletrônica.
Utilizando um aparelho eletrônico, o cirurgião-dentista injeta anestesia com um objeto bem similar a uma caneta, ligado a um pequeno motor hidráulico, e consegue assim manipular sua utilização com mais eficiência somente no local a ser tratado, evitando a dormência de diversas áreas da boca após o procedimento.
Essa tecnologia recente auxilia os dois lados: do paciente e do dentista. A escolha pela opção eletrônica, devido à injeção do anestésico controlada, possibilita uma anestesia sem dor, minimiza os efeitos colaterais nos pacientes por utilizar menor quantidade da substância. Também possui um aspecto diferente da seringa convencional, o que contribui para a tranquilidade dos pacientes, principalmente crianças. É um método prático para o cirurgião-dentista, pois disponibiliza dosagens pré-fixadas na tela do equipamento.
Embora os dois métodos de anestesia – a tradicional e a eletrônica – sejam eficazes e seguros, quando feitos por um dentista formado, existem algumas diferenças entre eles. O sistema eletrônico permite que a aplicação da anestesia seja muito lentamente, sem a pressão da mão que o profissional exerce na anestesia tradicional, o que resulta numa anestesia mais confortável e segura.
No Brasil, com essa finalidade, há disponível o aparelho Morpheus (Meibach Tech), que vem com 9 técnicas anestésicas pré-programadas, que atendem todas as necessidades da clínica atual. São 5 técnicas avançadas (3 variações da Ca-Zoe, 2 variações da TASA), 2 técnicas convencionais otimizadas (Palatina e Intraligamentar) e 2 técnicas convencionais (Infiltrativa e Bloqueio Regional de Mandíbula), para trazer os benefícios de uma anestesia sem dor e mais segura para todo tipo de procedimento odontológico.
As técnicas avançadas são recursos inovadores dentro da anestesiologia odontológica, uma exclusividade desse aparelho, garantida por patente autorizada nos EUA.
TIPOS DE ANESTÉSICOS MAIS COMUNS • Bupivacaína; Bupivacaína com Epinefrina (nomes genéricos das substâncias ativas) – Marcas comerciais: Cirucaína: Cloridrato de Bupivacaína a 0,5% com Bitartarato de Epinefrina 1:200.000 (Dentsply); Neocaína 0,5%: Cloridrato de Bupivacaína com Epinefrina 1:200.000 (Cristália). – Características: eficaz, pouco tóxico, seguro, proporciona bom tempo de trabalho e conforto pós-operatório. A adrenalina (epinefrina), na maioria dos compostos, é o único vasoconstritor natural, produzido pelo corpo humano, e proporciona bom poder de vasoconstrição. É o menos tóxico entre todos os vasoconstritores. O cloridrato de bupivacaína é um anestésico local parenteral do grupamento químico amida. É aproximadamente quatro vezes mais potente que a lidocaína. – Forma de atuação: a bupivacaína, como outros anestésicos locais, causa bloqueio reversível da propagação do impulso ao longo das fibras nervosas por meio da inibição do movimento de íons sódio para dentro das membranas nervosas. Presume-se que anestésicos locais do tipo amida atuem dentro dos canais de sódio das membranas nervosas. O anestésico local diminui a permeabilidade da membrana neuronal aos íons sódio; a membrana fica estabilizada inibindo a despolarização e impedindo a propagação do impulso nervoso. As aminas simpaticomiméticas epinefrina (adrenalina), norepinefrina (noradrenalina) e levonordefrina agem sobre receptores alfa-adrenérgicos existentes nos vasos da mucosa, diminuindo o fluxo de sangue na área da injeção e o sangramento local. Isto faz com que o anestésico permaneça mais tempo no local, prolongando sua ação e diminuindo a concentração de pico que o anestésico alcançaria no sangue, diminuindo assim o risco de toxicidade sistêmica. O vasoconstritor permite a utilização de menores concentrações do anestésico para produzir o bloqueio da condução nervosa. – Tempo de trabalho: anestésico local de longa duração (3 a 10 horas); sua anestesia pode persistir por várias horas, e em alguns pacientes dura até 7 horas. O início da ação ocorre dentro de 2 a 10 minutos e a anestesia dura até três vezes mais que a Lidocaína usada com o mesmo fim. – Indicações: em procedimentos que necessitam de prolongado período de anestesia, como cirurgia e implantodontia, e em que se espera intenso traumatismo, como remoção de terceiros molares inclusos, cirurgia periodontal, extrações múltiplas, próteses imediatas e procedimentos endodônticos. – Contra-indicações: em crianças menores de 12 anos, hipersensibilidade ao produto (ou a anestésicos tipo amida). Anestésico contendo vasoconstritor deve ser usado com cuidado em pacientes cuja história médica e avaliação sugerem a existência de hipertensão, distúrbios arterioscleróticos, insuficiência vascular cerebral, tireotoxicose, diabetes etc., bem como em pacientes recebendo drogas que alterem a pressão sanguínea. Risco na gravidez: não há estudos adequados em mulheres. O benefício potencial pode justificar o risco. – Dose de segurança: 1,3 mg/kg. Em crianças, por 5 kg. Alguns fabricantes recomendam não exceder 90 mg (dez tubetes) por sessão dentária em pacientes adultos saudáveis. – Conservação: conservar o produto sem vasoconstritor em temperatura ambiente, entre 15 e 30ºC, protegido da luz. O produto com vasoconstritor deve ser conservado nas mesmas condições, entre 15 e 25ºC. Não congelar. • Lidocaína; Lidocaína com Epinefrina; Lidocaína com Levoarterenol; Lidocaína com Norepinefrina (nomes genéricos de substâncias ativas). – Marcas comerciais: Alphacaine: Lidocaína 2% Adrenalina 1:100000/ 1:80000/ 1:50000 (DFL); Biocaína: Cloridrato de Lidocaína 2% e Fenilefrina (Dentsply); Injeção Cook-Waite de HCl de lidocaína 2% e epinefrina 1:100.000 (Kodak); Injeção Cook-Waite de HCl de lidocaína 2% e epinefrina 1:50.000 (Kodak); Lidocaína a 2% sem Vasoconstritor (Probem); Lidostesim a 2% com Norepinefrina (Probem)*; Lidostesim a 3% com Norepinefrina (Probem)*; Lidostesim 2%: Cloridrato de Lidocaína a 2% com Bitartarato de Norepinefrina 1:50.000 (Dentsply)*; Lidostesim 2% SV: Cloridrato de Lidocaína a 2% (Dentsply)*; Lidostesim 3%: Cloridrato de Lidocaína a 3% com Bitartarato de Norepinefrina 1:50.000 (Dentsply)*; Lidostesina 50: Cloridrato de Lidocaína a 2% com Adrenalina 1:50.000 (Dentsply)*; Lidostesina 100: Cloridrato de Lidocaína a 2% com Adrenalina 1:100.000 (Dentsply)*; Xylestesin 2%: Cloridrato de Lidocaína – sem vasoconstritor/com Norepinefrina 1:50.000 (Cristália); Xylocaína com Epinefrina 1:200.000: Cloridrato de lidocaína – Epinefrina (Astra). *Suspensa pela Vigilância Sanitária em dezembro de 2006, o anestésico teve o uso, distribuição e comercialização liberados em junho de 2007. – Características: o anestésico odontológico mais usado devido às suas propriedades como latência extremamente curta, grande margem de segurança e excelente tolerância clínica, local e geral. A lidocaína foi o primeiro anestésico local do tipo amida sintetizado (1943) e comercializado (1948), tornando-se, posteriormente, o anestésico local mais empregado na Odontologia – posição que mantém até hoje. É atualmente o padrão contra o qual são comparados todos os novos anestésicos locais. – Forma de atuação: bloqueando o impulso nervoso (a iniciação e a condução do impulso). O anestésico local diminui a permeabilidade da membrana neuronal aos íons sódio; a membrana fica estabilizada, inibindo a propagação do impulso nervoso. Estabilizando a membrana neuronal, inibe reversivelmente o início e a condução dos impulsos nervosos, produzindo assim a ação anestésica. Seu principal local de ação acha-se na membrana celular e, aparentemente, há pouca atividade de importância fisiológica no exoplasma. Bloqueia a condução do impulso nervoso por meio da interferência no processo fundamental de origem do potencial de ação do nervo, principalmente o grande aumento transitório da permeabilidade da membrana aos íons sódio produzido por leve despolarização da membrana. À medida que a ação anestésica progride em um nervo, o limiar para a excitabilidade elétrica aumenta gradualmente e o fator de segurança para a condução diminui. Como esta ação é suficientemente intensa, dá-se o bloqueio da condução. – Tempo de trabalho: duração de até 90 minutos para a apresentação sem vaso e de 2 a 3 horas com vasoconstritor. – Indicações: é a solução anestésica para intervenções rápidas e seguras. Também para procedimentos de média duração, a lidocaína é o sal mais utilizado no Brasil. Em sua associação com vasoconstritor, é o sal mais usado hoje no mundo inteiro. Altamente indicado para procedimentos em que se deseja o máximo em hemostasia (cirurgias periodontais e parendodônticas). Totalmente seguro na odontopediatria. Reduz o sangramento. – Contra-indicações: hipersensibilidade aos anestésicos locais do tipo amida ou aos outros componentes da fórmula. Apresenta notável tolerância clínica e não provoca reações alergênicas. Todavia, havendo superdosagem, técnica defeituosa ou injeção intravascular, podem ocorrer reações tóxicas. Risco na gravidez: não há estudos adequados em mulheres. Em animais, não houve riscos. – Dose de segurança: 4,4 mg/kg. Em crianças, por 5 kg. Alguns fabricantes recomendam, em adultos, sem vasoconstritor, 11 mL (seis tubetes); com vasoconstritor, 25 mL (14 tubetes). Em crianças, preconiza-se de 4 a 5 mg/kg de peso. – Conservação: manter o produto sem vasoconstritor em temperatura ambiente, entre 15 e 30ºC, protegido da luz. O produto com vasoconstritor deve ser conservado nas mesmas condições, entre 15 e 25ºC. Não congelar. • Mepivacaína, Mepivacaína + Epinefrina, Mepivacaína + Levonordefrina, Mepivacaína + Norepinefrina (nomes genéricos de substâncias ativas). – Marcas comerciais: Injeção Cook-Waite de Carbocaína 2% e Neocobefrina 1:20.000 (Kodak); Injeção Cook-Waite de Carbocaína 3% sem vasoconstritor (Kodak); Mepiadre Mepivacaína 2% Adrenalina 1:100.000 (DFL); Mepilevo Mepivacaína 2% com Levonordefrin 1:20.000 (DFL); Mepinor Mepivacaína 2% Noradrenalina 1:100.000 (DFL); Mepisv Mepivacaína 3% sem vasoconstritor (DFL); Mepivalem 2% AD: Cloridrato de Mepivacaína a 2% com Adrenalina 1:100.000 (Dentsply); Mepivalem 3% SV: Cloridrato de Mepivacaína a 3% (Dentsply). – Características: a mepivacaína sem vasoconstritor é o anestésico local mais usado na Odontologia pediátrica, também muito adequado no tratamento de pacientes geriátricos. É comparável à Lidocaína, com maior potência. – Forma de atuação: bloqueando o impulso nervoso (a iniciação e a condução do impulso). O anestésico local diminui a permeabilidade da membrana neuronal aos íons sódio; a membrana fica estabilizada inibindo a despolarização e impedindo a propagação do impulso nervoso. – Tempo de trabalho: sem vasoconstritor, 20 minutos (maxilar superior); 40 minutos (mandíbula). Com vasoconstritor: 1h a 2h30min (maxilar superior); 2h30min a 5h30min (maxilar inferior). – Indicações: procedimentos de curta e média duração. Utilizado principalmente em odontopediatria por sua baixa toxicidade e rápida ação. Ideal também para utilização em pacientes geriátricos e em procedimentos de rotina. Indicado para tratamentos cirúrgicos em geral: dentes inclusos, cistos etc.; procedimentos em que é importante contar com hemostasia; tratamento de pacientes asmáticos, procedimentos em que o sangramento esperado é pequeno ou médio; tratamentos periodontais: raspagens supra e subgengivais; tratamentos endodônticos inclusive cirurgias, apicetomias, hemissecções, extrações dentárias, extrações de restos radiculares ou dentes fraturados com retalho, pacientes portadores de cardiopatias graves ou que tenham uso de vasoconstritores contra-indicados; instalação de bandas ortodônticas. – Contra-indicações: hipersensibilidade ao produto (ou a anestésicos tipo amida), bloqueio cardíaco, doença no fígado, insuficiência cardíaca congestiva, arritmia cardíaca; asmáticos (podem apresentar reações pelos sulfetos existentes nas soluções); diabetes; distúrbios arterioescleróticos; doença cardíaca; hipertensão; hipertireoidismo; insuficiência vascular cerebral. Usar com cuidado em pacientes com doença hepática grave, debilitados, idosos, mulher amamentando. Risco na gravidez: não há estudos adequados em mulheres. O benefício potencial pode justificar o risco potencial. – Dose de segurança: 4,4 mg/kg. Em crianças, por 5 kg. Alguns fabricantes dizem na bula que a dose máxima em adultos é de 6,6 mg/kg de peso, não excedendo 300 mg por sessão dentária, e que em crianças é de até 6,6 mg/kg de peso, não excedendo 180 mg. – Conservação: guardar em lugar fresco (entre 15 e 30°C) e ao abrigo da luz. • Prilocaína, Prilocaína com Felipressina (nomes genéricos de substâncias ativas). – Marcas comerciais: Biopressin: Cloridrato de Prilocaína 3% com Felipressina 0,03UI (Dentsply); Citanest: Cloridrato de Prilocaína 3% e Octapressin 0,03UI (Dentsply); Citocaína 3% com Felipressina (Astra); Prilonest (Dentsply). – Características: anestésico local com grande estabilidade química, diferindo da Lidocaína, pois é um derivado da toluidina. Esta característica química proporciona uma toxicidade cerca de 40% menor que a Lidocaína. A duração da anestesia nos tecidos moles da cavidade oral (mucosa da gengiva, língua) é muito menor do que nos tecidos dentários propriamente ditos. Isto traz uma vantagem evidente ao dentista, pois a sensação de “boca inchada” após bloqueios anestésicos odontológicos dura muito menos. Possui baixa toxicidade, boa duração do efeito anestésico e reduzido tempo de latência. Potente ação vasoconstritora local com baixíssima incidência de efeitos colaterais sistêmicos tornam a prilocaína associada à felipressina um dos melhores anestésicos locais odontológicos. O Citanest é o mais famoso anestésico dental do mundo. Oferece grande poder anestésico e não apresenta os efeitos colaterais comuns nos anestésicos com vasoconstritores adrenérgicos; é indicado, inclusive, para procedimentos em pacientes cardiopatas e diabéticos. Possibilita o imediato início nos procedimentos odontológicos com total segurança. – Forma de atuação: bloqueando o impulso nervoso (a iniciação e a condução do impulso). Age estreitando os vasos sanguíneos periféricos, diminuindo o fluxo de sangue na área da injeção. O anestésico local diminui a permeabilidade da membrana neuronal aos íons sódio; a membrana fica estabilizada inibindo a despolarização e impedindo a propagação do impulso nervoso. – Tempo de trabalho: anestesia pulpar por aproximadamente 90 minutos e anestesia de tecidos moles por 2 a 3 horas, sem que os pacientes relatem excessiva sensação de “inchaço”. A Felipressina 0,03UI também propicia grande segurança cardiocirculatória por não atuar como vasopressor, mas na musculatura dos vasos sanguíneos no local em que for injetada. – Indicações: ideal para pacientes hipertensos ou com problemas cardíacos, em anestesia local e cirurgia. É utilizado particularmente em pacientes que precisam evitar simpaticomiméticos (epinefrina, norepinefrina, levonordefrina). Indicado também para idosos e crianças, em todos os procedimentos de média duração. – Contraindicações: não há contra-indicações próprias à Prilocaína. Risco na gravidez: não há estudos adequados em mulheres. Em animais, não houve riscos. – Dose de segurança: 6 mg/kg. Em crianças, por 5 kg. Alguns fabricantes dizem que a dose máxima para um adulto com peso médio de 70 kg é 600 mg (11 tubetes). Outros laboratórios estimam o limite de dose em 400 mg em um período de 2 horas. – Conservação: conservar o produto em temperatura ambiente controlada, entre 15 e 25ºC, protegido da luz. • Articaína (nome genérico de substância ativa). – Marcas comerciais: Articaíne – Articaína 4% Adrenalina 1:100000/ 1:200000 (DFL). – Características: o único anestésico que consegue difundir-se em tecidos duros. Acondicionados em tubetes de cristal, permitindo melhor visualização do refluxo e minimizando a dor na aplicação. É o sal anestésico mais moderno disponível para o mercado odontológico. – Forma de atuação: anestésico do tipo amida, possui um anel tuifênico na parte lipofílica da molécula. Sua alta fixação à proteína e boa difusão nos tecidos moles ajudam a dar ao anestésico notável atividade. – Tempo de trabalho: a Articaine 100 proporciona um tempo médio de anestesia pulpar de 60 a 75 minutos, com tempo de atuação em tecidos moles de aproximadamente 3 a 6 horas. Já a Articaine 200 produz tempo médio de anestesia pulpar de 45 a 60 minutos, com tempo de atuação em tecidos moles de 2 a 5 horas. – Indicações: ideal para procedimentos complexos, por bloqueio do nervo ou com necessidade de anestesia palatal. Também por infiltração para intervenções em geral, extrações múltiplas e procedimentos endodônticos. – Contraindicações: em pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula (cloridrato de articaína, epinefrina, metabisulfito de sódio e cloreto de sódio), com hipertensão arterial, distúrbios coronarianos ou cardiovasculares, em uso de antidepressivos tricíclicos ou em tratamento com IMAQ (inibidores de monoaminoxidase). – Dose de segurança: 7 mg/kg. Em crianças, por 5 kg. – Conservação: em lugar fresco (entre 15 e 30°C) e ao abrigo da luz. O paciente deve ser alertado que a anestesia (bloqueio troncular) diminui a sensibilidade e por isso deve-se prevenir de traumas na boca, na língua e nos lábios. Evitar a ingestão de alimentos até que a sensibilidade esteja recuperada.
ANESTÉSICOS TÓPICOS Benzotop (DFL), Lidostesim a 5% Tópico – Sabor Tutti-Frutti (Probem), Xylocaína Pomada 5%: Lidocaína (Astra), Xylocaína Spray 10%: Lidocaína (Astra), Xylotop (DFL). • Características: basicamente, todos os anestésicos tópicos possuem rápido início de ação, sabor agradável, não deixam gosto amargo na boca nem provocam absorção sistêmica. Proporcionam alívio temporário da dor durante procedimentos como injeções anestésicas locais, curetagem periodontal, tomada de impressões e radiografias intra-orais. Podem ser usados também em pacientes com úlceras, feridas e outras lesões orais. • Forma de atuação: causam um bloqueio reversível da propagação do impulso ao longo das fibras nervosas através da prevenção do movimento de sódio para dentro das membranas nervosas. Presume-se que anestésicos locais do tipo amida atuem dentro dos canais de sódio das membranas nervosas. • Tempo de trabalho: proporcionam anestesia imediata e profunda das membranas mucosas, fornecendo anestesia efetiva de média duração (aproximadamente 20 a 30 minutos). Espere 3 a 5 minutos para a ação anestésica tornar-se efetiva. • Indicações: anestesias tópicas da gengiva antecedendo as anestesias infiltrativas, remoção de tártaro. • Contra-indicações: não devem ser usadas por pessoas alérgicas aos componentes da fórmula ou nos olhos. O seu uso não é recomendado em crianças menores de 5 anos de idade com menos de 20 kg de peso. • Dose de segurança: em crianças com idade inferior a 12 anos, a dose não deve exceder 6 mg/kg. Não se deve administrar mais do que quatro doses em um período de 24 horas. • Conservação: em temperatura ambiente (15 a 25ºC). Não congelar. Proteger da luz e umidade. Na forma em spray, em temperatura abaixo de 8ºC pode ocorrer precipitação. A precipitação é dissolvida em temperatura ambiente (aproximadamente 25ºC). • Apresentações no mercado: – Benzotop (DFL): anestésico com 20% de Benzocaína, pote de 12 g. Disponível nos sabores piña colada, menta e tutti-frutti. – Lidostesim a 5% Tópico (Probem): em embalagem de 12 ou 30 g. Sabor tutti-frutti. – Xylocaína Pomada 5% Lidocaína (Astra): embalagem com bisnaga contendo 25 g. Também em sabor laranja. – Xylocaína Spray 10% Lidocaína (Astra): embalagem com frasco contendo 50 mL. Cada nebulização libera 10 mg de lidocaína base. É desnecessário secar o local antes da aplicação. Não se deve fazer mais de 20 nebulizações em qualquer adulto para se alcançar a anestesia desejada. – Xylotop (DFL): anestésico com 5% de Lidocaína, pote de 12 g. No sabor laranja.
Utilizando um aparelho eletrônico, o cirurgião-dentista injeta anestesia com um objeto bem similar a uma caneta, ligado a um pequeno motor hidráulico, e consegue assim manipular sua utilização com mais eficiência somente no local a ser tratado, evitando a dormência de diversas áreas da boca após o procedimento.
Essa tecnologia recente auxilia os dois lados: do paciente e do dentista. A escolha pela opção eletrônica, devido à injeção do anestésico controlada, possibilita uma anestesia sem dor, minimiza os efeitos colaterais nos pacientes por utilizar menor quantidade da substância. Também possui um aspecto diferente da seringa convencional, o que contribui para a tranquilidade dos pacientes, principalmente crianças. É um método prático para o cirurgião-dentista, pois disponibiliza dosagens pré-fixadas na tela do equipamento.
Embora os dois métodos de anestesia – a tradicional e a eletrônica – sejam eficazes e seguros, quando feitos por um dentista formado, existem algumas diferenças entre eles. O sistema eletrônico permite que a aplicação da anestesia seja muito lentamente, sem a pressão da mão que o profissional exerce na anestesia tradicional, o que resulta numa anestesia mais confortável e segura.
No Brasil, com essa finalidade, há disponível o aparelho Morpheus (Meibach Tech), que vem com 9 técnicas anestésicas pré-programadas, que atendem todas as necessidades da clínica atual. São 5 técnicas avançadas (3 variações da Ca-Zoe, 2 variações da TASA), 2 técnicas convencionais otimizadas (Palatina e Intraligamentar) e 2 técnicas convencionais (Infiltrativa e Bloqueio Regional de Mandíbula), para trazer os benefícios de uma anestesia sem dor e mais segura para todo tipo de procedimento odontológico.
As técnicas avançadas são recursos inovadores dentro da anestesiologia odontológica, uma exclusividade desse aparelho, garantida por patente autorizada nos EUA.
Abreviatura de Agência Nacional de Saúde Suplementar, é a agência reguladora do mercado de planos privados de saúde, por determinação da Lei n° 9656, de 3 de junho de 1998, que tem por finalidade promover a defesa do interesse público na assistência suplementar à saúde, regular as operadoras setoriais – inclusive quanto às suas relações com prestadores e consumidores – e contribuir para o desenvolvimento das ações de saúde no País. Foi criada pela Lei 9.961/2000, que definiu sua finalidade, estrutura, atribuições, receita, vinculação ao Ministério da Saúde e natureza. A lei foi alterada por Medidas Provisórias e aguarda consolidação pelo Congresso Nacional. Seu principal objetivo é regulamentar produtos e serviços no setor de saúde suplementar, com limites e deveres expostos na Lei 9.565/1998 e delineados na doutrina e jurisprudência.
É sediada na cidade do Rio de Janeiro. Sua estrutura é composta por 5 diretorias, cujos responsáveis são escolhidos pelo Poder Executivo Federal para mandatos fixos de 3 anos, com possibilidade de uma recondução de mandato, por mais 3 anos. Esses diretores precisam ser sabatinados pelo Senado Federal.
Há muita controvérsias a respeito da necessidade de se realizar profilaxia em odontologia, entretanto, as associações americanas de odontologia, cardiologia e ortopedia publicam, periodicamente, recomendações que são seguidas por profissionais de todo o mundo, ocorrendo pequenas alterações de acordo com a realidade de cada país. A profilaxia com antibiótico é recomendada, de acordo com Leandro Queiroz Santi, para prevenção de infecções nos pacientes de alto e médio risco para desenvolver endocardites bacterianas e naqueles que foram submetidos à artroplastia com colocação de prótese total. Para a apropriada indicação de antibióticos profiláticos, os profissionais devem avaliar seus pacientes quanto a suas condições clínicas atuais e pregressas. Isto os ajudará na decisão, sendo, algumas vezes, necessário recorrer ao médico do paciente para maiores informações e discutir o tratamento a ser instituído. Um dos princípios mais importante no uso de antibiótico profilático diz respeito ao momento ideal da administração. Para que o antibiótico eleito atue na eliminação de bactérias circulantes na corrente sanguínea, decorrente de manipulação da cavidade oral, ele deve ser administrado pelo menos uma hora, por via oral, ou 30 minutos, por via intravenosa, antes do início do procedimento. Apenas nos casos de emergência, a administração pode ser realizada em tempo inferior a esses. Outro princípio a ser considerado diante da indicação de antibioticoprofilaxia diz respeito ao custo-benefício, incluindo os potenciais efeitos adversos. Sempre que for prescrito um antibiótico profilático o profissional deve estar ciente que o desenvolvimento de resistência bacteriana poderá ocorrer, e sendo assim, terapêuticas ou profilaxias de procedimentos subsequentes ao antimicrobiano já usado poderão não apresentar a eficácia desejada.
As complicações mais comuns da antibioticoterapia são de natureza tóxica, e sua origem pode ser: Gastrointestinal (náuseas, vômitos, diarréia, dor abdominal, colite pseudomembranosa), Hematológica (neutropenia, trombocitopenia, hemólise), Renal – Nefrotóxica (proteinúria, insuficiência renal), Neurológica (neuropatia periférica), Hepática (icterícia, hepatite), Hipersensibilidade Erupções cutâneas (urticária, dermatite esfoliativa, síndrome de Steven Johnson), Doença do soro Hipersensibilidade imediata (anafilaxia). Desenvolvimento de resistência.
Indicações: Prótese ortopédica—a contaminação da prótese articular levando a infecção decorre basicamente de três mecanismos: 1) contaminação no momento da implantação; 2) via hematogênica – bacteremia ou; 3) recrudescimento de infecções prévias (Fernandes, 2000). A incidência de infecção via corrente sanguínea é de 0,25% e o principal agente envolvido é o Staphylococcus aureus (Ahlberg et al, 1978). A American Dental Association (ADA) junto com a American Academy of Orthopaedic Surgeons (AAOS) elaboraram orientações sobre situações em que é necessário o uso de antibioticoprofilaxia para prevenir infecções, via hematogênicas, nas próteses de pacientes submetidos a artroplastia total. O uso de antibiótico profilático não é indicado para pacientes ortopédicos com pinos, placas ou parafusos nem é, rotineiramente, indicado para muitos dos pacientes com substituição da prótese total. Entretanto, todos os fatores de risco nestes pacientes devem ser considerados (AAOS -1997). Entre os pacientes que apresentam riscos de infecção via hematogênica, destacam-se os imunocomprometidos, imunossuprimidos e com artropatias inflamatórias (artrite reumatóide, Lupus eritematosos sistêmico). Mas existem outras situações de risco que devem ser consideradas, como todos os pacientes durante os dois anos subsequentes após os implante da prótese articular e co-morbidades. (Infecção prévia na prótese, Hemofilia, HIV, Diabetes Tipo 1, Neoplasia, Desnutrição).
Procedimentos odontológicos de alto risco com indicação para Profilaxia: alguns procedimentos apresentam riscos diferenciados para provocar bacteremia, sendo estes orientadores da necessidade do uso de antibiótico. São eles: a) Exodontias b) Procedimentos periodontais, incluindo cirurgia, colocação de fio afastador subgengival com antibiótico, raspagem e alisamento de raízes, sondagem, manutenção periódica. c) Implante dental e reimplante de dentes de avulcionados d) Instrumentação endodôntica ou só cirurgia periapical e) Colocação inicial de bandas ortodênticas mas não de bráquetes. f) injeções de anestesia local intraligamentar e intraósseo. g) Limpeza profilática de dentes ou implantes onde se prevê sangramento.
Procedimentos de baixo risco sem indicação de profilaxia: para procedimentos de baixo risco não há necessariamente indicação de profilaxia antibiótica. Entretanto, a análise clínica pode indicar o uso de antibiótico em circunstâncias que apresentam risco de sangramento significante. Alguns procedimentos devem ser analisados caso a caso. São eles : a) Procedimentos de dentística restauradora (operatória e protética) com ou sem uso de fio retrator. Isto inclui restauração de dentes cariados ou de dentes perdidos. b) Injeções de anestesia local (não intraligamentar e não intraóssea). Tratamento endodôntico; obturação e restauração. d) Colocação de isolamento absoluto. e) Remoção de sutura pós-operatória. f) Colocação de próteses removíveis e aparelhos ortodônticos móveis. g) Realização de moldagens orais. h) Tratamentos com fluoretos. i) Realização de radiografias intraorais. j) Ajuste ortodôntico.
Hoje em dia não se pensa mais em prazos fixos e predeterminados. O término do uso de antibióticos deve se estabelecer em função de evidências clínicas que indiquem que as defesas do hospedeiro assumiram o controle da infecção, o que pode ser muito menos que os tradicionalmente prescritos cinco dias.
Não contempla os de uso exclusivo hospitalar. São, ao total, em 1°.set.2020, 119 medicamentos: 1. Ácido clavulânico 2. Ácido fusídico 3. Ácido nalidíxico 4. Ácido oxolínico 5. Ácido pipemídico 6. Amicacina 7. Amoxicilina 8. Ampicilina 9. Axetilcefuroxima 10. Azitromicina 11. Aztreonam 12. Bacitracina 13. Brodimoprima 14. Capreomicina 15. Carbenicilina 16. Cefaclor 17. Cefadroxil 18. Cefalexina 19. Cefalotina 20. Cefazolina 21. Cefepima 22. Cefodizima 23. Cefoperazona 24. Cefotaxima 25. Cefoxitina 26. Cefpodoxima 27. Cefpiroma 28. Cefprozil 29. Ceftadizima 30. Ceftriaxona 31. Cefuroxima 32. Ciprofloxacina 33. Claritromicina 34. Clindamicina 35. Clofazimina 36. Cloranfenicol 37. Cloxacilina 38. Daptomicina 39. Dapsona 40. Dicloxacilina 41. Difenilsulfona 42. Diidroestreptomicina 43. Diritromicina 44. Doripenem 45. Doxiciclina 46. Eritromicina 47. Ertapenem 48. Espectinomicina 49. Espiramicina 50. Estreptomicina 51. Etambutol 52. Etionamida 53. Fosfomicina 54. Ftalilsulfatiazol 55. Gatifloxacina 56. Gemifloxacino 57. Gentamicina 58. Imipenem 59. Isoniazida 60. Levofloxacina 61. Linezolida 62. Limeciclina 63. Lincomicina 64. Lomefloxacina 65. Loracarbef 66. Mandelamina 67. Meropenem 68. Metampicilina 69. Metronidazol 70. Minociclina 71. Miocamicina 72. Moxifloxacino 73. Mupirocina 74. Neomicina 75. Netilmicina 76 Nitrofurantoína 77. Nitroxolina 78. Norfloxacina 79. Ofloxacina 80. Oxacilina 81. Oxitetraciclina 82. Pefloxacina 83. Penicilina G 84. Penicilina V 85. Piperacilina 86. Pirazinamida 87. Polimixina B 88. Pristinamicina 89. Protionamida 90. Retapamulina 91. Rifamicina 92. Rifampicina 93. Rifapentina 94. Rosoxacina 95. Roxitromicina 96. Sulbactam 97. Sulfadiazina 98. Sulfadoxina 99. Sulfaguanidina 100. Sulfamerazina 101. Sulfanilamida 102. Sulfametizol 103. Sulfametoxazol 104. Sulfametoxipiridazina 105. Sulfametoxipirimidina 106. Sulfatiazol 107. Sultamicilina 108. Tazobactam 109. Teicoplanina 110. Telitromicina 111. Tetraciclina 112. Tianfenicol 113. Ticarcilina 114. Tigeciclina 115. Tirotricina 116. Tobramicina 117. Trimetoprima 118. Trovafloxacina 119. Vancomicina.
- lavagem das mãos para toda a equipe de saúde bucal; b. utilização de sabão líquido, e o dispensador deve ser descartável ou passível de desinfecção; c. antes da realização de procedimentos cirúrgicos, é obrigatória a utilização de sabão líquido com antisséptico; d. para secagem das mãos devem ser utilizadas toalhas de papel descartável. É vedado o uso de secadores de ar por turbilhonamento, pois nenhum aparelho existente no mercado dispõe de filtro de ar eficaz para promover a descontaminação aérea.
Instrumento de marketing eficiente, a publicidade deve ser muito bem dirigida, porque mexe com a imagem e tem custo. Atualmente, com o domínio das mídias digitais, antigos paradigmas, notadamente jornais e revistas, têm perdido importância e ganhado espaço mídias sociais como Facebook, Instagram, Youtube, Linkedin, Pinterest, entre outros. É importante ressaltar que tudo o que for publicado tem que levar em conta o Código de Ética da profissão, que é mais detalhado ao final deste verbete, e deve sempre filtrar o que se pretende passar para o público. Cada rede tem sua característica e vantagens; geralmente utiliza-se mais de uma para atingir um público maior. Conheça alguns dos benefícios de cada uma para eleger o que atende melhor seu plano estratégico:
Facebook—é a rede social mais utilizada pelas empresas; conteúdos com imagem aumentam 2,3 vezes a chance de serem compartilhados; 73% dos usuários o utilizam para fins profissionais; é a rede mais utilizada por usuários no país; é utilizado por 97,6% das empresas.
Instagram—o envolvimento do usuário com as empresas é frequente, correspondendo a 68%; mensalmente existem 500 milhões de usuários ativos; o engajamento por consumidor é 58 vezes maior; é a rede mais importante para 32% dos jovens; a maior faixa etária existente é dos 18 aos 29 anos; mulheres são maioria na sua utilização; 63,3% das pessoas o utilizam.
Linkedin—98% de postagem com imagem recebem comentários; conteúdos com link são 200% menos acessados; em 2016 o número de consumo de conteúdo teve um aumento em 21%; é muito utilizado para usuários que buscam aprendizado e conteúdos de qualidade; no comércio B2B, 81% das empresas usam a plataforma para lançamento de produtos; ainda se tratando do B2B, 91% das empresas o utilizam para compartilhar informações; em média, os usuários gastam 17 minutos mensalmente na plataforma.
Youtube—as visualizações via mobile representam mais da metade dos acessos; as qualidades mais notadas pelos usuários são autenticidade, variedade de conteúdo e liberdade de expressão; atinge as classes A, B e C; 95% de pessoas entre 18 e 35 anos acessam o site; 31% buscam conteúdos para aprendizado; 59% das pessoas preferem se atualizar pelos vídeos postados a fazê-lo através de notícias.
Pinterest—80% dos acessos é por mobile; 72% utilizam as imagens como inspiração para compras em lojas físicas; a idade média dos usuários é de 40 anos; influencia 87% dos usuários a fazerem compras; 67% utilizam o app dentro de lojas; 81% das pessoas que utilizam a plataforma são do sexo feminino.
Como começar a usar as mídias sociais
Monte um plano de ação e faça o cronograma de todo conteúdo a ser postado, colocando prazo para a postagem. O marketing digital é um ótimo investimento; contratá-lo pode ajudar a atingir um público maior e com mais potencial de fidelização. Não adianta apenas sair postando qualquer texto ou vídeo. É preciso analisar se estes conteúdos têm a ver com a imagem que sua marca quer alcançar.
Separe as plataformas que deseja usar. Tenha em mente que todas as mídias sociais devem ser atualizadas constantemente. O direcionamento certo torna o investimento mais barato. Lembre-se que não adianta entregar o que é produzido para pessoas que não se interessem e não se identifiquem.
Dicas úteis
Estar presente nas mídias sociais pode parecer difícil no começo. Especialistas avaliam que só produzir conteúdo, sem que haja engajamento e interação com o público que pretende influenciar, é perda de tempo. Se não sabe por onde começar, veja algumas dicas:
– faça o engajamento acontecer. Utilize postagens de qualidade e os seguidores aparecem naturalmente. Para que eles comentem e publiquem, use o bom humor, crie enquetes, crie testes e coisas interativas. Isso faz as pessoas confiarem na sua marca;
– trate seus clientes de forma diferenciada. É preciso um contato mais humanizado, feito por alguém responsável por responder os comentários. Quando se utiliza respostas prontas, não se alcança o objetivo de se aproximar do cliente;
– conteúdos úteis atraem mais pessoas. Caso poste informações sem relevância, dificilmente o cliente vai prestar atenção;
– use a criatividade para resolver problemas e responder os internautas.
De outro lado, se o propósito é divulgar seu nome e mostrar a sua marca, é bom ficar claro que algumas iniciativas muito usadas em décadas passadas, principalmente quando o alvo era um público mais popular, como panfletos, são idéia furada, pois mercantilizam a profissão, configuram propaganda desleal e são antiéticos. Aparecer, inclusive com imagem, em publicação do programa de saúde em que é credenciado também é uma simpática maneira de se mostrar para a possível clientela. Depois de investir no anúncio, faça controle para saber do retorno e fazer a equação do custo/benefício. Mas lembre-se que propaganda normalmente é investimento em médio e longo prazos.
De acordo com o Código de Ética, os anúncios poderão ser feitos em qualquer meio de comunicação, obedecidos os preceitos da veracidade, decência, respeitabilidade e honestidade. Na comunicação e divulgação, é obrigatório constar o nome do profissional e número de inscrição no Conselho Regional. Podem ainda conter as especialidades nas quais o cirurgião-dentista esteja inscrito, títulos de formação acadêmica stricto sensu e do magistério relativos à profissão, endereço, telefone, e-mail, horário de trabalho, convênios, credenciamentos e atendimento domiciliar; logomarca e/ou logotipo e a expressão “Clínico Geral” pelos profissionais que exerçam atividades decorrentes de conhecimentos adquiridos em curso de Graduação ou Pós-graduação. No caso de pessoa jurídica, quando forem referidas ou ilustradas especialidades, deverão possuir, a seu serviço, profissional inscrito no Conselho Regional nas especialidades anunciadas, devendo, ainda, ser disponibilizada ao público a relação destes profissionais com suas qualificações, bem como os clínicos gerais com suas respectivas áreas de atuação, quando houver.
O mesmo código veda, como infração ética: fazer publicidade e propaganda enganosa, abusiva, inclusive com expressões ou imagens de antes e depois, com preços, serviços gratuitos, modalidades de pagamento, ou outras formas que impliquem comercialização da Odontologia ou contrarie o disposto no Código de Ética; anunciar ou divulgar títulos, qualificações, especialidades que não possua, sem registro no Conselho Federal, ou que não sejam por ele reconhecidas; anunciar ou divulgar técnicas, terapias de tratamento, área da atuação, que não estejam devidamente comprovadas cientificamente, assim como instalações e equipamentos que não tenham seu registro validado pelos órgãos competentes; criticar técnicas utilizadas por outros profissionais como sendo inadequadas ou ultrapassadas; dar consulta, diagnóstico, prescrição de tratamento ou divulgar resultados clínicos por meio de qualquer veículo de comunicação de massa, bem como permitir que sua participação na divulgação de assuntos odontológicos deixe de ter caráter exclusivo de esclarecimento e educação da coletividade; divulgar nome, endereço ou qualquer outro elemento que identifique o paciente, a não ser com seu consentimento livre e esclarecido, ou de seu responsável legal, desde que não sejam para fins de autopromoção ou benefício do profissional, ou da entidade prestadora de serviços odontológicos, observadas as demais previsões do Código de Ética; aliciar pacientes, praticando ou permitindo a oferta de serviços através de informação ou anúncio falso, irregular, ilícito ou imoral, com o intuito de atrair clientela, ou outros atos que caracterizem concorrência desleal ou aviltamento da profissão, especialmente a utilização da expressão “popular”; induzir a opinião pública a acreditar que exista reserva de atuação clínica em Odontologia; oferecer trabalho gratuito com intenção de autopromoção ou promover campanhas oferecendo trocas de favores; anunciar serviços profissionais como prêmio em concurso de qualquer natureza ou através de aquisição de outros bens pela utilização de serviços prestados; promover direta ou indiretamente por intermédio de publicidade ou propaganda a poluição do ambiente; expor ao público leigo artifícios de propaganda, com o intuito de granjear clientela, especialmente a utilização de imagens e/ou expressões antes, durante e depois, relativas a procedimentos odontológicos; participar de programas de comercialização coletiva oferecendo serviços nos veículos de comunicação; e realizar a divulgação e oferecer serviços odontológicos com finalidade mercantil e de aliciamento de pacientes, através de cartão de descontos, caderno de descontos, mala direta via internet, sites promocionais ou de compras coletivas, telemarketing ativo à população em geral, stands promocionais, caixas de som portáteis ou em veículos automotores, plaqueiros entre outros meios que caracterizem concorrência desleal e desvalorização da profissão.
Obrigatório, pela legislação, apenas é o aparelho para esterilização de instrumentais. Mas é preciso ser competitivo e proativo.
Hoje não é mais fabricado com botão de retardo; você deve dispará-lo no momento exato da tomada radiográfica. Seu produto, os raios X, são as provas mais importantes para comprovação de qualidade de tratamentos realizados. No entanto, para produzir efeitos legais, devem ser processadas, rotuladas, identificadas e arquivadas corretamente. Uma das mais espetaculares e influentes invenções humanas, o aparelho de raios X, imaginado pelo físico alemão Wilhelm Röntgen, em 1895, revolucionou a Medicina ao permitir que os médicos obtivessem imagens não-invasivas do corpo dos pacientes, ou seja, sem precisar abri-los. Milhares de diagnósticos se tornaram possíveis, desde fraturas até tumores, úlceras e distúrbios das veias e artérias. Existem poucos seres humanos em sociedades modernas que nunca tenham tirado uma radiografia. Na Odontologia, é um dos meios diagnósticos mais preciosos, além de indispensável na Endodontia e na cirurgia. Mais recentemente, com o avanço da tecnologia, foi desenvolvido o aparelho de raios X digital, que tem conseguido cada vez maior aceitação. A seguir, os aparelhos mais facilmente encontráveis no mercado.
Raio X Max Coluna Móvel (D700) – indicado para radiografia intraoral, garante diagnósticos precisos, com imagens nítidas e ricas em detalhes. Este aparelho com base móvel é leve e fácil de movimentar, sobre quatro rodízios duplos, com freios, que proporcionam boa estabilidade e melhor aproximação ao paciente e o uso em mais de uma sala clínica. Dotado de temporizador digital centesimal, especialmente desenvolvido para utilização com sensores radiográficos digitais, proporciona redução no tempo de exposição à radiação e, ainda, é indicado para filmes convencionais. Colunas superestáveis. Composto por braço tipo pantográfico (quando modelo pantográfico), que permite maior alcance e utilização nas mais variadas posições. Tubo (ampola), com ponto focal de 0.8 x 0.8mm, filtração com equivalência de alumínio de 3.22mm, direcionador cilíndrico confeccionado em polímero radiopaco para evitar radiações secundárias, enrolamento totalmente imerso em óleo especial. Disparador manual à distância de 5 m devidamente testado por órgão competente, respeitando as normas de proteção radiológica vigentes e elaboradas pela Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN. Garantia de 1 ano.
Raio X Max Parede (D700) – indicado para radiografia intraoral do paciente, e garante diagnósticos precisos, com imagens nítidas e ricas em detalhes. Movimentação suave, precisa, estável e de fácil manuseio. Ideal para ser utilizado com os sistemas digitais de captura de raios X. Exclusiva Tecnologia Green: 95% menos chumbo. Material extremamente leve com alto grau de isolação da radiação. Controle remoto digital, ergonômico e com cabo removível de 5 metros. Permite o controle de todas as funções do aparelho. 21 intervalos de tempo de exposição padronizados. Permite exposições centesimais a partir de 0,06 segundos. Cabeçote com rotação de 300° e indicação na parte traseira e dianteira. Sistema de articulação de fácil posicionamento, com suavidade e precisão nos movimentos. Proteção térmica: evita o superaquecimento do cabeçote aumentando a vida útil. Caixa de comando com suporte de fixação do controle. Braços em aço, articuláveis na posição vertical e horizontal. Pintura na cor gelo, com tratamento anticorrosivo. Cabo de alimentação removível, de fácil substituição. Garantia de 1 ano.
Raio-X Coluna Móvel (D700): equipamento de raios-x que pode ser movimentado pelo consultório facilmente. Filtração total com equivalência em alumínio de 2,71 mm, libera os raios úteis e retém os raios moles, eliminando a radiação secundária. Com base móvel, sobre quatro rodízios duplos. Braços articulados confeccionados em aço e aço com cobertura em ABS injetado de alto impacto. Cabeçote com sistema de aterramento para maior proteção ao operador. Imersão em óleo garante refrigeração e isolamento eficazes, mesmo nos casos de uso intensivo. Câmara expansora de borracha com resistência potencial de elasticidade e tamanho garante proteção ao cabeçote.
Raio-X Parede (D700): aparelho de raios-x fixado na parede, diminui a área ocupada do consultório em 0,50 m2, cria barreira física com menor ponto de contato, tornando o consultório mais limpo, e evita que a auxiliar tenha que mover todo o peso do aparelho. Confeccionados em alumínio perfilado com rolamentos mecanicamente balanceados através de molas que compensam o peso do aparelho e permitem a movimentação. Com dois braços, um horizontal e um pantográfico. Alcance horizontal de 1500 mm e movimento vertical de 30 graus para baixo e 25 graus para cima. Cabeçote com sistema de aterramento para maior proteção ao operador. Imersão em óleo garante refrigeração e isolamento eficazes, mesmo nos casos de uso intensivo.
Spectro 70X Electronic/Coluna Móvel (Dabi Atlante): dispõe de dispositivo de compensação automática de tempo: corrige automaticamente o tempo de exposição, conforme as oscilações de tensão da rede elétrica, mantendo a dosagem de radiação sempre uniforme. Trabalha com rodízios. Controle eletrônico decimal de tempo por teclado de membrana, com visualização através de leds. Sistema de dupla colimação elimina a formação de raios secundários no feixe principal evitando a exposição desnecessária. Mecanismo de bloqueio contra disparos acidentais. Bivolt.
Spectro 70X Sectronic/Parede (Dabi Atlante): com dispositivo de compensação automática de tempo: corrige o tempo de exposição, conforme as oscilações de tensão da rede elétrica, mantendo a dosagem de radiação sempre uniforme. Controle eletrônico decimal de regulagem de tempo por teclado de membrana, com visualização através de leds. Sistema de dupla colimação elimina a formação de raios secundários no feixe principal evitando exposição desnecessária. Mecanismo de bloqueio contra disparos acidentais. Bivolt.
Spectro 70X Seletronic/Coluna Móvel (Dabi Atlante): com seleção do tipo de radiografia, tipo e posição do dente, filme e faixa etária do paciente. Permite melhor qualidade radiográfica e ajuste preciso para exposição do filme, em centésimos de segundo. Dispositivo que corrige automaticamente o tempo de exposição, conforme as oscilações da rede elétrica, mantendo a dosagem de radiação sempre uniforme. Sistema de dupla colimação que elimina a formação de raios secundários no feixe principal, evitando a exposição desnecessária. Mecanismo de bloqueio contra disparos acidentais. Display digital. Seleção automática da tomada periapical conforme o tipo e a posição dos dentes, e do tipo de filme (película ou sensor digital). Bivolt.
Timex 70E Parede (Gnatus): criado para radiografia intraoral da dentição do paciente com objetivo de diagnóstico. Seu cabeçote é produzido com um material extremamente leve, com altíssimo grau de isolação da radiação. Pintura na cor gelo com tratamento anticorrosivo. Cabo de alimentação removível conforme padrão ABNT. Outras especificações: cabeçote com proteção térmica e câmara de compensação, que mantém a sua pressão interna estável e evita o superaquecimento e aumenta a vida útil do equipamento; ponto focal conta com correto dimensionamento, o que proporciona um feixe de radiação sem distorção. A caixa de comando é fabricada em material especial, com suporte de fixação de controle, o que facilita o acoplamento e reduz os riscos de queda. Seus braços são fabricados em aço com cantos arredondados e articuláveis nas posições vertical e horizontal. Fixado à parede através de suporte, que garante total estabilidade do aparelho e proteção contra acidentes de manuseio.
Timex-70 Pantográfico de parede (Gnatus): características técnicas similares às dos aparelhos Timex.
Timex-70 – Parede (Gnatus): mesmas características técnicas dos aparelhos Timex descritas anteriormente.
Timex-70E Coluna móvel (Gnatus): sistema de diagnóstico digital, que permite a captura de imagens em tempo real, diretamente no computador. Não há necessidade de filme, nem do processo de revelação e fixação. Realiza, também, sensibilização de filmes convencionais. Com o sistema digital, é possível obter imagens com alta qualidade e definição que serão armazenadas na ficha radiográfica do paciente em um computador. Estas imagens poderão ser ampliadas, colorizadas, medidas e impressas para assegurar o diagnóstico mais preciso. É composto por um sensor conectado ao computador, podendo assim ser instalado em notebooks ou desktops. No sistema que trabalha com raios X convencionais, estas são escaneadas para um computador.
Quase todas as engenhocas eletrônicas foram compactadas nos celulares. De todo jeito, aqui vão algumas que ainda se destacam:
- Agenda eletrônica: todos os bons softwares odontológicos de respeito dispõem de ótimas agendas eletrônicas. De todo jeito, para controle de telefones e compromissos, a tradicional, em papel, ainda é mais confiável por sua visibilidade fácil e consultas com menos comandos.
- Calculadora: mesmo com microcomputador disponível, é bom ter à mão uma calculadora para facilitar a visualização de orçamentos, por exemplo. Não é necessária uma científica, naturalmente, mas uma com os dígitos bem grandes podem ajudar muito na hora de mostrar os valores.
- Sistema de alarme sem fio: para segurança do imóvel é bastante interessante, pois é acionado por controle remoto quando a entrada do imóvel é forçada. Protege mesmo quando falta energia. Vem com um sensor, mas aceita vários. Fácil instalação.
- Sistema de som: é um opcional muito interessante para uma sala de espera; som ambiente tranquiliza, e um sistema que toque músicas adequadas e do agrado de sua clientela pode tornar momentos de espera mais relaxantes.
- TV: alternativa para sala de espera; pode ter uma assinatura de TV a cabo, para a programação poder ser mais agradável ainda.
Todo relaxamento denota negligência com o capricho que se espera na atividade. Todos os detalhes são importantes: vale aquela máxima de que uma corrente é tão forte quanto seu elo mais fraco.
Um ano sem curso é a deixa para um batalhão de colegas passarem à sua frente.
O tempo mínimo de contribuição das mulheres nessa regra geral segue sendo de 15 anos. No caso de homens que já contribuem, serão exigidos 15 anos, e 20 anos para quem ainda não é inscrito no INSS.
Há cinco regras de transição para quem já estava no mercado de trabalho. A da aposentadoria por idade aumenta a idade mínima das mulheres dos atuais 60 anos para 62 anos (a cada ano a idade exigida aumentará seis meses).
Para quem planejava se aposentar por tempo de contribuição quando passou a valer a nova legislação, há quatro regras de transição: por pontos, idade mínima progressiva e dois pedágios. Em todas elas será obrigatório cumprir, no mínimo, o período de pagamentos que era exigido na aposentadoria por tempo de contribuição, de 30 anos para mulheres e 35 anos, para homens.
Nos dois sistemas de pedágio, o dia 13 de novembro de 2019 será a data de referência para o brasileiro saber quanto tempo terá que trabalhar a mais para se aposentar nessas duas transições. O que vale para definir quanto tempo exatamente o trabalhador vai ter que cumprir de pedágio é o dia da publicação da reforma.
No caso do pedágio de 50% será preciso pagar mais metade do tempo que faltar para atingir 30 anos de contribuição (mulheres) e 35 anos (homens) no dia da publicação. Além disso, entrará nesse pedágio quem tiver, neste dia 13 de novembro, entre 28 anos de contribuição e menos de 30 anos, para mulheres. Já homens entram nesse sistema se comprovarem que têm a partir de 33 anos e menos de 35 anos de contribuição.
Já no pedágio de 100% o dia da publicação da reforma também será usado como referência: será preciso continuar no mercado de trabalho pelo dobro do tempo que faltar neste dia 13 para atingir os 30 e 35 anos de pagamentos para mulheres e homens, respectivamente. Todos que se aposentarem no pedágio de 100% terão benefício integral (limitado ao teto do INSS , atualmente em R$ 6.101,06) igual à nova média salarial.
O dia 13 de novembro de 2019 será decisivo para quem estava contando os dias e buscando comprovar mais tempo de contribuição para conseguir se encaixar no pedágio de 50%. Apesar de esse sistema ter o cálculo do fator previdenciário, que reduz o valor da aposentadoria de trabalhadores na casa dos 50 anos, a vantagem é se aposentar em menos tempo, no caso de quem começou a trabalhar jovem e está distante das outras regras de transição.
Um homem que tiver 48 anos de idade e 33 anos de recolhimentos, por exemplo, entra nessa transição. Com o pedágio de 50%, a espera pela aposentadoria dele aumentará em apenas um ano e ele poderá se aposentar com 36 anos de contribuição. Já um outro trabalhador que tiver os mesmos 48 anos de idade, mas só completar 32 anos de contribuição, até o início da reforma entrará na transição que exige pedágio de 100% e idade mínima de 60 anos. A espera para a aposentadoria desse segurado será de 12 anos.
Fórmula 86/96
Quem conseguir completar a pontuação exigida na fórmula 86/96 até 12 de novembro de 2019 manterá o direito de ganhar a aposentadoria integral com a média salarial antiga, que exclui as 20% menores contribuições. A publicação da reforma marca o fim da regra 86/96, que antecipa a aposentadoria integral para o trabalhador que, ao somar sua idade e seu tempo de contribuição, consegue atingir 86 pontos, se mulher, ou 96, para o homem. Muitas vezes, um dia a menos de contribuição pode ser definitivo para o trabalhador ser beneficiado ou não por essa regra, que também exige o tempo mínimo de contribuição de 30 anos (mulheres) e 35 anos (homens). A partir da validade da reforma essa fórmula deixa de dar aposentadoria sem redutor e passa a ser uma das regras de transição.
Pensão por morte
No caso das pensões por morte, que passam a ter redutores conforme o número de dependentes, o que vai definir a regra de cálculo (se vale a anterior à reforma ou a nova) é a data da morte do segurado. Se a morte ocorrer a partir do dia da publicação, valerá o novo cálculo. A pensão vai passar a ser de 50% mais 10% por dependente. Uma viúva sem filhos menores vai deixar de receber 100% da aposentadoria do marido para passar a receber 60%.
A nova Previdência também trouxe desconto para quem passar a acumular mais de um benefício após a reforma. É o caso, por exemplo, de aposentados que passarem a ter direito a uma pensão por morte.
Aposentadoria por invalidez
As aposentadorias por invalidez deixaram de ser integrais (100% da média salarial) e passarão a ser de 60% da nova média salarial mais 2% após 20 anos de contribuição. O novo cálculo vale para segurados que ficarem sem condições de trabalhar após o início das novas regras. É um perito do INSS quem define a data de início da incapacidade, que é a referência para o benefício ser calculado.
Média salarial
Todos que atingirem as condições para ter um benefício depois da reforma serão afetados pela nova média salarial, que não vai mais descartar os 20% menores salários pagos em reais (desde julho de 1994). A fórmula vale para todos os tipos de aposentadoria que forem calculados sob as regras da nova legislação. Ao deixar de descartar os menores recolhimentos, o governo reduz futuras aposentadorias de trabalhadores que contribuíram sobre valores acima de um salário mínimo.
Direito adquirido
As regras antigas ainda poderão ser aplicadas a todos os cidadãos que tiverem direito adquirido antes da publicação da PEC. Quem completar 30 anos de contribuição (mulheres) ou 35 anos de contribuição (homens) até o dia 12 de novembro de 2019 mantém o direito de pedir a aposentadoria por tempo de contribuição pelas regras antigas, sem idade mínima ou pedágio. Isso vale até mesmo se o pedido do benefício for feito após a reforma começar a vigorar. O INSS informa que, ao receber pedidos de pessoas que podem se aposentar pelas regras antigas e novas, seu sistema indicará qual dos sistemas oferecerá o melhor benefício. O direito adquirido também valerá para quem completou 60 anos de idade (mulher ) e 65 (homem) e comprovar 15 anos de contribuição recolhidos até um dia antes da publicação. Neste caso, a fórmula de cálculo será mais vantajosa.
Salários
Os descontos das novas alíquotas de contribuição previdenciária, feitos nos salários dos trabalhadores todos os meses, começaram a ser aplicadas sobre o salário de março, que em geral é pago em abril, de 2020.
Aposentadoria especial dos expostos a agentes nocivos
A nova legislação permite a aposentadoria especial para esses trabalhadores pela regra de pontos, considerando também o tempo de exposição a esses agentes. Para os trabalhadores sob maior risco, a soma deve ser de 66 pontos, além de 15 anos de exposição. Para os de risco médio, 76 pontos e 20 anos de exposição. Para risco baixo, 86 pontos e 25 anos de exposição a agentes nocivos. Dentistas costumam estar na situação “trabalho em contato com agentes nocivos à saúde”. Mas, como se vê, a aposentadoria especial nesse caso sofreu algumas alterações significativas com a reforma da previdência.
Antes da nova regra da previdência, cumprir os requisitos para se enquadrar e conseguir a aposentadoria especial era uma tarefa um pouco mais simples. Contudo, após a reforma, os fatores para se qualificar no direito de receber o benefício ficaram mais rígidos.
Antes da reforma previdenciária, os dentistas precisavam cumprir alguns requisitos. O principal deles: “Atuar realizando atividade especial durante 25 anos, visto que os riscos dessa atividade são considerados baixos”. Para adquirir o benefício da aposentadoria especial, o dentista precisava contar com o tempo em que atuou continuamente. Ou seja, os anos em que exerceu de maneira continuada a profissão em que colocava em risco a sua saúde. Veja bem, antes da reforma bastava cumprir o tempo de atuação profissional, mas isso mudou.
Quais os requisitos agora para Aposentadoria Especial?
Uma das alterações mais significativas em relação à reforma previdenciária e à aposentadoria especial do dentista está nos requisitos. Os profissionais da área agora precisam, além da idade mínima e o tempo de contribuição previdenciária, comprovar o tempo em exposição ao que prejudica a saúde.
Os profissionais que iniciaram suas atividades após a reforma da previdência terão que cumprir os dois requisitos: 60 anos de idade e 25 anos de contribuição com exposição ao agente nocivo.
Regra de transição da Aposentadoria Especial
Com a entrada em vigor da Reforma previdenciária no dia 13 de novembro de 2019, os dentistas que começaram a atuar antes desta data, e não conseguiram cumprir os requisitos anteriores para se aposentarem antes da reforma, vão entrar na regra de transição da aposentadoria especial.
Para se aposentar por essa regra, é preciso cumprir 86 pontos, somando a idade e o tempo de atividade especial, devendo comprovar no mínimo 25 anos de atuação em atividade especial.
Alteração do Cálculo do Valor pago na Aposentadoria Especial
As alterações estabelecidas pela reforma em relação ao valor pago ao dentista se referem à forma com que a aposentadoria especial é calculada. Ocorre da seguinte maneira:
— o cálculo será de 100% do valor das remunerações contados desde o mês de julho de 1994, estabelecendo a aplicação de 60% da média dos rendimentos recebidos pelo profissional, devendo ser acrescidos 2% para cada ano em que houve contribuição previdenciária de mulheres dentistas além de 15 anos.
No entanto, em relação aos dentistas homens que exercem a profissão de baixo risco, serão acrescidos os 2% de contribuição previdenciária superior a 20 anos e não de 15, como no caso de mulheres.
Dessa forma, para o dentista receber 100% da média de todas as suas remunerações, ele precisará trabalhar 40 anos exposto aos agentes nocivos, se homem, e 35 anos, em se tratando de dentista mulher.
É possível converter tempo de atividade especial para comum?
Outro ponto que sofreu alterações em relação à aposentadoria especial do dentista foi esse. Antes da reforma da previdência, era completamente possível que o profissional que ainda não tivesse tempo especial suficiente para essa aposentadoria convertesse o período que possuía para tempo comum.
Ou seja, somando o período de contribuição por atividade especial que realizou com aquele em que a contribuição era de uma atividade que não oferecia risco à saúde ou à vida. Isso era muito útil, afinal se tornava viável se aposentar pelo tempo de contribuição comum com a complementação do tempo especial.
O cálculo para conversão era feito da seguinte maneira: o tempo de atividade especial multiplicado por 1,4 no caso de homens. E o tempo de atividade especial multiplicado por 1,2 no caso de mulheres. A fórmula é simples: Anos de Atividade Especial X 1,4 ou 1,2.
Desse modo era possível adiantar a aposentadoria comum calculando dessa maneira. Como, por exemplo, você poderia converter 5 anos de atividade especial em atividade comum complementado aquilo que faltava para que você se aposentasse.
Porém, desde a entrada em vigor da EC 103/2019 isso não é mais possível, o tempo especial exercido a partir do dia 13 de novembro de .2019 não pode mais ser convertido para tempo comum.
Mas, atenção: as atividades exercidas até 13 de novembro de 2019 com exposição à agentes nocivos ou a risco podem ser convertidas para adiantar a aposentadoria. É um direito adquirido por aqueles que já exerciam atividades especiais antes da mudança da lei.
Nesse sentido, se você possuía tempo especial adquirido antes da entrada da reforma em vigor você pode utilizar a conversão para tempo comum. Basta calcular os anos de atividade especial multiplicados pelo fator 1,4 para homens, 1,2 para mulheres.
E os dentistas que estavam quase completando o tempo para aposentadoria?
Pode ser que você dentista estava quase completando o período necessário para se aposentar por atividade especial. E com as mudanças trazidas pela EC 103/2019 surgiram inúmeras dúvidas. Afinal, agora não basta apenas ter o período em atuação com atividade especial.
Para esses profissionais que se enquadram nessa situação a Reforma trouxe números específicos. Quem estava quase completando o tempo de atividade poderá realizar a soma do período em que atuou, bem como do tempo em que contribuiu com a previdência e a idade que possui.
Nesse sentido, para aqueles que atuam com atividades de baixo risco, como é o caso dos dentistas, deve ser feita a soma calculando idade, tempo de atividade e o que contribuiu com a previdência. Devendo, dessa forma, completar ao menos 86 pontos somados com mais 25 anos de atividade especial.
Conclusão
Quem não tem outra fonte de renda, muitas vezes se vê obrigado a continuar trabalhando mesmo depois de aposentado. O ideal, aconselham especialistas, é investir mensalmente na Previdência Privada que, ao longo de algumas décadas consegue complementar a aposentadoria. Embora seja uma boa alternativa, é preciso lembrar que a Previdência Privada não tem a garantia do governo. É preciso, portanto, saber escolher uma instituição sólida e de bastante credibilidade. Além desse complemento, o cirurgião-dentista precisa tomar todos os cuidados para assegurar o benefício pago pelo INSS.
Pelas novas regras, o segurado tem de acompanhar fielmente as fases de contribuição para ter direito ao benefício. Quem não seguir a tabela corretamente sai perdendo. (24.08.20)
Às mulheres é conveniente cabelo preso, e também aqueles detalhes que valem para as atendentes: nada de decotes profundos, sandálias de dedo (aqui, pela assepsia).
Frente à pandemia da COVID-19,o atendimento odontológico deve ser realizado com paramentação com EPIs (gorro, óculos de proteção, máscara N95/PFF2 ou equivalente, protetor facial, avental impermeável e luvas de procedimento). Em procedimentos onde serão gerados aerossóis, deverá ser usada a máscara que oferece maior proteção, como a N95 ou PFF2, devendo ser trocada a cada 4 horas de uso, ou no tempo orientado pelo fabricante.
Se sua vocação de apresentar valores não é muito desenvolvida, melhor encontrar uma secretária com essa habilidade e que faça as vezes de sua intermediária, apresentando os orçamentos e combinando a forma de pagamento. É conveniente que o plano de tratamento seja sempre muito bem detalhado, contenha tudo o que se pretende realizar em cada dente e o material a ser utilizado, deixando uma cópia com o cliente. Certamente vai ser muito mais produtivo.
A primeira coisa a ser avaliada é o tipo de modelo que mais se adequa as suas necessidades.
Os modelos de janela são aqueles que ficam com a traseira na parte externa do ambiente. Essa tecnologia é mais tradicional que as outras. Com isso, é comum que esse tipo de aparelho gere mais ruído e consuma mais energia. Por outro lado, oferece diferentes voltagens e requer menos modificações na estrutura de sua clínica para fazer a instalação. Já os portáteis não precisam de instalação, ou seja, você pode usar o mesmo aparelho em vários cômodos diferentes, transportando-o por meio de suas rodinhas. Eles costumam ser silenciosos e precisam ficar próximos a janelas para conectar seu tubo extensor, a fim de fazer a troca de ar entre o ambiente interno e o externo. Os modelos Split, por sua vez, são divididos em duas unidades: uma interna, chamada de evaporadora e uma externa, chamada de condensadora. Eles possuem tecnologias mais novas, sendo bastante econômicos e silenciosos, já que a condensadora é sempre instalada em local aberto.
O que levar em conta na hora de comprar um ideal para o seu caso? Os aparelhos mais comuns e mais usados costumam ser do tipo de janela, mas se o consultório estiver instalado em um sobrado ou em uma casa, então a indicação é de aparelhos split, que vão ser instalados no teto ou na parede realizando um furo de diâmetro de 75 mm na edificação e puxando alimentação para a ligação elétrica. As marcas mais bem conceituadas para esses tipos e também para os portáteis são os das marcas Samsung, Consul, Philco, LG, Gree, Elgin, Midea, Trane e Fujitsu.
Para que o aparelho não seja um vilão da sua conta de luz, escolha um modelo eficiente. Para isso, será útil calcular a potência necessária para seu ambiente.
Caso escolha a potência errada, o aparelho pode acabar não climatizando o ambiente de maneira adequada. Em contrapartida, exagerar na quantidade de BTUs – a unidade de medida de potência de refrigeração de um ar-condicionado – pode resultar em um gasto energético maior do que o necessário.
Para calcular os BTUs, você precisa seguir as seguintes regras:
- Cada metro quadrado do cômodo é equivalente a 600 BTUs;
- Cada pessoa adicional equivale a 600 BTUs (a primeira não é contabilizada);
- Cada equipamento eletrônico que emita calor, como um computador, também equivale a 600 BTUs;
- Caso o cômodo fique exposto ao sol de maneira contínua, o cálculo deve ser feito com 800 BTUs para todas as situações anteriores.
Exemplo: um quarto de 25 m², que não está diretamente exposto ao sol, com um computador e que será usado por duas pessoas, vai precisar de um ar-condicionado de 16.200 BTUs.
Dados do cálculo:
- 25 (m²) x 600 (BTU) = 000BTUs
- 600(BTUs – para uma pessoa, excluindo-se primeira)
- 600(BTUs – um computador)
Consumo de energia: outro fator que você precisa levar em consideração na hora de comprar um ar-condicionado é o consumo de energia do aparelho. Alguns modelos costumam consumir mais do que outros, fazendo com que você sinta o reflexo disso na sua conta de energia elétrica. Então, antes de optar por determinado modelo, pesquise sobre o seu consumo energético e sobre a sua eficiência. Uma das melhores tecnologias quando o assunto é economia é o Inverter, exclusiva dos Split Inverter. Com esta tecnologia, os aparelhos conseguem atingir a temperatura desejada de maneira rápida, além de mantê-la constante com pouca oscilação de energia. Esse sistema controla a velocidade de rotação do compressor do aparelho de acordo com a necessidade de refrigeração do recinto. Diferentemente dos modelos tradicionais, em um Split inverter o compressor nunca para de funcionar, evitando o famoso “liga-desliga”. Com isso, ele se torna bastante econômico, chegando até a 60%, dependendo do modelo e da marca escolhida. Além disso, o nível de ruído desse aparelho é menor quando comparado com um ar janela, por exemplo.
Ciclo quente e frio: se você mora em um local onde as temperaturas oscilam bastante durante o ano, talvez considerar o ciclo quente e frio (ou reverso) na hora de comprar um ar-condicionado seja uma boa opção. Dessa forma, você não precisa possuir um aparelho condicionador de ar e um aquecedor, por exemplo. Assim, você economiza dinheiro adquirindo um aparelho só e ainda poderá usá-lo durante todas as estações do ano.
Selo Procel: este selo indica quais são os produtos que apresentam bons níveis de eficiência energética dentro de uma determinada categoria. Com isso, você acaba conseguindo economizar na sua conta de energia elétrica. A etiqueta que vem nos eletrodomésticos classifica qual é o consumo de energia apresentado por eles e o seu grau de eficiência energética. Este pode variar de A (mais eficiente) a G (menos eficiente). Tais aparelhos são submetidos a ensaios laboratoriais específicos, indicados pelo Procel.
Tome cuidado com a estrutura do imóvel: algumas edificações proíbem que obras sejam feitas, mexendo na fachada do prédio, por exemplo. Então, antes de comprar um ar-condicionado, verifique se existe a possibilidade dessa nova instalação. Além disso, é fundamental que você não acople sua máquina em uma superfície que contenha instalações elétricas ou tubulações de esgoto e água. Assim, você evita acidentes que podem ser ocasionados por possíveis vazamentos, por exemplo.
Fuja dos obstáculos da boa refrigeração: alguns objetos de uma boa decoração, como guarda-roupas, painéis, persianas e cortinas, por exemplo, podem dificultar ou impedir a passagem de ar. Com isso, a climatização do ambiente acaba sendo mais lenta. Então, opte sempre por instalar seu aparelho em locais que estejam livres desses obstáculos.
Evite as paredes que pegam muito sol: você precisa evitar posicionar o seu ar-condicionado em paredes que pegam muito sol, pois isso vai prejudicar o rendimento do seu aparelho. Os raios solares acabam aumentando a temperatura do ambiente, fazendo com que a máquina precise trabalhar ainda mais para climatizar o recinto como um todo. Então, se possível, opte por paredes que não entrem em contato direto com o sol.
Em todos os casos, atenção: o sistema exige manutenção religiosa. Os técnicos recomendam providenciar troca/manutenção periódica do filtro semestralmente, para evitar disseminação de agentes patogênicos e impurezas no ambiente do consultório.
Pela Vigilância Sanitária, todo estabelecimento de assistência odontológica deve ser provido de local para essa destinação.
Não é que não existam excelentes marceneiros que façam armários impecáveis, sabem exatamente os padrões seguidos em consultórios dentários, conseguem – sem precisar de nossa supervisão quase cotidiana – caprichar nos detalhes de acabamento, usar compensado e ferragens de qualidade e, para culminar, ainda cumprir prazos religiosamente. Para infelicidade geral da nação, esses ainda são grande minoria. Então, se você não tem premência de prazos nem se importa com eventuais dores de cabeça, pode-se arriscar neste garimpo, ou ir atrás de uma indicação. Caso contrário, essas principais empresas – no eixo Rio-São Paulo-Minas são a Odontoplay, a Lafaiete e a Haydée – vão poder atender bem. O que não significa absolutamente que você vai estar isento de contratempos. Simplificadamente, um bom armário deve ser feito de material leve e lavável e possuir: puxadores leves e arredondados; gavetas com deslizamento suave e que possam ser abertas pelo lado do dentista como pelo lado da auxiliar; quatro rodízios para movimentação, que proporcionem um bom deslizamento; tamanho que permita a colocação dos instrumentos dentro da área de alcance ótimo e flexibilidade para ser usado por operadores destros e canhotos com ou sem auxiliar e sem que haja necessidade de elevação dos braços. Importante também que estejam adequadas a todos os padrões da Anvisa para consultórios, quesito que vem sempre sendo atualizado. Uma das principais vantagens das empresas de armário odontológicas é dispor de pessoal que consegue gratuita e rapidamente realizar um projeto de seu consultório como raros arquitetos. Claro, fazem de tudo para caber o máximo de módulos, já que vivem disso. Mas acaba sendo especialmente interessante se você tem espaço limitado, pois aproveitam inclusive a parte superior dos espaços. E você sempre pode palpitar e introduzir variações de acordo com sua ergonomia particular. Quanto à escolha da madeira, sempre prefira compensado a aglomerado. À primeira umidade ou vazamento, o aglomerado infla e deforma, já que é um compactado de pó de madeira. As profundidades habituais dos armários são de 45 e 50 cm: escolha de acordo com seu espaço. As melhores dobradiças possuem engate rápido com trava, mais prático e que permitem remoção em caso de necessidade de promover limpeza no interior do armário e manutenção dos encanamentos. As peças hidráulicas são mais fáceis de serem encomendadas também pelas empresas de armários, já que sabem exatamente o calibre dos canos e engates, e seus montadores podem, com um pequeno adicional, fazer as conexões. Gavetas existem de madeira ou plástico. As de madeira costumam ser de melhor qualidade, já que as de plástico somente economizam matéria-prima, pois são bandejas encaixadas na estrutura da gaveta que substituem as laterais de madeira. As gavetas mais caprichadas têm recobrimento de fórmica em todas as faces. As bandejas internas são compradas separadamente e basta colocá-las nas gavetas. Outro detalhe que faz a diferença são borrachas de silicone – pequenos círculos de borracha transparente – que impede que as portas batam diretamente no armário. As torneiras, de acordo com as instruções da Vigilância Sanitária, não devem ser tocadas para funcionar. Por isso, pode ser acionada por meio de pedal, que empurra para ligar e solta para desligar (o controle do fluxo de água fica no próprio registro da torneira), com sensor infravermelho que o calor da mão aciona a torneira (também deve ter registro ou haverá dificuldade para controlar o fluxo de água), ou ainda um pedal interruptor que mantém a torneira ligada sem que tenha que ficar empurrando, mas que tem que ser desligada também. O tampo pode ser de fórmica – que pode riscar mais facilmente – ou de granito. O granito tem aparência mais sólida e exuberante, é mais resistente, caro, e precisa ser encomendado nas casas de materiais de acabamento. Vendedores da Odontoplay costumam vender seu produto com o diferencial de serem produzidos com compensado naval maciço – com garantia contra umidade e cupim –, de possuírem acabamento mais caprichado e de serem fabricados no bairro do Cambuci, em São Paulo, o que o tornaria mais rápidos para clientes paulistanos no caso de assistência técnica. Os representantes da Haydée promovem seus armários alegando que basicamente a resistência é acima da concorrência, que têm detalhes mais duráveis, como os puxadores de alumínio maciço, e profundidade de seus módulos 5 cm maior – 35 a 30 cm da concorrência – que reflete na mesma proporção no tamanho das cubas. Os da Lafaiete dizem que basicamente todas as principais indústrias hoje utilizam o mesmo material, baseado em compensados MDF, que possuem pequenas diferenças, como sistemas de corrediça e puxadores, mas que grosso modo têm qualidade semelhante, diferenciando-se apenas no preço.
Mas se o problema é maior, envolve um conjunto de salas ou mesmo uma sala de espera e um banheiro, o concurso de um arquiteto experiente é muito oportuno e valioso. Mesmo que ele não seja um decorador, certamente vai ter boas sugestões para que seu espaço seja especialmente agradável, com toques e detalhes criativos de bom gosto e organização. Todo bom arquiteto dispõe de endereços de quem comercializa vasos que combinam com o sofá de sua sala, um revisteiro diferente, um marceneiro que pode projetar uma mesa que vai valorizar seu ambiente. Existem arquitetos especializados em consultórios; esses conhecem as medidas adequadas para tudo, desde o tamanho dos móveis até a luminosidade requerida em uma sala. Você deve preferir esses: mesmo que possam cobrar um pouco mais que os outros, vale a pena. Novatos na área podem ser muito intuitivos, mas podem exagerar na iluminação, ter poucas idéias para valorizar sua fachada, ou mesmo pecar em algumas medidas – detalhes que você vai perceber só depois que a obra estiver finalizada. Engenheiros, via de regra, têm sua competência mais ligada a projetos, normalmente compostos de etapas que incluem pesquisa, design e administração de uma obra, sendo por isso muito importante o domínio de materiais e os melhores métodos de gestão de processos. Os engenheiros são os responsáveis juridicamente por um projeto, ou por parte do mesmo, desde o seu início até o seu término.
Pode ser num escritório junto ao consultório, se você dispuser desse espaço, ou em armários ou prateleiras juntos à sala de esterilização, como é mais comum. Tudo bem limpinho, organizado e bem guardado, se possível acondicionado em envelopes ou fichários.
E a aprovação da Lei do Exercício profissional trouxe nova alteração da nomenclatura de ACD para Auxiliar em Saúde Bucal (ASB), por meio da Resolução CFO-085/2009 aprovada em 30 de janeiro de 2009 que veio a confirmar a Lei 11.889 de 24/12/2008. Trata-se de profissional que compõe a categoria de pessoal auxiliar odontológico, obrigado ao registro no CFO e à inscrição nos Conselhos Regionais (CRO). A faixa salarial do Auxiliar em Saúde Bucal, CBO 3224-15, fica entre R$ 1.161,88 (média do piso salarial 2020 de acordos, convenções coletivas e dissídios), R$ 1.221,00 (salário mediano da pesquisa) e o teto salarial de R$ 2.109,81, levando em conta profissionais com carteira assinada em regime CLT de todo o Brasil. Diversas são as atribuições e competências legais do Auxiliar em Saúde Bucal (ASB), mas podem-se ressaltar as principais, sempre na presença do cirurgião-dentista ou TSB: organizar e executar atividades de higiene bucal; processar filme radiográfico; preparar o paciente para o atendimento; auxiliar e instrumentar os profissionais nas intervenções clínicas, inclusive em ambientes hospitalares; selecionar moldeiras; manipular materiais de uso odontológico; registrar dados e participar da análise das informações relacionadas ao controle administrativo em saúde bucal; preparar modelos em gesso. O ASB também deve fazer a limpeza, assepsia, desinfecção e esterilização do instrumental, equipamentos odontológicos e do ambiente de trabalho; realizar o acolhimento do paciente nos serviços de saúde bucal; aplicar medidas de biossegurança no armazenamento, transporte, manuseio e descarte de produtos e resíduos odontológicos; desenvolver ações de promoção da saúde e prevenção de riscos ambientais e sanitários; realizar em equipe levantamento de necessidades em saúde bucal; e adotar medidas de biossegurança no intuito de controlar possíveis infecções.
O curso regular de Auxiliar em Saúde Bucal pode ser feito à distância, com duração de seis meses, mais 60 horas de estágio. Cursos acelerados podem ser feitos em 45 dias, com o mesmo tempo de estágio.
A decisão pela compra do imóvel é um momento de muita ansiedade e emoção. Por outro lado, envolve atenção e cautela por parte do comprador. Uma decisão mal tomada pode ser sinônimo de dor de cabeça, pendências judiciais e prejuízos financeiros. Todo comprador certamente quer comprar com segurança e evitar futuros aborrecimentos. Mas a garantia de que não há nada de errado com o imóvel pretendido (no caso de unidade usada) implica alguns cuidados, como verificação da documentação – não só do imóvel, mas também do vendedor – , checagem das condições físicas da casa ou apartamento e, em alguns casos, consulta a um bom advogado. A seguir, algumas dicas na hora de comprar um imóvel que podem significar a diferença entre bom negócio e grande decepção.
- Antes de comprar: – em primeiro lugar, ao verificar o estado de conservação do imóvel, inclua na análise as áreas comuns do edifício, no caso de apartamento. O estado geral de conservação do prédio é um dos fatores que podem influenciar o preço do imóvel; – verifique o posicionamento do imóvel em relação à luz do sol. Salas que recebem luz do sol pela manhã (a chamada “face norte”) são mais valorizadas. Observe se existe presença de umidade nas paredes, azulejos, pisos e tetos, que podem significar infiltrações; – experimente também verificar a pressão da água abrindo torneiras. Não esqueça também de acender as luzes para conferir algum problema elétrico; – além do imóvel em si, também é importante se certificar de que o local possui boa infraestrutura, ou seja, opções de serviços, comércios em geral, meios de transporte, além de hospitais e escolas. Então, veja se o bairro dispõe de tudo isso; – outra boa dica para conhecer um pouco mais sobre as proximidades, manutenção do prédio, valor de condomínio e obras previstas é conversar com os futuros vizinhos e com o síndico. Essas informações podem representar um importante trunfo para o futuro proprietário; – em tempos de falta de estacionamentos públicos, um item que se tornou extremamente valorizado é a garagem. Verifique se o imóvel possui vaga na escritura e, em caso negativo, informe-se sobre o sistema adotado no condomínio: se as vagas são demarcadas, se são fixadas por regimento interno, se são por ordem de chegada ou se existem manobristas.
- Durante a negociação de compra: – é aconselhável consultar os serviços de um advogado. Nada melhor do que estar bem assessorado na hora de realizar um negócio; – o sinal deve ser simbólico, apenas para assegurar a compra; – a documentação correta é a principal arma para garantir a segurança do comprador. Existe uma série de documentos que o comprador deve exigir; – de posse de toda documentação, o pagamento pode ser integralizado; – se o imóvel nunca tiver sido habitado, o comprador deve solicitar a planta hidráulica e elétrica, que normalmente encontra-se em poder do síndico; – para ser proprietário de fato do imóvel, falta a última e mais importante etapa: encaminhar a elaboração da escritura ao escrevente do Cartório de Notas e registrar o imóvel no Cartório de Registro de Imóveis. Somente após o registro obtém-se o direito real sobre o imóvel, segundo a Lei 4.591, de 1964. Com o imóvel registrado, pode-se efetuar a transferência do IPTU para o nome do novo proprietário.
- Documentos que o comprador deve exigir: – cópia da escritura e do registro do imóvel junto ao Cartório de Registro de Imóveis; – Certidão Negativa de Débitos Condominiais (em caso de apartamento). Caso não estejam quitados, os débitos recairão sobre o novo proprietário; – certidão de propriedade com negativa de ônus com vintenária (situação do imóvel durante os 20 últimos anos); – certidões pessoais do vendedor em distribuidores civis, justiça federal, cartório de protesto e executivos fiscais devem ser verificados na cidade na qual se localiza o imóvel e na qual resida o vendedor, caso sejam diferentes; – certidão negativa de IPTU e o carnê com as parcelas quitadas. Mas fique de olho no prazo: todas as certidões têm validade de 30 dias; – certidão de propriedade, com averbação da construção, em se tratando de casa. Se não, o novo proprietário corre o risco de estar comprando apenas o terreno e não a construção. Quando o caso é um imóvel na planta ou em construção, o Procon recomenda que o comprador, antes de assinar o contrato, verifique com atenção os seguintes itens: o índice de correção das parcelas, o mês de correção, a previsão de cobrança de resíduo nos contratos com reajuste anual (que não pode ser acrescido de juros), o mês e o ano em que o imóvel vai ser entregue. Caso haja financiamento bancário, o comprador também deve verificar se o imóvel vai ser hipotecado. No caso de multa por atraso no pagamento das prestações, o máximo que pode ser cobrado é 2%.
- Despesas: geralmente cabe ao comprador o pagamento da sua escritura e seu registro. Ao vendedor cabe pagar a comissão do corretor e as despesas com certidões.
- Outros cuidados básicos: preste atenção na proposta e no contrato de compra e venda. Se tiver dúvidas, antes de assinar consulte um advogado ou um órgão de defesa do consumidor. Verifique se a proposta contém cláusula que permita o cancelamento – direito de arrependimento do negócio. Se quem desiste é o comprador, ele perde o sinal. Se for o vendedor, ele deverá restituir o valor do sinal em dobro. Risque os espaços em branco e rubrique todas as folhas do contrato; exija cópia do contrato. Registre o contrato no Cartório de Registro de Imóveis competente. Resumindo, a melhor atitude ao comprar o imóvel dos sonhos é não se deixar levar pela emoção. Condições da unidade, documentação, preço e formas de pagamento, entre outros itens, devem ser todos avaliados em conjunto, para que você não seja surpreendido gastando mais do que planejava ou acabe por se arrepender da compra.
Esse item é sempre muito, muito observado por clientes atentos, que não deixam de fazer referências, às vezes minuciosas, como detalhes de segurar telefone com luvas descartáveis, para auditores, nos casos de profissionais credenciados a planos de saúde. E também é considerado fundamental, pela Vigilância Sanitária, que eventualmente pode relevar alguns detalhes de sua imensa cartilha de exigências, mas não a falta de cuidado com assepsia. Com toda razão. Tecnicamente, é o conjunto de métodos empregados para impedir que determinado local, equipamento ou instrumental seja contaminado (V. Biossegurança – Protocolo de).
A Associação Brasileira de Odontologia (ABO) do Paraná, por exemplo, promoveu curso de vinhos, em 2004; a do RJ, uma olimpíada. Nas comunidades em que se inserem, também desenvolvem trabalho social e filantrópico, contribuindo para a promoção da saúde, colaborando com os poderes públicos na assistência à comunidade, orientando-a para prevenção, interceptação e tratamento das doenças orais. Basicamente, funcionam como em um clube; para se associar preenche-se uma proposta, que é analisada por um conselho; se aceito, o sócio passa a pagar uma contribuição que pode ser mensal ou trimestral. Hoje, há dezenas de associações, divididas principalmente por estados, regiões, especialidades e áreas de interesse. Entre as mais representativas, pode ser citada a Associação Brasileira de Odontologia (ABO), com seções nos 27 Estados brasileiros; e a Associação Paulista dos Cirurgiões-Dentistas (APCD), com muita penetração e regionais nas maiores cidades do Estado de São Paulo, e que anualmente realiza um dos maiores congressos de Odontologia do mundo, em São Paulo, sempre iniciando na última semana de janeiro. A ABO também se destaca por desenvolver, por meio do Departamento de Análise de Produtos Odontológicos (Dapo), o Serviço Nacional de Verificação dos Materiais, Drogas, Medicamentos e Equipamentos Odontológicos, em uso no Brasil, expedindo certificados e o Selo de Qualidade ABO àqueles que estiverem dentro das especificações. Mas existem muitas associações ligadas às várias especialidades, inclusive as recentemente reconhecidas pelo Conselho Federal, como a Associação Brasileira dos Cirurgiões-Dentistas Homeopatas. Entre as sociedades, destaca-se pela mídia conquistada a Sociedade Brasileira de Odontologia Estética (www.sboe.com.br), que anualmente, desde 1995, escolhe o “Sorriso do ano” entre personalidades brasileiras. O Conselho Federal de Odontologia (CFO), com sede na cidade do Rio de Janeiro e os 27 Conselhos Regionais de Odontologia, criados em 1964 e instituídos em 1971, formam em seu conjunto uma autarquia, dotados de personalidade jurídica de direito público, com autonomia administrativa e financeira. Compete aos Conselhos a supervisão da ética odontológica em todo o território nacional, cabendo-lhes zelar e trabalhar pelo bom conceito da profissão e dos que a exercem legalmente. O CFO legisla por meio de Atos Normativos, julga processos éticos e centraliza as informações sobre cursos de Especialização registrados e reconhecidos, bem como sobre o número de inscritos em todo o Brasil, entre Cirurgiões-Dentistas, Auxiliares em Saúde Bucal, Técnicos em Saúde Bucal, Técnicos em Prótese Dentária, Auxiliares de Prótese Dentária, Entidades Prestadoras de Assistência Odontológica, Laboratórios de Prótese e Empresas de Produtos Odontológicos.
Muitos projetos sociais também têm ganhado atenção dos holofotes em vários âmbitos, em torno do tema saúde bucal, monopolizando ONGs, governo e profissionais de saúde. Alguns dos mais conhecidos são:
– Operação Sorriso: também conhecida como Operation Smile, como é conhecida internacionalmente, é uma organização médica não governamental e sem fins lucrativos fundada na cidade de Norfolk, na Virgínia, Estados Unidos, em 1982. A instituição trabalha com crianças que nasceram com lábio leporino e fenda palatina, e oferece a elas cuidados médicos, como a cirurgia reparadora, em todo o mundo. Até hoje, a Operação Sorriso realizou cirurgias em mais de 240 mil crianças, jovens e adultos em mais de 60 países, entre eles o Brasil. Existem mais de 300.000 crianças que nascem com fissura em todo o mundo; mais de 5.600 no Brasil. A organização já atendeu mais de 240.000 crianças em todo mundo, sendo mais de 4500 somente no Brasil.
– Dentistas do bem: a maior rede de voluntariado especializado do mundo. Conta com o trabalho voluntário de cirurgiões-dentistas que atendem em seu próprio consultório crianças e jovens de baixa renda entre 11 e 17 anos. Eles recebem tratamento odontológico gratuito até completarem 18 anos. Os pacientes são selecionados por grau de necessidade. A triagem é feita em escolas da rede pública ou instituição social. Jovens e crianças com problemas bucais graves, mais carentes e próximos do primeiro emprego têm prioridade no atendimento. O projeto Dentista do Bem conta com voluntários espalhados por todo o país – nos 26 Estados e Distrito Federal –, dez países da América Latina e Portugal.
– Apolônias do Bem: oferece tratamento odontológico integral e gratuito às mulheres que vivenciaram situações de violência e tiveram a dentição afetada durante as agressões.
Desde 2012, quando começou a ser desenvolvido, garantiu atendimento a 1000 mulheres cisgênero e transgênero de todo o Brasil. As beneficiárias são selecionadas por triagens, em que passam por um rápido exame oral, não invasivo, e respondem ao OHIP (sigla em inglês, que significa Perfil de Impacto de Saúde Oral), uma ferramenta científica que mede o impacto da saúde bucal na qualidade de vida de uma pessoa. São priorizadas as mulheres com problemas odontológicos mais graves e OHIP mais alto, que sustentam a família e retomaram os estudos ou estão fazendo cursos de capacitação profissional. Os tratamentos são oferecidos por meio de uma rede de dentistas voluntários, que realizam todos os procedimentos que as mulheres necessitam, independentemente da complexidade apresentada. Uma vez no programa, as beneficiárias e os profissionais que as atendem são acompanhados pelos funcionários da Turma do Bem até que os tratamentos se encerrem.
– Projeto ProFace: realizado no Hospital Geral de Goiânia Alberto Rassi. Em menos de um ano, cirurgiões conseguiram zerar uma fila de espera de 500 pessoas que precisavam passar por certos ajustes no rosto. O objetivo é corrigir, por exemplo, a mandíbula projetada (prognatismo) ou retraída (retrognatismo), desencaixes na articulação temporomandibular (ATM), lábio leporino, traumas e mutilações. Tudo feito pelo Sistema Único de Saúde, sem pesar no bolso dos pacientes.
A sigla anterior, ACD, que sucedeu a Atendente de Consultório Dentário, e continuava a mesma, só que significando Auxiliar de Consultório Dentário, foi sepultada em 2008, com a regulamentação dos ASB. A justificativa para a alteração, inicialmente, era a de que o termo atendente remetia a profissional sem formação prévia. Auxiliares administrativos, trabalhando na cidade de São Paulo- SP, percebem entre R$ 1.486,90 (média do piso salarial 2020 de acordos, convenções coletivas e dissídios) e o teto salarial de R$ 2.670,14, sendo que a média salarial fica em R$ 1.629,14 para uma jornada de trabalho de 43 horas semanais, que é negociado pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde do Estado de São Paulo: confira no site www.sinsaudesp.org.br. De todo jeito, escolher um ou uma auxiliar é sempre uma tarefa árdua. Aparência? Ajuda, mas só beleza não funciona muito tempo. Com o tempo, percebe-se que ninguém nasce sabendo, e que por mais esperta – ou esperto – que a princípio pareça, é bom ter alguma orientação de como a gente gosta que a rotina caminhe. Na fase de aprendizado – que é eterna – nunca a (ou o) repreenda na frente de ninguém. Nem depois; se for preciso, chame em apartado. Um manual de conduta feita do seu jeito particular para o Auxiliar é o ideal, e de preferência por escrito, já que a memória nem sempre é perfeita. Deve-se fazer o ou a Auxiliar tomar ciência no início das atividades, para evitar ruídos nas comunicações (V. Auxiliares – condutas convenientes).
Nomenclatura do profissional que assistia o cirurgião dentista até 28 de novembro de 2003, quando foi renomeado para Auxiliar de Consultório Dentário, pela Decisão CFO nº 47 e, em 2009, para Auxiliar em Saúde Bucal (ASB). (V. AUXILIAR EM SAÚDE BUCAL – ASB)
De todo jeito, para as horas em que você não está disponível para ações filantrópicas, é sempre bom ter algumas boas indicações para quem precisa. Uma dica sempre são as faculdades de Odontologia, que dispõem de clínicas para a prática dos alunos e que, no decorrer do ano, desenvolvem tratamentos quase sempre sem custos, ou com valores que apenas cobrem os materiais protéticos. As regionais da Associação dos cirurgiões-dentistas de muitos Estados também possuem serviço de Pronto-socorro para atender à comunidade carente em caráter emergencial (Endodontia, Dentística e Exodontia). Por estes atendimentos os pacientes não pagam nada. Os pacientes são atendidos por cirurgiões-dentistas voluntários. As inscrições para os interessados abrem periodicamente, quase sempre no início do ano. Veja, a seguir, o endereço de algumas associações e faculdades, em São Paulo, que fazem esse atendimento gratuito ou a preço simbólico:
- ABO: Rua Duarte de Azevedo, 196, Santana. Telefone (11)2959-3689. Cobram-se tratamentos de todas as especialidades, em valores abaixo do mercado. A triagem é concorrida, mas gratuita.
- APCD: Rua Voluntários da Pátria, 547, Santana. Inscrições para triagem pelo telefone: (11) 2223-2300; Cobra o custo protético dos trabalhos de prótese. Atende de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. Realiza apenas tratamentos de implantodontia, extrações e endodontia.
- Faculdades: todas funcionam apenas durante o período letivo. E cobram, exceto quando discriminado, simbolicamente por procedimento e o custo do protético, em trabalhos de prótese.
Em São Paulo- SP:
Centro
- UNINOVE – Universidade Nove de Julho- Faculdade de Odontologia, Clínica Odontológica. Rua Vergueiro, 235/ 249. Tel: 3385-9046/9144. Procedimentos: tratamentos clínicos de rotina menos aparelho ortodôntico. Inscrição: o paciente deve ligar para se inscrever, participar de uma triagem e seu nome é encaminhando para uma lista de espera que pode demorar até 1 ano. Custo: R$20 durante o mês que o paciente frequenta a clínica.
Região Norte
- UNIBAN – Universidade Bandeirantes- Faculdade de Odontologia, Clínica Odontológica. Rua Maria Cândida, 1813 – Vila Guilherme – São Paulo – SP. Tel: 2967-9033. Atendimento: de 2ª a 6ª, das 7h às 16h00. Procedimentos: todas os tipo de tratamento. Inscrição: depende do número de vagas, o ideal é que o paciente ligue para se informar. A lista de espera é de até um ano. Custos: tratamento tem um custo mensal de R$40, além dos custos do material em caso de próteses e aparelhos ortodônticos.
Região Sul
- UNIB – Universidade Ibirapuera- Faculdade de Odontologia, Clínica de Odontologia. Av. Interlagos, 1329 – Chácara Flora – São Paulo – SP Tel: 5694-7916 / 5694-7948 / 56947927. Atendimento: de 2ª a 6ª, das 7h30 às 16h. Procedimentos: tratamento clínicos de rotina, principalmente extração. Não é feito tratamento de canal e implante. Inscrição: é preciso entrar em contato por telefone, para saber quais os tipos de casos que a universidade está selecionando, de acordo a necessidade para as disciplinas ministradas. Custo: é cobrado do paciente apenas o custo do material utilizado no tratamento.
- UNIFMU – Faculdades Metropolitanas Unidas- Faculdade de Odontologia, Campus Ibirapuera. Avenida Santo Amaro, 1239 – Vila Nova Conceição – São Paulo – SP. Tel: 3045-7428. Atendimento: é feito de 2ª a 6ª, nos períodos matutino, vespertino e noturno (de acordo com as disciplinas). Procedimentos: tratamentos clínicos de rotina e prótese (implante e aparelho não sei feitos no local). Inscrição: atendimento é feito seguindo a lista de inscrições que são abertas nos meses de janeiro e julho. Custos: é cobrado o custo do material utilizado.
- UNIP Bacelar: são oferecidos os serviços de restaurações, tratamentos de gengiva e canal, além de cirurgias, prevenção e obtenção de diagnósticos de doenças bucais. Após um breve tratamento, o paciente é encaminhado para a especialidade e, caso não haja vaga para tratamento imediato, ele será inscrito em um cadastro e avisado quando houver a disponibilidade. O serviço é gratuito, com exceção para Implantes e Próteses, porém os valores diferenciados dos praticados pelo mercado. Para tratamento por especialidade, o paciente deve primeiramente contatar-se por telefone, para que saiba quais especialidades têm vagas disponíveis e assim inscrever-se em uma triagem. Inscrições pelo site www.unip.br. Clínica: Av. José Maria Whitaker, 256 – Vila Clementino – São Paulo – SP. Atendimento: de 2ª a 6ª feira, das 8h às 18h. Tel.: (11) 5586-4132
- UNISA – Universidade Santo Amaro- Faculdade de Odontologia, Clínica Odontológica. Rua Professor Enéas de Siqueira Neto, 340 – Jardim das Imbuias / Sto. Amaro – São Paulo – SP. Tel: 2141-8623/ 2141-8652. Atendimento: de 2ª a 6ª. Procedimentos: tratamentos clínicos de rotina, prótese, implante, aparelhos ortodônticos, etc. Inscrição: o paciente deve ficar atento aos períodos de inscrição, participar de uma triagem, a partir da qual é encaminhado de acordo com suas necessidades. Existe ainda atendimento emergencial para casos de dor intensa, hemorragia, traumas, etc. Custos: Alguns procedimentos têm amparo do SUS, mas a maior parte deles tem um custo simbólico.
Região Leste
- UNIBRASIL – Universidade Brasil – Faculdade de Odontologia – Clínica Odontológica. Rua Carolina Fonseca, 584 – Itaquera – São Paulo – SP. Tel: 2070-0098. Atendimento: de 2ª a 6ª. Oferece: procedimentos clínicos de rotina, aparelho ortodôntico e prótese são feitas à parte. Inscrição: é feita durante o mês de janeiro. Custos: taxa de inscrição e mensalidade durante o tratamento (em torno de R$25).
- UNICID – Universidade Cidade de São Paulo- Núcleo de Atendimento Odontológico Integrado (NAOI). Rua Cesário Galeno, 448/475 – Tatuapé (próximo ao Metrô Carrão). Tel: 3003-1189, das 9h às 18h. Atendimento: de 2ª a 6ª, das 7h às 22h. Procedimentos: dentística, periodontia, endodontia, cirurgia, semiologia, prótese (removível, fixa e total), oclusão e ATM, odontopediatria, ortodontia e radiologia. Inscrição: cadastro é feito por telefone e o paciente entra em uma lista de espera que pode demorar entre 1 ou 2 anos. Custo: do material.
- UNICSUL – Universidade Cruzeiro do Sul- Campus São Miguel – Faculdade de Odontologia, Clínica Odontológica. Custos: durante o tratamento o paciente paga uma mensalidade de R$20, e em casos de aparelho e prótese é cobrado o material utilizado. Rua Melo Peixoto, 1.407, Bloco A (perto da estação Carrão do Metrô), Tatuapé. Tel: 2178-1460. Atendimento: de 2ª a 6ª, das 7h30 às 21h. Procedimentos: tratamentos clínicos de rotina, prótese, aparelhos ortodônticos, etc. Inscrição: O atendimento é feito seguindo a lista de inscrições aberta quando surgem vagas.
Região Oeste
- USP – Universidade de São Paulo- Faculdade de Odontologia, Clínica Odontológica. Av. Professor Lineu Prestes, 2227 – Cidade Universitária. Tel: 3091-7418. Funcionamento: de 2ª a 6ª, das 7h às 23h, e aos sábados, das 7h às 12h. Especialidades: são realizados atendimentos dentários para adultos e crianças, tais como: extrações de dentes, tratamento da gengiva, tratamento de canal, restaurações e próteses, além de atendimentos mais especializados, como por exemplo, diagnóstico e prevenção de câncer de boca e tratamento de disfunções da articulação temporomandibular. Existe ainda um Setor de Urgência que funciona de 2ª a 6ª. das 8h às 20h, e atende pessoas de todas as idades que estejam com dor de dente, inflamação, ou hemorragia ou que tenham passado por traumatismos dentários, ou seja, tenham sofrido fraturas ou abalos por queda ou outro acidente (CADE-Trauma). Inscrição: Para conseguir atendimento é preciso fazer inscrição (que acontece no começo de cada semestre), passar por uma triagem e aguardar na lista de espera por um telefonema ou carta confirmando a consulta. Custo: Os serviços prestados pela Clínica Odontológica da USP são gratuitos, sendo cobrado dos pacientes apenas os tratamentos dentários em que são feitas próteses, pois essas têm custos de laboratório.
Exceções apenas para emergências, do tipo morte de mãe e sequestro de filho, e mesmo assim rápidas e com os cuidados de assepsia, como envolver o aparelho com um papel-toalha, por exemplo (V. Telefone) (V. Auxiliares – condutas convenientes).
Nesse último estão aqueles considerados como unidade transportável, unidade móvel e unidade de atendimento portátil.
Unidade transportável é aquela instalada em locais previamente estruturados e com permanência provisória, devendo, para tanto, apresentar equipamento adaptado e adequado ao atendimento odontológico. Unidade móvel é caracterizada por ser instalada sobre um veículo automotor, ou por ele tracionado. Unidade de atendimento portátil é caracterizada pelo atendimento de pacientes com equipamentos portáteis. Voltadas principalmente aos casos de impossibilidade de locomoção do paciente, inclusive nos casos de pacientes hospitalizados, ao qual chamamos de atendimento domiciliar.
É certo que, para realizar procedimentos odontológicos nas modalidades extraestabelecimento, é necessário comunicar ao órgão sanitário competente sobre os tipos de procedimentos realizados, endereço e nomes dos pacientes.
A intenção era mudar a realidade das camadas mais pobres da população, praticamente desassistidas. Pela logística imaginada, o SUS é o caminho para se ter acesso a esses profissionais de forma gratuita. Hoje o programa já conta com mais de 1030 Centros de Especialidades odontológicas e 185 unidades móveis no Brasil inteiro. Uma das principais linhas de ação do programa é ter como prioridade oferecer os serviços básicos de Odontologia para a população, buscando principalmente a prevenção de casos mais graves relacionados à falta de cuidado bucal. Mas não se basta a isso: também leva em conta a atenção especializada, composta por Centros de Especialidades Odontológicas e Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias em quase todo o país.
Reconhecimento internacional: a Organização Mundial de Saúde, agência especializada das Nações Unidas que busca garantir o mais elevado nível de saúde da população mundial de acordo com a sua própria constituição, reconheceu o Programa Brasil Sorridente como o maior programa de saúde bucal público do mundo.
As consultas serão feitas dentro das unidades de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Ou seja, dentro das UBS, UPA e CEO (Centro de Especialidades Odontológicas). Dentro de cada centro, terão 4 consultórios odontológicos, um aparelho de raios-x e um laboratório de prótese odontológica. Todos esses equipamentos são fornecidos pelo Ministério da Saúde que organiza e controla o projeto. Eles são instalados em parceria com consórcios intermunicipais de saúde, prefeituras das respectivas cidades e universidades.
Todos os 26 estados mais o Distrito Federal são atendidos. Veja, a seguir, nos links, os diversos municípios em que são feitos os atendimentos.
- Acre (AC)
- Alagoas (AL)
- Amapá (AP)
- Amazonas (AM)
- Bahia (BA)
- Ceará (CE)
- Distrito Federal (DF)
- Espírito Santo (ES)
- Goiás (GO)
- Maranhão (MA)
- Mato Grosso (MT)
- Mato Grosso do Sul (MS)
- Minas Gerais (MG)
- Pará (PA)
- Paraíba (PB)
- Paraná (PR)
- Pernambuco (PE)
- Piauí (PI)
- Rio de Janeiro (RJ)
- Rio Grande do Norte (RN)
- Rio Grande do Sul (RS)
- Rondônia (RO)
- Roraima (RR)
- Santa Catarina (SC)
- São Paulo (SP)
- Sergipe (SE)
- Tocantins (TO)
Cidades Atendidas com Laboratórios Regionais de Prótese Dentária
Para saber se o Programa Brasil Sorridente atende o seu município especificamente, basta clicar aqui e selecionar o seu estado.
Após selecionado, você vai ter acesso a lista de todos os municípios atendidos pelo programa no seu estado.
Quais tratamentos odontológicos gratuitos o SUS oferece? Utilizando o SUS, você vai poder realizar diversos tratamentos dentários, tais como:
- Limpezas
- Extrações
- Exames bucais tais como diagnóstico e detecção do câncer bucal
- Restaurações
- Aplicação de Flúor
- Remoção de tártaro
- Tratamento de cáries
- Retirada dos sisos
- Implante dentário
- Aparelho dentário gratuito (Ortodontia)
- Endodontia (tratamento de canal)
- Periodontia Especializada (tratamento de gengiva)
- Cirurgia ortognatia
- Prótese (dentadura)
- Biópsias
Como participar do programa Brasil Sorridente? É necessário apenas ter certeza de que o serviço está disponível no seu município. Clique aqui e descubra agora mesmo. Além disso, pode-se visitar o posto de saúde mais próximo e se informar por lá. Basta agendar o atendimento e aguardar o dia da consulta chegar.
Há outra forma de conseguir tratamento odontológico gratuito na minha cidade? Para agendar uma consulta de maneira alternativa, as Universidades Públicas e Particulares podem ser a resposta que está procurando.
Tratamento em Universidades
Seja particular ou pública, muitas universidades utilizam suas próprias clínicas de odontologia que originalmente são destinadas aos alunos, para ajudar as pessoas participantes do projeto Brasil Sorridente ou não. Uma dica interessante é buscar na região as Universidades mais próximas. V. ATENDIMENTO A CARENTES (GRATUITO, OU QUASE)
Implante e Ortodontia gratuitos pelo SUS
O implante dentário e a ortodontia passaram a fazer parte do programa de saúde bucal Brasil Sorridente no ano de 2011, por meio da Portaria Ministerial 718/SAS de 20/12/2010. É importante lembrar que para conseguir o implante dentário gratuito é preciso ter o Cartão do SUS cadastrado na cidade. Atualmente (maio de 2022) somente existem 19 cidades em todo o país que fazem o implante dentário pelo SUS. Num primeiro momento, deve-se verificar se a cidade faz ou não o implante. Infelizmente nem todas as cidades no Brasil têm o programa Brasil Sorridente; antes de procurar o SUS o interessado deve conferir aqui as cidades que são atendidas e contam com atenção de ortodontia e implante dentário osteointegrado (incluindo a prótese sobre o implante). Confirmando que a cidade faz parte do programa para solicitar o implante dentário, deve-se ir até um posto de saúde mais próximo com o cartão SUS e manifestar o interesse na colocação do implante. O médico do Posto de Saúde irá avaliar e, caso identificar a necessidade, fará o encaminhamento ao especialista.
Passo seguinte, será agendada uma consulta com o profissional especialista da área (que pode demorar entre 30 a 90 dias), que avaliará a situação e urgência do caso e encaminhará para a lista de espera do SUS, solicitando os exames necessários. Os casos prioritários para o SUS são quando há acidentes, perdas de dentes importantes como os da frente ou em casos em que a mastigação está muito dificultada, casos que afetem de maior forma a vida do paciente.
Requisitos: para ser candidato a colocar o implante ou prótese, primeiro deve-se procurar uma Unidade Básica de Saúde para ser avaliada a condição física por um dentista, para depois ser encaminhado para um dos Centros de Especialidades Odontológicas (CEO). Além disso: ser maior de 18 anos; ter uma boa condição periodontal; espaço protético adequado; oclusão adequada e não ter doenças sistêmicas. O limite é de implantar até 6 dentes por paciente. Caso o paciente tenha a necessidade de implantar mais, terá que aguardar dois anos e procurar novamente o serviço.
Muitas pessoas procuram faculdades de Odontologia com cursos de especialização em implantodontia como alternativa ao SUS. Muitas vezes os alunos de pós-graduação precisam de pacientes para o curso, assim muitas pessoas conseguem fazer o implante a preço bem econômico.
Universidades que realizam implante dentário gratuito:
- Vale do Paraíba www.univap.br
- Camilo Castelo Branco www.unicastelo.br
- Mogi das Cruzes www.umc.br
- Metropolitana de Santos www.unimes.com.br
- Nove de Julho www.uninove.br
- de Araraquara www.uniara.com.br
- de São Paulo www.fob.usp.br
- de Ribeirão Preto www.unaerp.br
- de Guarulhos www.ung.br
- Metodista www.unimep.br
- de Marília www.unimar.br
- de Tabauté www.unitau.br
- Cidade de SP www.unicid.br
- do Sagrado Coração www.usc.br
- de São Francisco www.saofrancisco.edu.br
- de Santa Cecília www.unisanta.br
- Estadual de Campinas www.fop.unicamp.br
- Cruzeiro do Sul www.unicsul.br
- Rio Preto www.unirpnet.com.br
- Lusíadas www.lusiada.br
- Camilo Castelo Branco www.unicastelo.br
- Católica de Campinas www.puc-campinas.edu.br
- de Santo Amaro www.unisa.br
Também ganha pontos quem não se esquece de prever certo incômodo após uma endodontia ou algum procedimento demorado, ou que exija medicação, e alerte o paciente da possibilidade. Sempre tranquiliza.
Deve, ainda, trazer a data e o horário do atendimento, o Código Internacional da doença (CID) e o período de repouso ou de afastamento das atividades rotineiras que o paciente necessita.
Como redigir? Para começar, registrando a finalidade do atestado, que pode ser para fins trabalhistas, escolares, esportivos ou militares. “Devidos fins” é evasivo. De acordo com o professor Moacyr da Silva, em seguida deve-se fazer constar que o documento foi subscrito a pedido do interessado. Finalmente, o cirurgião-dentista declara que o paciente esteve sob seus cuidados profissionais, de tal hora a tal hora, não especificando a natureza do atendimento – ou, no máximo registrando a sigla do Código Internacional de Doenças—CID (nos anexos), seguindo de uma breve conclusão, do tipo “ficando impossibilitado de comparecer ao trabalho no dia de hoje”, ou então, que “deve guardar repouso por um – ou mais – dia”. O número máximo para procedimentos de consultório é de cinco dias; prazos maiores são reservados para cirurgias hospitalares. Cada profissional deve escolher a melhor conclusão para o caso concreto. Detalhe: se não constar no impresso o número do CRO, então é necessário apor o carimbo com esse registro.
Todo profissional deve estar ciente de que produzir atestado sem a correspondente prática de atos profissionais constitui crime previsto no artigo 299 do Código Penal Brasileiro (“falsidade ideológica”). Pode resultar até em cinco anos de cadeia. Para os profissionais da área odontológica, além do disposto no Código Penal, o Código de Ética Odontológica, em seu Artigo 6º define como infração ética: fornecer atestado que não corresponda à veracidade dos fatos codificados (CID) ou dos que não tenha participado.
A empresa não pode recusar um atestado odontológico para abonar a falta de um funcionário, assim como no caso do atestado médico. Não é obrigatório constar a identificação da doença, de acordo com a CID-10 (classificação internacional de doenças), mas é desejável. A empresa, sabendo qual é o problema, pode adaptar as condições do ambiente de trabalho para aquele funcionário. A orientação dos Conselhos é que o profissional pergunte ao paciente se pode ou não colocar o CID-10 no atestado, respeitando sua privacidade.
Solicite de sua(seu) Auxiliar que avise o motivo do atraso: é uma atitude de consideração para o cliente. Engula se, depois de passados 15 minutos, o paciente alegar compromisso inadiável e remarcar. Mas faça todo empenho para que isso não vire rotina. Se o atraso for do paciente, até 15 minutos eventualmente pode ser tolerável. Mais que isso, só se você não tiver outras consultas em seguida e for – também – paciente.
Se você não tem outras alternativas, invista nisso. Visitar a feira do congresso pode ser útil, mas conta muito pouco para esse item e nada para currículo.
É aquela coisa verdadeira de uma imagem valer mais que mil palavras. Se possível, disponha de uma máquina fotográfica para registrar os trabalhos e uma minicâmera conectada à TV para exibir seus feitos e possibilidades. É pedagógico, e é marketing.
Os ciclos de esterilização duram em média 30 minutos, dependendo do material, e ficam submetidos a uma pressão de 1,5 ATM a 121 até 134°, de acordo com o modelo. Alguns aparelhos apresentam bombas de vácuo que podem atingir uma pressão negativa de 40 mm de Hg, fazendo com que elimine qualquer organismo vivo existente nos objetos. A água usada deve ser destilada para maior conservação do aparelho e garantia de vida útil do sistema hidráulico da máquina. O processo, além de ser uma norma obrigatória, é a forma mais eficaz de eliminar resíduos, sangue ou fluídos dos pacientes, que podem causar contaminações e doenças.
A Vigilância Sanitária determinou a substituição da estufa pela autoclave para esterilização de todos artigos críticos termorresistentes há mais de dez anos, por considerar este método mais seguro e eficaz.
A duração do processo é, em média, de 40 minutos (verificar o tempo exato com o fabricante). Isso levando em consideração todo o tempo de aquecimento e exposição dos materiais às temperaturas elevadas. Essa limpeza facilita a circulação e drenagem do ar, além de promover a penetração do vapor nos equipamentos. Tudo isso é feito sem a necessidade de manuseamento humano, já que a própria autoclave faz todo o procedimento. O único trabalho é preparar os materiais para esterilização na autoclave.
Todas trabalham por despressurização e desaceleração automáticas, contam com seletor de tempo e dispositivos de segurança. No mercado, há dezenas de modelos de autoclave, com design que se assemelha a panelas de pressão, fornos ou videocassetes. Nenhum é melhor apenas por essa especificação. Os do tipo “panela de pressão” têm preço e recursos reduzidos; os do tipo “forno” ocupam muito espaço, necessitam de pré-aquecimento, portanto o ciclo é mais demorado, consomem mais energia, necessitam de limpeza interna e manutenção semanal (reposição de água destilada). Algumas possuem saída para o vapor aquecido que se condensa dentro de uma garrafa plástica. As outras liberam todo o vapor para o ambiente assim que termina o ciclo e é aberta a porta. Os do tipo “videocassete” parecem mais modernos que todos os outros; o cassete é o compartimento que acomoda o instrumental, o ciclo é muito mais rápido (3,5 minutos sem envelope com caldeira já aquecida; 10 minutos de ciclo completo com pré-aquecimento) e tranquilamente você pode esterilizar o material entre os pacientes. O cassete comporta menos material que as outras autoclaves, mas um jogo de oito fórceps e sete alavancas pode ser colocado.
Para o uso adequado do aparelho, deve-se observar: a. não sobrecarregá-lo, bem como as caixas metálicas contendo o instrumental, fato impeditivo para adequada estabilização interna da temperatura necessária à esterilização; b. a contagem do tempo de esterilização somente deve ser iniciada após a estabilização da temperatura no nível indicado. Outra dica: se você for especialista em cirurgia, implantodontia e periodontia, é aconselhável que escolha autoclaves com capacidade superior a 12 L. No mercado, recentemente, foram desenvolvidos modelos com a cuba em aço inoxidável, que não oxidam com o tempo, ao contrário das de alumínio. As de alumínio são mais em conta, mas têm durabilidade menor. Vendedores experientes dizem que na aquisição deve-se atentar principalmente para os quesitos do fabricante, assistência técnica e qualidade interna.
Existem hoje em dia ainda os modelos de autoclave classe B, que representam o que há de mais moderno em autoclaves produzidas em todo o mundo. Trata-se de um modelo universal e altamente eficaz ao esterilizar diferentes tipos de instrumentos.
A seguir, estão listadas as mais encontradas no mercado.
Autoclave 12L (Biotron): revestimento externo totalmente em material metálico revestido com pintura a pó, eliminando qualquer risco de oxidação e altamente resistente à variação de temperatura. Display controlado por Leds, permitindo maior durabilidade, confiabilidade e facilidade operacional.
Controlador micro processado, garantindo o perfeito funcionamento durante o ciclo. Válvula de segurança contra pressão excessiva. Tempo de esterilização: 15 ou 20 minutos. Garantia: 1 ano.
Autoclave 21L (Biotron): revestimento externo totalmente em material metálico revestido com pintura a pó, eliminando qualquer risco de oxidação e altamente resistente à variação de temperatura. Permite fazer quantos ciclos forem necessários de forma contínua. Câmara de esterilização em aço inox altamente resistente à temperatura, pressão e oxidação. Display controlado por Leds, permitindo maior durabilidade e facilidade operacional. Controlador microprocessado, garantindo o perfeito funcionamento durante o ciclo. Válvula de segurança contra pressão excessiva. Tempo de esterilização: 15 ou 20 minutos. Garantia: 1 ano.
Autoclave 5L (Biotron): revestimento externo totalmente em material metálico revestido com pintura a pó, eliminando qualquer risco de oxidação e altamente resistente à variação de temperatura. Câmara de esterilização em aço inox altamente resistente à temperatura, pressão e oxidação. Display controlado por Leds, permitindo maior durabilidade, confiabilidade e facilidade operacional. Porta com sensores que iniciam o ciclo somente com a porta totalmente travada. Válvula de segurança contra pressão excessiva. Manômetro digital. Tempo de esterilização: 15 ou 20 minutos. Secagem com porta semi aberta. Tempo de secagem: 15 minutos. Capacidade: 5 litros. Garantia: 1 ano.
Autoclave Amora 4L (Cristófoli): foi desenvolvida para quem deseja uma autoclave de design compacto com alta tecnologia e eficiência. É ideal para a esterilização de artigos e instrumentos termorresistentes embalados e desembalados, utilizando o vapor saturado sob pressão e pode ser usada em consultórios médicos e odontológicos. Digital com LEDs indicativos de status. Programa único de esterilização. Desaeração e despressurização automática. Câmara em aço inox. Suporte de aço inox para 5 envelopes. Secagem eficiente com porta entreaberta. Conta com 16 sistemas de segurança. Esteriliza 5 envelopes 9 x 26 cm em cada ciclo. Cor: branca com teclado de controle lilás.
Garantia: 2 anos (contra defeito de fabricação).
Autoclave Analógica B Class Lina Pro AWF Med (W&H): esterilizador tipo B com os melhores tempos de ciclo da classe. Capacidade de atualização exclusiva para personalizar e modernizar o dispositivo de acordo com suas necessidades. Rastreabilidade avançada para documentação completa. 3 bandejas. Garantia: 2 anos contra defeito de fábrica.
Autoclave Bioclave 12L (D700): design moderno, de fácil manuseio, adequada para consultórios odontológicos (Clínica Geral, Endodontia, Odontopediatria, Ortodontia, Prótese, Dentística e Estética). Sua estrutura é construída em aço carbono, com tratamento superficial através de nanotecnologia. Pintura lisa de alto brilho à base de epóxi, polimerizada a 250ºC, com tratamento resistente a corrosão e materiais de limpeza. Câmara fabricada em alumínio. É provida de válvula antivácuo evitando o travamento da porta e selo de segurança, acionado automaticamente quando há excesso de pressão. Sistema de vedação da porta produzido em silicone de alta performance, resistente às variações de temperatura e pressão, com excelente flexibilidade para moldar-se perfeitamente à superfície de contato, evitando vazamento. Possui painel de controle com leds e botões indicativos das funções, manômetro com escalas de pressão e temperatura, puxador ergonômico com sistema de segurança para despressurização automática, evitando riscos de acidentes em caso de abertura acidental. Acompanhada de mangueira para saída de vapor, copo graduado, fusíveis reserva e 3 bandejas confeccionadas em alumínio totalmente perfuradas para permitir uma boa circulação do vapor, garantindo qualidade na esterilização.
Autoclave Bioclave 12L (Dabi Atlante): confeccionada em alumínio e aço inox, sem risco de oxidação. Câmara de esterilização em aço inox, isolada com manta de lã de vidro. Espaço suficiente para esterilização de caixas e embalagens cirúrgicas. Suporte com duas bandejas em alumínio, perfuradas, removíveis. Eficiência baseada em três fatores: temperatura do vapor saturado da água, tempo de exposição e pressão de efeito letal para qualquer microorganismo. Porta da câmara em alumínio fosco, resistente à pressão. Sistema de vedação da porta com guarnição de silicone de alta performance, resistente à variação de temperatura e pressão. Porta com barreira externa que evita o contato com partes quentes e vapores. Abastecimento manual da câmara. Válvula com abertura automática caso a pressão da câmara ultrapasse valor de segurança. Sensor de aquecimento que desliga a resistência caso a temperatura ultrapasse o limite ajustado. Painel de comando que indica abertura da porta e funcionamento da resistência. Alimentação: 127/220 V(com chave reversora). Frequência: 50/60 Hz. Proteção elétrica: Fusíveis. Potência: 1700 W. Corrente Nominal: 12A. Pressão de esterilização: 1,7kgf/cm2 +- 0,4 (1,3 a 2,1kgf/cm2). Temperatura de operação: 128ºC +- 5 (123 a 133ºC). Tempo de esterilização: 16 minutos. Tempo do ciclo completo: 60 minutos aproximadamente. Sistema eletrônico: Microcontrolado (tempo e temperatura). Quantidade de água necessária para cada ciclo de esterilização: 150ml. Proteção sobrepressão: Selo de segurança. Proteção subpressão: Válvula de antivácuo. Indicação para monitoramento: Manômetro (pressão/temperatura). Painel de comando: Posicionado na parte frontal (indica operações/teclas de comando). Abertura da porta: Sistema de despressurização por alavanca. Diâmetro da câmara: 214mm. Profundidade da Câmara: 318mm. Altura autoclave: 385mm. Largura autoclave: 407mm. Profundidade autoclave: 485mm. Peso bruto: 23,00 Kg.
Autoclave Bioclave 21L (D700): estrutura é construída em aço carbono, com tratamento superficial através de nanotecnologia. Pintura lisa de alto brilho à base de epóxi, polimerizada a 250ºC, com tratamento resistente a corrosão e materiais de limpeza. Sua câmara é fabricada em aço inoxidável ou alumínio, oferecendo longa durabilidade e resistência à constante variação de temperatura, com capacidade para 21 litros. Revestida internamente com material isolante ao calor otimizando seu funcionamento e reduzindo o consumo de energia. É provida de válvula antivácuo evitando o travamento da porta e selo de segurança, acionado automaticamente quando há excesso de pressão. Sistema de vedação da porta produzido em silicone de alta performance, resistente às variações de temperatura e pressão, com excelente flexibilidade para moldar-se perfeitamente à superfície de contato, evitando vazamento. Possui painel de controle com leds e botões indicativos das funções, manômetro com escalas de pressão e temperatura, puxador ergonômico com sistema de segurança para despressurização automática, evitando riscos de acidentes em caso de abertura acidental. Acompanhada de mangueira para saída de vapor, copo graduado, fusíveis reserva e 3 bandejas confeccionadas em aço inoxidável ou alumínio totalmente perfuradas para permitir uma boa circulação do vapor, garantindo qualidade na esterilização.
Autoclave Bioclave 21L (Dabi Atlante): confeccionada em alumínio e aço inox, sem risco de oxidação. Câmara de esterilização em aço inox, isolada com manta de lã de vidro. Espaço suficiente para esterilização de caixas e embalagens cirúrgicas. Suporte com duas bandejas em alumínio, perfuradas, removíveis. Porta da câmara em alumínio fosco, resistente à pressão. Sistema de vedação da porta com guarnição de silicone de alta performance, resistente à variação de temperatura e pressão. Sensor de aquecimento que desliga a resistência caso a temperatura ultrapasse o limite ajustado. Painel de comando que indica abertura da porta e funcionamento da resistência. Tempo de esterilização: 16 minutos. Tempo do ciclo completo: 60 minutos aproximadamente. Sistema eletrônico: microcontrolado (tempo e temperatura). Garantia: 12 meses.
Autoclave Digital Plus Automática (Biotron): revestimento externo totalmente em material metálico revestido com pintura a pó, eliminando qualquer risco de oxidação e altamente resistente à variação de temperatura. Permite fazer quantos ciclos forem necessários de forma contínua. Câmara de esterilização em aço inox altamente resistente à temperatura, pressão e oxidação. Display controlado por leds, permitindo maior durabilidade, confiabilidade e facilidade operacional. Controlador microprocessado, garantindo o perfeito funcionamento durante o ciclo. Mini incubadora acoplada a autoclave. Válvula de segurança contrapressão excessiva. Tubulação interna em cobre. Manômetro digital. Aproveita temperatura da autoclave para aquecer a mini incubadora, reduzindo consumo de energia. Possibilita incubar até 2 ampolas. Controle de temperatura da mini incubadora. Especificações técnicas: temperatura: 121°C até 134°C (± 1°C). Tempo total de esterilização: até 1 hora e 30 minutos. Garantia: 1 ano.
Autoclave Elite 12L (Bio Art): fabricada com componentes que são referência em qualidade no mercado, é indicada para realizar a esterilização de instrumentais e materiais com vapor saturado sob pressão em clínicas odontológicas. Compacta e fácil de utilizar, conta com um design moderno e inovador, além de sistemas de segurança que visam proporcionar ao profissional qualidade e durabilidade. Desenvolvida e produzida no Brasil, contempla projeto moderno que pretende evitar problemas de assistência técnica que as autoclaves podem apresentar. Garantia de 1 ano. Secagem de porta entreaberta. Display LCD iluminado. Segurança com sistemas mecânicos e digitais. Acompanha 2 bandejas, mas comporta até 3 bandejas. Garantia: 2 anos. Tanque em aço inox. Estrutura em monobloco.
Autoclave Elite 17L (Bio Art): desenvolvida e fabricada no Brasil, proporciona um excelente aproveitamento do espaço interno sem ocupar uma área muito grande em seu consultório. Ela é compacta por fora e grande por dentro. Garantia de 2 anos.
Autoclave Elite 21L (Bio Art): indicada para esterilização de materiais e instrumentais. Desenvolvida e fabricada no Brasil, proporciona excelente aproveitamento do seu espaço interno, sem ocupar muito espaço em seu consultório. Porta e tanque em aço inox. Isolamento térmico com menor dissipação de calor. Indicadores de manutenção preventiva. Construída com estrutura em monobloco e com componentes de qualidade superior, assegurando uma maior durabilidade e diminuindo a incidência de oxidações. Estrutura externa construída com polímeros de engenharia, proporcionando melhor acabamento e fácil higienização. Acompanha: 2 bandejas (suporta até 4 bandejas) e suporte para envelopes. Garantia: 2 anos.
Autoclave Linea B 22L (Schuster): o modelo do tipo pré-vácuo da Schuster é indicado para realizar a esterilização por vapor saturado seco sob pressão positiva e alto vácuo em consultórios odontológicos. Apresenta grande eficiência nos procedimentos de esterilização em materiais porosos, tubulares e itens embalados. Além disso, conta com maior praticidade e segurança operacional através dos reservatórios internos para água limpa e água utilizada. Através do painel interativo, o profissional pode gerenciar vários comandos da Autoclave, como: ajuste no tempo de secagem, testes de funcionamento individuais e ajuste automático da altitude com a opção para o modo manual. Permite gerenciamento de vários comandos. Sistema integrado de bloqueio e rastreamento. Apesenta 1 ou 3 tempos de pré-vácuo e secagem a vácuo. Conexão USB para coleta de dados de ciclos realizados. Painel iluminado e sensível ao toque. Material da câmara / tampa: aço inoxidável. Reservatório com isolamento térmico em manta de fibra de cerâmica.
Autoclave Tancy 2L (Woson): compacta e de alta produtividade, possui dimensões reduzidas que auxiliam em pequenas cargas rápidas e ciclos ultrarrápidos. Sua capacidade de 2 litros esteriliza até 12 peças de mão ao mesmo tempo, o que a torna uma grande aliada em procedimentos. Compacta, leve e durável. Sistema seguro, com válvula de alívio, bloqueio de motor, proteção contra sobrecarga de pressão e temperatura e sistema de alarme. Membranas separadas na câmera, aquecem mais rápido e mais uniforme. Registro de dados USB e memória própria de até 1000 ciclos. Display LCD touchscreen de 4,3’ com vários ciclos e programas de teste. Prática gaveta em aço inox, grande, durável e à prova de erros de funcionamento. Garantia: 2 anos.
Autoclave Tanzo Touch Pré-Vácuo 18L (Woson): alia tecnologia a eficiência, indicada para a esterilização de materiais autoclaváveis, sejam sólidos, campos de borracha, articulados, porosos, pontas diamantadas, têxteis (algodão e tecido), peças e mão e similares. Opera em 3 câmaras, uma para esterilização confeccionada em peça única de aço 304 AISI 304–18/8, sem emendas por solda, outra para líquido destilado dotada de sensores de nível e qualidade do destilado e a terceira câmara para água utilizada dotada de sensor de nível. Principais características: velocidade de esterilização otimizada, sistema de diagnóstico inteligente. Painel LCD Interativo Touchstreen de alta iluminação. Garantia de 2 anos. Indica as funções pré-programadas, temperatura, pressão, tempo, fases do ciclo completo, nível de água nos reservatórios de água. Patamares de esterilização de 1.100 kPa a 121°C ou de 210/230 kPa a 134°C. Vácuo de secagem programável e customizável pelo usuário entre 20 a 60 minutos. Câmara de aço inox 304 AISI (médico) em peça única, sem soldas, 10 anos de garantia. Bandejas de aço inox aramado que favorecem a circulação de vapor e a esterilização. Acompanham, de série, termo impressora e filtro de água por osmose reversa, que lhe conferem praticidade no registro de dados e abastecimento automático de água. Garantia: 2 anos.
Autoclave Tanzo Touch Pré-Vácuo 23L (Woson): indicado para a esterilização de materiais autoclaváveis, sejam sólidos, campos de borracha, articulados, porosos, pontas diamantadas, têxteis (algodão e tecido), peças e mão e similares. Possui painel LCD interativo touchscreen de alta iluminação, que identifica digitalmente os ícones de programas e testes, o diagrama executado e o painel de manutenção inteligente. Acompanham, de série, termo impressora e filtro de água por osmose reversa, que conferem praticidade no registro de dados e abastecimento automático de água. Outros características: estrutura de ABS com tampas superior e lateral removíveis, para facilitar limpeza e manutenção. Permite programar um ciclo de autoclavagem sem a presença do operador.
Vapor seco produzido por bomba-de-vapor e injetado na câmara de inox quando com pressão negativa potencializando sua penetração nas cargas embaladas e esterilização. Câmara de aço inox 304 AISI (médico) em peça única, sem soldas, 10 anos de garantia. Garantia de 2 anos
Autoclave Vitale Class 12L (Cristófoli): equipamento produzido dentro dos mais rígidos padrões de qualidade, com sistema de rastreabilidade que cumpre a norma NBR ISO 13485. É necessário realizar o desbloqueio antes do primeiro uso, garantindo assim segurança e rastreabilidade do produto. Digital, fácil manuseio. Sistema Eletrônico de cruzamento de dados e Sistema eletrônico de controle de potência. Câmara aço inox. Programa único de esterilização. Desaeração e despressurização automática. Teclado de controle na cor azul. Tampa e câmara em aço inox que facilita a limpeza. 2 bandejas em alumínio anodizado. Secagem eficiente com porta entreaberta. Sistema de ajuste de altitude para diversas regiões. Garantia: 2 anos.
Autoclave Vitale Class 21L (Cristófoli): design moderno, programa único de esterilização. Desaeração e despressurização automática. Tampa e câmara em aço inox que facilita a limpeza. 3 bandejas em alumínio anodizado. Secagem eficiente com porta entreaberta. Conta com 21 sistemas de segurança entre os quais chave e trava da porta, sistema eletrônico de cruzamento de dados e sistema eletrônico de controle de potência. Sistema de ajuste de altitude para diversas regiões. Câmara Aço inox. Garantia: 2 anos.
Autoclave Vitale Class 21L (Cristófoli): equipamento desenvolvido para utilização em consultórios odontológicos. O vapor saturado sob pressão esteriliza artigos e instrumentos termorresistentes e oferece segurança, eliminando microrganismos, incluindo vírus e bactérias. É bivolt e conta com interface digital. De alta performance, oferece resistência e durabilidade e a tecnologia de proteção atende a normas nacionais e internacionais. Outras características: digital, fácil manuseio; design moderno. Programa único de esterilização. Temperatura e pressão exibidos por Leds. Desaeração e despressurização automáticas. Tampa e câmara em aço inox. Secagem eficiente com porta entreaberta. Conta com 21 sistemas de segurança entre os quais: chave e trava da porta, sistema eletrônico de cruzamento de dados e sistema eletrônico de controle de potência. Sistema de ajuste de altitude para diversas regiões. Equipamento produzido dentro dos mais rígidos padrões de qualidade, com sistema de rastreabilidade que cumpre a norma NBR ISO 13485. Especificações técnicas: peso máximo (instrumental embalado e desembalado): 2,1 kg; potência: 1.600 Watts. Garantia: 2 anos (contra defeito de fabricação).
Autoclave Vitale Class CD12 12L (Cristófoli): conta com desaeração e despressurização automáticas e sistema eletrônico de controle de potência. Digital com display de LCD. Design moderno. Desaeração e despressurização automáticas, que garantem maior segurança. Tampa e câmara em aço inox. Secagem ultra eficiente com a porta fechada. Conta com 27 sistemas de segurança entre os quais: chave e trava da porta, sistema eletrônico de cruzamento de dados e sistema eletrônico de controle de potência. Sistema de ajuste de altitude para diversas regiões. Equipamento produzido dentro dos mais rígidos padrões de qualidade, com sistema de rastreabilidade que cumpre a norma NBR ISO 13485. Especificações técnicas: capacidade da câmara (vaso de pressão), utilizando as bandejas: 5 envelopes (10 x 23 cm); utilizando 1 suporte: 13 envelopes (10 x 23 cm). Garantia: 2 anos (contra defeito de fabricação).
Autoclave Vitale Class CD21L (Cristófoli): indicada para eliminar microrganismos que podem causar infecções ou doenças, utilizando o vapor saturado sob pressão e deixando os artigos e instrumentos termorresistentes prontos para o uso em consultórios médicos e odontológicos. O equipamento conta com amplo espaço interno, tampa e câmara em aço inox e display de LCD. Digital com display de LCD. Design moderno. Desaeração e despressurização automáticas, tampa e câmara em aço inox, secagem ultra eficiente com a porta fechada. Conta com 27 sistemas de segurança entre os quais: chave e trava da porta, sistema eletrônico de cruzamento de dados e sistema eletrônico de controle de potência. Sistema de ajuste de altitude para diversas regiões.
Equipamento produzido dentro dos mais rígidos padrões de qualidade, com sistema de rastreabilidade. 6 programas: instrumental embalado; instrumental desembalado, plásticos e algodão, kit cirúrgico e tecidos, líquidos, secagem extra. Especificações técnicas: utilizando as bandejas: 12 envelopes (10 x 23 cm); utilizando 1 suporte: 13 envelopes (10 x 23 cm); utilizando 2 suportes: 26 envelopes (10 x 23 cm). Garantia: 2 anos (contra defeito de fabricação).
Autoclave Vitale Class CD54 54L (Cristófoli): digital, de fácil manuseio. Programa único de esterilização. Temperatura e pressão exibidos por Leds. Desaeração e despressurização automáticas. Tampa e câmara em aço inox, que facilitam a limpeza. Secagem eficiente com porta entreaberta. Conta com 21 sistemas de segurança entre os quais: chave e trava da porta, sistema eletrônico de cruzamento de dados e sistema eletrônico de controle de potência. Sistema de ajuste de altitude para diversas regiões. Capacidade da câmara (vaso de pressão), utilizando as bandejas: 12 envelopes (10 x 23 cm). Utilizando 1 suporte: 13 envelopes (10 x 23 cm); utilizando 2 suportes: 26 envelopes (10 x 23 cm). Garantia: 2 anos (contra defeito de fabricação).
Vamor relembrar as conclusões da Vigilância Sanitária, para dar esse veredito, a partir do princípio que esterilização é eliminar toda a forma de vida microbiana. A estufa também esteriliza, mas é suscetível a muitos erros. Para começar, trabalha com calor seco, e faz esterilização por desidratação, enquanto a autoclave age com vapor sob pressão, processo muito mais rápido. Na autoclave, podem-se esterilizar materiais plásticos, gaze, algodão, vidraria, enquanto que na estufa apenas materiais metálicos. Canetas de alta-rotação e contra-ângulos também só podem passar pelo processo na autoclave. Outro problema insolúvel é que no interior da estufa há grandes diferenças de temperatura, que podem chegar a 40°.
É necessário ter em conta que é preciso incorporar, diariamente, uma série de rotinas: checar, limpar o sistema, adicionar antiferruginoso, colocar água destilada no aparelho, usar caixas metálicas apropriadas para ventilação. O uso da autoclave deve ser precedido de muitas informações e cuidados pelos profissionais. Os instrumentos devem ser deixados em glutaraldeído, pré-lavados com água e sabão e colocados em um aparelho de ultrassom para retirada de incrustações de qualquer tipo, lavados novamente, secos de preferência com jatos de ar, como os alicates e fórceps, embalados em envelopes, selados. Então, levados para a esterilização com os tempos ideais observados. A partir daí, datados e colocados em local seco para armazenamento.
E a aprovação da Lei do Exercício profissional trouxe nova alteração da nomenclatura de ACD para Auxiliar em Saúde Bucal (ASB), por meio da Resolução CFO-085/2009 aprovada em 30 de janeiro de 2009 que veio a confirmar a Lei 11.889 de 24/12/2008. Trata-se de profissional que compõe a categoria de pessoal auxiliar odontológico, obrigado ao registro no CFO e à inscrição nos Conselhos Regionais (CRO). A faixa salarial do Auxiliar em Saúde Bucal, CBO 3224-15, fica entre R$ 1.161,88 (média do piso salarial 2020 de acordos, convenções coletivas e dissídios), R$ 1.221,00 (salário mediano da pesquisa) e o teto salarial de R$ 2.109,81, levando em conta profissionais com carteira assinada em regime CLT de todo o Brasil. Diversas são as atribuições e competências legais do Auxiliar em Saúde Bucal (ASB), mas podem-se ressaltar as principais, sempre na presença do cirurgião-dentista ou TSB: organizar e executar atividades de higiene bucal; processar filme radiográfico; preparar o paciente para o atendimento; auxiliar e instrumentar os profissionais nas intervenções clínicas, inclusive em ambientes hospitalares; selecionar moldeiras; manipular materiais de uso odontológico; registrar dados e participar da análise das informações relacionadas ao controle administrativo em saúde bucal; preparar modelos em gesso. O ASB também deve fazer a limpeza, assepsia, desinfecção e esterilização do instrumental, equipamentos odontológicos e do ambiente de trabalho; realizar o acolhimento do paciente nos serviços de saúde bucal; aplicar medidas de biossegurança no armazenamento, transporte, manuseio e descarte de produtos e resíduos odontológicos; desenvolver ações de promoção da saúde e prevenção de riscos ambientais e sanitários; realizar em equipe levantamento de necessidades em saúde bucal; e adotar medidas de biossegurança no intuito de controlar possíveis infecções.
O curso regular de Auxiliar em Saúde Bucal pode ser feito à distância, com duração de seis meses, mais 60 horas de estágio. Cursos acelerados podem ser feitos em 45 dias, com o mesmo tempo de estágio.
Compete ao APD, sob supervisão do Técnico em Prótese Dentária – TPD, reprodução de modelos, vazamento de moldes, montagem de modelos em articuladores, prensagem de peças protéticas em resina acrílica, fundição em metais, casos simples de inclusão, confecção de moldeiras individuais, curagem, acabamento e polimento de peças protéticas. Como é da área odontológica, deve obedecer ao Código de Ética Odontológica, que normatiza a profissão. A faixa salarial do Auxiliar de Prótese Dentaria, CBO 3224-20, fica entre R$ 1.229,00 (média do piso salarial 2020 de acordos, convenções coletivas e dissídios), R$ 1.250,00 (salário mediano da pesquisa) e o teto salarial de R$ 2.421,83, levando em conta profissionais com carteira assinada em regime CLT de todo o Brasil.
Trata-se de profissional que compõe a categoria de pessoal auxiliar odontológico, obrigado ao registro no CFO e à inscrição nos Conselhos Regionais (CRO). A faixa salarial do Auxiliar em Saúde Bucal, CBO 3224-15, fica entre R$ 1.161,88 (média do piso salarial 2020 de acordos, convenções coletivas e dissídios), R$ 1.221,00 (salário mediano da pesquisa) e o teto salarial de R$ 2.109,81, levando em conta profissionais com carteira assinada em regime CLT de todo o Brasil. Diversas são as atribuições e competências legais do Auxiliar em Saúde Bucal (ASB), mas podem-se ressaltar as principais, sempre na presença do cirurgião-dentista ou TSB: organizar e executar atividades de higiene bucal; processar filme radiográfico; preparar o paciente para o atendimento; auxiliar e instrumentar os profissionais nas intervenções clínicas, inclusive em ambientes hospitalares; selecionar moldeiras; manipular materiais de uso odontológico; registrar dados e participar da análise das informações relacionadas ao controle administrativo em saúde bucal; preparar modelos em gesso. O ASB também deve fazer a limpeza, assepsia, desinfecção e esterilização do instrumental, equipamentos odontológicos e do ambiente de trabalho; realizar o acolhimento do paciente nos serviços de saúde bucal; aplicar medidas de biossegurança no armazenamento, transporte, manuseio e descarte de produtos e resíduos odontológicos; desenvolver ações de promoção da saúde e prevenção de riscos ambientais e sanitários; realizar em equipe levantamento de necessidades em saúde bucal; e adotar medidas de biossegurança no intuito de controlar possíveis infecções.
O curso regular de Auxiliar em Saúde Bucal pode ser feito à distância, com duração de seis meses, mais 60 horas de estágio. Cursos acelerados podem ser feitos em 45 dias, com o mesmo tempo de estágio.
A forma dessa comunicação, também, é detalhe importante. Uma excelente dentista pode perder pacientes adolescentes que tenham empatia com as auxiliares jovens, ao vê-los sendo repreendidos com muita severidade à sua frente (V. ASB).
Para tanto, é bom adotar ou escrever uma cartilha com algumas situações comuns e explicitamente dizer qual a conduta desejada. Faça-o ler e assinar, para ficar tudo bem claro. Abaixo, algumas sugestões.
Sentado na Sala de Recepção
- A postura é sempre muito importante. Deve manter-se sentado confortável e ligeiramente ereto, pronto para recepcionar quem entrar pela porta.
- Ficar apoiando a cabeça nas mãos dá impressão de cansaço e pouca satisfação com o trabalho; não é isso que se quer demonstrar à clientela. Posição preguiçosa e desleixada nunca causa uma boa impressão.
Ao Receber Clientes
- A primeira atitude é sempre abrir um sorriso sincero, seguido de uma saudação: “bom dia”, “boa tarde” ou “boa noite”.
- Preencher uma ficha de cadastro com os dados básicos, com endereço, telefone, nome de quem indicou, data de nascimento e data da consulta antes de entregá-la ao dentista.
- Plano de Tratamento tem custo. À argumentação de quem considera que o procedimento deveria ser gratuito, devemos lembrar que existem custos do espaço (aluguel ou imposto predial), da hora do profissional, somados àqueles administrativos, de identificar a pessoa em uma ficha de plano de tratamento, além do material passado pelo processo de esterilização e do material descartável, que não são nada desprezíveis. E que, naturalmente, a formação do profissional deve ser considerada e levada em conta na composição do valor. Excepcionalmente, para casos muito especiais e que o profissional indicar, pode-se dispensar a cobrança.
- Não é recomendável dizer todos os horários do(s) dentista(s): na prática, ele sempre poderá atender na hora em que está sendo solicitado. Deve-se informar, quando for o caso, que ele não está no momento, mas que está para chegar, e anotar nome e telefone da pessoa, verificar a urgência da consulta e dizer que entra em contato assim que o profissional chegar. Se for apenas uma consulta para plano de tratamento, procurar agendar para um horário em que se tem certeza de que o dentista vai estar.
- Todo tipo de serviço da área odontológica que é realizado no consultório deve ser bem explicado com os detalhes úteis. Para munir de informação a atendente, quando for perguntada sobre valores, pode-se deixar uma tabela de procedimentos básicos à disposição. Outras minúcias e casos específicos, pode-se assegurar, serão esclarecidos na consulta.
Ao Telefone
- Não usar nunca “Quem gostaria”.
- Ao atender, dizer “Odontologia X; Consultório da Dra. Y, seu nome, bom dia (ou tarde, ou noite)”.
- Se o dentista estiver em atendimento, explicar ao interlocutor e anotar o recado. Se o caso for muito urgente, pedir para aguardar e passar discretamente ao dentista, para que ele possa dar uma resposta imediata ou ver ser é necessária alguma providência.
- Anotar sempre os recados.
- Não ficar ao telefone conversando enquanto a pessoa espera atendimento.
- Nunca ficar pendurado ao telefone, como se estivesse namorando.
Anotando Recados
- Recados são sempre muito importantes; por isso, deve-se perguntar se há urgência e, se for o caso, contatar o destinatário.
- Deve-se ter um lugar na agenda para a relação de todos os telefones mais usados, para consulta imediata.
- Nunca se deve confiar na memória; é melhor anotar tudo.
Agendando
- Procurar concentrar clientes próximos aos horários dos já marcados, para otimizar o tempo do profissional e evitar “janelas” grandes sem atendimento.
- Anotar sempre no cartãozinho apropriado dia e hora da próxima consulta, e entregá-lo ao cliente.
- Com um dia de antecedência, ligar confirmando o comparecimento à consulta, ou enviar mensagem. Não perguntar se a pessoa vai comparecer, mas sim afirmar que vai, como “estou ligando para confirmar sua consulta de amanhã, às 15 horas”.
- Quem falta sem avisar só vai conseguir nova consulta uma semana depois, pelo menos. E vai pagar pela falta sem aviso, salvo por um motivo muito relevante.
Cuidando da Aparência do Consultório
- Ao consultório não basta ser limpo; tem que parecer limpo. Resíduos na cuspideira não são admissíveis, assim como pó em qualquer lugar. Entre uma consulta e outra devem ser removidos todos os vestígios da presença do cliente anterior.
- Os lugares que são manuseáveis, como as canetas de alta e baixa rotação e o condutor do refletor, devem ser recobertos com celofane antes de cada consulta.
- Deve-se sempre apontar com certa antecedência a falta de algum material necessário à limpeza e à manutenção.
- Deve-se cuidar para que materiais sólidos não penetrem nos ralos dos encanamentos, para evitar entupimentos.
Cuidando da Própria Aparência
- Um avental limpo cobrindo a roupa é o mais conveniente como “uniforme” para quem atende. Ele deve estar sempre impecavelmente limpo.
- Para manter uma cadeia de assepsia adequada, não é conveniente o uso de sandálias, afinal, os pés semidescalços sempre são veículos para transporte de impurezas da rua.
- Exageros, de qualquer tipo, não são bem-vindos, nem na maquilagem nem na saia muito justa ou muito curta nem nos decotes, pulseiras barulhentas, brincos enormes. Perfume é bom evitar.
- Os cuidados básicos também não devem ser esquecidos, como cabelo bem penteado – se comprido, preso – e unhas bem aparadas.
Cativando Clientes
- Cliente são sempre tratados como “senhor” e “senhora”, eventualmente “doutor” ou “doutora”, se souber que são médicos, dentistas, psicólogos, advogados, ou que possuírem o título propriamente dito. Crianças podem ser tratadas pelo nome.
- Clientes têm sempre razão.
- Clientes devem sempre sair satisfeitos.
- Clientes devem sempre receber sorrisos ao dirigirmos a palavra a eles.
- “Por favor” e “obrigada” sempre.
- Todas as observações críticas dos clientes devem ser anotadas.
- Deve-se sempre dar retorno a recados dos clientes.
- A hora em que uma pessoa abre a porta do consultório ou faz uma ligação para lá, é aquela que os livros sobre excelência em atendimento chamam de “hora da verdade”. Não adianta um arquiteto ter planejado instalações belíssimas, os dentistas serem especialistas em escolas renomadas e serem capazes de tratamentos inovadores e tecnologicamente atualizadíssimos se, na hora em que entrar em contato com a primeira pessoa representante do consultório, a Auxiliar, a recepção for fria, indiferente, desanimada, pouco atenciosa. Pronto: tudo o que foi planejado vai por água abaixo, o cliente vai fugir e não vai querer mais voltar.
Na parte interna, balcões podem servir de arquivo e conter armários bastante úteis. O balcão pode apenas separar a área de secretaria da sala de espera, em casos de clínicas de porte grande. Internamente, pode conter escrivaninhas e mesas com micro. O acabamento com madeiras tratadas pode dar um aspecto moderno e leve; peças em alvenaria podem ser alternativa, com elementos vazados. Escrivaninhas de design contemporâneo podem valorizar muito o ambiente e ajudar a caracterizar o estilo. Em salas de espera pequenas, é aconselhável se conformar com escrivaninhas compactas mesmo.
A criação dos Bancos de Dentes Humanos (BDH) nas instituições de ensino superior no Brasil teve inicio em 2002 com o objetivo de minimizar o comércio ilegal de estruturas dentárias, assim como desenvolver uma percepção de alunos e profissionais da área de Odontologia acerca da biossegurança, das questões legais e das discussões em Bioética.
O BDH é responsável pelas atividades de recepção, preparação, desinfecção, manipulação, seleção, preservação, catalogação, estocagem, cessão, empréstimo, administração dos dentes doados e educação para a ética. Os dentes humanos extraídos são frequentemente utilizados no ensino odontológico de Anatomia e de Histologia, assim como na prática em laboratório pré-clínica e em pesquisas científicas da graduação e pós-graduação. O ensino odontológico habitualmente necessita de grande número de unidades dentárias, e o surgimento dos Bancos de Dentes vem evitar que acadêmicos e profissionais necessitem obter de fontes ilegais esse material humano.
O Banco de Dentes Humanos da Faculdade de Odontologia da USP é pioneiro no Brasil e na América Latina, fornecendo cerca de 1200 dentes humanos por ano para realização de projetos de pesquisa em seus diversos níveis e treinamento laboratorial pré-clínico.
Os dentes são doados voluntariamente mediante um termo de consentimento livre e esclarecido, que autoriza a coleta e uso posterior das amostras em pesquisas, podendo este consentimento ser retirado a qualquer momento, se o doador assim o desejar. Dessa forma, o BDH não só controla a entrada e saída desses materiais, como também mantém o sigilo e a confidencialidade dos dados pessoais obtidos e garante que as amostras sejam usadas de forma ética e legal. Qualquer dente pode ser doado, mesmo estando quebrado, cariado ou restaurado. São aceitos também coroas e raízes. A doação pode ser feita pelo correio ou pessoalmente.
A faculdade utiliza dentes de leite em pesquisas científicas que ajudam milhares de pessoas. Para divulgar melhor esse trabalho, a instituição promove campanhas para trazer essa questão ao conhecimento de todos e estimular um novo comportamento em relação aos dentes de leite, além de criar uma cultura de doação de órgãos desde cedo nas crianças. Essas campanhas buscam mostrar que, ao invés de deixar o dente de leite embaixo do travesseiro para a Fada trocar por dinheiro, jogar em cima do telhado, ou até ir para o lixo, pais e filhos podem ajudar a ciência, doando o material à FOUSP.
Muitas pessoas não sabem que um dente também é um órgão, e dependendo da forma que é retirado, manipulado e armazenado, pode servir até para pesquisas sobre células tronco.
Deve dispor, também, de área mínima de 1,6 m2 e dimensão mínima de 1 m. É simpático que haja, também, pasta, fio dental e escova descartável. E uma manutenção constante, que precisa ser conferida pelo menos em cada período do dia.
A exposição indevida à radiação ionizante é prejudicial à saúde humana, podendo causar problemas como a infertilidade, cataratas e até mesmo câncer. Barita é sulfato de bário ortorrômbico, principal fonte de bário, que tem a propriedade de impedir a propagação de radiações ionizantes. Há várias empresas especializadas na venda desses materiais e sua aplicação. Como aplicar? Um dia antes, toda a superfície da parede deverá ser chapiscada. Para preparar a mistura, adicionar 6 l de água para cada 25 kg de massa baritada, mexendo-a até obter uma mistura homogênea. A aplicação deverá ser feita na parede assim que a mistura estiver pronta. De acordo com o tipo de equipamento a ser utilizado na sala, diferentes espessuras devem ser aplicadas nas paredes. Aparelhos de raios X convencionais demandam espessura de 1 cm de argamassa baritada. A mistura deverá ser aplicada na parede com colher de pedreiro. O uso de luvas plásticas é recomendado como proteção individual. A seguir, a mistura aplicada na parede deverá ser sarrafeada com uma régua de alumínio. Dar o acabamento final com uma desempenadeira de madeira. A parede não deverá ser utilizada durante o período de secagem, que é de 24 a 72 horas. A parede poderá ser revestida com qualquer tipo de acabamento (azulejo, pintura, cortiça, fórmica, tecido, papel de parede) assim que a camada estiver totalmente seca. Para preencher 1 m2 de massa na espessura de 1 cm são necessários 22,5 kg de argamassa baritada. A grande vantagem do uso da barita é que a parede pode ser revestida posteriormente com qualquer tipo de material. Portas e divisórias, quando não são maciças, também exigem proteção contra a passagem da radiação do aparelho de raios X. Nesse caso, para blindagem usa-se laminado de chumbo com espessura de 0,5 mm. Todo bom marceneiro sabe fazer a colagem da lâmina com perfeição.
Por esta razão, o organismo não produz anticorpos contra tais bactérias. Caso a criança receba um beijo, ou se alimente utilizando uma colher em conjunto com o adulto que possua cárie, provavelmente seu organismo irá reconhecer a bactéria causadora da cárie dental, o Streptococus mutans, e não mais produzirá defesas contra esta bactéria, fazendo com que a criança inicie um processo de cárie dental. Já na fase adulta, dificilmente o beijo transmitirá a cárie, pois, se este adulto não foi contaminado quando criança, seu organismo receberá essas bactérias e iniciará um processo natural de defesa. O beijo pode também transmitir a mononucleose infecciosa, popularmente chamada de doença do beijo. Seu nome vem de sua transmissão, que acontece principalmente pela saliva, a partir de um contato mais íntimo. O vírus causador é o Epstein-Barr, para o qual 90% da população adulta têm anticorpos. É um mal que não escolhe idade e pode acometer adultos e crianças; nas crianças é assintomática. É mais comum infectar jovens entre 15 a 25 anos. Os sintomas são muito parecidos com os de outras infecções virais e podem durar de duas a três semanas. Ainda que exista tratamento apenas para aliviar os sintomas, requer cuidados, mas raramente evolui para uma complicação. Os sintomas principais são: dor de garganta, febre, mal-estar geral, dor de cabeça, inapetência, náuseas, vômitos, gânglios e manchas avermelhadas no corpo.
A preocupação torna-se alternativa de preservação da vida, diante das inúmeras moléstias infecciosas em circulação no mundo, como gripe, pneumonia, tuberculose, covid-19, herpes, hepatite e AIDS. Preocupados com isso, os órgãos mundiais de saúde têm trabalhado no sentido de conscientizar não só os cirurgiões-dentistas, mas também os usuários dos serviços de Odontologia, da importância de frequentar ambientes em que a biossegurança – caracterizada por um conjunto de normas e procedimentos seguros e adequados à manutenção da saúde em atividades de risco – seja realidade. Para uma prática segura, deve-se ter consciência do risco e a constante lembrança de sua presença durante as atividades clínicas. O emprego de medidas de controle de infecção, como os equipamentos de proteção individual, esterilização do instrumental, desinfecção do equipamento e ambiente, antissepsia da boca do paciente, e outras medidas podem prevenir a transmissão dessas doenças. Por consequência, são essenciais a padronização e a manutenção cotidiana das medidas de biossegurança como forma eficaz de redução do risco ocupacional, de infecção cruzada e transmissão de doenças infecciosas. Procedimentos odontológicos, segundo o risco de contaminação, podem ser classificados como: a. críticos: em que há penetração no sistema vascular, como cirurgias em tecidos moles e duros, periodontais, exodontias, raspagens subgengivais. Nesses procedimentos, os cuidados com a esterilização e a desinfecção devem ser máximos; b. semicríticos: aqueles que entram em contato com secreções orgânicas, como saliva, sem invadir o sistema vascular, como condensação de material restaurador, terapia endodôntica conservadora, colocação de aparelho ortodôntico. O instrumental deve estar previamente esterilizado e o consultório desinfetado para evitar infecções cruzadas; c. não-críticos: em que não há penetração no sistema vascular nem contato com secreções orgânicas. Em Odontologia, não existe procedimento que possa ser classificado dentro dessa categoria.
Cuidados com o Paciente
- Antes de iniciar qualquer intervenção, solicitar ao paciente que faça bochecho com solução antisséptica (por exemplo, com gluconato de clorexidina a 0,12%).
- Antissepsia da face do paciente, nos casos de preparo para cirurgia intrabucal.
- Antes de inserir o isolamento absoluto, promover sempre a profilaxia dental usando taça de borracha e pasta profilática ou pedra-pomes em pó veiculada em gluconato de clorexidina a 0,12%.
- Sempre proteger o paciente e o próprio campo operatório com pano de campo descartável, óculos de proteção e fornecer guardanapo de papel absorvente.
Cuidados com o Profissional e Pessoal Auxiliar
- A equipe odontológica deve ter especial atenção com a imunização contra a hepatite B. A vacina é administrada em três doses. A segunda um mês após a primeira e a terceira seis meses após a segunda. Entre seis semanas e seis meses após completar-se a série de vacinas, um teste sorológico é recomendado para confirmação da imunidade. Deve ser feito um reforço a cada cinco anos.
- Lavagem das mãos: sabonete líquido com característica antisséptica.
- Secagem das mãos: papel toalha.
- Barreiras: bactérias podem ser veiculadas pelas mãos da equipe odontológica e podem contaminar todas as superfícies. Para que esta contaminação não se torne cruzada, há necessidade da colocação de barreiras que interrompam as rotas de contaminação. As principais barreiras são: gorro (de utilização obrigatória nos procedimentos que envolvam o uso do alta rotação ou qualquer outro equipamento gerador de aerossol e nas intervenções cirúrgicas intrabucais em geral), avental branco longo (descartável após cada período de clínica), máscara, óculos de proteção (óculos normais não substituem os de proteção, sendo necessário usar óculos de proteção sobre os normais), luvas e campos de trabalho.
- Uso de luvas sobre luvas descartáveis: aplicável a qualquer situação fora do campo operatório (saídas para radiografias e respectivo processamento, preenchimento de fichas etc.). As sobreluvas deverão sempre ser de único uso; ao retornar ao campo operatório deverão ser descartadas. Caso necessite de outra saída do campo operatório, usar outro par de sobreluvas.
- Aplicação de barreiras em outras superfícies: – botoneira da cadeira, alça do refletor, encosto do mocho e as pontas da unidade de sucção: aplicar filme de PVC (do tipo Magipack); – superfícies da bancada e do carrinho auxiliar: cobrir com pano de campo descartável; – pontas: caneta de alta rotação: envolver em protetor descartável de látex; outras pontas: envolver com filme de PVC; – seringa tríplice: preferencialmente, usar pontas descartáveis; não dispondo desse produto, cobrir com tubo plástico descartável (canudo de refrigerante).
- Substituir as barreiras a cada troca de paciente.
- Quando do trabalho com próteses que são retiradas do paciente, lavar com água e sabão antisséptico, aplicar um agente desinfetante adequado ao material, enxaguar abundantemente e só após isso depositar sobre o campo operatório.
- Moldes e modelos deverão ser abundantemente lavados em água corrente antes de serem levados do ambiente clínico para o laboratório. Quando o material de moldagem permitir, aplicar agente antisséptico específico.
- Durante a confecção de coroas provisórias, placas de mordida, próteses removíveis de transição, próteses fixas provisórias, o paciente, o profissional e a equipe auxiliar devem estar completamente protegidos, principalmente na área ocular, impondo-se o uso de óculos de proteção.
- Todo material empregado em polimentos (discos, tiras de lixa etc.) deve ser descartado após o uso. Escovas, pedras montadas, brocas e outros produtos não descartáveis após primeiro uso deverão ser lavados e autoclavados.
- Polimento de coroas, pontes e próteses totais em torno com escovas ou discos e cones de feltro deve ser realizado com gorro, máscara, avental e óculos de proteção, estando o agente abrasivo (pedra-pomes em pó ou branco de Espanha e outros) aglutinado em solução de hipoclorito de sódio a 1% (solução de Milton).
Cuidados com o Consultório e Equipamentos
- Quanto à profilaxia e à desinfecção do consultório e dos equipamentos, observar: – piso: deve ser realizada diariamente. Pode ser usado um desinfetante à base de fenol sintético e hipoclorito de sódio. Semanalmente, deve ser realizada lavagem do piso com água e sabão. O hipoclorito pode provocar corrosão de pisos cerâmicos; – paredes: pode ser feita semanalmente quando não houver sujidade aparente. Em caso de contaminação por secreções, o tratamento é o mesmo dado ao chão; – equipamento: devem ser desinfetadas todas as partes que possam ser tocadas pela equipe, como alça e vidro do refletor, superfície horizontal do equipo, comandos da cadeira (quando não forem de pedal), apoio da cabeça, braço da cadeira, cuspideira, mangueira dos sugadores, seringa tríplices, canetas de alta e baixa rotação. As canetas de alta e baixa rotação devem ser, preferencialmente, autoclaváveis. Os desinfetantes usados são à base de fenol sintético; – bancada: deve ser realizada entre cada atendimento. Os desinfetantes usados são à base de fenol sintético; – antes de dispor o material para o desenvolvimento do trabalho do dia e no intervalo para troca de pacientes, aplicar fenol sintético (Germpol, Duplofen, Fenol-Rio, Fenolabor) a uma esponja umedecida em água e esfregar as superfícies de trabalho (superfície da bancada auxiliar, alça do refletor, pontas de alta e de baixa rotação, seringa tríplice, botoneira da cadeira, encosto da cabeça, encosto do mocho, a superfície do carrinho auxiliar e as pontas da unidade de sucção). Em seguida borrifar o produto sobre essas mesmas superfícies e deixar secar naturalmente de modo a obter um bom nível de efeito residual. Posteriormente cobrir as superfícies de trabalho com panos de campo descartáveis esterilizados. Borrifar ainda o produto de forma mais abundante na bacia da cuspideira. O fenol sintético é um produto altamente tóxico, por isso, durante seu manuseio e aplicação, proteger-se com óculos, luvas e máscara.
Cuidados com Instrumentos e Materiais
- É desejável a eliminação total (esterilização) ou pelo menos parcial (desinfecção) da carga microbiana dos instrumentos e materiais a serem empregados no tratamento dos pacientes.
- Com as mãos protegidas (preferencialmente por luvas de borracha grossa), protegido por avental e óculos, lavar em água corrente os instrumentos contaminados e imergi-los em solução de glutaraldeído a 2% por 30 minutos em uma cuba plástica com tampa.
- Enxaguar o material em água corrente, seguindo-se sua imersão em solução detergente concentrada ou de característica desincrustante por 30 minutos em caixa plástica com tampa.
- Sendo possível e dispondo de equipamento de ultrassom para limpeza, imergir os instrumentos em solução desincrustante por tempo suficiente a uma correta limpeza (o tempo varia segundo a capacidade de cada aparelho; portanto, é fundamental consultar o manual fornecido pelo fabricante).
- Retirar o material da imersão e com o mesmo produto proceder à escovagem e a novo enxague em água corrente, seguindo-se a secagem com pedaços de pano de campo descartável ou papel toalha.
- Desinfecção química do instrumental: processo recomendado a certos tipos de instrumentos semicríticos em que o processo de esterilização não pode ser realizado. As soluções químicas recomendadas para a realização da desinfecção do instrumental são à base de glutaraldeído a 2% e formaldeído a 38% por 30 minutos. Para a correta desinfecção, deve ser realizada a pré-lavagem, lavagem e secagem do instrumental.
- Preparo para esterilização: nenhum instrumento deve ser esterilizado sem a remoção de matéria orgânica como óleo, gordura, sangue ou secreções que houver sobre ele. A presença de matéria orgânica protege os microrganismos contaminantes do contato com o agente esterilizante. Deve-se secar os instrumentos, evitando a secagem natural, visto que os sais minerais que contêm a água ficam aderidos sobre eles, podendo danificá-los durante a esterilização. Instrumentos necessitam de embalagens para manter a esterilidade. Sobre as embalagens, coloca-se uma fita adesiva em que se registra a data do processamento. De modo geral, pacotes mantêm os instrumentos estéreis por sete dias (campo de pano) e os envelopes, 30 dias.
- Pré-lavagem: remoção de partículas da superfície do material: usar o equipamento de proteção individual (gorro, máscara, óculos, avental e luvas domésticas grossas). Pode ser feita de duas maneiras: – ultrassom com solução enzimática ou desencrostante: o tempo pode variar de 2 a 10 minutos; depois, deve-se lavar o instrumental em água corrente. Reduz a incidência de lesões perfurocortantes; – processo manual: o instrumental fica imerso em uma cuba com solução enzimática (2 a 10 minutos) ou desencrostante (20 minutos). Ao final, o instrumental é removido com uma pinça e lavado em água corrente.
- Secagem: podem ser usados pano limpo e seco, secadora de ar, estufa a 50°.
- Embalagem: todas as embalagens devem ser identificadas com seu conteúdo. Quando uma embalagem é aberta, todo instrumental é contaminado.
- Esterilização: por calor seco (estufa) a 160º por 2 horas.
- Calor úmido: por autoclave (varia o tempo conforme as condições de uso).
- Meio químico: são considerados processos químicos: óxido de etileno (4 horas), o glutaraldeído 2% (10 horas) e soluções de formoaldeído 38% (18 horas). O mais utilizado pelo dentista é o glutaraldeído. Uma vantagem é a possibilidade de esterilização de materiais termossensíveis e as desvantagens são o longo tempo, a corrosão e a toxicidade das soluções. A esterilização por meios químicos deve ser praticada somente quando as outras formas causarem danos aos instrumentos ou ao material.
- Monitoramento da esterilização: para comprovarmos a eficácia do método de esterilização utilizado, devemos usar indicadores físicos, químicos, ou biológicos: – físicos: termômetros para controle de temperatura e manômetro para pressão. O inconveniente é que só fazem o controle na parte externa dos pacotes; – químicos: monitoram o processo pela alteração de cor ou estado físico. Apontam falhas no processo, mas não se o material está ou não estéril; – biológicos: são os únicos que efetivamente comprovam a esterilização. Para controle da autoclave, usa-se o Bacillus stearothermophilus, e para a estufa, o Bacillus subtillis. Não devem ser usados após a data de vencimento. Os pacotes com indicadores devem ser colocados em locais em que o processo esterilizante tenha mais dificuldade de atingir: porta, dreno, meio da câmara. Depois de usados, serão incubados por 48 horas. O crescimento de microrganismos indica falha no processo. Deve ser realizada semanalmente.
- Articuladores e seus componentes, moldeiras e outros materiais ou instrumentos que entram em contato com fluidos orgânicos devem ser lavados e autoclavados.
- Modelos e moldagens devem ser desinfetados. As moldagens ou peças protéticas devem ser bem lavadas e imersas em desinfetantes por 10 minutos. Após a desinfecção, devem ser embaladas em plástico.
- A desinfecção não substitui a esterilização, porém existem materiais que não podem ser esterilizados; devem, portanto, receber ao menos desinfecção para a manutenção da cadeia asséptica.
Cuidados no Descarte do Lixo
- Lixo não contaminado: não havendo possibilidade de contaminação, este pode ser descartado no lixo para coleta convencional.
- Lixo contaminado: contém sangue, secreções ou substâncias tóxicas. Deve ser separado em: – sólido perfurocortante: em recipientes próprios identificados, com paredes rígidas e à prova de vazamentos; – sólido sem risco de injúrias mecânicas: acondicionados em sacos plásticos de polietileno branco leitoso identificado como lixo hospitalar. Podem ser usados dois sacos plásticos comuns rotulados como material contaminado; – tóxico: embalados em recipientes resistentes identificados como lixo hospitalar.
Protocolo de Atendimento Clínico
Considerar todo paciente como portador de doença infectocontagiosa. No atendimento, seguir obrigatoriamente a sequência:
- trazer para a clínica exclusivamente material necessário para o atendimento;
- colocar todo seu material em lugar determinado;
- vestir o jaleco (comprido, manga longa, abotoado);
- lavar as mãos com água e sabão e secar com toalhas descartáveis;
- calçar luva de borracha para limpeza e desinfecção do equipamento;
- borrifar hipoclorito de sódio a 1% na cuspideira;
- desinfetar, usando hipoclorito de sódio a 1% embebido em gaze, ou solução de clorexidina digluconada, as seguintes partes do equipamento, pela ordem: 1. superfície do cárter; 2. pontas e suportes: canetas, seringa ar-água e micromotor; 3. alça do refletor; 4. cadeira: alavancas de manobra, encosto de cabeça e braços; 5. pontas de sucção.
- abrir a água da cuspideira;
- lavar a mão enluvada, enxugar em toalha de papel, tirar as luvas e guardá-las em local apropriado;
- proteger com filme plástico (PVC): manopla do refletor, alavancas e botões da cadeira, manopla do cárter, seringa tríplice, todas as pontas e suporte do sugador;
- posicionar o saco plástico descartável para lixo individual (um para cada paciente);
- pegar a ficha, conduzir o paciente e planejar o atendimento;
- lavar as mãos;
- remover todas as joias e adornos;
- molhar completamente as mãos e os antebraços, ensaboando-os em seguida com sabão líquido;
- escovar, em toda sua extensão: mãos e antebraços (com escova própria e adequada acionada em movimentos rotatórios durante 3 minutos). Observação: escova reservada somente para lavagem das mãos;
- lavar profusamente em água;
- repetir o ensaboamento e a lavagem sem uso da escova;
- enxugar com toalha, primeiro as mãos e depois os antebraços; (Agora as mãos estão preparadas para o atendimento ao primeiro paciente. Cuidado onde e no que toca; se necessário, use sobreluva);
- desempacotar o material e posicioná-lo na mesa clínica;
- calçar luvas, máscara e óculos protetores;
- distribuir o instrumental sobre a mesa operatória;
- atendimento ao paciente;
- desprezar todo lixo em saco plástico, exceto agulhas e instrumentos pontiagudos, que devem ser depositados em recipientes próprios;
- deixar a broca na caneta apenas o tempo necessário para o uso;
- colocar todo material utilizado em caixa plástica (tipo tupperware) contendo glutaraldeído. Deixar a caixa tampada;
- descartar o sugador;
- descartar a luva utilizada no paciente no lixo individual;
- lavar as mãos com água e sabão;
- dispensar o paciente: preencher fichas, marcar retorno;
- calçar a luva de borracha para limpeza;
- retirar o filme plástico do equipamento;
- lavar o material com escova, água e sabão (escova reservada somente para lavagem de material);
- enxugar o material em papel toalha e acondicionar;
- tirar a mascar e desprezar no lixo individual;
- tirar os óculos e desinfetar com hipoclorito de sódio a 1% e gaze;
- desprezar o lixo individual do paciente no lixo da clínica;
- lavar a mão enluvada com água e sabão;
- retirar a luva e guardar em local apropriado;
- retirar o gorro e o avental;
- acondicionar, separadamente, a escova para lavagem de mãos e para lavagem do instrumental em recipiente apropriado e identificado.
Rotina para Tomada Radiográfica e Revelação
- Usar obrigatoriamente sobreluvas de plástico descartáveis nas tomadas radiográficas e na revelação das radiografias.
- Não realizar tomadas radiográficas com luvas de procedimentos ou luvas cirúrgicas.
Protocolo de Biossegurança para Funcionários
- Usar uniforme, jaleco, luvas de borracha, óculos de proteção, máscara e gorro.
- Deve estar imunizado contra hepatite B, tétano, difteria, rubéola, sarampo, tuberculose, varicela, caxumba, gripe e pneumonia.
- Retirar detritos do piso com vassoura ou rodo com pano úmido.
- Lavar com água e sabão nesta ordem: paredes, pias, bancadas e depois o piso.
- Presença de sangue ou secreções: retirá-los com pano ou papel, aplicar desinfetante (hipoclorito 1% por 30 minutos) e proceder à limpeza com água e sabão.
- As cuspideiras devem ser limpas (água e sabão) e desinfetadas (hipoclorito 1%).
- Todos os equipos devem ser limpos com um pano úmido e três aplicações de álcool 70%.
- O lixo deve ser recolhido após cada clínica. Um funcionário deverá ficar de plantão durante o atendimento clínico para limpeza de possíveis vazamentos ou contaminação com sangue e secreções.
- Os depósitos para o lixo perfurocortante devem ser recolhidos após ter 2/3 de sua capacidade utilizada.
Deste equipamento faz parte um gerador eletrocirúrgico, que transforma a energia elétrica em corrente de alta frequência. É acionado através de um comando específico. O gerador está ligado ao chamado elétrodo ativo. O elétrodo ativo entra em contacto com os tecidos, criando um efeito térmico, ou seja, aquecendo‑os. Os bisturis elétricos estão equipados com diferentes funções e elétrodos, cuja utilização varia em função dos procedimentos cirúrgicos que se pretende realizar.
Equipamento desenvolvido para intervenções cirúrgicas de pequeno, médio e grande portes, na realização de coagulações e cauterizações. Baseado no princípio da radiofreqüência, está hoje totalmente vinculado à eletrônica e com sistema ótico isolador para garantia e segurança, bem como com tecnologia que evita queimaduras acidentais do paciente. Boa opção, principalmente quando é preciso uma rápida coagulação e para evitar hemorragias. Cirurgiões-dentistas não têm o hábito de utilizar tanto em pequenas cirurgias, mas ainda assim periodontistas e cirurgiões bucomaxilofaciais costumam saber como funcionam e o aplicam no seu dia-a-dia em casos específicos.
Os diferentes tipos de sistemas de eletrocirurgia
Existem diferentes tipos de bisturis com acionamento elétrico que importa distinguir: os bisturis elétricos de radiofrequência (ou de alta frequência), os bisturis a ultrassons e os bisturis de ressonância molecular.
– Bisturis elétricos de radiofrequência (ou de alta frequência): são os mais correntes. Transformam a corrente da rede elétrica em corrente de alta frequência (> 200 kHZ).
– Bisturis a ultrassons (bisturis ultrassônicos): são bisturis que funcionam com peças de mão ultrassónicas e um gerador de ondas de ultrassons. A coagulação ocorre quando os ultrassons quebram as pontes de hidrogénio das células; já o corte é obtido por cavitação com ultrassons.
– Bisturis de ressonância molecular: ao contrário dos aparelhos de alta frequência, estes bisturis funcionam com frequências que interagem com os tecidos de forma não térmica. Esta técnica é menos invasiva, uma vez que a alteração dos tecidos se dá unicamente ao nível molecular.
Os principais modos de funcionamento do bisturi elétrico
Os bisturis elétricos são usados principalmente para cortar e/ou coagular tecidos. Podem ser usadas duas técnicas para realizar o corte e a coagulação: a técnica monopolar e a técnica bipolar.
Técnica monopolar: utiliza um único elétrodo ativo, que também desempenha a função de elétrodo neutro. Este elétrodo entra em contacto com os tecidos‑alvo, transmitindo‑lhes corrente elétrica de alta frequência proveniente do gerador. É esta concentração de corrente numa pequena área tecidual que produz o efeito terapêutico desejado. A corrente passa, depois, através do corpo do paciente até ao elétrodo neutro, fechando assim o circuito elétrico.
Vantagens: adequado para a dessecação de grandes quantidades de tecido.
Desvantagens: maior risco de electrocussão; para reduzir este risco, é importante que o elétrodo neutro seja corretamente aplicado ao paciente. Esta técnica não pode ser utilizada em pacientes que tenham um implante metálico ou um pacemaker.
Técnica bipolar: a corrente de alta frequência é transmitida por um elétrodo ativo e sai através do eletrodo neutro, que se encontra junto ao primeiro. Deste modo, a corrente não circula pelo corpo do paciente. O instrumento mais usado nesta técnica é a pinça bipolar, que possui um elétrodo ativo numa ponta e um elétrodo neutro na outra. A corrente passa, assim, diretamente de uma ponta da pinça para a outra. O elétrodo neutro não desempenha aqui qualquer função.
Vantagens: técnica mais segura do que a monopolar, pois não envolve riscos de queimaduras nem de electrocussão. É a técnica que se deve utilizar em pacientes com pacemakers.
Desvantagem: não é apropriada para a dessecação de grandes quantidades de tecido.
Tipos de corte e de coagulação realizados com as técnicas monopolar e bipolar
Técnica monopolar: com a técnica monopolar, é possível realizar um corte monopolar puro ou com coagulação simultânea, bem como uma coagulação suave, forçada ou por fulguração.
– Corte puro: é obtido pela geração de uma onda sinusoidal pura. O corte dos tecidos requer uma tensão entre o elétrodo ativo e o tecido de, pelo menos, 200 Vp.
– Corte com coagulação: o sangramento é menor do que no caso do corte monopolar puro. O corte é preciso e os bordos coagulados até uma profundidade que se pode definir. Obtém‑se este tipo de corte aumentando a tensão Vp e incluindo os “silêncios” nos pacotes de ondas de alta frequência. Estes silêncios permitem uma melhor difusão do calor, o que é favorável à hemostasia.
– Coagulação suave: a tensão entre o eletrodo ativo e o tecido deve ser inferior a 200 Vp. Obtém‑se uma coagulação lenta e profunda.
– Coagulação forçada: a tensão de saída é elevada (até kVp). A coagulação é mais rápida mas menos profunda do que a coagulação suave.
– Coagulação por fulguração: a tensão de saída é bastante elevada (4 kVp). Coagula e desseca o tecido sem que o elétrodo ativo entre em contato com este (coagulação sem contato). Trata‑se de uma técnica amplamente utilizada para coagular grandes áreas de tecido ou parar uma hemorragia difusa (ex: coagulação do esterno), mas também para realizar um corte em meio líquido (ex: ressecção transuretral).
Técnica bipolar: a técnica bipolar permite efetuar quer o corte quer a coagulação bipolares.
– Corte bipolar: é uma técnica relativamente recente que se tem vindo a desenvolver com o recurso crescente à cirurgia endoscópica. O desenvolvimento desta técnica, mais segura do que o corte monopolar, levou ao desenvolvimento de instrumentos bipolares de corte. O princípio de funcionamento destes bisturis é semelhante aos de corte monopolar, exceto que a corrente circula apenas entre dois elétrodos muito próximos um do outro. O risco de queimaduras do paciente é quase nulo, não há praticamente nenhuma corrente de fuga e a interferência com os pacemakers é mínima.
– Coagulação bipolar: trata-se de uma técnica bastante utilizada, frequentemente em procedimentos cirúrgicos complexos. Em geral, usa-se uma pinça bipolar, cujas pontas devem ser mantidas limpas durante a operação para evitar que se colem ao tecido e causem uma hemorragia ao ser retiradas. Tal como na coagulação suave, são utilizadas tensões estabilizadas e baixas (< 200 Vp).
Procedimentos cirúrgicos orais e dentários que podem ser feitos por eletrocirurgia
Os sistemas de eletrocirurgia são utilizados em diversos procedimentos cirúrgicos, tais como cirurgias endoscópicas, cardíacas, dentárias e estéticas.
Cirurgia dentária ou oral: recorre‑se à eletrocirurgia para realizar a exérese de tumores exofíticos dos tecidos moles da cavidade oral ou para estancar hemorragias na cavidade oral.
Os riscos associados ao uso de bisturis elétricos
A utilização de bisturis elétricos pode acarretar vários riscos, quer para os pacientes quer para os utilizadores, quer ainda para terceiros. Salienta‑se que os geradores de alta frequência e respetivos acessórios devem cumprir as normas aplicáveis a equipamentos técnicos com riscos específicos. Estes são os eventuais riscos:
Queimaduras provocadas pela corrente de alta frequência (por vezes, as escaras causadas pela posição do paciente durante a operação podem ser confundidas com queimaduras);
Incêndios, devido à presença de líquidos ou gases combustíveis na sala de operações;
Riscos elétricos decorrentes de ligações incorretas a outros aparelhos;
Problemas técnicos com equipamentos ou acessórios defeituosos.
Há uma infinidade de modelos no mercado. Os mais facilmente encontráveis estão listados a
Bisturi Eletrônico BP-100 Plus Analógico (Emai): o mais leve e portátil dos bisturis, ideal para pequenas cirurgias e muito utilizado em clinicas odontológicas, em razão de sua ampla utilização em diversos procedimentos. Por segurança, opera com frequências quatro vezes acima da faixa em que já não ocorrem estímulos aos músculos e nervos, evitando assim qualquer tipo de problema ao paciente. A intensidade e distribuição do calor através do tecido podem ser mudadas variando-se o modo de operação, Corte, Blend e Coagulação. Fornece uma potência adequada a cada resistência de forma segura e eficaz.
Bisturi Eletrônico Wavetronic (Nanomax): superando muitas expectativas, a fabricante traz inovação com uma linha de equipamentos de alta tecnologia e qualidade com custo acessível na frequência de Kilohertz (kHz). O novo bisturi nanoMAX engloba o que há de mais moderno, com um projeto inovador que produz uma onda Senoidal perfeitamente pura, proporcionando excelente qualidade de incisão, rápida cicatrização e garantindo o máximo em resultados estéticos e funcionais.
Bisturi Eletrônico Wavetronic + Megapulse Neo (Nanomax): como em sua versão mais simples, produz uma onda Senoidal perfeitamente pura, proporcionando excelente qualidade de incisão, rápida cicatrização e garantindo o máximo em resultados estéticos e funcionais. Outras características: painel de membrana blindado à prova de líquidos com teclas Soft Touch; display digital para indicação da potência; potência máxima de saída: 120 watts; precisão de 1watt para cada modo de operação; 6 modos de operação; memória independente para cada modo de operação; novo Sistema Megapulse NEO: duas funções de controle de energia eletromagnética, micropulsada (ms) ou pulsada (Hz). Seis modos de operação contínuos e seis modos de operação pulsados* (doze funções) com algoritmo que permite mais de 200 opções de combinações para microcirurgias de precisão; pedal de acionamento Duplo CUT/COAG à prova d’água (grau de proteção IPX7); duas opções de canetas porta eletrodo: com comando manual ou comando por pedal; activation counter – exibe quantas vezes o equipamento foi utilizado.
Não custa caro e é sempre marketing subliminar. Hoje em dia praticamente tudo é feito no celular, mas nem todo mundo tem destreza suficiente para explorar com eficiência as funcionalidades do aparelho. Em todo caso, registros em papel podem ser muito úteis.
Mesmo que iniciando a ficha clínica, não precisa crivá-lo com todas aquelas questões pormenorizadas da anamnese: oriente para que responda apenas as básicas e que possa levar para casa e preencher as demais. A Auxiliar deve exibir um comportamento amistoso, natural, como se fizesse parte da família, recepcionando um parente querido, com um sorriso entre as falas. Se você tiver um catálogo com seus casos, digital que seja, essa é uma boa hora para impressionar. Todo mundo gosta de ser bem recebido.
Já a escovação com creme dental é capaz de remover a placa. Quem possui halitose – sinal de que alguma coisa não vai bem no trato dos dentes – pode, temporariamente, ter a sensação de melhora. Mas é como usar desodorante quando a pessoa está toda suada. Importante: não deve ser usado por crianças com menos de 6 anos. Também é muito utilizado como coadjuvante em casos de infecções endodônticas (V. Enxaguatórios bucais).
Essa dinâmica de novos conhecimentos, novas tecnologias, produtos cosméticos e estéticos de última geração é sempre muito bem recebida pela clientela. Claro, com o cuidado de evitar o excesso e o exagero.
Em cirurgias para implante ou periodontais, são praticamente essenciais, evitando as contínuas idas à cuspideira, estresse do paciente e garantindo a biossegurança.
Algumas marcas, como os suctores da Schuster e Kavo, eliminam os resíduos diretamente ao esgoto, sem necessidade de reservatório, com a vantagem de sugar e expelir para o meio externo o foco infeccioso, reduzindo riscos de contaminação. A seguir, listamos as mais facilmente encontráveis no mercado.
Bomba de Vácuo Ciclone- para 2 consult. (Dabi Atlante): sistema de sucção de alta potência, aspira e drena todos os resÍduos do meio bucal. Outras qualidades enumeradas pelo fabricante: melhor desempenho nos tratamentos profiláticos e cirurgias buco-maxilares; otimização do tempo de trabalho; maior produtividade, pois o paciente vai menos vezes à cuspideira; controle de infecção no consultório, pela diminuição de aerossóis contaminados; menos gasto com manutenção, uma vez que o motor desliga em caso de superaquecimento e não queima; maior produtividade para a clínica, por permitir a instalação de dois ou quatro consultórios em uso simultâneo; sistema de sucção de alta potência; aspira e drena todos os residuais do meio bucal diretamente para o esgoto, sem contato físico; aumenta a biossegurança do consultório; dispositivo de segurança que desliga o motor em caso de superaquecimento, não deixando o equipamento queimar; projetado com materiais resistentes à corrosão, aumentando a vida útil dos componentes. Também permite a regulagem da potência de sucção conforme a necessidade (kit suctor BV); possui selo mecânico de vedação: não permite a fuga d’água e resistente ao uso intensivo; baixa emissão de ruídos; voltagem de alimentação 220 Vac ± 10% 60 Hz 240 Vac ± 10% 50Hz; potência do motor modelo ½ HP. Atende até 2 cadeiras odontológicas; consumo de água 0,4 l/min.; pressão de água 14 PSI ± 2; níveis de vácuo 500 mm/Hg; vazão de ar 220 l/min.; peso 35 kg; altura 378 mm; comprimento 375 mm; largura 245 mm; consumo de energia 1650 VA ± 10%. Garantia: 12 meses.
Bomba de Vácuo Suctron Eletronic Plus (Schuster): indicada para aspiração de resíduos líquidos e sólidos em procedimentos odontológicos. Outras qualidades listadas pelo fabricante: sistema automático de descarga dos resíduos diretamente ao esgoto; pré-lavagem automática no filtro coletor; turbina com dimensionamento para alto rendimento; temporizador de varredura (exclusividade Schuster); sistema que ao colocar o suctor no suporte da unidade auxiliar, a sucção permanece por aproximadamente 15 segundos a fim de limpar toda a tubulação interna. Este dispositivo poderá ser ativado durante a instalação do equipamento ou posteriormente. Outras características: turbina completa em liga de bronze; filtro coletor de detritos na entrada da sucção com abertura superior, evitando o contato com os resíduos, tornando-o prático, eficiente e de fácil limpeza. Filtro de entrada de água; protetor térmico intermitente, que protege o motor e o circuito eletrônico de quedas de tensão na rede externa. Motor com eixo central em inox. Garantia: 12 meses, ou 10 anos na turbina de bronze.
Bomba de Vácuo Suctron Eletronic (Schuster): indicada para clínicas, consultórios e casos onde se necessita média distância para instalação. Outras qualidades indicadas pelo fabricante: sistema automático de descarga dos resíduos diretamente ao esgoto; pré-lavagem automática no filtro coletor; turbina com dimensionamento para alto rendimento. Temporizador de varredura (exclusividade Schuster); sistema que ao colocar o suctor no suporte da unidade auxiliar, a sucção permanece por aproximadamente 15 segundos a fim de limpar toda a tubulação interna. Outras características: turbina completa em liga de bronze; filtro coletor de detritos na entrada da sucção com abertura superior, evitando o contato com os resíduos, tornando-o prático, eficiente e de fácil limpeza; filtro de entrada de água; protetor térmico intermitente, eu protege o motor e o circuito eletrônico de quedas de tensão na rede externa.
Motor com eixo central em inox. Garantia: 10 anos na turbina de bronze.
Bomba de Vácuo Supergap 1 (Cristófoli): desenvolvida para a sucção de fluidos e resíduos provenientes de tratamentos ou cirurgias odontológicas. Indicada para um consultório, conta com sucção de alta potência e campo de trabalho visível que diminui o grau de contaminação e oferece mais conforto para o paciente e ao profissional. Outras qualidades arroladas pelo fabricante: semisseca; baixo ruído; com motor Weg, de alto desempenho e máxima eficiência energética; conjunto de vácuo em nylon de alta resistência; filtro de resíduos na entrada de sucção; proteção no eixo central do motor; bivolt, com chave seletora. Garantia: 1 ano (contra defeito de fabricação).
Bomba de Vácuo Suctron Premium (Schuster): indicada para clínicas, universidades e casos onde necessita longa distância para instalação. Características mencionadas pelo fabricante: sistema automático de descarga dos resíduos diretamente ao esgoto; pré-lavagem automática no filtro coletor; turbina com dimensionamento para alto rendimento. Temporizador de varredura (exclusividade Schuster); sistema que ao colocar o suctor no suporte da unidade auxiliar, a sucção permanece por aproximadamente 15 segundos a fim de limpar toda a tubulação interna. Este dispositivo poderá ser ativado durante a instalação do equipamento ou posteriormente. E também: turbina completa em liga de bronze; filtro coletor de detritos na entrada da sucção com abertura superior, evitando o contato com os resíduos, tornando-o prático, eficiente e de fácil limpeza; filtro de entrada de água; protetor térmico intermitente. Protege o motor e o circuito eletrônico de quedas de tensão na rede externa; motor com eixo central em inox; gabinete (opcional) em aço fosfatizado com pintura em poliuretano. Garantia: 10 anos na turbina de bronze.
Bomba de Vácuo Suctron Pratic (Schuster): ideal para consultórios odontológicos. Extremamente silenciosa, foi desenvolvida com um sistema de baixa rotação que proporciona maior bem-estar ao profissional e seus pacientes durante a realização de procedimentos. Sseu uso é indicado na aspiração de resíduos líquidos como sangue, saliva e outros que estiverem no campo operatório, e resíduos sólidos, como os resultantes de tratamentos profiláticos e clínicos. A bomba elimina-os diretamente ao esgoto sem a necessidade de um reservatório. Possui capacidade para um consultório, desenvolvida especificamente para ser instalada ao lado da cadeira odontológica, sem quebra de piso ou adaptações. Principais características, segundo o fabricante: silenciosa; compacta; alta qualidade; maior segurança; possui gabinete em poliestireno de alto impacto; extremamente silenciosa: com um sistema exclusivo de funcionamento em baixa rotação, proporciona o silêncio necessário ao ambiente de trabalho; possui dimensões reduzidas valorizando o espaço interno do consultório; sistema automático de descarga dos resíduos diretamente ao esgoto; pré-lavagem automática no filtro coletor; turbina com dimensionamento para alto rendimento; temporizador de varredura – exclusividade Schuster: sistema que ao colocar o suctor no suporte da unidade auxiliar, a sucção permanece por aproximadamente 15 segundos a fim de limpar toda a tubulação interna; este dispositivo poderá ser ativado durante a instalação do equipamento ou posteriormente; turbina completa em liga de bronze; filtro coletor de detritos na entrada da sucção com abertura superior, evitando o contato com os resíduos, tornando-o prático, eficiente e de fácil limpeza; filtro de entrada de água; protetor térmico intermitente, que protege o motor e o circuito eletrônico de quedas de tensão na rede externa; motor com eixo central em inox. Garantia Turbina de Bronze: 10 anos.
Bomba Alto Vácuo New 400 (Deltramed): indicado para fornecer alto vácuo em uso laboratorial, compatível com todos os modelos de fornos de metalocerâmica; anel em PTFE; dois pistões isentos de óleo; baixíssimo nível de ruído; filtro na entrada de sucção; potência: 1/3 HP; tensão: 127V ou 220V; vazão de ar máxima: 50 L/min; rotação (RPM): 1.750, 60Hz; vácuo máximo: 720 mmHg; nível de ruído: 58 dB (A). Garantia: 1 ano.
Bomba de Vácuo Vacuum VP4 (Kavo): indicada para aspiração de resíduos líquidos e sólidos em procedimentos odontológicos. Elimina parcialmente a névoa do spray, proporcionando maior visibilidade do campo operatório e minimizando o risco de contaminação. Bomba para 4 consultórios. Outras qualidades citadas pelo fabricante: suctor de alta potência; filtro de detritos localizado na entrada de sucção da bomba; filtro de entrada de água; base que não enferruja – fabricada em nylon injetado com reforço de fibra de vidro; comandos eletrônicos; saída da sucção vai direto para o esgoto; motor: Weg. Garantia de 1 ano.
Bomba de Vácuo Vacuum VP1 (Kavo): indicada para aspiração de resíduos líquidos e sólidos em procedimentos odontológicos. Elimina parcialmente a névoa do spray, proporcionando maior visibilidade do campo operatório e minimizando o risco de contaminação; bomba para 1 consultório; suctor de alta potência; filtro de detritos localizado na entrada de sucção da bomba; filtro de entrada de água; base que não enferruja – fabricada em Nylon injetado com reforço de fibra de vidro; comandos eletrônicos; saída da sucção vai direto para o esgoto. Motor: Weg; capacidade: 1 consultório.
Bomba de Vácuo Ciclone- para 4 consult. (Dabi Atlante): sistema de sucção de alta potência, que aspira e drena todos os residuais do meio bucal. Melhor desempenho nos tratamentos profiláticos e cirurgias buco-maxilares. Outras qualidades elencadas pelo fabricante: otimização do tempo de trabalho; maior produtividade, pois o paciente vai menos vezes à cuspideira; controle de infecção no consultório, pela diminuição de aerossóis contaminados. Menos gasto com manutenção, uma vez que o motor desliga em caso de superaquecimento e não queima; maior produtividade para a clínica, por permitir a instalação de dois ou quatro consultórios em uso simultâneo; sistema de sucção de alta potência; aspira e drena todos os residuais do meio bucal diretamente para o esgoto, sem contato físico; aumenta a biossegurança do consultório. Dispositivo de segurança que desliga o motor em caso de superaquecimento, não deixando o equipamento queimar; projetado com materiais resistentes à corrosão, aumentando a vida útil dos componentes. Permite a regulagem da potência de sucção conforme a necessidade (kit suctor BV); selo mecânico de vedação: não permite a fuga d’água e resistente ao uso intensivo; baixa emissão de ruídos.
Garantia: 12 meses.
Bomba de Vácuo D700- para 4 consult. (D700): equipamento de sucção de alta potência. Construída em liga de bronze com alta resistência à corrosão; modelo: 1HP. Outras especificações: tensão: bivolt (chave seletora); potência: 1690VA; vácuo Máximo: 550 mm/Hg.
Peso líquido: 26,8 Kg; peso Bruto: 33,43 Kg. Garantia: 1 ano.
Bomba de Vácuo Bio Vac IV (Gnatus): possui exclusivo sistema de recirculação de água, proporcionando menor consumo e aumento da performance de sucção. Filtros exclusivos localizados na entrada de água e na entrada da sucção garantem maior segurança, evitando desgastes e travamentos. Outras qualidades mencionadas pelo fabricante: filtro de detritos (exclusivo); filtro separador de detritos de fácil acesso e remoção, facilitando a limpeza. A Bio-Vac foi desenvolvida para operar até 4 consultórios simultaneamente, sem perda de rendimento. Kit Bio-Vac (opcional): possui suctores com acionamento automático. Pode ser acoplado em coluna de refletor ou em lateral de armário; dois suctores giratórios, removíveis e autoclaváveis, com regulagem de sucção de fácil manuseio. O alto poder de sucção permite ao profissional uma melhor visualização do campo operatório com diminuição do risco de contaminação pelo aerossol e maior conforto ao paciente, evitando o seu constante deslocamento à unidade de água, durante o procedimento clínico.
Bomba de Vácuo DF700- para 2 consult. (D700): para uso odontológico. Equipamento indispensável nos procedimentos odontológicos pois, além da sucção de sangue, aspira saliva e resíduos, possui uma sucção de alta potência que reduz eficazmente os aerossóis bacterianos auxiliando na biossegurança das práticas odontológicas. Equipamento de sucção de alta potência. Construída em liga de bronze com alta resistência à corrosão.
Bomba de Vácuo Bio Vac II (Gnatus): para suprir as necessidades de biossegurança na prática odontológica geral. Um equipamento de sucção de alta potência, que absorve com mais eficiência a saliva e resíduos. Construída em liga de bronze/alumínio com alta resistência à corrosão que permite sua operação dia após dia de maneira consistente por muitos anos.
Estrutura em aço, recoberta com material resistente, com cantos arredondados e de fácil limpeza. Potência de 1HP, permitindo operar até 2 consultórios simultaneamente.
Possui filtro de detritos que garante maior segurança, evitando desgaste e travamentos, aumentando a vida útil do equipamento. A contaminação do ambiente é evitada graças ao sistema de descarga direta no esgoto. Compacta e silenciosa, a Bio-Vac 2 é ideal para ser instalada em paralelo ao consultório. Garantia de 12 meses.
Bomba de Vácuo Mega Vac (Biotron): bomba de vácuo portátil para sucção de fluidos e resíduos provenientes de tratamentos ou cirurgias odontológicas. Características e vantagens, de acordo com o fabricante: contralador de vácuo linear, que permite ao profissional selecionar a intensidade de aspiração de acordo com o procedimento; capacidade de armazenamento de 6 litros; baixo nível de ruído, menos de 70 dB no nível máximo de potencia de vácuo; equipamento elétrico, portátil e de design inovador. Produto com fabricação 100% nacional, com acionamento por pedal.
Bomba de Vácuo E-Vac Premium 1/2HP (Evotech): projetada para suprir as necessidades de biossegurança na prática odontológica geral. Aspira com maior eficiência a saliva e resíduos. Rotor e carcaça construída em liga de bronze com alta resistência à corrosão que permite sua operação dia após dia de maneira consistente por muitos anos. Demais características, citadas pelo fabricante: motor Weg 1/2 HP com eixo inox. Protetor térmico interno no motor em 130 graus centigrados; caixa elétrica injetada de proteção para componentes elétricos IP66; contactor de alto desempenho marca Weg; abafador de ruído altamente eficiente; entradas e saídas para mangueiras de ¾; filtro de entrada da sucção de fácil remoção e limpeza; conjunto sucção (flange + rotor + tampa) em bronze; 4 pés niveladores com sistema vibraless; entrada de água com conexão padrão; sistema rápido de abertura e fechamento da tampa; sistema de ajuste do fluxo de água; sucção de 500mm/Hg; duplo sistema de filtragem da entrada de água com filtro sinterizado para micro partículas e tela; sistema elétrico instalado em chassi metálico isolado do motor. Acompanha mangueira para instalação da entrada de água. Válvula solenoide para acionamento da água; baixíssimo consumo de água (até 400 ml / minuto); grande capacidade deslocamento de ar, tornando-se uma das principais aliadas no combate à infecção cruzada. Permite a instalação em 127 ou 220 V apenas ajustando as ligações elétricas; sistema de retardo para limpeza interna dos dutos de sucção (kit opcional). Garantia de 1 ano.
Bomba de Vácuo E-Vac Premium 1HP (Evotech): projetada para suprir as necessidades de biossegurança na prática odontológica geral. Aspira com maior eficiência a saliva e resíduos. Rotor e carcaça construída em liga de bronze com alta resistência à corrosão que permite sua operação dia após dia de maneira consistente por muitos anos. Outras características: motor Weg 1HP com eixo inox; protetor térmico interno no motor em 130 graus centigrados; caixa elétrica injetada de proteção para componentes elétricos IP66; contactor de alto desempenho marca Weg; abafador de ruído altamente eficiente; entradas e saídas para mangueiras de ¾; filtro de entrada da sucção de fácil remoção e limpeza; conjunto sucção (flange + rotor + tampa) em bronze; pés niveladores com sistema vibraless; entrada de água com conexão padrão. Sistema rápido de abertura e fechamento da tampa; sistema de ajuste do fluxo de água; sucção de 600 mm/Hg; duplo sistema de filtragem da entrada de água com filtro sinterizado para micro partículas e tela; sistema elétrico instalado em chassi metálico isolado do motor. Acompanha mangueira para instalação da entrada de água; válvula solenoide para acionamento da água.Baixíssimo consumo de água (até 400 ml / minuto); grande capacidade deslocamento de ar, tornando-se uma das principais aliadas no combate à infecção cruzada. Permite a instalação em 127 ou 220 V apenas ajustando as ligações elétricas; sistema de retardo para limpeza interna dos dutos de sucção (kit opcional). Garantia de 1 ano.
Bomba de Vácuo Silent (Biotron): bomba de vácuo portátil para sucção de fluidos e resíduos provenientes de tratamentos ou cirurgias odontológicas. Características e vantagens, segundo o fabricante: vácuo produzido por intermédio de um sistema de motor elétrico seco, livre de óleo, com acionamento por pistões, anéis em PTFE não grafitados e anéis de vedação em silicone; baixo nível de ruído, menos de 45 dB, o mais silencioso do mercado; equipamento elétrico, portátil e de design inovador; controlador micro processado, garantindo perfeito funcionamento durante o processo; sensor de nível interno do reservatório, que garante a drenagem automática em caso de reservatório cheio. Válvulas internas antirrefluxo. Produto com fabricação 100% nacional.
Nela, o dentista habitualmente escolhe colocar o nome, telefone ou um slogan. Mas a indústria na área tem prosperado muito e, além dos mais comuns, chaveiros, canetas, camisetas, calculadoras, mouse pads, porta-lápis, relógios, pen drives e imãs de geladeira, vem criando novos produtos. Um dos mais criativos, já não tão recente, é o cartão de visitas com fio dental embutido, feito em PVC, com qualidade fotográfica. Tem dezenas de fabricantes, facilmente encontráveis na internet.
É usada na redução do dente, corte da dentina, socavar e fraturar o esmalte, remover cáries ou para penetrar no teto da câmara pulpar e removê-la. Como não tem vida longa, pode ter preço bem em conta.
As diamantadas são feitas para corte acelerado, possuem maior dureza e são úteis para todas as fases de um preparo cavitário. Têm como característica a precisão, qualidade e resistência. São mais usadas em procedimentos considerados mais complicados sobre resinas, ligas duras e cerâmicas, para desgastar o esmalte e a dentina com a ajuda de turbinas e motores em baixa, média e alta rotação.
Por sua vez, as transmetais, por sua dureza extrema, são uma excelente opção para a realização de cortes, e por isso geralmente são utilizadas em pacientes que possuem dentes com restaurações em amálgama ou casquetes de metal com porcelana. Sua composição é feita a partir de aço carbide, usualmente de alta rotação e em formato cilíndrico ou pera. Outra grande vantagem da broca transmetal é o seu pescoço extra longo que permite uma clara visualização do dente durante o procedimento.
As brocas podem ter vários tipos de classificação; uma delas é quanto ao tipo de haste, que são três:
FG (Friction Grip): as brocas FG são utilizadas em canetas de alta rotação. Geralmente possuem o diâmetro de 1,6 mm e o seu comprimento é definido pelo ISO, seguido do número 3XX (por exemplo, ISO 313, ISO 314, ISO 315, ISO 316). Vale ressaltar que o comprimento varia de acordo com o tipo e o método de corte. Assim, temos FG Short (ISO 313): 16,5 mm; FG (ISO 314): 19 mm; FG L (ISO 315): 21mm e FG XL (ISSO 316): 25 mm.
CA ou RA (Right Angle): as brocas CA possuem um tamanho intermediário e são usadas em contra ângulos. Geralmente possuem um diâmetro de 2,35 mm e o comprimento é definido pelo ISO, seguido do número 2XX (por exemplo, ISO 204, ISO 205, ISO 206). Também ressalte-se que o comprimento varia de acordo com o tipo e o método de corte. Dessa forma, RA (ISO 204): 22 mm; RA L (ISO 205): 26mm e RA XL (ISO 206): 34 mm. Uma maneira fácil de identificar a Broca CA é observar no final do seu cabo uma haste que permite o encaixe no contra ângulo.
PM ou HP (Hand Piece): essas brocas possuem um tamanho maior e são utilizadas tanto na clínica quanto no laboratório. Geralmente possuem um diâmetro de 2,35 mm e o comprimento é definido pelo ISO, seguido do número 1XX (por exemplo, ISO 103, ISO 104, ISO 105). O comprimento varia de acordo com o tipo e o método de corte. As HP Short (ISO 103): 34 mm; HP (ISO 104): 44,5 mm; HP XL (ISSO 106): 70 mm.
Formatos: outra forma de classificar as brocas é pela forma da sua ponta. Os principais tipos são: esféricas, carretéis, cônicas, cilíndricas, peras, rodas, ovos, chamas, aneladas e especiais.
Também se pode classificar algumas brocas odontológicas pelas cores na sua haste, que variam de acordo com a sua granulometria: grossa, média, fina e extra fina.
- Etiqueta Verde (Grossa): corte rápido e agressivo;
- Azul (Média): escolhida para a maioria das situações clínicas;
- Vermelha (Fina): procedimentos mais delicados;
- Amarela (Ultra Fina): pré-polimento em resinas, não realiza cortes.
Obs.: Existem diferentes cores para o mesmo tipo de broca esférica, pois é possível usá-las para a limpeza de cáries com sua granulação mais grossa ou para o polimento de contorno com a granulação mais fina.
As marcas mais reputadas para as pontas do tipo carbide são Angelus, Allprime, Jet, Kavo, Jota, Superdont. Nas diamentadas, as mais conceituadas costumam ser as da American Burrs, Fava, KG Sorensen, Microdont, Microcopy, Edenta, Superdont e Odontomega. Entre as transmetais, destaque para as Jota, Prima Dental, Allprime, Trihawk e Wilcos.
Recentemente também tem sido uma opção para endodontistas as brocas utilizadas na instrumentação rotatória. Nessa área, as mais procuradas são as das marcas Jota, American Burrs, Wilcos, Angelis e Allprime.
O cadastro no Cadan pode ser feito através da internet, no site http://cadan.prefeitura.sp.gov.br/pls/sisgecan/gcan1p01.gcan1p01_tela, em que o responsável pela empresa ou o contador deve preencher todos os dados solicitados pela Prefeitura, recebendo depois o deferimento ou indeferimento do pedido.
A legislação sobre anúncios em fachadas, terrenos ou entradas de estabelecimentos é bastante rígida, com diversas regras que devem ser seguidas, e tem como objetivo reduzir a poluição visual das ruas, praças e avenidas do município.
Para fazer o cadastro do Cadan via internet, é necessário possuir o número do CCM, o Cadastro de Contribuinte Mobiliário, que é a identificação do contribuinte junto à Prefeitura, para efeito de cobrança do ISS, o Imposto sobre Serviços; a TFA, Taxa de Fiscalização de Anúncio; e a TLIF, Taxa de Fiscalização, Localização, Instalação e Funcionamento.
Além do número do CCM, é necessário também informar o número do IPTU, como Contribuinte Imobiliário. Esse número é encontrado no carnê do IPTU, devendo o imóvel estar cadastrado como comercial.
O terceiro documento a ser informado à Prefeitura para o cadastro no Cadan é a Licença de Funcionamento do estabelecimento, que deve estar atualizada para que o cadastro seja deferido.
Preenchendo os dados do anúncio no Cadan
Depois de informados todos os dados, o próprio site faz validação das informações, para que o contribuinte possa continuar o cadastro do anúncio. É importante lembrar que todas as informações devem estar em acordo com o que o proprietário do estabelecimento implantou em sua empresa, já que o cadastro exige muitos detalhes, tais como:
– local de instalação do anúncio, com as características do imóvel onde ele está instalado;
– posição do anúncio com relação ao imóvel, ou seja, se está instalado na fachada, se é adesivo ou pintura, toldo retrátil ou se está em área livre;
– dimensões e posicionamento do anúncio no local, com a área ocupada pelo anúncio. É importante lembrar que os anúncios devem ter o tamanho limitado pelo que exige a legislação, não podendo ultrapassar as medidas para cada tipo de anúncio;
– avanço sobre o passeio, informando se o anúncio está colocado sobre o local de movimentação de pedestres, notando que, também para esse tipo de instalação de anúncios a legislação tem diversas regras;
– caso o anúncio tenha tamanho maior do que 4 metros quadrados ou a testada do imóvel seja igual ou maior do que 100 metros quadrados, é preciso também possuir a ART – Anotação de Responsabilidade Técnica, documento emitido por um profissional ou uma empresa responsável pelo anúncio, devidamente credenciado pelo CREA.
O anúncio só poderá ser licenciado através da internet quando foi colocado em imóveis com testada única, ou seja, com sua frente para a calçada, não podendo ser imóvel de esquina. Os casos que não estiverem enquadrados nessa categoria devem ser tratados diretamente nas Subprefeituras.
A legislação da Prefeitura do Município de São Paulo permite a colocação de apenas um anúncio por contribuinte cadastrado no CCM por testada do imóvel, devendo todos os anúncios obedecer às restrições de tamanho, tanto da testada do imóvel quanto do anúncio.
As dúvidas sobre colocação de anúncios ou sobre o cadastramento de anúncio no Cadan podem ser dirimidas com o conhecimento da legislação. A lei que trata dessa matéria é a de n° 14.223, promulgada em 26 de setembro de 2006, podendo ser encontrada na íntegra no site da Prefeitura Municipal de São Paulo: http://cadan.prefeitura.sp.gov.br/pls/sisgecan/gcan1p01.gcan1p01_tela.
Polêmica: a Resolução da AMLURB extrapolou o texto do Decreto Nº 58.701/2019 da Prefeitura de São Paulo. O normativo determina que apenas os grandes geradores de resíduos devem realizar o cadastro junto à Amlurb. Porém, a Resolução 130/AMLURB/2019 preconiza que todos os estabelecimentos privados, situados no município de São Paulo, devem realizar seu cadastro perante à Amlurb, sob pena de multa.
município de São Paulo, devem realizar seu cadastro perante à Amlurb, sob pena de multa.
O que é CTR-E
O Controle de Transporte de Resíduos (CTR-E) é um sistema de fiscalização e rastreabilidade criado para cadastrar todos os entes privados (geradores, transportadores, cooperativas e destinos finais), que fazem parte do sistema de limpeza urbana que geram mais de 200 l por dia. A tecnologia permite que a Prefeitura Municipal de São Paulo, por meio da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana – Amlurb, saiba como o resíduo é coletado, transportado e por fim, destinado. Com isto, esperam-se melhorias na zeladoria urbana, na saúde pública, além de economia de recursos públicos.
De acordo com o Decreto nº 58.701/2019 e a Resolução 130/AMLURB/2019, todos os estabelecimentos privados (indústria, comércio e serviços) situados no município de São Paulo devem realizar seu cadastro perante à Amlurb, por meio do sistema que, baseado nas informações fornecidas, irá classificá-los como pequenos ou grandes geradores, a partir de autodeclaração, sendo os mesmos sujeitos às sanções e responsabilidades, de acordo com o Art. 299 do Código Penal – Decreto Lei 2848/40.
A Amlurb disponibilizou o nº telefônico 156 como canal de atendimento e esclarecimento de dúvidas em São Paulo. Nos demais municípios, procure em seus sites.
Para iniciar o seu cadastro no sistema CTR-E, acesse: https://www.ctre.com.br/login
O objetivo mais amplo do CNES é, por meio das informações de quantidade e infraestrutura da rede assistencial existente, conseguir melhor planejamento do governo para o gerenciamento eficiente na área da saúde nas esferas federal, estadual e municipal. Mas também: auxilia no mapeamento da rede assistencial do país; é ferramenta que contribui para que os gestores de saúde possam tomar decisões com mais facilidade, além de disponibilizar informações dos estabelecimentos de saúde para outros sistemas de informação como o Serviço Nacional de Saúde (SUS), e ser fonte de pesquisa para o planejamento estratégico, o monitoramento e o controle das instituições de saúde.
Além disso, o cadastro também fornece informações valiosas para pacientes, que podem conferir a regularidade das instituições que frequentam, assim como a existência e disponibilidade de serviços, força de trabalho e capacidade instalada dos estabelecimentos de saúde e territórios.
Para realizar o cadastro, é necessário procurar o órgão gestor de saúde municipal ou estadual, como a secretaria de saúde da cidade.
A entrada no pedido demanda que a instituição esteja regularizada junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária e com o Alvará de Funcionamento emitido pela prefeitura. O CNES profissional deve ser completado e entregue em duas vias. Ele contém 15 fichas para serem preenchidas. Após conseguir as autorizações, deve-se realizar o cadastro no site do CNES (http://cnes.datasus.gov.br/pages/profissionais/consulta.jsp).
Como consultar o CNES de um estabelecimento de saúde? Assim como a consulta do profissional, a do estabelecimento de saúde também deve ser feita no Datasus, site oficial do CNES. Para isso, é só preencher o seu estado, a cidade e ver a lista de estabelecimentos cadastrados.
Quais informações estão disponíveis no CNES? Desde informações mais básicas como nome, endereço, telefone, até dados de estrutura como equipamentos e recursos físicos e os serviços oferecidos. Enfim, todas as informações relevantes sobre o estabelecimento constam no CNES, ficando disponíveis para todos que desejarem saber mais. Outro dado interessante disponibilizado no CNES é sobre os profissionais que atuam no estabelecimento, como o registro na CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) e a carga horária que o profissional cumpre no estabelecimento de saúde.
É responsabilidade do estabelecimento de saúde, de acordo com a portaria Nº 1.646, do Ministério da Saúde, manter os dados do sistema atualizados.
Segundo alguns técnicos, a Dabi é a que dispõe de mais peças de reposição, quando é preciso fazer reparos. Há novas marcas com boa tecnologia à disposição, com design e valores atrativos, mas pecam quase sempre pela falta de maior estrutura e aparato de assistência. Se você precisar, só com muita sorte vai conseguir a tempo. Quanto à área mínima destinada à montagem, de acordo com a Vigilância Sanitária: consultórios odontológicos e unidades móveis odontológicas devem ter área mínima de atendimento de 6 m². As clínicas deverão ter esta área em cada um de seus consultórios (Res. SS-15, de 18 de janeiro 1999) (V. também instalações). Todos os estabelecimentos de assistência odontológica devem ser providos, além das áreas para os procedimentos e para espera de pacientes, de local para arquivo e local para armazenagem e acondicionamento de instrumentais e medicamentos.
Os tipos de cadeira odontológica disponíveis no mercado
Para começar, é importante saber que o mercado oferece três tipos de cadeiras e, por isso, deve-se ficar atento a essa característica para encontrar o modelo que melhor se adeque ao dia a dia, que são as cadeiras automáticas, automáticas com volta a zero e semiautomáticas. Uma boa dica é procurar vídeos no YouTube produzidos por colegas de profissão, que exploram todas as funcionalidades da cadeira e mostram como cada modelo funciona.
O que analisar para comprar a cadeira odontológica?
Por ser um investimento alto e que deve durar muitos anos, é essencial analisar todos os detalhes e considerá-los antes de fazer a compra. Lembre-se que vai-se utilizar todos os dias e, portanto, convém que ela sirva para as suas necessidades e as dos seus pacientes.
As melhores cadeiras oferecem conforto e estabilidade para o paciente e têm ergonomia adequada para o trabalho do profissional. Escolha um equipamento de marca confiável para que, assim, os procedimentos possam ser feitos da forma mais rápida e precisa possível, sem comprometer a segurança do cliente e do dentista.
Algumas cadeiras odontológicas têm a função de higiene automática, com alto nível de precisão. Caso você queira um equipamento simples, prefira o que tenha estofamento sem costuras para facilitar a limpeza. Outras, ainda mais modernas, permitem organizar, salvar e acessar os dados de exames em um monitor acoplado, sem que o dentista precise sair do lado do paciente. Há ainda cadeiras odontológicas que se sobressaem pela economia e durabilidade da peça principal e da mesa do equipo.
Antes de comprar, converse com colegas de profissão e pergunte sobre a experiência deles com o equipamento atual. Outro ponto é saber se haverá ou não facilidade para encontrar peças e assistência técnica na sua região. Às vezes, com uma cadeira de dentista de preço baixo, pode-se enfrentar dificuldades com o suporte.
Veja outros pontos importantes para atentar-se na hora da compra.
Luz do refletor
Um dos pontos importantes a considerar na hora de fazer a sua escolha é o tipo de luz do refletor, que pode ser halógena ou LED. O primeiro tipo é mais antiquado. Apesar das lâmpadas halógenas oferecerem boa iluminação, elas gastam mais energia, o que não é nada atraente para um consultório odontológico, já que vai-se precisar do refletor ligado o expediente todo. As lâmpadas de LED são a grande aposta das cadeiras modernas, pois proporcionam economia na conta de energia. Além disso, a vida útil é maior e costuma ser o melhor custo-benefício.
Apelo estético
O apelo estético parece ser um dos pontos que pedem menos preocupação. Mas a verdade é que ele é muito importante para atrair o paciente e passar uma boa imagem. Uma cadeira com um visual desconfortável e que não passa confiança, já será o primeiro obstáculo para a relação paciente e dentista. Em especialidades como a odontopediatria, não há dúvidas da importância da estética para chamar atenção dos pequenos.
Cores disponíveis
E por falar em chamar a atenção, um catálogo com diversas cores disponíveis também é importante. É claro que essa característica tem a ver com estética, mas ainda assim deve ser considerada. Imagine apreciar o modelo da cadeira, mas ter apenas opções com cores que não combinam com o seu consultório ou que você não gosta? Sem dúvidas, seria muito desagradável passar anos lidando com esse equipamento. Além disso, é importante escolher cores que passam sentimentos positivos ao paciente, como forma de acalmar e reduzir a ansiedade.
Assistência, peças e garantia
Montar um consultório não é algo barato. Requer investimento e, por isso, todas as compras devem ser feitas de forma muito consciente. Por isso, ao comprar a sua cadeira odontológica, é crucial considerar a assistência, as peças e a garantia.
Justamente por ser algo caro, é importante que o fabricante ofereça boa garantia por um período de tempo considerável, assim como disponibilize assistência de qualidade e prática, que não deixem na mão. Se se questiona como saber se uma assistência é boa, nossa dica é buscar pela marca desejada no site Reclame Aqui, que irá mostrar todas as reclamações e os problemas de clientes.
Ergonomia
Cadeiras ergonômicas tanto para pacientes quanto dentistas são essenciais. Essa é uma das características mais importantes, porque está diretamente ligada ao bem-estar do profissional.
É crucial escolher designs que favoreçam a praticidade no dia a dia, a agilidade e que permitam que você encontre a posição correta para trabalhar, sem que isso custe a saúde das costas e dos membros superiores.
Conforto
Manter o paciente confortável durante o atendimento irá ajudar a realizar procedimentos de forma tranquila e com menos estresse. Lembre-se que há procedimentos mais longos e que, por isso, independentemente do tempo que leva, o paciente deve estar bem acomodado.
No caso da odontopediatria ou de pacientes que necessitam de adaptações, é importante averiguar se a cadeira faz sentido para esses atendimentos. O comando deve ser elétrico, tanto para sua elevação e descenso quanto para os ajustes horizontais. O acionamento deve ser por um pedal e ter um dispositivo de segurança antiesmagamento dos membros inferiores.
É recomendado que o apoio de braços tenha design moderno, com movimentação ou não, permitindo fácil acesso ao paciente, assim como uma área de privacidade. Os modelos premium têm massageador para relaxar e acalmar o paciente durante os procedimentos.
Espaço do consultório
Antes de sair comprando a sua cadeira odontológica, é fundamental ter noção das medidas do seu consultório, lembrando-se de que a Anvisa tem algumas regras em relação a esse assunto.
Para consultório individual, a Anvisa exige área mínima de 9 m², enquanto que para coletivos as medidas irão depender do número de equipamentos. Outros pontos importantes levantados pelo órgão são:
- Distância mínima livre de 80 cm na cabeceira e mais de 1 metro nas laterais da cadeira odontológica.
- Distância mínima de 2 metros entre duas cadeiras para possibilitar a circulação dos dentistas e reduzir a contaminação por aerossóis.
Opcionais
Os opcionais até podem deixar a cadeira um pouco mais cara, mas se poderá verificar que no dia a dia eles fazem toda a diferença na hora do atendimento. É importante lembrar que cada especialidade precisa de materiais próprios e, portanto, não existe uma “receita de bolo” para escolher esses itens. Por exemplo, para dentistas que atuam na periodontia ou fazem procedimentos cirúrgicos, é importante ter um sugador e bomba a vácuo. Já para resolver questões de acessibilidade, o encosto de cabeça biarticulado e o apoio de braços rebatível não podem faltar. Ou se você não trabalha a quatro mãos, o braço assistente é essencial para deixar o atendimento mais simples.
Como pode ver, é necessário conhecer muito bem as necessidades da sua rotina e escolher opcionais que tenham tudo a ver com ela.
Marcas renomadas no mercado
Outra dica importante para escolher a sua cadeira é apostar em boas marcas, que estão há anos no mercado e carregam excelente reputação. Esse é o caminho mais seguro, afinal, essas empresas trazem longa experiência em produtos odontológicos e têm boa aceitação por grande parte dos dentistas. A Dabi, por exemplo, é uma delas. Presente no mercado há quase 70 anos, a empresa busca trazer inovação em seus produtos, aliado à tecnologia. Recentemente, com a abertura do mercado, muitas novas marcas vêm desembarcando no país, principalmente chinesas, que possuem uma tecnologia incrivelmente interessante. Mas é melhor sempre avaliar vários pontos.
O valor de uma cadeira odontológica
A cadeira odontológica pode ser encontrada em diferentes faixas de preço. Há modelos mais simples, que podem ser comprados a partir de R$ 15 mil, assim como há produtos mais sofisticados, que chegam a quase R$ 70 mil.
É necessário ter em mente a sua necessidade, entender quais os opcionais disponíveis e, claro, o conforto do dia a dia do trabalho. Uma cadeira pode aparentar ser cara mas, ao olhar minuciosamente para tudo o que ela oferece, se chegará à conclusão que o preço vale a pena, já que o modelo proporciona um leque de oportunidades para o seu dia a dia. É muito importante considerar como um investimento duradouro e valioso.
Escolher uma cadeira odontológica de qualidade vai contribuir para o fluxo de trabalho, satisfação do cliente e o apelo estético geral do consultório. Quando você compra uma cadeira adequada, está investindo em aprimoramento de longo prazo para a clínica.
Na vitrine da principal dental brasileira, atualmente, estão dispostos 8 modelos diferentes de cadeiras da Dabi Atlante, 12 da Gnatus, 4 da Cyon e da marca D700.
Use sua criatividade na elaboração, levando em conta, em nome do bom gosto, princípios de design gráfico, como alinhamento (nada deve ser colocado aleatoriamente no cartão: todo item deve ter conexão visual com algo no cartão), proximidade das informações relacionadas (itens afins devem ser agrupados), contraste (se dois itens não forem exatamente os mesmos, diferencie-os completamente), que o resultado vai ficar visualmente mais bonito. Se você tiver dificuldade, habitualmente os vendedores de gráficas costumam carregar catálogos com muitos exemplos de visuais deslumbrantes, e você pode ter boas sugestões que combinem com sua marca. Cartões são essenciais na carteira, na escrivaninha, sempre à mão. Mas lembre-se de que são instrumentos comerciais para serem trocados em ocasiões comerciais, com finalidades idem. Evite ser chato. Em casos mais pessoais, anote o número do telefone na agenda mesmo.
A grande desvantagem é a privacidade, já que diariamente você vai encontrar vizinhos e ter que conviver com síndico e zelador. Mas há também outros possíveis incômodos, como ter que arcar com despesas de moradores inadimplentes, cumprir normas estabelecidas pela maioria, dispor de espaços reduzidos e enfrentar barulhos. Casas possuem em regra mais espaço, mas também mais vulnerabilidade, e esse é o aspecto decisivo para a maioria dos moradores de cidades grandes em que segurança é atributo indispensável na hora de optar por imóvel. Cidades menores têm valores um pouco diferentes, mas a tendência para que profissionais de saúde acabem se unindo em condomínios parece ser irrefreável.
O Cerec (Chairside Economical Restorations of Esthetic Ceramics) CAD/CAM (sigla em inglês para as expressões CAD – Computer-Aided Design, que em português significa Desenho Assistido por Computador, e CAM – Computer-Aided Manufacturing, que é Manufatura Assistida por Computador) é capaz de produzir prótese de zircônia em 5 minutos; sem ele, o tratamento convencional com protético leva de duas a três sessões. O aparelho consiste basicamente de uma microcâmera intra-oral, um computador com software específico e uma fresadora para produção da prótese. Com a ajuda da microcâmera, o dentista capta a imagem do dente a ser restaurado. O próprio aparelho tira fotos 3D do dente e envia direto para o computador, permitindo que o dentista modele a peça de acordo com a necessidade particular do paciente, e depois a esculpe.
Ela é, então, ampliada na tela do aparelho. Sobre essa imagem o profissional desenha a prótese sob medida para o paciente. Quando o desenho está pronto, a fresadora está pronta para moldar um bloco de cerâmica na forma do dente desejado. Esses blocos cerâmicos podem ser de cerâmica feldspática, cerâmica reforçada com leucita ou alumina reforçada por vidro, o que os tornam mais resistentes a fraturas. Esse sistema é indicado para confecção de inlays, onlays, coroa total anterior e posterior, lentes de contato, facetas, copings, infra-estrutura para próteses fixas de três elementos.
As próteses feitas por este sistema têm como características, quando comparadas à resina composta: estabilidade de cor, estabilidade dos pontos de contato proximais e oclusais, resistência à abrasão, durabilidade. Vantagens em relação aos outros sistemas cerâmicos: sessão única, dispensa moldagem; dispensa provisório, não precisa de laboratório de prótese. Desenvolvido pela Siemens, por um engenheiro em associação com um dentista, em 1985, teve boa aceitação, se considerado seu custo: foram comercializados 30 exemplares da primeira versão no Brasil, 20 da segunda e, até meados de 2005, o Cerec 3, que como novidade trabalha com imagens em 3D, era encontrado em 25 clínicas em todo Brasil. O valor de um sistema completo de CAD/CAM depende das especificações, podendo chegar a valores acima de R$ 250.000,00; comercialização pela Dentsply/Sirona, 0800-7712226. http://www.dentsplysirona.com
Sua resistência à abrasão é superior à das resinas compostas, bem como a sua estabilidade. Podem ser utilizadas como revestimento de estruturas metálicas ou como coroa inlay/onlay e facetas sem metal. Outra vantagem, segundo o protético Osmar Kian, “é poder ser reparada na boca com qualquer resina fotopolimerizável”. Sua matriz orgânica de polímeros favorece a cimentação adesiva. Os mais utilizados atualmente são Artglass e Targis-Vectris. Artglass é material resinoso reforçado utilizado para o revestimento de coroas veneers e pontes, com boa elasticidade, fácil polimento após ajustes oclusais, baixo risco de fratura, menor desgaste fisiológico comparado às porcelanas convencionais e, quando necessário, os reparos podem ser realizados com a resina fotopolimerizável com a qualidade similar à Charisma (Heraeus Kulzer) sem precisar de desgaste do antagonista. Targis Vectris, devido à sua resistência, é muito utilizado para prótese fixa sem metal. A dupla Targis Vectris é excelente combinação para próteses. Targis é um produto da nova geração de cerômeros (Ceramic Optimized Polymer), que une as vantagens das cerâmicas com os compósitos modernos. Mesmo sendo um cerômero, devido às suas propriedades e características estéticas tem custo muito maior que uma cerâmica artglass, por exemplo. Serve de revestimento estético para restaurações com e sem metal. Combinado à estrutura translúcida Vectris, permite a confecção de próteses fixas sem metal de até três elementos. Outras aplicações: inlays/onlays, facetas laminadas, coroas telescópicas. Por ser um cerômero, além da translucidez e fluorescência similares às da cerâmica, possui excelente polimento e permite reparação em boca, quando necessário. Sua matriz orgânica de polímeros favorece a cimentação adesiva. Outra vantagem é sua dureza, similar à do esmalte. Sua confecção inclui um processo combinado de fotopolimerização, pressão e vácuo sobre o material FRC. O Fibre Reinforced Composite – FRC (Vectris) é produto composto de fibras dispostas de forma uni e multidirecional. Esta tecnologia é encontrada, por exemplo, na indústria de construção naval e aerospacial, com excelente estabilidade, coerente distribuição de tensão e elasticidade similar à da dentina.
Itens relacionados à saúde em Odontologia e Estomatologia, a doenças do aparelho digestório e a pessoas em contato com serviços de saúde para procedimentos e cuidados específicos
CID-10 – CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE
CAPÍTULO XI DOENÇAS DO APARELHO DIGESTÓRIO (K00-K93)
K00-K14 Doenças da cavidade oral, das glândulas salivares e dos maxilares
K00 Distúrbios do desenvolvimento e da erupção dos dentes
K00.0 Anodontia
K00.00 Anodontia parcial (hipodontia) (oligodontia)
K00.01 Anodontia total
K00.09 Anodontia inespecífica
K00.1 Dentes supranumerários
K00.10 Regiões dos incisivos e dos caninos
K00.11 Regiões dos pré-molares
K00.12 Regiões dos molares
K00.19 Dentes supranumerários, não especificados
K00.2 Anomalias do tamanho e da forma dos dentes
K00.20 Macrodontia
K00.21 Microdontia
K00.22 Concrescência
K00.23 Fusão e germinação
K00.24 Dente evaginado (tubérculo oclusal)
K00.25 Dente invaginado (dens in dente) e anomalias dos incisivos
K00.26 Pré-molarização
K00.27 Tubérculos anormais e pérolas de esmalte
K00.28 Taurodontismo
K00.29 Anormalidades inespecíficas e outras do tamanho e da forma dos dentes
K00.3 Dentes manchados
K00.30 Manchas do esmalte endêmicas
K00.31 Manchas do esmalte não endêmicas
K00.39 Dentes manchados, não especificado
K00.4 Distúrbios na formação dos dentes
K00.40 Hipoplasia do esmalte
K00.41 Hipoplasia pré-natal do esmalte
K00.42 Hipoplasia neonatal do esmalte
K00.43 Aplasia e hipoplasia do cemento
K00.44 Dilaceração
K00.45 Odontodisplasia
K00.46 Dente de Turner
K00.48 Outros distúrbios da formação dentária especificados
K00.49 Distúrbio na formação dentária, não especificado
K00.5 Anomalias hereditárias da estrutura dentária não classificadas em outra parte
K00.50 Amelogênese imperfeita
K00.51 Dentinogênese imperfeita
K00.52 Odontogênese imperfeita
K00.59 Anomalias hereditárias da estrutura dentária, inespecíficas
K00.6 Distúrbios da erupção dentária
K00.60 Dentes natais
K00.61 Dentes neonatais
K00.62 Erupção prematura dos dentes
K00.63 Dentes temporários retidos
K00.64 Erupção tardia
K00.65 Queda prematura de dentes temporários
K00.68 Outros distúrbios da erupção dentária especificados
K00.69 Distúrbio da erupção dentária, não especificado
K00.7 Síndrome da erupção dentária
K00.8 Outros distúrbios do desenvolvimento dos dentes
K00.80 Alterações de cor durante a formação dos dentes, pela incompatibilidade do tipo sangüíneo
K00.81 Alterações de cor durante a formação dos dentes, devidas à má-formação do sistema biliar
K00.82 Alterações de cor durante a formação dos dentes, devidas à porfiria
K00.83 Alterações de cor durante a formação dos dentes, devidas à tetraciclina
K00.88 Outros distúrbios especificados de desenvolvimento dos dentes
K00.9 Distúrbio não especificado do desenvolvimento dentário
K01 Dentes inclusos e impactados
K01.0 Dentes inclusos (dente que não irrompeu sem que tenha havido obstrução por outro)
K01.1 Dentes impactados
K01.10 Incisivo superior
K01.11 Incisivo inferior
K01.12 Canino superior
K01.13 Canino inferior
K01.14 Pré-molar superior
K01.15 Pré-molar inferior
K01.16 Molar superior
K01.17 Molar inferior
K01.18 Dentes supranumerários
K01.19 Dente impactado não especificado
K02 Cárie dentária
K02.0 Cáries limitadas ao esmalte
K02.1 Cáries da dentina
K02.2 Cárie do cemento
K02.3 Cáries dentárias estáveis
K02.4 Odontoclasia
K02.8 Outras cáries dentárias
K02.9 Cárie dentária, sem outra especificação
K03 Outras doenças dos tecidos dentários duros
K03.0 Atrito dentário excessivo
K03.1 Abrasão dentária
K03.2 Erosão dentária
K03.3 Reabsorção patológica dos dentes
K03.4 Hipercementose
K03.5 Ancilose dentária
K03.6 Depósitos nos dentes
K03.7 Alterações pós-eruptivas da cor dos tecidos duros dos dentes
K03.8 Outras doenças especificadas dos tecidos duros dos dentes
K03.9 Doença dos tecidos duros dos dentes, não especificada
K04 Doenças da polpa e dos tecidos periapicais
K04.0 Pulpite
K04.1 Necrose da polpa
K04.2 Degeneração da polpa
K04.3 Formação anormal de tecidos duros na polpa
K04.4 Periodontite apical aguda de origem pulpar
K04.5 Periodontite apical crônica
K04.6 Abscesso periapical com fístula
K04.7 Abscesso periapical sem fístula
K04.8 Cisto radicular
K04.9 Outras doenças da polpa e dos tecidos periapicais e as não especificadas
K05 Gengivite e doenças periodontais
K05.0 Gengivite aguda
K05.1 Gengivite crônica
K05.2 Periodontite aguda
K05.3 Periodontite crônica
K05.4 Periodontose
K05.5 Outras doenças periodontais
K05.6 Doença periodontal, sem outra especificação
K06 Outros transtornos da gengiva e do rebordo alveolar sem dentes
K06.0 Retração gengival
K06.1 Hiperplasia gengival
K06.2 Lesões da gengiva e do rebordo alveolar sem dentes, associadas a traumatismos
K06.8 Outros transtornos especificados da gengiva e do rebordo alveolar sem dentes
K06.9 Transtorno da gengiva e do rebordo alveolar sem dentes, sem outra especificação
K07 Anomalias dentofaciais (inclusive a má-oclusão)
K07.0 Anomalias importantes (major) do tamanho da mandíbula
K07.1 Anomalias da relação entre a mandíbula com a base do crânio
K07.2 Anomalias da relação entre as arcadas dentárias
K07.3 Anomalias da posição dos dentes
K07.4 Má-oclusão, não especificada
K07.5 Anormalidades dentofaciais funcionais
K07.6 Transtornos da articulação temporomandibular
K07.8 Outras anomalias dentofaciais
K07.9 Anomalia dentofacial, sem outra especificação
K08 Outros transtornos dos dentes e de suas estruturas de sustentação
K08.0 Esfoliação dos dentes devida a causas sistêmicas
K08.1 Perda de dentes devida a acidente, à extração ou a doenças periodontais localizadas
K08.2 Atrofia do rebordo alveolar sem dentes
K08.3 Raiz dentária retida
K08.8 Outros transtornos especificados dos dentes e das estruturas de sustentação
K08.9 Transtorno dos dentes e de suas estruturas de sustentação, sem outra especificação
K09 Cistos da região bucal não classificados em outra parte
K09.0 Cistos odontogênicos de desenvolvimento
K09.1 Cistos de desenvolvimento (não odontogênicos) da região bucal
K09.2 Outros cistos das mandíbulas
K09.8 Outros cistos da região oral não classificados em outra parte
K09.9 Cistos da região oral, sem outras especificações
K10 Outras doenças dos maxilares
K10.0 Transtornos do desenvolvimento dos maxilares
K10.1 Granuloma central de células gigantes
K10.2 Afecções inflamatórias dos maxilares
K10.3 Alveolite maxilar
K10.8 Outras doenças especificadas dos maxilares
K10.9 Doença dos maxilares, sem outra especificação
K11 Doenças das glândulas salivares
K11.0 Atrofia de glândula salivar
K11.1 Hipertrofia de glândula salivar
K11.2 Sialadenite
K11.3 Abscesso de glândula salivar
K11.4 Fístula de glândula salivar
K11.5 Sialolitíase
K11.6 Mucocele de glândula salivar
K11.7 Alterações da secreção salivar
K11.8 Outras doenças das glândulas salivares
K11.9 Doença de glândula salivar, sem outra especificação
K12 Estomatite e lesões correlatas
K12.0 Aftas bucais recidivantes
K12.1 Outras formas de estomatite
K12.2 Celulite e abscesso da boca
K13 Outras doenças do lábio e da mucosa oral
K13.0 Doenças dos lábios
K13.1 Mordedura da mucosa das bochechas e dos lábios
K13.2 Leucoplasia e outras afecções do epitélio oral, inclusive da língua
K13.3 Leucoplasia pilosa
K13.4 Lesões granulomatosas e granulomatóides da mucosa oral
K13.5 Fibrose oral submucosa
K13.6 Hiperplasia irritativa da mucosa oral
K13.7 Outras lesões e as não especificadas da mucosa oral
K14 Doenças da língua
K14.0 Glossite
K14.1 Língua geográfica
K14.2 Glossite rombóide mediana
K14.3 Hipertrofia das papilas linguais
K14.4 Atrofia das papilas linguais
K14.5 Língua escrotal
K14.6 Glossodínia
K14.8 Outras doenças da língua
K14.9 Doença da língua, sem outra especificação
Z40-Z54 PESSOAS EM CONTATO COM OS SERVIÇOS DE SAÚDE PARA PROCEDIMENTOS E CUIDADOS ESPECÍFICOS
Este agrupamento contém as seguintes categorias:
Z40 Cirurgia profilática
Z41 Procedimentos para outros propósitos exceto cuidados de saúde
Z42 Seguimento envolvendo cirurgia plástica
Z43 Atenção a orifícios artificiais
Z44 Colocação e ajustamento de aparelhos de prótese externa
Z45 Ajustamento e manuseio de dispositivo implantado
Z45.8 Ajustamento e manuseio de outros dispositivos implantados
Z45.9 Ajustamento e manuseio de dispositivo implantado não especificado
Z46 Colocação e ajustamento de outros aparelhos
Z46.4 Colocação e ajustamento de aparelho ortodôntico
Z46.7 Colocação e ajustamento de aparelho ortopédico
Z46.9 Colocação e ajustamento de aparelho não especificado
Z47 Outros cuidados de seguimento ortopédico
Z48 Outro seguimento cirúrgico
Z49 Cuidados envolvendo diálise
Z50 Cuidados envolvendo o uso de procedimentos de reabilitação
Z51 Outros cuidados médicos
Z52 Doadores de órgãos e tecidos
Z53 Pessoas em contato com serviços de saúde para procedimentos específicos não realizados
Z54 Convalescença
Z54.0 Convalescença após cirurgia
Z54.4 Convalescença após tratamento de fratura
Z54.7 Convalescença após tratamento combinado
Convalescença após qualquer combinação de tratamento classificada em Z54.0-.4
Z54.8 Convalescença após outro tratamento
Z54.9 Convalescença após tratamento não especificado
Q35 Fenda palatina
Q35.0 Fenda bilateral do palato duro
Q35.1 Fenda unilateral do palato duro
Q35.2 Fenda bilateral do palato mole
Q35.3 Fenda unilateral do palato mole
Q35.4 Fenda bilateral dos palatos duro e mole
Q35.5 Fenda unilateral dos palatos duro e mole
Q35.6 Fenda mediana do palato
Q35.7 Fenda da úvula
Q35.8 Fenda palatina não especificada bilateral
Q35.9 Fenda palatina não especificada unilateral
Q36 Fenda labial
Q36.0 Fenda labial bilateral
Q36.1 Fenda labial mediana
Q36.9 Fenda labial unilateral
Q37 Fenda labial com fenda palatina
Q37.0 Fenda bilateral do palato duro com fenda labial
Q37.1 Fenda unilateral dos palatos duro e mole com fenda labial
Q37.2 Fenda bilateral do palato mole com fenda labial
Q37.3 Fenda unilateral do palato mole com fenda labial
Q37.4 Fenda bilateral dos palatos duro e mole com fenda labial
Q37.8 Fenda bilateral do palato com fenda labial, não especificada
Q37.9 Fenda unilateral do palato com fenda labial, não especificada
Q38 Outras malformações congênitas da língua, da boca e da faringe
Q38.0 Malformações congênitas dos lábios, não classificadas em outra parte
Q38.1 Anquiloglossia
Q38.2 Macroglossia
Q38.3 Outras malformações congênitas da língua
Q38.4 Malformações congênitas das glândulas e dutos salivares
Q38.5 Malformações congênitas do palato, não classificadas em outra parte
Q38.6 Outras malformações conjuntas da boca
F45.8 Bruxismo
R06.5 Respiração pela boca
R19.6 Halitose
R22 Tumefação, massa ou tumoração localizados na pele ou no tecido subcutâneo
R43 Distúrbios do olfato e do paladar
R47 Distúrbios da fala
R68.2 Boca seca, não especificada
S00.5 Traumatismos dos lábios e da cavidade oral
S01.4 Ferimento da bochecha e da cavidade oral
S02 Fratura do crânio e dos ossos da face
S02.4 Fratura dos ossos malares e maxilares
S02.5 Fratura de dentes
S02.6 Fratura de mandíbula
S02.8 Outras fraturas do crânio e ossos da face
S03 Luxação, entorses ou distensão das articulações e dos ligamentos da cabeça
S03.0 Luxação do maxilar
S03.2 Luxação dentária
S03.4 Entorse e distensão do maxilar
S04 Traumatismo dos nervos cranianos
S04.3 Traumatismo do nervo trigêmeo
T18.0 Corpo estranho na boca
T20 Queimadura do lábio
T28.0 Queimadura da boca e da faringe
Mas um OK é muito importante nessa hora e dá segurança. Tudo nos “conformes”, o piso pode ser coberto pelo cimento.
DADOS DE POPULAÇÃO, MUNICÍPIOS E HABITANTES POR CDs
BRASIL, GRANDES REGIÕES E UNIDADES DA FEDERAÇÃO
N° dentistas População N° municípios Número
em 13/07/2007 estimativa 2005 sem dentista/total habitantes/dentista
BRASIL 215.126 184.184.264 1.614/5.833 856
Região Norte 7.742 14.698.878 156/471 1.898
Rondônia 965 1.534.594 12/52 1.590
Acre 369 669.736 10/22 1.815
Amazonas 1.720 3.232.330 15/66 1.879
Roraima 261 391.317 3/16 1.499
Pará 2.944 6.970.586 58/155 2.367
Amapá 295 594.587 9/18 2.015
Tocantins 1.188 1.305.728 49/142 1.099
Região Nordeste 28.698 51.019.091 939/1.835 1.777
Maranhão 1.935 6.103.327 134/220 3.154
Piauí 1.651 3.006.885 165/224 1.821
Ceará 4.335 8.097.276 65/195 1.867
Rio Grande do Norte 2.313 3.003.087 107/170 1.298
Paraíba 2.789 3.595.886 147/227 1.289
Pernambuco 5.471 8.413.593 62/190 1.537
Alagoas 1.854 3.015.912 45/102 1.626
Sergipe 1.252 1.967.791 47/75 1.571
Bahia 7.098 13.815.334 167/432 1.946
Acre
Fig. 4.1 – Os municípios sem CDs (n° de habitantes): Assis Brasil (5.063 habitantes), Bujari (8.423), Capixaba (7.067), Jordão (4.633), Mâncio Lima (12.747), Marechal Thaumaturgo (8.455), Porto Acre (12.085), Porto Walter (4.962), Santa Rosa do Purus (3.395), Senador Guiomard (20.505).
N° dentistas População N° municípios Número
Em 1/1/2006 Estimativa 2005 sem dentista/ habitantes/ total dentista
Região Sudeste 127.435 78.472.017 213/1.813 615
Minas Gerais 26.522 19.237.450 144/928 725
Espírito Santo 3.999 3.408.365 2/86 852
Rio De Janeiro 25.382 15.383.407 0/101 606
São Paulo 71.532 40.442.795 67/698 565
Região Sul 33.688 26.973.511 226/1.228 800
Paraná 13.519 10.261.856 52/425 759
Santa Catarina 7.561 5.866.568 57/296 775
Rio Grande Do Sul 12.608 10.845.087 117/507 860
Região Centro-oeste 17.563 13.020.767 80/486 741
Mato Grosso Do Sul 2.816 2.264.468 2/87 804
Mato Grosso 2.877 2.803.274 20/146 974
Goiás 6.651 5.619.917 58/252 844
Distrito Federal 5.219 2.333.108 0/1 447
Por sexo: no Brasil, dentistas do sexo masculino: 92.836, feminino: 111.267 (dado do CFO, em 13.12.2005)
BRASIL: OS DESERTOS DE CIRURGIÕES-DENTISTAS – TODOS OS MUNICÍPIOS, POR ESTADO
Mapas com a localização de todos os municípios do país que ainda não dispõem de CDs (área branca do mapa) – Informações do CFO e IBGE.
Acre
Assis Brasil (5.063), Bujari (8.423), Capixaba (7.067), Jordão (4.633), Mâncio Lima (12.747), Marechal Thaumaturgo (8.455), Porto Acre (12.085), Porto Walter (4.962), Santa Rosa dos Purus )3.395), Senador Guiomard (20.505).
Alagoas
Água Branca (18.975), Belo Monte (6.669), Branquinha (13.217), Campestre (4.481), Campo Alegre (43.696), Campo Grande (8.566), Carneiros (7.148), Chã Preta (7.487), Coité do Nóia (13.368), Colônia Leopoldina (17.965), Coqueiro Seco (5.353), Dois Riachos (11.727), Estrela de Alagoas (16.815), Feliz Deserto (4.085), Flexeiras (11.905), Inhapi (19.633), Jacaré dos Homens (6.330), Jacuípe (7.208), Japaratinga (6.727), Jaramataia (6.675), Jequiá da Praia (12.926), Joaquim Gomes (19.788), Jundiá (3.809), Junqueiro (24.841), Limoeiro de Anadia (27.280), Mar Vermelho (4.149), Maravilha (15.132), Mata Grande (24.128), Messias (12.883), Minador do Negrão (4.101), Monteirópolis (7.929), Novo Lino (7.757), Olho d’Água do Casado (7.463), Olho d’Água Grande (5.119), Palestina (5.084), Paripueira (8.762), Passo de Camaragibe (13.544), Pindoba (2.411), Porto de Pedras (10.628), Roteiro (6.697), São Brás (6.700), São José da Tapera (27.655), Satuba (14.666), Senador Rui Palmeira (13.587), Tanque d’Arca (5.892).
Amapá
Calçoene (7.703), Cutias (4.285), Ferreira Gomes (4.321), Laranjal do Jarí (35.872), Mazagão (13.913), Pedra Branca do Amapari (5.606), Pracuúba (2.829), Serra do Navio (4.169), Vitória do Jarí (11.041).
Bahia
Abaré (15.026 habitantes), Adustina (14.670), Água Fria (15.077), Aiquara (4.502), Almadina (6.520), América Dourada (15.955), Anagé (24.492), Angical (13.855), Anguera (9.445), Antônio Cardoso (11.803), Antônio Gonçalves (6.981), Aporá (17.412), Apuarema (6.920), Araçás (12.321), Aramari (10.274), Arataca (9.729), Aratuípe (8.738), Aurelino Leal (18.034), Banzaê (10.947), Barra do Choça (50.826), Barra do Rocha (7.062), Barro Alto (12.122), Barro Preto (7.350), Barrocas (12.844), Belo Campo (19.756), Biritinga (14.654), Boa Nova (24.954), Boa Vista do Tupim (19.190), Bom Jesus da Serra (10.675), Bonito (14.040), Botuporã (13.354), Brejões (16.787), Brejolândia (7.192), Caatiba (19.142), Cabaceiras do Paraguaçu (16.189), Caem (9.711), Caetanos (14.593), Cairu (9.025), Caldeirão Grande (8.626), Canápolis (9.911), Candeal (9.741), Caraíbas (9.612), Cardeal da Silva (9.058), Catolândia (2.978), Caturama (8.562), Chorrochó (10.527), Contendas do Sincorá (3.951), Coração de Maria (24.996), Cordeiros (6.645), Coronel João Sá (21.251), Cotegipe (13.934), Cravolândia (5.177), Cristópolis (12.669), Curaçá (31.313), Dário Meira (16.296), Dom Macedo Costa (3.650), Fátima (18.683), Feira da Mata (6.167), Filadélfia (17.319), Firmino Alves (4.949), Floresta Azul (10.157), Gavião (3.335), Gentio do Ouro (9.597), Glória (15.652), Gongogi (11.506), Guajeru (15.531), Heliópolis (14.193), Ibipeba (14.054), Ibiquera (3.654), Ibirapitanga (19.291), Ibirapuã (6.348), Ibirataia (26.023), Ichu (3.712), Igrapiúna (16.379), Ipecaetá (19.640), Ipupiara (8.859), Irajuba (6.367), Iramaia (17.775), Itaeté (13.824), Itagi (14.676), Itagiba (15.484), Itaju do Colônia (7.833), Itamari (8.044), Itanagra (6.882), Itapé (14.009), Itapicuru (28.859), Itaquara (8.288), Itiruçu (14.188), Iuiú (10.268), Jaborandi (9.408), Jaguaripe (13.378), Jandaíra (11.156), Jiquiriçá (14.813), Jucuruçu (10.100), Lafaiete Coutinho (3.461), Lagoa Real (13.885), Lajedinho (3.179), Lajedo do Tabocal (9.117), Lamarão (9.052), Madre de Deus (13.823), Maetinga (15.745), Maiquinique (7.008), Malhada de Pedras (9.145), Manoel Vitorino (16.503), Mansidão (11.520), Maraú (18.911), Marcionílio Souza (8.967), Mascote (13.534), Matina (11.091), Milagres (13.802), Mirangaba (14.017), Mirante (17.097), Morpará (9.340), Mulungu do Morro (15.982), Muquém de São Francisco (9.550), Nilo Peçanha (10.538), Nordestina (13.357), Nova Ibiá (5.076), Nova Itarana (6.564), Nova Redenção (7.582), Ouriçangas (7.827), Pau Brasil (11.086), Pé de Serra (11.328), Pedrão (6.733), Pilão Arcado (29.939), Pindaí (14.817), Pindobaçu (18.878), Pintadas (11.254), Planaltino (6.479), Ponto Novo (17.197), Presidente Jânio Quadros (18.874), Quijingue (27.891), Quixabeira (6.671), Rafael Jambeiro (22.618), Retirolândia (10.635), Ribeira do Amparo (13.879), Ribeirão do Largo (18.043), Salinas da Margarida (11.090), Santa Inês (11.640), Santa Teresinha (8.593), Santanópolis (8.214), São Félix do Coribe (11.659), São Francisco do Conde (30.069), São José da Vitória (4.607), São José do Jacuípe (6.184), São Miguel das Matas (10.464), Saubara (11.557), Saúde (11.550), Serra do Ramalho (32.247), Serra Preta (17.770), Serrolândia (12.011), Sítio do Mato (13.665), Sítio do Quinto (20.152), Souto Soares (12.564), Tabocas do Brejo Velho (13.457), Tanquinho (5.693), Teodoro Sampaio (8.435), Teofilândia (19.719), Teolândia (12.659), Terra Nova (13.274), Tremedal (20.866), Umburanas (15.769), Várzea da Roça (13.749), Várzea Nova (12.281), Varzedo (8.680), Wagner (9.691), Wenceslau Guimarães (28.501).
Amazonas
Anori (12.731), Atalaia do Norte (11.294), Boa Vista do Ramos (12.286), Caapiranga (9.996), Careiro da Várzea (16.725), Fonte Boa (37.595), Guajará (12.066), Japurá (13.026), Juruá (7.516), Manaquiri (13.918), Nhamundá (16.630), Nova Olinda do Norte (30.252), Santo Antônio do Içá (34.875), Tonantins (18.830), Uarini (13.190).
Ceará
Acarape (14.641), Aiuaba (15.224), Alcântaras (10.138), Altaneira (6.239), Alto Santo (16.512), Amontada(36.826), Antonina do Norte (7.401), Apuiarés (14.435), Ararendá (10.439), Aratuba (13.475), Arneiroz (7.633), Baixio (5.919), Banabuiú (17.306), Barreira (18.443), Barroquinha (14.542), Beberibe (45.815), Caridade (17.591), Caririaçu (28.499), Choro (12.770), Chorozinho (20.721), Deputado Irapuan Pinheiro (8.627), Ererê (6.217), Granjeiro (5.641), Groaíras (9.156), Guaiúba (21.339), Guaramiranga (5.978), Ibaretama (13.380), Ibicuitinga (9.959), Ipaporanga (11.496), Itaiçaba (7.129), Itarema (33.354), Itatira (16.599), Jaguaribara (9.364), Jati (7.517), Jijoca de Jericoacoara (15.963), Jucás (23.592), Martinópole (9.952), Miraíma (12.272), Moraújo (7.531), Morrinhos (20.059), Mulungu (9.558), Nova Olinda (12.530), Novo Oriente (25.598), Ocara (22.684), Pacujá (6.058), Palhano (8.304), Palmácia (9.623), Paraipaba (29.015), Pires Ferreira (8.124), Poranga (12.163), Potiretama (5.758), Quiterianópolis (19.384), Quixelô (15.544), Salitre (14.727), Santana do Cariri (17.752), São Gonçalo do Amarante (39.569), São Luís do Curu (12.053), Senador Sá (5.874), Solonópole (17.385), Tamboril (25.793), Tarrafas (8.649), Tejuçuoca (14.593), Tururu (12.489), Umirim (18.604), Uruoca (12.268).
Distrito Federal
Brasília é considerada apenas, pelo IBGE, um distrito. Pelo CFO, é feito levantamento por subdistrito, e a cidade é dividida em 26 áreas. Veja quantos cirurgiões-dentistas estão lotados em cada um: Brasília (3.728 dentistas), Brazlândia (um), Candangolândia (três), Ceilândia (21), Ceilândia Sul (um), Cruzeiro (433), Distrito Federal (um), Gama (22), Guará (dez),Guará I (um), Guará II (um), Lago Norte (cinco), Lago Sul (12), Novo Gama (nenhum), Núcleo Bandeirante (33), Paranoá (dois), Planaltina (14), Recanto das Emas (seis), Riacho Fundo (11), Riacho Fundo I (um), Samambaia (sete), Santa Maria (11), São Sebastião (cinco), Sobradinho (55), Taguatinga (252), Valparaíso (um).
Espírito Santo
Divino de São Lourenço (5.272), Dores do Rio Preto (6.766).
Maranhão
Afonso Cunha (4.743), Água Doce do Maranhão (9.807), Aldeias Altas (18.393), Altamira do Maranhão (6.609), Alto Alegre do Maranhão (23.518), Alto Alegre do Pindaré (34.855), Amapá do Maranhão (6.445), Anajatuba (22.860), Anapurus (10.299), Apicum-Açu (12.775), Araguanã (8.734), Araioses (35.165), Arari (27.331), Axixá (10.633), Bacabeira (11.261), Bacuri (16.627), Bacurituba (5.031), Bela Vista do Maranhão (10.508), Belágua (5.385), Benedito Leite (5.544), Bequimão (18.649), Bernardo do Mearim (5.924), Boa Vista do Gurupi (6.147), Bom Jesus das Selvas (19.116), Bom Lugar (13.127), Brejo de Areia (8.307), Buriti (24.922), Buriti Bravo (21.636), Buritirana (15.366), Cachoeira Grande (8.340), Cajapió (10.675), Cajari (11.768), Campestre do Maranhão (12.995), Cândido Mendes (20.033), Capinzal do Norte (10.727), Central do Maranhão (8.553), Centro do Guilherme (6.915), Centro Novo do Maranhão (16.173), Cidelândia (12.287), Conceição do Lago-Açu (9.659), Davinópolis (11.805), Duque Bacelar (10.587), Feira Nova do Maranhão (7.510), Godofredo Viana (6.758), Gonçalves Dias (16.951), Governador Edison Lobão (12.753), Governador Eugênio Barros (15.678), Governador Luiz Rocha (6.372), Governador Newton Bello (12.919), Graça Aranha (6.198), Humberto de Campos (22.015), Icatu (21.996), Igarapé do Meio (11.238), Itaipava do Grajaú (12.659), Jatobá (4.356), Jenipapo dos Vieiras (14.535), João Lisboa (21.757), Joselândia (14.197), Junco do Maranhão (6.339), Lago do Junco (9.646), Lago dos Rodrigues (8.004), Lago Verde (14.062), Lagoa do Mato (10.047), Lagoa Grande do Maranhão (8.061), Lajeado Novo (6.467), Lima Campos (10.934), Luís Domingues (5.704), Maracaçumé (16.650), Marajá do Sena (6.997), Maranhãozinho (10.179), Mata Roma (12.546), Matinha (21.644), Matões (27.132), Matões do Norte (7.948), Milagres do Maranhão (7.524), Miranda do Norte (17.280), Monção (26.470), Morros (15.671), Nina Rodrigues (8.785), Nova Colinas (4.476), Nova Iorque (4.298), Nova Olinda do Maranhão (14.326), Olinda Nova do Maranhão (10.083), Palmeirândia (18.328), Paraibano (19.156), Passagem Franca (15.227), Paulino Neves (12.098), Paulo Ramos (19.123), Pedro do Rosário (23.266), Penalva (30.933), Peri Mirim (12.881), Peritoró (19.813), Pio XII (28.120), Porto Rico do Maranhão (6.020), Presidente Juscelino (11.479), Presidente Médici (5.139), Presidente Sarney (14.588), Presidente Vargas (10.510), Primeira Cruz (12.312), Raposa (20.698), Ribamar Fiquene (7.066), Rosário (34.966), Sambaíba (4.959), Santa Filomena do Maranhão (5.489), Santa Helena (33.633), Santa Luzia do Paruá (19.391), Santo Amaro do Maranhão (9.705), São Benedito do Rio Preto (17.310), São Domingos do Azeitão (7.493), São Félix de Balsas (4.455), São Francisco do Brejão (8.207), São João do Carú (14.845), São João do Paraíso (11.614), São João do Soter (16.462), São João Batista (20.992), São José dos Basílios (7.656), São Luís Gonzaga do Maranhão (21.259), São Pedro da Água Branca (11.157), São Pedro dos Crentes (4.287), São Raimundo do Doca Bezerra (6.536), São Roberto (4.538), São Vicente Ferrer (19.678), Satubinha (9.915), Senador Alexandre Costa (7.808), Senador La Rocque (18.424), Serrano do Maranhão (4.756), Sucupira do Riachão (4.741), Tasso Fragoso (6.516), Timbiras (28.557), Tufilândia (5.502), Turiaçu (34.940), Turilândia (17.668), Tutóia (44.732), Vila Nova dos Martírios (7.331).
Goiás
Água Fria de Goiás (4.778), Alto Horizonte (2.825), Amaralina (3.115), Americano do Brasil (4.978), Amorinópolis (3.968), Anhanguera (911), Aragoiânia (7.519), Avelinópolis (2.614), Bonfinópolis (6.624), Brazabrantes (3.046), Buriti de Goiás (3.038), Buritinópolis (3.590), Cabeceiras (6.942), Cachoeira de Goiás (1.537), Caldazinha (3.435), Campestre de Goiás (3.700), Campinaçu (3.221), Campo Limpo de Goiás (5.188), Caturaí (4.453), Cavalcante (9.773), Cezarina (6.996), Cristianópolis (3.263), Cromínia (3.823), Damolândia (2.560), Davinópolis (2.030), Diorama (2.411), Divinópolis de Goiás (5.264), Gameleira de Goiás (2.782), Guapo (15.199), Guaraíta (2.835), Guarinos (2.301), Hidrolina (4.278), Ipiranga de Goiás (2.766), Israelândia (2.783), Jesúpolis (2.141), Joviânia (7.205), Lagoa Santa (958), Marzagão (2.243), Mimoso de Goiás (2.206), Monte Alegre de Goiás (6.219), Mutunópolis (3.892), Nova Iguaçu de Goiás (2.369), Palestina de Goiás (3.390), Palmelo (2.426), Panamá (2.948), Porteirão (2.959), Portelândia (4.119), Professor Jamil (3.765), Rio Quente (2.886), Santa Cruz de Goiás (3.601), Santa Rita do Novo Destino (3.131), Santo Antônio da Barra (4.544), Santo Antônio de Goiás (3.806), São Patrício (1.845), Taquaral de Goiás (3.285), Terezópolis de Goiás (6.085), Varjão (3.579), Vila Propício (4.923).
Mato Grosso
Acorizal (6.136), Araguainha (1.312), Barão de Melgaço (6.319), Bom Jesus do Araguaia (4.554), Canabrava do Norte (6.295), General Carneiro (4.375), Itanhangá (4.197), Jangada (8.329), Nossa Senhora do Livramento (13.175), Nova Nazaré (1.998), Novo Horizonte do Norte (3.037), Novo Santo Antônio (1.168), Ponte Branca (1.956), Porto Estrela (4.189), Rondolândia (4.166), Santa Terezinha (6.684), Santo Afonso (2.270), Serra Nova Dourada (1.295), Vale de São Domingos (3.275), Vila Bela da Santíssima Trindade (14.528).
Mato Grosso do Sul
Rochedo (4.882), Vicentina (4.837).
Pará
Acará (61.487), Afuá (35.455), Almeirim (34.280), Anajás (20.852), Anapu (6.880), Aurora do Pará (24.344), Aveiro (18.426), Bagre (13.623), Baião (21.775), Bannach (3.412), Belterra (17.192), Bonito (10.617), Bujaru (25.364), Cachoeira do Arari (17.372), Cachoeira do Piriá (19.948), Colares (12.069), Concórdia do Pará (24.533), Cumaru do Norte (6.172), Curionópolis (14.653), Curuá (9.835), Curuçá (29.705), Garrafão do Norte (26.569), Gurupá (25.685), Inhangapi (8.316), Juruti (36.170), Limoeiro do Ajuru (21.499), Magalhães Barata (7.920), Marapanim (27.619), Melgaço (25.153), Moju (60.809), Nova Esperança do Piriá (26.564), Oeiras do Pará (26.051), Palestina do Pará (8.806), Pau D’Arco (8.662), Peixe-Boi (8.884), Placas (15.275), Porto de Moz (28.923), Prainha (30.160), Primavera (10.817), Quatipuru (11.993), Santa Bárbara do Pará (13.018), Santa Cruz do Arari (5.556), Santa Maria das Barreiras (13.290), Santa Maria do Pará (22.669), Santarém Novo (6.028), São Caetano de Odivelas (14.759), São Domingos do Capim (31.495), São João da Ponta (3.934), São João de Pirabas (18.251), São João do Araguaia (16.452), São Sebastião da Boa Vista (19.379), Senador José Porfírio (11.113), Terra Alta (10.132), Terra Santa (16.968), Tracuateua (26.427), Trairão (17.305), Viseu (53.223), Vitória do Xingu (10.349).
Minas Gerais
Albertina (3.063), Alfredo Vasconcelos (5.275), Antônio Prado de Minas (1.505), Aracitaba (1.889), Arantina (3.074), Bandeira (5.008), Barra Longa (6.709), Belmiro Braga (3.084), Bonito de Minas (8.102), Botumirim (6.587), Bugre (3.730), Cachoeira de Pajeú (8.366), Caiana (4.232), Cantagalo (4.010), Caranaíba (3.489), Carmésia (2.249), Carrancas (3.485), Casa Grande (2.371), Catas Altas (4.507), Catas Altas da Noruega (3.231), Catuti (5.068), Chácara (1.814), Chiador (2.994), Claraval (4.764), Conceição de Ipanema (3.885), Cônego Marinho (6.389), Confins (5.661), Consolação (1.693), Córrego Novo (3.485), Cristália (5.946), Descoberto (4.812), Divisa Alegre (5.289), Dom Bosco (3.893), Dom Joaquim (4.534), Doresópolis (1.415), Entre Folhas (5.192), Ewbank da Câmara (3.810), Fortaleza de Minas (3.733), Fortuna de Minas (2.532), Francisco Dumont (5.003), Franciscópolis (6.059), Frei Lagonegro (2.997), Fruta de Leite (6.464), Funilândia (3.698), Gameleiras (5.306), Glaucilândia (2.885), Goiabeira (2.712), Guidoval (7.686), Ibiracatu (6.961), Ibituruna (2.870), Inhaúma (5.464), Itacambira (3.149), Itaverava (6.417), Jaguaraçu (2.924), Jampruca (4.709), Japonvar (8.977), Joaquim Felício (3.516), Josenópolis (4.665), Juramento (3.957), Juvenília (6.248), Lassance (6.501), Luislândia (6.675), Mamonas (5.605), Maravilhas (6.749), Mata Verde (7.855), Mesquita (6.700), Miravânia (4.719), Moeda (4.835), Monte Formoso (4.715), Montezuma (6.626), Morro da Garça (2.901), Munhoz (7.285), Natalândia (3.378), Ninheira (9.718), Nova Porteirinha (7.588), Novo Oriente de Minas (10.681), Novorizonte (4.947), Olaria (2.317), Olhos-d’Água (4.636), Olímpio Noronha (2.503), Oliveira Fortes (2.121), Onça de Pitangui (2.962), Oratórios (4.498), Orizânia (7.139), Padre Carvalho (5.771), Pai Pedro (6.016), Paineiras (4.682), Paiva (1.751), Passa-Vinte (2.008), Patis (5.358), Pedra do Anta (3.778), Pedra do Indaiá (3.706), Pedra Dourada (1.944), Pedras de Maria da Cruz (9.426), Pedro Teixeira (1.909), Periquito (7.407), Piau (2.999), Piedade de Caratinga (5.693), Piedade dos Gerais (4.304), Pingo-d’Água (3.740), Pintópolis (7.805), Ponto dos Volantes (11.530), Presidente Bernardes (5.488), Quartel Geral (3.066), Queluzita (1.830), Reduto (6.696), Rio Espera (6.617), Ritápolis (5.216), Rochedo de Minas (2.133), Romaria (3.953), Rosário da Limeira (4.252), Santa Bárbara do Tugúrio (4.538), Santa Cruz de Minas (7.910), Santa Helena de Minas (5.749), Santana do Deserto (3.998), Santana do Garambéu (2.124), Santana do Riacho (3.949), Santana dos Montes (3.819), Santo Antônio do Aventureiro (3.529), São Brás do Suaçuí (3.335), São Félix de Minas (3.271), São João da Lagoa (4.630), São João do Manteninha (4.617), São João do Pacuí (3.738), São José da Varginha (3.560), São José do Alegre (4.104), São José do Mantimento (2.476), São Sebastião do Rio Verde (2.084), Sem-Peixe (2.682), Senador Amaral (5.779), Senador Cortes (2.096), Senhora de Oliveira (5.990), Senhora do Porto (3.406), Serra da Saudade (886), Simão Pereira (2.520), Taparuba (3.461), Tapiraí (1.687), Taquaraçu de Minas (3.559), Toledo (5.572), Tumiritinga (6.094), Vargem Grande do Rio Pardo (4.881), Verdelândia (7.658), Vieiras (4.050), Wenceslau Braz (2.664).
Paraíba
Aguiar (4.622), Alcantil (5.397), Algodão de Jandaíra (2.358), Alhandra (17.570), Amparo (2.049), Aparecida (7.160), Araçagi (17.923), Areia de Baraúnas (2.304), Areial (6.016), Assunção (3.254), Baía da Traição (7.188), Baraúna (3.604), Barra de São Miguel (5.235), Belém do Brejo do Cruz (6.303), Bernardino Batista (2.779), Boa Ventura (6.975), Boa Vista (5.487), Bom Jesus (2.480), Boqueirão (15.868), Borborema (5.072), Cabaceiras (4.259), Cachoeira dos Índios (8.159), Cacimba de Areia (3.733), Cacimbas (6.908), Caiçara (7.322), Cajazeirinhas (2.698), Caldas Brandão (5.310), Camalaú (5.495), Campo de Santana (8.750), Capim (4.285), Caraúbas (3.770), Carrapateira (2.340), Casserengue (7.208), Catingueira (4.465), Caturité (4.429), Conde (20.186), Congo (4.749), Coxixola (1.552), Cruz do Espírito Santo (14.977), Cubati (6.456), Cuité de Mamanguape (6.348), Cuitegi (7.420), Curral de Cima (5.610), Curral Velho (2.571), Damião (4.427), Dona Inês (11.345), Duas Estradas (3.031), Emas (3.018), Fagundes (11.076), Frei Martinho (3.073), Gado Bravo (8.387), Gurinhém (13.330), Gurjão (2.602), Ibiara (6.258), Igaracy (6.653), Itapororoca (15.384), Itatuba (9.520), Jericó (7.520), Juarez Távora (6.995), Juazeirinho (15.597), Lagoa (4.273), Lagoa de Dentro (6.938), Lastro (3.018), Livramento (7.335), Logradouro (3.507), Lucena (11.043), Mãe d’Água (3.415), Malta (5.485), Marcação (6.708), Marizópolis (5.446), Massaranduba (11.488), Mataraca (6.201), Matinhas (3.805), Mato Grosso (2.564), Maturéia (5.196), Mogeiro (13.191), Montadas (4.052), Monte Horebe (4.149), Mulungu (7.995), Natuba (9.897), Nazarezinho (7.179), Nova Olinda (6.619), Nova Palmeira (3.732), Olho d’Água (7.030), Olivedos (3.070), Ouro Velho (2.821), Parari (1.462), Passagem (2.179), Pedra Branca (3.771), Pedra Lavrada (6.579), Pedras de Fogo (26.073), Pedro Régis (4.934), Pilar (10.741), Pilões (7.741), Pilõezinhos (5.454), Pitimbu (16.724), Poço de José de Moura (3.153), Poço Dantas (4.109), Prata (3.496), Puxinanã (12.237), Quixabá (1.089), Riachão (3.013), Riachão do Bacamarte (4.052), Riachão do Poço (4.343), Riacho de Santo Antônio (1.395), Riacho dos Cavalos (7.188), Salgadinho (2.894), Santa Cecília (6.720), Santa Cruz (5.883), Santa Inês (3.235), Santa Teresinha (4.608), Santana de Mangueira (5.317), Santana dos Garrotes (7.768), Santarém (2.600), Santo André (2.685), São Bentinho (3.841), São Domingos de Pombal (2.193), São Domingos do Cariri (2.408), São Francisco (3.585), São João do Cariri (4.689), São João do Tigre (4.691), São José de Caiana (5.993), São José de Espinharas (4.552), São José de Princesa (4.798), São José do Bonfim (2.791), São José do Brejo do Cruz (1.548), São José do Sabugi (3.842), São José dos Cordeiros (3.731), São José dos Ramos (4.990), São Mamede (7.703), São Miguel de Taipu (6.576), São Sebastião de Lagoa de Roça (10.798), São Sebastião do Umbuzeiro (2.984), Seridó (9.880), Serra da Raiz (3.269), Serra Grande (3.016), Serra Redonda (7.308), Sertãozinho (4.012), Sobrado (6.425), Soledade (12.616), Sossego (2.728), Taperoá (13.495), Tenório (2.559), Várzea (1.951), Vieirópolis (4.706), Vista Serrana (3.164), Zabelê (1.951).
Paraná
Alto Paraíso (3.449), Arapuá (3.619), Ariranha do Ivaí (2.584), Balsa Nova (11.299), Bela Vista da Caroba (4.157), Boa Esperança do Iguaçu (2.644), Bom Sucesso do Sul (3.126), Cafeara (2.540), Cafezal do Sul (3.923), Campo Magro (25.596), Coronel Domingos Soares (7.217), Cruzeiro do Iguaçu (3.862), Cruzmaltina (3.615), Doutor Ulysses (6.631), Esperança Nova (2.040), Espigão Alto do Iguaçu (5.010), Farol (3.700), Fernandes Pinheiro (6.602), Godoy Moreira (2.923), Iracema do Oeste (2.613), Jardim Olinda (1.597), Lobato (4.253), Luiziana (6.354), Manfrinópolis (3.094), Marquinho (5.623), Mercedes (4.860), Mirador (2.602), Munhoz de Melo (3.259), Nova Aliança do Ivaí (1.421), Nova América da Colina (3.259), Nova Esperança do Sudoeste (5.172), Novo Itacolomi (2.506), Ouro Verde do Oeste (4.934), Pinhal de São Bento (2.380), Pitangueiras (2.494), Porto Amazonas (4.648), Porto Barreiro (5.100), Presidente Castelo Branco (4.726), Ramilândia (3.963), Reserva do Iguaçu (7.118), Rio Branco do Ivaí (3.440), Santa Amélia (4.269), Santa Mônica (3.198), São José das Palmeiras (3.166), São Manoel do Paraná (1.883), São Pedro do Paraná (2.419), São Sebastião da Amoreira (8.927), Sapopema (6.732), Saudade do Iguaçu (4.655), Sulina (3.101), Tunas do Paraná (4.076), Ventania (9.078).
Pernambuco
Afrânio (16.085), Agrestina (21.316), Araçoiaba (17.475), Barra de Guabiraba (11.202), Belém de Maria (9.637), Betânia (11.354), Bom Jardim (37.148), Brejinho (7.200), Buenos Aires (11.722), Caetés (26.337), Calçado (13.141), Calumbi (7.205), Casinhas (13.836), Chã de Alegria (11.229), Condado (23.894), Correntes (17.561), Cortês (12.801), Dormentes (15.314), Frei Miguelinho (12.276), Iati (17.130), Ibirajuba (7.369), Iguaraci (11.641), Ilha de Itamaracá (18.522), Inajá (14.688), Ingazeira (4.653), Ipubi (24.177), Itacuruba (3.933), Itapissuma (22.439), Itaquitinga (15.528), Joaquim Nabuco (16.065), Jucati (10.710), Jupi (12.667), Jurema (14.401), Lagoa dos Gatos (15.685), Lagoa Grande (21.885), Machados (10.722), Manari (13.568), Maraial (15.803), Moreilândia (10.638), Orobó (23.084), Orocó (10.884), Paranatama (9.680), Paudalho (48.603), Primavera (11.867), Quixaba (6.484), Rio Formoso (21.853), Salgadinho (7.901), Saloá (15.112), Santa Cruz (11.815), Santa Cruz da Baixa Verde (10.151), Santa Filomena (13.345), São Benedito do Sul (10.848), Solidão (5.377), Tacaimbó (13.715), Tacaratu (16.936), Terezinha (5.994), Terra Nova (8.045), Tupanatinga (21.837), Verdejante (9.293), Vertente do Lério (8.512), Vicência (29.322), Xexéu (15.424).
Piauí
Acauã (5.693), Agricolândia (5.239), Alagoinha do Piauí (6.112), Alegrete do Piauí (4.853), Alto Longa (12.250), Alvorada do Gurguéia (4.234), Angical do Piauí (7.201), Anísio de Abreu (7.673), Aroazes (6.143), Aroeiras do Itaim (2.591), Assunção do Piauí (7.385), Avelino Lopes (10.497), Baixa Grande do Ribeiro (8.787), Barra D’Alcântara (3.650), Barreiras do Piauí (3.235), Barro Duro (7.244), Batalha (26.169), Bela Vista do Piauí (2.881), Belém do Piauí (2.482), Bertolínia (4.780), Betânia do Piauí (9.720), Boa Hora (5.904), Bocaina (4.407), Bom Princípio do Piauí (4.237), Bonfim do Piauí (4.821), Boqueirão do Piauí (5.154), Brasileira (6.898), Brejo do Piauí (4.505), Buriti dos Montes (7.979), Cabeceiras do Piauí (9.043), Cajazeiras do Piauí (3.011), Campinas do Piauí (4.669), Campo Alegre do Fidalgo (4.074), Campo Largo do Piauí (6.328), Canavieira (4.147), Capitão de Campos (9.958), Capitão Gervásio Oliveira (2.645), Caracol (9.283), Caraúbas do Piauí (5.427), Caridade do Piauí (4.125), Caxingó (4.955), Cocal de Telha (4.180), Cocal dos Alves (5.732), Coivaras (3.192), Colônia do Gurguéia (5.533), Colônia do Piauí (7.450), Coronel José Dias (4.527), Cristalândia do Piauí (6.825), Cristino Castro (9.875), Currais (4.462), Curral Novo do Piauí (3.924), Curralinhos (4.122), Demerval Lobão (13.741), Dirceu Arcoverde (6.041), Dom Expedito Lopes (6.515), Dom Inocêncio (9.777), Domingos Mourão (4.291), Fartura do Piauí (4.587), Flores do Piauí (4.073), Floresta do Piauí (2.474), Francinópolis (5.218), Francisco Ayres (5.366), Francisco Macedo (2.475), Francisco Santos (7.039), Geminiano (5.124), Guadalupe (10.849), Guaribas (4.519), Hugo Napoleão (3.747), Ilha Grande (8.539), Isaías Coelho (7.671), Itainópolis (10.170), Itaueira (9.932), Jacobina do Piauí (5.700), Jardim do Mulato (3.927), Jatobá do Piauí (4.535), Jerumenha (4.786), João Costa (3.158), Joaquim Pires (13.265), Joca Marques (4.523), Juazeiro do Piauí (4.448), Júlio Borges (5.356), Jurema (4.137), Lagoa de São Francisco (6.160), Lagoa do Barro do Piauí (4.991), Lagoa do Piauí (3.927), Lagoa do Sítio (4.526), Lagoa Alegre (7.744), Lagoinha do Piauí (2.293), Landri Sales (5.595), Luís Correia (25.462), Madeiro (7.392), Manoel Emídio (5.018), Massapê do Piauí (6.400), Miguel Alves (31.209), Miguel Leão (1.443), Milton Brandão (7.903), Monsenhor Gil (10.782), Monsenhor Hipólito (7.070), Monte Alegre do Piauí (10.721), Morro do Chapéu do Piauí (6.904), Morro Cabeça no Tempo (4.400), Murici dos Portelas (6.449), Nazaré do Piauí (7.789), Nossa Senhora de Nazaré (3.982), Nossa Senhora dos Remédios (7.926), Nova Santa Rita (4.461), Novo Oriente do Piauí (6.787), Novo Santo Antônio (2.779), Olho D’Água do Piauí (2.076), Paes Landim (4.103), Pajeú do Piauí 2.620), Palmeira do Piauí (5.671), Palmeirais (12.725), Paquetá (4.424), Passagem Franca do Piauí (4.158), Patos do Piauí (5.782), Pau D’Arco do Piauí (3.190), Pavussu (3.951), Pedro Laurentino (2.317), Porto (11.236), Porto Alegre do Piauí (2.541), Prata do Piauí (3.372), Queimada Nova (8.872), Redenção do Gurguéia (8.344), Riacho Frio (4.491), Ribeira do Piauí (4.016), Rio Grande do Piauí (6.351), Santa Cruz dos Milagres (3.491), Santa Filomena (6.291), Santa Luz (4.982), Santa Rosa do Piauí (5.420), Santana do Piauí (4.923), Santo Antônio de Lisboa (5.205), Santo Antônio dos Milagres (2.032), São Braz do Piauí (4.428), São Félix do Piauí (3.138), São Francisco de Assis do Piauí (4.689), São Francisco do Piauí (6.156), São Gonçalo do Gurguéia (2.402), São Gonçalo do Piauí (4.673), São João da Canabrava (4.123), São João da Fronteira (5.168), São João da Serra (6.291), São João da Varjota (4.467), São João do Arraial (6.826), São José do Divino (5.429),São José do Peixe (3.784), São José do Piauí (6.819), São Julião (5.989), São Lourenço do Piauí (4.425), São Luis do Piauí (2.536), São Miguel da Baixa Grande (2.059), São Miguel do Fidalgo (2.888), Sebastião Barros (4.870), Sebastião Leal (3.893), Sigefredo Pacheco (9.305), Socorro do Piauí (4.447), Sussuapara (5.580), Tamboril do Piauí (2.259), Tanque do Piauí (2.638), Várzea Branca (5.836), Várzea Grande (4.506), Vera Mendes (2.982), Vila Nova do Piauí (2.954), Wall Ferraz (4.159).
Rio de Janeiro
O estado do Rio de Janeiro, em levantamento anterior, dispunha do maior município desprovido de cirurgião-dentista do país: Seropédica. Na pesquisa mais recente, a cidade com mais de 75 mil habitantes já conta com um profissional sediado em sua área.
Rio Grande do Norte
Água Nova (2.909), Alto do Rodrigues (10.283), Angicos (11.590), Antônio Martins (6.251), Augusto Severo (9.095), Baraúna (21.084), Barcelona (4.200), Bento Fernandes (4.863), Bodó (2.775), Bom Jesus (9.492), Brejinho (11.748), Caiçara do Norte (5.890), Campo Redondo (9.108), Carnaúba dos Dantas (7.184), Cerro Corá (11.035), Coronel Ezequiel (5.096), Coronel João Pessoa (4.689), Doutor Severiano (6.617), Encanto (4.847), Equador (5.772), Espírito Santo (11.087), Extremoz (22.473), Fernando Pedroza (2.561), Francisco Dantas (2.867), Frutuoso Gomes (4.541), Galinhos (2.082), Governador Dix-Sept Rosado (12.602), Grossos (8.852), Guamaré (9.444), Ielmo Marinho (10.965), Ipueira (2.028), Itajá (7.182), Jaçanã (8.189), Jandaíra (6.550), Janduís (5.355), Januário Cicco (8.331), Japi (6.488), Jardim de Angicos (2.815), Jardim de Piranhas (13.270), João Dias (2.560), José da Penha (6.144), Jundiá (3.161), Lagoa d’Anta (5.979), Lagoa de Pedras (7.238), Lagoa de Velhos (3.079), Lagoa Nova (12.855), Lagoa Salgada (7.233), Lajes (9.845), Lajes Pintadas (4.574), Major Sales (3.073), Marcelino Vieira (8.097), Maxaranguape (9.277), Monte das Gameleiras (2.403), Nísia Floresta (22.239), Olho-d’Água do Borges (4.389), Ouro Branco (4.743), Paraná (3.710), Parazinho (4.541), Passagem (2.843), Pedra Grande (4.348), Pedra Preta (2.933), Pedro Velho (13.995), Pendências (11.618), Poço Branco (13.392), Porto do Mangue (4.780), Presidente Juscelino (7.638), Pureza (7.061), Rafael Godeiro (2.937), Riacho da Cruz (2.735), Riacho de Santana (4.338), Riachuelo (5.725), Rio do Fogo (10.260), Ruy Barbosa (3.925), Santa Maria (4.373), Santana do Seridó (2.294), São Bento do Norte (3.504), São Bento do Trairí (3.247), São Fernando (3.065), São Francisco do Oeste (3.909), São João do Sabugi (5.833), São José do Campestre (12.080), São José do Seridó (4.153), São Miguel do Gostoso (8.680), São Pedro (6.624), São Rafael (8.425), São Tomé (10.380), São Vicente (6.042), Senador Elói de Souza (5.478), Senador Georgino Avelino (3.702), Serra de São Bento (5.604), Serra do Mel (8.375), Serrinha (7.565), Serrinha dos Pintos (4.268), Sítio Novo (4.353), Taboleiro Grande (2.003), Taipu (12.208), Tangará (13.312), Tenente Laurentino Cruz (5.058), Tibau (3.934), Tibau do Sul (8.867), Timbaúba dos Batistas (2.348), Triunfo Potiguar (3.715), Várzea (4.893), Venha-Ver (3.751), Vera Cruz (8.868), Viçosa (1.654), Vila Flor (2.673).
Rio Grande do Sul
Aceguá (4.149), Alto Feliz (2.864), Amaral Ferrador (5.629), Arambaré (4.476), Barão do Triunfo (7.153), Barra do Quarai (4.265), Barra Funda (2.391), Benjamin Constant do Sul (2.500), Boa Vista das Missões (2.209), Boa Vista do Cadeado (2.522), Bom Progresso (2.839), Bozano (2.446), Campestre da Serra (3.242), Canudos do Vale (2.133), Capão do Cipó (2.641), Capela de Santana (11.633), Capitão (2.792), Capivari do Sul (3.482), Caraá (6.666), Carlos Gomes (1.629), Caseiros (2.881), Cerrito (6.929), Cerro Grande (2.378), Chuvisca (4.622), Colinas (2.388), Coqueiros do Sul (2.572), Coronel Pilar (2.079), Cristal do Sul (2.782), Cruzaltense (2.492), Dezesseis de Novembro (3.109), Dilermando de Aguiar (3.332), Dois Irmãos das Missões (2.082), Dom Pedro de Alcântara (2.875), Doutor Ricardo (2.172), Eldorado do Sul (33.261), Engenho Velho (1.744), Erebango (2.906), Erval Seco (8.533), Estrela Velha (3.669), Faxinalzinho (2.822), Fazenda Vilanova (3.156), Floriano Peixoto (2.216), Forquetinha (2.908), Garruchos (3.994), Gentil (1.666), Glorinha (6.371), Gramado dos Loureiros (2.473), Gramado Xavier (3.725), Hulha Negra (4.102), Imigrante (2.934), Itaara (5.122), Itacurubi (3.586), Itapuca (2.605), Itati (3.002), Jacuizinho (2.473), Jarí (3.668), Lagoa dos Três Cantos (1.536), Lagoa Bonita do Sul (2.545), Lajeado do Bugre (2.374), Lindolfo Collor (5.221), Linha Nova (1.630), Maçambara (5.406), Mampituba (3.164), Maratá (2.569), Mariana Pimentel (4.153), Mato Castelhano (2.603), Mato Queimado (1.920), Miraguaí (4.429), Montauri (1.620), Monte Alegre dos Campos (3.259), Mormaço (2.449), Morrinhos do Sul (3.538), Muliterno (1.689), Nova Boa Vista (2.117), Nova Candelária (2.727), Nova Pádua (2.455), Nova Ramada (2.576), Novo Barreiro (3.770), Novo Tiradentes (2.431), Passo do Sobrado (5.706), Paulo Bento (2.321), Pedras Altas (2.746), Picada Café (5.398), Pinhal da Serra (2.334), Ponte Preta (1.975), Porto Vera Cruz (2.223), Presidente Lucena (2.157), Quatro Irmãos (1.927), Rio dos Índios (4.113), Rolador (2.772), Sagrada Família (2.530), Santa Cecília do Sul (1.779), Santa Margarida do Sul (2.249), Santa Maria do Herval (6.387), Santo Antônio do Palma (2.170), São José das Missões (2.855), São José do Hortêncio (3.871), São José do Sul (1.874), São Martinho da Serra (3.347), São Pedro das Missões (1.773), São Valentim do Sul (1.980), Senador Salgado Filho (2.826), Sério (2.498), Sete de Setembro (2.180), Tio Hugo (2.395), Tiradentes do Sul (6.527), Toropi (3.169), Travesseiro (2.218), Tupanci do Sul (1.517), Turuçu (3.929), Unistalda (2.711), Vale Real
(4.912), Vale Verde (3.252), Vespasiano Correa (2.173), Vila Lângaro (2.286), Vista Alegre (2.901), Westfalia (2.853).
Rondônia
Cacaulândia (5.450), Campo Novo de Rondônia (17.529), Castanheiras (4.110), Itapuã do Oeste (8.413), Novo Horizonte do Oeste (12.819), Parecis (3.268), Pimenteiras do Oeste (2.617), Rio Crespo (3.501), São Felipe D’Oeste (7.234), Teixeirópolis (5.852), Theobroma (13.840), Vale do Paraíso (10.354).
Roraima
Amajari (6.087), Iracema (6.060), Pacaraima (8.215).
Santa Catarina
Abdon Batista (2.481), Águas Frias (2.112), Águas Mornas (5.064), Arvoredo (2.069), Atalanta (3.258), Balneário Barra do Sul (7.646), Bandeirante (2.839), Barra Bonita (1.977), Bocaina do Sul (3.157), Bom Jesus do Oeste (2.083), Botuverá (3.569), Brunópolis (3.270), Calmon (3.977), Capão Alto (3.130), Cerro Negro (3.433), Chapadão do Lajeado (2.543), Cordilheira Alta (3.218), Coronel Martins (1.798), Cunhataí (1.722), Doutor Pedrinho (3.135), Entre Rios (2.812), Flor do Sertão (1.623), Formosa do Sul (2.565), Frei Rogério (3.218), Guatambu (4.734), Ibiam (1.885), Jardinópolis (1.839), José Boiteux (4.643), Jupiá (2.117), Lajeado Grande (1.647), Macieira (1.671), Major Gercino (2.741), Monte Carlo (10.568), Monte Castelo (8.193), Morro Grande (2.847), Nova Itaberaba (4.307), Novo Horizonte (2.781), Ouro Verde (2.110), Paial (1.989), Painel (2.468), Palmeira (2.290), Passos Maia (5.727), Paulo Lopes (6.171), Pinheiro Preto (2.951), Rio Rufino (2.697), Saltinho (3.284), Santa Helena (2.350), Santa Rosa de Lima (2.077), Santa Terezinha do Progresso (3.001), São Cristovão do Sul (5.003), São João do Itaperiú (3.450), São Miguel da Boa Vista (1.639), São Pedro de Alcântara (3.825), Treviso (3.448), União do Oeste (3.324), Vargem Bonita (4.763), Zortéa (2.842).
São Paulo
Álvaro de Carvalho (4.720), Anhumas (3.517), Arco-íris (2.281), Aspásia (1.800), Avaí (4.566), Balbinos (1.371), Barão de Antonina (2.647), Barra do Chapéu (4.802), Bom Sucesso de Itararé (3.797), Borá (823), Brejo Alegre (2.515), Canas (4.049), Canitar (4.134), Coroados (4.659), Cruzália (2.573), Dirce Reis (1.448), Dolcinópolis (2.188), Embaúba (2.528), Fernão (1.270), Florínia (3.199), Guatapará (6.727), Iaras (3.617), Ilha Comprida (9.177), Iporanga (4.529), Itaju (2.813), Itapura (3.891), Lagoinha (5.159), Lavrinhas (6.844), Lourdes (2.221), Monte Castelo (3.695), Nantes (2.201), Narandiba (4.122), Nova Campina (8.596), Nova Canaã Paulista (2.321), Nova Castilho (1.026), Nova Independência (2.106), Nova Luzitânia (2.814), Novais (3.310), Onda Verde (3.779), Ouro Verde (7.182), Pardinho (5.539), Parisi (2.219), Paulistânia (1.939), Pedra Bela (5.902), Pedranópolis (2.502), Platina (2.891), Pracinha (1.410), Quadra (3.120), Restinga (6.321), Ribeirão Corrente (4.289), Rubiácea (2.148), Rubinéia (2.852), Sagres (2.305), Santa Clara d’Oeste (1.889), Santa Rita d’Oeste (2.199), Santa Salete (1.376), Santana da Ponte Pensa (1.599), Santo Expedito (2.716), São João de Iracema (1.717), Suzanápolis (2.886), Taquaral (2.899), Taquarivaí (5.347), Tejupá (5.714), Torre de Pedra (2.713), Trabiju (1.460), Tuiuti (5.496), União Paulista (1.375).
Sergipe
Amparo de São Francisco (2.364), Arauá (11.092), Areia Branca (17.507), Barra dos Coqueiros (20.990), Brejo Grande (7.353), Canhoba (4.029), Capela (27.403), Carira (19.244), Carmópolis (10.962), Cedro de São João (5.538), Cumbe (3.847), Divina Pastora (3.655), Feira Nova (5.476), Gararu (11.926), General Maynard (2.558), Gracho Cardoso (5.734), Ilha das Flores (9.005), Indiaroba (14.120), Itaporanga d’Ajuda (28.714), Japaratuba (15.528), Japoatã (14.568), Laranjeiras (26.452), Macambira (6.325), Malhador (12.420), Maruim (15.937), Monte Alegre de Sergipe (12.839), Muribeca (7.364), Nossa Senhora de Lourdes (6.872), Nossa Senhora Aparecida (8.088), Pacatuba (11.559), Pedra Mole (2.934), Pedrinhas (8.319), Pinhão (5.754), Porto da Folha (27.035), Riachuelo (8.829), Ribeirópolis (16.320), Rosário do Catete (8.019), Salgado (20.229), Santa Luzia do Itanhy (14.921), Santa Rosa de Lima (3.740), Santana do São Francisco (6.323), São Domingos (10.205), São Miguel do Aleixo (3.644), Siriri (7.301), Telha (2.909), Tomar do Geru (13.819), Umbaúba (21.910).
Tocantins
Aguiarnópolis (3.573), Angico (2.897), Aparecida do Rio Negro (3.674), Aragominas (8.243), Araguanã (5.463), Axixá do Tocantins (8.104), Babaçulândia (11.116), Bandeirantes do Tocantins (2.636), Bom Jesus do Tocantins (2.222), Brasilândia do Tocantins (2.058), Carrasco Bonito (4.281), Chapada da Natividade (3.649), Chapada de Areia (1.197), Darcinópolis (4.889), Dois Irmãos do Tocantins (6.843), Dueré (4.683), Esperantina (9.280), Fortaleza do Tabocão (2.788), Ipueiras (1.181), Itaguatins (6.657), Itaporã do Tocantins (1.814), Juarina (2.617), Lagoa do Tocantins (2.866), Lajeado (3.335), Lavandeira (1.220), Luzinópolis (2.417), Marianópolis do Tocantins (3.958), Mateiros (1.906), Monte do Carmo (4.348), Monte Santo do Tocantins (1.936), Novo Acordo (3.431), Novo Jardim (2.546), Oliveira de Fátima (1.026), Palmeiras do Tocantins (5.731), Piraquê (3.588), Ponte Alta do Bom Jesus (4.296), Porto Alegre do Tocantins (2.575), Presidente Kennedy (3.878), Rio dos Bois (2.747), Sampaio (2.502), Sandolândia (3.645), Santa Maria do Tocantins (2.427), Santa Tereza do Tocantins (2.377), Santa Terezinha do Tocantins (2.788), São Félix do Tocantins (1.545), São Miguel do Tocantins (9.441), São Salvador do Tocantins (2.828), Sucupira (1.272), Tupirama (1.291).
Recursos Humanos para Saúde | Informações Básicas Última (atualização em 26 de outubro de 2004)
Cirurgiões-dentistas: Densidade por População de 100.000 Habitantes
País Ano: 2004
Afeganistão 3.0149
África do Sul 10.4647
Albânia 44.5298
Alemanha 77.5407
Andorra 62.2517
Angola 0
Antígua e Barbuda 18.2
Arábia Saudita 16.5801
Argélia 28.2
Argentina 79.939
Armênia 22.9898
Austrália 42.3734
Áustria 49.7049
Azerbaijão 25.7233
Bahamas 7.2
Bahrein 20.7724
Barbados 23.7
Belarus 43.9917
Bélgica 69.6062
Belize 13.323
Benin 0.2925
Bolívia 8.159
Bósnia e Herzegovina 16.6961
Botswana 2.2398
Brasil 95.1559
Brunei 14.3699
Bulgária 80.696
Burkina Faso 0.2937
Cabo Verde 1.4999
Camarões 0.4
Cambodja 1.5897
Canadá 56.1823
Cazaquistão 27.9215
Chade 0.0247
Chile 42.7067
Chipre 102.5802
Colômbia 78.0009
Comores 14
Coréia do Sul 38.5157
Costa Rica 41.5081
Croácia 67.9628
Cuba 87.315
Dinamarca 90.3313
Djibouti 1.5439
Dominica 5.6
Egito 27.2016
El Salvador 55.6975
Emirados Árabes 33.1551
Equador 16.6023
Eritréia 0.0917
Eslováquia 44.0836
Eslovênia 59.265
Espanha 43.0357
Estados Unidos 58.9468
Estônia 80.8753
Etiópia 0.0885
Filipinas 56.1579
Finlândia 91.1987
França 67.8698
Gâmbia 0.5
Gana 0.2007
Geórgia 29.5916
Granada 8.6
Grécia 113.6733
Guam 20.2497
Guatemala 18.4
Guiana 3.9
Guiné 0.4681
Guiné Equatorial 1
Guiné-Bissau 0.9
Haiti 1.2
Holanda 46.9827
Honduras 16.8
Hungria 45.9233
Iêmen 1.1927
Ilhas Cook 54.6807
Ilhas Fiji 3.9761
Ilhas Marianas 4.3017
Ilhas Marshall 7.7
Ilhas Salomão 6
Ilhas Wallis e Futuna 28.2785
Indonésia 1.1373
Irã 19.0762
Iraque 11.2686
Irlanda 51.8983
Islândia 100.2469
Israel 119.6562
Itália 59.1333
Jamaica 8
Japão 71.5218
Jordânia 54.9919
Kiribati 4.9
Kuwait 28.5954
Laos 4.0823
Lesoto 0.4754
Letônia 52.9611
Líbano 121.076
Libéria 0.0835
Líbia 14
Lituânia 71.4614
Luxemburgo 64.1367
Macedônia 55.2846
Madagascar 0.4623
Malásia 9.3212
Malawi 0.033
Mali 0.0992
Malta 40.4143
Marrocos 7.7892
Maurícius 13.5
Mauritânia 2
México 9.6251
Mianmar 2.1
Micronésia 13
Moçambique 0.7614
Moldova 31.0135
Mônaco 107.0832
Mongólia 18.3244
Namíbia 4
Nicarágua 28.998
Níger 0.1819
Nigéria 1.9
Niue 95
Noruega 125.2242
Nova Caledônia 50.2634
Nova Zelândia 41.9653
Omã 11.0509
Palau 11
Palestina 8.9688
Panamá 48
Pápua Nova Guiné 1.6874
Paquistão 3.1174
Paraguai 35.6
Peru 11
Polinésia Francesa 39.4305
Polônia 30.4049
Portugal 43.6323
Qatar 37.2431
Quênia 2.2
Quirguistão 21.562
Reino Unido 40.3078
Rep. Centro- Africana 0.2087
República Dominicana 83.7997
Rep. Democr. do Congo 1.1
República Tcheca 65.3031
Romênia 22.539
Ruanda 0.0484
Rússia 31.8953
São Vicente e Grenadines 5.3
Samoa 17.5
Samoa Americana 19.5264
Santa Lúcia 6.2
São Kitts e Névis 18.4591
São Tomé e Príncipe 5.2
Seichelles 12.2
Senegal 1.2
Serra Leoa 0.3897
Singapura 26.4816
Síria 71.9335
Somália 0.1932
Sri Lanka 2.5
Suazilândia 1.9152
Sudão 0.6935
Suíça 48.3503
Suriname 0.9
Tajiquistão 17.1063
Tanzânia 0.7
Togo 0.5335
Tokelau 65.4022
Tonga 32.4829
Trinidad e Tobago 8.4
Tunísia 13
Turquia 22.8937
Turquimenistão 22.8299
Tuvalu 19.1095
Ucrânia 39.1054
Uganda 0.3
Uruguai 116.0746
Uzbequistão 20.8705
Venezuela 55.2679
Zâmbia 1.3
Zimbábue 0.1169
O clareamento pode melhorar de maneira significante o aspecto dos dentes, a um custo muito mais baixo e menos inconveniente que outras técnicas, como as coroas. Pode, todavia, não ser apropriado se os dentes apresentarem restaurações grandes. Neste caso, elas vão ter que receber novas restaurações ou retoques com a nova coloração. Porém, se a queixa é o aspecto escurecido dos dentes, o clareamento pode fazer uma boa diferença.
O clareamento dental é um processo farmacológico pelo qual um gel de peróxido de hidrogênio, em diferentes formas, é administrado à superfície do dente e através da liberação de íons vai modificar a estrutura de pigmentos orgânicos. Não é um procedimento de limpeza, não se vai remover manchas mecanicamente. Vai-se mudar quimicamente essa estrutura, que se tornará mais solúvel, algumas delas removidas da estrutura dental, e outras simplesmente vão ter uma outra forma de percepção: não vamos mais conseguir enxergá-las como eram antigamente. Temos no mercado diversas formas de aplicar esse gel. A mais conhecida e antiga é o peróxido de carbamida nas concentrações de 10, 15, 16 e 20%. O método hoje em dia reconhecido cientificamente como o mais eficaz e seguro é a aplicação pelo paciente com moldeiras do peróxido de carbamida a 10%, com utilização que varia de 2 a 8 horas por dia, num período de 10 a 15 dias.
Existem também géis um pouco mais concentrados, de ação mais rápida e um pouquinho mais fortes, que são os peróxidos de hidrogênio. Esses peróxidos têm concentrações que variam de 4 a 40%, e são aplicados pelo paciente também pelo método de autoaplicação. Existem também as formas de peróxido aplicadas em consultório – com ou sem uso de luz – que segue ainda sendo uma grande polêmica: precisa-se ou não se precisa da luz? É benéfico ou não é benéfico utilizar a luz? O que se sabe com certeza é que a utilização do meio físico, a luz, apenas serve para acelerar a reação química, não interferindo com o resultado final.
Existem duas abordagens principais no clareamento dental: o realizado no consultório e aquele feito em casa. As duas maneiras podem ser igualmente eficientes, mas o procedimento em consultório tem a vantagem de permitir que o dentista supervisione o processo – e seu progresso – mais de perto.
O clareamento feito em consultório geralmente leva de 40 minutos a 1 hora e pode precisar de duas ou três visitas. Tipos diferentes de manchas – as causadas por tetraciclina, cigarros ou café, por exemplo – respondem de modo diferente ao tratamento. A princípio, deve-se promover uma acurada profilaxia, para permitir que os produtos atuem muito intimamente com a superfície dentária. Terminado esse procedimento, o clareamento pode ser iniciado. Como primeiro passo, o dentista aplicará um gel nas gengivas para protegê-las do agente clareador. Em seguida, o produto será aplicado. As substâncias mais comuns utilizadas para clareamento no consultório são o peróxido de carbamida a 35% e o peróxido de hidrogênio a 35% ou 40%. Alguns agentes clareadores são ativados por leds, que são luzes frias. Se os dentes estiverem muito manchados, pode ser necessário um clareamento mais intenso do que aquele que pode ser realizado no consultório. Nesse caso, o profissional pode fornecer uma moldeira feita sob medida, que é preenchida com um gel clareador e que deve ser utilizada várias horas por dia, geralmente durante a noite. O clareamento normalmente não causa efeitos colaterais, embora algumas pessoas possam exibir um aumento temporário na sensibilidade dos dentes. Também pode ocorrer leve irritação das gengivas.
Nos clareamentos caseiros, o gel com peróxido de carbamida a uma concentração de 16% é o mais utilizado. Alguns dentistas utilizam o laser como uma alternativa de alta velocidade aos procedimentos de clareamento convencionais; como já mencionado, não resulta em ganho no resultado. No entanto, os consumidores gostam dos aspectos de alta tecnologia dos tratamentos com laser; assim, a tecnologia vem sendo disseminada com muita rapidez, com resultados igualmente satisfatórios, ainda que a preço mais caro. Alguns estudos, entretanto, apontam maior durabilidade nos clareamentos caseiros, essencialmente produzidos mais lentamente e na maior parte das vezes com mais amplitude, já que conseguem branquear todas as faces dos dentes.
A seguir, os clareadores mais encontrados nas dentais, com suas substâncias e concentrações.
Clareador Clariant Office (Angelus): peróxido de hidrogênio 35%.
Clareador Easy White (Biodinâmica): peróxido de carbamida 10%, 16% e 22%.
Clareador Mix Night 16% (Villavie): peróxido de carbamida 16%.
Clareador Mix Night 22% (Villavie): peróxido de carbamida 22%.
Clareador Mix One Supreme (Villevie): peróxido de hidrogênio 35%.
Clareador Opalecence PF c/1 seringa (Ultradent): peróxidode carbamida 10%.
Clareador Opalescence Boost PF (Ultradent): peróxido de hidrogênio 40%.
Clareador Opalescence Boost PF Kit (Ultradent): peróxidode hidrogênio 40%.
Clareador Opalescence Go 10% Mini Kit (Ultradent): peróxido de carbamida 10%.
Clareador Opalescence GO 15 Mint Patient (Ultradent): peróxido de hidrogênio 15%.
Clareador Opalescence PF (Ultradent): peróxido de carbamida. Escolha a concentração.
Clareador Opalescence PF c/ 4 seringas (Ultradent): peróxido de carbamida 20%.
Clareador Opalescence PF c/12 seringas (Ultradent): peróxido de carbamida 20%.
Clareador Pola Day (SDI): peróxido de hidrogênio 9,5%.
Clareador Pola Day c/1 seringa (SDI): peróxido de hidrogênio 9,5%.
Clareador Pola Night (SDI): peróxido de carbamida 10%.
Clareador Pola Night c/1 seringa (SDI): peróxido de carbamida 10%.
Clareador Pola Office 35% (SDI): peróxido de hidrogênio 35%.
Clareador Pola Office Plus (SDI): peróxido de hidrogênio 37,5%.
Clareador Pola Office Plus 37,5% (SDI): peróxido de hidrogênio 37,5%
Clareador Potenza Bianco (PHS): peróxido de hidrogênio. 6%, 7,5% ou 9,5%.
Clareador Potenza Bianco H2O2 (PHS): peróxido de hidrogênio 38%.
Clareador Potenza Bianco PF 10% (PHS): peróxido de carbamida 10%.
Clareador Potenza Bianco PF 10% (PHS): peróxido de carbamida a 10%.
Clareador Potenza Bianco PF 16% (PHS): peróxido de carbamida 16%.
Clareador Potenza Bianco PF 16% (PHS): peróxido de carbamida a 16%.
Clareador Potenza Bianco PF 22% (PHS): peróxido de carbamida 22%.
Clareador Potenza Bianco Pro 35% (PHS): peróxido de hidrogênio 35%.
Clareador Potenza Bianco PRO SS 38% H2O2 (PHS): peróxido de hidrogênio 38%.
Clareador Power Bleaching (BM4): peróxido de carbamida 10%.
Clareador Power Bleaching c/ 1 seringa (BM4): peróxido de carbamida 10%.
Clareador Power Bleaching c/ 3 seringas (BM4): peróxido de carbamida 10%.
Clareador Power Bleaching com Aroma (BM4): peróxido de carbamida 10%, 16% ou 22%. Escolha o aroma.
Clareador Power Bleaching com Aroma (BM4): peróxido de carbamida 10%,
Clareador Power Bleaching com Aroma c/1 seringa (BM4): peróxido de carbamida 10%.
Clareador Power Bleaching com Aroma c/4 seringas (BM4): peróxido de carbamida 10%.
Clareador Smart White 6% (Villevie): peróxido de hidrogênio 6%.
Clareador Total Blanc Home Kit 16% (Nova DFL): peróxido de carbamida 16%.
Clareador Total Blanc Home Kit 35% (Nova DFL): peróxido de carbamida 35%.
Clareador Total Blanc Office (Nova DFL): peróxido de hidrogênio 35%.
Clareador White Class (FGM): peróxido de hidrogênio 4%.
Clareador White Class (FGM): peróxido de hidrogênio, escolha a concentração.
Clareador White Class 7,5% (FGM): peróxido de hidrogênio 7,5%.
Clareador Whiteness HP (FGM): peróxido de carbamida 10%.
Clareador Whiteness HP Automixx 35% (FGM): peróxido de hidrogênio 35%.
Clareador Whiteness HP Automixx Mini Kit (FGM): peróxido de hidrogênio 35%.
Clareador Whiteness HP Blue 35% (FGM): peróxido de hidrogênio 35%
Clareador Whiteness Hp Blue 35% FGM): peróxido de hidrogênio 35%.
Clareador Whiteness HP Blue Mini Kit (FGM): peróxido de hidrogênio 35%.
Clareador Whiteness HP kit + Kit Clareador Perfect 16% (FGM): peróxido de carbamida 16%.
Clareador Whiteness HP Maxx (FGM): peróxido de hidrogênio 35%.
Clareador Whiteness HP Maxx Mini Kit (FGM): peróxido de hidrogênio 35%.
Clareador Whiteness HP Maxx\Mini Kit (FGM): peróxido de hidrogênio 35%.
Clareador Whiteness HP Mini Kit (FGM): peróxido de hidrogênio 35%.
Clareador Whiteness Kit Simple 16% (FGM): peróxido de carbamida 16%.
Clareador Whiteness Perborato (FGM): peróxido de hidrogênio 20%. Kit com 1 perborato de sódio em pó 10 g, 1 peróxido de hidrogênio líquido 8 g.
Clareador Whiteness Perfect 10% (FGM): peróxido de carbamida 10%.
Clareador Whiteness Perfect 10% (FGM): peróxido de carbamida 10%.
Clareador Whiteness Perfect 10% (FGM): peróxido de carbamida 10%.
Clareador Whiteness Perfect 16% (FGM): peróxido de carbamida 16%.
Clareador Whiteness Perfect 22% (FGM): peróxido de carbamida 22%.
Clareador Whiteness Perfect 22% (FGM): peróxido de carbamida 22%.
Clareador Whiteness Perfect 22% (FGM): peróxido de carbamida 22%.
Clareador Whiteness Perfect Mini Kit (FGM): peróxido de carbamida 16%. Mini Kit com 3 seringas com 3g.
Clareador Whiteness Perfectg 22% (FGM): peróxido de carbamida 10%.
Clareador Whiteness Simple (FGM): peróxido de carbamida 22%.
Clareador Whiteness Simple (FGM): peróxido de hidrogênio, escolha a concentração.
Clareador Whiteness Simple 10% (FGM): peróxido de carbamida 10%.
Clareador Whiteness Simple 22% (FGM): peróxido de carbamida 22%.
Clareador Whiteness Simple 22% (FGM): peróxido de carbamida 22%.
Clareador Whiteness Simple 22% (FGM): peróxido de carbamida 22%.
Clareador Whiteness Super Endo (FGM): peróxido de carbamida 37%.
Outro dado importante: apenas um em cada 20 clientes insatisfeitos reclama; logo, quando isso ocorre é porque muitos outros já estão desgostosos. Para que essa falha na comunicação não se estabeleça, é importante o esclarecimento dos procedimentos clínicos que você está planejando para ele, pois isso valoriza seu trabalho na ótica de seu cliente. Para o encantamento do cliente, uma série de detalhes deve ser levada em conta, além de sua competência técnica. Desde o que você deixa disponível para distração na sala de espera, passando pelo sorriso da auxiliar e eventual ligação no dia seguinte de uma cirurgia, só para saber se ele passou bem. Tudo isso significa atenção, e é por isso que o cliente foi procurá-lo. Uma dica: lembre-o da consulta um dia antes, sem mencionar “confirmação”, que pode estimular o cancelamento. Quanto ao nível de informação ou ao grau de importância que dá ao tratamento bucal, basicamente os clientes podem ser classificados em cinco categorias:
- detalhista: quer saber nos mínimos detalhes de todas as soluções planejadas para sua boca. Entende de materiais, técnicas, pergunta tudo. Como rapidamente acaba tornando-se um chato, do tipo metralhadora de interrogações, o dentista torce para que o tratamento não dure muito. Se o dentista se atreve a dizer que a cárie se estendeu um pouco, por exemplo, ele logo rebate com um: “Mas foi mais para mesial ou para distal?’’;
- informado: tem interesse sobre saúde, lê tudo na internet sobre o assunto. Dentes a partir de célula-tronco? Ele ouviu a respeito. Aquela novidade que saiu no Fantástico? Ele ficou muito curioso sobre o caso e vai querer saber mais, por seu intermédio. Se você quer cultivar clientes desses, é melhor não perder as revistas e jornais digitais, e ficar ligado para mostrar-se atualizado e não decepcionar;
- automático: faz tratamento como se estivesse em hipnose: senta, abre a boca o tempo que for comandado e entrega nas mãos do dentista as decisões do que realizar em sua boca. Se o profissional propõe alguma opção de tratamento, ele logo argumenta com um “O dentista é o senhor, não tenho que falar nada”. Se tem sorte com os dentistas, tudo bem. Senão, vai correr atrás do prejuízo no futuro, quando se deparar com um profissional consciencioso;
- vapt-vupt: mesmo que tenha ficado ausente de consultórios durante muitos anos, só quer fazer tratamentos rápidos. Capricho não é seu forte: quanto mais ágil, quanto mais dentes possam ser restaurados em uma mesma sessão, maior admiração pelo profissional. Nada de muito polimento, de profissional que demore mais que 20 minutos em uma sessão. É sempre muito ocupado para se deter nessas firulas;
- desligado: não tem interesse particular sobre coisas ligadas à saúde da boca. O dente doeu? Nada que um analgésico não resolva. Doeu mais? Antiinflamatório ou antibiótico. Se está um caco? Bem, assim que tiver um tempinho, sobrar uma grana, ele vai procurar um dentista. Claro, a primeira coisa que vai dizer para o profissional é que nunca teve sorte com dentista, tem trauma desde garotinho. Como não valoriza, vai pedir ao doutor, por favor, um trabalho que não seja tão caro.
Serviços odontológicos devem possuir ventilação natural ou forçada, para evitar o acúmulo de fungos (bolores), gases e vapores condensados, sendo que sua eliminação não deve causar danos ou prejuízos às áreas próximas, de acordo com o Manual de Odonto da Anvisa. Os equipamentos de ar condicionado de janela e minisplits apresentam o inconveniente de não efetuar a renovação do ar necessária para a manutenção de uma boa qualidade do ar ambiente de interiores, conforme preconizado na Portaria GM/MS n.º 3.523, de 28 de agosto de 1998, e RE/Anvisa n.º 9, de 16 de janeiro de 2003. Esses equipamentos somente podem ser instalados nos serviços odontológicos acompanhados por um sistema de ventilação e/ou exaustão complementar, garantindo, dessa forma, a renovação de ar exterior necessária nesses ambientes. Caso o estabelecimento de assistência odontológica opte pela instalação de sistema de climatização, deverá seguir as seguintes recomendações: a) As instalações de climatização para os serviços odontológicos devem ser projetadas, executadas, testadas e mantidas conforme as recomendações das normas ABNT NBR 6401 – Instalações centrais de ar condicionado para conforto – Parâmetros básicos de projeto e NBR 7256 – Tratamento de ar em estabelecimentos assistenciais de saúde e da RDC/Anvisa n.º 50, de 21 de fevereiro de 2002. b) O sistema de climatização para os serviços odontológicos deve ser adequadamente dimensionado, por profissional especializado, de modo a prover uma vazão mínima de ar exterior de 6 (m3 /h)/m2 e uma vazão mínima de ar total de 18 (m3 /h)/m2 . A temperatura ambiente deve ser mantida entre 21ºC e 24ºC, e a umidade relativa do ar entre 40% e 60%. Os equipamentos devem possuir, no mínimo, filtros classe G3 no insuflamento. c) As tomadas de ar exterior devem ser localizadas de forma a evitar a aspiração de descargas de exaustão de cozinhas, sanitários, laboratórios, lavanderia e também a evitar a proximidade a depósitos de lixo, centrais de gás combustível, grupos geradores, centrais de vácuo, estacionamentos, bem como de outros locais onde haja possibilidade de emanação de agentes poluidores ou gases nocivos, estabelecendo uma distância mínima de oito metros desses locais. As tomadas de ar exterior deverão ser providas, no mínimo, de filtros classe G3 e dotadas de telas de proteção de material resistente à corrosão. d) Os dutos de ar, quando utilizados, devem ser unidos por meio de juntas flangeadas, à prova de vazamentos. As dobras, conexões e acessórios dos dutos também devem ser estanques. Todo retorno de ar deve ser feito através de dutos, sendo vedado o retorno através do forro (plenum). e) A instalação e a manutenção de equipamentos de pequeno porte, como aparelhos de janela e minisplits, devem ser efetuadas conforme recomendado nos manuais do fabricante. A manutenção de equipamentos e/ou instalações de capacidade igual ou superior a 5 TRs (15.000 kcal/h = 60.000 Btu/h) deverá ser efetuada sempre sob a supervisão de engenheiro mecânico (responsável técnico) habilitado pelo CREA para tal fim, observando-se os critérios da Portaria GM/MS n.º 3.523, de 28 de agosto de 1998, e RE/Anvisa n.º 9, de 16 de janeiro de 2003.
… um único responsável técnico como um todo, de acordo com a Vigilância Sanitária.
Se é preciso promover cobrança, ou o cliente se esquecer de cumprir alguma parcela, o ideal é que se deixe o assunto a cargo de uma secretária de confiança e que tenha jeito para cobrar sem constranger. O profissional deve procurar ficar acima das questões que não sejam técnicas. Outro detalhe que faz parte da estratégia de administração é sempre estar de posse das garantias de pagamento do tratamento que se está realizando, para que não ocorra o desagradável de, terminado o serviço, o cliente dizer que passa outro dia para acertar. Além de estresse, isso pode desencadear aborrecidas complicações bancárias.
Os colorímetros são mais fáceis de usar e menos dispendiosos do que os espectrofotômetros. No entanto, de acordo com o especialista português na área, Paulo António Soares Ribeiro, são menos precisos devido ao envelhecimento dos filtros e o metamerismo da amostra pode ser um desafia à sua precisão.
O primeiro dispositivo criado para a análise digital de cor e equalização de sombreamento baseado em tecnologia de visão artificial que pode captar a aparência visual dos dentes foi o ShadeScan.Trata-se do pioneiro a prover um mapeamento digital do sombreamento da superfície inteira do dente enquanto permite ao usuário selecionar dentre inúmeros guias de sombra apresentados. A imagem do dente é obtida e gravada digitalmente num cartão de memória, podendo ser acrescentados comentários de voz. A gravação é enviada ao laboratório de prótese que, com o uso do software específico, apresenta mapas de cor e translucidez digitais, facilitando a escolha da cor, da translucidez e da textura, sem estar na presença do paciente.
Veja as características dos principais sistemas à disposição no mercado. O custo varia de 1 mil a 7,5 mil dólares.
Dispositivos de medição de cor | Colorímetros/Espectrofotômetros
Clear Match (software- necessita de câmera digital), da Clarity Dental, EUA.
Color Scanner 2006 (software- necessita de câmera digital), da Nuova, Fra- Sui.
CrystalEye espectrofotômetro da Olympus, Japão.
Easyshade Compact, espectrofotômetro) da Vident, EUA. www.vident.com
Shade NCC Chroma Meter, da Shofu Dental, EUA.
ShadeEye- X, colorímetro da Shofu Dental, EUA.
ShadeScan, colorímetro da Cynovad.
ShadeStar, da Lukadent, Alemanha. www.lukadent.com
ShadeVision, colorímetro da X-Rite, EUA.
ShadeX, espectrofotômetro da X-Rite, EUA.
SpectroShade Micro, espectrofotômetro da MHT, Suiça. www.mht.ch
Zfx Shad, espectrofotômetro da Zfx, Alemanha. www.zfx-dental.com
Locar, no Brasil, é sempre um processo muito mais fácil de ser desfeito que a compra de imóvel. Se depois desse período de teste você vislumbrar boas perspectivas, então é a senha para investir. Claro que existe sempre o raciocínio de que o aluguel é um investimento que não retorna. Mas, nesse caso, é por uma boa causa, e é olhar em médio e longo prazos. Pesquisar é sempre importante. O valor do aluguel varia muito, podemos encontrar salas em prédios comerciais no mesmo bairro ou região por metade do preço. Com a pandemia de 2020, os preços ficaram bipolares, e é possível encontrar boas pechinchas, se procurarmos muito. Antes de negociar, conheça bem o local, verifique se há segurança, garagem, estacionamento para os clientes – importantíssimo – e o valor do condomínio. Com a corretora ou com o proprietário tente negociar alguns meses de carência até que seu consultório esteja pronto; um mês é praxe, dois meses é o ideal.
Tipos de compressores odontológicos
Podemos classificar o compressor odontológico em três tipos básicos: os lubrificados com óleo, os secos (sem óleo) e os com secador de ar. Vamos ver suas características.
Compressores lubrificados com óleo
Os compressores lubrificados com óleo não são indicados para um consultório odontológico, pois os resíduos tóxicos podem ser prejudiciais ao paciente e ao profissional. Acontece que o pistão que realiza o movimento para comprimir o ar necessita de lubrificação periódica para que não fique preso. E essa lubrificação é feita com óleo, que acaba indo para o ar comprimido, gerando resíduos tóxicos.
Compressores secos (sem óleo)
Os compressores secos ou sem óleo são os mais indicados para tratamentos odontológicos, pois não contaminam o ambiente. Esse tipo de compressor odontológico deve ter alta precisão na fabricação, juntamente com os cilindros e pistões revestidos com um material autolubrificante, não sofrendo nenhum desgaste e, consequentemente, não gerando resíduos. Antigamente, os compressores a óleo costumavam durar muito mais do que os compressores a seco. Entretanto, com a precisão com que modernos compressores odontológicos são fabricados e a qualidade dos materiais atuais, eles já têm uma durabilidade semelhante àqueles lubrificados com óleo.
Compressores com secador de ar
Os compressores odontológicos retiram o ar do ambiente para depois comprimi-lo e armazená-lo em um tanque. Contudo, este ar tem sempre um percentual de umidade, que costuma ser maior ou menor, dependendo do local. Ao comprimir o ar, ele diminui a sua capacidade de transportar umidade e, se esse percentual for alto, acaba condensando as paredes do tanque do compressor odontológico. Caso isso aconteça, o ideal é esvaziar a água do tanque do compressor. Entretanto, para evitar todo esse trabalho, existem compressores que incorporam um secador de ar e removem a maior parte da umidade do ar antes de comprimi-lo. Dessa maneira, a compressão do ar não condensa a umidade dentro do tanque do compressor e não precisamos esvaziá-lo com tanta frequência.
Devido ao risco de contaminação, não é adequado deixar estes equipamentos em lugares como banheiros ou próximos a resíduos. A instalação dentro da sala do dentista também não é recomendada, pois esse aparelho representa fonte de calor e ruído. Outro ponto de atenção, de acordo com a dra. Emanuelle Ferreira, doutora em Ortodontia pela PUC- Minas, e autora de trabalhos sobre esses equipamentos, é que se deve evitar compressor com óleo em consultório odontológico, pois pode causar contaminação durante a compressão do ar no equipamento.
A capacidade de cada compressor odontológico indica quantas cadeiras ele pode atender. Existem compressores para um ou mais consultórios. O compressor odontológico funciona de uma maneira eficaz para levar o ar comprimido para os demais equipamentos, entre eles os sugadores, ultrassom com ou sem jato de bicarbonato, peças de mão (seringa tríplice, micromotor, alta rotação, contra ângulo e peça reta), cavitador, jato de bicarbonato e bomba a vácuo.
Existem algumas boas práticas de uso do compressor odontológico para que a sua vida útil seja maior. Antes do expediente, é importante verificar a saída de ar do tanque e ver se ela está aberta. Outra dica muito interessante é fechar o dreno do tanque e dos filtros corretamente, verificando o nível do óleo e se certificando de que não há nenhum vazamento.
No fim do dia, tenha certeza de que você desligou a chave elétrica de seu compressor odontológico e abra tanto o dreno quanto todos os filtros existentes no equipamento.
Outras dicas essenciais:
- Ficar de olho na limpeza da válvula de retenção, pois esta é uma das mais importantes nos compressores de ar, que possibilita que o ar comprimido seja armazenado dentro da estrutura do equipamento.
- Posicionar corretamente seu compressor de ar. O espaço deve ser limpo e ficar, no mínimo, 30 cm distanciado da parede, para facilitar a ventilação e diminuir as chances de contaminação do ar que é produzido.
- Cuidar do filtro de ar de seu compressor de ar. Ele necessita de uma atenção, em média, três vezes na semana. Esta simples ação pode evitar o superaquecimento do equipamento.
- Não ligar seu compressor de ar diretamente na rede elétrica. É indicado usar uma fiação adequada e chave de partida com proteção.
- Prestar atenção no comportamento de seu equipamento e nunca mexer nele caso não tenha a absoluta certeza de que ele está completamente desligado.
- Manter a frequência da manutenção especificada pelo fabricante. Esta ação evita a quebra do aparelho.
- Fique atento nas mangueiras de seu compressor odontológico, pois essas peças são como as artérias nos humanos, e não podem conter rachaduras ou dobras.
Em resumo, para escolher o compressor odontológico ideal para o consultório é necessário entender algumas particularidades, como qual o consumo máximo de ar utilizado. Também é importante checar as especificações do compressor para identificar o volume total que ele suporta desse ar aspirado. O ideal é que seja o dobro do consumo dos equipamentos de seu consultório. Por fim, verifique se o equipamento é silencioso ou não.
O compressor de ar do equipo odontológico deve estar localizado em lugar arejado, de preferência fora do consultório. As boas práticas de projeto recomendam que ele seja instalado em ambiente com tomada externa de ar e que possua proteção para combater a repercussão acústica causada pelo motor. Nos últimos dez anos, foram desenvolvidos compressores de ar silenciosos que podem permanecer dentro da sala clínica e que são providos de filtros de ar coalescentes, com maior capacidade de filtração, fazendo maior purificação do ar comprimido. Caso seja instalado em ambiente sem captação direta de ar externo, o compressor deverá estar acoplado através de duto à tomada direta de ar externo, caracterizando uma ventilação forçada. A instalação de filtros de ar bactericidas e mais finos no compressor não é recomendada. O equipamento não possui capacidade para vencer a barreira que seria criada pela instalação dos filtros adequados para garantir as condições da qualidade do ar a ser aspirado nesse ambiente.
Veja a seguir as características de alguns dos comercializados no mercado abaixo, das marcas AirZap, Chiaperini, D700, Dabi Atante, Evotech, FIAC, Gnatus, Schulz, Schuster e Stelo.
Compressor 123 Stelo (DCL+Stelo): O Stelo 123 é conhecido há décadas como sendo um dos mais silenciosos. Com a utilização de um gabinete termo acústico, foi possível reduzir em 5 decibéis o ruído do compressor que sem o gabinete produz apenas 65 db e com o gabinete 60 db. Para que se tenha um parâmetro de comparação, o nível sonoro de uma conversação possui, em média, 63 db. E um restaurante muito ruidoso possui nível sonoro de 75 db. A importância dos 5db de redução de ruído ganhos com o gabinete que pode acompanhar o compressor é considerável. Capacidade do reservatório: 30 l.
Compressor 246 Stelo (DCL+ Stelo): a DCL mantém a tradição de investir no quesito menor nível de ruído para seus clientes que agora, junto ao compressor Stelo, podem levar para o consultório um gabinete em aço com 50 mm de espuma acústica, que reduz em 5 decibéis o ruido do compressor que sem o gabinete produz 68 db. Traduzindo: dentro do gabinete o compressor equivale ao nível sonoro de conversação, o qual fica em torno de 63 db. Outros termos de comparação: 75 db equivale a um restaurante muito ruidoso, 85 db é um canto de um galo e o silêncio tem entre 0 a 10 db. Dá para se perceber a importância dos 5db de redução de ruído ganhos com o gabinete que pode acompanhar a nova versão desse compressor. Outras características técnicas: cilindrada: 246cm²; cabeçote com 672 RPM, capacidade do reservatório: 60 Litros. Peso: 75 kg.
Compressor Air Clean 50L (Gnatus): compressor desenvolvido para atender às necessidades odontológicas para um consultório. Nível de ruído não informado. Capacidade do reservatório de 50 l.
Compressor Air Plus CSI 6/50 (Schulz): compressor eficiente e robusto. Seu bloco de ferro fundido produz grande vazão de ar e garante maior durabilidade do produto. O motor oferece proteção contra sobrecarga e foi dimensionado para trabalhos mais intensos. Outras características: peso bruto: 53,3 kg, volume do reservatório de ar: 50 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Air Plus CSL 15/100 (Schulz). Características: potência do motor: 15 hp; pressão de operação mínima: 100 psi. Volume do reservatório de ar: 100 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Air Plus CSL 20/150 (Schulz). Características: potência do motor: 5 hp. Pressão de operação máxima: 140 psi. Volume do reservatório de ar: 150 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Air Plus CSV 10/100 (Schulz). Características: potência do motor: 2 hp; pressão de operação máxima: 145 psi. Volume do reservatório de ar 100 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Airmax 12.100 (FIAC)- características técnicas: reservatório: 100 l. Número de cabeçotes: 1; 2 pistões. Pintura Interna. Regulador de pressão, acionamento do motor direto. Isento de óleo. Ideal para 1 a 3 consultórios. Peso: 62 kg. Garantia: 1 ano.
Compressor Airmax 12.50 (FIAC)- características técnicas: rervatório 50 l. Número de cabeçotes: 1; 2 pistões. Pintura interna, acionamento do motor: direto. Isento de óleo. Ideal para até 2 consultórios. Peso: 31 kg. Garantia: 1 ano.
Compressor Airmax 24.250 (FIAC)- características técnicas: reservatório: 250 l. Número de cabeçotes: 2; 4 pistões. Pintura Interna. Acionamento do motor: direto. Isento de óleo. Ideal para 5 consultórios. Peso: 120 kg. Garantia: 1 ano.
Compressor Airmax 36.350 (FIAC)- características técnicas: reservatório: 350 l; número de cabeçotes: 3; pistão: 6; pintura interna: sim; regulador de pressão: sim. Isento de óleo. Ideal para 6 até 8 consultórios. Peso: 150 kg, Garantia:1 ano.
Compressor Airmax 48.500 (FIAC)- características técnicas: reservatório: 500 l. Número de cabeçotes: 4; pistão: 8. Pintura interna. Acionamento do motor: direto. Isento de óleo. Ideal para 9 a 10 consultórios. Peso: 234 kg. Nível de ruído não informado.
Compressor Audaz MCSV 20/150 (Schulz). Características: pressão de operação máxima: 12 bar. Número de pistões: 2; volume do reservatório de ar: 150 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Audaz MCSV 20/200 (Schulz). Características: pressão de operação máxima: 12 bar; número de pistões: 2. Volume do reservatório de ar: 200 Nível de ruído não informado.
Compressor Bravo CSI 4BR/AD (Schulz). Características: potência do motor: 1 hp. Pressão de Operação Máxima (lbf/pol²)140. Capacidade do reservatório e nível de ruído não informados.
Compressor Bravo CSL 10BR/100 (Schulz). Características: potência do motor: 2 hp e 1,5 kw. Pressão de operação máxima: 9,7 bar. Número de pistões: 2. Volume do reservatório de ar: 93 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Bravo CSL 10BR/200 (Schulz). Características: deslocamento teórico (pcm) 10; potência do motor: 2 hp e 1,5 kw. Número de pistões: 2. Volume do reservatório de ar: 183 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Bravo CSL 15BR/100 (Schulz). Características: potência do motor: 3 hp e 2,2 kw. Pressão de operação máxima: 9,7 bar. Número de pistões: 2. Volume do reservatório de ar: 93 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Bravo CSL 15BR/200 (Schulz). Características: deslocamento teórico: 15 pcm; potência do motor: 3 hp. Número de pistões: 2. Volume do reservatório de ar 183 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Bulldog 40 PCM (FIAC)- características técnicas: trabalha em regime intermitente, com dois cilindros em V, acionamento por correia, lubrificado a óleo, pistão, unidade compressora em ferro fundido. Volume do reservatório: 350 l. Potência do motor: 10 hp – 7,5 kW – IP21. Peso: 125 kg. Nível de ruído não informado.
Compressor Cosmos (FIAC)- características técnicas: reservatório: 100 l. Pintura Interna; acionamento do motor: direto. Isento de óleo. Ideal para 2 a 3 consultórios. Peso: 64 kg. Nível de ruído não informado. Garantia: 1 ano
Compressor Cosmos 145 (FIAC)- características técnicas: reservatório com volume de 45 l. Pintura Interna. Isento de Óleo. Ideal para 1 consultório. Peso: 42 kg. Nível de ruído não informado. Garantia:1 ano.
Compressor Cosmos 245 (FIAC)- características técnicas: reservatório: 45 l. Número de cabeçotes: 2. Pintura interna. Regulador de pressão: Acionamento do motor: direto. Isento de óleo: Ideal para 2 consultórios. Peso: 52 kg. Nível de ruído não informado. Garantia: 1 ano.
Compressor DC TOP 7/45 (FIAC)- características técnicas: reservatório: 45 l. 1 pistão. Pintura interna. Regulador de pressão. Acionamento do motor direto. Isento de óleo. Peso: 60 kg. Nível de ruído não informado. Garantia de 1 ano.
Compressor de Ar 150 L (Evotech)- características técnicas: volume do reservatório: 150 l. 4 HP. Para até 5 consultórios (com bomba vácuo) ou até 4 consultórios (sem bomba vácuo). Número de cilindros: 2×2. Peso com embalagem: 107 kg. Nível de ruído não informado.
Compressor de Ar 150L (D700) – características técnicas: capacidade do reservatório de ar: 150 l. Proteção contra choque elétrico. Número de cilindros: 2×2. Potência do motor: 2×2 HP. Nível de ruído não informado.
Compressor de Ar 250 L – 6 HP (Evotech)- características técnicas: reservatório com volume de 250 l. Para até 10 consultórios (com bomba vácuo) ou até 8 consultórios (sem bomba vácuo). Número de cilindros: 3×2. Peso com embalagem: 150 kg. Nível de ruído não informado.
Compressor de Ar 30L 1HP (Evotech)- características técnicas: para até 1 consultório (com bomba vácuo). Reservatório: 30 l. Número de cilindros: 2. Nível de ruído não informado. Peso com embalagem: 35 kg.
Compressor de Ar 40L (D700) – características técnicas: capacidade do reservatório de ar: 40 l. Proteção contra choque elétrico. Nível de ruído não informado. Capacidade para 1 consultório. Modo de operação: contínua. Número de cilindros: 2. Peso com embalagem: 48 kg.
Compressor de Ar 40L (Dabi Atlante): adequado para um consultório, compacto e super silencioso. Baixo consumo de energia. Motor isento de óleo ou emissão de fumaças, vapores e odores. Manômetro para pressão do reservatório. Registro para controle de vazão. Registro para drenagem do acúmulo de água no reservatório. Pintura interna antioxidante que garante maior durabilidade. Fluxo de ar de 212 litros/min (equipamento de 40 litros). Tanque em pequenas dimensões para ocupar menos espaço. Capacidade do reservatório de 40 litros. Motor de 2 pistões com 1,12 HP / 830W (127V) e 1,14 HP / 1100W (220V). Nível de ruído não informado. Garantia: 12 meses.
Compressor de Ar 40L 1HP (Evotech)- características técnicas: capacidade do reservatório: 40 l. Potência do motor de 1 HP. Isento de óleo. Nível de ruído de até 70 dB. Para 1 consultório. Número de cilindros: 2. Garantia de 1 ano.
Compressor de Ar 40L 2HP (Evotech)- características técnicas: reservatório de 40 l. Para até 2 consultórios (com bomba vácuo). Número de cilindros: 2. Nível de ruído de até 70 dB. Peso com embalagem: 48 kg.
Compressor de Ar 65L (D700) – características técnicas: capacidade do reservatório de ar: 65 l. Ideal para até 2 consultórios. Proteção contra choque elétrico. Modo de operação: contínua. Número de cilindros: 2. Nível de ruído não informado. Peso com embalagem: 54 kg.
Compressor de Ar 65L (Dabi Atlante): adequado para 2 consultórios; compacto e super silencioso, com baixo consumo de energia. Motor isento de óleo ou emissão de fumaças, vapores e odores; manômetro para pressão do reservatório. Pintura interna antioxidante que garante maior durabilidade. Capacidade do tanque de 65 litros. Cabeçote duplo com 2 motores e 2 pistões cada, com 1,12 HP / 1660 W. Nível de ruído não informado. Garantia: 12 meses.
Compressor de Ar 65L 2HP (Evotech) – características técnicas: volume do reservatório de 65 l. Para até 3 consultórios (com bomba vácuo) ou 2 consultórios (sem bomba vácuo). 2 cilindros, 2 HPs. Nível de ruído não informado. Peso com embalagem: 54 kg.
Compressor de Ar Dental Air DA1000 TOP SILENCE 25VF (AirZap): compressor de ar lubrificado, de 1/2 HP, super silencioso (45db), tanque de 24 litros, 60 l/m teóricos. O ar puro é garantido pela alta tecnologia incorporada e pelo filtro coalescente de 0,01 µm. A manutenção é fácil, a operação é simples, livre de vibração e de alta performance. Funcionam com nível de ruído a partir de 45 dB(A)/1m, sendo os compressores mais silenciosos do mercado, segundo a fábrica. Podem ser usados sem nenhum inconveniente auditivo, próximos ao ambiente de trabalho. Possui também dreno manual com registro rápido.
Compressor de Ar Horizontal 50 L (Evotech)- características técnicas: capacidade do reservatório: 50 l. Para até 2 consultórios. 2 hp. 2 cilindros. Peso com embalagem: 50 kg. Nível de ruído não informado.
Compressor de Ar S120 GIII 120L (Shuster): indicado para uso em consultórios odontológicos que necessitam de ar comprimido isento de óleo. É uma solução para 7 consultórios com bomba de vácuo ou 5 consultórios sem bomba de vácuo (até 2 sugadores simultâneos cada). A tecnologia empregada no equipamento permite controlar o funcionamento individual de cada motor, medir o tempo de trabalho acumulado dos motores, configurar e ajustar pausas e as pressões de ar no acionamento e desligamento do compressor. Não necessita de lubrificação. Display digital com informações em tempo real dos motores e do equipamento. Apresenta reservatório com aberturas nas laterais para futuras inspeções. Manômetro para verificar a pressão de saída de ar. Filtro de aspiração da entrada de ar no reservatório. Dispositivo de Segurança: relé térmico para proteger sobrecarga de tensão. Tratamento interno e externo do reservatório com pintura eletrostática (antioxidante). Motor com componentes internos confeccionados em cerâmica. Peso líquido: 107 kg. Capacidade: 120 litros. Com 3 motores de 2,0 hp cada (total 6,0 hp e seis cabeçotes). Baixo nível de ruído: 72 db(A)/m. Potência dos motores: 2,0 hp x 3 (1450 w x 3). Número de motores: 3.
Compressor de Ar S50 GIII 45L (Schuster): idealizado para 3 consultórios com bomba de vácuo, ou 2 consultórios sem bomba de vácuo. Totalmente isento de óleo; não necessita lubrificação. Reservatório com capacidade de 43 litros (127 V) e 45 litros (220 V). Com tratamento interno e externo antioxidante (pintura eletrostática). Possui aberturas laterais, para futuras inspeções. Motor com 2,0 hp e dois cabeçotes. Possui componentes internos confeccionados em cerâmica proporcionando reduzido atrito. Nível de ruído de 58 db. Rele térmico (protetor de sobrecarga de tensão). Protege o motor contra quedas ou picos de tensão desligando-o automaticamente em casos de temperatura excessiva. Capacidade do reservatório não informada.
Compressor Isento de Óleo CSD 10/40 (Schulz). Características: deslocamento teórico (pcm) 10; potência do motor de hp e 1,5 kW. Número de pistões: 2. Volume do reservatório de ar: 40 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Isento de Óleo CSD 10/60 (Schulz). Características: potência do motor de 2 hp e 1,5 kw. Número de pistões: 2. Volume do reservatório de ar: 62,6 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Isento de Óleo CSD 18/100 (Schulz). Características: Potência do motor de 2 kw. Número de pistões 2 x 2. Volume do reservatório de ar 100 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Isento de Óleo CSD 27/200 (Schulz). Características: potência do motor de 3 hp e 3 kw. Número de pistões: 3 x 2. Volume do reservatório de ar de 200 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Isento de Óleo CSD 5/30 (Schulz). Características: potência do motor de 1 hp. Número de pistões: 2. Volume do reservatório de ar 29 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Isento de Óleo CSD 9/50 (Schulz). Características: potência do motor de 1,5 hp. Número de pistões: 2. Volume do reservatório de ar de 46 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Isento de Óleo CSV 15/250 (Schulz). Características: potência do motor de 3 hp e 2,25 kw. Número de pistões: 2. Volume do reservatório de ar 261 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Isento de Óleo CSV 5 AD (Schulz). Características: potência do motor: 1 hp e 0,75 kw. Capacidade do reservatório e nível de ruído não informados.
Compressor Isento de Óleo CSV 5 AD com base (Schulz). Características: deslocamento teórico de 5 pcm; potência do motor de 1 hp. Nível de ruído não informado.
Compressor Isento de Óleo CSV 5/30 (Schulz): compressor isento de óleo, possui segurança operacional e alto desempenho e motor de potência de 1 hp. inclui aditivo antibacteriano na pintura interna dos reservatórios de ar, que reforça o cuidado com a biossegurança. Volume do reservatório e nível de ruído não informados.
Compressor Isento de Óleo CSV 9/30 (Schulz). Características: potência do motor de 1 kw. Unidade Compressor com 2 pistões. Volume do reservatório de ar de 29 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Isento de Óleo MSV 12/100 (Schulz). Principais características: potência do motor (hp) 2 x 1 e 1,5 kw. Número de pistões 2 x 2. Volume do reservatório de ar 96 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Isento de Óleo MSV 12/200 (Schulz): deslocamento teórico (pcm): 12; potência do motor de 2 hp e 1.5 kW. Número de pistões: 2. Volume do reservatório de ar: 183 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Isento de Óleo MSV 6/30 (Schulz): deslocamento teórico (pcm): 6; potência do motor de 1 hp e 0,75 kW. Número de pistões: 2. Volume do reservatório de ar: 29 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Odontomed 100 (FIAC)- características técnicas: reservatório com capacidade para 100 l. Isento de óleo e ideal para dois ou três consultórios. Possui protetor elétrico, pintura interna e externa eletrostática a pó, regulador de pressão e acionamento direto do motor. Peso: 75 kg.Nível de ruído não informado. Garantia de 1 ano.
Compressor Odontomed 100V (FIAC)- características técnicas: capacidade do reservatório vertical: 100 l. 1 cabeçote. Pintura Interna. Regulador de pressão. Isento de óleo. Ideal para 3 consultórios. Peso: 75 kg. Nível de ruído não informado. Garantia de 1 ano.
Compressor Odontomed 200 (FIAC)- característica técnicas: reservatório de 181 l. Número de Cabeçotes: 2. Pintura interna. Isento de óleo. Ideal para 4 consultórios. Peso: 89 kg. Nível de ruído não informado. Garantia de 1 ano.
Compressor Odontomed 200V (FIAC)- características técnicas: capacidade do reservatório de 200 l. 2 cabeçotes, pintura interna. Isento de óleo. Nível de ruído não informado. Peso: 93,8 kg. Garantia de 1 ano.
Compressor Odontomed 250 (FIAC)- características técnicas: reservatório com capacidade de 250 l. 3 cabeçotes. Pintura interna. Isento de óleo. Ideal para 6 consultórios. Nível de ruído não informado. Peso: 128 kg. Garantia de 1 ano.
Compressor Odontomed 350 (FIAC)- características técnicas: capacidade do reservatório de 342 l. 4 cabeçotes. Pintura interna. Isento de óleo. Nível de ruído não informado. Peso: 154 kg. Garantia de 1 ano.
Compressor Pratic Air CSI 7.4/30 com Rodas (Schulz): deslocamento teórico (pcm) 7,4, potência do motor de 1,5 hp e 1,1 kw. Pressão de Operação Máxima (bar) 8,6. Número de pistões: 1. Volume do reservatório de ar 30 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Pratic Air CSI 7.4/50 com Rodas (Schulz): deslocamento teórico (pcm) 7,4; potência do motor de 1,5 hp e 1,1 kw. Número de pistões: 1. Volume do reservatório de ar 46 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Pratic Air CSL 20/150 (Schulz): deslocamento teórico (pcm) 20; potência do motor de 5 hp e 3,7 kW. Número de pistões 2. Volume do reservatório de ar de 150 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Pratic Air CSL 20/200 (Schulz): deslocamento teórico (pcm) 20; potência do motor de 5 hp e 3,7 kw; Número de pistões 2. Volume do reservatório de ar de 183 l. Nível de ruído não informado.
Compressor Pratic Air CSV 10/100 (Schulz): deslocamento teórico (pcm): 10. Potência do motor de 2 hp e 1,5 kw. Número de pistões: 2. Volume do reservatório de ar: 93 l. Nível de ruído não informado.
Compressor PRO CSV 10/100 (Schulz): deslocamento teórico (pcm) 10; potência do motor de 2 hp e 1,5 kw. Número de pistões: 2. Volume do reservatório de ar: 93 l. Nível de ruído não informado.
Compressor PRO CSV 10/200 (Schulz): deslocamento teórico (pcm): 10, potência do motor de 2 hp e 1,5 kw. Número de pistões: 2. Volume do reservatório de ar 183 l. Nível de ruído não informado.
Compressor PRO CSV 10/50 (Schulz): deslocamento teórico (pcm): 10; potência do motor de 2 hp e 1,5 kw. Número de pistões: 2. Volume do reservatório de ar: 50 l. Nível de ruído não informado.
Compressor PRO CSV 10/AD (Schulz): deslocamento teórico (pcm); potência do motor de 2 hp e 1,5 kw. Volume do reservatório de ar e nível de ruído não informados.
Compressor S120 Geração III (Schuster): nível de ruído: 72 db. Capacidade para 7 consultórios com bomba de vácuo ou 5 consultórios sem bomba de vácuo (até 2 sugadores simultâneos cada). Totalmente isento de óleo; não necessita lubrificação. Painel de controle com display digital que exibe informações em tempo real dos motores e do equipamento. Controle automático de acionamento/religamento de cada motor reduzindo a alta corrente gerada. Reservatório com capacidade de 120 l. Pintura eletrostática; possui aberturas laterais, para futuras inspeções. Com 3 motores de 2,0 hp cada (total 6,0 hp e seis cabeçotes). Possui componentes internos confeccionados em cerâmica. Relê térmico (protetor de sobrecarga de tensão). Protege os motores contra quedas ou picos de tensão desligando-os automaticamente em casos de temperatura excessiva. Outras características: manômetro para verificar a pressão de saída de ar; rodízios para transporte. Peso Líquido: 107 kg. Capacidade do reservatório: 120 litros.
Compressor S45 – Geração III (Schuster): nível de ruído: 54 db. Capacidade para 2 consultórios com bomba de vácuo; 1 consultório (sem bomba de vácuo). Totalmente isento de óleo. Não necessita de lubrificação. Reservatório com capacidade de 40 l. Pintura eletrostática. Possui aberturas laterais, para futuras inspeções. Motor com 1,2 hp e dois cabeçotes. Novo modelo e design, com maior refrigeração e componentes internos confeccionados em cerâmica. Novo motor, com maior tecnologia, possui reduzido nível de ruído: 54 db. Pressostato com chave geral liga/desliga. Válvula de segurança. Dispositivo de alívio do excesso de pressão. Rele térmico (protetor de sobrecarga de tensão). Protege o motor contra quedas ou picos de tensão desligando-o automaticamente em casos de temperatura excessiva. Outras características: dois manômetros: um para verificar a pressão interna do reservatório e outro para a pressão de saída de ar. Registro para drenagem da umidade condensada no reservatório de acesso superior e fácil localização. Filtro de aspiração (entrada de ar no reservatório). Peso líquido: 30,5 Kg.
Compressor S60 – Geração III (Schuster): compressor isento de óleo e ideal para consultórios odontológicos e procedimentos laboratoriais. Ele possui tratamento interno e externo antioxidante (pintura eletrostática) e é silencioso (60 db a um metro de distância).
Compressor Super 50N (FIAC)- características técnicas: reservatório com volume de 50 l. 1 cabeçote. Pintura interna. Isento de óleo. Ideal para 1 consultório. Nível de ruído não informado. Peso: 42 kg. Garantia de 1 ano.
Compressor Top Silence 25VF-100 (Airzap). Compressor de ar lubrificado, de 1 HP, super silencioso (48db), tanque de 24 litros, 120 l/m teóricos. O ar puro é garantido pela alta tecnologia incorporada e pelo filtro coalescente de 0,01 µm. A manutenção é fácil, a operação é simples, livre de vibração e de alta performance. Funcionam com nível de ruído a partir de 45 db(A)/m, sendo os compressores mais silenciosos do mercado, conforme a fábrica. Podem ser usados sem nenhum inconveniente auditivo, próximos ao ambiente de trabalho. Equipamento de uso intermitente, com vazão e pressão variável de acordo com a demanda da pressão de trabalho. A linha Top Silence possui: filtro de aspiração de ar; pressostato com chave geral liga/desliga; protetor térmico no motor elétrico; ventoinhas de refrigeração no motor; válvula de segurança; válvula mecânica de alívio do excesso de pressão; manômetro do reservatório. Inclui também regulador de pressão de saída de ar com manômetro. Potência do motor de 1 hp, com 2 motores. Nível de ruído: 48 db(A)/m. Peso líquido: 48 Kg.
Compressor Top Silence 50VF-150 (Airzap). Compressor de ar lubrificado, de 1,5 hp, super silencioso (50 db), tanque de 50 l, 180 l/m teóricos. Potência do motor de 1,5 hp. Número de motores: 3 unid (373W cada). Nível de ruído: 50 (db(A)/m). Peso líquido: 76 kg.
Compressor Top Silence 50VF-200 (Airzap). Compressor de ar lubrificado, de 2 hp, super silencioso (56db), tanque de 50 litros, 240 l/m teóricos. Potência (motor): 2 hp. Número de motores: 4 unidades (373 w cada). Nível de ruído: 56 (db(A)/m); Peso líquido: 90 kg.
Compressor Top Silence DA1000 25VF (Airzap). Compressor de ar isento de óleo de 1 hp – Linha Dental Air. Potência (motor): 1 HP / 0,75 kw. Número de motores: 1 unidades (750 w). Nível de ruído: 69 (db(A)/m). Capacidade do reservatório: 24 litros Peso líquido: 25 kg.
Compressor Top Silence DA1000 25VFP (Airzap). Compressor de ar isento de óleo de 1 hp – Linha Dental Air. Potência (motor): 1 hp / 0,75 kw. Número de motores: 1 unidades (750 w). Nível de ruído: 52 (db(A)/m). Capacidade do reservatório: 24 litros. Peso líquido: 26 kg.
Compressor Top Silence DA1500 25VF (Airzap). Compressor de ar isento de óleo de 1,5 hp – Linha Dental Air. Potência (motor): 1,5 hp / 1,1 kw. Número de motores: 1 unidade. Nível de ruído: 72 (db(A)/m). Capacidade do reservatório: 24 litros. Peso líquido: 34 kg.
Compressor Top Silence DA1500 25VFP (Airzap). Compressor de ar isento de óleo de 1,5 hp – Linha Dental Air. Potência (motor): 1,5 hp / 1,1 kw. Número de motores: 1 unidade (1.100 w). Nível de ruído: 60 (db(A)/m). Capacidade do reservatório: 24 litros Peso líquido: 36 kg.
Compressor Top Silence DA1500 40VF (Airzap). Compressor de ar isento de óleo de 1,5 hp – Linha Dental Air. Potência (motor): 1,5 hp / 1,1 kw. Número de motores: 1 unidade (1.100 w). Nível de ruído: 72 (db(A)/m) Capacidade do reservatório: 40 litros. Peso líquido: 38 kg.
Compressor Top Silence DA1500 40VFP (Airzap). Compressor de ar isento de óleo de 1,5 hp – Linha Dental Air. Potência (motor): 1,5 hp / 1,1 kw. Número de motores: 1 unidade (1.100 w). Nível de ruído: 55 (db(A)/m) Capacidade do reservatório: 40 litros. Peso Líquido: 40 kg .
Compressor Top Silence DA2000 40VF (Airzap). Compressor de ar isento de óleo de 2 hp – Linha Dental Air. Potência (motor): 2 hp / 1,5 kw. Número de motores: 1 unidade (1.500 w). Nível de ruído: 74 (db(A)/m) Capacidade do reservatório: 40 litros. Peso Líquido: 38 kg.
Compressor Top Silence DA2000 40VFP (Airzap). Compressor de ar isento de óleo de 2 hp – Linha Dental Air. Potência (motor): 2 hp / 1,5 kw. Número de motores: 1 unidade (1.500 w) Nível de ruído: 62 (dB(A)/m). Capacidade do reservatório: 40 litros. Peso líquido: 40 Kg.
Compressor Top Silence DA3000 120VF (Airzap). Compressor de ar isento de óleo de 3 hp – Linha Dental Air. Potência (motor): 3 hp / 2,2 kw. Número de motores: 2 unidades (1.100 w cada). Nível de ruído: 74 (db(A)/m). Capacidade do reservatório: 120 litros Peso líquido: 87 kg.
Compressor Top Silence DA3000 120VFP (Airzap). Compressor de ar isento de óleo de 3 hp – Linha Dental Air. Potência (motor): 3 hp / 2,2 kw. Número de motores: 2 unidades (1.100 w cada). Nível de ruído: 60 (db(A)/m). Capacidade do reservatório: 120 litros. Peso líquido: 91 kg.
Compressor Top Silence DA3000 50VF (Airzap). Compressor de ar isento de óleo de 3 hp – Linha Dental Air. Potência (motor): 3 hp / 2,2 kw. Número de motores: 2 unidades (1.100 w cada). Nível de ruído: 74 (db(A)/m) Capacidade do reservatório: 50 litros. Peso líquido: 66 Kg.
Compressor Top Silence DA3000 50VFP (Airzap). Compressor de ar isento de óleo de 3 hp – Linha Dental Air. Potência (motor): 3 hp / 2,2 kw. Número de motores: 2 unidades (1.100 w cada). Nível de ruído: 60 (db(A)/m) Capacidade do reservatório: 50 litros. Peso líquido: 71 kg.
Compressor Top Silence DA4000 120VF (Airzap). Compressor de ar isento de óleo de 4 hp – Linha Dental. Air Potência (motor): 4 hp / 3 kw. Número de motores: 2 unidades (1.500 w cada). Nível de ruído: 74 (db(A)/m). Capacidade do reservatório: 120 litros. Peso líquido: 87 Kg.
Compressor Top Silence DA4000 120VFP (Airzap). Compressor de ar isento de óleo de 4 hp – Linha Dental Air. Potência (motor): 4 hp / 3 kw. Número de motores: 2 unidades (1.500 w cada). Nível de ruído: 60 (db(A)/m) Capacidade do reservatório: 120 litros. Peso líquido: 91 Kg.
Compressor Top Silence DA4000 50VF (Airzap). Compressor de ar isento de óleo de 4 hp – Linha Dental Air. Potência (motor): 4 hp / 3 kw. Número de motores: 2 unidades (1.500 w cada). Nível de ruído: 74 (db(A)/m). Capacidade do reservatório: 50 litros. Peso líquido: 66 kg.
Compressor Top Silence DA4000 50VFP (Airzap). Compressor de ar isento de óleo de 4 hp – Linha Dental. Air Potência (motor): 4 hp / 3 kw. Número de motores: 2 unidades (1.500 w cada). Nível de ruído: 60 (db(A)/m). Capacidade do reservatório: 50 litros. Peso líquido: 71 Kg.
Compressor Top Silence DA6000 120VF (Airzap). Compressor de ar isento de óleo, 6 hp – Linha Dental Air. Potência (motor): 6 hp/ 4,5 kw. Número de motores: 3 unidades (1.500 w cada). Nível de ruído: 74 (db(A)/m). Capacidade do reservatório: 120 litros. Peso líquido: 120 kg.
Compressor Top Silence DA6000 120VFP (Airzap). Compressor de ar isento de óleo, de 6 hp – Linha Dental Air. Potência (motor): 6 hp/ 4,5 kw. Número de motores: 3 unidades (1.500 w cada). Nível de ruído: 60 (db(A)/m). Capacidade do reservatório:120 litros. Peso líquido: 123 kg.
Compressor Top Silence DA8000 120VF (Airzap). Compressor de ar isento de óleo, 8 hp – Linha Dental Air. Potência (motor): 8 hp/ 6 kw. Número de motores: 4 unidades (1.500 w cada). Nível de ruído: 74 (db(A)/m). Capacidade do reservatório: 120 litros. Peso líquido: 133 kg.
Motocompressor odontológico 10 pcm 30 litros sem óleo – MC 10 BPO RV 30 L (Chiaperini): baixo nível de ruído, isento de óleo, 127V ou 220V, eficiência e qualidade do ar. Outras características: reservatório: 30 l; número de cilindros: 2. RPM do bloco: 1740. Peso com embalagem com motor monofásico: 48,5 kg.
Motocompressor odontológico 10 pcm 40 litros sem óleo – MC 10 BPO RV 40 L (Chiaperini): baixo nível de ruído, isento de óleo, 127V ou 220V. Outras características: reservatório: 40 l; número de cilindros: 2; RPM do bloco: 1740. Peso do cabeçote 19,5 kg; Peso com embalagem com motor monofásico: 49 kg.
Motocompressor odontológico 10 pcm 50 litros sem óleo – MC 10 BPO RV 50 L (Chiaperini): baixo nível de ruído, isento de óleo, 110v ou 220V, reservatório com rodas e alças dianteira e traseira. Outras características: reservatório: 50 l; número de cilindros: 2; RPM do bloco: 1740; peso do cabeçote: 19,5 kg; peso com embalagem com motor monofásico: 44 kg.
Motocompressor odontológico 10 pcm 60 litros sem óleo – MC 10 BPO RV 60 L (Chiaperini): baixo nível de ruído, isento de óleo, 127 V ou 220 V. Outras características: reservatório: 60 l; número de cilindros: 2; RPM do bloco: 1740. Peso do cabeçote: 19,5 kg; peso com embalagem com motor monofásico: 62 kg.
Motocompressor odontológico 10 pcm 65 litros sem óleo – MC 10 BPO RV 65 L (Chiaperini): baixo nível de ruído, isento de óleo, 127V ou 220V. Outras características: reservatório 65 l; número de cilindros: 2; RPM do bloco: 1740; peso com embalagem com motor monofásico: 54 kg.
Motocompressor odontológico 12 pcm 150 litros sem óleo – MC 12 BPV 150 L (Chiaperini): Compressor isento de óleo e desenvolvido dentro de um rigoroso sistema de qualidade para atender quem necessita de ar comprimido limpo e de qualidade para o tratamento do paciente. Os reservatórios são testados hidrostaticamente, garantindo a segurança dos produtos, segundo o fabricante. E a fabricação desses reservatórios atende também as especificações de projeto da norma ASME (Sociedade Americana de Engenheiros Mecânicos). Capacidade do reservatório e nível de ruído não informados.
Motocompressor odontológico 12 pcm 150 litros sem óleo – MC 12 BPV 150 L (Chiaperini): atende dois consultórios odontológicos equipados com: cadeira com micromotor, turbina, sugador simples e seringa tríplice. Outras características: reservatório: 150 l; número de cilindros 2×2; RPM do bloco 2 x1740. Peso do cabeçote 2×23 kg; peso com embalagem com motor monofásico: 119 kg.
Motocompressor odontológico 20 pcm 150 litros sem óleo – i MC 20 BPO RV 150 L (Chiaperin): baixo nível de ruído, isento de óleo, 220V. Outras características: reservatório: 150 l; número de cilindros 2×2; RPM do Bloco: 1740. Peso com embalagem com motor monofásico: 116 kg.
Motocompressor odontológico 20 pcm 250 litros sem óleo – MC 20 BPO RV 250 L (Chiaperini): baixo nível de ruído, isento de óleo, 220V. Outras características: reservatório 250 l; número de cilindros 2×2; RPM do bloco: 1740. Peso do cabeçote: 2x 19,5 kg; peso com embalagem com motor monofásico: 164 kg. Nível de ruído não informado.
Motocompressor odontológico 30 pcm 150 litros sem óleo – MC 30 BPO RV 150 L (Chiaperini): baixo nível de ruído, isento de óleo, 220V. Outras características: reservatório: 150 l; número de cilindros: 3×2; RPM do bloco: 1740; peso do cabeçote 3x 19,5 kg; peso com embalagem com motor monofásico: 136 kg. Nível de ruído não informado.
Motocompressor odontológico 30 pcm 250 litros sem óleo – MC 30 BPO RV 250 L (Chiaperini): baixo nível de ruído, isento de óleo, 220V. Outras características: reservatório: 250 l; número de cilindros: 3×2; RPM do Bloco: 1740; Peso com embalagem com motor monofásico: 183 kg.
Motocompressor odontológico 5 pcm 50 litros sem óleo – MC 5 BPO RV 50 L (Chiaperini): baixo nível de ruído, isento de óleo, 110v ou 220V, reservatório com rodas e alças dianteira e traseira. Reservatório 50 l. Número de cilindros: 2; RPM do Bloco: 1710; peso com embalagem com motor monofásico: 36kg.
Motocompressor odontológico 5.2 pcm – MC 5 BPO (Chiaperini): baixo nível de ruído, isento de óleo, 127/220V. Atende consultórios com equipo completo e sugador. Outras características: número de cilindros: 2; RPM do bloco: 1710; peso do cabeçote 11,5 kg.
Motocompressor odontológico 5.2 pcm 30 litros sem óleo – MC 5 BPO RV 30 L (Chiaperini) Baixo nível de ruído, isento de óleo, 127/220V, eficiência e qualidade do ar. Outras características: reservatório 30 l; número de cilindros; RPM do Bloco 1710; peso com embalagem com motor monofásico. 41kg.
Motocompressor odontológico 5.2 pcm 40 litros sem óleo – MC 5 BPO RV 40 L (Chiaperini): baixo nível de ruído, isento de óleo, 127/220V. Outras características: reservatório de 40 l. Número de cilindros: 1; RPM do Bloco 1710; peso com embalagem com motor monofásico: 41kg.
Motocompressor odontológico 6 pcm – MC 6 BPV (Chiaperini): os motocompressores odontológicos isentos de óleo foram desenvolvidos dentro de um rigoroso sistema de qualidade para atender consultórios completos de pequeno a grande porte. É ideal para o dentista que necessita de ar comprimido limpo e de qualidade para o tratamento do seu paciente. O MC 6 BPV atende um consultório odontológico equipado com: cadeira com micromotor, turbina, sugador simples e seringa tríplice. Outras características: número de cilindros: 2; RPM do bloco: 1750. Peso do cabeçote: 24 kg.
Motocompressor odontológico 6 pcm 30 litros sem óleo – MC 6 BPV RV 30 L (Chiaperini): atende um consultório odontológico equipado com: cadeira com micromotor, turbina, sugador simples e seringa tríplice. Reservatório 30 l. Número de cilindros: 2; RPM do Bloco: 1750; peso com embalagem com motor monofásico: 53 kg.
Motocompressor odontológico 6 pcm 60 litros sem óleo – MC 6 BPV RV 60 L (Chiaperini): atende um consultório odontológico equipado com: cadeira com micromotor, turbina, sugador simples e seringa tríplice. Outras características: reservatório 60 l. RPM do Bloco: 1750. Peso com embalagem com motor monofásico: 68 kg.
. Mesmo que ele seja de convênio é muito simpático explicar item por item dos planos de tratamento (ou orçamentos) do que se pretende realizar na sua boca (a dele, claro). Em verdade, é direito dele. Quem gosta de ouvir erudição é banca de doutorado.
Ao se instalar em uma região, é boa sugestão se apresentar aos colegas mais próximos, oferecer um cartão de visita e simpaticamente se colocar à disposição para qualquer coisa. Naturalmente, ninguém vai achar uma maravilha ganhar mais um concorrente, mas o vizinho vai ter que reconhecer que você é civilizado e cordial. Se você for especialista, essa apresentação é sempre útil e pode ser estratégica. A concorrência selvagem, essa de distribuir panfletos oferecendo serviços a preços irrisórios, deve ser tratada com denúncia ao Conselho Regional, sem direito nem a “bom-dia”, quando se vir.
Muitos deles reparam nesse detalhe e ficam achando que o dentista não é exatamente limpo – e com razão.
E, de preferência, deve estar ligado a alguma das associações de classe para que esteja sempre informado dos eventos programados. No país, o mais tradicional é o Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo, que se insere entre os três maiores internacionalmente, e realizou sua 25ª edição em 2007, sempre na última semana de janeiro. A edição carioca a ocorrer em setembro de 2007 vai ser a 18ª. Outros de bom porte são o Congresso do Distrito Federal (12°, também em 2007), o de Goiás, em Goiânia (14°), e o de Minas Gerais, em Belo Horizonte (10°). Alguns congressos internacionais também costumam levar grandes contingentes de dentistas brasileiros, como o da American Dental Association (ADA), que em sua 147ª edição vai ser realizada em São Francisco em 2007 (habitualmente varia sua sede), ou o 82° Congresso Anual Greater New York Dental Meeting, ocorrido em novembro de 2006 na metrópole americana. Na agenda para 2010, o Primeiro Congresso Dental Global, programado para Nova York e patrocinado pela ADA em parceria com o Greater New York Dental Meeting, já está prometendo ser o maior encontro de profissionais da área do planeta, e espera receber pelo menos 60 mil dentistas (V. Reuniões [formatos]).
Primeiro porque toma tempo do profissional, utiliza sua capacidade de diagnosticar, eleger materiais para as restaurações e procedimentos necessários, cria certo comprometimento com o cirurgião-dentista e deixa claro o profissionalismo com que ele valoriza seu tempo. Essa primeira consulta não tem um tempo mínimo. Muitos dentistas, estrategicamente, descontam o preço dessa consulta se a pessoa efetivamente realizar o tratamento. Em clínicas de regiões de menor poder aquisitivo, onde não é praxe cobrar consultas, ofereça uma pequena vantagem para o paciente, como uma ou duas radiografias, ou uma massinha em uma cavidade. O importante é que o paciente remunere algo pelo seu primeiro atendimento. Mostre sua clínica e explique os cuidados de controle de infecção adotados, exponha modelos e fotos. O cliente saberá valorizar esses aspectos, ou vai começar a aprender. Há que exercitar a sensibilidade em cada caso, já que o marketing correto é o feito para incrementar a demanda de clientes, e em muitos casos a cobrança pode surtir efeito contrário. Mas basicamente deixar consultas passarem em branco, sem remuneração, é ato de desprestígio para a profissão.
Há novas marcas com boa tecnologia à disposição, com design e valores atrativos, mas pecam quase sempre pela falta de maior estrutura e aparato de assistência. Se você precisar, só com muita sorte vai conseguir a tempo. Quanto à área mínima destinada à montagem, de acordo com a Vigilância Sanitária: consultórios odontológicos e unidades móveis odontológicas devem ter área mínima de atendimento de 6 m². As clínicas deverão ter esta área em cada um de seus consultórios (Res. SS-15, de 18 de janeiro 1999) (V. também instalações). Todos os estabelecimentos de assistência odontológica devem ser providos, além das áreas para os procedimentos e para espera de pacientes, de local para arquivo e local para armazenagem e acondicionamento de instrumentais e medicamentos.
Uma clínica, assim que abre, teria que ter tantos programas baixados para poder acompanhar e cumprir o emaranhado da legislação que acaba sendo quase impraticável. E, depois de aberta a empresa, toda obrigação não cumprida gera multa. No caso de autônomo, se ele for um profissional organizado, muitas vezes consegue resolver sozinho a contabilidade.
Os contratos, que protegem tanto pacientes quanto profissionais, são facultados pelo artigo 594 do Código Civil Brasileiro, Lei 10.406, de 10 de janeiro de 2002, e podem ter duração máxima de quatro anos. Terminado o prazo, deverão ser novamente firmados.
Pagar sindicato é opcional. Referido normativo extingue a contribuição sindical obrigatória. A contribuição sindical, nome que passou a ser dado para todo e qualquer valor repassado aos sindicatos, passa a ser devida pelos empregados e empregadores somente com sua autorização prévia e expressa.
É simpático e também deixa uma impressão boa de preocupação do profissional com a saúde do cliente.
- registro da manutenção preventiva de equipamentos:
– manual de normas e rotinas técnicas atualizadas e disponíveis;
– guarda de medicamentos e material odontológico em local exclusivo isento de umidade, de fácil limpeza e desinfecção;
– medicamentos e material odontológico com controle de prazo de validade e registro no Ministério da Saúde (MS);
– armazenamento de medicamentos controlados em conformidade com a Portaria MS no 344/98;
– medicamentos em uso identificados, acondicionados e data da abertura;
– saneantes utilizados de acordo com a Portaria n° 15 – DNVS/SNVS/MS, de 23 de agosto de 1988;
– descarte de resíduos sólidos e perfurocortantes em conformidade com as rotinas da Comissão de Controle da Infecção (CCI) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA);
– desinfecção do equipamento odontológico após a utilização;
– esterilização do instrumental odontológico após o uso;
– sistema de agendamento e controle de consultas;
– sistema de registro do atendimento ambulatorial contendo: identificação do paciente, anamnese, exames solicitados e resultados, evolução clínica, prescrição médica e conduta adotada.
- formulários para a organização do prontuário do paciente em tratamento:
– identificação e anamnese;
– evolução/prescrição médica;
– resultados de exames laboratoriais e outros auxiliares.
- equipamentos de Proteção Individual (EPI) em quantidade suficiente para a demanda do serviço:
– óculos, máscara, luvas de procedimentos, avental.
Para as conversas triviais, um conselho sábio: procure ser bem informado: leia muitas notícias na internet, os livros mais recentes, releia os clássicos, mesmo superficialmente saiba do que acontece na política, na economia, no cinema, na moda, nos esportes e assuntos afins. E não seja radical nas opiniões, tenha flexibilidade para mudar se ouvir uma melhor que a sua. Na vida, tudo é troca.
Recentemente, planos de saúde odontológicos de grande porte com sede na região Sudeste estavam coletando credenciados oferecendo tabela em que figuravam restaurações de resina foto a R$24,25 e extrações de dentes permanentes a R$23,33. Essas mesmas empresas, desafortunadamente, exibem um volumoso catálogo de dentistas conveniados. A adesão a esse tipo de programa, muitos colegas nem avaliam, acaba por desvalorizar profundamente uma carreira nobre, caríssima de se cursar e que trata a sério da saúde da população. Há, no entanto, muitas entidades idôneas no mercado, que tratam o profissional com dignidade. O segredo de trabalhar bem com um programa desses? Primeiramente, é preciso entender a filosofia básica desses planos, que é a de ganhar na quantidade de pacientes atendidos e preencher as janelas da agenda. E que, provavelmente, em uma relação de 20 procedimentos necessários a um paciente, vá-se ganhar em 15, empatar em custos em três e perder em dois. Até quando se pode suportar essa equação? Bem, o desenvolvimento de sua carreira sabiamente vai acender a luz de alerta e avisar que você pode dispensar o esquema (V. Planos de Saúde). O futuro do mercado odontológico – cuja perspectiva é a de estar assolado em sua fatia mais substancial pelos planos de saúde – é decorrência de dinâmica socioeconômica inevitável. Já aconteceu na Medicina há algumas décadas, agora infesta definitivamente a Odontologia. Se não existissem, podíamos pensar, seria melhor; mas é necessário nos adaptarmos a eles. São frutos das desigualdades econômicas; é uma maneira de quem perdeu o poder aquisitivo voltar a tratar decentemente da saúde bucal. O ideal é que a maioria de nossos pacientes seja de clientes particulares. Os convênios e credenciamentos irão dominar o mercado e os cirurgiões-dentistas? Grande parte dos consultórios, hoje, está em situação de dependência cada vez maior dos convênios. Estima-se que 60% dos profissionais tenham a maior parcela de seus ganhos provenientes de planos de saúde. O futuro em médio prazo vai depender de variáveis como saturação do mercado e falta de pacientes, agressividade dos convênios e empresas de assistência odontológica e do comportamento do cliente-consumidor em relação aos benefícios do convênio. Praticar o marketing para criar melhores serviços e atrair, conquistar e manter fiel um maior número de pacientes configura-se a melhor opção para os profissionais da Odontologia. Esta também é opinião dos analistas em relação ao mercado odontológico dos Estados Unidos, que enfrentam uma atuação agressiva por parte das diversas formas de convênios e credenciamentos. Cirurgiões-dentistas que prestarem serviços de qualidade a preços justos, conquistando pacientes satisfeitos e fiéis, certamente estarão mais protegidos contra o risco de dependência em relação aos convênios. Tão logo o cirurgião-dentista conquiste seu espaço e pacientes particulares, em número que ultrapasse os de convênio, deve-se desconveniar pouco a pouco, desligando-se primeiro daqueles que geram poucos pacientes e que não irão impactar a agenda e o faturamento. Dessa forma, o profissional pode utilizar-se dos convênios de forma racional, sensata e muito digna. O momento de aderir a convênios e credenciamentos: o início da carreira odontológica depende muito da cadeia paciente satisfeito/propaganda boca a boca/indicações de novos pacientes. O combustível inicial pode ser um bom programa de saúde, já que pode desencadear o marketing informal de que precisamos para mostrar a qualidade de nosso serviço e incrementar a clientela. Profissionais iniciantes devem procurar o máximo de bons convênios e credenciamentos, buscando fluxo de pacientes para pagar suas contas e compensar investimentos. Os convênios devem servir principalmente como geradores de fluxo imediato de pacientes para iniciantes. Antes de selar credenciamentos, no entanto, é bom equacionar suas características para verificar se vale a pena. Se você já tem alguns, faça a anamnese do convênio e veja se tem bons princípios e capacidade de servir de parceiro para sua arrancada rumo ao sucesso profissional.
TESTE SEU CONVÊNIO Responda ao questionário a seguir e faça a avaliação.
- Auditoria e glosas:
– critérios para glosas e recursos são claros e lógicos, como os protocolos de qualidade dos procedimentos: 2 pontos;
– exige radiografias para todos os tratamentos, estabelece prazos de garantia de procedimentos acima de dois anos: 1 ponto;
– tem muitas restrições de atendimento, exige sempre perícia inicial e final, possui histórico de glosas: 0 ponto.
- Autorização de tratamentos:
– é descomplicada e tem bons limites de isenção de perícia para tratamento: 2 pontos;
– pode ser feito on line ou por telefone: 1 ponto;
– exige-se sempre o comparecimento do beneficiário para perícia prévia: 0 ponto.
- Cobertura:
– cobre todas as especialidades com preços razoáveis: 2 pontos;
– cobre especialidades mais em conta, mas deixa para negociação com cliente de próteses e implantes: 1 ponto;
– estabelece que certos procedimentos “sociais” como extrações devem ser realizados sem custo para o plano: 0 ponto.
- Contrato:
– simplificado, curto, com cláusulas razoáveis e lógicas: 2 pontos;
– aparentemente simples, mas de difícil entendimento: 1 ponto;
– leonino, cheio de cláusulas em que se quer isentar de responsabilidades; o profissional apenas tem o direito de concordar: 0 ponto.
- Prazo para pagamento: – em até duas semanas da entrega dos comprovantes de tratamento: 2 pontos;
– em até 30 dias do dia combinado para entrega dos movimentos mensais: 1 ponto;
– na maioria das vezes, maior que um mês da entrega dos comprovantes de tratamento: 0 ponto.
- Descredenciamento:
– o possível processo aceita recursos ou ponderações sobre critérios: 2 pontos;
– decisões a respeito são sumárias e não apontam razões: 0 ponto.
- Interlocutores: – você vai poder ter acesso direto a auditores ou peritos para esclarecer dúvidas, glosas etc.: 2 pontos;
– há um departamento com administradores para esclarecimentos: 1 ponto;
– há uma central que é de difícil acesso e que não aceita ponderações sobre decisões: 0 ponto.
- Marketing:
– empresa oferece oportunidade de divulgação de seu nome em mala direta, publicidade no livro de credenciados: 2 pontos;
– não existe método de publicidade de seu nome, apenas aguardar que um dia seja incluído em uma transação na Internet ou no livro de credenciados: 1 ponto;
– empresa proíbe mala direta ou outros meios de divulgação: 0 ponto.
- Procedimentos não-cobertos: – não existem: a tabela cobre toda a gama de serviços odontológicos: 2 pontos;
– estão abertos à livre negociação com o cliente: 1 ponto;
– existe tabela preestabelecida: 1 ponto.
- Registro na ANS:
– a operadora está registrada na Agência Nacional de Saúde Suplementar (www.ans.gov.br): 2 pontos;
– não há registro da operadora: nem cogite de ser seu prestador, ou desista do credenciamento.
- Restrições de consultas:
– há liberdade para realizar os tratamentos conforme as disponibilidades de agenda: 2 pontos;
– há limites de consultas ou procedimentos a serem executados: 0 ponto.
- Sistema de pagamento:
– por procedimentos executados mensalmente, ou por tratamento concluído: 2 pontos;
– por procedimentos individualizados em diversos usuários, com limites da quantidade de procedimentos remunerados mensalmente: 0 ponto.
- Tabela de honorários:
– itens da sua especialidade ou mais usuais, como restaurações e profilaxia, têm remuneração maior que metade de sua tabela particular: 2 pontos;
– itens mais importantes são pagos na proporção de 1/3 de sua tabela particular: 1 ponto;
– itens mais importantes são pagos em proporção menor que 1/3 de seus preços particulares: 0 ponto.
- Taxas:
– não existem; apenas são descontados INSS e IR: 2 pontos;
– se há taxa para o credenciamento e/ou taxa administrativa sobre procedimentos realizados: 0 ponto.
- Urgências:
– são remunerados diferenciadamente procedimentos em dias e horários especiais: 2 pontos;
– não são mencionadas diferenciações entre procedimentos normais e de urgência: 0 ponto.
RESULTADOS
- Menos de 14 pontos: tudo bem que você precise preencher as janelas de sua agenda, mas pacientes eventuais certamente vão compensar não ter um convênio como esse. Sua adesão provavelmente vai contribuir para que a profissão seja mais aviltada.
- De 15 a 25 pontos: pode ser um credenciamento produtivo, principalmente se garantir grande afluxo de clientes, por estar próximo de seu consultório, por exemplo.
- Acima de 26 pontos: o plano de saúde odontológico é digno e pode ser uma excelente relação de prestação de serviço.
DETALHES IMPORTANTES
Ainda que a pontuação final seja boa, há outros detalhes que não devem ser esquecidos para que o credenciamento tenha vida longa. Atente para a data da entrega de documentos, para não perder os prazos mais estratégicos para ser remunerado; verifique a data-limite para o envio de documentos, e o que é preciso enviar; veja os sistemas para envio de documentos, se por entrega simples, correio ou Internet. Importante: leia o manual do credenciado para entender todo o processo de atendimento aos usuários. Converse e pesquise com os colegas já credenciados à operadora, verificando se existe histórico de conflitos e postergações de pagamento. Visitar a sede da operadora é interessante. Por fim, analise se a localização de seu consultório é próxima dos estabelecimentos conveniados ao plano de saúde. Isso sim vai fazer a diferença.
Segundo o artigo 18 da Lei 9.656/98, a aceitação da condição de contratado, credenciado ou cooperado de uma operadora de planos de saúde implica as seguintes obrigações e direitos: I – o consumidor de determinada operadora, em nenhuma hipótese e sob nenhum pretexto ou alegação, pode ser discriminado ou atendido de forma distinta daquela dispensada aos clientes vinculados a outra operadora ou plano; II – a marcação de consultas, exames e quaisquer outros procedimentos deve ser feita de forma a atender às necessidades dos consumidores, privilegiando os casos de emergência ou urgência, assim como pessoas com mais de 65 anos de idade, gestantes, lactentes e crianças até 5 anos; III – a manutenção de relacionamento de contratação ou credenciamento com número ilimitado de operadoras de planos ou seguros privados de assistência à saúde, sendo expressamente vedado às operadoras impor contratos de exclusividade ou de restrição à atividade profissional. Parágrafo Único. A partir de 3 de dezembro de 1999, os prestadores de serviço ou profissionais de saúde não poderão manter contrato ou credenciamento com operadoras que não tiverem registros para funcionamento e comercialização conforme previsto nesta Lei, sob pena de responsabilidade por atividade irregular.
Desgaste e abrasão dental estão mais relacionados com o modo de escovar, o tipo de escova, as substâncias ácidas (refrigerantes, enxaguatórios, frutas) consumidas ou usadas antes da escovação que com o poder do abrasivo. Por ser substância alcalinizante e tamponante, o bicarbonato de sódio pode neutralizar os ácidos produzidos na placa dental quando da exposição a açúcar. De modo geral, as pastas ideais são as fluoretadas; as demais são recomendadas só para casos particulares. Uma das pastas especiais mais utilizadas é a produzida para sensibilidade, principalmente para a exposição de cemento. Estudos com dentifrícios contendo nitrato de potássio têm mostrado média de 30% de redução de sensibilidade, que vai depender do limiar do indivíduo, do uso de substâncias erosivas e do modo de escovar os dentes. Essencialmente, a pasta anticárie contém flúor, a pasta antitártaro adicionalmente contém substâncias que reduzem a formação de tártaro, e as pastas antitártaro interferem na formação do cálculo dental, ainda que não o removam. As pastas antiplaca contêm substâncias antimicrobianas; o princípio das pastas de clareamento está no poder oxidante do peróxido, que descora os dentes ao oxidar pigmentos dentais, promovendo a remoção química. A adição de uma ou outra forma de flúor na pasta (as mais comuns são o NaF e o MFP) varia de acordo com o tipo de abrasivo que esta contém. As pastas mais recomendadas possuem concentração de flúor acima de 1.000 ppm, com eficiência comprovada. Basicamente, não há diferença entre pasta, gel ou creme na efetividade dos dentifrícios. A quantidade de pasta ideal para uso em cada escovação só tem relevância quando se trata de criança com menos de 6 anos, que pode ingerir dentifrício involuntariamente ao escovar os dentes e correr risco de adquirir fluorose dental. Uma quantidade pequena deve ser usada para reduzir a ingestão de flúor.
HISTÓRIA DOS DENTIFRÍCIOS As pastas de dente começaram a se desenvolver por volta dos anos 300/500 a.C. na China e na Índia. De acordo com a história chinesa, um homem chamado Huang-ti foi o primeiro a estudar os cuidados com os dentes. Durante os anos 3000/500 a.C., os povos egípcios elaboravam a pasta de dentes misturando cinzas de ossos de boi, pó de arroz e cascas de ovos queimados. Uma fórmula egípcia de pasta de dentes, que data do século IV a.C., foi recentemente encontrada em uma coleção de papiros da Biblioteca Nacional de Viena, Áustria. Os ingredientes incluem sal, menta, pimenta e flor íris seca. Não se sabia que uma fórmula de pasta dentifrícia avançada existisse na Antiguidade. Até então, a receita mais antiga foi encontrada em correspondências entre mosteiros trocadas no século IV. Achados posteriores mostraram que todas essas substâncias deveriam ser misturadas em conjunto, porém não especificavam como deveria ser utilizado o pó obtido dessa mistura. Supõe-se que os antigos egípcios utilizavam os dedos para esfregar esta mistura em seus dentes. Relatos da antiga Índia, China e Egito mostraram que os gregos e os romanos foram os povos que mais contribuíram no aperfeiçoamento do creme dental. Foram essas civilizações também que desenvolveram os primeiros instrumentos para a extração de dentes e também as primeiras a “amarrar” dentes perdidos juntamente aos dentes artificiais por meio de fios de ouro. O médico Diocles de Caristo, contemporâneo de Aristóteles, apregoava a seus clientes que esfregassem com os dedos as gengivas e os dentes, que deveriam estar com uma camada de hortelã finamente pulverizada para facilitar a remoção das partículas de alimentos neles aderidas. Outros produtos eram utilizados pelos gregos para limpar os dentes e as gengivas; era bastante usado um pó feito de talco, alabastro e coral. Os romanos, por sua vez, criaram pós mais complexos, um deles chamado dentifricium, composto de cinzas de ossos, de dentes de animais e de ervas, mais pedra-pomes, areia, lã e a aromática mirra. O sal marinho era usado por romanos e judeus para branquear os dentes. Com a queda do Império Romano, a evolução do creme dental tornou-se obscura e pouco se conhece sobre as mudanças ocorridas após a era cristã até o ano 1000 d.C. Alguns achados mostram que a civilização persa também desenvolveu o creme dental. Receitas persas incluíam partes de animais secos (em pó), ervas, mel e minerais. Na Idade Média, também eram usadas ervas aromáticas como a sálvia. No século XVIII, misturava-se pó de sépia com aditivos aromáticos, e o termo “pasta dentifrícia” aparecia em uma enciclopédia francesa em 1771. O dentifrício mais refinado foi inicialmente desenvolvido na Inglaterra no fim do século XVIII. Era apresentado em pote de cerâmica, e podia vir em forma de pó ou pasta. Os ricos aplicavam na escova, ao passo que a população pobre utilizava os dedos. A população em geral limpava os dentes com uma mistura de sabão e água salgada. Os pós eram desenvolvidos pelos doutores, dentistas e químicos e frequentemente continham ingredientes que eram ligeiramente abrasivos e nocivos aos dentes, como pó de tijolo e porcelana. Para torná-la mais agradável, adicionava-se glicerina em sua composição. No início do século XIX, o ingrediente estrôncio foi introduzido, para fortalecer os dentes e diminuir a sensibilidade, adicionando-se a ingredientes como carbonato de cálcio, mentol, pó de coral e sabão. Posteriormente, o pó de bórax foi usado para dar a consistência de gel. O grosso da população, no entanto, limpava os dentes com uma mistura de sabão e água salgada. Com o surgimento da primeira Faculdade de Odontologia do mundo em Baltimore, nos Estados Unidos, em 1839, a formulação das pastas para limpeza dos dentes começava a ser mais cuidada. Os primeiros cirurgiões-dentistas divulgavam que sua composição ideal teria como base carbonato de magnésio, timol e eugenol. Antes da Segunda Guerra Mundial, a maioria dos cremes dentifrícios utilizava sabões como agente emulsificante. No pós-guerra, o desenvolvimento do lauril sulfato de sódio pôs fim ao uso dos sabões nos cremes dentifrícios. A primeira pasta dentifrícia comercializada surgiu em 1873, com a idéia do fabricante de sabonetes William Colgate de lançar no mercado americano um creme em tubos de estanho flexíveis. Em 1927, a Colgate-Palmolive passou a vender o seu creme dental no Brasil, e foi seguida, alguns anos depois, pela Gessy e pela Kolynos. Nos anos de 1950, com as evidências da eficiência do flúor na prevenção da cárie, a substância passou a fazer parte da composição de alguns cremes dentais. O gel foi introduzido nos anos de 1970, por sua característica de penetrar mais facilmente entre os dentes. A regulamentação da composição básica de um creme dental na legislação brasileira apareceu nos anos de 1990, e o flúor passou a ser presença constante em quase todas as formulações disponíveis.
O CONTEÚDO DAS PASTAS A maioria dos cremes protege os dentes até a refeição seguinte. Novas marcas prometem proteção por até 12 horas, garantindo ter um composto que forma uma película sobre os dentes e a gengiva. A proteção pode ser maior, mas não vale para quem toma café a toda hora, ou bebidas e alimentos que contenham açúcar. Veja para que servem os componentes do creme dental.
- Abrasivos: responsáveis pela limpeza dos dentes. Podem ser compostos por carbonato de cálcio, fosfato de cálcio ou alumina.
- Antissépticos: protegem contra bactérias. São dois: cloreto de cetilpiridínio e triclosan.
- Aromáticos: composições de substâncias variadas, conforme a marca: mentol, eucalipto, hortelã.
- Composto de proteção intensiva: prolonga a ação protetora, dependendo da dieta do usuário. O complexo de polímero de ácido maléico cumpre essa função.
- Conservantes: evitam a degradação dos produtos que compõem a pasta: metilparabeno, propilparabeno, silicato de sódio e formaldeído.
- Dulcificante: serve para adoçar o produto. A sacarina sódica cumpre essa função.
- Espessantes: gelatina que serve para encorpar a pasta: carboximetilcelulose ou sílica.
- Protetores: têm o objetivo de combater a formação de cáries: fluoreto de sódio, monofluorfosfato de sódio.
- Quelantes: previnem a formação de tártaro: pirofosfato de sódio, citrato de zinco.
- Tensoativo: produz a espuma: lauril sulfato de sódio.
- Umectantes: tornam a pasta brilhante e cremosa: glicerina, sorbitol ou polietileno glicol.
Composição de Todos os Dentifrícios Disponíveis no Mercado Brasileiro
- Águafresh Kids (GlaxoSmithKline): creme, contém monofluorfosfato de sódio (1100 ppm de flúor), água, glicerina, sorbitol, dióxido de silício, celulose, carbonato de cálcio, carragenato de cálcio, polietilenoglicol, sacarina sódica, laurilsulfato de sódio, dióxido de titânio, bicarbonato de sódio, aroma, benzoato de sódio, corantes CI 42090 e CI 73360.
- Águafresh Sensitive (GlaxoSmithKline): creme, contém fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor), nitrato de potássio, água, glicerina, sorbitol, dióxido de silício, polietilenoglicol, sacarina sódica, laurilsulfato de sódio, dióxido de titânio, hidróxido de sódio, goma xantana, benzoato de sódio, CI 42090, CI 73360 e aroma.
- Águafresh Tripla Proteção (GlaxoSmithKline): creme, contém monofluorfosfato de sódio (1.100 ppm de flúor), água, glicerina, sorbitol, dióxido de silício, celulose, carbonato de cálcio, carragenato de cálcio, polietilenoglicol, sacarina sódica, laurilsulfato de sódio, dióxido de titânio, bicarbonato de sódio, aroma, benzoato de sódio, corantes CI 42090, CI 47005 e CI 73360.
- Águafresh Whitening (GlaxoSmithKline): creme, contém fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor), água, glicerina, sorbitol, dióxido de silício, tripolifosfato de sódio, polietilenoglicol, sacarina sódica, laurilsulfato de sódio, dióxido de titânio, hidróxido de sódio, goma xantana, benzoato de sódio, FD & C azul n. 1 CI 42090, D & C amarelo n. 10 CI 47005 e D & C vermelho n. 30 CI 73360 e aroma.
- Arm & Hammer, Advance White, Creme Dental Clareador Extremo, Clean Mint (Arm & Hammer): contém fluoreto de sódio 0,24%, bicarbonato de sódio, peg-8, pirofosfato tetrassódico, copolímero de peg/ppg 116/66, percarbonato de sódio, sílica, sacarina de sódio, sabor, água, lauroil sarcosinato de sódio, lauril sulfato de sódio.
- Biotène Fluoride Toothpaste Fresh Mint Original (Laclede): ingredientes ativos: fluoreto de sódio. Outros: água, sorbitol, sílica hidratada, glicerina, PEG-8, cocamidopropil betaína, goma xantan, aroma, sacarina sódica, sucralose, dióxido de titânio, hidróxido de sódio.
- Biotène Fluoride Toothpaste Gentle Formula (Laclede): ingredientes ativos: fluoreto de sódio. Inativos: água, sorbitol, sílica hidratada, glicerina, PEG-8, cocamidopropil betaína, goma xantana, sabor, sacarina sódica, sucralose, hidróxido de sódio, D&C amarelo #10, FD&C azul #1.
- Biotène Oralbalance Moisturizing Gel (Laclede): contém glicerina, água, sorbitol, xilitol, carbomer, celulose hidroxietílica, hidróxido de sódio.
- Cariax dessensibilizante (Kin): contém nitrato potásico: 5,00%, fluoreto de sódio: 1000 ppm F.
- Cariax Gingival (Kin): creme, com digluconato de clorexidina, fluoreto de sódio, sacarina sódica, aromatizante de menta, excipiente c.s.p. Produzido na Espanha.
- Close Up Extra Whitening (Unilever): gel, contém fluoreto de sódio (1500 ppm de flúor), dióxido de silício, sorbitol, polietilenoglicol, lauril sulfato de sódio, carboximetilcelulose de sódio, sacarina, formaldeído, dióxido de titânio, fosfato trissódico, sabor, corante, perlita e água.
- Close Up Liquifresh Ice (Unilever): líquido, tubo contém fluoreto de sódio (1000 ppm de flúor), carbonato de cálcio, dióxido de silício, sorbitol, lauril sulfato de sódio, carboximetilcelulose de sódio, sacarina, formaldeído, fosfato trissódico, sabor, corante e água.
- Close Up Liquifresh Red Hot (Unilever): contém áqua, sorbitol, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, aroma, peg-32, álcool benzil, goma xantana, fluoreto de sódio, sacarina sódica, sulfato de zinco, hidróxido de sódio, ci 16255, fluorflogopita sintética, dióxido de titânio, ci 17200, eugenol.
- Close Up Proteção 360° Fresh Aloe Fresh (Unilever): contém sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, aroma, goma de celulose, fluoreto de sódio, sulfato de zinco, sacarina sódica, hidróxido de sódio, ci 47005, ci 42090, suco de folhas de aloebarbadensis, suco de limão citrus, limoneno.
- Close Up Proteção 360° Fresh Eucalyptus Freeze (Unilever): contém sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, aroma, goma de celulose, fluoreto de sódio, sacarina sódica, sulfato de zinco, hidróxido de sódio, fluorflogopita sintética, dióxido de titânio, ci 42090, limoneno. Ingredienteativo: contém fluoreto de sódio (1450 ppm íon flúor).
- Close Up Proteção 360° Fresh Menthol Paradise (Unilever): contém sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, aroma, goma de celulose, fluoreto de sódio, sacarina sódica, sulfato de zinco, hidróxido de sódio, fluorflogopita sintética, dióxido de titânio, ci 42090, ci 19140, limoneno. Ingredienteativo: contém fluoreto de sódio (1450 ppm ion flúor).
- Close Up Proteção 360° Fresh Red Hot (Unilever): contém sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, aroma, goma de celulose, fluoreto de sódio, sulfato de zinco, sacarina sódica, hidróxido de sódio, fluorflogopita sintética, ci 16255, dióxido de titânio, ci 17200, eugenol. Contém sacarina sódica.
- Close Up Proteção Bioativa Bloqueio Anticáries (Unilever): contém carbonato de cálcio, água, sorbitol, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio, aroma, goma de celulose, citrato de potássio, álcool benzílico, silicato de sódio, sacarina sódica, limoneno. Ingredienteativo: monofluorfosfato de sódio (1450 ppm íon flúor).
- Close Up Proteção Bioativa Contra Ácido do Açúcar (Unilever): água, carbonato de cálcio, sorbitol, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio, aroma, goma de celulose, álcool benzílico, citrato de potássio, silicato de sódio, sacarina sódica, ci12490, ci74160, limoneno.
- Close Up Triple Hortelã (Unilever): creme, tubo branco com listras azuis. Contém monofluorfosfato de sódio (1500 ppm de flúor), carbonato de cálcio, dióxido de silício, sorbitol, lauril sulfato de sódio, carboximetilcelulose de sódio, sacarina, formaldeído, fosfato trissódico, sabor, corante e água.
- Close Up Triple Menta (Unilever): creme, tubo branco com listras verdes. Contém monofluorfosfato de sódio (1500 ppm de flúor), carbonato de cálcio, dióxido de silício, sorbitol, lauril sulfato de sódio, carboximetilcelulose de sódio, sacarina, formaldeído, fosfato trissódico, sabor, corante e água.
- Close Up Triple Menta Americana (Unilever): creme, tubo branco com listras vermelhas. Contém monofluorfosfato de sódio (1500 ppm de flúor), carbonato de cálcio, dióxido de silício, sorbitol, lauril sulfato de sódio, carboximetilcelulose de sódio, sacarina, formaldeído, fosfato trissódico, sabor, corante e água.
- Close Up White Attraction Natural Glow (Unilever): contém sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, peg-32, aroma, goma de celulose, fluoreto de sódio, sacarina sódica, extrato de fruta de cacau nucifera, mica, ci 77891, ci 77266, pó de cacau. Ingrediente ativo: fluoreto de sódio (1450 ppm ion flúor).
- Close Up White Attraction Natural Smile (Unilever): contém sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, PEG-32, aroma, goma de celulose, fluoreto de sódio, sacarina sódica, mica, sal marinho, CI 77891, CI 470005, extrato de suco de limão cítrico, CI 42090 e limoneno.
- Close Up White Now Glacier Fresh (Unilever): com sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, PEG-32, aroma, goma de celulose, fluoreto de sódio, sacarina sódica, mica, sal marinho, CI 77891, CI 470005, extrato de suco de limão citrus, CI 42090 e limoneno. Ingrediente ativo: fluoreto de sódio (1450 ppm íon flúor).
- Colgate Luminous Expert (Coplgate): contém propileno glicol, pirofosfato de cálcio, pvp-peróxido de hidrogênio, PEG/ PPG-116/ copolímero 66, PEG-12, glicerina, aroma, lauril sulfato de sódio, sílica, PVP, pirofosfato tetrassódico, sacarina sódica, monofluorfosfato de sódio, pirofosfato dissódico, sucralose, BHT, eugenol.
- Colgate Máxima Proteção Anticáries (Colgate): creme, com monofluorfosfato de sódio (1450 ppm de flúor), carbonato de cálcio, lauril sulfato de sódio, sacarina sódica, pirofosfato tetrassódico, silicato de sódio, sorbitol, carboximetilcelulose, metilparabeno, propilparabeno, composição aromática e água.
- Colgate Natural Extracts Reinforced Defense (Colgate): contém sorbitol, água, sílica hidratada, laurel sulfato de sódio, aroma (contém olho de folha de eucalipto globulus, óleo de casca de limão citrus e óleo de lima citrus aurantifolia, peg-12, goma de celulose, sacarina sódica, fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor), cl 74260, cl 47005, álcool benzil, limoneno, citral, eugenol.
- Colgate Sensitive Pro-Alívio Imediato Original (Colgate): contém carbonato de cálcio, água, sorbitol, bicarbonato de arginina, lauril sulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio, aroma, goma de celulose, bicarbonato de sódio, acessulfame de potássio, silicato de sódio, goma xantana, sucralose, dióxido de titânio (CI 77891).
- Colgate Total 12 Saúde Visível (Colgate): contém fluoreto de sódio (1450 ppm de flúor), triclosan 0,3%, água, glicerina, sorbitol, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, copolímero PVM/MA, aroma, carragema, sacarina sódica, hidróxido de sódio, corante branco CI 77891.
- Colgate Total 12 Whitening (Colgate): creme, contém fluoreto de sódio (1450 ppm de flúor), triclosan 0,3%, lauril sulfato de sódio, sorbitol, sílica hidratada, gantrez, sacarina sódica, composição aromática, corantes, água, triclosan, flúor, carragena, hidróxido de sódio e corantes CI 77891, CI 77019 e CI 42090.
- Colgate Tripla Ação Menta Original (Colgate): creme, contém monofluorfosfato de sódio (1450 ppm de flúor), carbonato de cálcio, água, sorbitol, lauril sulfato de sódio, aroma, carboximetilcelulose, silicato de sódio, bicarbonato de sódio, sacarina sódica, goma xantana, metilparabeno, propilparabeno, corantes: verde CI 74260 e azul CI 74160.
- Colgate Luminous White (Colgate): contém água, silica hidratada, sorbitol, peg-12, laurilsulfato de sódio, sabor, goma de celulose, hidróxido de potássio, pirofosfato tetrasódico, ácido fosfórico, fluoreto de sódio, álcool benzílico, sacarina sódica, dióxido de titânio, limoneno/dipenteno.
- Colgate Luminous White Carvão Ativado (Colgate): contém água, sílica hidratada, sorbitol, pirofosfato de cálcio, glicerina peg-12, trifosfato pentasódico, pirofosfato tetrapotássico, aroma, lauril sulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio, goma de celulose, sacarina sódica, goma xantana, cocamidopropil betaína, CI 77266 (pó de cacau), CI 16035, CI 42090, CI 19140 limoneno.
- Colgate Luminous White Instant (Colgate): contém fluoreto de sódio (0,243%), água, sílica hidratada, sorbitol, glicerina, trifosfato de pentassódio, peg-12, pirofosfato de tetrapotássio.
- Colgate Luminous White Lovers Café (Colgate): contém peróxido de hidrogênio 1%, monofluorfosfato de sódio 0,76%, propileno, glicol, pirofosfato de cálcio, glicerina, peg/ ppg-116/ copolímero 66\peg-12, pvp- peróxido de hidrogênio, pvp, sílicda, aroma, pirofosfato tetrassódico, laurel sulfato de sódio, pirofosfato dissódico, monofluorfosfato de sódio sacarina sódica, sucralose, bht, eugenol.
- Colgate Luminous White Lovers Vinho (Colgate): contém peróxido de hidrogênio 1%, monofluorfosfato de sódio 0,76%, propileno, glicol, pirofosfato de cálcio, glicerina, peg/ ppg-116/ copolímero 66\peg-12, pvp- peróxido de hidrogênio, pvp, sílica, aroma, pirofosfato tetrassódico, monofluorfosfato de sódio, sacarina sódica, sucralose, bht, eugenol.
- Colgate Máxima Proteção Anticáries Mais NeutrAçúcar (Colgate): contém carbonato de sódio, água, bicarbonato de arginina, lauril sulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio, aroma, goma de celulose, pirofosfato de tetrassódio, bicarbonato de sódio, álcool benzílico, sacarina sódica, hidróxido de sódio, dióxido de titânio (CI 77891).
- Colgate Natural Extracts Cúrcuma e Hortelã (Colgate): contém água, sorbitol, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, glicerina, óxido de zinco, aroma, goma de celulose, citrato de zinco, pirofosfato de tetrassódio, cocamidopropil betaína, sacarina sódica, fluoreto de sódio (1450 ppm de flúor), goma xantana, álcool benzílico, CI 15510, tetrahidrodiferuloilmethano (cúrcuma), limoneno.
- Colgate Natural Extracts Detox (Colgate): contém sorbitol, água, sílica hidratada, laurilsulfato de sódio, sabor, peg-12, goma de celulosa, cocamidopropil betaína, sacarina sódica, fluoreto de sódio (1000 Ppm de flúor), Ci 19140, Ci 15510, álcool benzílico, dipenteno, eugenol, linalol.
- Colgate OrthoGard Gel 5000 PPM de Flúor (Colgate): contém água, sorbitol, sílica hidratada, peg-12, poloxâmero 338, aroma, lauril sulfato de sódio, fluoreto de sódio (5000 ppp), goma-xantana, goma-celulose, benzoato de sódio, sacarina sódica, fosfato tricálcico, ácido fumárico, mica, dióxido de titânio (CI 77891), FD&C azul Nº1 (CI 42090).
- Colgate Sensitive Branqueador (Colgate): contém citrato de potássio 5,04%, monofluorfosfato de sódio 1,1%, (1450 ppm F), sorbitol, água, glicerina, sílica hidratada, peg-12, laurilsulfato de sódio, sabor, goma de celulose, sacarina sódica, goma xantana, dióxido de titânio (CI 77891), F D & C azul nº 1 (CI 42090).
- Colgate Sensitive Multi Proteção (Colgate): contém citrato de potássio 5,04%, monofluorfosfato de sódio 1,1%, (1450 ppm F), citrato de zinco 2.0%, sorbitol, água, glicerina, sílica hidratada, peg-12, pirofosfato de tetrapotássio, copolímero de PVM/MA, laurilsulfato de sódio, sabor, hidróxido de potássio, goma de celulose, sacarina sódica, goma xantana, dióxido de titânio (CI 77891), polietileno, carbonato de cálcio, (CI 16255) / vermelho 18, (CI 19140)/D&C amarelo nº5 / alumínio, (CI 45410)/D&C vermelho 28 / alumínio.
- Colgate Sensitive Original (Colgate): contém citrato de potássio 5,04%, monofluorfosfato de sódio 1,1%, (1450 ppm F), sorbitol, água, glicrina, sílica hidratada, PEG-12, laurilsulfato de sódio, sabor, goma de celulose, sacarina sódica, goma xantana, dióxido de titânio (CI 77891), F D & C azul nº 1 (CI 42090).
- Colgate Sensitive Pro-Alivio Branqueador (Colgate): contém arginina 8%, monofluorfosfato de sódio 1.1% (1450 ppm de flúor), carbonato de cálcio, água, sorbitol, bicarbonato de arginina.
- Colgate Sensitive Pro-Alivio Original (Colgate): contém carbonato de cálcio, água, sorbitol, bicarbonato de arginina, lauril sulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio, aroma, goma de celulose, bicarbonato de sódio, acesulfame de potássio, silicato de sódio, goma xantana, sucralose, dióxido de titânio (CI 77891).
- Colgate Sensitive Pro-Alivio Real White (Colgate): contém citrato de zinco 2%, monofluorfosfato de sódio 1,1%, água, sílica hidratada, sorbitol, glicerina, peg-12, pirofosfato tetrapotásio, lauril sulfato de sódio, citrato de zinco, sabor, copolímero PVM/MA, monofluorfosfato de sódio (1450 ppm de flúor), hidróxido de sódio, goma de celulose, sacarina sódica, goma xantana, CI 77891/ dióxido de titânio (CI 77891), mica, limoneno/dipenteno.
- Colgate Sensitive Pro-Alivio Repara Esmalte (Colgate): contém carbonato de cálcio, água, sorbitol, bicarbonato de arginina, lauril sulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio, aroma, goma de celulose, bicarbonato de sódio, acesulfame de potássio, silicato de sódio, goma xantana, sucralose, dióxido de titânio (CI 77891).
- Colgate Sensitive Pro-Alivio Reparação Completa (Colgate): contém carbonato de cálcio, água, sorbitol, bicarbonato de arginina, lauril sulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio, aroma, goma de celulose, bicarbonato de sódio, acesulfame de potássio, silicato de sódio, goma xantana, sucralose, dióxido de titânio (CI 77891).
- Colgate Smiles Batman (Colgate): contém sorbitol, água, sílica hidratada, peg-12, goma de celulose, lauril sulfato de sódio, aroma, sacarina sódica, fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor /1100 µg/g), mica (CI 77019), dióxido de titânio (CI 77891) CI 77019/CI77891, FD&C azul n° 1 (CI 42090) CI 42090, D&C amarelo n° 10 (CI 47005) / CI 47005, limoneno, cinamal, eugenol.
- Colgate Total 12 Advanced Fresh (Colgate): contém água, sorbitol, sílica hidratada, PVM/MA copolímero, lauril sulfato de sódio, aroma, carragenina, hidróxido de sódio, fluoreto de sódio, triclosan, sacarina sódica, CI 42090, CI 47005, limoneno.
- Colgate Total 12 Anti-Tártaro (Colgate): contém glicerina, sílica hidratada, água, lauril sulfato de sódio, aroma, arginina, óxido de zinco, goma de celulose, CI 77891, álcool benzílico, poloxâmero 407, citrato de zinco, pirofosfato de tetrassódio, goma xantana, cocamidropopil betaine, fluoreto de sódio, sacarina sódica, sucralose, CI 73360.
- Colgate Total 12 Clean Mint (Colgate): contém fluoreto de sódio (1450 ppm de flúor), triclosan 0,3%, água, glicerina, sorbitol, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, copolímero PVM/MA, aroma, carragema, sacarina sódica, hidróxido de sódio, corante branco CI 77891.
- Colgate Tripla Ação Hortelã (Colgate): contém água, carbonato de cálcio, sorbitol, lauril sulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio, aroma, goma de celulose, pirofosfato tetrassódio, bicarbonato de sódio, álcool benzílico, sacarina sódica, goma xantana, hidróxido de sódio, CI 74160, limoneno.
- Colgate Tripla Ação Xtra Fresh (Colgate): contém água, carbonato de cálcio, sorbitol, lauril sulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio, goma de celulose, aroma, bicarbonato de sódio, pirofosfato tetrassódico, álcool benzílico, sacarina sódica, goma xantana, hidróxido de sódio, óleo de folha de melaleuca alternifolia, óleo de folha de eucalipto globulus, óleo de salvia officinalis, CI 74260, limoneno.
- Colgate Tripla Ação Xtra White (Colgate): contém água, carbonato de cálcio, sorbitol, alumina, lauril sulfato de sódio, aroma, monofluorfosfato de sódio, goma de celulose, bicarbonato de sódio, pirofosfato tetrassódico, goma xantana, álcool benzílico, sacarina sódica, hidróxido de sódio, CI 74160, limoneno.
- Colgate Zero Hortelã (Colgate): contém sorbitol, água, sílica hidratada, xilitol, lauril sulfato de sódio, aroma, peg-12, goma de celulose, álcool benzílico, fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor), estrato de stevia rebaudiana, limoneno.
- Colgate Zero Kids Sabor Morango (Colgate): contém sorbitol, água, sílica hidratada, xilitol, peg-12, goma de celulose, lauril sulfato de sódio, álcool benzílico, aroma, fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor).
- Colgate Zero Menta (Colgate): contém sorbitol, água, sílica hidratada, xilitol, laurel sulfato de sódio, aroma, peg-12, goma de celulose, álcool benzil, fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor), extrato de stevia rebaudiana, rebaudioside A, limoneno.
- Colgate Zero bebês Sabor Mix de Frutas (Colgate): contém glicol propileno, glicerina, sílica hidratada, sorbitol, água, xilitol, poloxâmero 407, goma de celulose, ácido cítrico, aroma.
- Confident (GlaxoSmithKline): creme, tubo contém monofluorfosfato de sódio, superfloss, água purificada, aromatizantes, glicerina, silicato de alumínio anidro e sorbitol.
- Contente Branqueador (Suavetex): contém carbonato de cálcio, lauril sulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio (1500 ppm de flúor), sacarina sódica, sorbitol, carboximetil celulose de sódio, metil e propilparabeno, silicato de zircônio, dióxido de titânio, composição aromática e água.
- Contente Gel (Suavetex): gel, tubo contém monofluorfosfato de sódio (1100 ppm de flúor), dióxido de silício, lauril sulfato de sódio, sacarina sódica, glicerina, polietilenoglicol, carboximetil celulose de sódio, metil e propilparabeno, composição aromática de menta e eucalipto, corante CI 16255, água deionizada.
- Contente Kids (Suavetex): creme, tubo contém carbonato de cálcio, lauril sulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio (1000 ppm de flúor), sacarina sódica, dióxido de silício, sorbitol, carboximetil celulose de sódio, metil e propilparabeno, composição aromática de tutti frutti, corante CI 16255 e água.
- Contente Nature (Suavetex): creme, tubo contém carbonato de cálcio, lauril sulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio (1500 ppm de flúor), sacarina sódica, sorbitol, carboximetil celulose de sódio, metil e propilparabeno, composição aromática, extrato de açaí, extrato de romã, extrato de limão, corante CI 74260 e água.
- Contente Plus (Suavetex): creme, tubo contém carbonato de cálcio, lauril sulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio (1500 ppm de flúor), sacarina sódica, sorbitol, carboximetil celulose de sódio, metil e propilparabeno, composição aromática de menta tradicional e água.
- Contente Power (Suavetex): creme, tubo contém carbonato de cálcio, lauril sulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio (1500 ppm de flúor), sacarina sódica, sorbitol, carboximetil celulose de sódio, metil e propilparabeno, composição aromática de menta extraforte, corante CI 74160 e água.
- Contente Sensitive (Suavetex): creme, tubo contém nitrato de potássio 5%, monofluorfosfato de sódio (1000 ppm), dióxido de silício, dióxido de titânio, lauril sulfato de sódio, sacarina sódica, sorbitol, carboximetil celulose de sódio, metil e propilparabeno, composição aromática e água.
- Creme Dental Black Carvão Ativado (Brireal): contém óleos essenciais e extratos naturais: carbono, óleo de folha de menta arvensis, óleo de folha de melaleuca alternifolia, extrato de flor de calêndula officinalis, óleo de folha de eucalípto globulus, mentol, óleo cítrico de aurantifolia, água, mentol, óleo cítrico de aurantifolia, bicarbonato de sódio, glicerina, sílica, carbonato de cálcio, sorbitol, lauroil sarcosinato de sódio (extraído do óleo de coco), sucralose, goma xantana, álcool benzílico, xilitol.
- Creme Dental Boni Natural Hortelã e Cúrcuma (Boniquet): contém carbonato de cálcio, sorbitol, água, glicerina vegetal, sílica hidratada, lauril sarcosinato de sílica, goma xantana, óleo essencial de hortelãverde, óleo essencial de hortelãdo campo, extrato de calêndula, mentol, óleo essencial de limão taiti, benzoato de sódio, óleo essencial de grapefruit, óleo essencial de melaleuca, sucralose, extrato de cúrcuma, sorbato de potássio.
- Creme Dental Boni Natural Menta e Carvão Vegetal (Boniquet): contém carbonato de cálcio, sorbitol, água, hidróxido de alumínio, sílica hidratada, lauril sarcosinato de sódio, glicerina vegetal, carvão vegetal, goma xantana, bicarbonato de sódio, óleo essencial de hortelã do campo (menta brasileira), óleo essencial de eucalipto globulus, benzil álcool, extrato de calêndula, mentol, óleo essencial de limão taiti, óleo essencial de tea tree, benzoato de sódio, sucralose, xilitol, sorbato de potássio, D-limonene.
- Creme Dental Boni Natural Menta e Melaleuca (Boniquet): contém áqua, sorbitol, glicerina, carbonato de cálcio, xilitol, sílica hidratado, óleo de casca de citrinus grandis, óleo de menta piperita, mentol.
- Creme Dental Colgate My First Sem Flúor (Colgate): contém propilenglicol, glicerina, sílica hidratada, sorbitol, água, poloxámero 407, goma de celulosa, sacarina sódica, sabor, ácido cítrico.
- Creme Dental Colgate Natural Extracts Carvão (Colgate): contém água, glicerina, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, aroma. Contém menta piperita, goma de celulose, goma xantana, fluoreto de sódio (1450 ppm de flúor), sacarina sódica, pó de cacau, álcool benzílico, eugenol.
- Creme Dental Colgate Total 12 Gengiva Reforçada (Colgate): contém fluoreto de sódio (1450 ppm de flúor), citrato de zinco, óxido de zinco, glicerina, água, sílica hidratada, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, arginina, sabor, óxido de zinco, goma de celulose, poloxâmero 407, pirofosfato tetrassódico, álcool benzílico, cocamidopropil betaína, sacarina sódica, goma xantana, ácido fosfórico, sucralose, dióxido de titanio (CI 77891).
- Creme Dental Contente 3X Proteção (Contente/ Suavetex): contém os ingredientesnão orgânicos: esteviosídeo, xilitol, carragenina, goma xantana, glicerina, lauril glucosídeo, carbonato de cálcio, sílica hidratada poligliceril-3-caprilato, água, aroma.
- Creme Dental Contente Max 12 Extra Whitening (Contente/Suavetex): com glicerina, sorbitol, fluoreto de sódio, metilparabeno, propilparabeno, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, goma de celulose, sacarina sódica, aroma, cocamidopropil betaína, água, CI 42090.
- Creme Dental Contente Tripla Ação (Contente/ Suavetex): contém carbonato de cálcio, lauril sulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio, sacarina sódica, sorbitol, goma de celulose, metilparabeno, propilparabeno, aroma, água.
- Creme Dental Curcumint Cúrcuma & Hortelã (Brirreal): contém óleos essenciais e extratos naturais: extrato de cúrcuma longa rhizome (cúrcuma 50:1), óleo de folha de menta viridis, óleo de folha de menta arvensis, óleo de folha de melaleuca alternifolia, extrato de flor de calêndula officinalis, mentol, óleo cítrico de aurantifolia, óleo de casca de citrus grandis. Agentes de sabor, textura e funcionalidade: água, glicerina, sílica, xilitol, carbonato de cálcio, sorbitol, lauroil sarcosinato de sódio (extraído do óleo de coco), sucralose, goma xantana, álcool benzílico.
- Creme Dental de Calêndula (Weleda): creme, contém extratos hidroalcoólicos de mirra, glicerina, carbonato de cálcio natural, ácido glicirrizínico, silicato, goma xantana, óleos essenciais naturais e água.
- Creme Dental de Ratânia (Weleda): creme, contém extratos hidroalcoólicos de ratânia e mirra, glicerina, carbonato de cálcio natural, ácido glicirrizínico, silicato, goma xantana, óleos essenciais naturais e água.
- Creme Dental Dentes Saudáveis Cúrcuma, Cravo e Melaleuca (Orgânico Natural/Suavetex): ingredientes orgânicos: cúrcuma longa (tumeric) extrato de cúrcuma, extrato de folha de cravo, extrato de folha de melaleuca, esteviosídeo, xilitol, carragenina, goma xantana, glicerina, lauril gliocosídeo, carbonato de cálcio, sílica hidratada, água, sabor.
- Creme Dental Infantil Colgate Smiles Batman & Mulher Maravilha (Colgate): contém sorbitol, água, sílica hidratada, peg-12, goma de celulose, laurilsulfato de sódio, aroma, sacarina sódica fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor), mica (CI 77019), dióxido de titânio (CI 77891) CI 77019/CI77891, FD&C Azul n°1 (CI 42090) CI 42090, D&C amarelo n° 10 (CI 47005) CI 47005, limoneno, cinamal, eugenol.
- Creme Dental Proteção Verde Camomila, Natural com Extratos de Uva, Melissa e Camomila (Orgânico Natural/Suavetex): contém extrato de vitis vinífera, extrato de flor de camomila recutita (matricaria), extrato de flor de melissa officinalis, esteviosídeo, xilitol, carragenina, goma xantana, glicerina, lauril glicosídeo, carbonato de cálcio, sílica hidratada, poligriceril-3-caprilato, água, sabor.
- Creme Dental Tea Tree Limão & Menta (Brireal): contém óleos essenciais e extratos naturais: óleo de folha de melaleuca alternifólia, óleo de menta piperita, extrato de flores calêndula, óleo de folha de eucalipto globulus, óleo de citrus aurantifolia, óleo de casca de citrus grandis, agentes de sabor, textura e funcionalidade: água, glicerina, sílica, carbonato de cálcio, sorbitol, lauril sarcosinato de sódio (extraído do óleo de coco), sucralose, goma xantana, álcool benzílico, xilitol.
- Crest, 3D White, Fluoride Anticavity Toothpaste, Glamorous White (Procter & Gamble): contém fluoreto de sódio 0.243% (0.16% w/v íon fluoreto). Contém ingredientes inativos: glicerina, sílica hidratada, hexametafosfato de sódio, água, PEG-6, aroma, fosfato trissódico, lauril sulfato de sódio, carragenina, cocamidopropil betaína, sacarina sódica, sucralose, goma xantana, dióxido de titânio, mica.
- Crest, 3D White, Fluoride Anticavity Toothpaste, Radiant Mint (Procter & Gamble): contém fluoreto de sódio 0.243% (0.15% w/v íon fluoreto). Ingredientes inativos:água, sorbitol, sílica hidratada, pirofosfato dissódico, lauril sulfato de sódio, sabor, hidróxido de sódio, goma de celulose, sacarina sódica, carbômero, polissorbato 80, mica, dióxido de titânio, azul 1.
- Crest, 3D White, Pasta de Dente Anticárie com Fluoreto, Branco Glamoroso (Procter & Gamble): contém fluoreto de sódio (0,243%) (0,16% p/v de íon fluoreto). Ingredientes inativos: glicerina, sílica hidratada, hexametafosfato de sódio, água, peg-6, sabor artificial, fosfato trissódico dodecaidratado, lauril sulfato de sódio, carragenina, cocoamidopropilbetaína, sacarina de sódio, sucralose, goma xantana, dióxido de titânio, mica.
- Crest, 3D White, Pasta de Dente Anticaviedade com Fluoreto, Hortelã Radiante (Procter & Gamble): contém fluoreto de sódio 0,243% (0,15% p / v de íons de fluoreto), água, sorbitol hidratado, pirofosfato dissódico, lauril sulfato de sódio, sabor, hidróxido de sódio, goma de celulose, sacarina de sódio, carbômero, polissorbato 80, mica, titânio, dióxido, azul 1.
- Crest, 3D White, Pasta de Dente com Fluoreto, Arctic Fresh (Procter & Gamble): fluoreto de Sódio (0,243%) (0,15% p/v de íon fluoreto). Ingredientes Inativos: água, sorbitol, sílica hidratada, pirofosfato dissódico, laurilsulfato de sódio, sabor, hidróxido de sódio, goma de celulose, sacarina sódica, carbômero, polissorbato 80, mica, dióxido de titânio, azul 1.
- Crest, 3D White, Whitening Therapy, Pasta de Dente Anticárie com Flúor, Carvão Vegetal com Hortelã Revigorante (Procter & Gamble): contém fluoreto de sódio a 0,243% (0,15% p/v de íon fluoreto), água, sorbitol, dióxido de silício hidratado, pirofosfato dissódico, lauril sulfato de sódio, flavorizante, goma de celulose, hidróxido de sódio, sacarina sódica, carbômero, pó de carvão vegetal, sucralose, polissorbato 80, mica, dióxido de titânio.
- Crest, Complete Plus Scope, Whitening Toothpaste, Minty Fresh Striped (Procter & Gamble): contém fluoreto de sódio 0.243% (0.15% w/v íon fluoreto). Ingredientes ativos: sorbitol, água, sílica hidratada, pirofosfato dissódico, lauril sulfato de sódio, sabor, hidróxido de sódio, álcool (0.7%), goma xantana, sacarina sódica, glicerina, carbômero, goma de celulose, polissorbato 80, benzoato de sódio, cloreto de cetilpiridínio, ácido benzoico, dióxido de titânio, azul 1, amarelo 5.
- Crest, Complete, Scope, Outlast com Clareamento, Pasta de Dente com Fluoreto, Hortelã de Longa Duração (Procter & Gamble): contém fluoreto de sódio a 0,243% (0,15% p/v de íon fluoreto). Ingredientes inativos: sorbitol, água, sílica hidratada, pirofosfato dissódico, flavorizante, lauril sulfato de sódio, hidróxido de sódio, álcool (0,7%), goma xantana, sacarina de sódio, glicerina, carbômero, poloxâmero 407, polissorbato 80, benzoato de sódio, cloreto de cetilpiridínio, ácido benzoico, dióxido de titânio, azul brilhante, tartrazina.
- Crest, Crianças, Pasta de Dente Anticavidade com Fluoreto, Para Idades a partir de 2 anos, Rush de Morango (Procter & Gamble): com fluoreto de sódio (0,243%) (0,15 w / v de íon fluoreto), sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, fosfato trissódico, fosfato de sódio, goma de celulose, sabor, sacarina sódica, carbômero, vermelho 40.
- Crest, Crianças, Proteção contra Cáries, Pasta de Dente Anticavidade com Fluoreto, Brilho de Brilho (Procter & Gamble): contém fluoreto de sódio a 0,243% (0,15% p/v de íon fluoreto). Ingredientes inativos: sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, fosfato trissódico, sabor, fosfato de sódio, goma de celulose, carbômero, sacarina de sódio, mica, dióxido de Titânio, azul 1.
- Crest, Kids, Pasta de Dente Anticavidade com Fluoreto, Brilho com Brilho (Procter & Gamble): contém fluoreto de sódio a 0,243% (0,15% p/v de íon fluoreto), sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, fosfato trissódico, fosfato de sódio, goma de celulose, sabor, sacarina sódica, carbômero, mica, dióxido de titânio, azul 1.
- Crest, Kids, Pasta de Dente Anticavidade com Fluoreto, Para Crianças a partir de 2 anos, Goma de Chiclete (Procter & Gamble): com fluoreto de sódio 0,243%, sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, fosfato trissódico, fosfato de sódio, goma de celulose, sabor, sacarina sódica, carbômero, vermelho 40.
- Crest, Kids, Proteção Contra Cáries, Pasta de Dente Anticáries com Fluoreto, Sparkle Fun (Procter & Gamble): contém fluoreto de sódio (0,243%) (0,15% p/v de íon fluoreto). Ingredientes inativos:sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, fosfato trissódico, fosfato de sódio, goma de celulose, sabor, sacarina de sódio, carbômero, mica, dióxido de titânio, azul brilhante.
- Crest, Pasta de Dente Anticaviedade com Fluoreto, Disney Princess Moana, Chiclete (Procter & Gamble): contém fluoreto de sódio a 0,243% (0,15% p/v de íon fluoreto). Ingredientes inativos: sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, fosfato trissódico, fosfato de sódio, goma de celulose, sabor, sacarina sódica, carbômero, vermelho 28.
- Crest, Pro Health, Goma e Sensibilidade, Pasta de Dente com Fluoreto, Hortelã Suave (Procter & Gamble): contém fluoreto de sódio a 0,454% (0,14 p / v de íon fluoreto). Ingredientes inativos: água, sorbitol, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, carragenina, gluconato de sódio, sabor, cloreto estanoso, goma xantana, cocamidopropil betaína, citrato de zinco, hidróxido de sódio, sacarina sódica, sucralose, dióxido de titânio.
- Crest, Pro Health, Pasta de Dente Avançada com Fluoreto, Proteção Goma (Procter & Gamble): contém fluoreto estanoso 0,454% (0,16% p / v de íon fluoreto), glicerina, sílica hidratada, hexametafosfato de sódio, propilenoglicol, peg-6, água, lactato de zinco, sabor, fosfato trissódico, gluconato de sódio, lauril sulfato de sódio, carragenina, sacarina de sódio, cloreto estanoso, goma xantana, dióxido de titânio, mica, azul 1.
- Crest, Pro Health, Pasta de Dente, Hortelã Limpa (Procter & Gamble): com fluoreto estanoso 0,454% (0,14 p / v de íon fluoreto), água, sorbitol, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, carragenina, gluconato de sódio, sabor, goma xantana, citrato de zinco, cloreto estanoso, hidróxido de sódio, sacarina sódica, sucralose, dióxido de titânio, azul 1.
- Crest, Pro-Health Advanced, Pasta de Dente com Fluoreto, Hortelã para Limpeza Profunda (Procter & Gamble): contém fluoreto de sódio 0,454% (0,16% p/v de íon fluoreto). Ingredientes inativos: glicerina, sílica hidratada, hexametafosfato de sódio, propilenoglicol, peg-6, água, lactato de zinco, sabor, lauril sulfato de sódio, gliconato de sódio, sacarina de sódio, fosfato trissódico, goma xantana, PVP, carragenina, azul brilhante.
- Crest, Pro-Health, Fluoride Toothpaste, Clean Mint (Procter & Gamble): contém flúor estanoso 0.454% (0.14% w/v íon fluoreto. Ingredientes inativos: água, sorbitol, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, carragenina, gluconato de sódio, sabor, goma xantana, citrato de zinco, cloreto estanoso, hidróxido de sódio, sacarina sódica, sucralose, dióxido de titânio, blue 1.
- Crest, Proteção Contra Cáries, Pasta de Dente Anticáries com Fluoreto, Normal (Procter & Gamble): contém fluoreto de sódio a 0,243% (0,15% p/v de íon fluoreto). Ingredientes inativos: sorbitol, água, silica hidratada, lauril sulfato de sódio, fosfato trissódico, sabor, goma de celulose, fosfato de sódio, carbômero, sacarina de sódio, dióxido de titânio, azul brilhante.
- Emoform Antiplaca (Altana): gel, contém monoflúorofosfato de sódio (1300 ppm de flúor ativo- Na2PO3F), dióxido de silício, sorbitol, carboximetilcelulose, sulfato de sódio, sulfato de potássio, lauril sulfato de sódio, corante azul alim.2 (Cl 42090), sacarina sódica, aroma tutti-frutti, metabissulfito de sódio, benzoato de sódio, cloreto de sódio e água deionizada.
- Emoform Antitártaro (Altana): gel, contém monofluorofosfato de sódio (1300 ppm de flúor ativo- Na2PO3F) e 40 mg/g de pirofosfato de potássio, dióxido de silício, sorbitol, carboximetilcelulose, sulfato de sódio, sulfato de potássio, lauril sulfato de sódio, corante azul alim.2 (Cl 42090), corante amarelo alim.4 (Cl 19140), sacarina sódica, aroma de menta, ácido cítrico monoidratado, metilparabeno, propilparabeno, cloreto de sódio e água deionizada.
- Emoform Clorofila (Altana): creme, contém nitrato de potássio 5%, carbonato de cálcio, carbonato de magnésio, cloreto de sódio, sulfato de sódio, sulfato de potássio, bicarbonato de sódio, lauril sulfato de sódio, sacarina sódica, glicerina, carboximetilcelulose, sorbitol, clorofila (Cl 75810), metabissulfito de sódio, metilparabeno, óleo de mentalicorice, propilparabeno e água deionizada.
- Emoform Tradicional (Altana): creme, contém nitrato de potássio 5%, carbonato de cálcio, carbonato de magnésio, cloreto de sódio, sulfato de sódio, sulfato de potássio, bicarbonato de sódio, lauril sulfato de sódio, sacarina sódica, glicerina, carboximetilcelulose, sorbitol, corante vermelho eritrosina (Cl 45430), metabissulfito de sódio, metilparabeno, vanilina, óleo de hortelã, anetol, mentol, propilparabeno e água deionizada.
- FDK Blanqueadora/ Kin Whitening (Kin): contém bicarbonato sódico 15%, fluoreto de sódio: 1000 ppm F, pirofosfato sódico: 3,3%.
- Flogoral (Aché): creme, contém cloridrato de benzidamina, dióxido de silício coloidal, aroma de menta, fosfato de cálcio dibásico, carmelose sódica, clorofila cuprossódica, glicerol, mentol, metilparabeno, propilparabeno, sacarina sódica, lauril sulfato de sódio e água purificada.
- Flúorkin Anticáries (Kin): com fluoreto de sódio: 1450 ppm F, menta forte.
- Flúorkin Calcium (Kin): com monoflúorofosfato sódico: 1000 ppm F, glicerinofosfato cálcico.
- Flúorkin Infantil (Kin): contém fluoreto de sódio: entre 500 ppm F- y 1000 ppm F, xilitol: 1,00%.
- Flúorkin Junior (Kin): com fluoreto de sódio: 1450 ppm F, xilitol: 1,00%.
- Gel Dental Clareamento Natural Carvão Ativado Com Extratos de Bambu, Romã e Sálvia (Orgânico Natural/Suavetex): contém ingredientes orgânicos: estrato de bambu, extrato de romã, extrato de sálvia. Mais: glicerina, benzoato de sódio, carragenina, sílica hidratada, lauril glicosídeo, goma xantana, esteviosídeo, xilitol, sabor, água, pó de carvão, bicarbonato de sódio.
- Gel Dental Colgate Smiles Minions (Colgate): contém sorbitol, água, sílica hidratada, peg-12, goma de celulose, lauril sulfato de sódio, aroma, sacarina sódica, fluoreto de sódio, CI 77891, CI 42090, CI 47005, limoneno, cinnamal, eugenol.
- Gel Dental Infantil (Weleda): gel, contém aesculina, extrato hidroalcoólico de calêndula, glicerina, ácido silícico, alginato, óleos essenciais naturais e água.
- Gel Dental Natural Baby Com Extratos de Banana, Camomila e Erva Cidreira (Orgânico Natural/Suavetex): contém ingredientes orgânicos: extrato de banana, extrato de flor de camomila recutita (matricaria), extrato de folha de erva cidreira. E mais: sorbitol, xilitol, benzoato de sódio, sílica hidratada, goma xantana, sabor, água.
- Gel Dental Natural Com Extratos de Café, Cacau e Guaraná (Orgânico Natural/ Suavetex): contém sorbitol, xilitol, benzoato de sódio, sílica hidratada, goma xantana, lauril glucosídeo, sabor, cafeína, extrato de cacau theobroma, extrato de café, extrato de paulina cupana, água.
- Gengilacer (Lacer): creme, contém triclosan 0,15%, cloreto de zinco 0,10%, propilenoglicol, glicerina, óleo de castor hidrogenado, polietilenoglicol 40, xilitol, sorbato de potássio, poloxâmero, aroma de menta, citrato de sódio, álcool diclorobenzílico, ácido cítrico, mentol, edta dissódico, acetato de tocoferila, acessulfame potássico, sacarina sódica, salicilato de metila, corantes CI 42090 e CI 47005, vanilina e água.
- Gingikin B5 (Kin): contém cloreto de cetilpiridinio (CPC), citrato de zinco, provitamina B5, vitamina B3, xilitol: 10,00%, fluoreto de sódio: 1450 ppm F.
- Kid’s Crest – Sesame Street (Procter & Gamble): gel, contém fluoreto de sódio (1.450 ppm de flúor), lauril fosfato de sódio, metil salicilato e sacarina. Produzido nos Estados Unidos.
- Kin Baby Bálsamo Encias (Kin): contém extrato de camomila e sálvia, provitamina B5.
- Kin Encías (Kin): com digluconato de clorexidina 0,03%, vitamina e acetato, fluoreto de sódio 1450 ppm F.
- Kin Exogel (Kin): com ácido tranexâmico 8,00%.
- Kin Forte (Kin): contém digluconato de clorexidina 0,05%, alpanta (allantoin panthenol complex), cloreto de cetilpiridinio 0,05%, citrato de zinco, xilitol, fluoreto de sódio 1000 ppm F.
- Kin Fresh (Kin): com fluoreto de sódio: 1450 ppm F.
- Kin Gingival Complex (Kin): contém digluconato de clorexidina 0,12%, alpanta (allantoin panthenol complex), cloreto de cetilpiridinio 0,05%, xilitol.
- Kin Hidrat (Kin): contém fluoreto de sódio 1450 ppm F, provitamina B5, acetato de vitamina E, xilitol 10%.
- Kin Junior (Kin): contém fluoreto de sódio 1450 ppm F, xilitol 1,00%.
- Kin Oro (Kin): contém celulose, parafina, petrolactum, camomila recutita, PVM, MA sódio, copolímero de cálcio.
- Lacer (Lacer): contém água, carbonato de cálcio, sorbitol, monofluorfosfato de sódio, silicato de alumínio e magnésio, dióxido de titânio, sulfato de laurilo de sódio, aldioxa, urea, sacarina sódica, pirofosfato tetrassódico, silicato de sódio, aroma, mentol, vanilina, salicilato de metilo, metilparabeno de sódio, propilparabeno de sódio, limoneno.
- Lacer Blanc Plus Mint (Lacer): contém sorbitol, sílica hidratada, água, glicerina, hexametafosfato de sódio, peg-8, pvp, sulfato de sódio laurílico, dióxido de titânio, aroma, monofluorfosfato de sódio, citrato de potássio, xilitol, dimeticone, goma xantana, citrato de zinco, edta dissódico, ascorbil, fosfato de sódio, sacarina sódica, mentol limoneno.
- Lacer Fresh Gel Dentifrício (Lacer): contém sorbitol, sílica hidratada, água, peg-8, aroma, sulfato de laurilo de sódio, xilitol, goma xantana, metilparabeno de sódio, propilparabeno de sódio, edta dissódico, cloreto de zinco, fluoreto de sódio, acessulfame de potássio, sacarina sódica, eucaliptol, salicilato de metilo, vanillin, mentol, limoneno, CI 42090.
- Lacer Gel Bioadesivo de Clorexidina (Lacer): contém digluconato de clorexidina 0,2 g, excipiente S.Q. 100 G.
- Lacer Junior Toothgel (Lacer): contém sorbitol, sílica, água, peg-8, monofluorfosfato de sódio, xilitol, sulfato de laurilo de sódio, aroma, goma celulósica, flicerofosfato de cálcio, sacarina sódica, mica, dióxido de titânio, CI 47005. CI 42051, limoneno.
- Lacer Natur (Lacer): contém biosecur oral orgânico, xilitol, íon flúor: 1450 PPM. Também contém monofluorfosfato de sódio.
- Lacer Oros (Lacer): com aldioxa, panthenol, nitrato de potássio, fluoreto de sódio, monofluorfosfato de sódio, citrato de zinco.
- Malvatricin Antiplaca (Daudt): creme, contém triclosan, gantrez, malva e flúor.
- Malvatricin Antitártaro (Daudt): creme, com flúor, zinco, gantrez e malva.
- Malvatricin Branqueador (Daudt): creme, contém peróxido de hidrogênio, perborato de sódio, dióxido de titânio, triclosan e malva. Sabor menta-limão.
- Malvatricin Dentes Sensíveis (Daudt): creme, contém nitrato de potássio, triclosan, pirofosfato tetrapotássico, zinco, malva e flúor.
- Malvatricin F Gel Dental Infantil (Daudt): gel, contém flúor (500 ppm), xilitol e malva. Sabor tutti-frutti.
- Malvatricin Fluoride (Daudt): creme, com monofluorfosfato, fluoreto de sódio, xilitol, menta, extratos naturais de calêndula, guaco, malva e equinácea. Sem corante.
- Malvatricin Organic – Gengivas Suaves (Daudt): creme, contém bicarbonato de sódio, flúor, extratos naturais de própolis, malva, hamamélis, ratânia e equinácea. Sabores mel, limão e menta. Sem corante.
- Malvatricin Plus- 5 em 1 AntiPlaca (Daudt): creme, com triclosan, gantrez, zinco, flúor, xilitol e malva.
- Malvatrikids Baby Gel Dental Infantil (Daudt): gel, tubo com 70 g. Contém malva e xilitol. Sabor tuttifrutti. Sem flúor.
- My First Colgate Sem Flúor 0 A 2 Anos (Colgate): contém propilenglicol, glicerina, sílica hidratada, sorbitol, água, poloxâmero 407 goma de celulose, sacarina sódica, aroma, ácido cítrico.
- Oral-B 3D White Perfection (Oral-B): contém glicerina, sílica hidratada, hexametafosfato de sódio, água, peg-6, aroma, fosfato trissódico, lauril sulfato de sódio, carragenina, cocamidopropil betaína, mica (ci 77019), sacarina sódica, peg-20m, goma xantana, dióxido de titânio (ci 77891), sucralose, limoneno, pigmento azul 15 (ci 74160).
- Oral-B Bicarbonato de Sódio & Carvão Crystal Mint (Oral-B): com água, sorbitol, sílica hidratada, pirofosfato dissódico, lauril sulfato de sódio, goma de celulose, aroma, hidróxido de sódio, bicarbonato de sódio, carbômero, fluoreto de sódio, sacarina sódica, goma xantana, dióxido de titânio (CI 77891), mica (CI 77019), pó de cacau.
- Oral-B Gengiva Detox & Esmalte (Oral-B): contém flúor estanoso (1100 ppm de flúor), água, sorbitol, sílica, lauril sulfato de sódio, gluconato sódico, carragenina, aroma, goma xantana, cocamidopropil betaína, citrato de zinco, cloreto estanoso, hidróxido de sódio, sacarina sódica, Ci 77891, sucralose, cinamal, álcool benzílico.
- Orthokin (Kin): com digluconato de clorexidina 0,08%, citrato de zinco: 1,10%, fluoreto de sódio 1000 ppm F.
- Ortolacer Dental Gel (Lacer): contém íon fluoreto, pantenol, fluoreto de sódio, xilitol, vitamina E, acetato, excipiente c.s.p., cloreto de zinco.
- Parodontax Flúor (GlaxoSmithKline): creme, contém tintura de equinácea, tintura de mirra, tintura de ratânea, tintura de sálvia, tintura de camomila, bicarbonato de sódio, fluoreto de sódio (1400 ppm), água purificada, glicerina, cocamidopropilbetaína, óleo de menta, óleo de milho, sacarina sódica, óxido de ferro e goma xantana.
- Periokin (Kin): contém digluconato de clorexidina 0,20%, cloreto de cetilpiridinio (CPC) 0,10%.
- Periokin Hyaluronic 1% (Kin): contém digluconato de clorexidina 0,20%, ácido hialurónico 1%.
- Perioxidin Gel Dental (Lacer): gel, contém digluconato de clorexidina, propilenoglicol, sorbitol, glicerina, hidroximetilcelulose, polietilenoglicol 40, óleo de castor hidrogenado, mentol, acessulfame potássico, salicilato de metila, aroma de menta e água.
- Phillips (GlaxoSmithKline): creme, contém hidróxido de magnésio, sulfato de magnésio, sorbitol, carbonato de cálcio precipitado, sacarina, lauril sulfato de sódio, carboximetilcelulose, essência de hortelã e água.
- Prevent Antiplaca (Colgate): contém água, sílica hidratada, sorbitol, glicerina, cloreto de sódio, glicolpropileno, lauril sulfato de sódio, aroma, monofluorfosfato de sódio (1200 ppm de flúor), goma de celulose, citrato de zinco, sacarina sódica, alantoína, metilparabeno, CI 77891, CI 45430.
- Sensikin (Kin): contém nitrato de potásico 5,00%, fluoreto de sódio 1450 ppm F, provitamina B5, vitamina e acetato.
- Sensilacer (Lacer): contém aldioxa, nitrato de potássio, monofluorfosfato de sódio.
- Sensodyne Branqueador Extra Fresh (GlaxoSmithKline): com água, sílica hidratada, sorbitol, glicerina, trifosfato pentassódico, peg-6, aroma, dióxido de titânio, metil cocoil taurato de sódio, cocamidopropil betaína, goma xantana, hidróxido de sódio, sacarina sódica. Contém fluoreto de sódio.
- Sensodyne Original (GlaxoSmithKline): creme, contém cloreto de estrôncio hexahidratado, água, glicerina, polioxil 40 estearato, parabeno, sacarina sódica, dióxido de titânio, aromas, dióxido de silício, sorbitol, carbonato de cálcio, cellosize e igepon.
- Sensodyne Rápido Alívio (GlaxoSmithKline): contém fluoreto de sódio, acetato de estrôncio, água, sorbitol, dióxido de silício, glicerol, metil cocoil taurato de sódio, goma xantana, dióxido de titânio, aroma, sacarina sódica, propilparabeno sódico, metilparabeno sódico.
- Sensodyne Repair & Protect (GlaxoSmithKline): com fluoreto de sódio, fosfossilicato de cálcio sódio, glicerol, macrogol, dióxido de silício, cocoamidopropilbetaína, metil cocoil taurato de sódio, aroma, dióxido de titânio, carbômero, sacarina sódica.
- Sensodyne Sensibilidade & Gengivas (GlaxoSmithKline): contém glicerina, peg-8, sílica hidratada, pentassódio trifosfato, lauril sulfato de sódio, aroma, dióxido de titânio, carbômero, cocamidopropil betaína, sacarina sódica. Contém também d-limoneno, fluoreto de estanho e fluoreto de sódio.
- Sensodyne Ultra Proteção (Glaxo SmithKline): contém fluoreto de sódio, nitrato de potássio, água, sorbitol, dióxido de silício, glicerol, cocoamidopropilbetaína, aroma, citrato de zinco, goma xantana, dióxido de titânio, hidróxido de sódio, sacarina sódica, sucralose.
- Sorriso Branqueador (Colgate): creme, contém monofluorfosfato de sódio (1500 ppm de flúor), sorbitol, carboximeticelulose, carbonato de cálcio, lauril sulfato de sódio, sacarina sódica, alumina, água, metilparabeno, silicato de sódio e composição aromática.
- Sorriso Carvão Ativado (Colgate): contém água, glicerol, dióxido de silício, lauril sulfato de sódio, aroma, goma de celulose, carmelose sódica, álcool benzílico, carvão vegetal ativado, eugenol, fluoreto de sódio (1450 ppm de flúor).
- Sorriso com Cálcio (Colgate): creme, contém: monofluorfosfato de sódio (1500 ppm de flúor), sorbitol, carbonato de cálcio, carboximetilcelulose, lauril sulfato de sódio, sacarina sódica, pirofosfato tetrassódico, silicato de sódio, composição aromática, formaldeído, metilparabeno, propilparabeno e água.
- Sorriso Dentes Brancos (Colgate): creme, contém monofluorfosfato de sódio (1500 ppm de flúor), sorbitol, carbonato de cálcio, carboximetilcelulose, lauril sulfato de sódio, sacarina sódica, pirofosfato tetrassódico, silicato de sódio, composição aromática, formaldeído, metilparabeno, propilparabeno e água.
- Sorriso Fresh Crystal Mint (Colgate): gel, contém fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor), sorbitol, polietilenoglicol, carboximetilcelulose, sacarina sódica, dióxido de silício, lauril sulfato de sódio, corante branco CI 77891, corante azul CI 74160, composição aromática e água.
- Sorriso Fresh Hortelã Explosion (Colgate): gel, tubo contém fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor), sorbitol, polietilenoglicol, carboximetilcelulose, sacarina sódica, dióxido de silício, lauril sulfato de sódio, corante branco CI 77891, corante verde CI 74260, composição aromática e água.
- Sorriso Fresh Menta (Colgate): gel, contém fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor), sorbitol, polietilenoglicol, carboximetilcelulose, sacarina sódica, dióxido de silício, lauril sulfato de sódio, corante branco CI 77891, corante azul CI 74160, composição aromática e água.
- Sorriso Fresh Menthol Impact (Colgate): contém sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, aroma, peg-12, goma de celulose, sacarina sódica, fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor), Cl16035, Cl45430, eugenol.
- Sorriso Fresh Red Mint (Colgate): gel, contém fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor), sorbitol, polietilenoglicol, carboximetilcelulose, sacarina sódica, dióxido de silício, lauril sulfato de sódio, corante vermelho CI 16035, corante vermelho CI 45430, composição aromática e água.
- Sorriso Fresh Xtra Hit (Colgate): contém sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, peg-12, aroma, goma de celulose, sacarina sódica, fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor) e CI 42090.
- Sorriso Fresh Xtra Mint (Colgate): contém sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, peg-12, aroma, goma de celulose, sacarina sódica, fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor) e CI 42090.
- Sorriso Herbal (Colgate): creme, contém monofluorfosfato de sódio (1500 ppm de flúor), carbonato de cálcio, lauril sulfato de sódio, água desmineralizada, carboximetilcelulose, composição aromática, corante verde, eugenol, óleo de eucalipto, óleo de melaleuca, óleo de sálvia, sacarina sódica, sorbitol, tintura de camomila e tintura de mirra.
- Sorriso Herbal Anis, Menta e Melaleuca (Colgate): contém água, glicerol, sílica hidratada, laurilsulfato de sódio, aroma, goma de celulose, carmelose sódica, goma xantana, fluoreto de sódio, sacarina sódica, álcool benzílico, pó de cacau, carvão vegetal ativado, eugenol.
- Sorriso Herbal Sálva e Eucalipto (Colgate): contém água, glicerol, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, aroma, goma de celulose, goma xantana, fluoreto de sódio, sacarina sódica, álcool benzílico, pó de cacau, carvão vegetal ativado, eugenol.
- Sorriso Juá + Própolis Sabor Hortelã (Colgate): creme, contém monofluorfosfato de sódio (1500 ppm de flúor), carbonato de cálcio, água, sorbitol, lauril sulfato de sódio, carboximetilcelulose, composição aromática (hortelã), bicarbonato de sódio, silicato de sódio, sacarina sódica, metilparabeno, formaldeído, propilparabeno, extrato de própolis e extrato de juá.
- Sorriso Kids (Colgate): com sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, peg-12, aroma, goma de celulose, fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor), sacarina sódica, CI 47005, CI 42051, álcool benzílico.
- Sorriso Sabor Menta Suave (Colgate): creme, contém monofluorfosfato de sódio (1450 ppm de flúor), carbonato de cálcio, água, sorbitol, lauril sulfato de sódio, silicato de sódio, bicarbonato de sódio, composição aromática, carboximetilcelulose, sacarina sódica, metilparabeno, formaldeído, propilparabeno e extrato de juá.
- Sorriso Super Refrescante (Colgate): creme, contém monofluorfosfato de sódio (1500 ppm de flúor), sorbitol, carbonato de cálcio, carboximetilcelulose, lauril sulfato de sódio, sacarina sódica, pirofosfato tetrassódico, silicato de sódio, composição aromática, formaldeído, metilparabeno, propilparabeno e água.
- Sorriso Tripla Limpeza Completa (Colgate): contém água, carbonato de cálcio, sorbitol, lauril sulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio, aroma, goma de celulose, pirofosfato tetrassódico, bicarbonato de sódio, álcool benzílico, sacarina sódica, goma xantana, hidróxido de sódio, CI 74160, limoneno.
- Sorriso Tripla Refrescância com Cálcio + Flúor (Colgate): creme, contém monofluorfosfato de sódio (1450 ppm de flúor), sorbitol, sacarina sódica, metilparabeno, propilparabeno, carboximetilcelulose, goma xantana, silicato de sódio, bicarbonato de sódio, carbonato de cálcio, lauril sulfato de sódio, corante verde CI 74260, aroma (menta, hortelã, eucalipto) e água.
- Sorriso Tripla Vitaminas (Colgate): contém água, carbonato de cálcio, sorbitol, lauril sulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio, goma de celulose, aroma, pirofosfato tetrassódico, bicarbonato de sódio, álcool benzílico, sacarina sódica, goma xantana, niacinamida, amido de sódio octenilsuccinato, maltodextrina, çantotenato de cálcio, ascorbil fosfato de sódio, pantotenato de cálcio, tocoferil.
- Sorriso Tropical Citrus (Colgate): com sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, aroma, peg-12, goma de celulose, sacarina sódica, fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor), CI 19140, CI 74260.
- Sorriso Tropícal Mix (Colgate): contém sorbitol, água, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, aroma, peg-12, goma de celulose, álcool benzílico, sacarina sódica, fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor), CI 74160, CI 16035, CI 17200, limoneno, cidral.
- Sorriso Xtrem White Brilho 5 Estrelas (Colgate): com sorbitol, água, sílica hidratada, peg-12, lauril sulfato de sódio, cocamidopropil betaína, aroma, goma de celulose, pirofosfato tetrassódico, fluoreto de sódio.
- Sorriso Xtreme White 4D (Colgate): com água, sílica hidratada, peg-12, lauril sulfato de sódio, aroma, goma de celulose, pirofosfato tetrassódico, cocomidopropil betaíne, fluoreto de sódio (1450 ppm de flúor), sacarina sódica, CI 77891, CI 74160, eugenol.
- Tandy Morangostoso (Colgate): gel, contém fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor), sorbitol, sílica, lauril sulfato de sódio, polietilenoglicol, carboximetilcelulose, sacarina sódica, composição aromática, corante vermelho CI 16035 e água.
- Tandy Tutti-Frutti (Colgate): gel, contém fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor), sorbitol, sílica, lauril sulfato de sódio, polietilenoglicol, carboximetilcelulose, sacarina sódica, composição aromática, corantes: vermelho CI 16035, azul CI 42090 e água.
- Tandy Uva Aventura (Colgate): gel, contém fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor), sorbitol, sílica, lauril sulfato de sódio, polietilenoglicol, carboximetilcelulose, sacarina sódica, composição aromática, corantes: vermelho CI 16035, azul CI 42090, vermelho CI 75470 e água.
- Ultra Action Ação Anticárie Menta (Boniquet): creme, com monofluorfosfato de sódio (1200 ppm de flúor), sorbitol, carboximetilcelulose, carbonato de cálcio, lauril sulfato de sódio, sacarina sódica, composição aromática, formaldeído e água.
- Ultra Action Ação Total (Boniquet): creme, contém monofluorfosfato de sódio (1200 ppm de flúor), triclosan, sorbitol, carboximetilcelulose, carbonato de cálcio, lauril sulfato de sódio, sacarina sódica, composição aromática, formaldeído e água.
- Ultra Action Fresh Red Refrescante (Boniquet): gel, contém fluoreto de sódio (1500 ppm de flúor), sorbitol, carboximetilcelulose, dióxido de silício, lauril sulfato de sódio, sacarina sódica, composição aromática, PEG 400, corante vermelho CI 16.255, formaldeído e água.
- Ultra Action Herbal Própolis e Camomila (Boniquet): creme, contém monofluorfosfato de sódio (1200 ppm de flúor), sorbitol, carboximetilcelulose, carbonato de cálcio, lauril sulfato de sódio, sacarina sódica, extratos vegetais de própolis e camomila, composição aromática, corante verde CI 74.260, formaldeído e água.
- Ultra Action Kids Tutti Frutti (Boniquet): gel, contém fluoreto de sódio (1100 ppm de flúor), sorbitol, carboximetilcelulose, dióxido de silício, PEG 400, lauril sulfato de sódio, sacarina sódica, composição aromática, corante vermelho CI 45.430, corante branco CI 77.019, corante branco CI 77.891, formaldeído e água.
- Xerolacer (Lacer): contém fluoreto de sódio, monofluorfostato de sódio, glicerinato dipotássico.
Esclareça seu paciente sobre as características de um trabalho adequado e o realize. Ademais, existem muitas atenuantes que podemos descobrir ao longo do tratamento e que não vemos logo de início. Como casos em que o paciente não consegue uma abertura de boca razoável, ou tenha um exagerado excesso de saliva, por exemplo. Se o comentário desairoso chegar até o autor do feito, pode valer até processo ético.
Obrigações de registro: primeiro de tudo, tem o empregador de atentar para as suas obrigações formais, ou seja, o seu compromisso com o registro dos documentos referentes ao início de uma relação empregatícia. Nesse sentido, é importante que o contratante proceda à assinatura da Carteira de Trabalho do empregado, fazendo constar a data de início, seu cargo e valor de remuneração, além, obviamente, da rubrica do representante da empresa, dentro do prazo máximo de 48 horas após a admissão, sob pena de sofrer multa (metade de um salário mínimo). Além disso, o empregador tem de efetivar o registro do funcionário em documentos exigidos pelas órgãos de proteção ao trabalhador, tais quais o livro de funcionários e Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED.
Obrigações do empregador em relação ao pagamento: feita uma contratação, o empreendedor tem alguns outros compromissos relacionados ao pagamento de um novo empregado, como, por exemplo, garantir que este receba o seu pagamento até o 5º dia útil de cada mês (pagando proporcional caso o empregado tenha ingressado no meio do mês).
Outra questão é o valor do salário: uma vez acertada um valor base com o empregado, este não poderá sofrer possibilidade de diminuição (salvo raras exceções), razão pela qual o empresário tem de ter em mente o quanto poderá pagar a um novo funcionário. Isto porque, para a legislação e justiça trabalhista, o valor inicialmente pactuado com um empregado passa a aderir ao contrato entre ambos, havendo proteção ao empregado pelas leis eis que este é visto como a parte “fraca” (hipossuficiente) da relação. Além disso, há o entendimento no Direito do Trabalho de que a responsabilidade sobre o negócio e, consequentemente, sobre os empregados, é do próprio empreendedor, não podendo transferi-la ao empregado.
Composição da remuneração: conceitualmente, para a legislação trabalhista, há distinção entre remuneração e salário, sendo este parte daquele. E, uma vez que a lei trabalhista foi incorporando outros direitos com o passar dos anos, a remuneração do empregado não se limita simplesmente ao salário fixado em carteira, cabendo salientar que cada um deles, quando pago, deverá constar expressamente no contracheque de cada empregado em rubrica específica. Nesse sentido, explicitamos alguns exemplos a seguir, com as suas regras para obtenção pelo empregado.
– Vale-transporte: concedido ao empregado para deslocamento residência-trabalho e vice-versa, decorre de assinatura de declaração em documento informando ao empregado que não possui meio de transporte próprio (carro ou moto). Vale ressaltar que o valor deste benefício, a princípio, pode não configurar um gasto à empresa, já que serão descontados 6% (seis por cento) do salário base do empregado, somente tendo de arcar o empregador com o excedente a este percentual nos gastos com transporte ao longo do mês. Esta parcela, se paga em conformidade com a lei, terá natureza indenizatória, não repercutindo nas demais verbas salariais, a exemplo de FGTS, férias, 13º salário, etc.
– Vale-alimentação: a concessão de valor para alimentação do funcionário não é uma obrigação perante a lei, podendo, portanto, decorrer da mera vontade do empregador. Contudo, é necessário que haja uma especial atenção na forma de pagamento, sempre preferindo que este seja feito através de convênios, em vez de entrega em espécie (pecúnia), evitando, assim, alegações futuras do trabalhador no sentido de que este valor, em verdade, comporia o próprio salário base, tendo sido disfarçado como verba para alimentação.
– FGTS: o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) consiste em imposição legal no sentido de constituir uma espécie de amparo futuro ao empregado na hipótese deste ter sua relação de empregado encerrada sem a sua vontade (dispensa sem justa causa) e/ou responsabilidade (dispensa com justa causa). Neste sentido, o empregador deverá deduzir do salário do seu funcionário, bem como do valor de férias, 13º salário e aviso prévio, o correspondente a 8% (oito por cento) para composição deste fundo, não havendo, portanto, ônus ao empresário, apenas o dever legal de realizar este recolhimento. Vale destacar que o simples recolhimento não é suficiente, devendo haver o depósito dos correspondentes valores na conta vinculada ao fundo de garantia do empregado, sob pena de responsabilização por apropriação indébita.
– INSS: além do recolhimento para o FGTS, dentre as obrigações do empregador está a responsabilidade pela chamada contribuição previdenciária, responsável pelo custeio da aposentadoria do funcionário no futuro. Assim, a empresa terá de fazer a reserva e repasse de parte do valor do salário do empregado para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), sendo o percentual a ser recolhido variável de acordo com o salário do empregado (8%, 9% e 11%). Ao contrário da parcela fundiária, no entanto, o empregador também terá de arcar com percentual para esta mesma finalidade, em percentual também variável de acordo com a sua escolha tributária (Simples, lucro real ou presumido), tendo, de início, a incidência de 11% sobre o salário bruto de todos os seus funcionários.
Obrigações do empregador decorrentes do ambiente e rotina de trabalho do empregado: as obrigações do empregador não estão restritas às questões remuneratórias, tendo também de oferecer condições de trabalho em consonância com as normas atuais de segurança e medicina do trabalho. Tal preocupação se estende em relação à estruturação da jornada de trabalho que não exponha o empregado ao trabalho por mais de 8 horas diárias ou 44 horas semanais, garantindo ainda o intervalo de, no mínimo, uma hora para o almoço, devendo fazer expresso controle de jornada na hipótese de se ter mais de 10 empregados. Além disso, deve haver a análise do ambiente de trabalho no qual o funcionário desempenhará suas atividades, para verificar se será necessária a entrega de equipamentos de proteção individual (EPI), ou o pagamento de adicional em caso de risco à saúde ou à integridade. A realização de exames médicos, antes, durante e depois da relação empregatícia, diga-se de passagem, deve ser regra, como demonstração de preocupação com o bem estar dos empregados, evitando, assim, autuações futuras pelos órgãos de proteção ao trabalhador.
Esse curso era anexo a faculdades de Medicina. Em 1882, foi criado, na Bahia, o primeiro curso, cujo currículo refletia o modo de produção social. As matérias se dividiam em básicas e profissionais. Básicas: Anatomia da Cabeça, Histologia Dentária, Fisiologia Dentária, Patologia Dentária, Física Elementar e Química Mineral Elementar. Profissionais: Terapêutica Dentária, Medicina Operatória, Cirurgia Dentária. Em 1884, foi retirada a matéria “Medicina Operatória” e acrescentadas “Prótese Dentária” e “Higiene da Boca”. A duração dos cursos era de dois anos. Este currículo permaneceu até de 5 de abril de 1911, quando o Decreto no 8.661 introduziu a cadeira de “Técnica Odontológica”, com o ensino em manequins. Nova alteração viria a ter lugar com o Decreto no 3.830, de 29 de outubro de 1919, passando os cursos para quatro anos de duração, dando ênfase a conhecimentos básicos em Biologia e Técnica Dentária.
O Decreto no 19.851, de 11 de abril de 1931, que estabeleceu a reforma do ensino superior no Brasil, fixou oficialmente o curso em três anos de duração e estipulava que o currículo tivesse a seguinte estrutura:
- 1° ano: Anatomia, Fisiologia, Histologia e Microbiologia, Metalurgia, Química Aplicada;
- 2° ano: Clínica Odontológica, Higiene e Odontologia Geral, Prótese Dentária, Técnica Odontológica;
- 3° ano: Clínica Odontológica, Patologia e Terapêutica Aplicadas, Prótese Buco-Facial, Ortodontia e Odontopediatria.
O Decreto no 20.179, de 6 de julho de 1931, destacou este currículo como o padrão mínimo para o Brasil. Em 1933, os cursos de Odontologia tornaram-se autônomos, ou seja, desligaram-se da tutela das escolas médicas, o que facultou a algumas escolas a criação de disciplinas além das obrigatórias.
Em 1961, com a Lei no 4.024, a competência para fixar o currículo mínimo e a duração dos cursos superiores passou a ser do Conselho Federal de Educação – CFE. Pelo Parecer 299/62, o CFE traçou o novo perfil do Cirurgião-dentista (dentista geral, policlínico, destinado à coletividade) e estabeleceu o novo currículo em dois ciclos – básico e profissional –, aprovado em 16 de novembro de 1962. Assim era constituído:
- ciclo básico (dois anos): Anatomia, Histologia-embriologia, Microbiologia, Patologia Geral e Buco-dental, Farmacologia e Terapêutica, Materiais Dentários, Dentística Operatória;
- ciclo profissionalizante (dois anos): Clínica Odontológica, Cirurgia Odontológica, Prótese Dentária, Prótese Buco-maxilo-facial, Ortodontia, Odontopediatria, Higiene e Odontologia Preventiva, Odontologia Legal.
Em 1° de janeiro 1971, surgia novo currículo, sem alterações substanciais, reorientando o ciclo básico com Biologia, Ciências Morfológicas, Ciências Fisiológicas e Patologia (geral), ficando o ciclo profissional com Patologia e Clínica Odontológica, Odontologia Social e Preventiva, Odontopediatria e Odontologia Restauradora.
Em 3 de setembro de 1982, o Conselho Federal de Educação estabeleceu novo currículo mínimo, por meio da Resolução CFE no 04/82. Compreendia as seguintes matérias:
- Matérias básicas: Ciências Morfológicas (genética, evolução, histologia e embriologia, anatomia), Ciências Fisiológicas (bioquímica, fisiologia e farmacologia), Ciências Patológicas (patologia geral, microbiologia, parasitologia e imunologia) e Ciências Sociais (sociologia, antropologia e psicologia);
- Matérias profissionalizantes: Propedêutica Clínica (patologia bucal, semiologia e radiologia), Clínica Odontológica (materiais dentários, dentística, escultura dental e oclusão, endodontia, periodontia, cirurgia, traumatologia e prótese), Clínica Odontopediátrica (patologia e clínica da infância, medidas preventivas ortodônticas), Odontologia Social (aspectos sociais, deontológicos, legais e de orientação profissional), Clínica Integrada (duração mínima de um semestre letivo). Deverão ser ministrados conhecimentos de: planejamento e administração de serviços de saúde comunitária, trabalho em equipe de saúde, metodologia científica, pessoal auxiliar, bem como técnicas e equipamentos odontológicos simplificados. No mesmo dispositivo legal, fixava-se que o curso teria duração mínima de 3.600 horas, integralizadas de oito e máximo de 18 semestres letivos. Este currículo mínimo vigorou até a promulgação da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da educação nacional, a partir do que passou a vigorar as diretrizes curriculares, aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação – CNE. São elas bem amplas e ambiciosas, conforme descrito a seguir.
- PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL
Cirurgião-dentista, profissional generalista, humanista, crítico e reflexivo, para atuar em todos os níveis de atenção à saúde, com base no rigor técnico e científico. Capacitado ao exercício de atividades referentes à saúde bucal da população, pautado em princípios éticos, legais e na compreensão da realidade sociocultural e econômica do seu meio, dirigindo sua atuação para a transformação da realidade em benefício da sociedade.
- COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
Competências Gerais
- Atenção à saúde: os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas sim com a resolução do problema de saúde, tanto em nível individual como coletivo.
- Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na capacidade de tomar decisões visando ao uso apropriado, à eficácia e ao custo-efetividade, da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, os mesmos devem possuir habilidades para avaliar, sistematizar e decidir a conduta mais apropriada;
- Comunicação: os profissionais de saúde devem ser acessíveis e devem manter a confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o público em geral. A comunicação envolve comunicação verbal, não-verbal e habilidades de escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação;
- Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde deverão estar aptos a assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem-estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz;
- Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a fazer o gerenciamento e a administração tanto da força de trabalho, como dos recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a ser gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde.
- Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. Desta forma, devem aprender a aprender e a ter responsabilidade e compromisso com a educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, não apenas transmitindo conhecimentos, mas também proporcionando condições para que haja beneficio mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais dos serviços.
Competências e Habilidades Específicas
O curso de Graduação em Odontologia deve assegurar também a formação de profissionais com competências e habilidades específicas para:
- respeitar os princípios éticos e legais inerentes ao exercício profissional;
- atuar em todos os níveis de atenção à saúde, integrando-se em programas de promoção, manutenção, prevenção, proteção e recuperação da saúde, sensibilizados e comprometidos com o ser humano, respeitando-o e valorizando-o;
- atuar multiprofissionalmente, interdisciplinarmente e transdisciplanarmente com extrema produtividade na promoção da saúde baseado na convicção científica, de cidadania e de ética;
- reconhecer a saúde como direito e condições dignas de vida e atuar de forma a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema;
- exercer sua profissão de forma articulada ao contexto social, entendendo-a como uma forma de participação e contribuição social;
- conhecer métodos e técnicas de investigação e elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos;
- desenvolver assistência odontológica individual e coletiva;
- identificar em pacientes e em grupos populacionais as doenças e os distúrbios buco-maxilofaciais e realizar procedimentos adequados para suas investigações, prevenção, tratamento e controle;
- cumprir investigações básicas e procedimentos operatórios;
- promover a saúde bucal e prevenir doenças e distúrbios bucais;
- comunicar e trabalhar efetivamente com pacientes, trabalhadores da área da saúde e outros indivíduos relevantes, grupos e organizações;
- obter e eficientemente gravar informações confiáveis e avaliá-las objetivamente;
- aplicar conhecimentos e compreensão de outros aspectos de cuidados de saúde na busca de soluções mais adequadas para os problemas clínicos no interesse de ambos, o indivíduo e a comunidade;
- analisar e interpretar os resultados de relevantes pesquisas experimentais, epidemiológicas e clínicas;
- organizar, manusear e avaliar recursos de cuidados de saúde efetiva e eficientemente;
- aplicar conhecimentos de saúde bucal, de doenças e tópicos relacionados no melhor interesse do indivíduo e da comunidade;
- participar em educação continuada relativa à saúde bucal e doenças como um componente da obrigação profissional e manter espírito crítico, mas aberto a novas informações;
- participar de investigações científicas sobre doenças e saúde bucal e estar preparado para aplicar os resultados de pesquisas para os cuidados de saúde;
- buscar melhorar a percepção e providenciar soluções para os problemas de saúde bucal e áreas relacionadas e necessidades globais da comunidade;
- manter reconhecido padrão de ética profissional e conduta, e aplicá-lo em todos os aspectos da vida profissional;
- estar ciente das regras dos trabalhadores da área da saúde bucal na sociedade e ter responsabilidade pessoal para com tais regras;
- reconhecer suas limitações e estar adaptado e flexível face às mudanças circunstanciais;
- colher, observar e interpretar dados para a construção do diagnóstico; • identificar as afecções buco-maxilo-faciais prevalentes;
- desenvolver raciocínio lógico e análise crítica;
- propor e executar planos de tratamento adequados;
- realizar a preservação da saúde bucal;
- comunicar-se com pacientes, com profissionais da saúde e com a comunidade em geral;
- trabalhar em equipes interdisciplinares e atuar como agente de promoção de saúde;
- planejar e administrar serviços de saúde comunitária;
- acompanhar e incorporar inovações tecnológicas (informática, novos materiais, biotecnologia) no exercício da profissão.
A formação do Cirurgião-dentista deverá contemplar o sistema de saúde vigente no país, a atenção integral da saúde em um sistema regionalizado e hierarquizado de referência e contrarreferência e o trabalho em equipe.
- CONTEÚDOS CURRICULARES
Os conteúdos essenciais para o curso de Graduação em Odontologia devem estar relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade, integrado à realidade epidemiológica e profissional. Os conteúdos devem contemplar:
- Ciências Biológicas e da Saúde: incluem-se os conteúdos (teóricos e práticos) de base moleculares e celulares dos processos normais e alterados, da estrutura e função dos tecidos, órgãos, sistemas e aparelhos, aplicados às situações decorrentes do processo saúde-doença no desenvolvimento da prática assistencial de Odontologia;
- Ciências Humanas e Sociais: incluem-se os conteúdos referentes às diversas dimensões da relação indivíduo/sociedade, contribuindo para a compreensão dos determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do processo saúde-doença;
- Ciências Odontológicas: incluem-se os conteúdos (teóricos e práticos) de:
– propedêutica clínica, em que serão ministrados conhecimentos de patologia bucal, semiologia e radiologia;
– clínica odontológica, na qual serão ministrados conhecimentos de materiais dentários, oclusão, dentística, endodontia, periodontia, prótese, implantodontia, cirurgia e traumatologia buco-maxilo-faciais;
– odontologia pediátrica, em que serão ministrados conhecimentos de patologia, clínica odontopediátrica e de medidas ortodônticas preventivas.
- ESTÁGIOS E ATIVIDADES COMPLEMENTARES
- Estágio Curricular: a formação do Cirurgião-dentista deve garantir o desenvolvimento de estágios curriculares, sob a supervisão do docente. Este estágio deverá ser desenvolvido de forma articulada e com complexidade crescente ao longo do processo de formação. A carga horária mínima do estágio curricular supervisionado deverá atingir 20% da carga horária mínima do curso de Graduação em Odontologia proposto, com base no Parecer/Resolução específico da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação.
- Atividades Complementares: as atividades complementares deverão ser incrementadas durante todo o curso de Graduação em Odontologia e as instituições de ensino superior deverão criar mecanismos de aproveitamento de conhecimentos, adquiridos pelo estudante, através de estudos e práticas independentes presenciais e/ou à distância. Podem ser reconhecidos: Monitorias e Estágios, Programas de Iniciação Científica, Programas de Extensão, Estudos Complementares, Cursos realizados em outras áreas afins.
- ORGANIZAÇÃO DO CURSO
O curso de Graduação em Odontologia deverá ter um projeto pedagógico, construído coletivamente, centrado no aluno como sujeito da aprendizagem e apoiado no professor como facilitador do processo ensino-aprendizagem. Este projeto pedagógico deverá buscar a formação integral e adequada do estudante através de uma articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão/assistência. As Diretrizes Curriculares e o Projeto Pedagógico deverão orientar o currículo do curso de Graduação em Odontologia para um perfil acadêmico e profissional do egresso. Este currículo deverá contribuir, também, para a compreensão, a interpretação, a preservação, o reforço, o fomento e a difusão das culturas nacionais e regionais, internacionais e históricas, em um contexto de pluralismo e diversidade cultural.
A organização do curso de Graduação em Odontologia deverá ser definida pelo respectivo colegiado do curso, que indicará o regime: seriado anual, seriado semestral, sistema de créditos ou modular. Para a conclusão do curso de Graduação em Odontologia, o aluno deverá elaborar um trabalho sob orientação docente.
A estrutura do curso de Graduação em Odontologia deverá:
- estabelecer com clareza aquilo que se deseja obter como um perfil do profissional integral; na sua elaboração, substituir a decisão pessoal pela coletiva. Deverá explicitar como objetivos gerais: a definição do perfil do sujeito a ser formado, envolvendo dimensões cognitivas, afetivas, psicomotoras, nas seguintes áreas: – formação geral: conhecimentos e atitudes relevantes para a formação científico-cultural do aluno; – formação profissional: capacidades relativas às ocupações correspondentes; – cidadania: atitudes e valores correspondentes à ética profissional e ao compromisso com a sociedade.
- aproximar o conhecimento básico da sua utilização clínica; viabilização pela integração curricular;
- utilizar metodologias de ensino/aprendizagem, que permitam a participação ativa dos alunos neste processo e a integração dos conhecimentos das ciências básicas com os das ciências clínicas e instituir programas de iniciação científica como método de aprendizagem. É importante e conveniente que a estrutura curricular do curso, preservada a sua articulação, contemple mecanismos capazes de lhe conferir um grau de flexibilidade que permita ao estudante desenvolver/trabalhar vocações, interesses e potenciais específicos (individuais).
- ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO
A implantação e o desenvolvimento das diretrizes curriculares de Odontologia deverão ser acompanhados e permanentemente avaliados, a fim de permitir os ajustes que se fizerem necessários à sua contextualização e ao aperfeiçoamento.
As avaliações dos alunos deverão basear-se nas competências, nas habilidades e nos conteúdos curriculares desenvolvidas tendo como referência as Diretrizes Curriculares.
O curso de Graduação em Odontologia deverá utilizar metodologias e critérios para acompanhamento e avaliação do processo ensino-aprendizagem e do próprio curso, em consonância com o sistema de avaliação definido pela Instituição de Ensino Superior à qual pertence.
A Câmara de Educação Superior aprovou por unanimidade o voto do relator para esse conteúdo, em 5 de novembro de 2003.
Em 5 de dezembro de 2018, a Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação do Ministério da Educação fez revisão dos normativos e instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Odontologia e deu outras providências, por meio de Projeto de Resolução. Está assim redigido:
O Presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, tendo em vista o disposto na Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995, no Art. 9º, do § 2º, alínea “c”, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, bem como no Parecer CNE/CES n o 803, de 5 de dezembro de 2018, homologado por Despacho do Senhor Ministro de Estado da Educação, publicado no DOU de xx de xxxx de 2019, resolve:
CAPÍTULO I
DAS DIRETRIZES
Art. 1º A presente Resolução institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Odontologia, bacharelado, a serem observadas na organização curricular das Instituições de Educação Superior (IES) do país.
Parágrafo único. Em consonância com a legislação vigente, o bacharel em Odontologia será denominado Cirurgião-Dentista.
Art. 2º As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) do curso de graduação em Odontologia estabelecem os princípios, os fundamentos e as finalidades para a formação em Odontologia, estabelecidas pela Câmara de Educação Superior (CES) do Conselho Nacional de Educação (CNE), para a aplicação em âmbito nacional na organização, no desenvolvimento e na avaliação dos projetos pedagógicos dos cursos de graduação em Odontologia das IES.
- 1º A formação do bacharel em Odontologia deverá incluir, como etapa integrante da graduação, o Sistema Único de Saúde (SUS), compreendendo-o como cenário de atuação profissional e campo de aprendizado que articula ações e serviços para a formação profissional.
- 2º A formação do cirurgião-dentista deverá incluir a atenção integral à saúde, levando em conta o sistema regionalizado e hierarquizado de referência e contrarreferência, e o trabalho em equipe interprofissional.
Art. 3 o O perfil do egresso do curso de graduação em Odontologia deverá incluir as seguintes características:
I – generalista, dotado de sólida fundamentação técnico-científica e ativo na construção permanente de seu conhecimento;
II – humanístico e ético, atento à dignidade da pessoa humana e às necessidades individuais e coletivas, promotor da saúde integral e transformador da realidade em benefício da sociedade; PROCESSO Nº: 23001.000337/2017-69 11 Paulo Barone e outros – 0337
III – apto à atuação em equipe, de forma interprofissional, interdisciplinar e transdisciplinar;
IV – proativo e empreendedor, com atitude de liderança;
V – comunicativo, capaz de se expressar com clareza;
VI – crítico, reflexivo e atuante na prática odontológica em todos os níveis de atenção à saúde;
VII – consciente e participativo frente às políticas sociais, culturais, econômicas e ambientais e às inovações tecnológicas.
CAPÍTULO II
DAS COMPETÊNCIAS GERAIS
Art. 4º A graduação em Odontologia tem por objetivo desenvolver nos egressos as competências gerais compreendidas nas seguintes categorias:
I – Atenção à saúde;
II – Tomada de decisões;
III – Comunicação;
IV – Liderança;
V – Gestão em saúde;
VI – Educação permanente.
Parágrafo único. Para os efeitos desta Resolução, competência é compreendida como a capacidade de mobilizar conhecimentos, habilidades e atitudes, utilizando os recursos disponíveis em prol de iniciativas e ações que se expressem em desempenhos capazes de solucionar, com pertinência, oportunidade e sucesso, os desafios que se apresentam à prática profissional, em diferentes contextos do trabalho em saúde.
Seção I
Da Atenção à Saúde
Art. 5º
Quanto à Atenção à Saúde, a graduação em Odontologia visa à formação do cirurgião-dentista para atuar considerando a ética e as dimensões da diversidade biológica, subjetiva, étnico-racial, de gênero, orientação sexual, socioeconômica, política, ambiental, e cultural, que singularizam cada pessoa ou cada grupo social, e que seja capaz de:
I – reconhecer a saúde como direito humano e condição digna de vida e atuar com base no direito ao acesso universal à saúde e aos demais princípios do SUS, tais como os de universalidade, integralidade e equidade, de forma contínua e articulada com todos os setores da sociedade;
II – atuar na integralidade do cuidado à saúde por meio do desenvolvimento de ações e serviços de promoção, proteção, recuperação e manutenção da saúde, individual e coletiva; exigidos para cada caso, em todos os pontos da rede de atenção do SUS, que possibilitem responder às necessidades sociais em saúde;
III – atuar interprofissionalmente, interdisciplinarmente e transdisciplinarmente na atenção à saúde, pautando seu pensamento crítico em valores éticos e em evidências científicas, e de forma que permitir a escuta qualificada e singular de cada indivíduo e das comunidades;
IV – exercer sua profissão de forma articulada com o contexto social, econômico, cultural e ambiental com ênfase na identificação das condições de vida dos indivíduos e das comunidades, como fatores de determinação da condição de saúde-doença da população, entendendo-a como uma forma de participação e contribuição no respectivo contexto;
V -promover a humanização do cuidado à saúde de forma contínua e integrada, tendo em vista as demais ações e instâncias da saúde, de modo a desenvolver projetos terapêuticos compartilhados, estimulando o autocuidado e a autonomia das pessoas, famílias, grupos e comunidades, bem como reconhecer os usuários como protagonistas ativos da sua própria saúde, inclusive as pessoas com deficiência;
VI – realizar com segurança processos e procedimentos, referenciados nos padrões vigentes da prática profissional, de modo a evitar riscos, efeitos adversos e danos aos usuários, a si mesmo e aos demais profissionais, agindo com base no reconhecimento clínicoepidemiológico, nos riscos e vulnerabilidades dos indivíduos e grupos sociais;
VII – fundamentar a atenção à saúde nos princípios da ética e da bioética, bem como nas legislações regulatórias do exercício profissional, levando em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico.
Seção II
Da Tomada de Decisão
Art. 6º Quanto à Tomada de Decisão, a graduação em Odontologia visa à formação do cirurgião-dentista capaz de:
I – aplicar conhecimentos, metodologias, procedimentos, instalações, equipamentos e insumos, de modo a produzir melhorias no acesso e na qualidade integral à saúde da população e no desenvolvimento científico, tecnológico, e em seus aspectos de inovação que retroalimentam as decisões;
II – avaliar sistematicamente e realizar a escolha das condutas adequadas, com base em evidências científicas e na escuta ativa centrada nas necessidades dos indivíduos, famílias, grupos e comunidades.
Seção III
Da Comunicação
Art. 7º Quanto à Comunicação, a graduação em Odontologia visa à formação do cirurgião-dentista capaz de:
I – interagir com usuários, familiares, comunidades e membros das equipes profissionais, com empatia, sensibilidade, interesse e respeito aos saberes e à cultura popular, por meio de linguagem acessível, facultando aos usuários a compreensão das ações e dos procedimentos indicados;
II – relacionar-se com a equipe de saúde de forma a articular os diferentes conhecimentos na solução dos problemas de saúde, assim como contribuir com a convivência harmoniosa nos serviços de saúde;
III – manter a confidencialidade das informações recebidas incluindo imagens obtidas, estimulando a confiança mútua, a autonomia e a segurança do usuário sob cuidado;
IV – compreender a comunicação verbal e não-verbal, a escrita e a leitura da Língua Portuguesa, assim como, para atendimento às comunidades pertinentes, a Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS) e línguas indígenas, sendo desejável, ainda, a compreensão de pelo menos uma Língua estrangeira.
V – conhecer e aplicar tecnologias de informação e comunicação como meio para tratar as informações e mediar o processo comunicativo entre profissionais e usuários sob cuidado.
Seção IV
Da Liderança
Art. 8º Quanto à Liderança, a graduação em Odontologia visa à formação do cirurgião-dentista capaz de:
I – reconhecer a liderança como atributo a ser exercitado por meio de relações interpessoais que envolvam compromisso, comprometimento, responsabilidade, empatia e tomada de decisões;
II – construir relações de colaboração e incentivar o desenvolvimento da equipe profissional, o desempenho de ações e a geração de mudanças nos processos de trabalho, de forma efetiva, eficaz e integrada, mediadas pela interação, participação e diálogo;
III – exercer posições de liderança e proatividade que visem ao bem-estar no trabalho da equipe interprofissional e na interação comunitária;
IV – Motivar a busca pela autonomia e autocuidado em saúde.
Seção V
Da Gestão em Saúde
Art. 9º Quanto à Gestão em Saúde, a graduação em Odontologia visa à formação do cirurgião-dentista capaz de:
I – conhecer, compreender e participar de ações que visem à melhoria dos indicadores de qualidade de vida e de morbidade em saúde, passíveis de serem realizados por um profissional generalista, propositivo e resolutivo;
II – aplicar os fundamentos da epidemiologia e do conhecimento da comunidade, como fatores fundamentais à gestão, ao planejamento e à avaliação das ações profissionais;
III – desenvolver parcerias, organizar contratos e constituir redes que estimulem e ampliem a aproximação entre instituições, serviços e os outros setores envolvidos na atenção integral e promoção da saúde;
IV – realizar a gestão do processo de trabalho da equipe de saúde em consonância com o conceito ampliado de saúde, com as políticas públicas e com os princípios e diretrizes do SUS;
V – compreender o gerenciamento e administração da equipe de trabalho, da informação, dos recursos financeiros, humanos e materiais;
VI – realizar a gestão estrutural, financeira, organizacional, tributária e dos processos de trabalho de consultórios, das clínicas e dos demais serviços de saúde;
VII – gerir o cuidado à saúde, de forma efetiva e eficiente, utilizando conhecimentos e dispositivos de diferentes níveis tecnológicos, de modo a promover a organização dos sistemas integrados de saúde para a formulação e desenvolvimento de projetos terapêuticos individuais e coletivos;
VIII – conhecer os movimentos sociais e as formas de participação da população no sistema de saúde;
IX – contribuir para a promoção e o debate de políticas públicas de saúde em instâncias colegiadas, como Conselhos Distritais e Conferências de Saúde, visando à colaboração e à construção de programas e políticas justas e solidárias em defesa da vida.
Seção VI
Educação Permanente
Art. 10 Quanto à Educação Permanente, a graduação em Odontologia visa à formação do cirurgião-dentista capaz de:
I – compreender e atuar de forma proativa na estrutura organizacional e na cultura institucional dos serviços de saúde, por meio da reflexão sobre a ação, visando às mudanças nas estruturas institucionais, nas organizacionais e no processo de trabalho, necessárias para a melhoria constante do desempenho da equipe de saúde, para a geração de práticas desejáveis de gestão, de atenção e de relacionamento com a população atendida;
II – atuar interprofissionalmente com base na reflexão sobre a própria prática, por meio da troca de saberes com profissionais da área da saúde e de outras áreas do conhecimento, para a identificação e discussão dos problemas e para o aprimoramento contínuo da colaboração e da qualidade da atenção à saúde;
III – desenvolver novos conhecimentos com base na fundamentação teórico-reflexiva no exercício do trabalho, assim como nas oportunidades de intercâmbio profissional e de educação permanente formal, na vivência comunitária, no cotidiano das unidades da rede de serviços de atenção à saúde, considerando ainda a referência, a contrarreferência e o gerenciamento dos imprevistos.
CAPÍTULO III
DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS
Art. 11 A graduação em Odontologia tem por objetivo formar o cirurgião-dentista para o exercício das seguintes competências específicas:
I – exercer a Odontologia de forma articulada com o contexto social, econômico, cultural e ambiental, entendendo-a como uma forma de participação comunitária;
II – conhecer e respeitar o Código de Ética Odontológica, as normas dos trabalhadores da área da saúde bucal na sociedade e no desenvolvimento da profissão, assim como as leis, as portarias e as regulamentações sobre saúde bucal;
III – desenvolver ações de promoção, prevenção, reabilitação, manutenção e vigilância da saúde, em nível individual e coletivo, reconhecendo a relação da saúde bucal com as condições sistêmicas do indivíduo;
IV – coletar, registrar, organizar, analisar e interpretar dados e informações clínicas e epidemiológicas relevantes para a identificação da normalidade e para a construção do diagnóstico, da terapêutica e do controle referentes às doenças e agravos bucais e suas relações com as condições sistêmicas do indivíduo;
V – aplicar os princípios de biossegurança na prática odontológica, de acordo com as normas legais e regulamentares pertinentes, promovendo o autocuidado e a prevenção de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais relacionadas à prática odontológica;
VI – executar procedimentos odontológicos com vistas à prevenção, à interceptação e ao tratamento das doenças e aos agravos bucais, assim como à reabilitação e à manutenção do equilíbrio do sistema estomatognático e da saúde bucal, compreendendo suas relações com as condições sistêmicas e com a integralidade do indivíduo nas diferentes fases do ciclo de vida, tendo como base as evidências científicas e a incorporação de inovações tecnológicas no exercício da profissão;
VII – participar de investigações científicas, respeitando o rigor científico e os princípios de ética em pesquisa, além de desenvolver o pensamento crítico, reflexivo e criativo e a capacidade de de buscar e produzir conhecimento;
VIII – aplicar os fundamentos da epidemiologia e do conhecimento da comunidade, como fatores fundamentais à gestão, ao planejamento e à avaliação das ações profissionais para fundamentar a tomada de decisão em saúde;
IX – trabalhar em equipe interprofissional e de saúde bucal, informando e educando a equipe e a população a respeito da saúde bucal;
X – planejar e desenvolver a atenção odontológica individual e coletiva, considerando a família como unidade de cuidado, e respeitando os ciclos de vida;
XI – supervisionar as atividades do técnico em saúde bucal e auxiliar em saúde bucal.
CAPÍTULO IV
DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA
Art. 12 O Projeto Pedagógico do curso de graduação em Odontologia deverá ser centrado no estudante como sujeito da sua própria aprendizagem, tendo o professor como facilitador e mediador deste processo, com vistas à formação integral e adequada do estudante, articulando as atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Art. 13 O Projeto Pedagógico do curso de graduação em Odontologia deverá contribuir para a compreensão, a interpretação e a preservação das culturas e práticas nacionais e regionais, respeitando o pluralismo de concepções e a diversidade étnica-cultural.
Art. 14 O contexto educacional do curso de graduação em Odontologia deve considerar as diversidades loco-regionais, as demandas de saúde da população da região e/ou do município e os mecanismos de inserção e articulação com as políticas públicas do SUS, com observância dos cenários de prática integrados com o SUS, os quais devem ocorrer no campus da instituição e na região onde a instituição está inserida. Parágrafo único. No Projeto Pedagógico do curso de graduação em Odontologia deverá constar o diagnóstico situacional do perfil epidemiológico das condições de saúde bucal, a capacidade instalada dos serviços de saúde, assim como o potencial do curso para a melhoria das condições de saúde e da qualidade de vida da população.
Art. 15 As IES, que oferecem o curso de graduação em Odontologia, deverão manter programa permanente de formação e desenvolvimento da docência, com vistas à valorização do trabalho docente na graduação e ao maior envolvimento dos professores com o Projeto Pedagógico do Curso e ao aprimoramento deste.
Art. 16 O Projeto Pedagógico do curso de graduação em Odontologia deve ampliar as oportunidades de aprendizagem, pesquisa e trabalho, por meio da participação dos estudantes em programas de mobilidade acadêmica nacional e internacional e da formação de redes acadêmicas, viabilizando a identificação de novos desafios da área.
CAPÍTULO V
DA ESTRUTURA CURRICULAR E DOS CONTEÚDOS CURRICULARES
Art. 17 A estrutura curricular do curso de graduação em Odontologia deverá levar em consideração as necessidades de saúde dos usuários e das populações, incluindo as dimensões ética, humanística e social, orientadas para a cidadania e para os direitos humanos, tendo as Ciências Humanas e Sociais como eixo transversal de formação.
Art. 18 A estrutura do curso de graduação em Odontologia deverá aproximar o conhecimento básico da sua aplicação clínica, por meio da integração curricular, que deverá ser desenvolvida por intermédio de um currículo integrado, tendo como base a interdisciplinaridade e a articulação entre as dimensões sociais, biológicas, odontológicas, culturais, ambientais, étnicas e educacionais. Parágrafo único. A integração dos conteúdos e práticas dos componentes curriculares deve ser apoiada e consolidada por meio de um processo de educação permanente previsto como formação docente institucional.
Art. 19 O curso de graduação em Odontologia deverá incluir a utilização de metodologias ativas de aprendizagem, bem como mecanismos de flexibilidade.
Art. 20 O curso de graduação em Odontologia deverá destinar pelo menos a metade da sua carga horária total às atividades práticas, incluindo as áreas básicas e as atividades clínicas de assistência odontológica, dedicando a estas últimas pelo menos 40% (quarenta por cento) da carga horária total do curso, incluindo a carga horária do Estágio Curricular.
Art. 21 O processo de ensino-aprendizagem, quando envolver atendimento a usuários, deve consolidar-se no cuidado integral e resolutivo, como processo único e contínuo, seja na clínica-escola ou nos cenários do serviço de saúde.
Seção I
Dos conteúdos curriculares
Art. 22 Os conteúdos curriculares essenciais do curso de graduação em Odontologia devem estar relacionados com o processo saúde-doença do indivíduo, da família e da população, nos diferentes ciclos de vida, referenciados na realidade epidemiológica e profissional, e serão compostos por conteúdos programáticos das Ciências Biológicas e Saúde, das Ciências Humanas e Sociais e das Ciências Odontológicas, os quais devem estar interligados e serem desenvolvidos de maneira integrada, visando ao cuidado integral do indivíduo, nas áreas de sua atuação.
Art. 23 Nas Ciências Biológicas e da Saúde devem-se incluir, de forma integrada, os conteúdos teóricos e práticos de base bioquímica, molecular, morfológica, celular e tecidual dos processos normais e alterados, bem como a estrutura e função dos tecidos, órgãos, sistemas e aparelhos, com aplicação nas situações decorrentes do processo saúde-doença e no desenvolvimento da prática assistencial de Odontologia para a atenção integral à saúde.
Art. 24 Nas Ciências Humanas e Sociais devem-se incluir os conteúdos teóricos e práticos, tendo como referência:
I – as diversas dimensões da relação indivíduo/sociedade, que contribuem para a compreensão dos determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos, bioéticos e forenses, nos níveis individual e coletivo do processo saúde-doença;
II – a Saúde Coletiva como sustentação longitudinal ao aprendizado, à investigação e às práticas dos estudantes a partir do conhecimento de promoção da saúde, das políticas públicas de saúde, da epidemiologia, das ciências sociais e do planejamento e gestão de serviços de saúde, considerando os determinantes sociais da saúde;
III – as políticas de educação e sustentabilidade ambiental, de educação em direitos humanos, de acessibilidade para as pessoas com mobilidade reduzida, e das que tratam da equidade e de gênero, de orientação sexual, de pessoas com deficiência e de educação das relações étnico-raciais;
IV – as bases referenciais psicológicas e humanísticas da relação profissional-paciente para o atendimento odontológico das diferentes faixas etárias;
V – a Educação em Saúde e as novas tecnologias de informação e comunicação em Odontologia e linguagens oficiais adotadas no território brasileiro (Língua Portuguesa e Libras);
VI – o conhecimento e a aplicação do método científico para a realização de projetos de pesquisa e análise crítica de artigos científicos, como fonte de referência para a tomada de decisão baseada em evidências científicas.
Art. 25 Nas Ciências Odontológicas, incluem-se os conteúdos teóricos e práticos para compreensão e domínio:
I – da propedêutica clínica: acolhimento, coleta, interpretação e análise de informações sobre história clínica, exame físico, conhecimento fisiopatológico dos sinais e sintomas, exames complementares; bem como os métodos para o desenvolvimento do processo de diagnóstico;
II – da clínica odontológica integrada, do diagnóstico, do prognóstico, da prevenção e da elaboração de projetos terapêuticos singulares e para a adoção de condutas terapêuticas singulares na abordagem de doenças e agravos que acometem a saúde bucal e o equilíbrio do sistema estomatognático do ser humano em todas as fases do ciclo de vida, devendo ser considerado o perfil epidemiológico e as realidades locais dos pacientes e usuários;
III – das técnicas e habilidades para a interceptação e o tratamento das doenças e agravos bucais, assim como para a restauração e reabilitação estético-funcional e a manutenção do equilíbrio do sistema estomatognático e da saúde bucal, bem como as relações com as condições sistêmicas e com a integralidade do indivíduo nas diferentes fases do ciclo de vida, tendo como base as evidências científicas e a incorporação de inovações tecnológicas no exercício da profissão dentro da perspectiva interprofissional;
IV – da prescrição clínica racional da terapêutica medicamentosa em Odontologia e do uso de técnicas anestésicas locais e regionais, de modo que proporcione terapêuticas eficazes e seguras para os indivíduos atendidos; V – da abordagem de emergência e do suporte básico de vida no caso de acidentes que comprometam a vida e a saúde do indivíduo;
VI – da composição e das propriedades químicas, físicas e biológicas dos materiais empregados em Odontologia, assim como das técnicas de manipulação e seleção de acordo com suas indicações clínicas com base em evidências científicas;
VII – do manuseio de aparelhos de radiação X, considerando os princípios da radioproteção, as técnicas para a tomada e revelação de radiografias intraorais, assim como a interpretação de imagens por diferentes métodos de diagnósticos por imagens em Odontologia;
VIII – dos princípios de biossegurança e ergonomia na prática odontológica, de acordo com as normas legais e regulamentares pertinentes;
IX – dos conceitos de perícias odontológicas e auditoriais, assim como das exigências legais para instalação e gestão do funcionamento de um consultório odontológico;
X – do atendimento clínico odontológico ambulatorial do indivíduo com necessidades especiais;
XI -da assistência odontológica a indivíduos mantidos em Instituições de Saúde, incluindo ambientes hospitalares;
XII – da gestão e planejamento organizacional e profissional dos serviços de saúde, assim como das atribuições dos técnicos de saúde bucal, auxiliar de saúde bucal, técnico em prótese dentária e auxiliar de prótese dentária.
Art. 26 As atividades didáticas devem inserir o estudante nas redes de serviços do SUS ao longo do curso de graduação em Odontologia, permitindo ao estudante conhecer e vivenciar as políticas de saúde em situações variadas de vida, de organização da prática profissional e do trabalho da equipe interprofissional.
Seção II
Do Estágio Curricular Supervisionado
Art. 27 A formação do cirurgião-dentista incluirá o estágio curricular obrigatório, entendido como ato educativo supervisionado, a ser realizado obrigatoriamente em ambiente real de trabalho, no qual devem ser desenvolvidas atividades diretamente relacionadas às competências profissionais gerais e específicas, com vistas à formação social, humana e científica do aluno, preparando-o para o trabalho profissional da Odontologia na sociedade, de forma articulada e com complexidade crescente ao longo do processo de formação.
Parágrafo único. O estágio poderá ser desenvolvido em ambientes internos ou externos às IES, neste caso em clínicas integradas com atendimento ao público, e deve ser planejado em função do perfil do egresso almejado no Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 28 A carga horária do estágio curricular deve corresponder a 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso, e não se confundirá com a carga horária das atividades práticas, exigida para o desenvolvimento das competências e habilidades clínicas específicas de cada componente curricular, mesmo que esta envolva o atendimento de pacientes.
Seção III
Da flexibilidade curricular
Art. 29 O currículo do curso de graduação em Odontologia deverá incluir elementos que considerem a inserção institucional do curso, as demandas e as expectativas de desenvolvimento do setor de saúde na região no qual ele se insere, bem como a flexibilidade individual de estudos, de forma a permitir distintos percursos formativos para os estudantes.
Parágrafo único. Constituem-se elementos da flexibilidade curricular as atividades complementares assim como os componentes curriculares optativos.
Art. 30 As atividades complementares caracterizam-se pelo aproveitamento de conhecimentos adquiridos pelo estudante, mediante estudos e práticas independentes, presenciais ou à distância, tais como monitorias, programas de iniciação científica, atividades de extensão e estudos complementares supervisionados.
Art. 31 Os componentes curriculares optativos caracterizam-se como módulos ou outras atividades acadêmicas, que serão oferecidas pelo curso na área de conhecimento específico da Odontologia ou de outras áreas, para escolha pelo estudante, visando a constituir percurso formativo próprio.
Seção IV
Do Trabalho de Conclusão de Curso
Art. 32 Para conclusão do curso de graduação em Odontologia, o estudante deverá elaborar, um trabalho, sob orientação docente, como exercício prático de síntese e do aprendizado por meio da pesquisa, que pode ser apresentado em formatos diversificados, definidos pelo Projeto Pedagógico do curso, tais como artigo científico, monografia, portfólio, projeto de intervenção.
CAPÍTULO VII
AVALIAÇÃO DOS CURSOS DE ODONTOLOGIA
Art. 33 A implantação e desenvolvimento das DCN do curso de graduação em Odontologia deverão ser acompanhadas, monitoradas e permanentemente avaliadas, a fim de acompanhar os processos e permitir os ajustes que se fizerem necessários ao seu aperfeiçoamento.
Art. 34 O curso de graduação em Odontologia deverá desenvolver instrumentos, definidos pela instituição em que for implantado e desenvolvido, que avaliem a estrutura, os processos e os resultados da aprendizagem, em consonância com o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e com a dinâmica curricular.
- 1º As avaliações dos estudantes deverão basear-se nas competências desenvolvidas, tendo como referência as presentes Diretrizes Curriculares, e deverão incluir a avaliação e o uso judicioso e habitual, pelo estudante, da comunicação, do conhecimento, das habilidades técnicas, do raciocínio clínico, das emoções, dos valores e das reflexões na prática diária, visando o benefício dos indivíduos e da comunidade em que atua.
- 2º O sistema de avaliação deve incluir a autoavaliação do estudante, como estímulo ao desenvolvimento do compromisso com a sua formação, bem como com a habilidade de aprender a aprender.
DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 35 Os cursos de graduação em Odontologia em funcionamento terão o prazo de até 2 (dois) anos, a partir da data de publicação desta Resolução, para aplicação das suas determinações às novas turmas abertas após o início da sua vigência.
Art. 36 Os estudantes de graduação em Odontologia, matriculados antes da vigência desta Resolução, têm o direito de concluir seu curso com base nas diretrizes anteriores.
Art. 37 Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se a Resolução CNE/CES nº 3, de 19 de fevereiro de 2002 e as demais disposições em contrário.
Há que ficar antenado. Quando você já estiver de cabeça feita, naturalmente vai passar a selecionar os cursos que frequentar na direção de suas afinidades, de sua especialidade. Aí é bom, pelo menos nos congressos anuais, dar uma pequena arejada, voltando a apontar o periscópio na direção de outras áreas afins, já que na Odontologia tudo é vasocomunicante, que se alimenta e se renova. Depois da pandemia de Covid-19, proliferaram cursos virtuais ao vivo, que chegam a ser muito interessantes. Muitos luminares de várias áreas, principalmente de estética e de implantodontia, viraram estrelas nacionais, com direito a rendimentos nunca antes imaginados. É bom ter referências, e degustar, antes de partir para a imersão.
Ou seja, a mãe é a maior transmissora da doença, que se instala na boca do bebê após a erupção dos primeiros dentes. O processo ocorre principalmente quando a mãe, se portadora de altos níveis de bactéria responsável por essa doença, testa a temperatura ou o gosto do alimento na mesma colher que vai, desavisadamente, levar ao filho. O beijo também pode transmitir cárie, pois enquanto se beijam as pessoas estão trocando fluidos e bactérias. A possibilidade é menor que o contágio entre mãe e bebê, pois em adultos as colônias de bactérias já são definidas, e novas bactérias praticamente não têm chance de se instalar. Apenas as bactérias do grupo mutans, entre as que habitam a boca, causam a cárie, iniciando e desenvolvendo a lesão. Quando a alimentação do bebê é rica em alimentos açucarados, a colonização dos dentes pelo mutans fica favorecida, pois a sacarose é o principal alimento para a bactéria.
Deve-se cuidar para não utilizar câmaras de revelação construídas em acrílico transparente, principalmente as vermelhas, que segundo especialistas não filtram adequadamente a luz. Este tipo de artigo amplamente utilizado no século passado não é aceito atualmente pelo fato de que a luz não é totalmente bloqueada, o que traz prejuízos à qualidade final da radiografia. É permitida a utilização de câmaras portáteis de revelação manual, desde que confeccionadas com material opaco. Para revelação manual, devem estar disponível no local um cronômetro, um termômetro e uma tabela de revelação para garantir o processamento nas condições especificadas pelo fabricante. Ainda assim, sabe-se que a tradicional caixinha de acrílico vermelho transparente, com três cubas para revelador, água e fixador, ainda é a mais vista nos consultórios. Além dessa, podem ser encontrados no mercado, para revelações de radiografias periapicais, interproximais e oclusais, em consultórios, os seguintes modelos:
Câmara Escura com Iluminação Advanced (Biotron): possui iluminação com acionamento por chave on/off, que permite total visualização do interior da câmara e não danifica a radiografia; material bicolor que evita entrada de luminosidade externa; tampa e base removíveis que facilitam higienização e reposição dos químicos. Amplo visor de acrílico vermelho translúcido com proteção ultravioleta; base removível facilitando coleta de resíduos, limpeza e desinfecção; copos de fácil reposição e que permitem maior economia de químicos; luvas confortáveis, removíveis e laváveis. Leve, portátil, ergonômica e resistente de alta durabilidade e sem riscos de oxidação. Não há necessidade de troca de lâmpadas e não utiliza energia elétrica.
Câmara Escura para Revelação (Protécni): design moderno com caixa moldada em poliestireno de alto impacto. A superfície externa é branca com alto brilho, e a parte interna é preta sem brilho, evitando a velação dos filmes radiográficos. O poliestireno possui características atóxicas, boa rigidez, resistente a produtos químicos, ácidos, alcalinos e detergentes. Carenagem resistente a impacto, fundo com ventosas. Visor removível em acrílico laranja, dispensando o uso de iluminação.
Câmara Escura para Revelação Classic (Biotron): design moderno, com material bicolor que evita entrada de luminosidade externa. Tampa e base removíveis que facilitam higienização e reposição dos químicos; amplo visor de acrílico vermelho translúcido com proteção ultravioleta; copos de fácil reposição e que permitem economia de químicos. Leve, portátil, ergonômica, resistente de alta durabilidade e sem riscos de oxidação. Partes e peças de fácil reposição; reciclável e ecologicamente correta.
Camara Escura para Revelação com Luz Preta VH (Essence Dental): design moderno com caixa moldada em polipropileno, com boa rigidez, resistente a produtos químicos, ácidos, substâncias alcalinas e detergentes. Não existem bordas retentivas, facilitando a limpeza e desinfecção.Possui alojamento para os recipientes que contém líquido evitando que os mesmos fiquem soltos, proporcionando maior segurança para o operador. Visor acrílico destacável, com ótima transparência e total filtragem da luz. Total aderência no local de trabalho, facilitando o manuseio. Iluminação a led sem emissão de raios ultravioleta, proporcionando luminosidade no interior do gabinete de revelação sem danificar a película radiográfica.
Camara Escura com Iluminação VH (Essence Dental): angulagem para entrada das mãos, tornando fácil o acesso as cubas, evitando mau posicionamento do operador. Design moderno com caixa moldada em polipropileno, com características atóxicas, resistente a produtos químicos, ácidos, substâncias alcalinas e detergentes. Fácil remoção das luvas para assepsia. Sem bordas retentivas, facilitando a limpeza e desinfecção. Possui alojamento para os recipientes que contém líquido evitando que os mesmos fiquem soltos, proporcionando maior segurança para o operador. Visor acrílico destacável, com ótima transparência e total filtragem da luz. Total aderência no local de trabalho, facilitando o manuseio. Iluminação a led sem emissão de raios ultravioleta, proporcionando luminosidade no interior do gabinete de revelação sem danificar a película radiográfica.
Câmara Escura para Revelação Sem Iluminação VH (Essence Dental): design moderno com caixa moldada em polipropileno, que possui características atóxicas, Resistente a produtos químicos, ácidos, substâncias alcalinas e detergentes. Fácil remoção das luvas para assepsia. Não existem bordas retentivas, facilitando a limpeza e desinfecção. Possui alojamento para os recipientes que contém líquido evitando que os mesmos fiquem soltos, proporcionando maior segurança para o operador. Visor acrílico destacável, com ótima transparência e total filtragem da luz.Baixo custo para peças de reposição.
Câmara Escura para Revelação Viscos Black (Agir): com amplo visor que fornece melhor visibilidade durante o procedimento. Ângulo inovador para entrada e saída das mãos, facilitando o manuseio; fácil remoção das luvas de tecido para assepsia ou substituição. Garantia de 3 meses.
Câmara para Revelação Classic Black (Biotron): caixa de aspecto moderno, com material bicolor que evita entrada de luminosidade externa. Tampa e base removíveis que facilitam higienização e reposição dos químicos; amplo visor de acrílico vermelho translúcido com proteção ultravioleta. Copos de fácil reposição e que permitem economia de químicos.
Partes e peças de fácil reposição; reciclável e ecologicamente correta.
As imagens podem ser transmitidas em tempo real ou congeladas para um estudo mais tranquilo. Além da importância na área de diagnóstico e documentação, pois permite realizar controle de qualidade sobre os procedimentos realizados, é também poderoso instrumento de marketing. A maioria faz tanto imagens intra como extraorais. Todos os modelos de microcâmera intra-oral têm protetores externos descartáveis para completa assepsia. Abaixo, os principais modelos disponíveis no mercado brasileiro.
Câmera Intraoral Intracam (Active Ware): valoriza o tratamento ao paciente poder ver o estado de seu dente. Essa valorização ocorre tanto para realizar um orçamento quanto depois de finalizado ao comparar o antes e depois. Muito diferente de espelhos, a câmera intraoral registra o começo, meio e fim de um tratamento, tornando mais fácil a comunicação entre dentista e paciente. Resolução digital: 5 megapixels (2592 x 1944). Qualidade de imagem superior: o conjunto formado pela qualidade dos Leds de iluminação, lente e sensor de imagens propicia um resultado superior nas imagens obtidas. Foco e captura automáticos: com apenas um click no botão a Intracam focaliza imagens intra e extraorais e salva automaticamente. Integração com celulares e tablets android. A intracam pode ser utilizada com alguns modelos de celulares (ex. série S4, S5, S6 e S7 Samsung). Para isso basta baixar a versão paga do AwBook, disponível na Google Play. O cabo de conexão já acompanha o produto. USB 3.0: A Intracam segue o padrão USB 3.0 e é compatível com USB 2.0. Sistema antiembaçante: evita o embaçamento da lente dentro da boca. Acionamento dos Leds: controle do acionamento e do brilho dos leds. Garantia: 1 ano. Integração direta com sistemas on-line: A Intracam possui um sistema inovador para integração com sistemas de gestão que rodam a partir de navegadores (internet Explorer, Chrome, Mozilla, etc).
Câmera Intraoral S- ioC (Gnatus): indicado para exibir a situação da arcada dentária do paciente. Através de seu exclusivo sistema de lentes, é possível obter imagens realistas e armazenar a situação atual para posteriormente realizar um comparativo para o paciente, ampliando assim a percepção de valor sobre o serviço prestado. Outras vantagens: melhora o poder de persuasão sobre as necessidades dos tratamentos através da exibição em tempo real da situação para o paciente. Ótimo para realizar orçamentos e comparativos entre “antes” e “depois”. Equipamento de simples manuseio e de fácil instalação. Confeccionado em liga de zinco e alumínio. Design anatômico. Conta com botões capacitivos e foco manual ajustável. Permite atuar com 3 níveis de iluminação (fraca, média e forte com lente de alta precisão). Resolução: 1280 (H) x 720 (V). Ângulo: 63°. Distância focal mínima: 1 mm. Garantia: 1 ano pelo fabricante.
Câmera Intraoral Soprolife (Micro Imagem): identifica o desenvolvimento de cáries na região oclusão e proximal. Tratamento: auxilia no diagnóstico minimamente invasivo, preservando o tecido saudável. Câmera: imagem extra oral para uma macrovisão, proporcionando imagens nítidas como grande profundidade de campo. Itens Inclusos: modo branco: 4 Leds; modo azul: 4 Led´s. 3 modos de operação: Câmera Intra Oral Sopro Life Micro Imagem. Garantia: 12 meses.
Câmera Intraoral Sopro Care (Micro Imagem): além de auxiliar durante a profilaxia e tratamento periodontal no consultório, utiliza tecnologia de fluorescência única para iluminar o tecido dental e revelar cáries. O seu destaque está na revelação de inflamações gengivais, sendo a primeira câmera intraoral do mercado a ter esta tecnologia. Ideal para os profissionais que desejam obter um tratamento profilático completo com um dispositivo. 3 modos de operação: Perio: destaca a placa, cálculo e Inflamação gengival; cario: cáries são detectadas como vermelhas, tecido circundante em preto e branco; e Daylight: demonstra detalhes que não são visíveis a olho nu. Alta sensibilidade: 1/4″ CCD; resolução: 752×582. Iluminação: modo branco: 4 leds; modo azul: 3 leds. Ajustamento: 4 posições pré-definidas. Ângulo de visão: 70°. Garantia: 12 meses.
Câmera Intraoral Sopro 717 (Micro Imagem): ideal para diagnósticos de infiltração dos íons metálicos, microfissura com lesão, banhura oclusal infiltrada, infiltração na amálgama, lesão cervical e em preparações da cavidade dental para eliminação de tecido patológico e preservação da vitalidade da câmara pulpar. Conta com três posições pré-selecionadas e ângulo de 70° para melhor visão profissional. O seu botão Smart Sopro Touch congela imagens na tela com um deslizamento rápido, para que você consiga analisar todas as áreas da boca com maior precisão. Outras características: alta sensibilidade: 1/4″ CCD; resolução: 752×582; definição: 470 linhas; sensibilidade: 2 lux. Iluminação: 8 Led. Garantia: 12 meses.
Câmera Intraoral Sopro 617 (Micro Imagem): artefato que vai inovar na qualidade do atendimento na clínica odontológica. Reproduz imagens nítidas instantaneamente, promovendo maior qualidade do diagnóstico e entendimento dos pacientes quanto aos procedimentos necessários em cada caso. Seu ângulo de visão de 105º permite a exploração mais fácil das áreas distal do paciente, e o botão Smart Sopro Touch congela imagens na tela com um deslizamento rápido, para que se consiga analisar todas as áreas da boca com maior precisão. Outras características: imagens de alta qualidade; melhora a qualidade de demonstração ao paciente; se adapta a qualquer ambiente ao lado da cadeira. Sistema de iluminação eficiente. Resolução: 752×582. Iluminação: 8 LED. Garantia: 12 meses.
Câmera Intraoral Íris (Micro Imagem): câmera mais fina e menor. 8 Pontos de Led branco brilhante e lente de precisão. Óptica com a melhor nitidez. Duplo botão de captura para facilitar a mão direita e esquerda. 5 Posições de Foco: Face / Sorriso / 02 Dentes / 01 Dente / Macro. CCD: Sony 1/4″ de alta resolução. Ângulo da Lente: 90°. Foco: 1 mm ao Infinito. Cabo de 3m. Não precisa de carregador: Conectado diretamente a um computador com o sistema operacional Windows. Comprimento da câmera: 30cm. Software próprio para gestão de imagens. Captura de até 250 imagens por paciente.
Câmera Intraoral (Biotron): autofoco: eletrônico e automático. Funciona diretamente ligada na tv pela entrada de vídeos sem necessidade de instalações de software e/ou configurações complexas. Realiza fotos intraorais com alta qualidade. Utiliza cartão de memória de 2GB que acompanha o produto, dispensando o uso de placa de captura. O cartão de memória 2GB colocado no adaptador USB para memory card, permite visualizar as imagens armazenadas, no computador. Resolução: 640 x 480 pixels. Iluminação própria com 6 leds de alta intensidade. Design ergonômico com peça de mão ultra leve com apenas 40 g. Garantia: 1 ano.
Resolução da câmera: 640 x 480 (VGA). Iluminação da câmara: 6 leds.
Câmera Intraoral de Alta Resolução Sem Fio Advanced (Biotron): de instalação simples e prática, dispensando a utilização de softwares. A câmera possui sensor de imagem de alta definição de 1/4″ CCD. Porta USB completa permite uma transferência fácil de imagem. A entrada de vídeo em tempo real de alta definição permite reprodução rápida e diagnóstico simples do paciente. Os botões da câmera são facilmente acessíveis para controlar as funções de captura e reprodução. A câmera é iluminada com seis leds brilhantes, dando o melhor contraste, definição e resolução. Possui foco, zoom e controle de intensidade de luz de forma automática. Suporta entrada: USB, VGA, HDMI e AV. Transmissor e receptor sem fio de quatro canais com protocolo de transmissão sem fio de 2,4 GHz. O formato de reprodução de mídia inclui: vídeo MP4 e imagens JPG. Pendrive de 4GB (incluso) permite fácil transferência de imagem e gerenciamento de casos dos pacientes. O transmissor Wi-Fi (opcional) permite que as imagens sejam exibidas em um monitor adicional ou computadores remotos de modo simultâneo para fácil consulta, transferência e gerenciamento das imagens. Garantia: 1 ano.
Célula-tronco é um tipo de célula que se pode diferenciar e constituir diferentes tecidos no organismo. São como coringas, ou seja, células neutras que ainda não possuem características que as diferenciem como uma célula da pele ou do músculo, por exemplo. Esta é uma capacidade especial, porque as demais células geralmente só podem fazer parte de um tecido específico (por exemplo: células da pele só podem constituir a pele). Outra capacidade especial das células-tronco é a autorreplicação: elas podem gerar cópias idênticas de si mesmas. Por estas duas capacidades, as células-tronco são objeto de intensas pesquisas hoje, pois poderiam, no futuro, funcionar como células substitutas em tecidos lesionados ou doentes, como nos casos de Alzheimer, Parkinson e doenças neuromusculares em geral, ou ainda no lugar de células que o organismo deixa de produzir por alguma deficiência, como no diabetes.
Tipos
Existem três principais tipos de células-tronco: as embrionárias e as adultas, que são encontradas principalmente na medula óssea e no cordão umbilical, oriundas de fontes naturais, e as pluripotentes, induzidas, que foram obtidas por cientistas em laboratório em 2007.
Células-tronco embrionárias
As células pluripotentes, ou embrionárias, são assim chamadas por possuir a capacidade de se transformar em qualquer tipo de célula adulta. Elas são encontradas no embrião, apenas quando este se encontra no estágio de blastocisto (4 a 5 dias após a fecundação).
Células-tronco adultas
Na fase adulta, as células-tronco encontram-se, principalmente, na medula óssea e no sangue do cordão umbilical, mas cada órgão do nosso corpo possui um pouco de células-tronco para poder renovar as células ao longo da nossa vida, como mostra a figura. Elas podem se dividir para gerar uma célula nova ou outra diferenciada. As células-tronco adultas são chamadas de multipotentes por serem menos versáteis que as embrionárias.
Células-tronco induzidas
As primeiras células-tronco humanas induzidas foram produzidas em 2007, a partir da pele. E tem sido daí que são retiradas as células para reprogramação, mesmo que teoricamente, qualquer tecido do corpo possa ser reprogramado. O processo de reprogramação se dá através da inserção de um vírus contendo 4 genes. Estes genes se inserem no DNA da célula adulta, como, por exemplo, uma da pele, e reprogramam o código genético. Com este novo programa, as células voltam ao estágio de uma célula-tronco embrionária e possuem características de autorrenovação e capacidade de se diferenciarem em qualquer tecido, como na figura mais abaixo.
Estas células são chamadas de células-tronco de pluripotência induzida, ou pela sigla iPS (do inglês induced pluripotent stem cells).
Como podem ser usadas
A pesquisa com as células-tronco é fundamental para entender melhor o funcionamento e crescimento dos organismos e como os tecidos do nosso corpo se mantêm ao longo da vida adulta, ou mesmo o que acontece com o nosso o organismo durante uma doença. As células-tronco fornecem aos pesquisadores ferramentas para modelar doenças, testar medicamentos e desenvolver terapias que produzam resultados efetivos.
A terapia celular é a troca de células doentes por células novas e saudáveis, e este é um dos possíveis usos para as células-tronco no combate a doenças. Em teoria, qualquer doença em que houver degeneração de tecidos do nosso corpo poderia ser tratada através da terapia celular.
Para pesquisas de células-tronco, todos os tipos são necessários para análise pois cada uma delas têm um potencial diferente a ser explorado e, em muitos casos, elas podem se complementar.
Mesmo após a criação das células iPS, não podemos deixar de utilizar as células-tronco embrionárias, pois sem conhecê-las seria impossível desenvolver a reprogramação celular. Além disso, embora os resultados sejam muito promissores, as iPS e as embrionárias ainda não são 100% iguais e o processo de reprogramação ainda sofre com um mínimo de insegurança por conta da utilização dos vírus. Existem outras opções sendo estudadas, mas é muito importante que possamos ter e comparar esses dois tipos celulares.
Obstáculos para o uso no tratamento de doenças
Mesmo com os resultados testes sendo positivos ou, pelo menos, promissores, as pesquisas de células-tronco e suas aplicações para tratar doenças ainda estão em estágio inicial. É preciso utilizar métodos rigorosos de pesquisa e testes para garantir segurança e eficácia a longo prazo.
Quando as células-tronco são encontradas e isoladas, é necessário proporcionar as condições ideais para que elas possam se diferenciar e se transformar nas células específicas necessárias no tratamento escolhido, e, para esse processo, é necessário bastante experimentação e testes. Além de tudo, é necessário o desenvolvimento de um sistema para entregar as células à parte específica do corpo e estimulá-las a funcionar e se integrar como células naturais do corpo humano.
No caso da Odontologia, poderiam ser usadas na clonagem de dentes perdidos. De acordo com pesquisadores australianos, dentes decíduos são fontes de células-tronco. A polpa dos primeiros dentes humanos possui grande quantidade de células-tronco. Isso poderia resolver, inclusive, uma controversa questão ética, pois são mais fáceis de serem extraídos que as de embriões. De acordo com esses estudos, as células-tronco de tecidos adultos podem ser de difícil extração e, muitas vezes, estão presentes em pequenas quantidades (V. Dentes a partir de células-tronco).
Legislação sobre a sua utilização
Segue-se uma lista das leis em vigor sobre a clonagem de células-tronco em alguns países, de acordo com a Wikipedia:
África do Sul – permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica. É o único país africano com legislação a respeito.
Alemanha – permite a pesquisa com linhagens de células-tronco existentes e sua importação, mas proíbe a destruição de embriões.
Brasil – permite a utilização de células-tronco produzidas a partir de embriões humanos para fins de pesquisa e terapia, desde que sejam embriões inviáveis ou estejam congelados por mais de três anos. Em todos os casos, é necessário o consentimento dos doadores. A comercialização do material biológico é crime. Em 29 de maio de 2008 o Supremo Tribunal Federal confirmou que a lei em questão é constitucional, ratificando assim o posicionamento normativo dessa nação.
China – permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica.
Coreia do Sul – permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica.
Estados Unidos – proíbe a aplicação de verbas do governo federal a qualquer pesquisa envolvendo embriões humanos (a exceção é feita para 19 linhagens de células-tronco derivadas antes da aprovação da lei norte-americana). Entretanto, estados como a Califórnia permitem e patrocinam esse tipo de pesquisa (inclusive a clonagem terapêutica).
França – não tem legislação específica, mas permite a pesquisa com linhagens existentes de células-tronco embrionárias e com embriões de descarte.
Índia – proíbe a clonagem terapêutica, mas permite as outras pesquisas.
Israel – permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica.
Itália – proíbe totalmente qualquer tipo de pesquisa com células-tronco embrionárias humanas e sua importação.
Japão – permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica.
Reino Unido – tem uma das legislações mais liberais do mundo e permite a clonagem terapêutica.
Rússia – permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica.
Singapura – permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica.
ARTIGOS DE INTERESSE DO CIRURGIÃO-DENTISTA
Código de Proteção e Defesa do Consumidor
“O consumidor deve ser tratado com respeito, independente do estado de espírito momentâneo de quem o atende.”
TÍTULO II
Dos Direitos do Consumidor
Art. 1° O presente Código estabelece normas de proteção e defesa do consumidor, de ordem pública e interesse social, nos termos dos arts. 5°, inciso XXXII, 170, inciso V, da Constituição Federal e art. 48 de suas Disposições Transitórias.
Art. 2° Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final.
Parágrafo único. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo.
Art. 3° Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividades de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços.
§ 1° Produto é qualquer bem, móvel ou imóvel, material ou imaterial.
§ 2° Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza bancária, financeira, de crédito e securitária, salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista.
Art. 4° A Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a transparência e harmonia das relações de consumo, atendidos os seguintes princípios:
(Artigo, caput, com redação dada pela Lei no 9.008, de 21 de março de 1995)
“Art. 4°. A Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a transferência e harmonia das relações de consumo, atendidos os seguintes princípios:”
(Artigo, caput, com a redação original dada pela Lei no 8.078, de 11/09/1990)
I – reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo;
II – ação governamental no sentido de proteger efetivamente o consumidor:
a) por iniciativa direta;
b) por incentivos à criação e ao desenvolvimento de associações representativas;
c) pela presença do Estado no mercado de consumo;
d) pela garantia dos produtos e serviços com padrões adequados de qualidade, segurança, durabilidade e desempenho;
III – harmonização dos interesses dos participantes das relações de consumo e compatibilização da proteção do consumidor com a necessidade de desenvolvimento econômico e tecnológico, de modo a viabilizar os princípios nos quais se funda a ordem econômica (art. 170 da Constituição Federal), sempre com base na boa-fé e no equilíbrio nas relações entre consumidores e fornecedores;
IV – educação e informação de fornecedores e consumidores, quanto aos seus direitos e deveres, com vistas à melhoria do mercado de consumo;
V – incentivo à criação pelos fornecedores de meios eficientes de controle de qualidade e segurança de produtos e serviços, assim como de mecanismos alternativos de solução de conflitos de consumo;
VI – coibição e repressão eficientes de todos os abusos praticados no mercado de consumo, inclusive a concorrência desleal e utilização indevida de inventos e criações industriais das marcas e dos nomes comerciais e signos distintivos, que possam causar prejuízos aos consumidores;
VII – racionalização e melhoria dos serviços públicos;
VIII – estudo constante das modificações do mercado de consumo.
Art. 5° Para a execução da Política Nacional das Relações de Consumo, contará o Poder Público com os seguintes instrumentos, entre outros:
I – manutenção de assistência jurídica, integral e gratuita para o consumidor carente;
II – instituição de Promotorias de Justiça de Defesa do Consumidor, no âmbito do Ministério Público;
III – criação de delegacias de polícia especializadas no atendimento de consumidores vítimas de infrações penais de consumo;
IV – criação de Juizados Especiais de Pequenas Causas e Varas Especializadas para a solução de litígios de consumo;
V – concessão de estímulos à criação e desenvolvimento das Associações de Defesa do Consumidor.
§ 1°. (Vetado)
“Os Estados, Distrito Federal e Municípios manterão órgãos de atendimento gratuito para orientação dos consumidores.” (Redação original do texto vetado)
§ 2° (Vetado)
“A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão fiscalizar e autuar os infratores, observado seu prévio tabelamento pela autoridade competente.” (Redação original
do texto vetado)
Art. 6° São direitos básicos do consumidor:
I – a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos;
II – a educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços, asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade nas contratações;
III – a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que apresentem;
IV – a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços;
V – a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas;
VI – a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos;
VII – o acesso aos órgãos judiciários e administrativos, com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos, assegurada a proteção jurídica, administrativa e técnica aos necessitados;
VIII – a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiência;
IX – (Vetado)
“a participação e consulta na formulação das políticas que os afetem diretamente, e a representação de seus interesses por intermédio das entidades públicas ou privadas de defesa do consumidor;” (Redação original do texto vetado)
X – a adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral.
Art. 7° Os direitos previstos neste Código não excluem outros decorrentes de tratados ou convenções internacionais de que o Brasil seja signatário, da legislação interna ordinária, de regulamentos expedidos pelas autoridades administrativas competentes, bem como dos que derivem dos princípios gerais do direito, analogia, costumes e equidade.
Parágrafo único. Tendo mais de um autor a ofensa, todos responderão solidariamente pela reparação dos danos previstos nas normas de consumo.
Art. 8° Os produtos e serviços colocados no mercado de consumo não acarretarão riscos à saúde ou à segurança dos consumidores, exceto os considerados normais e previsíveis em decorrência de sua natureza e fruição, obrigando-se os fornecedores, em qualquer hipótese, a dar as informações necessárias e adequadas a seu respeito.
Parágrafo único. Em se tratando de produto industrial, ao fabricante cabe prestar as informações a que se refere este artigo, através de impressos apropriados que devem acompanhar o produto.
Art. 9°. O fornecedor de produtos e serviços potencialmente nocivos ou perigosos à saúde ou segurança deverá informar, de maneira ostensiva e adequada, a respeito da sua nocividade ou periculosidade, sem prejuízo da adoção de outras medidas cabíveis em cada caso concreto.
Art. 10. O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança.
§ 1° O fornecedor de produtos e serviços que, posteriormente à sua introdução no mercado de consumo, tiver conhecimento da periculosidade que apresentem, deverá comunicar o fato imediatamente às autoridades competentes e aos consumidores, mediante anúncios publicitários.
§ 2° Os anúncios publicitários a que se refere o parágrafo anterior serão veiculados na imprensa, rádio e televisão, às expensas do fornecedor do produto ou serviço.
§ 3° Sempre que tiverem conhecimento de periculosidade de produtos ou serviços à saúde ou segurança dos consumidores, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão informá-los a respeito.
Art. 11. (Vetado)
“O produto ou serviço que, mesmo adequadamente utilizado ou fruído, apresente alto grau de nocividade ou periculosidade será retirado imediatamente do mercado pelo fornecedor, sempre às suas expensas, sem prejuízo da responsabilidade pela reparação de eventuais danos.” (Redação original do texto vetado)
Art. 12. O fabricante, o produtor, o construtor, nacional ou estrangeiro, e o importador respondem, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto, fabricação, construção, montagem, fórmulas, manipulação, apresentação ou acondicionamento de seus produtos, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos.
§ 1° O produto é defeituoso quando não oferece a segurança que dele legitimamente se espera, levando-se em consideração as circunstâncias relevantes, entre as quais:
I – sua apresentação;
II – o uso e os riscos que razoavelmente dele se esperam;
III – a época em que foi colocado em circulação.
§ 2° O produto não é considerado defeituoso pelo fato de outro de melhor qualidade ter sido colocado no mercado.
§ 3° O fabricante, construtor, produtor ou importador só não será responsabilizado quando provar:
I – que não colocou o produto no mercado;
II – que, embora haja colocado o produto no mercado, o defeito inexiste;
III – a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro.
Art. 13. O comerciante é igualmente responsável, nos termos do artigo anterior, quando:
I – o fabricante, o construtor, o produtor ou o importador não puderem ser identificados;
II – o produto for fornecido sem identificação clara do seu fabricante, produtor, construtor ou importador;
III – não conservar adequadamente os produtos perecíveis.
Parágrafo único. Aquele que efetivar o pagamento ao prejudicado poderá exercer o direito de regresso contra os demais responsáveis, segundo sua participação na causação do evento danoso.
Art. 14. O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos.
§ 1° O serviço é defeituoso quando não fornece a segurança que o consumidor dele pode esperar, levando-se em consideração as circunstâncias relevantes, entre as quais:
I – o modo de seu fornecimento;
II – o resultado e os riscos que razoavelmente dele se esperam;
III – a época em que foi fornecido.
§ 2° O serviço não é considerado defeituoso pela adoção de novas técnicas.
§ 3° O fornecedor de serviços só não será responsabilizado quando provar:
I – que, tendo prestado o serviço, o defeito inexiste;
II – a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro.
§ 4° A responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa.
Art. 15. (Vetado)
“Quando a utilização do produto ou a prestação do serviço causar dano irreparável ao consumidor, a indenização corresponderá ao valor integral dos bens danificados.” (Redação original do texto vetado)
Art. 16. (Vetado)
“Se comprovada a alta periculosidade do produto ou do serviço que provocou o dano, ou grave imprudência, negligência ou imperícia do fornecedor será devida multa civil de até um
milhão de vezes o Bônus do Tesouro Nacional – BTN, ou índice equivalente que venha substituí-lo, na ação proposta por qualquer dos legitimados à defesa do consumidor em juízo, a critério do juiz, de acordo com a gravidade e proporção do dano, bem como a situação econômica do responsável.” (Redação original do texto vetado)
Art. 17. Para os efeitos desta Seção, equiparam-se aos consumidores todas as vítimas do evento.
Art. 18. Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade, com as indicações constantes do recipiente, da embalagem, rotulagem ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor exigir a substituição das partes viciadas.
§ 1° Não sendo o vício sanado no prazo máximo de trinta dias, pode o consumidor exigir, alternativamente e à sua escolha:
I – a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso;
II – a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos;
III – o abatimento proporcional do preço.
§ 2° Poderão as partes convencionar a redução ou ampliação do prazo previsto no parágrafo anterior, não podendo ser inferior a sete nem superior a cento e oitenta dias. Nos contratos de adesão, a cláusula de prazo deverá ser convencionada em separado, por meio de manifestação expressa do consumidor.
§ 3° O consumidor poderá fazer uso imediato das alternativas do § 1° deste artigo sempre que, em razão da extensão do vício, a substituição das partes viciadas puder comprometer a qualidade ou características do produto, diminuir-lhe o valor ou se tratar de produto essencial.
§ 4° Tendo o consumidor optado pela alternativa do inciso I do § 1o deste artigo, e não sendo possível a substituição do bem, poderá haver substituição por outro de espécie, marca ou modelo diversos, mediante complementação ou restituição de eventual diferença de preço, sem prejuízo do disposto nos incisos II e III do § 1° deste artigo.
§ 5° No caso de fornecimento de produtos in natura, será responsável perante o consumidor o fornecedor imediato, exceto quando identificado claramente seu produtor.
§ 6° São impróprios ao uso e consumo:
I – os produtos cujos prazos de validade estejam vencidos;
II – os produtos deteriorados, alterados, adulterados, avariados, falsificados, corrompidos, fraudados, nocivos à vida ou à saúde, perigosos ou, ainda, aqueles em desacordo com as normas regulamentares de fabricação, distribuição ou apresentação;
III – os produtos que, por qualquer motivo, se revelem inadequados ao fim a que se destinam. (…)
Art. 20. O fornecedor de serviços responde pelos vícios de qualidade que os tornem impróprios ao consumo ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade com as indicações constantes da oferta ou mensagem publicitária, podendo o consumidor exigir, alternativamente e à sua escolha:
I – a reexecução dos serviços, sem custo adicional e quando cabível;
II – a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos;
III – o abatimento proporcional do preço.
§ 1° A reexecução dos serviços poderá ser confiada a terceiros devidamente capacitados, por conta e risco do fornecedor.
§ 2° São impróprios os serviços que se mostrem inadequados para os fins que razoavelmente deles se esperam, bem como aqueles que não atendam às normas regulamentares de prestabilidade.
Art. 21. No fornecimento de serviços que tenham por objetivo a reparação de qualquer produto considerar-se-á implícita a obrigação do fornecedor de empregar componentes de reposição originais adequados e novos, ou que mantenham as especificações técnicas do fabricante, salvo, quanto a estes últimos, autorização em contrário do consumidor.
Art. 22. Os órgãos públicos, por si ou suas empresas, concessionárias, permissionárias ou sob qualquer outra forma de empreendimento, são obrigados a fornecer serviços adequados, eficientes, seguros e, quanto aos essenciais, contínuos.
Parágrafo único. Nos casos de descumprimento, total ou parcial, das obrigações referidas neste artigo, serão as pessoas jurídicas compelidas a cumpri-las e a reparar os danos causados, na forma prevista neste Código.
Art. 23. A ignorância do fornecedor sobre os vícios de qualidade por inadequação dos produtos e serviços não o exime de responsabilidade.
Art. 24. A garantia legal de adequação do produto ou serviço independe de termo expresso, vedada a exoneração contratual do fornecedor.
Art. 25. É vedada a estipulação contratual de cláusula que impossibilite, exonere ou atenue a obrigação de indenizar prevista nesta e nas Seções anteriores.
§ 1° Havendo mais de um responsável pela causação do dano, todos responderão solidariamente pela reparação prevista nesta e nas Seções anteriores.
§ 2° Sendo o dano causado por componente ou peça incorporada ao produto ou serviço, são responsáveis solidários seu fabricante, construtor ou importador e aquele que realizou a
incorporação.
Art. 26. O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em:
I – trinta dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produto não duráveis;
II – noventa dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produto duráveis.
§ 1° Inicia-se a contagem do prazo decadencial a partir da entrega efetiva do produto ou do término da execução dos serviços.
§ 2° Obstam a decadência:
I – a reclamação comprovadamente formulada pelo consumidor perante o fornecedor de produtos e serviços até a resposta negativa correspondente, que deve ser transmitida de forma inequívoca;
II – (Vetado)
“a reclamação formalizada perante os órgãos ou entidades com atribuições de defesa do consumidor, pelo prazo de noventa dias;” (Redação original do texto vetado)
III – a instauração de inquérito civil, até seu encerramento.
§ 3° Tratando-se de vício oculto, o prazo decadencial inicia-se no momento em que ficar evidenciado o defeito.
Art. 27. Prescreve em cinco anos a pretensão à reparação pelos danos causados por fato do produto ou do serviço prevista na Seção II deste Capítulo, iniciando-se a contagem do prazo a partir do conhecimento do dano e de sua autoria.
Parágrafo único. (Vetado)
“Interrompe-se o prazo de prescrição do direito de indenização pelo fato do produto ou serviço nas hipóteses previstas no § 1o do artigo anterior, sem prejuízo de outras disposições legais.”
(Redação original do texto vetado)
Art. 28. O juiz poderá desconsiderar a personalidade jurídica da sociedade quando, em detrimento do consumidor, houver abuso de direito, excesso de poder, infração da lei, fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social. A desconsideração também será efetivada quando houver falência, estado de insolvência, encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração.
§ 1° ( Vetado)
“A pedido da parte interessada, o juiz determinará que a efetivação da responsabilidade da pessoa jurídica recaia sobre o acionista controlador, o sócio majoritário, os sócios-gerentes, os administradores societários, e, no caso de grupo societário, as sociedades que a integram.” (Redação original do texto vetado)
§ 2° As sociedades integrantes dos grupos societários e as sociedades controladas são subsidiariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes deste Código.
§ 3° As sociedades consorciadas são solidariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes deste Código.
§ 4° As sociedades coligadas só responderão por culpa.
§ 5° Também poderá ser desconsiderada a pessoa jurídica sempre que sua personalidade for, de alguma forma, obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.
Art. 29. Para os fins deste Capítulo e do seguinte, equiparam-se aos consumidores todas as pessoas determináveis ou não, expostas às práticas nele previstas.
Art. 30. Toda informação ou publicidade, suficientemente precisa, veiculada por qualquer forma ou meio de comunicação com relação a produtos e serviços oferecidos ou apresentados, obriga o fornecedor que a fizer veicular ou dela se utilizar e integra o contrato que vier a ser celebrado.
Art. 31. A oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidades, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e à segurança dos consumidores.
Art. 32. Os fabricantes e importadores deverão assegurar a oferta de componentes e as peças de reposição enquanto não cessar a fabricação ou importação do produto.
Parágrafo único. Cessadas a produção ou importação, a oferta deverá ser mantida por período razoável de tempo, na forma da lei.
Art. 33. Em caso de oferta ou venda por telefone ou reembolso postal, deve constar o nome do fabricante e endereço na embalagem, publicidade e em todos os impressos utilizados na transação comercial.
Art. 34. O fornecedor do produto ou serviço é solidariamente responsável pelos atos de seus repostos ou representantes autônomos.
Art. 35. Se o fornecedor de produtos ou serviços recusar cumprimento à oferta, apresentação ou publicidade, o consumidor poderá, alternativamente e à sua livre escolha:
I – exigir o cumprimento forçado da obrigação, nos termos da oferta, apresentação ou publicidade;
II – aceitar outro produto ou prestação de serviço equivalente;
III – rescindir o contrato, com direito à restituição de quantia eventualmente antecipada, monetariamente atualizada, e a perdas e danos.
Art. 36. A publicidade deve ser veiculada de tal forma que o consumidor, fácil e imediatamente, a identifique como tal.
Parágrafo único. O fornecedor, na publicidade de seus produtos ou serviços, manterá, em seu poder, para informação dos legítimos interessados, os dados fáticos, técnicos e científicos que dão sustentação à mensagem.
Art. 37. É proibida toda publicidade enganosa ou abusiva.
§ 1° É enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por omissão capaz de induzir ao erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços.
§ 2° É abusiva, dentre outras, a publicidade discriminatória de qualquer natureza, a que incite à violência, explore o medo ou a superstição, se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança, desrespeite valores ambientais, ou que seja capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde ou segurança.
§ 3° Para os efeitos deste Código, a publicidade é enganosa por omissão quando deixar de informar sobre dado essencial do produto ou serviço.
§ 4° ( Vetado)
“Quando o fornecedor de produtos ou serviços se utilizar de publicidade enganosa ou abusiva, o consumidor poderá pleitear indenização por danos sofridos, bem como a abstenção da prática do ato, sob pena de execução específica, para o caso de inadimplemento, sem prejuízo da sanção pecuniária cabível e de contrapropaganda, que pode ser imposta administrativa ou judicialmente.”
(Redação original do texto vetado)
Art. 38. O ônus da prova da veracidade e correção da informação ou comunicação publicitária cabe a quem as patrocina.
Art. 39. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas: (Artigo, caput, com redação dada pela Lei no 8.884, de 11 de junho de 1994)
“Art. 39. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços:” (Artigo, caput, com a redação original dada pela Lei no 8.078, de 11 de setembro de 1990)
I – condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço, bem como, sem justa causa, a limites quantitativos;
II – recusar atendimento às demandas dos consumidores, na exata medida de suas disponibilidades de estoque, e, ainda, de conformidade com os usos e costumes;
III – enviar ou entregar ao consumidor, sem solicitação prévia, qualquer produto, ou fornecer qualquer serviço;
IV – prevalecer-se da fraqueza ou ignorância do consumidor, tendo em vista sua idade, saúde, conhecimento ou condição social, para impingir-lhe seus produtos ou serviços;
V – exigir do consumidor vantagem manifestamente excessiva;
VI – executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento e autorização expressa do consumidor, ressalvadas as decorrentes de práticas anteriores entre as partes;
VII – repassar informação depreciativa, referente a ato praticado pelo consumidor no exercício de seus direitos;
VIII – colocar, no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – CONMETRO;
IX – recusar a venda de bens ou a prestação de serviços, diretamente a quem se disponha a adquiri-los mediante pronto pagamento, ressalvados os casos de intermediação regulados em leis especiais;
(Inciso com redação dada pela Lei no 8.884, de 11 de junho de 1994)
“IX – deixar de estipular prazo para o cumprimento de sua obrigação ou deixar a fixação de seu termo inicial a seu exclusivo critério;”
(Inciso com a redação original dada pela Lei no 8.078, de11 de setembro de 1990)
X – elevar sem justa causa o preço de produtos ou serviços;
(Inciso com redação dada pela Lei no 8.884, de 11 de junhho de 1994)
“X – (Vetado) praticar outras condutas abusivas”;
(Redação original do texto vetado)
XI – aplicar índice ou fórmula de reajuste diversos dos legal ou contratualmente estabelecidos;
(Inciso acrescentado pela Medida Provisória no 963, de 30 de março de 1995)
XII – deixar de estipular prazo para o cumprimento de sua obrigação ou deixar a fixação de seu termo inicial a seu exclusivo critério.
(Inciso acrescentado pela Lei no 9.008, de 21 de março de 1995)
Parágrafo único. Os serviços prestados e os produtos remetidos ou entregues ao consumidor, na hipótese prevista no inciso III, equiparam-se às amostras grátis, inexistindo obrigação de pagamento.
Art. 40. O fornecedor de serviço será obrigado a entregar ao consumidor orçamento prévio discriminando o valor da mão-de-obra, dos materiais e equipamentos a serem empregados, as condições de pagamento, bem como as datas de início e término dos serviços.
§ 1° Salvo estipulação em contrário, o valor orçado terá validade pelo prazo de 10 (dez) dias, contados de seu recebimento pelo consumidor.
§ 2° Uma vez aprovado pelo consumidor, o orçamento obriga os contraentes e somente pode ser alterado mediante livre negociação das partes.
§ 3° O consumidor não responde por quaisquer ônus ou acréscimos decorrentes da contratação de serviços de terceiros, não previstos no orçamento prévio.
(…)
Art. 42. Na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será exposto a ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça.
Parágrafo único. O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à repetição do indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em excesso, acrescido de correção monetária e juros legais, salvo hipótese de engano justificável.
Art. 43. O consumidor, sem prejuízo do disposto no art. 86, terá acesso às informações existentes em cadastros, fichas, registros e dados pessoais e de consumo arquivados sobre ele, bem como sobre as suas respectivas fontes.
§ 1° Os cadastros e dados de consumidores devem ser objetivos, claros, verdadeiros e em linguagem de fácil compreensão, não podendo conter informações negativas referentes a período superior a cinco anos.
§ 2° A abertura de cadastro, ficha, registro e dados pessoais e de consumo deverá ser comunicada por escrito ao consumidor, quando não solicitada por ele.
§ 3° O consumidor, sempre que encontrar inexatidão nos seus dados e cadastros, poderá exigir sua imediata correção, devendo o arquivista, no prazo de cinco dias úteis, comunicar a alteração aos eventuais destinatários das informações incorretas.
§ 4° Os bancos de dados e cadastros relativos a consumidores, os serviços de proteção ao crédito e congêneres são considerados entidades de caráter público.
§ 5° Consumada a prescrição relativa à cobrança de débitos do consumidor, não serão fornecidas, pelos respectivos Sistemas de Proteção ao Crédito, quaisquer informações que possam impedir ou dificultar novo acesso ao crédito junto aos fornecedores.
Art. 44. Os órgãos públicos de defesa do consumidor manterão cadastros atualizados de reclamações fundamentadas contra fornecedores de produtos e serviços, devendo divulgá-los pública e anualmente. A divulgação indicará se a reclamação foi atendida ou não pelo fornecedor.
§ 1° É facultado o acesso às informações lá constantes para orientação e consulta por qualquer interessado.
§ 2° Aplicam-se a este artigo, no que couber, as mesmas regras enunciadas no artigo anterior e as do parágrafo único do art. 22 deste Código.
Art. 45. (Vetado)
“As infrações ao disposto neste Capítulo, além de perdas e danos, indenização por danos morais, perda dos juros e outras sanções cabíveis, ficam sujeitas à multa de natureza civil, proporcional à gravidade da infração e à condição econômica do infrator, cominada pelo juiz na ação proposta por qualquer dos legitimados à defesa do consumidor em juízo.” (Redação original do texto vetado)
Art. 46. Os contratos que regulam as relações de consumo não obrigarão os consumidores, se não lhes for dada a oportunidade de tomar conhecimento prévio de seu conteúdo, ou se os respectivos instrumentos forem redigidos de modo a dificultar a compreensão de seu sentido e alcance.
Art. 47. As cláusulas contratuais serão interpretadas de maneira mais favorável ao consumidor.
Art. 48. As declarações de vontade constantes de escritos particulares, recibos e pré-contratos relativos às relações de consumo vinculam o fornecedor, ensejando inclusive execução específica, nos termos do art. 84 e parágrafos.
Art. 49. O consumidor pode desistir do contrato, no prazo de sete dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio.
Parágrafo único. Se o consumidor exercitar o direito de arrependimento previsto neste artigo, os valores eventualmente pagos, a qualquer título, durante o prazo de reflexão, serão devolvidos, de imediato, monetariamente atualizados.
Art. 50. A garantia contratual é complementar à legal e será conferida mediante termo escrito.
Parágrafo único. O termo de garantia ou equivalente deve ser padronizado e esclarecer, de maneira adequada, em que consiste a mesma garantia, bem como a forma, o prazo e o lugar em que pode ser exercitada e os ônus a cargo do consumidor, devendo ser-lhe entregue, devidamente preenchido pelo fornecedor, no ato do fornecimento, acompanhado de manual de instrução, de instalação e uso de produto em linguagem didática, com ilustrações.
Art. 51. São nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que:
I – impossibilitem, exonerem ou atenuem a responsabilidade do fornecedor por vícios de qualquer natureza dos produtos e serviços ou impliquem renúncia ou disposição de direitos. Nas relações de consumo entre o fornecedor e o consumidor-pessoa jurídica, a indenização poderá ser limitada, em situações justificáveis;
II – subtraiam ao consumidor a opção de reembolso da quantia já paga, nos casos previstos neste Código;
III – transfiram responsabilidades a terceiros;
IV – estabeleçam obrigações consideradas iníquas, abusivas, que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada, ou sejam incompatíveis com a boa-fé ou a equidade;
V – (Vetado) “segundo as circunstâncias e, em particular, segundo a aparência global do contrato, venham, após sua conclusão, a surpreender o consumidor;” (Redação original do texto vetado)
VI – estabeleçam inversão do ônus da prova em prejuízo do consumidor;
VII – determinem a utilização compulsória de arbitragem;
VIII – imponham representante para concluir ou realizar outro negócio jurídico pelo consumidor;
IX – deixem ao fornecedor a opção de concluir ou não o contrato, embora obrigando o consumidor;
X – permitam ao fornecedor, direta ou indiretamente, variação do preço de maneira unilateral;
XI – autorizem o fornecedor a cancelar o contrato unilateralmente, sem que igual direito seja conferido ao consumidor;
XII – obriguem o consumidor a ressarcir os custos de cobrança de sua obrigação, sem que igual direito lhe seja conferido contra o fornecedor;
XIII – autorizem o fornecedor a modificar unilateralmente o conteúdo ou a qualidade do contrato, após sua celebração;
XIV – infrinjam ou possibilitem a violação de normas ambientais;
XV – estejam em desacordo com o sistema de proteção ao consumidor;
XVI – possibilitem a renúncia do direito de indenização por benfeitorias necessárias.
§ 1° Presume-se exagerada, entre outros casos, a vantagem que:
I – ofende os princípios fundamentais do sistema jurídico a que pertence;
II – restringe direitos ou obrigações fundamentais inerentes à natureza do contrato, de tal modo a ameaçar seu objeto ou o equilíbrio contratual;
III – se mostra excessivamente onerosa para o consumidor, considerando-se a natureza e conteúdo do contrato, o interesse das partes e outras circunstâncias peculiares ao caso.
§ 2° A nulidade de uma cláusula contratual abusiva não invalida o contrato, exceto quando de sua ausência, apesar dos esforços de integração, decorrer ônus excessivo a qualquer das partes.
§ 3° (Vetado)
“O Ministério Público, mediante inquérito civil, pode efetuar o controle administrativo abstrato e preventivo das cláusulas contratuais gerais, cuja decisão terá caráter geral.” (Redação original do texto vetado)
§ 4° É facultado a qualquer consumidor ou entidade que o represente requerer ao Ministério Público que ajuíze a competente ação para ser declarada a nulidade de cláusula contratual que contrarie o disposto neste Código ou de qualquer forma não assegure o justo equilíbrio entre direitos e as obrigações das partes.
Art. 52. No fornecimento de produtos ou serviços que envolva outorga de crédito ou concessão de financiamento ao consumidor, o fornecedor deverá, entre outros requisitos, informá-lo prévia e adequadamente sobre:
I – preço do produto ou serviço em moeda corrente nacional;
II – montante dos juros de mora e da taxa efetiva anual de juros;
III – acréscimos legalmente previstos;
IV – número e periodicidade das prestações;
V – soma total a pagar, com e sem financiamento.
§ 1° As multas de mora decorrentes do inadimplemento de obrigação no seu termo não poderão ser superiores a dez por cento do valor da prestação.
§ 2° É assegurada ao consumidor a liquidação antecipada do débito, total ou parcialmente, mediante redução proporcional dos juros e demais acréscimos.
§ 3° (Vetado)
“O fornecedor ficará sujeito à multa civil e perda dos juros, além de outras sanções cabíveis, se descumprir o disposto neste artigo.” (Redação original do texto vetado)
Art. 53. (Sobre compra e venda de móveis)
Art. 54. Contrato de adesão é aquele cujas cláusulas tenham sido aprovadas pela autoridade competente ou estabelecidas unilateralmente pelo fornecedor de produtos ou serviços, sem que o consumidor possa discutir ou modificar substancialmente seu conteúdo.
§ 1° A inserção de cláusula no formulário não desfigura a natureza de adesão do contrato.
§ 2° Nos contratos de adesão admite-se cláusula resolutória, desde que alternativa, cabendo a escolha ao consumidor, ressalvando-se o disposto no § 2° do artigo anterior.
§ 3° Os contratos de adesão escritos serão redigidos em termos claros e com caracteres ostensivos e legíveis, de modo a facilitar sua compreensão pelo consumidor.
§ 4° As cláusulas que implicarem limitação de direito do consumidor deverão ser redigidas com destaque, permitindo sua imediata e fácil compreensão.
§ 5° (Vetado)
“Cópia do formulário-padrão será remetida ao Ministério Público que, mediante inquérito civil, poderá efetuar o controle preventivo das cláusulas gerais dos contratos de adesão.” (Redação original do texto vetado)
Art. 55. A União, os Estados e o Distrito Federal, em caráter concorrente e nas suas respectivas áreas de atuação administrativa, baixarão normas relativas à produção, à industrialização, à distribuição e ao consumo de produtos e serviços.
§ 1° A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios fiscalizarão e controlarão a produção, a industrialização, a distribuição, a publicidade de produtos e serviços e o mercado de consumo, no interesse da preservação da vida, da saúde, da segurança, da informação e do bem estar do consumidor, baixando as normas que se fizerem necessárias.
§ 2° (Vetado)
“As normas referidas no parágrafo anterior deverão ser uniformizadas, revistas e atualizadas, a cada dois anos.” (Redação original do texto vetado)
§ 3° Os órgãos federais, estaduais, do Distrito Federal e municipais com atribuições para fiscalizar e controlar o mercado de consumo manterão comissões permanentes para elaboração, revisão e atualização das normas referidas no § 1° sendo obrigatória a participação dos consumidores e fornecedores.
§ 4° Os órgãos oficiais poderão expedir notificações aos fornecedores para que, sob pena de desobediência, prestem informações sobre questões de interesse do consumidor, resguardado o segredo industrial.
Art. 56. As infrações das normas de defesa do consumidor ficam sujeitas, conforme o caso, às seguintes sanções administrativas, sem prejuízo das de natureza civil, penal e das definidas em normas específicas:
I – multa;
II – apreensão do produto;
III – inutilização do produto;
IV – cassação do registro do produto junto ao órgão competente;
V – proibição de fabricação do produto;
VI – suspensão de fornecimento de produtos ou serviço;
VII – suspensão temporária de atividade;
VIII – revogação de concessão ou permissão de uso;
IX – cassação de licença do estabelecimento ou de atividade;
X – interdição, total ou parcial, de estabelecimento, de obra ou de atividade;
XI – intervenção administrativa;
XII – imposição de contrapropaganda.
Parágrafo único. As sanções previstas neste artigo serão aplicadas pela autoridade administrativa, no âmbito de sua atribuição, podendo ser aplicadas cumulativamente, inclusive por medida cautelar antecedente ou incidente de procedimento administrativo.
Art. 57. A pena de multa, graduada de acordo com a gravidade da infração, a vantagem auferida e a condição econômica do fornecedor, será aplicada mediante procedimento administrativo, revertendo para o Fundo de que trata a Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985, os valores cabíveis à União, ou para os Fundos estaduais ou municipais de proteção ao consumidor nos demais casos. (Artigo, caput, com redação dada pela Lei no 8.656, de 21 de maio de 1993)
“Art. 57. A pena de multa, graduada de acordo com a gravidade da infração, a vantagem auferida e a condição econômica do fornecedor, será aplicada mediante procedimento administrativo nos termos da lei, revertendo para o Fundo de que trata a Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985, sendo a infração ou dano de âmbito nacional ou para os fundos estaduais de proteção ao consumidor nos demais casos.” (Artigo, caput, com a redação original dada pela Lei no 8.078, de 11 de setembro de 1990)
Parágrafo único. A multa será em montante não inferior a duzentas e não superior a três milhões de vezes o valor da Unidade Fiscal de Referência (UFIR), ou índice equivalente que venha a substituí-lo. (Parágrafo com redação dada pela Lei no 8.703, de 6 de setembro de 1993)
Parágrafo único. A multa será em montante nunca inferior a trezentas e não superior a três milhões de vezes o valor do Bônus do Tesouro Nacional (BTN), ou índice equivalente que venha substituí-lo.”
(Parágrafo com a redação original dada pela Lei no 8.078, de 11 de setembro de 1990)
Art. 58. As penas de apreensão, de inutilização de produtos, de proibição de fabricação de produtos, de suspensão do fornecimento de produto ou serviço, de cassação do registro do produto e revogação da concessão ou permissão de uso serão aplicadas pela administração, mediante procedimento administrativo, assegurada ampla defesa, quando forem constatados vícios de quantidade ou de qualidade por inadequação ou insegurança do produto ou serviço.
Art. 59. As penas de cassação de alvará de licença, de interdição e de suspensão temporária da atividade, bem como a de intervenção administrativa, serão aplicadas mediante procedimento administrativo, assegurada ampla defesa, quando o fornecedor reincidir na prática das infrações de maior gravidade previstas neste Código e na legislação de consumo.
§ 1° A pena de cassação da concessão será aplicada à concessionária de serviço público, quando violar obrigação legal ou contratual.
§ 2°. A pena de intervenção administrativa será aplicada sempre que as circunstâncias de fato desaconselharem a cassação de licença, a interdição ou a suspensão da atividade.
§ 3°. Pendendo ação judicial na qual se discuta a imposição de penalidade administrativa, não haverá reincidência até o trânsito em julgado da sentença.
Art. 60. A imposição de contrapropaganda será cominada quando o fornecedor incorrer na prática de publicidade enganosa ou abusiva, nos termos do art. 36 e seus parágrafos, sempre às expensas do infrator.
§ 1° A contrapropaganda será divulgada pelo responsável da mesma forma, freqüência e dimensão, e preferencialmente no mesmo veículo, local, espaço e horário, de forma capaz de desfazer o malefício da publicidade enganosa ou abusiva.
§ 2° (Vetado)
“A contrapropaganda será aplicada pelos órgãos públicos competentes da proteção ao consumidor, mediante procedimento administrativo, assegurada ampla defesa, cabendo recurso para o Ministro de Estado da respectiva área de atuação administrativa, quando a mensagem publicitária for de âmbito nacional.” (Redação original do texto vetado)
§ 3° (Vetado)
“Enquanto não promover a contrapropaganda, o fornecedor, além de multa diária e outras sanções, ficará impedido de efetuar, por qualquer meio, publicidade de seus produtos e serviços.”
(Redação original do texto vetado)
TÍTULO II
Das Infrações Penais
Art. 61. Constituem crimes contra as relações de consumo previstas neste Código, sem prejuízo do disposto no Código Penal e leis especiais, as condutas tipificadas nos artigos seguintes.
Art. 62. (Vetado)
“Colocar no mercado, fornecer ou expor para fornecimento produtos ou serviços impróprios:
Pena – Detenção de seis meses a dois anos e multa. § 1° Se o crime é culposo: Pena – Detenção de três meses a um ano ou multa. § 2° As penas deste artigo são aplicáveis sem prejuízo das correspondentes à lesão corporal e à morte.” (Redação original do texto vetado)
Art. 63. Omitir dizeres ou sinais ostensivos sobre a nocividade ou periculosidade de produtos, nas embalagens, nos invólucros, recipientes ou publicidade: Pena – Detenção de seis meses a dois anos e multa.
§ 1° Incorrerá nas mesmas penas quem deixar de alertar, mediante recomendações escritas ostensivas, sobre a periculosidade do serviço a ser prestado.
§ 2° Se o crime é culposo: Pena – Detenção de um a seis meses ou multa.
Art. 64. Deixar de comunicar à autoridade competente e aos consumidores a nocividade ou periculosidade de produtos cujo conhecimento seja posterior à sua colocação no mercado: Pena – Detenção de seis meses a dois anos e multa.
Parágrafo único. Incorrerá nas mesmas penas quem deixar de retirar do mercado, imediatamente quando determinado pela autoridade competente, os produtos nocivos ou perigosos, na forma deste artigo.
Art. 65. Executar serviço de alto grau de periculosidade, contrariando determinação de autoridade competente: Pena – Detenção de seis meses a dois anos e multa.
Parágrafo único. As penas deste artigo são aplicáveis sem prejuízo das correspondentes à lesão corporal e à morte.
Art. 66. Fazer afirmação falsa ou enganosa, ou omitir informação relevante sobre a natureza, característica, qualidade, quantidade, segurança, desempenho, durabilidade, preço ou garantia de produtos ou serviços: Pena – Detenção de três meses a um ano e multa.
§ 1° Incorrerá nas mesmas penas quem patrocinar a oferta.
§ 2° Se o crime é culposo: Pena – Detenção de um a seis meses ou multa.
Art. 67. Fazer ou promover publicidade que sabe ou deveria saber ser enganosa ou abusiva: Pena
– Detenção de três meses a um ano e multa.
Parágrafo único. (Vetado)
“Incorrerá nas mesmas penas quem fizer ou promover publicidade de modo que dificulte sua identificação imediata.” (Redação original do texto vetado)
Art. 68. Fazer ou promover publicidade que sabe ou deveria saber ser capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa a sua saúde ou segurança: Pena – Detenção de seis meses a dois anos e multa.
Parágrafo único. (Vetado)
“Incorrerá nas mesmas penas quem fizer ou promover publicidade sabendo-se incapaz de atender a demanda.”
Art. 69. Deixar de organizar dados fáticos, técnicos e científicos que dão base à publicidade: Pena
– Detenção de um a seis meses ou multa.
Art. 70. Empregar, na reparação de produtos, peças ou componentes de reposição usados, sem autorização do consumidor: Pena – Detenção de três meses a um ano e multa.
Art. 71. Utilizar, na cobrança de dívidas, de ameaça, coação, constrangimento físico ou moral, afirmações falsas, incorretas ou enganosas ou de qualquer outro procedimento que exponha o consumidor, injustificadamente, a ridículo ou interfira com seu trabalho, descanso ou lazer: Pena
– Detenção de três meses a um ano e multa.
Art. 72. Impedir ou dificultar o acesso do consumidor às informações que sobre ele constem em cadastros, banco de dados, fichas e registros: Pena – Detenção de seis meses a um ano ou multa.
Art. 73. Deixar de corrigir imediatamente informação sobre consumidor constante de cadastro, banco de dados, fichas ou registros que sabe ou deveria saber ser inexata: Pena – Detenção de um a seis meses ou multa.
Art. 74. Deixar de entregar ao consumidor o termo de garantia adequadamente preenchido e com especificação clara de seu conteúdo: Pena – Detenção de um a seis meses ou multa.
Art. 75. Quem, de qualquer forma, concorrer para os crimes referidos neste Código incide nas penas a esses cominadas na medida de sua culpabilidade, bem como o diretor, administrador ou gerente da pessoa jurídica que promover, permitir ou por qualquer modo aprovar o fornecimento, oferta, exposição à venda ou manutenção em depósito de produtos ou a oferta e prestação de serviços nas condições por ele proibidas.
Art. 76. São circunstâncias agravantes dos crimes tipificados neste Código:
I – serem cometidos em época de grave crise econômica ou por ocasião de calamidade;
II – ocasionarem grave dano individual ou coletivo;
III – dissimular-se a natureza ilícita do procedimento;
IV – quando cometidos:
a) por servidor público, ou por pessoa cuja condição econômico-social seja manifestamente superior à da vítima;
b) em detrimento de operário ou rurícola; de menor de dezoito ou maior de sessenta anos ou de pessoas portadoras de deficiência mental, interditadas ou não;
V – serem praticados em operações que envolvam alimentos, medicamentos ou quaisquer outros produtos ou serviços essenciais.
Art. 77. A pena pecuniária prevista nesta Seção será fixada em dias-multa, correspondente ao mínimo e ao máximo de dias de duração da pena privativa da liberdade cominada ao crime. Na individualização desta multa, o juiz observará o disposto no art. 60, § 1o do Código Penal.
Art. 78. Além das penas privativas de liberdade e de multa, podem ser impostas, cumulativa ou alternadamente, observado o disposto nos arts. 44 a 47, do Código Penal:
I – a interdição temporária de direitos;
II – a publicação em órgãos de comunicação de grande circulação ou audiência, às expensas do condenado, de notícia sobre os fatos e a condenação;
III – a prestação de serviços à comunidade.
Art. 79. O valor da fiança, nas infrações de que trata este Código, será fixado pelo juiz, ou pela autoridade que presidir o inquérito, entre cem e duzentas mil vezes o valor do Bônus do Tesouro Nacional (BTN), ou índice equivalente que venha substituí-lo.
Parágrafo único. Se assim recomendar a situação econômica do indiciado ou réu, a fiança poderá ser:
a) reduzida até a metade de seu valor mínimo;
b) aumentada pelo juiz até vinte vezes.
Art. 80. No processo penal atinente aos crimes previstos neste Código, bem como a outros crimes e contravenções que envolvam relações de consumo, poderão intervir, como assistentes do Ministério Público, os legitimados indicados no art. 82, incisos III e IV, aos quais também é facultado propor ação penal subsidiária, se a denúncia não for oferecida no prazo legal.
TÍTULO III
Da Defesa do Consumidor em Juízo
Art. 81. A defesa dos interesses e direitos dos consumidores e das vítimas poderá ser exercida em juízo individualmente, ou a título coletivo.
Parágrafo único. A defesa coletiva será exercida quando se tratar de:
I – interesses ou direitos difusos, assim entendidos, para efeitos deste Código, os transindividuais, de natureza indivisível, de que sejam titulares pessoas indeterminadas e ligadas por circunstâncias de fato;
II – interesses ou direitos coletivos, assim entendidos, para efeitos deste Código, os transindividuais de natureza indivisível, de que seja titular grupo, categoria ou classe de pessoas ligadas entre si ou com a parte contrária por uma relação jurídica base;
III – interesses ou direitos individuais homogêneos, assim entendidos os decorrentes de origem comum.
Art. 82. Para os fins do art. 81, parágrafo único, são legitimados concorrentemente: (Artigo, caput, com redação dada pela Lei no 9.008, de 21 de março de 1995)
“Art. 82. Para os fins do art. 100, parágrafo único, são legitimados concorrentes: (Artigo, caput, com a redação original dada pela Lei no 8.078, de 11 de setembro de 1990)
I – o Ministério Público;
II – a União, os Estados, os Municípios e o Distrito Federal;
III – as entidades e órgãos da administração pública, direta ou indireta, ainda que sem personalidade jurídica, especificamente destinados à defesa dos interesses e direitos protegidos por este Código;
IV – as associações legalmente constituídas há pelo menos um ano e que incluam entre seus fins institucionais a defesa dos interesses e direitos protegidos por este Código, dispensada a autorização assemblear.
§ 1° O requisito da pré-constituição pode ser dispensado pelo juiz, nas ações previstas no art. 91 e seguintes, quando haja manifesto interesse social evidenciado pela dimensão ou característica do dano, ou pela relevância do bem jurídico a ser protegido.
§ 2° (Vetado)
“Admitir-se-á o litisconsórcio facultativo entre os Ministérios Públicos da União, do Distrito Federal e dos Estados na defesa dos interesses e direitos de que cuida este Código.” (Redação original do texto vetado)
§ 3° (Vetado)
“Os órgãos públicos legitimados poderão tomar dos interessados compromisso de ajustamento de sua conduta às exigências legais, mediante cominações, que terá eficácia de título executivo extrajudicial.” (Redação original do texto vetado)
Art. 83. Para a defesa dos direitos e interesses protegidos por este Código são admissíveis todas as espécies de ações capazes de propiciar sua adequada e efetiva tutela.
Parágrafo único. (Vetado)
“Poderá ser ajuizada, pelos legitimados no artigo anterior ou por qualquer outro interessado, ação visando ao controle abstrato e preventivo das cláusulas contratuais gerais.” (Redação original do texto vetado)
Art. 84. Na ação que tenha por objeto o cumprimento da obrigação de fazer ou não fazer, o juiz concederá a tutela específica da obrigação ou determinará providências que assegurem o resultado prático equivalente ao do adimplemento.
§ 1° A conversão da obrigação em perdas e danos somente será admissível se por elas optar o autor ou se impossível a tutela específica ou a obtenção do resultado prático correspondente.
§ 2° A indenização por perdas e danos se fará sem prejuízo da multa (art. 287, do Código de Processo Civil).
§ 3° Sendo relevante o fundamento da demanda e havendo justificado receio de ineficácia do provimento final, é lícito ao juiz conceder a tutela liminarmente ou após justificação prévia, citado o réu.
§ 4° O juiz poderá, na hipótese do § 3° ou na sentença, impor multa diária ao réu, independentemente de pedido do autor, se for suficiente ou compatível com a obrigação, fixando prazo razoável para o cumprimento do preceito.
§ 5° Para a tutela específica ou para a obtenção do resultado prático equivalente, poderá o juiz determinar as medidas necessárias, tais como busca e apreensão, remoção de coisas e pessoas, desfazimento de obra, impedimento de atividade nociva, além de requisição de força policial.
Art. 85. (Vetado)
“Contra atos ilegais ou abusivos de pessoas físicas ou jurídicas que lesem direito líquido e certo, individual, coletivo ou difuso, previsto neste Código, caberá ação mandamental que se
regerá pelas normas de leis do mandado de segurança.” (Redação original do texto vetado)
Art. 86. (Vetado)
“Aplica-se o habeas data à tutela dos direitos e interesses dos consumidores.” (Redação original do texto vetado)
Art. 87. Nas ações coletivas de que trata este Código não haverá adiantamento de custas, emolumentos, honorários periciais e quaisquer outras despesas, nem condenação da associação autora, salvo comprovada má-fé, em honorários de advogados, custas e despesas processuais.
Parágrafo único. Em caso de litigância de má-fé, a associação autora e os diretores responsáveis pela propositura da ação serão solidariamente condenados em honorários advocatícios e ao décuplo das custas, sem prejuízo da responsabilidade por perdas e danos.
Art. 88. Na hipótese do art.13, parágrafo único deste Código, a ação de regresso poderá ser ajuizada em processo autônomo, facultada a possibilidade de prosseguir-se nos mesmos autos, vedada a denunciação da lide.
Art. 89. (Vetado)
“As normas deste Título aplicam-se, no que for cabível, a outros direitos ou interesses difusos, coletivos e individuais homogêneos, tratados coletivamente.” (Redação original do texto vetado)
Art. 90. Aplicam-se às ações previstas neste Título as normas do Código de Processo Civil e da Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985, inclusive no que respeita ao inquérito civil, naquilo que não contrariar suas disposições.
Art. 91. Os legitimados de que trata o art. 82 poderão propor, em nome próprio e no interesse das vítimas ou seus sucessores, ação civil coletiva de responsabilidade pelos danos individualmente sofridos, de acordo com o disposto nos artigos seguintes.(Artigo com redação dada pela Lei n° 9.008, de 21 de março de 1995)
“Art. 91. Os legitimados de que trata o art. 81 poderão propor, em nome próprio e no interesse das vítimas ou seus sucessores, ação civil coletiva de responsabilidade pelos danos individualmente sofridos, de acordo com o disposto nos artigos seguintes.” (Artigo com a redação original dada pela Lei no 8.078, de 11 de setembro de 1990)
Art. 92. O Ministério Público, se não ajuizar a ação, atuará sempre como fiscal da lei.
Parágrafo único. (Vetado)
“Aplica-se à ação prevista no artigo anterior o art. 5°, §§ 2° a 6°, da Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985.” (Redação original do texto vetado)
Art. 93. Ressalvada a competência da justiça federal, é competente para a causa a justiça local:
I – no foro do lugar onde ocorreu ou deva ocorrer o dano, quando de âmbito local;
II – no foro da Capital do Estado ou no do Distrito Federal, para os danos de âmbito nacional ou regional, aplicando-se as regras do Código de Processo Civil aos casos de competência concorrente.
Art. 94. Proposta a ação, será publicado edital no órgão oficial, a fim de que os interessados possam intervir no processo como litisconsortes, sem prejuízo de ampla divulgação pelos meios de comunicação social por parte dos órgãos de defesa do consumidor.
Art. 95. Em caso de procedência do pedido, a condenação será genérica, fixando a responsabilidade do réu pelos danos causados.
Art. 96. (Vetado) “Transitada em julgado a sentença condenatória, será publicado edital, observado o disposto no art. 93.” (Redação original do texto vetado)
Art. 97. A liquidação e a execução de sentença poderão ser promovidas pela vítima e seus sucessores, assim como pelos legitimados de que trata o art. 82.
Parágrafo único. (Vetado) “A liquidação da sentença, que será por artigos, poderá ser promovida no foro do domicílio do liquidante, cabendo-lhe provar, tão-só o nexo de causalidade, o dano e seu montante.” (Redação original do texto vetado)
Art. 98. A execução poderá ser coletiva, sendo promovida pelos legitimados de que trata o art. 82, abrangendo as vítimas cujas indenizações já tiverem sido fixadas em sentença de liquidação, sem
prejuízo do ajuizamento de outras execuções. (Artigo, caput, com redação dada pela Lei no 9.008, de 21 de março de 1995)
“Art. 98. A execução poderá ser coletiva, sendo promovida pelos legitimados de que trata o art. 81, abrangendo as vítimas cujas indenizações já tiveram sido fixadas em sentença de liquidação, sem prejuízo do ajuizamento de outras execuções.” (Artigo, caput, com a redação original dada pela Lei no 8.078, de 11 de setembro de 1990)
§ 1° A execução coletiva far-se-á com base em certidão das sentenças de liquidação, da qual deverá constar a ocorrência ou não do trânsito em julgado.
§ 2° É competente para a execução o juízo:
I – da liquidação da sentença ou da ação condenatória, no caso de execução individual;
II – da ação condenatória, quando coletiva a execução.
Art. 99. Em caso de concurso de créditos decorrentes de condenação prevista na Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985, e de indenizações pelos prejuízos individuais resultantes do mesmo evento danoso, estas terão preferência no pagamento.
Parágrafo único. Para efeito do disposto neste artigo, a destinação da importância recolhida ao Fundo criado pela Lei n 7.347, de 24 de julho de 1985, ficará sustada enquanto pendentes de decisão de segundo grau as ações de indenização pelos danos individuais, salvo na hipótese de o patrimônio do devedor ser manifestamente suficiente para responder pela integralidade das dívidas.
Art. 100. Decorrido o prazo de um ano sem habilitação de interessados em número compatível com a gravidade do dano, poderão os legitimados do art. 82 promover a liquidação e execução da indenização devida.
Parágrafo único. O produto da indenização devida reverterá para o Fundo criado pela Lei n° 7.347, de 24 de julho de 1985.
Art. 101. Na ação de responsabilidade civil do fornecedor de produtos e serviços, sem prejuízo do disposto nos Capítulos I e II deste Título, serão observadas as seguintes normas:
I – a ação pode ser proposta no domicílio do autor;
II – o réu que houver contratado seguro de responsabilidade poderá chamar ao processo o segurador, vedada a integração do contraditório pelo Instituto de Resseguros do Brasil. Nesta hipótese, a sentença que julgar procedente o pedido condenará o réu nos termos do art. 80 do Código de Processo Civil. Se o réu houver sido declarado falido, o síndico será intimado a informar a existência de seguro de responsabilidade, facultando-se, em caso afirmativo, o ajuizamento de ação de indenização diretamente contra o segurador, vedada a denunciação da lide ao Instituto de Resseguros do Brasil e dispensado o litisconsórcio obrigatório com este.
Art. 102. Os legitimados a agir na forma deste Código poderão propor ação visando a compelir o Poder Público competente a proibir, em todo o território nacional, a produção, divulgação, distribuição ou venda, ou a determinar alteração na composição, estrutura, fórmula ou acondicionamento de produto, cujo uso ou consumo regular se revele nocivo ou perigoso à saúde pública e à incolumidade pessoal
§ 1° (Vetado) “Os fornecedores poderão ingressar no feito como assistentes.” (Redação original do texto vetado)
§ 2o. (Vetado) O retardamento pela autoridade competente, por mais de sessenta dias, do cumprimento de decisão judicial em ação de que trata este artigo, configura crime de responsabilidade nos termos da lei.” (Redação original do texto vetado)
Art. 103. Nas ações coletivas de que trata este Código, a sentença fará coisa julgada:
I – erga omnes, exceto se o pedido for julgado improcedente por insuficiência de provas, hipótese em que qualquer legitimado poderá intentar outra ação, com idêntico fundamento, valendo-se de nova prova, na hipótese do inciso I do parágrafo único do art. 81;
II – ultrapartes, mas limitadamente ao grupo, categoria ou classe, salvo improcedência por insuficiência de provas, nos termos do inciso anterior, quando se tratar da hipótese prevista no inciso II do parágrafo único do art. 81;
III – erga omnes, apenas no caso de procedência do pedido, para beneficiar todas as vítimas e seus sucessores, na hipótese do inciso III do parágrafo único do art. 81.
§ 1° Os efeitos da coisa julgada previstos nos incisos I e II não prejudicarão interesses e direitos individuais dos integrantes da coletividade, do grupo, categoria ou classe.
§ 2° Na hipótese prevista no inciso III, em caso de improcedência do pedido, os interessados que não estiverem intervindo no processo como litisconsortes poderão propor ação de indenização a título individual.
§ 3° Os efeitos da coisa julgada de que cuida o art.16, combinado com o art. 13 da Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985, não prejudicarão as ações de indenização por danos pessoalmente sofridos, propostas individualmente ou na forma prevista neste Código, mas, se procedente o pedido, beneficiarão as vítimas e seus sucessores, que poderão proceder à liquidação e à execução, nos termos dos arts. 96 a 99.
§ 4° Aplica-se o disposto no parágrafo anterior à sentença penal condenatória.
Art. 104. As ações coletivas, previstas nos incisos I e II do parágrafo único do art. 81, não induzem litispendência para as ações individuais, mas os efeitos da coisa julgada erga omnes ou ultrapartes a que aludem os incisos II e III do artigo anterior não beneficiarão os autores das ações individuais, se não for requerida sua suspensão no prazo de trinta dias, a contar da ciência nos autos do ajuizamento da ação coletiva.
TÍTULO IV
Do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor
Art. 105. Integram o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor – SNDC os órgãos federais, estaduais, do Distrito Federal e municipais e as entidades privadas de defesa do consumidor.
Art. 106. O Departamento Nacional de Defesa do Consumidor, da Secretaria Nacional de Direito Econômico (MJ), ou órgão federal que venha substituí-lo, é organismo de coordenação da política do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, cabendo-lhe:
I – planejar, elaborar, propor, coordenar e executar a política nacional de proteção ao consumidor;
II – receber, analisar, avaliar e encaminhar consultas, denúncias ou sugestões apresentadas por entidades representativas ou pessoas jurídicas de direito público ou privado;
III – prestar aos consumidores orientação permanente sobre seus direitos e garantias;
IV – informar, conscientizar e motivar o consumidor através dos diferentes meios de comunicação;
V – solicitar à polícia judiciária a instauração de inquérito policial para a apreciação de delito contra os consumidores, nos termos da legislação vigente;
VI – representar ao Ministério Público competente para fins de adoção de medidas processuais no âmbito de suas atribuições;
VII – levar ao conhecimento dos órgãos competentes as infrações de ordem administrativa que violarem os interesses difusos, coletivos, ou individuais dos consumidores;
VIII – solicitar o concurso de órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e
Municípios, bem como auxiliar a fiscalização de preços, abastecimento, quantidade e segurança de bens e serviços;
IX – incentivar, inclusive com recursos financeiros e outros programas especiais, a formação de entidades de defesa do consumidor pela população e pelos órgãos públicos estaduais e municipais;
X – (Vetado) “requisitar bens em quantidade suficiente para fins de estudos e pesquisa, com posterior comprovação e divulgação de seus resultados.” (Redação original do texto vetado)
XI – (Vetado) “encaminhar anteprojetos de lei, por intermédio do Ministério da Justiça, ao Congresso Nacional, bem como ser ouvido com relação a projetos de lei, que versem sobre preços, qualidade, quantidade e segurança de bens e serviços;” (Redação original do texto vetado)
XII – (Vetado) “celebrar convênios com entidades nacionais e internacionais;” (Redação original do texto vetado)
XIII – desenvolver outras atividades compatíveis com suas finalidades.
Parágrafo único. Para a consecução de seus objetivos, o Departamento Nacional de Defesa do Consumidor poderá solicitar o concurso de órgãos e entidades de notória especialização técnico-científica.
TÍTULO V
Da Convenção Coletiva de Consumo
Art. 107. As entidades civis de consumidores e as associações de fornecedores ou sindicatos de categoria econômica podem regular, por convenção escrita, relações de consumo que tenham por objeto estabelecer condições relativas ao preço, à qualidade, à quantidade, à garantia e a características de produtos e serviços, bem como à reclamação e composição do conflito de consumo.
§ 1° A convenção tornar-se-á obrigatória a partir do registro do instrumento no cartório de títulos e documentos.
§ 2° A convenção somente obrigará os filiados às entidades signatárias.
§ 3° Não se exime de cumprir a convenção o fornecedor que se desligar da entidade em data posterior ao registro do instrumento.
Art. 108. (Vetado) “Podem as partes signatárias da convenção fixar sanções em caso de seu descumprimento, inclusive para fins de imposição de penalidade administrativa pela autoridade competente.” (Redação original do texto vetado)
TÍTULO VI
Disposições Finais
Art. 109. (Vetado) “O preâmbulo da Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985, passa a ter a seguinte redação: ‘Disciplina ação civil pública de responsabilidade por danos causados ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico, assim como a qualquer outro interesse difuso ou coletivo, e dá outras providências’.” (Redação original do texto vetado)
Art. 110. Acrescente-se o seguinte inciso IV ao art. 1o da Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985:
“IV – a qualquer outro interesse difuso ou coletivo.”
Art. 111. O inciso II do art. 5o da Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985, passa a ter a seguinte redação: “II – inclua, entre suas finalidades institucionais, a proteção ao meio ambiente, ao consumidor, ao patrimônio artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico, ou a qualquer outro interesse difuso ou coletivo.”
Art. 112. O § 3o do art. 5º da Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985, passa a ter a seguinte redação:
“§ 3° – Em caso de desistência infundada ou abandono da ação por associação legitimada, o Ministério Público ou outro legitimado assumirá a titularidade ativa.”
Art. 113. Acrescente-se os seguintes §§ 4°, 5° e 6° ao art. 5o da Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985:
“§ 4°. O requisito da pré-constituição poderá ser dispensado pelo juiz, quando haja manifesto interesse social evidenciado pela dimensão ou característica do dano, ou pela relevância do bem jurídico a ser protegido.”
“§ 5°. Admitir-se-á o litisconsórcio facultativo entre os Ministérios Públicos da União, do Distrito Federal e dos Estados na defesa dos interesses e direitos de que cuida esta Lei.”
“§ 6°. Os órgãos públicos legitimados poderão tomar dos interessados compromisso de ajustamento de sua conduta ás exigências legais, mediante cominações, que terá eficácia de título executivo extrajudicial.”
Art. 114. O art. 15 da Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985, passa a ter a seguinte redação:
“Art. 15. Decorridos sessenta dias do trânsito em julgado da sentença condenatória, sem que a associação autora lhe promova a execução, deverá fazê-lo o Ministério Público, facultada igual iniciativa aos demais legitimados.”
Art. 115. Suprima-se o caput do art. 17 da Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985, passando o parágrafo único a constituir o caput, com a seguinte redação:
“Art. 17. Em caso de litigância de má-fé, a danos.” (Não obstante ter sido este o texto publicado, constava do projeto o seguinte: Art. 17. Em caso de litigância de má-fé, a associação autora e os diretores responsáveis pela propositura da ação serão solidariamente condenados em honorários advocatícios e ao décuplo das custas, sem prejuízo da responsabilidade por perdas e danos.)
Art. 116. Dê-se a seguinte redação ao art.18 da Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985:
“Art. 18. Nas ações de que trata esta Lei, não haverá adiantamento de custas, emolumentos, honorários periciais e quaisquer outras despesas, nem condenação da associação autora, salvo comprovada má-fé, em honorários de advogado, custas e despesas processuais.”
Art. 117. Acrescente-se à Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985, o seguinte dispositivo, renumerando-se os seguintes: “Art. 21. Aplicam-se à defesa dos direitos e interesses difusos, coletivos e individuais, no que for cabível, os dispositivos do Título III da Lei que instituiu o Código de Defesa do Consumidor.”
Art. 118. Este Código entrará em vigor dentro de cento e oitenta dias a contar de sua publicação.
Art. 119. Revogam-se as disposições em contrário.
CONSELHO FEDERAL DE ODONTOLOGIA
CAPÍTULO I
Disposições Preliminares
Art. 1° O Código de Ética Odontológica regula os direitos e deveres dos profissionais, das entidades e das operadoras de planos de saúde, com inscrição nos Conselhos de Odontologia, segundo suas atribuições específicas.
Parágrafo único. As normas éticas deste Código devem ser seguidas pelos cirurgiões-dentistas, pelos profissionais de outras categorias auxiliares reconhecidas pelo CFO, independentemente da função ou cargo que ocupem, bem como pelas pessoas jurídicas.
Art. 2° A Odontologia é uma profissão que se exerce em benefício da saúde do ser humano e da coletividade, sem discriminação de qualquer forma ou pretexto.
CAPÍTULO II
Dos Direitos Fundamentais
Art. 3° Constituem direitos fundamentais dos profissionais inscritos, segundo suas atribuições específicas:
I – diagnosticar, planejar e executar tratamentos, com liberdade de convicção, nos limites de suas atribuições, observados o estado atual da ciência e sua dignidade profissional;
II – resguardar o segredo profissional;
III – contratar serviços profissionais de acordo com os preceitos deste Código;
IV – recusar-se a exercer a profissão em âmbito público ou privado onde as condições de trabalho não sejam dignas, seguras e salubres;
V – renunciar ao atendimento do paciente, durante o tratamento, quando da constatação de fatos que, a critério do profissional, prejudiquem o bom relacionamento com o paciente ou o pleno desempenho profissional. Nestes casos, tem o profissional o dever de comunicar previamente ao paciente ou seu responsável legal, assegurando-se da continuidade do tratamento e fornecendo todas as informações necessárias ao cirurgião-dentista que lhe suceder;
VI – recusar qualquer disposição estatutária ou regimental de instituição pública ou privada que limite a escolha dos meios a serem postos em prática para o estabelecimento do diagnóstico e para a execução do tratamento, salvo quando em benefício ou à livre escolha do paciente.
CAPÍTULO III
Dos Deveres Fundamentais
Art. 4° A fim de garantir o acatamento e cabal execução deste Código, cabe ao cirurgião-dentista e demais inscritos comunicar ao CRO, com discrição e fundamento, fatos de que tenha conhecimento e caracterizem possível infringência do presente Código e das normas que regulam o exercício da Odontologia.
Art. 5° Constituem deveres fundamentais dos profissionais e entidades de Odontologia:
I – zelar e trabalhar pelo perfeito desempenho ético da Odontologia e pelo prestígio e bom conceito da profissão;
II – assegurar as condições adequadas para o desempenho ético-profissional da Odontologia, quando investido em função de direção ou responsável técnico;
III – exercer a profissão mantendo comportamento digno;
PARTE 4 – ANEXOS 379
IV – manter atualizados os conhecimentos profissionais, técnico-científicos e culturais, necessários ao pleno desempenho do exercício profissional;
V – zelar pela saúde e pela dignidade do paciente;
VI – guardar segredo profissional;
VII – promover a saúde coletiva no desempenho de suas funções, cargos e cidadania, independentemente de exercer a profissão no setor público ou privado;
VIII – elaborar e manter atualizados os prontuários de pacientes, conservando-os em arquivo próprio;
IX – apontar falhas nos regulamentos e nas normas das instituições em que trabalhe, quando as julgar indignas para o exercício da profissão ou prejudiciais ao paciente, devendo dirigir-se, nesses casos, aos órgãos competentes;
X – propugnar pela harmonia na classe;
XI – abster-se da prática de atos que impliquem mercantilização da Odontologia ou sua má conceituação;
XII – assumir responsabilidade pelos atos praticados;
XIII – resguardar sempre a privacidade do paciente;
XIV – não manter vínculo com entidade, empresas ou outros desígnios que os caracterizem como empregado, credenciado ou cooperado quando as mesmas se encontrarem em situação ilegal, irregular ou inidônea;
XV – comunicar aos Conselhos Regionais sobre atividades que caracterizem o exercício ilegal da Odontologia e que sejam de seu conhecimento;
XVI – garantir ao paciente, ou a seu responsável legal, acesso a seu prontuário, sempre que for expressamente solicitado, podendo conceder cópia do documento, mediante recibo de entrega;
XVII – registrar os procedimentos técnico-laboratoriais efetuados, mantendo-os em arquivo próprio, quando técnico em prótese-dentária.
CAPÍTULO IV
Das Auditorias e Perícias Odontológicas
Art. 6° Constitui infração ética:
I – deixar de atuar com absoluta isenção quando designado para servir como perito ou auditor, assim como ultrapassar os limites de suas atribuições e de sua competência;
II – intervir, quando na qualidade de perito ou auditor, nos atos de outro profissional, ou fazer qualquer apreciação na presença do examinado, reservando suas observações, sempre fundamentadas, para o relatório sigiloso e lacrado, que deve ser encaminhado a quem de direito;
III – acumular as funções de perito/auditor e procedimentos terapêuticos odontológicos na mesma entidade prestadora de serviços odontológicos;
IV – prestar serviços de auditoria a empresas não inscritas no CRO da jurisdição em que estiver exercendo suas atividades.
CAPÍTULO V
Do Relacionamento
Seção I
Com o Paciente
Art. 7° Constitui infração ética:
I – discriminar o ser humano de qualquer forma ou sob qualquer pretexto;
II – aproveitar-se de situações decorrentes da relação profissional/paciente para obter vantagem física, emocional, financeira ou política;
III – exagerar em diagnóstico, prognóstico ou terapêutica;
IV – deixar de esclarecer adequadamente os propósitos, riscos, custos e alternativas do tratamento;
V – executar ou propor tratamento desnecessário ou para o qual não esteja capacitado;
VI – abandonar paciente, salvo por motivo justificável, circunstância em que serão conciliados os honorários e indicado substituto;
VII – deixar de atender paciente que procure cuidados profissionais em caso de urgência, quando não haja outro cirurgião-dentista em condições de fazê-lo;
VIII – iniciar tratamento de menores sem a autorização de seus responsáveis ou representantes legais, exceto em casos de urgência ou emergência;
IX – desrespeitar ou permitir que seja desrespeitado o paciente;
X – adotar novas técnicas ou materiais que não tenham efetiva comprovação científica;
XI – fornecer atestado que não corresponda à veracidade dos fatos ou dos quais não tenha participado;
XII – iniciar qualquer procedimento ou tratamento odontológico sem o consentimento prévio do paciente ou do seu responsável legal, exceto em casos de urgência ou emergência.
Seção II
Com a Equipe de Saúde
Art. 8° No relacionamento entre os membros da equipe de saúde serão mantidos o respeito, a lealdade e a colaboração técnico-científica.
Art. 9° Constitui infração ética:
I – desviar paciente de colega;
II – assumir emprego ou função sucedendo o profissional demitido ou afastado em represália por atitude de defesa de movimento legítimo da categoria ou da aplicação deste Código;
III – praticar ou permitir que se pratique concorrência desleal;
IV – ser conivente em erros técnicos ou infrações éticas, ou com o exercício irregular ou ilegal da Odontologia;
V – negar, injustificadamente, colaboração técnica de emergência ou serviços profissionais a colega;
VI – criticar erro técnico-científico de colega ausente, salvo por meio de representação ao Conselho Regional;
VII – explorar colega nas relações de emprego ou quando compartilhar honorários;
VIII – ceder consultório ou laboratório, sem a observância da legislação pertinente;
IX – utilizar-se de serviços prestados por profissionais não habilitados legalmente ou por profissionais da área odontológica, não regularmente inscritos no Conselho Regional de sua jurisdição.
CAPÍTULO VI
Do Sigilo Profissional
Art. 10. Constitui infração ética:
I – revelar, sem justa causa, fato sigiloso de que tenha conhecimento em razão do exercício de sua profissão;
II – negligenciar na orientação de seus colaboradores quanto ao sigilo profissional;
III – fazer referência a casos clínicos identificáveis, exibir pacientes ou seus retratos em anúncios profissionais ou na divulgação de assuntos odontológicos em programas de rádio, televisão ou cinema, e em artigos, entrevistas ou reportagens em jornais, revistas ou outras publicações legais, salvo se autorizado pelo paciente ou responsável.
§ 1° Compreende-se como justa causa, principalmente:
a) notificação compulsória de doença;
b) colaboração com a justiça nos casos previstos em lei;
c) perícia odontológica nos seus exatos limites;
d) estrita defesa de interesse legítimo dos profissionais inscritos;
e) revelação de fato sigiloso ao responsável pelo incapaz.
§2°. Não constitui quebra de sigilo profissional a declinação do tratamento empreendido, na cobrança judicial de honorários profissionais.
CAPÍTULO VII
Dos Honorários Profissionais
Art. 11. Na fixação dos honorários profissionais, serão considerados:
I – a condição socioeconômica do paciente e da comunidade;
II – o conceito do profissional;
III – o costume do lugar;
IV – a complexidade do caso;
V – o tempo utilizado no atendimento;
VI – o caráter de permanência, temporariedade ou eventualidade do trabalho;
VII – a circunstância em que tenha sido prestado o tratamento;
VIII – a cooperação do paciente durante o tratamento;
IX – o custo operacional.
Art. 12. Constitui infração ética:
I – oferecer serviços gratuitos a quem possa remunerá-los adequadamente;
II – oferecer seus serviços profissionais como prêmio em concurso de qualquer natureza;
III – receber ou dar gratificação por encaminhamento de paciente;
IV – instituir cobrança através de procedimento mercantilista;
V – abusar da confiança do paciente submetendo-o a tratamento de custo inesperado;
VI – receber ou cobrar honorários complementares de paciente atendido em instituições públicas;
VII – receber ou cobrar remuneração adicional de paciente atendido sob convênio ou contrato;
VIII – agenciar, aliciar ou desviar, por qualquer meio, paciente de instituição pública ou privada, para clínica particular.
Art. 13. O cirurgião-dentista deve evitar o aviltamento, ou submeter-se a tal situação inclusive por parte de convênios e credenciamentos, de valores dos serviços profissionais, não os fixando de forma irrisória ou inferior aos valores referenciais para procedimentos odontológicos.
CAPÍTULO VIII
Das Especialidades
Art. 14. O exercício e o anúncio das especialidades em Odontologia obedecerão ao disposto neste Capítulo e às normas do Conselho Federal.
Art. 15. O especialista, atendendo a paciente encaminhado por cirurgião-dentista, atuará somente na área de sua especialidade.
Parágrafo único. Após o atendimento, o paciente será, com os informes pertinentes, restituído ao cirurgião-dentista que o encaminhou.
Art. 16. É vedado intitular-se especialista sem inscrição da especialidade no Conselho Regional.
Art. 17. Para fins de diagnóstico e tratamento o especialista poderá conferenciar com outros profissionais.
CAPÍTULO IX
Da Odontologia Hospitalar
Art. 18. Compete ao cirurgião-dentista internar e assistir paciente em hospitais públicos e privados, com e sem caráter filantrópico, respeitadas as normas técnico-administrativas das instituições.
Art. 19. As atividades odontológicas exercidas em hospital obedecerão às normas do Conselho Federal.
Art. 20. Constitui infração ética, mesmo em ambiente hospitalar, executar intervenção cirúrgica fora do âmbito da Odontologia.
CAPÍTULO X
Das Entidades com Atividades no Âmbito da Odontologia
Art. 21. Aplicam-se as disposições deste Código de Ética e as normas dos Conselhos de Odontologia a todos aqueles que exerçam a Odontologia, ainda que de forma indireta, sejam pessoas físicas ou jurídicas, clínicas, policlínicas, cooperativas, planos de assistência à saúde, convênios de qualquer forma, credenciamento, administradoras, intermediadoras, seguradoras de saúde, ou quaisquer outras entidades.
Art. 22. Os profissionais inscritos, quando proprietários, ou o responsável técnico responderão solidariamente com o infrator pelas infrações éticas cometidas.
Art. 23. As entidades mencionadas no art. 21 ficam obrigadas a:
I – indicar um responsável técnico de acordo com as normas do Conselho Federal, bem como respeitar as orientações éticas fornecidas pelo mesmo;
II – manter a qualidade técnico-científica dos trabalhos realizados;
III – propiciar ao profissional condições adequadas de instalações, recursos materiais, humanos e tecnológicos definidas pelo Conselho Federal de Odontologia, as quais garantam o seu desempenho pleno e seguro, exceto em condições de emergência ou iminente perigo de vida;
IV – manter auditorias odontológicas constantes, através de profissionais capacitados;
V – restringir-se à elaboração de planos ou programas de saúde bucal que tenham respaldo técnico, administrativo e financeiro;
VI – manter os usuários informados sobre os recursos disponíveis para atendê-los.
Art. 24. Constitui infração ética:
I – apregoar vantagens irreais visando a estabelecer concorrência com entidades congêneres;
II – oferecer tratamento abaixo dos padrões de qualidade recomendáveis;
III – executar e anunciar trabalho gratuito ou com desconto com finalidade de aliciamento;
IV – anunciar especialidades sem as respectivas inscrições de especialistas no Conselho Regional;
V – valer-se do poder econômico visando a estabelecer concorrência desleal com entidades congêneres ou profissionais individualmente;
VI – deixar de manter os usuários informados sobre os recursos disponíveis para o atendimento e de responder às reclamações dos mesmos;
VII – deixar de prestar os serviços ajustados no contrato;
VIII – oferecer serviços profissionais como prêmio em concurso de qualquer natureza;
IX – elaborar planos de tratamento para serem executados por terceiros;
X – prestar assistência e serviços odontológicos a empresas não inscritas nos Conselhos Regionais.
CAPÍTULO XI
Do Responsável Técnico
Art. 25. Ao responsável técnico cabe a fiscalização técnica e ética da empresa pela qual é responsável, devendo orientá-la, por escrito, inclusive sobre as técnicas de propaganda utilizadas.
Parágrafo único. É dever do responsável técnico primar pela fiel aplicação deste Código na entidade em que trabalha.
CAPÍTULO XII
Do Magistério
Art. 26. No exercício do magistério, o profissional inscrito exaltará os princípios éticos e promoverá a divulgação deste Código.
Art. 27. Constitui infração ética:
I – utilizar-se do paciente e/ou do aluno de forma abusiva em aula ou pesquisa;
II – eximir-se de responsabilidade nos trabalhos executados em pacientes pelos alunos;
III – utilizar-se da influência do cargo para aliciamento e/ou encaminhamento de pacientes para clínica particular;
IV – participar direta ou indiretamente da comercialização de órgãos e tecidos humanos;
V – utilizar-se de material didático de outrem, sem as devidas anuência e autorização.
CAPÍTULO XIII
Das Entidades da Classe
Art. 28. Compete às entidades da classe, através de seu presidente, fazer as comunicações pertinentes que sejam de indiscutível interesse público.
Parágrafo único. Esta atribuição poderá ser delegada, sem prejuízo da responsabilidade solidária do titular.
Art. 29. Cabe ao presidente e ao infrator a responsabilidade pelas infrações éticas cometidas em nome da entidade.
Art. 30. Constitui infração ética:
I – servir-se da entidade para promoção própria, ou obtenção de vantagens pessoais;
II – prejudicar moral ou materialmente a entidade;
III – usar o nome da entidade para promoção de produtos comerciais sem que os mesmos tenham sido testados e comprovada sua eficácia na forma da lei;
IV – desrespeitar entidade, injuriar ou difamar os seus diretores.
CAPÍTULO XIV
Da Comunicação
Art. 31. A comunicação em Odontologia obedecerá ao disposto neste Capítulo e às especificações dos Conselhos Regionais, aprovadas pelo Conselho Federal.
§1° É vedado aos profissionais auxiliares, como os técnicos em prótese dentária, atendente de consultório dentário, técnico em higiene dental, auxiliar de prótese dentária, bem como
aos laboratórios de prótese dentária fazer anúncios, propagandas ou publicidade dirigida ao público em geral.
§2° Serão permitidas propagandas em revistas, jornais ou folhetos especializados, desde que dirigidas aos cirurgiões-dentistas e acompanhadas do nome do profissional ou do laboratório, do seu responsável técnico e do número de inscrição no Conselho Regional de Odontologia.
Seção I
Do Anúncio, da Propaganda e da Publicidade
Art. 32. Os anúncios, a propaganda e a publicidade poderão ser feitos através dos veículos de comunicação, obedecidos os preceitos deste Código como os da veracidade, da decência, da respeitabilidade e da honestidade.
Art. 33. Nos anúncios, placas e impressos deverão constar:
I – o nome do profissional;
II – a profissão;
III – o número de inscrição no Conselho Regional.
Parágrafo único. Poderão ainda constar:
I – as especialidades nas quais o cirurgião-dentista esteja inscrito;
II – os títulos de formação acadêmica stricto sensu e do magistério relativos à profissão;
III – endereço, telefone, fax, endereço eletrônico, horário de trabalho, convênios, credenciamentos e atendimento domiciliar;
IV – logomarca e/ou logotipo;
V – a expressão “CLÍNICO GERAL”, pelos profissionais que exerçam atividades pertinentes à Odontologia decorrentes de conhecimentos adquiridos em curso de graduação ou em cursos de pós-graduação.
Art. 34. Constitui infração ética:
I – anunciar preços e modalidade de pagamento;
II – anunciar títulos que não possua;
III – anunciar técnicas de tratamento, equipamentos e instalações;
IV – criticar técnicas utilizadas por outros profissionais como inadequadas ou ultrapassadas;
V – dar consulta, diagnóstico ou prescrição de tratamento por meio de qualquer veículo de comunicação de massa, bem como permitir que sua participação na divulgação de assuntos odontológicos deixe de ter caráter exclusivo de esclarecimento e educação da coletividade;
VI – divulgar nome, endereço ou qualquer outro elemento que identifique o paciente, a não ser com seu consentimento livre e esclarecido, ou de seu responsável legal;
VII – aliciar pacientes;
VIII – induzir a opinião pública a acreditar que exista reserva de atuação clínica para determinados procedimentos;
IX – anunciar especialidade odontológica não regulamentada pelo Conselho Federal de Odontologia;
X – divulgar ou permitir que sejam divulgadas publicamente observações desabonadoras sobre a atuação clínica ou qualquer manifestação relativa à atuação de outro profissional;
XI – oferecer trabalho gratuito com intenção de autopromoção ou promover campanhas políticas oferecendo trocas de favores.
Art. 35. Caracteriza infração ética se beneficiar de propaganda irregular ou em desacordo com o previsto neste Capítulo, ainda que aquele sujeito às Normas deste Código de Ética não tenha sido responsável direto pela veiculação da publicidade.
Art. 36. Aplicam-se, também, as normas deste Capítulo a todos aqueles que exerçam a Odontologia, ainda que de forma indireta, sejam pessoas físicas ou jurídicas, clínicas, policlínicas, cooperativas, planos de assistência à saúde, convênios de qualquer forma, credenciamentos, administradoras, intermediadoras, seguradoras de saúde, ou quaisquer outras entidades.
Seção II
Da Entrevista
Art. 37. O profissional inscrito pode utilizar-se de veículos de comunicação para conceder entrevistas ou divulgar palestras públicas sobre assuntos odontológicos de sua atribuição, com finalidade educativa e interesse social.
Seção III
Da Publicação Científica
Art. 38. Constitui infração ética:
I – aproveitar-se de posição hierárquica para fazer constar seu nome na co-autoria de obra científica;
II – apresentar como sua, no todo ou em parte, obra científica de outrem, ainda que não publicada;
III – publicar, sem autorização, elemento que identifique o paciente;
IV – utilizar-se, sem referência ao autor ou sem sua autorização expressa, de dados, informações ou opiniões coletadas em partes publicadas ou não de sua obra;
V – divulgar, fora do meio científico, processo de tratamento ou descoberta cujo valor ainda não esteja expressamente reconhecido cientificamente;
VI – falsear dados estatísticos ou deturpar sua interpretação.
CAPÍTULO XV
Da Pesquisa Científica
Art. 39. Constitui infração ética:
I – desatender às normas do órgão competente e à legislação sobre pesquisa em saúde;
II – utilizar-se de animais de experimentação sem objetivos claros e honestos de enriquecer os horizontes do conhecimento odontológico e, conseqüentemente, de ampliar os benefícios à sociedade;
III – desrespeitar as limitações legais da profissão nos casos de experiência in anima nobili;
IV – infringir a legislação que regula a utilização do cadáver para estudo e/ou exercícios de técnicas cirúrgicas;
V – infringir a legislação que regula os transplantes de órgãos e tecidos post-mortem e do “próprio corpo vivo”;
VI – realizar pesquisa em ser humano sem que este ou seu responsável, ou representante legal, tenha dado consentimento, livre e esclarecido, por escrito, sobre a natureza das consequências da pesquisa;
VII – usar, experimentalmente, sem autorização da autoridade competente, e sem o conhecimento e o consentimento prévios do paciente ou de seu representante legal, qualquer tipo de terapêutica ainda não liberada para uso no país;
VIII – manipular dados da pesquisa em benefício próprio ou de empresas e/ou instituições.
CAPÍTULO XVI
Das Penas e Suas Aplicações
Art. 40. Os preceitos deste Código são de observância obrigatória e sua violação sujeitará o infrator e quem, de qualquer modo, com ele concorrer para a infração, ainda que de forma omissa, às seguintes penas previstas no art. 18 da Lei no 4.324, de 14 de abril de 1964:
I – advertência confidencial, em aviso reservado;
II – censura confidencial, em aviso reservado;
III – censura pública, em publicação oficial;
IV – suspensão do exercício profissional até 30 (trinta) dias;
V – cassação do exercício profissional ad referendum do Conselho Federal.
Art. 41. Salvo nos casos de manifesta gravidade e que exijam aplicação imediata de penalidade mais grave, a imposição das penas obedecerá à gradação do artigo anterior.
Parágrafo único. Avalia-se a gravidade pela extensão do dano e por suas consequências.
Art. 42. Considera-se de manifesta gravidade, principalmente:
I – imputar a alguém conduta antiética de que o saiba inocente, dando causa a instauração de processo ético;
II – acobertar ou ensejar o exercício ilegal ou irregular da profissão;
III – exercer, após ter sido alertado, atividade odontológica em entidade ilegal, inidônea ou irregular;
IV – ocupar cargo cujo profissional dele tenha sido afastado por motivo de movimento classista;
V – exercer ato privativo de cirurgião-dentista, sem estar para isso legalmente habilitado;
VI – manter atividade profissional durante a vigência de penalidade suspensiva;
VII – praticar ou ensejar atividade indigna.
Art. 43. A alegação de ignorância ou a má compreensão dos preceitos deste Código não exime de penalidade o infrator.
Art. 44. São circunstâncias que podem atenuar a pena:
I – não ter sido antes condenado por infração ética;
II – ter reparado ou minorado o dano.
Art. 45. Além das penas disciplinares previstas, também poderá ser aplicada pena pecuniária a ser fixada pelo Conselho Regional, arbitrada entre 1 (uma) e 25 (vinte e cinco) vezes o valor da anuidade.
Parágrafo único. Em caso de reincidência, a pena de multa será aplicada em dobro.
CAPÍTULO XVII
Disposições Finais
Art. 46. O profissional condenado por infração ética a pena prevista no art. 40 deste Código poderá ser objeto de reabilitação, na forma prevista no Código de Processo Ético Odontológico.
Art. 47. As alterações deste Código são da competência exclusiva do Conselho Federal, ouvidos os Conselhos Regionais.
Art. 48. Este Código entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial.
Na decoração, é fundamental haver unidade e equilíbrio para que exista coerência com a imagem que a clínica quer passar para seus clientes. Com isto, é possível reforçar a credibilidade e a imagem da empresa. Existem decoradores especializados na área de saúde e consultórios que podem ser descobertos em publicações da classe, mesmo na internet, mas é sempre bom ter referência. Quando estiver contatando um, peça para que diga alguns de seus projetos e vá até um deles. É importante que o decorador tenha formação na área, com registro na ABD ou CREA. Os materiais devem ser escolhidos com base no projeto elaborado pelo profissional e recursos previstos.
Como decoração trata do conjunto de elementos que apelam aos sentidos (cor) ou despertam sensações (forma e movimento), é bom investir no assunto para se distinguir. A começar pela sala de espera, que pode ter, por exemplo, muitos atrativos para acalmar os efeitos psicológicos causados pelo ruído da broca. Com isso o profissional vai ganhar a assiduidade dos pacientes, aumentar a qualidade de vida e ainda pode trazer resultados significativos na melhora do atendimento. Cercar-se de um profissional da área, como um arquiteto (V. Arquiteto) ou decorador (V. Decorador), pode ajudar muito. Todo bom arquiteto conhece decoradores que podem, com pequenos detalhes – como vasos, quadros, objetos – tornar um local muito gostoso, aconchegante e de bom gosto. Este cuidado com o consultório reflete também o cuidado que se tem com quem frequenta o local. E não devemos esquecer que edificações requerem manutenções periódicas. Para o ambiente ficar mais agradável, alguns aspectos são sempre indispensáveis. As cores são dos mais importantes. Estudos mostram como algumas delas influenciam nosso comportamento. O azul e o verde são mais indicados para conceber ambientes mais relaxantes e tranqüilizadores. Alguns tons cítricos e vibrantes podem criar uma atmosfera lúdica e divertida. Se equipadas com mobiliário adequado, as salas de espera podem-se tornar verdadeiros playgrounds, em que não só uma criança se sinta bem, mas também tenha vontade de voltar. Tudo vale para seduzir os pacientes, desde livros de arte e cultura geral até quadros impressionistas. Quando o caso é uma clínica odontopediátrica, pode-se dar asas à imaginação e o local pode-se transformar em um nicho de diversão e – por que não? – de aprendizado. Criar maneiras divertidas em ambientes apropriados para ensinar a maneira correta de fazer a escovação, além de procedimentos que possam auxiliar os pais na educação dos filhos é um grande diferencial. Designers de interiores, outro nome dos especialistas no assunto, buscam, incessantemente, novas alternativas e soluções para criar espaços originais e estimulantes, procurando satisfazer um público cada vez mais ávido por novidades. Em alguns casos, as novas tendências do design acompanham as da moda e, a cada estação, novas regras e novos conceitos estéticos são estabelecidos.
Nessa hora, por mais bonitos que estejam o piso original ou as luminárias no teto, provavelmente você vai ter que botar tudo abaixo, além de destruir toda a belezura do chão e contrapiso. Essa autêntica demolição vai demandar que você contrate algum caminhão de entulho ou caçamba. Outro material que você vai utilizar muito, adquirindo nas casas de material de construção na ocasião, vai ser saco para entulho.
Não se sabe se esse ouro tinha finalidade cosmética ou terapêutica, mas certamente mostrava que a habilidade de protesistas e de restauradores dentais já existia na China no século XIII. Na Europa, no século XVIII, a Odontologia experimentava grande progresso, e muitos cirurgiões franceses emigraram para os Estados Unidos, onde disseminaram conhecimento e ajudaram a estabelecer um padrão nas artes protéticas que se mantém até hoje. Um deles, LeBreton, conseguia confeccionar para seus pacientes dentaduras completas em porcelana, na Filadélfia de 1794. Recentemente, descobertas feitas em Tóquio dão conta do que se presume ter sido a primeira dentadura de madeira confeccionada no mundo. Ela pertenceu a um famoso samurai, Hidam Nokami Yagyu que, segundo pesquisas, usou a peça de 1633 a 1675, quando morreu. A base da dentadura foi confeccionada em madeira tsuguê, árvore nativa e bastante comum no Japão, de grande resistência e largamente utilizada, ainda hoje, na fabricação de pentes. Os dentes foram feitos de pedra-de-cera, equivalente à nossa pedra-sabão, e sua coloração é marrom. Os dentes são trabalhados dois a dois, e os dois incisivos centrais formam uma só peça. Acredita-se na utilização de cola, ainda que não se possa presumir de que tipo, para melhor fixação. Os materiais utilizados, na época, para a confecção de dentes, variavam conforme a posse das pessoas, indo da madeira à pedra, como a de Yagyu, a ossos de animais e marfim. Há notícia de que os mais pobres usavam apenas a base de madeira.
História da Prótese
Próteses parciais foram esculpidas em madeira e, depois, em placas soltas até que se conseguiu produzir as próteses parciais fixas. Essa evolução deu-se simultaneamente ao progresso nos instrumentos. No entanto, pode-se afirmar que as próteses parciais fixas estavam em estado primitivo de desenvolvimento até 1850. Antes disso, a prótese parcial engatinhava apresentando pequenos progressos. Assim temos:
- 1805: introdução do articulador dental;
- 1840: articular com movimentos laterais e protéticos;
- 1857: revestimento expansivo; evolução da prótese parcial fixa pelo coroamento ao fim da raiz e atamento de um dente artificial a ele;
- 1858: a distância intercondilar e o ponto incisivo passa a ser quatro polegadas;
- 1866: articulador que permitiu o movimento de abertura e movimentos laterais dos côndilos;
- 1871: dente de porcelana artificial;
- 1873: aparecimento da prótese total de liga de ouro com cúspides esculpidas;
- 1878: aparecimento da prótese total open-faced;
- 1886: aparece a porcelana de baixa fusão, fundida em molde de ouro;
- 1889: construção de próteses totais de porcelana;
- 1896: estudos sobre os movimentos mandibulares em relação à prótese dental. Invenção do articulador ajustável para movimentos individuais da mandíbula, registrando a inclinação individual dos côndilos, extraoralmente;
- 1898: a porcelana de baixa fusão torna-se perfeita quanto à cor e à durabilidade;
- 1900: invenção do método intra-oral de tomada de posições relativas aos côndilos;
- 1901: uso de próteses totais de porcelana veneer;
- 1906: introdução das próteses de ouro;
- 1910: os métodos de fundição possibilitaram a eliminação do apoio gengival, em favor do bisel;
- 1928: estudo de materiais usados na prática dental quanto às propriedades físicas;
- 1935 a 1940: apresentação do hidrocolóide para inlays, próteses fixas. Uso das resinas sintéticas para completar as bases das próteses totais fixas e para restaurações dentais;
- 1952 a 1960: introdução das mercaptanas e siliconas. Desenvolvimento dos discos de carburundum.
A prótese dentária entrou em novo estágio quando foi descrita a técnica da confecção de dentes artificiais. Esses dentes apresentaram grande progresso com incorporação de anatomia, ganchos e ranhuras. Com o aperfeiçoamento das técnicas de fundição, por Tagart, o trabalho de próteses fixas, sob orientação científica, começou a ser executado nos Estados Unidos e difundido em todo o mundo.
- 1969: com o desenvolvimento da Implantodontia, a partir das experimentações do médico sueco Per-Ingvar Branemark, começaram as técnicas de adaptar as próteses totais a pinos de titânio implantados na maxila e na mandíbula. Hoje em dia é possível realizar de forma simples e segura, com apenas dois implantes, uma overdenture – a dentadura sobre implantes. Com esse processo, é possível proporcionar, principalmente a desdentados totais no arco inferior, mais conforto, estética e segurança e, assim, melhor qualidade de vida. Estes pacientes sofrem um grande incomodo causado pela combinação do movimento da língua e assoalho da boca ao falar e se alimentar. As próteses fixadas sobre implantes proporcionam o conforto e a segurança que as próteses removíveis associadas a cremes de fixação não conseguem assegurar.
Mesmo em São Paulo, com um contingente enorme de profissionais, são dezenas que disputam a preferência da classe. Algumas segmentam seu estoque, atendendo a algumas especialidades, como ortodontistas, implantodontistas ou mesmo apenas protéticos. A prática mostra que, como a concorrência é grande, acaba sendo sempre produtivo cotar, na hora de realizar uma compra substancial, algumas das dentais conhecidas, mesmo porque possuem o sistema de entrega. De toda forma, existe a tendência de que se privilegie cada vez mais as dentais “virtuais”, as que apenas possuem sites e aplicativos, e entregam nos consultórios. As duas dentais de maior penetração nacional foram fundadas há menos de catorze anos, e são a Dental Cremer e a Dental Speed.
- Dental Speed (www.dentalspeed.com): iniciou sua história em 1998, quando produzIa soluções de impressos para marketing odontológico. Atualmente, disponibiliza mais de 30 mil itens com produtos do mercado e oferece portfólio com tudo que um consultório precisa.Sua sede fica em São José-SC, nos arredores de Florianópolis.
- Dental Cremer (www.dentalcremer.com.br): é uma empresa brasileira fundada no ano 2000, no estado Santa Catarina. Distribuidora de produtos e serviços voltados aos profissionais da odontologia no Brasil, a empresa atua em diversos segmentos da área e atende cirurgiões-dentistas, clínicas odontológicas, técnicos de prótese, laboratórios e estudantes de odontologia. Possui mais de 1200 funcionários e 50 mil itens em seu portfólio. Para isso, disponibiliza desde insumos e equipamentos de uso clínico, papelaria, materiais de escritório, entre outros produtos. A empresa possui a parte administrativa e de distribuição em regiões diferentes: a unidade administrativa fica em Blumenau- SC e Curitiba-PR, enquanto o centro de distribuição se situa em Itapeva- MG. De 2012 a 2017, esta varejista cresceu 20 vezes, segundo a revista Exame.
Outras dentais
- CD Dental (www.cddental.com.br).
- Dental Aragão (www.aragao.com).
- Dental Araújo (www.araujo.com.br).
- Dental Fernandes (www.dentalfernandes.com.br).
- Dental Gutierre (www.dentalgutierre.com.br).
- Dental Master (www.dentalmaster.com.br).
- Dental Morelli (www.morelli.com.br).
- Dental Nova Era (www.dentalnovaera.com.br).
- Dental Ricardo Tanaka (www.dentaltanaka.com.br).
- Dental São Paulo (www.dentalspodonto.com.br).
- Dental Smile (www.dentalsmilebrasil.com.br).
- Dental Sorria (www.dentalsorria.com.br).
- Dental Sorriso (www.dentalsorrisoltda.com.br).
- Doctor Smile Cirúrgica e Dental(www.doctorsmile.com.br).
- Essence Dental (www.essencedental.com.br).
- Surya Dental (www.suryadental.com.br).
- Tamoio Dental (www.tamoiodental.com.br).
- TDV Dental (tdv.com.br).
Bons dentes têm significado muito amplo e são fundamentais na aceitação social. Muitos estudos associam diretamente a importância do sorriso na configuração da personalidade e sua representação como reflexo da saúde. Basicamente, dentes saudáveis significam bem-estar social; influenciam na segurança pessoal do indivíduo, facilitando o relacionamento com as pessoas e autoconfiança; estética: os dentes são os principais responsáveis pelo sorriso; boa pronúncia: são diretamente responsáveis pela boa articulação das palavras; boa mastigação: alimentos bem triturados têm melhor aproveitamento dos nutrientes, evitando ainda muitos problemas de estômago; boa saúde geral: o sangue que passa pela boca é o mesmo que chega ao coração, pulmão ou fígado. Cáries e inflamações gengivais são portas de entrada para bactérias que podem causar doenças sérias como sinusite maxilar, endocardite bacteriana e, até mesmo, levar à morte. Função de cada tipo de dente em relação aos alimentos:
- incisivos: cortar;
- caninos: rasgar;
- pré-molares: esmagar e moer;
- molares: triturar.
O estudo está sendo conduzido desde 2001 pelos pesquisadores Pamela Yelick, do Forsyth Institute, ligado à Universidade de Harvard (Estados Unidos), em parceria com Monica e Silvio Dualibi, da Universidade Federal de São Paulo – Unifesp. Aparentemente, a receita dos cientistas para criar um dente é bem simples: primeiro, retiram-se células-tronco adultas da boca de uma pessoa. Depois, as células são colocadas em molde biodegradável. Esse molde é colocado na pessoa e as células começam seu trabalho, gerando um dente novo em folha. Essa sequência, entretanto, ainda só existe na imaginação dos pesquisadores. Na prática, tudo o que se conseguiu foi gerar uma coroa – um dente incompleto, sem raiz – na barriga de um rato. Apesar de insólita, essa conquista representa grande avanço na chamada engenharia de tecidos, que consiste na utilização de células-tronco para gerar tecidos e órgãos biologicamente iguais e compatíveis com os seres humanos. Gerar dentes na barriga de um mamífero não é uma novidade. Há dois anos, pesquisadores do Forsyth Institute obtiveram o mesmo feito com porcos. Apesar dos resultados, surgiram algumas dúvidas quanto à dissociação incompleta do tecido dental – nem sempre os dentes formados tinham dentina, esmalte e polpa, tal como foi obtido agora. Outra diferença é que, em porcos, a formação de um dente levou até 30 semanas. Em ratos, em apenas 12 semanas já foi possível reconhecer pequenas coroas. Depois dos sucessos com os dois mamíferos, os cientistas brasileiros e americanos começaram a trabalhar com tecido humano. De acordo com os pesquisadores, é ainda preciso entender como as células humanas funcionam. Dentro de pouco tempo, espera-se determinar se os métodos utilizados em animais serão úteis para regenerar dentes humanos. Os cientistas ainda terão desafios pela frente. Descobrir como construir um dente completo, e não apenas a coroa, é o primeiro deles. Além disso, há a questão de gerar as estruturas de suporte – ligamentos, osso alveolar e o cemento radicular – que fazem com que o dente se sustente no lugar. O principal obstáculo, no entanto, não é científico. Segundo os cientistas brasileiros, são necessários grandes recursos para bancar o prosseguimento das pesquisas pelas próximas décadas, dinheiro que esperam obter junto a órgãos de fomento no país. Se as verbas entrarem e tudo o mais der certo, os cientistas esperam que em pouco mais de 5 anos a técnica esteja disponível para o uso em pessoas. A utilização de células-tronco adultas trouxe algumas vantagens aos pesquisadores. Em primeiro lugar, eles se livraram da celeuma ética que envolve as células-tronco embrionárias, que só podem ser obtidas, como o próprio nome diz, em embriões. A pesquisa com essas células está prestes a ser banida nos Estados Unidos e no Brasil, devido a pressões de grupos religiosos. Em segundo, as células adultas se diferenciam menos que suas primas mais jovens. Uma célula embrionária pode-se tornar qualquer coisa, ao passo que uma adulta tem uma diferenciação bem mais controlada. Por fim, utilizar células da própria pessoa minimiza em muito um dos principais riscos dos implantes: a rejeição por parte do receptor, ocasionada pela reação do sistema imunológico. Além do caráter científico, regenerar dentes seria um grande passo em termos de saúde pública. No Brasil, aproximadamente 15% da população simplesmente não têm dentes, e mais de 35% dos indivíduos acima dos 50 anos não apresentam dentição completa, de acordo com o Ministério da Saúde (V. Células-tronco).
Pesquisas progridem com velocidade
De acordo com o professor Silvio Duailibi, professor afiliado da disciplina de Cirurgia Plástica da Escola Paulista de Medicina- Unifesp, e a pesquisadora Andrea Mantessu, professora-doutora da disciplina de Patologia Bucal da Faculdade de Odontologia da USP, as pesquisas brasileiras com células-tronco estão progredindo velozmente e, cada vez mais, o país melhora a qualidade de seus estudos. “Esse avanço ocorre em todas as áreas do corpo humano, e também inclui a Odontologia”, esclarece a professora.
A pesquisadora ainda salienta que no estado de São Paulo várias Faculdades de Odontologia ou mesmo de outras áreas como Biologia, por exemplo, e centros de pesquisa – como o Instituto Butantã–, já estão se dedicando ao assunto. “Isso é muito bom, pois mostra que apesar de o Brasil ainda estar no começo existe um amplo interesse no tema”. Além disso, diversos grupos mostram publicações conceituadas na área em periódicos de bom impacto demonstrando, também, qualidade.
Células-tronco na Odontologia
A Odontologia tem apresentado um dos desenvolvimentos mais animadores no que se refere à bioengenharia e às células-tronco. O professor Sharpe explica que as células-tronco dentárias têm muitas possibilidades de aplicação em Medicina e na Odontologia, pois apresentam propriedades similares às de células-tronco mesenquimais da medula óssea (que dão origem às células do sangue, dos vasos sanguíneos e dos tecidos musculares). “Além de estudarmos a biologia destas células, estamos investigando a possibilidade de usá-las para gerar dentes”, enfatiza Sharpe.
Para se ter uma ideia, células semelhantes à da medula óssea têm sido obtidas da polpa de dentes decíduos humanos. Elas possuem a capacidade de se transformar em células ósseas (osteoblastos), células gordurosas (adipócitos), células musculares e células nervosas (neurais) As células-tronco dos dentes decíduos têm esta capacidade de produzir tipos diferentes das células pela facilidade de isolar a fonte sem nenhum prejuízo para o paciente, uma vez que os doadores destas células são pessoas jovens e saudáveis – o que é extremamente importante para o sucesso de qualquer tratamento com as células-tronco.
A presença de células-tronco na polpa dentária extraída de terceiros molares humanos foi detectada em 2000 Gronthos et al. ao verificar a capacidade destas células de se transformarem em células dentais produtoras de dentina.
A professora Andréa explica que, didaticamente, pode-se dividir o uso das células-tronco dentais em três grupos de aplicações principais: 1. Uso para restauração de perda parcial de tecido dental ou de suporte – por exemplo, uso das células-tronco dentais para repopulação da polpa, para o aumento da tábua óssea alveolar, para tratamento de problemas periodontais etc.; 2. Uso para restauração de perda total do dente – nesse caso, as células-tronco são usadas para a construção de um dente no laboratório que, posteriormente, será transplantado na boca; e 3. Uso para formação de tecidos não dentais – por exemplo, para recuperação de isquemia cardíaca, reparação de lesões na retina entre outras possibilidades.
O professor Duailibi se diz convencido de que as pesquisas apontam para futuras terapias nas diversas especialidades odontológicas. Ele conta que em uma publicação feita em 2008, no The Journal of Dental Research (JDR), juntamente com outra autora, foi demonstrado que é possível desenvolver todos os tecidos dentários na mandíbula, inclusive ligamento periodontal. Baseado neste e outros resultados, ele se sente muito segura em afirmar que um dia a polpa poderá ser regenerada por meio das técnicas de engenharia tecidual com células do próprio paciente. “Ainda não temos as ferramentas adequadas para promover uma regeneração dental do esmalte ou dentina, ou uma restauração ‘biológica’que substitui a restauração dental convencional do momento, por exemplo, uma onlay. Mas a técnica da engenharia tecidual torna esta possibilidade ao alcance em um futuro próximo.” A contribuição da engenharia tecidual na Periodontia poderá promover a regeneração com substitutos biológicos de osso e epitélio gengival para tratar os casos de perda total ou parcial devida a trauma ou doença. Com inúmeras possibilidades terapêuticas, a engenharia tecidual poderá contribuir na área cirúrgica e, principalmente, na Implantodontia com substitutos biológicos de ossos, dentes e cartilagens de forma a regenerar em vez de reparar a área lesada ou perdida, substituindo os recursos terapêuticos convencionais da atualidade, declaram.
Células-tronco de outras áreas do corpo na boca
Embora seja possível utilizar células-tronco não dentais para a formação de tecido dental, a professora Andréa lembra que as pesquisas neste sentido são bem mais raras do que o oposto. Entretanto, ela cita um estudo de 2004 na área de bioengenharia dental para a formação da terceira dentição biológica. “Nesse estudo, um grupo de pesquisadores do King’s College, na Inglaterra, usou células mesenquimais de medula óssea para formar satisfatoriamente um dente no rim de um camundongo imunocomprometido”, conta.
O professor Duailibi acrescenta que existem fontes seguras e viáveis de células-tronco adultas, mas a questão a ser destacada é a sinalização celular para que uma população de células seja utilizada e mantenha as características esperadas. Isto porque as células necessitam se manter estáveis após a separação dos tecidos de origem, terem sua capacidade de duplicação preservada, manter estabilidade cromossômica, ter a capacidade de se regenerar no tecido de origem e não promover reação imunológica nem neoplasias. “Nosso objetivo é que o doador e o receptor sejam o mesmo indivíduo. Uma nova terapia que utilize drogas imunossupressoras para a regeneração de tecidos dentais não seria uma proposta relevante quando comparada com a terapia convencional da atualidade devido ao fato das drogas imunossupressoras causarem efeitos colaterais indesejáveis. Portanto, qualquer técnica em que doador e receptor sejam indivíduos diferentes, terá que ser minuciosamente indicada”, especifica Duailibi.
Bancos de células-tronco
A possibilidade de tratar várias doenças gerou o estabelecimento de bancos de células-tronco adultas que podem ser obtidas de várias fontes, conforme já mencionado. Na prática, estas células precisam ter duas características: ser de fácil obtenção e abundantes.
Questionados a dar suas opiniões quanto à criação destes bancos, a professora Andréa afirma que tanto os bancos públicos quanto os privados são úteis e serão mais comuns e numerosos no futuro. O professor Duailibi considera os bancos fundamentais para a realização de inúmeras terapias. Não somente para a criação da “terceira dentição”, porém, acredita que eles devem fornecer a certeza da viabilidade celular, controle da cito e genotoxicidade e estabilidade cromossômica, mesmo após anos de armazenamento com qualquer técnica de preservação para que se permita a garantia do material biológico armazenado com o uso seguro destas células e finalidade terapêutica no futuro. O professor Sharpe acrescenta que, apesar de ser uma boa ideia, no caso de células provenientes de bebês ou crianças, como células de origem do sangue de cordão umbilical ou de dentes extraídos, serão necessárias normativas internacionais bem claras para a preparação e estoque das células.
Realidade nos consultórios dos Cirurgiões-Dentistas
“Como na Odontologia ainda não há nenhuma pesquisa aprovada pela Anvisa que se encontre em fase clínica, é difícil dizer quando o uso das células-tronco chegará aos consultórios dos cirurgiões-dentistas brasileiros. Qualquer número exato seria somente uma especulação, pois no momento somente temos resultados de pesquisas laboratoriais, que apesar de muito promissoras, ainda precisam ser mais bem avaliadas e aprofundadas antes do seu uso em humanos”, revela a professora Andréa. Ela acredita, no entanto, que desde que tenham o treinamento necessário para lidar com esse tipo de material e estrutura necessária nos respectivos consultórios ou clínicas odontológicas, todos os profissionais de Odontologia poderão trabalhar com células-tronco.
Sharpe também acredita que as células-tronco podem se tornar uma realidade para os cirurgiões-dentais. “O amplo uso de células-tronco em Endodontia e Periodontia será uma realidade em curto prazo. Acredito que as primeiras utilizações, como no tratamento endodôntico, sejam viáveis em até cinco anos”, prevê.
“Todas as vezes que falamos ou pensamos em células-tronco, dois sentimentos da espécie humana são despertados: a esperança e a longevidade. Portanto, devemos ser extremamente cautelosos para não gerar falsas expectativas. A questão tempo é um fator que tem múltiplas facetas, entre elas os recursos financeiros necessários para o desenvolvimento de pesquisas com recursos disponibilizados pelas agências de fomento, os estudos de viabilidade celular, cito e genotoxicidade e estabilidade cromossômica, a formação de recursos humanos, entre outro. Um dos pontos fundamentais, a que nem sempre estamos atentos, é o interesse da indústria no investimento em novas tecnologias”, destaca Dualilibi.
Em relação aos profissionais da Odontologia, Duailibi ainda afirma “estamos frente a novos paradigmas, os quais não entrarão em choque com as terapias existentes. Porém, é fundamental que os colegas estejam atentos a esta nova tendência que aumentará ainda mais o arsenal de opções terapêuticas. Estamos convencidos de que no futuro todos os profissionais e os pacientes terão acesso às novas terapias. Aos colegas mais antigos, será fácil recordar do aparecimento da caneta de alta rotação, das resinas – fotopolimerizáveis ou não – dos implantes osseointegrados, do laser, dentre os vários avanços tecnológicos e novas técnicas que geraram alternativas terapêuticas e novas especialidades odontológicas, como a Odontologia para pacientes especiais. Dor Orofacial, Geriatria, entre outras. Com as células-tronco a situação será a mesma. Haverá a necessidade de formação profissional adequada e com o passar dos tempos será rotina em todas as escolas de Odontologia”, finaliza.
O Isosit é a união entre o uretano dimetacrilato e partículas inorgânicas que proporcionam um aumento da dureza e rigidez comparável às resinas PMMA. Por sua vez, o DCL é polimetil metacrilato altamente modificado, com resultado de alta estabilidade de cor, resistência à placa e abrasão, excelente polimento e grande força de união à base da prótese. Para os casos de próteses totais ou parciais removíveis, no mercado nacional existe uma boa diversidade para todos os orçamentos. Os melhores, e consideravelmente mais caros, são os Vivodent (PMMA) e Orthosit (Isosit), da Ivoclar Vivadent, compostos por quatro camadas prensadas e que possuem textura natural e excelente resistência à compressão. Em seguida, na escala da qualidade, aparecem o Gnathostar (PMMA) e o Ivostar (PMMA), também da Ivoclar, com três camadas prensadas, além dos Antaris (DCL) e Postaris (DCL), três camadas prensadas e colorações adequadas a pessoas de meia idade. Recentemente no mercado surgiram como opções os dentes Trilux (italianos) e o Basic Heratone, da Kulzer (alemão), com boa durabilidade e recursos estéticos interessantes. Chineses também têm desembarcado por aqui, com dentes de três e duas camadas, com custo baixo mas necessidade de comprar em maior quantidade. Os nacionais vêm procurando abocanhar uma fatia maior do mercado. Os fabricados pela Dentsply, Biotone (PMMA) e Biocryl (PMMA), têm duas camadas prensadas e algumas alternativas em formatos. Os da Vipi, Vipi-Dent (PMMA) e Biolux (PMMA) também têm duas camadas e atrativos estéticos consideráveis. Entre todos, ainda, prevalece a qualidade dos alemães Vivodent, que sobra em tradição, resistência e resiliência – ainda que alguns protéticos façam restrição a algumas possibilidades estéticas e tenham perdido mercado por seu preço ser três ou quatro vezes mais caro que os concorrentes. Os demais nacionais, como os da Dentron, de pouca durabilidade e aparência comparativamente simplória, prestam-se mais a trabalhos provisórios.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas, em 24 de janeiro de 2017, normatizou e especificou a classificação, requisitos e métodos de ensaio para dentes de polímeros sintéticos e cerâmica, que são fabricados para uso em próteses usadas na odontologia, na ABNT NBR ISO 22112:2017.
Esse número já chegou a 10.6% uma década atrás. Por razões específicas, Portugal criou suas primeiras faculdades de Medicina Dentária (Odontologia) apenas em 1975, diferente do Brasil que o fez há mais de 110 anos, ainda no Império. Depois de anos de ácida polêmica, em que a aceitação de dentistas brasileiros em terras lusas sofreu muita resistência – é compreensível, já que naquele país Odontologia é especialidade médica –, Portugal criou a Ordem dos Médicos-dentistas (www.omd.pt), em 1998, entidade que regulariza situação dos CDs brasileiros que estão naquele país. Uma das exigências foi o curso de formação sobre aspectos éticos, deontológicos e legais vigentes em Portugal. O Tratado de Amizade e Cooperação entre Brasil e Portugal, em vigor desde 6 de setembro de 2001, veio trazer paz para a convivência dos profissionais da área, já que define que os diplomas de nível superior expedidos por instituições habilitadas dos dois países passaram a ser reconhecidos mutuamente. Os principais beneficiados foram os dentistas brasileiros que nos anos recentes haviam sido impedidos de atuar em Portugal. O tratado substitui os acordos celebrados entre as duas ditaduras. Brasil e Portugal assinaram, ao todo, oito atos, entre protocolos, tratados e memorandos.
Éramos, na ocasião, o país que detinha mais profissionais da área em todo o mundo. Atualmente, com 12,95%, somos ultrapassados apenas pela China, que detém 23,48%. O Brasil, também, é dos poucos países que dispõem de mais de mil cirurgiões-dentistas por milhão de pessoas, juntamente com os Estados Unidos, Canadá e Grécia.
Números: quase 1/5 da população brasileira (18,7%) nunca foi ao dentista. No meio rural, esses índices vão a 32%. Esses números equivalem a 39,1milhões de brasileiros que nunca tiveram contato com dentista, conforme recentes dados divulgados pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a Federação Dentária Internacional, o Brasil, com seu contingente de dentistas, tem um profissional para cada 594 habitantes. Em São Paulo, temos um dentista para cada 467 habitantes. Esses números superam, e muito, aquilo que preconiza a Organização Mundial de Saúde (OMS), que determina que o número mínimo seja de um dentista para cada 1.500 habitantes.
A história conta que a primeira mulher a se formar cirurgiã-dentista foi a norte-americana Lucy Beaman Hobbs Taylor, em 1866. Em meio a uma época especialmente complicada para os direitos femininos, ela enfrentou muitas dificuldades e recusas para ingresso no ensino superior. Até ser admitida pela Faculdade de Cirurgia Dental de Ohio, após o reconhecimento aos seus anos de prática.
Antes da Odontologia, ela enfrentou muito preconceito e nenhuma brecha para concretizar seu sonho inicial, a Medicina. Não esmoreceu. Depois de muitas tentativas, a Sociedade Dental do Estado de Iowa, em reunião de 1865, admitiu sua participação, afirmando que “a profissão não tem nada em suas atividades estranhas aos instintos das mulheres”.
Hobbs abriu um “Gabinete Dentário” em Chicago, vindo a se casar com um veterano da Guerra Civil americana e pintor de vagões e locomotivas de estrada de ferro, James M. Taylor. Ensinou odontologia ao marido e, juntos, estabeleceram um bem sucedido consultório em Lawrence, Kansas. Após a morte de seu marido em 1886, ela fez campanha pelos direitos das mulheres, de forma intermitente até sua morte em 1910.
No Brasil, a primeira mulher a se formar em Odontologia foi Isabella Von Sydow, 40 anos após Lucy, compondo o time dos quatro profissionais pioneiros formados pela escola de Odontologia da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro — os outros três eram homens, integrantes da primeira turma da escola. O registro histórico revela que as primeiras mulheres cirurgiãs-dentistas vinham de família com pais e maridos cirurgiões-dentistas, que as ensinaram o ofício.
Seu sucesso e obstinação encorajaram outras muitas mulheres a entrar em faculdades de odontologia, e a lutarem em defesa da igualdade.
Obtém-se a descontaminação através da limpeza, desinfecção e esterilização (V. Material para descontaminação e desinfecção).
- acabamento marginal inadequado;
- condensação inadequada;
- contato prematuro;
- extravazamento de conte ou pasta;
- falta de adaptação;
- falta de contato;
- falta de contorno;
- falta de escultura;
- falta de polimento em restaurações, principalmente de amálgama;
- falta de remessa de raios X inicial ou final de endodontia;
- limite de obturação inadequado;
- permanência de sensação dolorosa em elemento dental;
- presença de cálculo salivar;
- presença de excesso;
- presença de tecido cariado;
- trepanação.
Quando se elimina inclusive os esporulados, estáse procedendo à esterilização (V. Material para descontaminação e desinfecção).
Funciona assim: inicialmente a água é aquecida até o ponto de fervura, matando as bactérias e convertendo-se em vapor. Todos os contaminantes e impurezas são eliminados à medida que o vapor esfria, convertendo-se em água pura. Os modelos mais encontráveis no mercado estão listados a seguir.
- Destilador de água Biowater (Odontobrás): carenagem externa branca, caldeira interna em aço inox, garrafão produzido em PTFE de alta qualidade, garantia de 1 ano. Peso: 3,8 kg, dimensões: 450x290x450 mm. Bivolt, potência de 6980 w. Produção de 1000 a 1200 ml/h. Preço médio: R$990,00.
- Destilador de Água (Bio-Art): não necessita de nenhum tipo de instalação hidráulica. Reservatório em aço inox com capacidade de 4l; abastecimento manual; potência de 750w (1litro/hora). Dimensões Ø235 x 380mm (altura). Garantia: 1 ano. Preço médio: R$1307,00
- Destilador de Água Water Clean 4L (Schuster): protetor térmico automático contra superaquecimento e termostato de rearme controlado. Atende até 6 autoclaves de 12 litros ou até 4 autoclaves de 22 litros funcionando simultaneamente. Tanque em aço inox com capacidade de 4 litros.Abastecimento manual; não exige instalação hidráulica. Capacidade de destilação de 1 litro de água por hora. Potência de trabalho:750w; capacidade de volume destilado:1 litro/hora. Capacidade total da cuba de inox:4 litros. Preço médio: R$1129,00.
- Destilador de Água (Cristófoli): não necessita instalação hidráulica, é econômico, proporciona economia de até 35% nos gastos com água destilada. Capacidade do reservatório de água comum: 4 litros. Capacidade do reservatório de água destilada: 3,8 litros. Duração do ciclo completo: 6 a 8 horas (para destilar 3,8 litros de água). Peso: 4 kg; dimensões: largura: 27 cm; altura: 33 cm; profundidade: 27,6 cm. Garantia de 1 ano contra defeito de fabricação. Preço médio: R$1390,00.
- Destilador de Água Aqua-Tech (Kondentech): compacto, tem cuba interna em aço inoxidável, e reservatório com capacidade para 4 litros. Velocidade de destilação de 1 litro por hora; garantia de 12 meses. Preço médio: R$965,00.
- Destilador de Água BioAqua SV – D700 (Saevo): é portátil, compacto, e não exige instalações hidráulicas (o abastecimento é manual). Seu reservatório tem capacidade de 4 litros e a velocidade de destilação da água é de 1 litro por hora, garantindo economia e praticidade para a rotina do cirurgião-dentista. Abastecimento manual, não exige instalações hidráulicas; velocidade de destilação de 1 litro por hora. Cuba interna em aço inox: parte superior desmontável; vedação entre as partes com anel de silicone. Potência: 127v – 800w; capacidade da câmara de evaporação: 4 litros; capacidade do reservatório: 3,5 litros. Material interno da câmara de evaporação: aço inoxidável; carcaça externa: material termoplástico. Dimensões: 380 x 235 mm; peso líquido: 3,5 kg; peso bruto: 4,7 kg. Preço médio: R$1369,00
- Destilador de Água Bio Aqua – 220V (Saevo): velocidade suficiente para suprir até quatro autoclaves de 12 litros funcionando simultaneamente (1 litro por hora). É compacta, com formato cilíndrico e de fácil transporte. Possui vedação entre as partes mediante anel de silicone para manter a pressão interna. O corpo é recoberto por termoplástico, tornando-o resistente e fácil de limpar. Garantia de 12 meses; reservatório de 4L; cuba interna em aço inoxidável. Desligamento automático quando acabar a água do reservatório interno; não exige instalações hidráulicas. Abastecimento manual. Preço médio: R$1440,00.
Portaria do Conselho Federal de Odontologia tornou a data oficial para a comemoração do Dia do Dentista Brasileiro.
Conforme a RDC/Anvisa n° 50/02, o consultório odontológico individual deve possuir área mínima de 9 m2. Para consultórios coletivos, a área mínima depende do número e da quantidade de equipamentos utilizados, devendo possuir uma distância mínima livre de 0,8 m na cabeceira e de 1 m nas laterais de cada cadeira odontológica. Entre duas cadeiras, a distância mínima deve ser de 2 m, para permitir a circulação dos profissionais e minimizar a contaminação por aerossóis. Devem dispor de instalações hidráulicas (água fria e esgoto), elétricas (pontos de força e iluminação), iluminação natural ou artificial, ventilação natural ou forçada e, caso necessário, gases medicinais (oxigênio, ar comprimido e vácuo medicinal). Os consultórios odontológicos devem ainda possuir os seguintes ambientes de apoio: a) Sala de espera para pacientes e acompanhantes com área mínima de 1,2 m2 por pessoa; b) Depósito de material de limpeza com área mínima de 2 m2 e dimensão mínima de 1 m, equipado com tanque; c) Sanitário(s) para pacientes e público com área mínima de 1,6 m2 e dimensão mínima de 1 m; d) Central de material esterilizado (CME) simplificada com dois ambientes contíguos, a saber: • ambiente sujo – sala de lavagem e descontaminação de materiais com bancada, pia e guichê para a área limpa (sala de esterilização de material), com área mínima de 4,8 m2 ; • ambiente limpo – sala de preparo/esterilização/estocagem de material, com bancada para equipamentos de esterilização, armários para guarda de material e guichê para distribuição de material, com área mínima de 4,8 m². Deve ser observado o seguinte fluxo de trabalho em CMEs de serviços odontológicos
Recebimento de material sujo > separação e lavagem de material > preparo de material > esterilização > armazenamento e distribuição
As atividades de recebimento, limpeza, lavagem e separação de materiais são consideradas “sujas” e, portanto, devem ser realizadas em ambiente(s) próprio(s) e exclusivo(s) e com paramentação adequada, mediante a colocação dos seguintes EPIs: avental plástico, máscara, gorro, calçados fechados, óculos e luvas grossas de borracha (não cirúrgicas). Entretanto, deve-se permitir a passagem direta dos materiais entre esse(s) ambiente(s) e os demais ambientes “limpos” através de guichê ou similar. São considerados ambientes opcionais: a) Sanitários para funcionários com área mínima de 1,6 m2 e dimensão mínima de 1m; b) Depósito de equipamentos/materiais com área mínima a depender dos tipos de equipamentos e materiais; c) Sala administrativa com área mínima de 5,5 m2 por pessoa; d) Copa com área mínima de 2,6 m2 e dimensão mínima de 1,15 m. Consultórios odontológicos individuais podem dispensar a CME simplificada e possuir, no mesmo ambiente, uma bancada com pia e equipamentos de esterilização, desde que sejam estabelecidas rotinas de assepsia e manuseio de materiais a serem esterilizados (barreira técnica). Nos consultórios odontológicos individuais instalados em edificações de uso coletivo, como edifícios comerciais, o DML pode ser substituído por um carrinho de limpeza, desde que a edificação possua área específica onde seja realizada a rotina de higienização dos carrinhos e dos materiais utilizados.
O cirurgião-dentista é sujeito de consumo quando adquire, por exemplo, equipamentos, materiais, roupas, e é devedor de direitos quando desempenha papel de prestador de serviços. Em todos os casos, é sempre bom saber dos itens do Código de 89 (V. nos anexos).
Segundo a PNM- Política Nacional de Medicamentos, de 1998, a dispensação é uma das atividades da Assistência Farmacêutica e é privativa do farmacêutico. Trata-se do ato profissional farmacêutico de proporcionar um ou mais medicamentos a um paciente, geralmente como resposta à apresentação de uma receita elaborada por um profissional autorizado.
É preciso encontrar um jeito de encaixar alguém necessitado no meio das consultas, ainda mais se o cliente já for seu.
Os colorímetros são mais fáceis de usar e menos dispendiosos do que os espectrofotômetros. No entanto, de acordo com o especialista português na área, Paulo António Soares Ribeiro, são menos precisos devido ao envelhecimento dos filtros e o metamerismo da amostra pode ser um desafia à sua precisão.
O primeiro dispositivo criado para a análise digital de cor e equalização de sombreamento baseado em tecnologia de visão artificial que pode captar a aparência visual dos dentes foi o ShadeScan.Trata-se do pioneiro a prover um mapeamento digital do sombreamento da superfície inteira do dente enquanto permite ao usuário selecionar dentre inúmeros guias de sombra apresentados. A imagem do dente é obtida e gravada digitalmente num cartão de memória, podendo ser acrescentados comentários de voz. A gravação é enviada ao laboratório de prótese que, com o uso do software específico, apresenta mapas de cor e translucidez digitais, facilitando a escolha da cor, da translucidez e da textura, sem estar na presença do paciente.
Veja as características dos principais sistemas à disposição no mercado. O custo varia de 1 mil a 7,5 mil dólares.
Dispositivos de medição de cor | Colorímetros/Espectrofotômetros
Clear Match (software- necessita de câmera digital), da Clarity Dental, EUA.
Color Scanner 2006 (software- necessita de câmera digital), da Nuova, Fra- Sui.
CrystalEye espectrofotômetro da Olympus, Japão.
Easyshade Compact, espectrofotômetro) da Vident, EUA. www.vident.com
Shade NCC Chroma Meter, da Shofu Dental, EUA.
ShadeEye- X, colorímetro da Shofu Dental, EUA.
ShadeScan, colorímetro da Cynovad.
ShadeStar, da Lukadent, Alemanha. www.lukadent.com
ShadeVision, colorímetro da X-Rite, EUA.
ShadeX, espectrofotômetro da X-Rite, EUA.
SpectroShade Micro, espectrofotômetro da MHT, Suiça. www.mht.ch
Zfx Shad, espectrofotômetro da Zfx, Alemanha. www.zfx-dental.com
(V. nos anexos)
É muito importante ter toda a documentação em ordem e torná-la facilmente acessível às fiscalizações a que o dentista está sujeito: tranquilidade para trabalhar é daquelas coisas que, como dizia a propaganda de cartão de crédito, “não têm preço” (V. Documentos profissionais).
E, à semelhança de muitos outros países, já oferece ferramentas para validação jurídica dos documentos digitais. Trata-se de verdadeira revolução na guarda de documentos. As principais vantagens da mídia magnética em relação a documentos, fichas clínicas e imagens dos pacientes em papel são: localização imediata de informações, transmissão e acesso instantâneo em rede, maior possibilidade de pesquisa, extração de relatórios e estatísticas, e laudos de interpretação automatizados. No caso de radiografias digitais, redução de tempo de exposição. Para avaliar a redução de espaço que isso significa, a documentação médica ou odontológica deve, por lei, ser preservada por 20 anos. Mesmo dispondo de tantos atrativos, os arquivos digitais também possuem uma vulnerabilidade evidente: podem ser facilmente manipulados e alterados. Qualquer programa do tipo Photoshop, por exemplo, pode alterar fotos digitais e radiografias sem deixar rastros. Essa possibilidade torna os documentos desprotegidos no que tange à validade jurídica. Um documento manuscrito em papel pode ser confirmado pela grafologia; uma foto pode ser conferida em um negativo. Já um documento digital tem a comprovação legal questionável, de acordo com a legislação vigente do exercício profissional. Como a tendência à digitalização é irrefreável, legisladores e pesquisadores têm-se empenhado em formular o sistema de modo a impedir adulterações ou a perda do sigilo profissional. Para poder-se adaptar às inovações, o governo brasileiro editou a Medida Provisória 2200-2 e decretos complementares, que instituiu a IBP-Brasil – Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira, com poderes para formar a cadeia de certificação digital e “garantir a autenticidade, integridade e validade jurídica de documentos em forma eletrônica, das aplicações de suporte e das aplicações habilitadas que utilizem certificados digitais, bem como a realização de transações seguras”. Dessa forma, por força de lei, o sistema eletrônico foi reconhecido como legal. O Certificado Digital é um “reconhecimento de firma” de um documento digital.
Orientações básicas sobre Emissão, Renovação e Revogação de Certificados Digitais
A emissão, renovação e revogação de Certificado Digital e-CPF ou e-CNPJ é realizada por uma empresa devidamente autorizada pela Receita Federal do Brasil, denominada Autoridade Certificadora Habilitada.
Solicitação de Certificado: O interessado na obtenção de um certificado digital e-CPF ou e-CNPJ deverá escolher uma das Autoridades Certificadoras Habilitadas na lista do site da receita federal (www.gov.br/receitafederal) ou acessar diretamente a página da Autoridade Certificadora Habilitada pela RFB, na Internet, para o preenchimento e envio da solicitação de certificado e-CPF ou e-CNPJ.
Renovação de Certificado: O pedido de renovação de um certificado e-CPF ou e-CNPJ deverá ser feito dentro do seu período de validade e o usuário deverá solicitar, com assinatura eletrônica, na página da autoridade certificadora credenciada, na Internet, a renovação do certificado e-CPF ou e-CNPJ.
Revogação de Certificado: Revogar um certificado digital da RFB implica torná-lo inválido, impossibilitando, a partir da revogação, o seu uso. Para revogar seu certificado digital, o usuário deverá acessar a página de revogação da Autoridade Certificadora Habilitada, emissora do Certificado Digital da RFB e preenchê-la com os dados solicitados.
Certificado Digital: veja como funciona
O certificado digital é uma assinatura digital para pessoas físicas e jurídicas, que serve para assinar documentos de qualquer lugar. Com a autenticação é possível que profissionais e empresas realizem uma série de transações fiscais obrigatórias, já que possui validade jurídica, igual ao CPF e ao CNPJ.
O micro e pequeno empreendedor deve estar familiarizado com o Certificado, já que esta é a identidade digital da sua empresa e além disso, oferece segurança, redução de custos e praticidade em diversos processos que até então eram feitos de maneira burocrática e trabalhosa.
O que é o Certificado Digital A1?
O Certificado Digital modelo A1 é armazenado diretamente no computador. O modelo A1 de certificação fica armazenado no próprio computador do usuário, a chave criptografada gerada fica no seu disco rígido e tem validade de um ano. Após isso, ocorre a expiração e um novo certificado deve ser feito.
Esse sistema evita operações fraudulentas, já que os dados não podem ser decodificados sem a combinação de uma com a outra. Nos casos de invasões e ameaças virtuais, o Certificado Digital pode ser desativado.
Quem pode ter um Certificado Digital A1?
Contar com um Certificado Digital é quase uma necessidade para quem quer abrir uma empresa e cabe ao empreendedor apenas escolher o tipo mais adequado ao seu perfil. O Certificado Digital A1 costuma ser o mais recomendado pois oferece o Certificado Digital de alguma Autoridade Certificadora da Receita Federal (ver no site da Receita) com validade de um ano. Ao adquirir a certificação, o empreendedor não precisa se preocupar com a compatibilidade. Afinal, no próprio ERP da empresa é possível emitir as notas fiscais eletrônicas.
Como funciona o Certificado Digital A1?
O Certificado Digital A1 funciona por meio de um par de chaves criptografadas, uma pública e outra privada. A pública é enviada para a Autoridade Certificadora (AC); já a privada fica no computador protegida por um login.
O Certificado Digital modelo A1 é reconhecido pelo seu dinamismo, já que é possível operá-lo a partir do computador. Caso precise emitir notas fiscais, por exemplo, basta enviar o Certificado Digital para o software emissor. Assim, você consegue emitir documentos fiscais de maneira prática, segura e sem excesso de papéis.
Quais as vantagens do Certificado Digital A1?
O Certificado Digital A1 traz a assinatura com validade jurídica e fiscal da sua empresa. Por isso, valida informações de documentos fiscais e facilita a fiscalização do Fisco. A grande vantagem deste modelo é poder ser armazenado no computador ou em algum dispositivo móvel, como smartphone e tablet. Também é importante que documentos de empresas públicas e privadas, especialmente as de comércio eletrônico, sejam assinados eletronicamente para economizar tempo e desburocratizar alguns processos. Outras vantagens:
– segurança a partir de uma assinatura digital com o mesmo valor jurídico de uma assinatura manuscrita;
– a assinatura digital ajuda a economizar recursos e é sustentável, isso porque não é necessário reconhecer firma em cartório, deslocar-se para enviar documentos ou mesmo imprimir papéis, além de economizar o tempo dos funcionários;
– a sustentabilidade é, também, um ponto interessante para o certificado digital. Utilizando-o para emissão da Nota Fiscal Eletrônica, por exemplo, é possível economizar papel;
– praticidade e comodidade: assinar documentos e realizar transações digitalmente permite que as ações contábeis de seu consultório ou clínica sejam feitas sem complicações.
– aproveitamento dos benefícios do ERP (sistema de gestão) integrado, já que é possível emitir notas fiscais eletrônicas com todos os impostos calculados e transmissão XML, usando o certificado digital A1.
Qual é a diferença entre o Certificado Digital A1 e A3?
A principal diferença entre os dois modelos de certificado é o tipo de armazenamento. Enquanto no modelo A1 fica armazenado no próprio computador, ou tablet, o modelo A3 é armazenado em mídias mais portáteis, como tokens, USB ou cartões com chip. A validade deles também muda: o A1 tem validade de 1 ano, e o A3 de até 5 anos.
Como adquirir e qual o valor do Certificado Digital A1?
Para adquirir um Certificado Digital, escolha uma Autoridade Certificadora habilitada, como o Serpro, Serasa, Certisign, a própria Receita ou outras, elencadas no site da Receita. Caso você queira obter um certificado digital como pessoa física e para empresas que desejam obter o Certificado Digital ou e-CNPJ, é preciso verificar as documentações necessárias para a certificação nos dois casos. O preço varia de acordo com o modelo que for adquirido, e gira em torno de 229 reais.
Como é instalar Certificado Digital A1?
A partir de 24 de abril de 2022, a Resolução nº170 passou a permissão da emissão do Certificado Digital ICP-Brasil com uso de videoconferência para o Certificado Digital, de Pessoa Física e Jurídica, restrito à validade de 12 meses, podendo ele ser um A1, no computador, ou A3, no cartão, token ou na nuvem.
Para realizar a instalação é importante a confirmação da identidade do solicitante. Para substituir a confirmação presencial, será realizada a videoconferência com o responsável pelo seu atendimento. Confira o passo a passo:
- Efetue a compra da sua certificação e aguarde a confirmação do pagamento;
- Realize o agendamento do atendimento escolhendo o dia e horário que deseja;
- Envie previamente os documentos exigidos;
- Acesse o link para o atendimento no dia e horário escolhido anteriormente.
Obter o Certificado Digital A1 traz diversas vantagens para o dia a dia para a empresa, assim como tantos outros benefícios que um sistema de gestão integrado pode trazer para sua empresa.
Pela Vigilância Sanitária, o alvará de funcionamento (expedido pela subprefeitura); o cadastro da Limpurb; se possuir aparelho de raios X, laudo radiométrico (renovado a cada dois anos); Cadastro no CNES e Regulamento Interno (V. Regulamento interno), com descrição dos cuidados relativos aos aspectos de biossegurança, rotinas de procedimentos no controle de doenças transmissíveis e registro das ocorrências relativas à doença de notificação compulsória. Pelo Conselho Regional, a carteira do CRO deve estar de posse do profissional responsável pela clínica ou consultório.
Incluem-se infecções comuns do trato respiratório superior: vírus da gripe, rinovírus, adenovírus; – infecções causadas pelo vírus coxsakie (patologias das mãos, pés e boca, hepangina); – verrugas infecciosas: papiloma vírus humano (HPV); – viroses T – linfotrópicas humano I (HTLV-1); – rubéola. b. de origem bacteriana: – infecções estafilocócicas (lesões supurativas, osteomielites, infecções urinárias); – infecções estreptocócicas (escarlatina, febres reumáticas, endocardites, nefrites); – tuberculose; – sífilis; – legionelose; – blenorragia de transporte orofaríngeo.
Na prática odontológica é comum a manipulação de sangue e outros fluidos orgânicos, que são as principais vias de transmissão do HIV e dos vírus das hepatites B (HBV) e C (HCV). As exposições que podem trazer riscos de transmissão são definidas como: • Percutânea – lesão provocada por instrumentos perfurantes e cortantes. • Mucosa – contato com respingos na face envolvendo olhos, nariz e boca. • Cutânea – contato com pele com dermatite ou feridas abertas. • Mordeduras humanas – lesão que deve ser avaliada tanto para o indivíduo que a provocou quanto para aquele que tenha sido exposto (consideradas como exposição de risco quando há presença de sangue). • Ter a máxima atenção durante a realização dos procedimentos. • Não utilizar os dedos como anteparo durante a realização de procedimentos que envolvam materiais perfurocortantes. • Não reencapar, entortar, quebrar ou retirar as agulhas das seringas com as mãos. • Não utilizar agulhas para fixar papéis. • Desprezar todo material pérfuro cortante, mesmo que estéril, em recipiente com tampa e resistente a perfuração• Colocar os coletores específicos para descarte de material pérfuro cortante próximo ao local onde é realizado o procedimento e não ultrapassar o limite de dois terços de sua capacidade total. • Usar EPI completo, conforme orientação do capítulo 7. • Seguir as orientações do PGRSS, conforme orientação do capítulo 13. As hepatites são infecções que acometem o fígado e podem ser causadas por pelo menos cinco tipos diferentes de vírus: A, B, C, D e E, sendo mais comuns os três primeiros. Apresenta um período prodrômico, com febrículas, anorexia, náuseas e às vezes vômitos e diarréia. Pode haver cefaléia, mal-estar, astenia e fadiga. Na fase clínica normalmente há uma redução dos sintomas e surge icterícia, hepatoesplenomegalia dolorosa e discreta. As hepatites podem ser também subclínicas. Outros agentes virais, como o vírus da mononucleose, o citomegalovírus, o vírus da rubéola e do herpes também podem causar quadro clínico semelhante ao das hepatites. • A fonte de transmissão é o próprio homem e a transmissão é direta, pelas mãos, água ou alimentos contaminados. O vírus pode manter sua infectividade por algumas semanas em temperatura ambiente. O profissional de saúde com hepatite A deve ser afastado do trabalho até uma semana após a regressão da icterícia. • As principais vias de transmissão do vírus da hepatite B (HBV) são a parenteral, a sexual e a vertical, em que o vírus é transmitido pela mãe ao recém-nascido no momento do parto. O risco de contaminação pelo HBV está relacionado, principalmente, ao grau de exposição ao sangue no ambiente de trabalho, e também à presença ou não do antígeno HBeAg no paciente-fonte. Em exposições percutâneas, o risco de contaminação pelo HBV varia de 6 a 30%, sendo menor no contato com pele íntegra e maior nas exposições percutâneas por material contaminado, cuja fonte seja positiva para HBV e com a presença de HBeAg (o que reflete uma alta taxa de replicação viral e, portanto, uma maior quantidade de vírus circulante). O risco de hepatite clínica varia de 22 a 31% e o da evidência sorológica de infecção varia de 37 a 62%. Quando o paciente-fonte apresenta somente a presença de HBsAg, o risco de hepatite clínica varia de 1 a 6% e o de soroconversão de 23 a 37%. O vírus da hepatite B tem sido encontrado também em outros fluidos corpóreos, como leite materno, líquido biliar, fluido cérebro-espinhal, saliva, sêmen, suor e fluido sinovial (intra-articular). A saliva é um fluido que vem sendo utilizado para o diagnóstico e estudos epidemiológicos das hepatites, principalmente a do tipo B. Estudos comprovam a infectividade da saliva e o risco de transmissão da infecção pelo fluido e pelo aerossol gerado em procedimentos odontológicos. Apesar das exposições percutâneas serem um dos mais eficientes modos de transmissão do HBV, elas são responsáveis por uma minoria dos casos ocupacionais de hepatite B, provavelmente pela adoção de medidas de precaução-padrão e pela vacinação. O HBV, em temperatura ambiente, pode sobreviver em superfícies por períodos de até uma semana. As infecções pelo HBV em profissionais de saúde, sem história de exposição não-ocupacional ou acidente percutâneo ocupacional, podem ser resultado de contato, direto ou indireto, com sangue ou outros materiais biológicos em áreas de pele não-íntegra, queimaduras ou em mucosas. • O risco de transmissão do vírus da hepatite C (HCV) está relacionado a exposições percutâneas ou mucosas, envolvendo sangue ou qualquer outro material biológico contendo sangue. O risco estimado após exposições percutâneas com sangue sabidamente infectado pelo HCV é de 1,8% (variando de 0 a 7%). Um estudo demonstrou que os casos de contaminação só ocorreram em acidentes envolvendo agulhas com lúmen. O risco de transmissão em exposições a outros materiais biológicos, que não sejam o sangue, é considerado baixo. A transmissão do HCV a partir de exposições em mucosas é extremamente rara. Não existe vacina para prevenção desse tipo de hepatite, nem existem medidas específicas eficazes para redução do risco de transmissão após exposição ao HCV. Em contraste com o HBV, não há risco significativo de transmissão ambiental. Obs: Os vírus D e E por não haver ainda estudos conclusivos, na odontologia, a respeito da forma de transição não serão descritos neste trabalho. • (AIDS) A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida é caracterizada pela imunodepressão e pela destruição de linfócitos T4, que são células que acompanham a resposta imune do organismo, causando infecções graves oportunistas e neoplasias. Vários fatores podem interferir no risco de transmissão do HIV. Após a exposição ao vírus HIV podem surgir sintomas como febre alta, linfadenopatia, mialgia, artralgia, dor de garganta, hepatoesplenomegalia, exantema maculopapular e meningite linfocitária (com um período de duração de sete a catorze dias, mesmo com sorologia negativa – janela imunológica –, podendo manifestar-se até três a seis meses após contato com o vírus). Alguns casos poderão ser assintomáticos. Para causar infecção, o vírus HIV requer transmissão parenteral, contato com a mucosa ou lesões de pele. O vírus não sobrevive por longos períodos fora do corpo humano, podendo ser transmitido por meio do vírus livre, em secreções, ou associado a células vivas, em sangue ou derivados, leite ou sêmen. No caso de transmissão do HIV por contato exclusivo com a saliva, até o momento não existe evidência epidemiológica. O vírus é encontrado em 20% dos portadores de HIV em concentrações abaixo de uma partícula infectante por mililitro de saliva, e aparentemente não guarda relação com a viremia do paciente. A baixa concentração viral na saliva, associada à atividade inibitória que essa secreção parece apresentar em relação ao HIV, resulta em risco pequeno. Entretanto, as precauções devem ser adotadas, pois no tratamento odontológico há possibilidade de contato com sangue e de acidentes com artigos perfurocortantes. Estudos realizados estimam, em média, que o risco de transmissão do HIV é de 0,3% (0,2 – 0,5%) em acidentes percutâneos e de 0,09% (0,006 – 0,5%) após exposições em mucosas. O risco após exposições envolvendo pele não-íntegra não foi ainda precisamente quantificado, estimando-se que ele seja inferior ao risco das exposições em mucosas. Casos de contaminação ocupacional pelo HIV podem ser caracterizados como comprovados ou prováveis. De maneira geral, casos comprovados de contaminação por acidente de trabalho são definidos como aqueles em que há evidência documentada de soroconversão e sua demonstração temporal associada à exposição ao vírus. No momento do acidente, os profissionais apresentam sorologia não-reativa, e durante o acompanhamento se evidencia sorologia reativa. Alguns casos, em que a exposição é inferida, mas não documentada, podem ser considerados como casos comprovados de contaminação quando há evidência de homologia da análise seqüencial do DNA viral do paciente-fonte e do profissional de saúde. Casos prováveis de contaminação são aqueles em que a relação causal entre a exposição e a infecção não pode ser estabelecida porque a sorologia do profissional acidentado não foi obtida no momento do acidente. Os profissionais de saúde apresentam infecção e não possuem nenhum risco identificado para infecção diferente da exposição ocupacional, mas não foi possível a documentação temporal da soroconversão. O risco de exposição varia segundo o tipo de atividade exercida, do uso de medidas preventivas à exposição e da prevalência local de doenças. O risco de aquisição de doenças depende do tipo de exposição, da patogenicidade do agente infeccioso e da existência de profilaxia pós-exposição, bem como da prevalência local de doenças e da suscetibilidade do profissional de saúde. A equipe odontológica está sujeita a diversas doenças adquiridas por meio do contato direto (mãos ou pele) ou indireto (superfícies ambientais ou itens de uso do paciente), devido à proximidade e ao tempo de exposição prolongado durante a realização dos procedimentos, devendo ser adotadas medidas de precauções padrão para com todos os pacientes. • Uso de EPI, conforme capítulo 7. • Higienização das mãos. • Manter os cabelos presos. • Desinfecção concorrente das secreções e dos artigos contaminados. O herpes simples é causado pelo Herpesvirus hominus Tipo I. É um vírus associado a lesões de membranas mucosas e pele ao redor da cavidade oral, que pode permanecer em latência por longos períodos de tempo e sofrer reativação periódica, gerando doença clínica ou subclínica. As manifestações clínicas são distintas e relacionadas ao estado imunológico do hospedeiro. Seu modo de transmissão é o contato íntimo com o indivíduo transmissor do vírus, a partir de superfície mucosa ou de lesão infectante. • É uma parasitose da pele causada por um ácaro cuja penetração deixa lesões em forma de vesículas, pápulas ou pequenos sulcos, sobre as quais ele deposita seus ovos. As manifestações clínicas são coceira intensa e lesões de pele causadas pela penetração do ácaro e pelas coçaduras. As áreas preferenciais da pele onde se visualizam essas lesões são: região interdigital, punhos, axilas, barriga, nádegas, seios e órgãos genitais masculinos. Nos idosos e crianças podem ocorrer no couro cabeludo, palmas das mãos e plantas dos pés. O modo de transmissão, além das relações sexuais, é o contato direto com roupas e doentes. • A pediculose da cabeça é uma doença parasitária, causada pelo piolho. Atinge principalmente crianças em idade escolar e mulheres e é transmitida pelo contato direto interpessoal ou pelo uso compartilhado de bonés, escovas de cabelo ou pentes de pessoas contaminadas. Sua principal manifestação clínica é a coceira intensa no couro cabeludo, principalmente na parte de trás da cabeça, podendo atingir também o pescoço e a região superior do tronco, onde se observam pontos avermelhados semelhantes a picadas de mosquitos. Com a coçadura das lesões, pode ocorrer a infecção secundária por bactérias, levando inclusive ao surgimento de gânglios no pescoço. • São infecções causadas por fungos, que precisam de tratamento em praticamente todos os casos para que se obtenha a cura. Os sinais e sintomas são bastante desconfortáveis e caracterizam-se por coceiras e alterações na pele, gerando lesões que se apresentam de forma variada, de acordo com o tipo de micose e extensão da doença. Além disso, a micose também predispõe o surgimento de outras doenças associadas, como infecções bacterianas. As micoses podem ocorrer no couro cabeludo, na pele e nas unhas. Algumas formas de micose que comprometem a pele são a candidíase e a pitiríase versicolor. A onicomicose é a infecção das unhas, que ocorre com maior frequência nos pés, mas também pode ocorrer nas mãos. As unhas podem sofrer espessamento, ter sua forma, aparência ou coloração alteradas, algumas vezes se tornam mais frágeis e quebradiças e, em outros casos, ficam endurecidas. As micoses podem ser contraídas em lugares quentes e úmidos como vestiários, boxe de banheiro, alguns ambientes profissionais em que prevalece a umidade ou ainda por questões higiênicas, aumento de sudorese, uso de tecidos sintéticos, etc. A transmissão direta pelos portadores de micose de unha não é comum. • É uma doença ocular causada por vírus ou bactérias do tipo staphylococcus, streptococcus, haemophilus, entre outros. A duração da doença não tratada chega a duas semanas. Seu contato se dá por fômites inanimados ou contato direto pessoa a pessoa.
Mestrado mede a capacidade de pesquisa e síntese, e culmina em uma dissertação; doutorado, além dos mesmos requisitos, também avalia a contribuição original para o avanço do conhecimento e se encerra em uma tese.
PROFISSIONALISMO, AMIZADE E ALÍVIO DA DOR
Desde que se entende por gente, Dr. Adalberto foi seduzido pela vontade de ser cirurgião-dentista. A mãe religiosa até que acendeu algumas velas na vã tentativa de o filho ser padre, mas nem assim aquele filho de funcionário público se desviou do destino. Nascido na pequena Itatiba – SP, distante 26 km de Campinas, em 30 de novembro de 1933, quando completou 15 anos, veio para São Paulo onde passou no vestibular mais concorrido da carreira, o da USP. Lembra-se com saudade de sua iniciação, de quando aplicou a primeira anestesia e do momento em que começou a exercitar sua arte junto a comunidades pobres de uma igreja, no bairro de Pinheiros, em São Paulo. Logo em seguida, optou pela Endodontia, e então fez dela tema de sua dedicação odontológica absoluta até hoje (também trilha carreira como advogado de respeito). Ao longo da carreira, sedimentou suas relações participando com todo empenho de entidades de classe – às quais faz duros reparos, hoje –, mas acreditando que elas têm a força da integração e de fazer valer as reivindicações.
Orgulha-se muito da formação sólida, que permitiu que diagnosticasse males ainda incipientes em seus pacientes, a tempo de permitir a cura.
GUIA – O senhor sempre quis ser dentista ou teve dúvidas na hora da escolha da profissão?
FEDERIGHI – Na infância, tive sonhos de seguir profissões inviáveis, como padre ou aviador, que foram evoluindo para outras modalidades, conforme a idade avançava. Entretanto, ao iniciar o curso colegial, já tinha-me decidido pela Odontologia.
GUIA – Sua família era abastada?
FEDERIGHI – Não, era classe média. Meu pai era funcionário público federal e minha mãe, filha de fazendeiro. Morávamos em Atibaia, SP, onde permaneci até concluir o ginásio. Depois mudei-me para São Paulo, onde em 1951 iniciei o curso colegial no Colégio Rio Branco e em 1954 iniciei a Faculdade de Farmácia e Odontologia da USP.
GUIA – Foi fácil ingressar na faculdade?
FEDERIGHI – Na época, havia apenas quatro faculdades de Odontologia: a da USP em São Paulo, em Araraquara, em Ribeirão Preto e em Campinas, as três últimas particulares. Nesse mesmo ano em que ingressei, vale dizer, em 1954, iniciou-se curso de Odontologia em Lins. O vestibular na USP era, conforme ocorre ainda na atualidade, bastante difícil. Passei na primeira tentativa, certamente devido ao ótimo curso colegial no eficiente Colégio Rio Branco. Acrescente-se que no exame vestibular havia provas escritas, orais e práticas em laboratórios. Tive sorte, embora me preparasse bem.
GUIA – Qual foi a lembrança mais marcante do tempo de faculdade?
FEDERIGHI – Foram muitas e difíceis de serem relacionadas. Mas direi da minha grande emoção ao ministrar a primeira anestesia, uma troncular mandibular. Era aluno do professor Baldacci, que estava ensinando-nos anestesiologia. À certa altura, ele chamou um rapaz do nosso grupo para aplicar, mas o sujeito tremia feito vara verde. Eu o substituí e, gloriosamente, realizei minha primeira anestesia.
GUIA – Assim que se formou, já montou um consultório?
FEDERIGHI – Antes mesmo de me formar, já trabalhava em uma clínica que atendia pessoas humildes em dependências da Igreja do Calvário na Rua Cardeal Arco Verde, em Pinheiros. No segundo semestre do último ano do curso, um colega, meu amigo, franqueou-me seu consultório duas vezes por semana à noite, quando verdadeiramente iniciei – de modo precário – a profissão. Seis meses após a formatura, já estava instalado em consultório próprio.
GUIA – Como foi seu processo de adquirir clientela através dos anos? Sente que teve relação direta com a situação econômica do país?
FEDERIGHI – Nos seis primeiros anos de atividade, trabalhei em bairro, na Vila Mariana, local de classe média alta, com placa afixada na fachada do consultório, em uma casa. Meu progresso foi lento, pois os moradores do local somente se serviam de profissionais instalados no centro da cidade – Rua Marconi e adjacências – como era usual na época. Minha clientela era constituída quase exclusivamente de amigos, parentes e suas respectivas indicações. Morava distante, em Santa Cecília, onde tinha meu círculo de amizades. Era sacrificado o deslocamento para o local do consultório. Seis anos após, transferi-me para a Av. Paulista, logo no início em que se firmava como centro comercial. Com dez anos de experiência profissional, comecei a atividade de especialista em Endodontia que exerço, com exclusividade, até hoje. A situação econômica do país variou sobremaneira durante os longos anos de minha atividade. Durante a metade de minha carreira, a situação econômica do Brasil era muito boa. A Odontologia era atividade bastante rentável para todos os profissionais. Era possível amealhar um bom patrimônio com alguns anos de trabalho. Entretanto, de uns 15 a 20 anos para cá, a situação mudou. O desemprego vem aumentando sistematicamente e uma imensa carga tributária castiga a população, situação que acarreta diminuição da circulação da moeda e inibe o poder de compra de todos. Hoje, pode-se afirmar, sem que se cometa erros, que somente tem disponibilidade de recursos os políticos e banqueiros, principalmente.
GUIA – A tecnologia atuando no progresso dos aparelhos e instrumentos, em sua opinião, tirou o estigma de profissão associada à tortura e à dor, que sempre perseguiu a Odontologia?
FEDERIGHI – O medo do paciente é uma situação inerente à prática da Odontologia. Sempre aparece um paciente que tem pavor do dentista, esquecendo-se de que o profissional não tem culpa, pois trabalha para eliminar a dor constante que o aflige, embora o tratamento possa trazer desconfortos, porém isto é efêmero. Obviamente, as técnicas e os materiais odontológicos evoluíram e continuam a evoluir consideravelmente, em benefício não apenas da clientela, mas também do próprio profissional. Outrora, quantas moldagens de cavidades tive de fazer com material de moldagem como a godiva, através de anel de cobre arduamente ajustado no dente para eliminar retenções, responsáveis pelas alterações que poderiam deformar a moldagem durante a remoção do anel? Com o advento dos materiais elásticos, houve grande simplificação no processo de moldagens.
GUIA – Entre todas as histórias que viveu na profissão, o senhor é capaz de contar alguma dentre as mais marcantes?
FEDERIGHI – Quando estava no segundo ano da faculdade, meu pai faleceu de câncer. Isto me arrasou e durante alguns anos fiquei muito emocionado com o triste fato. Logo que me formei, fiz um curso de “Diagnóstico do câncer” realizado no Serviço de Cabeça e Pescoço no Hospital do Câncer, visando a ajudar na prevenção desses tumores. Poderia dizer que de nada valeu o curso se vários anos após, ao atender uma jovem, não tivesse diagnosticado a terrível doença. A paciente fora indicada para um tratamento endodôntico sob suspeita de ser responsável por um gânglio cervical enfartado. Ao examiná-la, constatei grande consistência e deslocamento fácil do nódulo à pressão lateral, sinais clínicos de evidência da presença do tumor. Com muito cuidado e sem revelar a suspeita para não abalar a paciente, fiz ver a ela que deveria procurar um bom otorrino para tratamento e, indagado por um nome, sugeri discretamente que no Hospital do Câncer ela encontraria excelentes profissionais. Tempos depois, o profissional para quem houvera feito a indicação telefonou-me dizendo que o diagnóstico prematuro de lesão cancerosa na laringe tornara necessário o esvaziamento da cadeia ganglionar cervical e o caso apresentava razoável prognóstico. Anos após, com surpresa, vim a saber que a paciente, com vida útil acima de sete anos, estudara Odontologia e era minha colega. Foi um fato do qual muito me orgulho, ter ajudado alguém na luta contra moléstia tão insidiosa que roubara, prematuramente, a vida de meu genitor.
GUIA – Em sua percepção, a que aspecto um paciente de dentista mais se detém quando escolhe um profissional?
FEDERIGHI – Considero que o esclarecimento ao paciente sobre o trabalho que o dentista pretende executar é de primordial importância. O paciente, embora o nome já afirme uma posição de certa submissão, não deve ser encarado como um ser inanimado. Ele está vivo e merece a atenção e respeito do profissional. Não me parece correto, também, um atendimento excessivamente profissional e formal. O dentista deve procurar amenizar o tratamento procurando conversar, às vezes, sobre outros assuntos de momento na mídia ou, discretamente, indagando e procurando demonstrar interesse sobre as atividades sociais, de lazer ou mesmo sobre o trabalho do paciente. É claro que ordem e higiene no local de trabalho ajudam bastante, como também equipamentos modernos impressionam bem.
GUIA – De tudo o que realiza na Odontologia, o que faz com maior satisfação?
FEDERIGHI – Sou especialista em Endodontia e a exerço, exclusivamente, há 45 anos. Assim, sou procurado para aliviar a dor que sofre o paciente em casos de inflamação aguda na polpa dentária ou abscessos e isto me encanta, como me encanta, também, realizar o tratamento endodôntico de dente com lesão periapical e após alguns meses ver na radiografia que a lesão desapareceu.
GUIA – Considera importante a reciclagem profissional em cursos e congressos freqüentes? Quando fez seus mais recentes? De que tratavam?
FEDERIGHI – Apresentei-me como conferencista em inúmeros congressos e entidades de classe e como ministrador de cursos. Freqüentei até hoje dezenas de cursos, inclusive com docentes de todo o mundo, nos quais foram ensinadas as mais variadas técnicas e discutidos os mais diversos casos. Na minha especialidade, precisa-se tomar muito cuidado com alterações nos procedimentos que estamos acostumados e dominamos bem, pois os resultados só aparecem depois de anos.
Se uma técnica for escolhida por um caráter apresentado como milagroso em detrimento de outra que vem funcionando bem, somente após meses se poderá conhecer do fracasso de muitos casos. Daí, precisa haver cuidado com ofertas que a todo momento aparecem no mercado e que se destinam ao comércio de produtos nem sempre eficientes. O último curso que frequentei foi sobre o emprego de instrumentos rotatórios de titânio e obturação com cone único de guta-percha aquecida, ministrado na Associação Brasileira de Endodontia.
GUIA – Quanto às instituições de classe como conselhos, associações e sindicatos, que análise faz de seus desempenhos?
FEDERIGHI – Para uma resposta completa, seria necessário um espaço maior e longo tempo. Em apertada síntese, pode-se dizer que nem sempre o resultado dessas administrações convencem. Estou à vontade para falar sobre a matéria por já ter assumido cargos nestas entidades. Fiz parte do 1° Conselho Regional de Odontologia, eleito seu secretário. Permaneci neste órgão por cinco anos ocupando vários cargos, inclusive a presidência. Fiz parte da Diretoria e do Conselho Deliberativo da APCD. Só não atuei no Sindicato. Isto ocorreu em outros tempos. Tempos em que o amor em servir era a melhor paga. Em vez de cargos, tratava-se de encargos. Na atualidade, prevalece a política que mantém no poder pessoas em caráter ad perpetuam, como seres insubstituíveis, esquecendo-se de que idéias diferentes são bem-vindas no desenvolvimento e no progresso das entidades. Muitos fazem do cargo meio de vida e alguns estão afastados da atividade profissional mantendo clínicas de fachada, apenas. Observe-se que os Conselhos de Odontologia são órgãos de natureza essencialmente ética. Na ética odontológica, está primordialmente a razão de sua própria existência. Além de punir, o que fazem para orientar o cirurgião-dentista? Promovem debates, cursos, conferências acerca da matéria? Não. Mas sempre há espaço para homenagens a pessoas nem sempre ligadas à Odontologia. Entretanto, exceções devem ser feitas à APCD, pelos inúmeros e bons serviços apresentados à classe no âmbito técnico, social e de lazer. Está instalada em sede com todos os requisitos modernos que merecem os dentistas deste Estado. Ademais, lá o poder se renova, periodicamente, por força do estatuto em vigência, o que não ocorre nos Conselhos de Odontologia e Sindicatos em que, ao que parece, os cargos são eternos.
FORJANDO AMIGOS COM OTIMISMO E ÉTICA
Carioca da Tijuca, nascido em 13 de julho de 1922, Dr. Joaquim testemunhou privilegiadamente todo o esplendor da Cinelândia, notório bairro que nos anos 1940, 1950 e 1960 monopolizou os holofotes da boemia e viveu o apogeu do brilho e da riqueza comercial da então Capital brasileira. Assim que se graduou, montou consultório nessa área fervilhante. Com espírito geneticamente positivo e jeito de diplomata, foi conquistando aos poucos uma clientela a princípio granjeada entre parentes e amigos, e que foi tornando-se fiel a seu trabalho sempre preocupado com a perfeição. Hoje transita entre seus dois apartamentos, no Grajaú e na Barra da Tijuca, curtindo uma recém-iniciante aposentadoria. A profissão lhe trouxe algumas compensações, a mais valiosa delas na forma de pencas de amigos, conquistados significativamente em seus muitos contatos interpessoais. Vários deles vêm de quando era ainda dirigente da classe. Para sua satisfação, porém, a fatia mais substancial é egressa daqueles que inicialmente se apresentaram como clientes.
GUIA – Como descobriu a vocação para a Odontologia?
OTTONI JÚNIOR – Minha vocação para a Odontologia surgiu pelo estímulo que recebi de minha mãe, que dava muita importância aos cuidados com a higiene da boca.
GUIA – O senhor foi o primeiro dentista na família? O que significava ser um profissional diferenciado de saúde naqueles tempos?
OTTONI JÚNIOR – Fui realmente o primeiro dentista da família, pois meu pai e meu avô eram engenheiros, e eu me sentia como um peixe fora d’água.
GUIA – Sua família teve que custear a faculdade? Era fácil, tranqüilo?
OTTONI JÚNIOR – Estudei no Colégio Universitário, no Rio de Janeiro, em 1940 e 1941, e submeti-me ao exame vestibular na Faculdade Nacional de Odontologia da Universidade do Brasil, também no Rio de Janeiro, em 1942, quando fui aprovado. Minha família era de classe média, éramos cinco irmãos. De toda maneira, não dei muito trabalho a meus pais na área financeira, já que o colégio e a faculdade não eram pagos.
GUIA – Que lembrança ficou dos professores da faculdade?
OTTONI JÚNIOR – Só tenho boas lembranças e agradeço a todos os ensinamentos que recebi. Aliás, sempre me dei bem, pois vejo sempre o lado bom das coisas, sou positivo. Meus professores serão sempre bem lembrados, alguns eram apaixonados pela profissão. Infelizmente, a luta pela vida faz com que, depois do período acadêmico, a gente tenha pouco contato.
GUIA – Como começou a trabalhar, tão logo se formou?
OTTONI JÚNIOR – Ao me formar, aluguei um consultório de um colega por um ano; no ano seguinte, adquiri um consultório e passei a exercer a profissão em consultório próprio. A clientela foi surgindo devagarzinho, entre amigos e parentes e também de uma empresa que havia perto, os escritórios da Cia. Propac – importadora de carros ingleses – que tinha muitos funcionários. Também fazia meu marketing distribuindo cartões a todo mundo que conhecia. Meu consultório era na Cinelândia, que era o local quente da época, bem centralizado e comercial. Hoje, esse foco de importância passou para a zona sul.
GUIA – Passou por situações constrangedoras do noviciado ou se deu sempre muito bem?
OTTONI JÚNIOR – No início de carreira, passei por algumas situações embaraçosas, em que precisei recorrer a colegas de turma, principalmente. Não há quem não passe por alguma dificuldade própria desse aprendizado inicial na profissão. Mas nada que tenha ficado na memória, tudo foi logo superado.
GUIA – Qual foi a lembrança mais marcante do tempo da faculdade?
OTTONI JÚNIOR – Recordo-me, como se fosse hoje, das palavras do saudoso professor Frederico Eyer, orientando-me quanto aos cuidados de higiene: “Lave bem as mãos, mantenha-as para cima, não toque em nada a não ser na cavidade oral do paciente. Esterilize seu instrumental e faça o mínimo de traumatismo nos atos cirúrgicos.” Lembro-me ainda do diretor da faculdade, que também era professor de Técnica e fumava um charuto enorme. Ele era muito acessível, assim como seus assistentes, como o professor de Prótese, com quem partilhei amizade. Não era uma relação impositiva, do tipo disciplinadora e de cima para baixo; sentia-me um igual junto deles.
GUIA – Como é que foi formada inicialmente sua clientela? Considera que era mais fácil arregimentar clientes novos naquele tempo ou hoje?
OTTONI JÚNIOR – Minha clientela se formou através do círculo de relações que tinha e assim perdurou por 42 anos em que exerci a profissão. Foram muitos altos e baixos, mas nunca como as dificuldades de hoje.
GUIA – Conseguiu formar um bom patrimônio, acha que foi uma atividade compensadora ou, comercialmente analisando, hoje teria feito outras opções?
OTTONI JÚNIOR – Não considero ter formado um bom patrimônio, mas o suficiente para ter uma aposentadoria tranqüila e equilibrada. Viajei muito pelo mundo, participei de várias entidades odontológicas: presidi o Sindicato dos Odontologistas do Rio de Janeiro, durante um mandato; presidi a Federação Nacional dos Odontologistas por 12 anos e a ABO Nacional por um mandato; fui membro do CRO-RJ, quando presidi por um ano a Comissão de Ética, e fui tesoureiro da Confederação Nacional das Profissões Liberais. Sou muito otimista e não costumo olhar para trás. Sempre luto para superar as dificuldades que surgem. Estou satisfeito com a vida que levei e nunca me preocupei em saber se as coisas seriam melhores, caso eu tivesse optado por qualquer outra profissão. Fiz muitos amigos no decorrer de minha vida profissional e cito, entre outros, Paulo Frenkel, Carlos Nohl e Edgar da Cruz Ferreira, do Rio de Janeiro; Henrique Motilinsky, Jairo Corrêa e Fausto Baddini, de São Paulo; Domingos Valise Sestelo, da Bahia; Luiz Nogueira, do Ceará; Fernando Gueiros, de Pernambuco; Antônio Luiz Milhazes, de Alagoas; Alfredo Campos Pimenta, de Minas Gerais. Muitos nomes poderia citar ainda, mas a memória, no momento, não me ajuda a lembrar os nomes, por falta de contato há vários anos.
GUIA – Acha que ainda se justifica o medo que o público tradicionalmente associa a dentista?
OTTONI JÚNIOR – Era justificado na minha época, quando os equipamentos eram enormes e emitiam sons que remetiam diretamente para sensações dolorosas. Essa expectativa vem sendo minorada paulatinamente com a adoção de novas tecnologias, e a agulha e o motorzinho assustam cada vez menos.
GUIA – Que histórias lembra-se de ter vivenciado que fazem a profissão ser gratificante?
OTTONI JÚNIOR – Realmente a Odontologia nos propicia momentos gratificantes que ocorrem sempre quando superamos as dificuldades e conseguimos atenuar e solucionar os problemas dos pacientes. O que mais está vivo na minha memória é que há pouco, quando me aposentei, mandei correspondência a todos os meus clientes, e só recebi elogios e incentivos desses amigos. Na verdade, acho que isso é uma recompensa por ter procurado fazer de cada cliente um amigo.
GUIA – A relação com outros colegas sempre foi pautada por atitudes éticas ou tem a reclamar de outros profissionais?
OTTONI JÚNIOR – Sempre pautei o relacionamento com meus colegas dentro da ética e do respeito aos seus princípios, daí o grande número de amigos que conquistei. Também não tenho queixas de colegas; acho que no tempo em que exerci a profissão, principalmente no início, os colegas se respeitavam mais, tinham sempre cuidado ao falar dos procedimentos alheios, não existia isso de criticar abertamente para clientes.
GUIA – O futuro da Odontologia, a seu ver, vai ser parecido com o da Medicina no que tange ao domínio dos planos de saúde?
OTTONI JÚNIOR – Acredito que sim. Veja bem, parecido não quer dizer igual, pois fazemos o diagnóstico da doença, aplicamos a medicação e, em seguida, constatamos o resultado obtido. Tudo isto torna nossa atividade onerosa, porém gratificante. Mas por causas econômicas e por proporcionar acesso aos cuidados com a saúde bucal a mais gente, o futuro vai, inevitavelmente, estar ligado a programas de saúde em grupo.
GUIA – Entre as atividades que realiza dentro da profissão, qual a que habitualmente dá mais prazer?
OTTONI JÚNIOR – Aquela de constatar que os problemas foram solucionados e o êxito, alcançado. Sempre gostei muito de preparar incrustações, principalmente com ouro. Apreciava muito esculpir, incluir, mandar para o protético. Tinha até um pequeno laboratório no fundo do consultório, para poder cuidar que os procedimentos protéticos fossem perfeitos até o final.
GUIA – A participação constante em congressos e cursos para o senhor é fundamental ou a prática é sempre mais importante?
OTTONI JÚNIOR – É fundamental a participação constante do profissional em cursos e congressos que lhe permitam aumentar e atualizar seus conhecimentos. Participei, inclusive presidindo, de vários congressos de Odontologia, nacionais e internacionais, que sempre me mantiveram acompanhando a evolução da nossa profissão.
GUIA – Quanto às instituições de classe como conselhos, associações e sindicatos, acha que prestam bom serviço à profissão?
OTTONI JÚNIOR – Aconselharia que todo cirurgião-dentista participasse de nossas entidades de classe, pois prestam grandes serviços à categoria profissional. Trabalhei muito no sindicato e na federação, quando a gente investia mais em benefícios e incentivos, mas também lutava para que a categoria obtivesse salários mais dignos e equiparados com os dos médicos. Sempre foi muito difícil, mas tivemos no decorrer dos anos alguns aliados importantes, como o ministro da Previdência, o gaúcho Jair Soares, pois conseguíamos sempre ser recebidos por autoridades como ele, que participava conosco das grandes causas.
GUIA – Hoje aconselharia um filho ou um neto a seguir a carreira odontológica?
OTTONI JÚNIOR – Sempre fui a favor do livre arbítrio: nunca procurei influenciar em alguma direção. Acho que as pessoas devem procurar descobrir suas afinidades e fazer as melhores escolhas. Mesmo quando têm dúvidas, existem hoje vários testes que nos orientam e esclarecem. Meu filho, por seu lado, acabou fazendo engenharia química. Também nenhum neto optou por escolher Odontologia.
RECICLAR SÓ SE ENCERRA NA APOSENTADORIA
Do alto de uma existência rica na profissão, o Dr. Maurício permanece fiel ao espírito de sempre se renovar e, aos 70 anos, não deixa de realizar novos cursos de reciclagem – estética é uma das suas predileções. Vivenciando todos os progressos que vieram desde o motor de cordinha e a anestesia que tremia pernas, ele soube adaptar-se e pilota um consultório concorrido no bairro de Higienópolis, em São Paulo. Mesmo contrariado com a situação do país – notadamente com o desemprego e a situação econômica excludente – e com alguns rumos que a carreira tomou, ele é sempre confiante nos destinos da Odontologia. Nas horas vagas, esse prestigiado cirurgião, nascido em 20 de novembro de 1934, em Sertãozinho – SP, localizada a 40 km de Ribeirão Preto, encontra tempo para outras paixões, além da mulher Vilma e da família. É quando faz religiosamente sua caminhada diária, desenha, pinta ou cultiva suas plantas, sempre meditando ao som da boa música.
GUIA – O senhor sempre quis ser dentista ou teve dúvidas na hora da escolha da profissão?
MAMMANA – Nunca tive dúvidas na escolha da profissão, pois sempre, desde pequeno, tive contato com a Odontologia, uma vez que meu irmão, 20 anos mais velho, era dentista e tinha consultório na casa em que morávamos. Sendo assim, eu passava muito tempo vendo meu irmão trabalhar e tinha muito contato com tudo o que acontecia em um consultório. Além do mais, outro irmão era protético e eu também vivia mexendo no seu laboratório. Tempos mais tarde, passei a ajudá-lo no laboratório, adquirindo muitos conhecimentos mesmo antes de entrar na Faculdade.
GUIA – A que extrato da sociedade sua família pertencia?
MAMMANA – Era de classe média.
GUIA – Foi difícil ingressar na faculdade?
MAMMANA – Fiz duas tentativas para ingressar na faculdade. A primeira tentativa foi pro forma, só para saber como era um vestibular. No ano seguinte, foi para valer e consegui entrar.
GUIA – Qual foi a lembrança mais marcante do tempo da faculdade?
MAMMANA – A mais marcante foi o fato de estudar em outra cidade, pois entrei na PUC de Campinas e vinha duas vezes por semana para São Paulo, onde tinha minha família e a namorada, e também os inúmeros colegas que se tornaram amigos, a vida em repúblicas etc.
GUIA – Assim que se formou, já montou um consultório?
MAMMANA – Sim. Na época em que me formei, meu irmão estava instalado em um prédio no centro de São Paulo, mais precisamente na Rua Marconi, onde se situavam os médicos e os dentistas bem considerados, pois, naquele tempo, dentistas e médicos de bairros não tinham o mesmo conceito. Neste prédio, ele possuía um conjunto com dois consultórios e imediatamente comecei a trabalhar junto com ele.
GUIA – Como descreve a clientela que teve através dos anos? Pode fazer um paralelo da situação econômica do país com a facilidade das pessoas em procurar tratamento bucal?
MAMMANA – Foi sempre uma clientela fiel. Raríssimas vezes, levei algum calote. Não tinha nenhuma publicidade, pois meu consultório ficava no terceiro andar do edifício. Os clientes que recebia sempre foram recomendados por outros já conhecidos. Até hoje, 47 anos depois, tenho clientes ou descendentes deles que ainda confiam no meu trabalho. Anos atrás, havia mais facilidade para os pacientes fazerem seus tratamentos. A situação financeira era mais favorável. Muitas vezes, duas ou três pessoas da mesma família faziam o tratamento concomitantemente. Hoje, notamos claramente que há mais dificuldade e geralmente só quando termina um tratamento é que outra pessoa inicia. Realmente, percebe-se que há muito mais dificuldade devido à situação econômica e ao desemprego.
GUIA – Quanto à tecnologia dos aparelhos e dos instrumentos de que se dispunha quando começou a trabalhar: considera que era realmente motivo de produzir medo na clientela? Essa variável foi alterada com a tecnologia?
MAMMANA – Realmente a Odontologia mudou muito nesses anos. Quando iniciei na profissão, ainda não existia o motor de alta rotação. O motor de cordinha realmente era de assustar. Para se preparar uma cavidade, era um suadouro para o paciente e para o profissional. Além do tempo que demorava o preparo, a trepidação era terrível. Os anestésicos quase sempre provocavam lipotimia e tremedeira nas pernas do paciente causando um mal-estar muito desagradável e muita preocupação para o profissional. Hoje, esses problemas estão sanados e esquecidos.
GUIA – Entre as histórias que viveu na profissão, o senhor pode contar alguma muito embaraçante?
MAMMANA – Uma ocasião estava fazendo um tratamento endodôntico de um segundo molar superior e o paciente não suportava o dique de borracha. Estava fazendo a instrumentação com uma lima quando de repente o paciente fez um movimento brusco com a cabeça e o instrumento que estava tensionado pulou da minha mão e sumiu. Procuramos por toda parte e não o encontramos. Perguntei ao paciente se ele não havia engolido. Ele jurou que não tinha percebido nada. Fiquei desconfiado e pedia a ele que, saindo do consultório, fosse fazer um raio X para tirar a dúvida. Ele concordou. Fez o raio X e ficou confirmado: havia engolido a lima. No dia seguinte, fez outra radiografia e constatou-se que ela tinha passado pelo esôfago e chegado ao estômago. No terceiro dia, novo raio X e ela se encontrava no intestino. Três dias de agonia, esperando o que
poderia acontecer. No quarto dia, o paciente aparece no consultório com um pacotinho na mão. Sorridente, veio me devolver a lima. Nenhuma conseqüência. Que alívio. Porém em todos os anos que antecederam esse fato e em todos os outros que se seguiram, nunca mais tive outro problema.
GUIA – Em sua percepção, a que aspectos um paciente de dentista mais se detém quando escolhe um profissional?
MAMMANA – Percebi durante esses anos que o paciente se detém muito na honestidade do dentista, na firmeza de sua ações e na higiene do ambiente. A cordialidade e a parte humana são fatores preponderantes na relação paciente-profissional. Acho que todos esses itens fazem com que o paciente escolha de forma correta a quem vai confiar sua boca.
GUIA – De tudo o que realiza na Odontologia, o que mais proporciona prazer?
MAMMANA – São muitos os procedimentos que nos proporcionam prazer. Uma restauração estética, corrigindo um defeito causador às vezes até de complexo, deixa-nos realizado. Porém, tirar o paciente de um quadro de dor, que o aflige e o faz sofrer, é o mais gratificante.
GUIA – Considera importante a reciclagem profissional em cursos e congressos frequentes? Quando fez seus mais recentes? De que tratavam?
MAMMANA – Sem dúvida é importantíssimo que o profissional atualize-se e esteja sempre a par de todas as novidades e novos recursos que diariamente surgem na profissão. Minha última reciclagem foi feita sobre estética.
GUIA – Quanto às instituições de classe como conselhos, associações e sindicatos, avalia que prestam bom serviço à classe?
MAMMANA – Sim, as associações têm prestado bom serviço na atualização dos profissionais com cursos de bom nível, congressos bem elaborados e os mais diversos atendimentos, como seguros e prestação de serviços.
GUIA – O que é gratificante e o que é desagradável na profissão?
MAMMANA – Gratificante é ver o paciente sair contente com os serviços recebidos; desagradável é perceber quando o paciente mostra sinais de desconfiança ou ao término do tratamento não dá o devido valor.
GUIA – Hoje aconselharia um filho ou um neto a seguir a carreira odontológica?
MAMMANA – Tenho sérias dúvidas quanto a isso. Hoje, devido às condições financeiras, aos convênios que desvirtuaram muito a profissão e à grande concorrência existente, ficaria muito em dúvida se recomendaria a um filho ou neto seguir essa profissão.
O SEGREDO É SE INSERIR NA COMUNIDADE
Na longa trajetória que percorreu dentro da profissão, Dr. Osmar conheceu quase todo o mundo, representou a classe junto ao alto escalão da República e esteve sempre entre os atores principais das causas odontológicas em suas datas importantes. Obstinado pela valorização da arte da saúde bucal, que veio a desenvolver depois de anos exercendo a prótese, desde cedo pôs em prática sua fórmula para aceitação social. Nascido em Araras – SP, em 18 de dezembro de 1922, com seu jeito pragmático, logo inseriu-se em associações profissionais que lhe abriram portas para permear o tecido da comunidade que pretendia atingir. Hoje, do alto do prédio que ergueu com vários consultórios no bairro de Cerqueira César, em São Paulo, ele diz com jeito manso que, mesmo desapontado com a recente proliferação de marketing na Odontologia, acredita nos valores da profissão e avalia que tudo o que fez valeu a pena.
GUIA – Sempre foi sua vocação ser dentista?
FREITAS – Sim. Antes fui protético, paguei todo meu curso como protético. Sou filho de alfaiate, e na minha família havia um tio que era dentista, que foi meu orientador e inspirador.
GUIA – Considera que a imagem do cirurgião-dentista mudou muito desde que o senhor se formou?
FREITAS – Não substancialmente. Mas considero que depois da edição do Código de Ética a profissão foi moralizada e saneada, e praticamente não existe mais a figura do falso profissional por aqui. Exceto um ou outro caso no Norte-Nordeste do país.
GUIA – Como analisa a dificuldade para ingressar na faculdade em sua época de vestibulando com a facilidade de acessos de hoje?
FREITAS – Não foi difícil porque eu estava bem preparado. Naquela época, não existia prova do tipo teste, e a pessoa era obrigada a exibir seu conhecimento em questões escritas, e assim não havia como passarem quase-analfabetos ou mal alfabetizados. Hoje, com a maior ofertas de vagas, isso pode acontecer. Esse quadro ainda permanece principalmente pela falta de frequência às bibliotecas das universidades. Se você for a alguma agora, vai verificar que estão sempre às moscas.
GUIA – Os tempos de faculdade trazem só boas lembranças? Como era a relação com os professores e colegas?
FREITAS – Era muito boa, muito respeitosa. Os professores eram abertos, acessíveis, nunca presenciei nenhuma cena desagradável nesse contato. Com os colegas, para se ter uma ideia, acabamos de promover uma festa maravilhosa de 50 anos de formatura, e todos eles se encontram muito bem posicionados.
GUIA – Para ingressar no mercado de trabalho, era uma operação tranquila? O esquema era apenas montar um consultório e colocar uma placa?
FREITAS – Exatamente, não mandei nem fazer cartão de visita. O fato de eu já ser protético facilitou muito, pois naquele tempo era quase imprescindível trabalhar junto a um laboratório, era mais econômico e o dentista podia fiscalizar a mão-de-obra de seus trabalhos. Então, montei tudo no mesmo prédio.
GUIA – Não era transmitida orientação específica para esse começo de carreira, bem como parâmetros para seguir no planejamento de um consultório?
FREITAS – Sim, tínhamos como referência montar consultório sempre junto a lugares com boa afluência de público e uma estrutura básica, com padaria, farmácia, hospital, clínicas etc. A filosofia que nos era passada, sempre com ênfase, é que tínhamos o direito de ser um permanente estudante. Cada dia que se passa sem um livro, uma revista, um curso, esse dia nunca é recuperado.
GUIA – Lembra-se de ter passado por apuros nos tempos de novato no consultório?
FREITAS – Nunca me lembro de ter havido um acidente que obrigasse a me socorrer de outro colega. Estava sempre fazendo cursos, meu currículo é dessa altura, então tinha muito expediente.Lembro-me de que tudo era tranquilo, fácil.
GUIA – Que aspecto de sua atuação a clientela valorizava principalmente?
FREITAS – Basicamente boa apresentação, seriedade e pontualidade.
GUIA – Ter clientela predominantemente feminina é um sinal de êxito, segundo alguns dentistas experimentados, pela facilidade de as mulheres trazerem novos clientes. O senhor também pensa assim?
FREITAS – Atualmente não vejo distinção entre sexos, mas sei que tratando de mulheres com seriedade a chance de novas indicações acaba sendo sempre grande.
GUIA – Sua carreira como dirigente profissional, como nasceu?
FREITAS – Pelo grande interesse pela Odontologia e pelo valor dado ao congraçamento profissional. Talvez no início tivesse alguma capacidade de liderança, mas entrei logo para a Maçonaria, em que cheguei a ser mestre, e também no Lions e no Rotary. No Lions, por exemplo, valeu-me uma minibolsa para Israel. Viajei o mundo todo, então acho que procurar uma entidade importante e internacional como essas e freqüentar, aparecer, e fazer um marketing – ainda que deteste essa palavra – faz com que as coisas aconteçam.
GUIA – Por que essa predisposição contra marketing?
FREITAS – Não aceito marketing; para mim vem associado a vendas de bananas. Muitos desses profissionais que vivem dando aula de marketing em geral estão na miséria. Preocupam-se tanto em vender o peixe, gritam tanto no ouvido do freguês que o freguês compra outro peixe. Não considero o marketing nas condições em que é “vendido”, como gostam de dizer, uma linha auxiliar na área da saúde. Não conheço um profissional de prestígio nacional ou internacional que seja especialista em marketing. Se ele tem prestígio é porque ele não precisou de marketing.
GUIA – Quais as principais dificuldades que sentia para defender a profissão?
FREITAS – Nunca tive problemas nesse sentido. Sempre me pautei por muita seriedade nessa área de atuação. E, até em casos em que via sendo alardeada propaganda enganosa, soube sair muito bem. Como a de um colega que era professor de faculdade e tinha consultório aqui na Frei Caneca. Vivia anunciando que tinha a cura da piorréia por métodos “químicos e secretos”. Em verdade, ele cauterizava com fenol em diversas sessões, e acabava parecendo que tinha algum progresso. Levei-o ao tribunal e, quando era presidente do Conselho, mandei fechar o consultório dele. Em frente ao juiz, esclareci que nenhum médico ou dentista podia ter fórmulas secretas, e que a doença que ele dizia curar, ao certo, nem existia. Concluindo: os grandes nomes da Odontologia, gente de real valor, nunca precisaram de promoção em jornal. Lembro-me bem do doutor J. J. Barros, uma sumidade inclusive internacional na cirurgia. Tinha um consultório pequenininho aqui perto, e você nunca viu uma publicidade dele em qualquer revista ou jornal. O tamanho de um profissional, sua importância, está na razão inversa de sua publicidade, de seu marketing. Quanto maior a publicidade, menor o dentista. Você tem que se promover na sociedade; entrar, por exemplo, em uma associação religiosa, qualquer que seja a religião; oferecer-se para fazer Odontologia até de graça para essa entidade – o Código permite – e apresentar seu trabalho. Isso funciona.
GUIA – Como líder de entidade que o senhor foi, sentia muita dificuldade para fazer transitar os projetos de interesse da classe?
FREITAS – Não, lembro que desde o início da formação dos órgãos de classe, como quando da criação do Conselho, quando o presidente Ranieri Mazilli sancionou a lei, e eu estava lá, sempre fui muito respeitado como dirigente. Ainda assim, não considero que a Odontologia seja valorizada como deveria pelos governantes.
GUIA – Se o senhor se formasse hoje, que esquema adotaria para se inserir junto à clientela que pretende conquistar, já que hoje as circunstâncias que regem o mercado de trabalho são bem diferentes de quando o senhor se graduou?
FREITAS – Bem, começaria pela seleção física do lugar. Não se deve montar um consultório em um lugar distante dos centros comerciais, a não ser que seja um eremita e queira viver de sandália de dedo feito franciscano, pois não vai ganhar para comer, vai fazer uma obra de Deus, mas não vai conseguir êxito econômico na carreira. Bem, então, deve-se procurar uma cidade ou local que não esteja em decadência, tem que ser uma região progressista em termos de população, tem que ter bons transportes, de frente a grandes vias, ter estacionamento, que hoje qualquer pedreiro tem seu fusquinha e quer poder deixar seu carro em lugar seguro, e tem que ter todos os aparelhos necessários para aquela comunidade, como padaria, farmácia, supermercado, açougue, hospital. Tem que visitar esse pessoal todo com cartõezinhos seus, essa é a divulgação do seu nome. Ir sempre de branco, bonitinho, e portar-se socialmente com muito cuidado. Nunca tomar cerveja no bar com o pessoal; quando passar por lá, sempre deve estar com pressa, dar um abraço e tchau. Não é de bom tom ser visto na padaria bebendo; já em uma farmácia, numa livraria, é outra coisa. Outra atitude interessante é ingressar no Lions, no Rotary, na Maçonaria. Não se ofereça porque
essas entidades não gostam que você se ofereça. Mas consiga comparecer a uma reunião deles, e nos primeiros seis meses cuide para não abrir a boca, só ficar ouvindo e anotando. De repente, sobra um cargo de secretário, segundo secretário, e pode-se galgar até chegar a presidente da entidade. Tem que ter um comportamento exemplar e sempre se interessar pela vida da comunidade em que está integrado.
GUIA – No final das contas, sentiu-se mais gratificado como profissional de consultório ou como dirigente?
FREITAS – Sinto-me um vencedor: fui muito gratificado e vitorioso nas duas atividades.
GUIA – Como cirurgião-dentista, o que mais dá prazer em realizar?
FREITAS – Talvez pela minha própria origem, o exercício da clínica protética.
GUIA – O que considera fundamental para um dentista se estabelecer hoje?
FREITAS – Sua plena capacitação, formação sólida e caráter.
GUIA – Seus melhores amigos estão entre clientes ou colegas? Ou em outra categoria?
FREITAS – Nunca tive desafetos, só consegui amigos. E eles figuram tanto entre clientes, que se tornaram fiéis, quanto junto aos colegas, com quem confraternizo periodicamente e mantenho estreitas relações de amizade.
GUIA – Se coubesse ao senhor outorgar uma legislação no âmbito nacional na área da saúde, em que pensaria?
FREITAS – Na Odontologia preventiva, fundamentalmente.
GUIA – O sr. se lembra de alguma história na sua relação com alunos ou clientes que tivesse marcado muito em sua memória?
FREITAS – Tem um caso curioso com um aluno na faculdade. Em um dia de prova, uma aluna que costumava ser muito aplicada sentou-se em um lugar diferente e mostrava um comportamento um tanto suspeito. Nunca me incomodei com cola: azar é do aluno que cola. Mas como estava muito evidente, discretamente tirei a colinha dela. Ela ficou absolutamente envergonhada e soube depois que chorou, pois não era seu costume. Nos dias seguintes, mandei saber de quanto ela precisava na prova. Como sabia que sempre foi muito estudiosa, não me caiu o braço dar “9” para ela. Pois 20 anos depois, encontrei com ela no litoral, onde tenho uma casinha. Ela me reconheceu e recapitulou o caso: disse que se lembrava muito bem do incidente, e que precisava só de 8 na prova, e que ainda assim lhe dei 9. Chamou o marido e disse: “Lembra que contei uma história que eu estava colando e o professor discretamente tirou a colinha, em Mogi?” Sim, sim, disse ele. “Parabéns, o senhor realmente é um professor, é assim que se comporta. Olha, minha mulher nunca mais se esqueceu do senhor”, falou agradecido. E fizeram questão que eu fosse jantar com eles no fim-de-semana. Foi muito gratificante. A moça hoje trabalha em Santo André. Essa é apenas uma de muitas outras histórias interessantes. De um modo geral, meus alunos e minha clientela somente me ofereceram amor e respeito.
GUIA – O sr. faria reparos à atuação das entidades de classe, como conselhos, associações e sindicatos? Considera que prestam bom serviço à profissão?
FREITAS – Apesar de, em essência contribuírem para a melhora da profissão, considero que todas elas estão interessadas em atitudes elitistas e ficam omissas nos principais anseios dos cirurgiões-dentistas, isto é, com relação ao mercado de trabalho.
GUIA – Hoje aconselharia um filho ou neto a seguir a carreira odontológica?
FREITAS – Não, na atualidade a Odontologia oferece pouca atração, principalmente no campo econômico. Mas quis que meu filho fizesse Odontologia; ele até que tentou em Mogi das Cruzes, quando eu era professor, mas não seguiu adiante, e preferiu a carreira jornalística. Hoje, está em Nova York faz dez anos, é cidadão americano, com muito sucesso, e é correspondente internacional da revista Istoé.
(Dr. Osmar Soares de Freitas faleceu em 26 de março de 2007, em São Paulo.)
Utilizava animação em vídeo, gráficos 3-D, fotos clínicas mostrando o antes e o depois e animações de computador. As opções de tratamento eram rapidamente explicadas para o paciente. O grande mérito do DVD era a linguagem acessível aliada às imagens limpas, bonitas de se ver. A compreensão dos procedimentos colaborava muito para o sucesso da aceitação do plano de tratamento, e as apresentações multimídia ajudavam os pacientes a aprenderem melhor, visualmente. À medida que você ajuda os pacientes a visualizarem o resultado de um procedimento clínico de qualidade, ele estará ainda mais motivado para o início do tratamento. Outro era o Smile Channel 3.0, dirigido mais para Odontopediatria, com duração de 1h50min, apresentando pequenos filmetes lúdicos, e identicamente pedagógicos e motivacionais, com cachorros, macacos e focas ilustrando textos sobre escovação e como pode ser divertido visitar um consultório. O preço de ambos, na época, fez com que não tivesse o retorno comercial esperado por seu representante no Brasil, e não houve novos interessados em representar o produto. Não obstante, cópias pirateadas dos DVDs passaram a ser comercializadas pela internet, em valores bastante reduzidos. Se você conseguir alguma, saiba que certamente vale a pena. No site americano, www.caesy.com, podem-se obter mais informações sobre os produtos, que agora está bem ampliado e é armazenado na nuvem (caesycloud). Mas, infelizmente, só é comercializado nos Estados Unidos e no Canadá.
Claro que muita coisa é experimental, ainda está em estudos, ou mesmo é “carésima” para os mortais normais, mas é sempre bom ter uma opinião a respeito. Todo mundo gosta de ter um profissional da saúde conectado com o mundo, atualizado, bem informado.
Os demais equipamentos e aparelhos podem trabalhar com 110 volts. A cadeira e o aparelho de raios X podem ser ligados no mesmo disjuntor; o armário junto com as torneiras (válvulas celenóides). É bom também reservar tomadas para a sala de espera, em que vai ficar o/a eventual auxiliar (em que podem ser previstos microcomputador, luminárias, porteiro eletrônico, interfone e telefone); para o escritório, quando for o caso (microcomputador, luminárias, aparelho de som, telefone, televisor), e para a sala de esterilização, onde ficarão o compressor, a bomba a vácuo e a autoclave. Sempre tomadas e ligações independentes. Uma consultoria com um bom especialista pode indicar as tomadas, as conexões e as saídas de fios adequadas para todos esses tipos de aparelhos. Ainda que de início não se adquira aparelhos como bomba de sucção, é bom deixar sempre ligações previstas para que se evite quebradeiras no dia em que se tornar inevitável sua aquisição.
Tecnicamente, no entanto, urgência (V. Urgências) é toda situação em que não haja risco à vida imediatamente, ao passo que atendimentos de emergência são os que implicam risco imediato de morte ou de lesões irreparáveis para o paciente.
SITUAÇÕES DE RISCO – EMERGÊNCIAS EM ODONTOLOGIA
As ocorrências mais comuns estão aqui listadas; as condutas, resumidas.
- Alergia: sensibilidade ao medicamento utilizado. Manifestação: coceira; urticária (erupção avermelhada na face, no pescoço, nos braços e nas mãos). Atuação adequada: a. suspender a medicação; b. administrar anti-histamínico; c. administrar epinefrina.
- Choque anafilático: reação de hipersensibilidade do paciente ao medicamento. Manifestação: cianose (coloração azul da pele e mucosas devido à oxigenação insuficiente do sangue); coceiras; perda da consciência; parada progressiva respiratória e cardíaca; queda repentina da pressão sangüínea; respiração difícil e barulhenta; tosse; vermelhidão na face. Atuação adequada: a. colocar o paciente deitado de costas (posição supina); b. manter livres as vias aéreas; c. monitorar os sinais vitais; d. administrar oxigênio; e. administrar epinefrina; f. administrar aminofilina; g. administrar corticosteróides injetáveis; h. manter veia tomada com solução de cloreto de sódio a 0,9%.
- Choque insulínico: aumento da concentração de insulina ou por hipoglicemia em pacientes diabéticos. Manifestação: coma; confusão mental; convulsões; descontrole dos esfíncteres; dilatação das pupilas; irritabilidade; náuseas; nervosismo; queda da pressão sanguínea; sudorese abundante; taquicardia. Atuação adequada: se o paciente estiver consciente, administrar água com açúcar; se estiver inconsciente, administrar glicose intravenosa (solução a 50%).
- Choque neurogênico: grande vasodilatação por estímulos psicogênicos, geralmente por reação de medo intenso ao procedimento dentário. Manifestação: náuseas; palidez; pele fria; pulso fraco; queda da pressão sanguínea; sudorese. Atuação adequada: a. colocar o paciente deitado de costas (posição supina) com os pés ligeiramente mais altos do que a cabeça; b. administrar oxigênio; c. acalmar o paciente.
- Crise asmática: estreitamento dos brônquios devido à contração da musculatura desencadeada frequentemente por uma irritação dos pulmões. Manifestação: ansiedade; cianose; falta de ar (o paciente tem dificuldade para expirar); respiração com sibilos. Atuação adequada: a. colocar o paciente sentado, ligeiramente reclinado; b. administrar oxigênio; c. administrar broncodilatador.
- Crise convulsiva: estímulos desordenados dos neurônios cerebrais, por sensibilização ao anestésico local (vasoconstritor). Manifestação: confusão mental; convulsões tônico-clônicas; excitação; mordedura da língua; relaxamento dos esfíncteres; tremores. Atuação adequada: a. colocar o paciente deitado; b. aliviar as roupas; c. manter livres as vias aéreas; d. administrar diazepam.
- Desmaio: circulação insuficiente do cérebro. Acontece devido ao anestésico ou à reação neurogênica do paciente. Manifestação: dilatação das pupilas; náuseas; palidez; perda temporária da consciência; pés e mãos frios; pulso rápido; queda da pressão sangüínea; respiração acelerada; sudorese. Atuação adequada: a. colocar o paciente deitado de costas (posição supina) e com os pés um pouco mais altos do que a cabeça; b. manter livre as vias aéreas; c. administrar oxigênio; d. fazer o paciente inalar amônia; e. aplicar uma toalha fria sobre a face e o pescoço; f. acalmar o paciente.
- Edema angioneurótico: sensibilidade individual ao medicamento utilizado. Manifestação: cianose; coceira; inchaço nos lábios, nas pálpebras, nas bochechas, na faringe e na laringe; respiração barulhenta; urticária. Atuação adequada: a. suspender a medicação; b. administrar anti-histamínico; c. administrar epinefrina; d. administrar aminofilina; e. oxigenar o paciente.
- Endocardite bacteriana: frequentemente por procedimentos dentários sem profilaxia antibiótica em pacientes suscetíveis (reumáticos, portadores de lesão valvular, safenados, portadores de próteses cardíacas, transplantados renais, idosos com arteriosclerose cardíaca). Manifestação: penetração dos microrganismos da boca na corrente sanguínea, facilitada pelo procedimento dentário. Pode haver inflamação, abscesso ou perfuração da válvula cardíaca. Pode haver embolias. Atuação adequada: profilaxia antibiótica nos pacientes suscetíveis.
- Hiperventilação: ansiedade do paciente. O paciente respirando mais e com maior frequência faz uma alcalose respiratória por perda de CO2. Manifestação: confusão mental; conversa desconexa; mal-estar; respiração ofegante (rápida e profunda); tontura; vista escura. Pode haver dor no peito, formigamento ou agulhadas nos membros e espasmos e rigidez das mãos. Atuação adequada: a. colocar o paciente sentado; b. ligeiramente reclinado; c. acalmar o paciente; d. fazer o paciente respirar o próprio ar expirado, colocando um saco plástico no rosto; e. não administrar oxigênio.
- Hipotensão postural: queda de pressão quando paciente passa da posição deitado para a posição em pé. Geralmente, trata-se de reação neurogênica do paciente ou é uma manifestação devida ao uso de medicamento. Manifestação: desmaio temporário. Atuação adequada: a. colocar o paciente deitado de costas (posição supina); b. manter livres as vias aéreas; c. administrar oxigênio, se necessário; d. observar os sinais vitais; e. acalmar o paciente.
- Infarto do miocárdio: necrose de parte do miocárdio devido à obstrução de uma artéria coronária. Manifestação: dor violenta na altura do braço esquerdo, batimentos cardíacos fracos; ausência de pulso; possível perda da respiração. Atuação adequada: a. colocar o paciente deitado de costas (posição supina) sobre superfície rígida; b. massagem cardíaca; c. oxigenar o paciente; d. acesso rápido ao sistema de serviço médico de emergência e desfibrilação ventricular precoce (adultos); e. administrar epinefrina.
- Parada cardíaca: reação ao medicamento por uso de vasoconstritor em cardiopatas e por estresse acentuado. Manifestação: ausência de batimentos cardíacos; ausência de pulso; possível perda da respiração; pupilas dilatadas; queda da pressão sanguínea. Atuação adequada: a. colocar o paciente deitado de costas (posição supina), sobre superfície rígida; b. massagem cardíaca; c. oxigenar o paciente; d. administrar epinefrina.
- Parada respiratória: reação ao medicamento, reação alérgica ou por obstrução respiratória. Manifestação: ausência de respiração; cianose; perda da consciência. Atuação adequada: a. manter livre as vias aéreas; b. administrar oxigênio; c. fazer ventilação artificial; d. transferir imediatamente o paciente para o hospital. • Superdosagem anestésica: por excesso de dosagem ou por injeção intravascular acidental. Manifestação: com excitação inicial, seguida por depressão posterior do sistema nervoso central. Sinais de estimulação: ansiedade; apreensão; convulsões; hipertensão; inquietação; pulso rápido; respiração rápida; tremores. Sinais de depressão: confusão mental; pulso fraco; queda de pressão; respiração lenta; sonolência. Pode haver perda de consciência. Atuação adequada: a. colocar o paciente em posição semi-reclinada ou deitado de costas (posição supina); b. suspender a anestesia; c. administrar oxigênio; d. manter livre as vias aéreas; e. monitorar os sinais vitais; f. administrar anticonvulsivante, se necessário; g. administrar respiração artificial, se necessário.
O registro é a anotação das condições contratuais na carteira de trabalho do empregado. O empregador tem a obrigação de registrar seu empregado a partir do primeiro dia de trabalho e não após um período de experiência (o prazo máximo é de 48 horas). Mesmo em contrato de experiência o funcionário deve ser registrado; a falta de registro invalida o contrato de experiência. Esse contrato de experiência pode ter vigência de até 90 dias e ser fracionado em duas partes. Exemplo: 30 dias e prorrogado por mais 60 dias. A prorrogação do contrato de experiência também deve ser assinada pelo empregado e pelo empregador dentro do prazo legal. Se a empresa ou o empregador cumpriu rigorosamente os prazos inicial, de prorrogação e de término do contrato de experiência, e não havendo mais interesse em permanecer com o empregado em seu término, a dispensa pode ser feita sem pagamento da multa de 40% do FGTS depositado e do aviso prévio, por se tratar de uma extinção contratual. Os documentos necessários para registro são: Carteira de Trabalho do funcionário; CPF; RG; cópia do Certificado de Reservista, se maior; cópia da Carteira do Conselho Regional, para funcionário com profissão regulamentada; Título de Eleitor; cópia da Certidão de Casamento; cópia da Certidão de Nascimento dos filhos menores; cópia da Carteira de Vacinação e declaração escolar dos filhos menores de 14 anos; cópia de comprovante de residência; uma foto 3×4; cartão do PIS, para funcionários que já tiveram outro emprego; exame de saúde pré-admissional (ASO) fornecido por médico autorizado pelo Ministério do Trabalho.
Outros dados necessários para preencher planilha (V. Modelo nos Anexos) para efetivar o registro são: estado civil; grau de instrução; salário (deverá ser no mínimo o piso do sindicato da categoria); data de admissão; função; horário de trabalho; endereço completo. Em relação ao deslocamento até a empresa, quando a mesma não possuir transporte próprio, preencher ficha de solicitação de vale-transporte relacionando a quantidade e os valores. O desconto do vale transporte é de 6% do valor do salário, de acordo com a CLT. O salário deve ser pago até o quinto dia útil do mês seguinte ao trabalhado. O registro em carteira implica a obrigatoriedade do recolhimento do INSS para a Previdência Social. Seguindo a tabela de contribuição, aplica-se um percentual de acordo com a remuneração de cada empregado, obedecendo à grade salarial. Empresas seguem a tabela de FPAS; precisamente o código 515, que refere a consultório ou laboratório de profissionais liberais entre outros, e aplica o percentual de 25,8%. Esse valor deve ser recolhido no segundo dia útil de cada mês seguinte do trabalhado.
Para recolher o INSS de seu funcionário, é preciso que ele tenha número de inscrição na Previdência Social. Se já trabalhou em empresas, pode ser utilizado o número do PIS. Caso nunca tenha trabalhado, será preciso inscrevê-lo. A inscrição poderá ser obtida por meio do serviço telefônico da previdência, o Prevfone 0800-7280191, ou pela Internet, no site www.mpas.gov.br. Importante frisar que o empregador que desejar regularizar a situação de seu empregado, e efetuar recolhimentos cujas competências forem anteriores à data de inscrição no INSS, deve efetuar a inscrição diretamente nos Postos do INSS, pois no ato de inscrição será exigida prova do vínculo empregatício. Recomenda-se adotar esse procedimento sempre que for necessário recolher o INSS de competências relativas a três ou mais meses anteriores à data de inscrição. O número de inscrição obtido através do Prevfone ou da Internet acolhe também depósitos de competências anteriores, uma vez que o sistema bancário não tem como identificar a data de inscrição. Sendo assim, se não for observada a necessidade de se dirigir a um Posto do INSS, o banco aceitará o recolhimento. Entretanto, o empregado poderá ter problemas em eventual necessidade de obtenção de benefícios concedidos pela Previdência. A base da contribuição previdenciária será o valor das verbas pagas no mês sujeitas a tal recolhimento. O empregado contribui com uma parcela de 8% (2% em se tratando de contrato temporário de trabalho com prazo determinado), ao passo que o empregador contribui com uma parcela fixa de 12% sobre a mesma base. Já o recolhimento do FGTS é obrigatório (facultativo apenas para empregados domésticos). Ao empregador que deseja efetuar o recolhimento do FGTS para seu funcionário caberá o recolhimento mensalmente, até o dia 7 do mês imediatamente seguinte àquele que se referir, da quantia correspondente a 8% sobre as verbas pagas. Nas condições estabelecidas no regulamento do FGTS, o empregado beneficiado com o FGTS, se demitido sem justa causa, terá direito ao seguro-desemprego e à multa rescisória de 40% sobre os depósitos efetuados. O empregador que for recolher o FGTS para seu empregado deverá obter um número de inscrição que constará na guia de recolhimento. Esse número pode ser conseguido também na página da Previdência. Sempre recomendável: registrar funcionário é providência necessária e indispensável. A situação irregular não é prejudicial apenas ao trabalhador. Pagar INSS, 13° salário, FGTS e adicional de férias não só atrai profissionais de melhor qualidade como é o melhor seguro contra processos trabalhistas. Na Justiça, uma dívida que seria de R$ 1.000,00 ou R$ 2.000,00 acaba em acordo de R$ 5.000,00 ou R$ 10.000,00, reportam advogados e consultores da área trabalhista. Há escritórios de advocacia especializados em reclamações contra patrões negligentes. Por outro lado, o empregador que cumpre as obrigações legais – e guarda os recibos assinados pelo empregado – dificilmente perde um processo na Justiça do Trabalho. Os encargos representam acréscimo de aproximadamente 30% no custo do empregado. Quem concede vale-transporte pode descontar 6% do salário. Um último detalhe: se não há uma formação específica para uma função, como Secretária, ACD, ou THD, que possuem pisos salariais das categorias (V. ACD, THD e Secretária), sua(seu) auxiliar deve ser enquadrada como Atendente Administrativa, que possui piso salarial de R$ 448,00 por 44 horas semanais (até maio de 2008), que é negociado pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde do Estado de São Paulo: confira no site www.sinsaudesp.org.br. Veja como calcular seus encargos a seguir.
COMO CALCULAR OS ENCARGOS
Salário e INSS
Empregado (em Reais) Empresa (em Reais)
Salário bruto: 448,00 Salário base: 448,00
Alíquota: 7,65% Alíquota: 25,8%
Total de INSS: 34,27 Total de INSS: 115,58
Líquido a receber: 413,73
INSS a recolher: 34,27 + 115,58 = 149,85
FGTS: 448,00 x 8% = 35,84
Custo mensal com empregado: 448,00 + 35,84 + 115,58 = 599,42
Salário e Contribuição Sindical (CS) (Empregados)
Empregado (em Reais) Empresa (em Reais)
Salário bruto: 448,00 Salário base: 448,00
Alíquota: 7,65% Alíquota: 25,8%
Total de INSS: 34,27 Total de INSS: 115,58
Desconto de CS: 14,93
Liquido a receber: 398,80
INSS a recolher: 34,27 + 115,58 = 149,85
FGTS 448,00 x 8% = 35,84
Contribuição sindical: 448,00/30 = 14,93
Custo com empregado no mês de CS: 448,00 + 35,84 + 115,58 = 599,42
Férias
Empregado (em Reais) Empresa (em Reais)
Férias: 448,00 Total de férias: 597,33
1/3 de férias: 149,33 Alíquota: 25,8%
Total de férias: 597,33 Total de INSS: 154,11
Alíquota: 7,65%
Total de INSS: 45,64
Líquido a receber: 551,64
INSS a recolher: 45,69 + 154,11 = 199,80
FGTS: 597,33 x 8% = 47,78
Custo de férias com empregado: 597,33 + 47,78 + 154,11 = 799,22
13º Salário – Primeira Parcela
448,00/2 = 224,00 reais
FGTS: 224,00 x 8 % = 17,92
Custo da primeira parcela do 13° salário com empregado: 224,00 + 17,92 = 241,92
13º Salário – Segunda Parcela
Empregado (em Reais) Empresa (em Reais)
Salário bruto: 448,00 Salário base: 448,00
Alíquota: 7,65% Alíquota: 25,8%
Total de INSS: 34,27 Total de INSS: 115,58
Desc. da primeira parcela: 224,00
Líquido a receber: 189,73
INSS a recolher: 34,27 + 115,58 = 149,85
FGTS: 224,00 x 8% = 17,92
Custo da segunda parcela do 13o salário com empregado: 224,00 + 17,92 + 115,58 = 357,50
Custo Anual
Descrição Ref. Salário Ref. Férias Ref. 13o Salário Total
12 salários – – – 5.376,00
Férias – – – 597,33
13° salário – – – 48,00
INSS empresa 1.387,00 154,11 115,58 1.656,69
FGTS 430,08 47,78 35,84 513,70
Total – – – 8.591,72
Ao todo, o empregador que paga os encargos terá um gasto extra de 2.978,59 em um ano – uma diferença de 30% que pode evitar muitas dores de cabeça.
Empregador que paga encargos: 8.591,72
Empregador que não paga encargos: 5.824,00
Diferença a mais anual: 2.767,72
Se você achou as contas muito complicadas, terceirize: todos esses serviços são prestados por escritório contábil.
EMPRESAS ODONTOLÓGICAS (V. nos Anexos)
Ou, solicitado por colega para instalar um implante, aproveitar para planejar a prótese. Mais que o colega, corre-se o risco de também perder o cliente, além da possibilidade de um processo ético.
- Agência Nacional de Saúde Suplementar: 0800-7019656. https://www.gov.br/ans/pt-br
- Associação Brasileira de Franchising – ABF: (11) 3020-8800. www.abf.com.br
- Associação Brasileira de Planos Odontológicos – SINOG: (11) 3289-7299. www.sinog.com.br
- Associação dos Técnicos em Prótese Dentária- APDESP Brasil: (11) 3149-4333. https://proexperience.apdespbr.com/
- Associação Paulista dos Cirurgiões-dentistas – APCD: (11) 2223-2300. www.apcd.org.br
- Conselho Federal de Odontologia – CFO: St. de Habitações Individuais Norte CA 7 – Lago Norte, Brasília – DF, 71503-507. Tel.: (61) 3033-4499. https://website.cfo.org.br/
- Conselho Regional de Odontologia de São Paulo – Crosp: Av. Paulista, 688, São Paulo. Tel.: (11) 3549-5500. www.crosp.org.br
- Ecourbis (Coleta de Resíduos de Serviços de Saúde) – atende às subprefeituras: Aricanduva / Formosa, Campo Limpo, Capela do Socoroo, Cidade Ademar, Cidade Tiradentes, Ermelino Matarazzo, Guaianases, Ipiranga, Itaim Paulista, Itaquera, Jabaquara, M’Boi Mirim, Parelheiros, Santo Amaro, São Mateus, São Miguel, Vila Mariana e Vila Prudente. 0800-772 7979
- Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI: (11) 3037-3000. https://www.gov.br/inpi/pt-br
- Junta Comercial do Estado de São Paulo: (11) 3468-3050. http://www.institucional.jucesp.sp.gov.br/
- Loga- Logística Ambiental de São Paulo (Coleta de Resíduos de Serviços de Saúde) – Sede e Central de Operações: Av. Marechal Mário Guedes, 221 – Jaguaré – São Paulo/SP (11 2165-3500) Atende às subprefeituras: Butantã, Casa Verde, Freguesia do Ó, Jaçanâ/Tremembé, Lapa, Mooca, Penha, Perus, Pinheiros, Pirituba/Jaraguá, Santana/Tucuruvi, Vila Maria/Vila Guilherme e Sé. 0800-770 1111
- Organização das Cooperativas do Estado de SP – Ocesp: (11) 3146-6200. www.sistemaocesp.coop.br
- Procon: tel. 151 – O atendimento presencial é feito em alguns Postos do Poupatempo da cidade de São Paulo (Sé, Santo Amaro e Itaquera). www.procon.sp.gov.br
- Sebrae: 0800-570-0800. www.sebraesp.com.br
- Sindicato dos Odontologistas: Rua Humaitá, 349- (11) 3107-7567. www.soesp.org.br
- Sindicato dos Profissionais da Área da Saúde: (11) 3345-0057. www.sinsaudesp.org.br
- Superintendência de Seguros Privados – Susep: 0800-0218484. www.susep.gov.br
- Unidas- União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde- (11) 3289-0855. www.unidas.org.br
- Vigilância Sanitária: (11) 3065-4600. www.cvs.saude.sp.gov.br
A endocardite bacteriana, embora incomum, é uma infecção em válvulas naturais ou protéticas, grave e ameaçadora da vida caso não seja diagnosticado e instituído o tratamento adequado e precoce. A presença de bactérias na corrente sanguínea (bacteremia) pode acontecer espontaneamente ou pode ser uma complicação resultante de uma infecção focal (ex.: infecção do trato urinário, pneumonia ou celulite). Alguns procedimentos cirúrgicos e instrumentações odontológicas que envolvem superfícies mucosas ou tecido contaminado podem causar bacteremia. Apesar de a bacteremia raramente persistir por mais de quinze minutos (Dajani, 1990), as bactérias presentes na corrente sanguínea podem se hospedar em valvas anormais do coração, no endocárdio ou no endotélio, resultando em endocardites ou endarterites bacterianas. Embora a bacteremia seja mais comum após procedimentos com traumatismos de vários tecidos, nem sempre é possível prever quais pacientes desenvolverão esta situação. Em válvulas protéticas, as infecções surgem precocemente (até dois meses) quando a contaminação ocorre no ato operatório e tardiamente (mais de 60 dias) por meio de bacteremias decorrentes de procedimentos invasivos em áreas colonizadas ou contaminadas. As medidas de prevenção, como o uso de antibiótico profilático, reduzem a incidência desta patologia. Para a indicação correta do antibiótico para profilaxia, devem ser observados os riscos relacionados ao procedimento, conforme descrito anteriormente, e as recomendações contidas na seguinte Tabela:
Tabela – Recomendações para uso de antibioticoprofilaxia em Odontologia
Profilaxia recomendada Profilaxia não recomendada
Categoria de alto risco. Categoria de risco baixo ou inexistente (o risco não é maior do que o da população em geral).
Próteses de valvas cardíacas, Defeito de septo atrial.
incluindo as biopróteses heterólogas
e homólogas.
Endocardite bacteriana prévia. Correção cirúrgica de defeito de septo atrial ou ventricular, ou pacientes com persistência de ducto arterioso (sem resíduo após seis meses).
Doença cardíaca congênita cianótica Cardíaco prévio de revascularização miocárdica.
complexa (ex.: ventrículo único,
transposição de grandes vasos,
tetralogia de Fallot).
Shunt pulmonar sistêmico construído Prolapso de valva mitral sem regurgitação valvar.
cirurgicamente.
Outras malformações cardíacas Doença de Kawasaki prévia sem disfunção valvar.
congênitas.
Disfunção valvar adquirida (ex.: Febre reumática prévia sem disfunção valvar.
doença cardíaca reumática).
Cardiomiopatia hipertrófica. Marcapasso cardíaco (intravascular e epicárdico) e desfibrilador implantado.
Prolapso de valva mitral com Grandes próteses articulares.
regurgitação valvar e/ou
espessamento dos folhetos.
Infecção Facial Severa.
Diabetes.
Imunodepressão
- Neutropenia
- HIV
- Transplante de órgãos
- Imunossupressão prolongada
Fonte: Dajani, 1990.
Para os pacientes portadores de Lupus Eritematoso Sistêmico, para aqueles que usam cateteres e para os que possuem diabetes não controlado, infecção avançada pelo HIV e neutropenia, além daqueles transplantados ou com significativa imunodepressão por terapêutica, dependendo do tratamento odontológico a ser instituído, a profilaxia antibiótica deve ser considerada.
Pacientes que fazem uso de moderador de apetite (fenfluramine/phenteremine ou dexfenfluramine) podem desenvolver anormalidades valvares e devem ser avaliados antes de se iniciar o tratamento eletivo. Para estes pacientes, a profilaxia irá depender do número de fatores envolvidos, tais como o estágio da doença ou o tipo de tratamento dentário a ser prescrito. A necessidade de cobertura antibiótica deve ser considerada junto com o médico do paciente.
Antibioticoprofilaxia para a prevenção de Endocardites Bacterianas
Algumas opções de esquemas de antibióticos indicados para profilaxia que podem ser empregados na prevenção de endocardites bacterianas são apresentados abaixo na tabela 3.
Tabela 3: Profilaxia para procedimento dental, oral, trato respiratório e esofágico (não é recomendada segunda dose para estes regimes)
Antibiótico Dose adulto Dose pediátrica* Regime pré-operatório Regime padrão Amoxicilina 2 g 50 mg/kg V.O., 1 hora antes do
ou Cefalexina** procedimento
Alergia a
penicilina Clindamicina 600 mg 20 mg/kg V.O., 1 hora antes do procedimento
Azitromicina ou 500 mg 15 mg/kg V.O., 1 hora antes do
Claritromicina procedimento
Impossibilidade Ampicilina 2 g 50 mg/kg I.M. ou I.V., 30 minutos
de ingerir via a 1 hora antes do
oral
procedimento
Cefazolina** 1 g 25 mg/kg I.M. ou I.V., 30 minutos a 1 hora antes do procedimento
Alergia a Clindamicina 600 mg 20 mg/kg I.V., 30 minutos a 1 hora
penicilina e antes do
impossibilidade procedimento
de ingerir via
oral
Cefazolina** 1 g 25 mg/kg I.M. ou I.V., 30 minutos antes do procedimento
* A dose total pediátrica não deve exceder a dose total do adulto.
** Cefalosporinas não devem ser usadas em pacientes com reação do tipo hipersensibilidade imediata às penicilinas (urticária, angioedema ou anafilaxia).
Em seguida, é estratégico programar o envio do compressor, para que, quando os equipos forem entregues, possam ser testados. É sempre bom estar presente em todas as entregas e instalações, assim como também é sábio pagar tudo em parcelas que acabem sempre depois das datas de entrega prometida. Dessa forma, você fica com força de consumidor para exigir e reclamar, se for o caso.
Revistas são sempre um item importante a disponibilizar para a clientela. Por mais que você seja pontual e não ofereça muito tempo ocioso para leitura, há sempre os que chegam bem antes e merecem um passatempo atualizado. Mas cuidado: publicações muito antigas – mais que três meses, no caso de revistas mensais, ou de um mês, nas semanais – depreciam um consultório. Um esquema bom é manter assinaturas de revistas de atualidades, que servem a todos os públicos ou, conforme predominem na sua clientela, as para adolescentes, femininas, ou infantis. É melhor evitar revistas para públicos restritos, como as masculinas, que podem embaraçar alguns tipos de clientes. Livros ilustrados de cunho cultural, histórico e artístico também podem ser uma boa pedida. Televisão com filmes educativos, canais culturais, também são bom passatempo. DVDs, já sofisticando um pouco, são boas opções, e musicais podem ser do agrado de muitos públicos. Videogames, também é bom lembrar, são sempre atrativo para adolescentes.
Se escrever faz mais seu estilo, matérias em jornais ou house organs (jornais de empresa) podem dar aquele empurrão que precisa para impulsionar a vida profissional. Lembre-se sempre de usar linguagem adequada para seu público. A chamada mídia eletrônica tem propriedades mágicas na valorização e na popularização de um profissional. A aparição em um programa de prestígio pode transformar um cirurgião-dentista discreto em uma estrela. Mas é preciso cautela: uma máxima de consultores experientes diz para não acreditar em almoços grátis. Tudo tem seu custo: é preciso avaliar se vai valer a pena. Algumas revistas, ultimamente, produzem matérias publicitárias disfarçadas de entrevistas e reportagens. É bom sempre se cercar de muita informação e pesar as vantagens.
Também é sensato ter em conta a parte do Código de Ética que trata desse tema. É bom lembrar, então, que constitui infração ética: – realizar palestras em escolas, empresas ou quaisquer entidades que tenham como objetivo a divulgação de serviços profissionais e interesses particulares, diversos da orientação e educação social quanto aos assuntos odontológicos; II – distribuir material publicitário e oferecer brindes, prêmios, benefícios ou vantagens ao público leigo, em palestras realizadas em escolas, empresas ou quaisquer entidades, com finalidade de angariar clientela ou aliciamento; III – realizar diagnóstico ou procedimentos odontológicos em escolas, empresas ou outras entidades, em decorrência da prática descrita nos termos desta seção; e, IV – aliciar pacientes, aproveitando-se do acesso às escolas, empresas e demais entidades.
Em resumo, é possibilitado ao profissional utilizar-se de meios de comunicação para conceder entrevistas ou palestras públicas sobre assuntos odontológicos de sua atribuição, com finalidade de esclarecimento e educação no interesse da coletividade, sem que haja autopromoção ou sensacionalismo, preservando sempre o decoro da profissão, sendo vedado anunciar neste ato seu endereço profissional, eletrônico e telefone.
Três multinacionais disputam esse mercado, dominado pelas marcas Listerine, Cepacol e Plax. O preço ainda pesa no bolso do consumidor: 1 l do produto mais em conta chega perto de R$ 20,00. No Brasil, o produto é relativamente novo; já os norte-americanos usam anti-sépticos bucais há mais de um século. Líder na categoria desde 1999, o Listerine consumido no Brasil era todo importado dos Estados Unidos até dezembro de 2003. Há 32 anos, a Pfizer terceirizou parte da produção e passou a fabricar 65% do Listerine vendido no país, em Jaguariúna (SP). Em segundo lugar no ranking e há 33 anos no mercado brasileiro, o Cepacol aposta no carisma do personagem “Bom de Boca” para reconquistar o trono. Com 30 anos de praça e com produção em Suzano (SP), a marca, comprada pela franco-alemã Aventis Pharma (Sanofi) em 2000, quer superar problemas de distribuição do produto e convencer o consumidor de que “não precisa arder na boca como faz a concorrência para matar germes e bactérias”. O produto precisa superar o estigma de ser usado principalmente por jovens e consumidores das classes mais altas. Já a americana Colgate-Palmolive produz o Plax, terceiro no ranking, na fábrica da via Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP). Sua política de mercado prefere investir nas promoções no varejo. Lançou, recentemente, embalagens menores do Plax, de 60 mL, vendido em farmácias e voltado para quem deseja gastar menos pelo produto, que pode assim ser levado com comodidade em viagens e para o trabalho.
Formulação dos Principais Enxaguatórios Bucais Comercializados no Mercado Brasileiro
- Antisséptico Bucal Complete Hortelã (Oral-B) – Ativos: 0,053% cloridrato monohidratado de cetilpiridínio; 0,050% fluoreto de sódio (226 ppm de flúor). Inativos: água, glicerina, polysorbate 20, aroma, metilparabeno, sacarina sódica, benzoato de sódio, propilparabeno, CI 42090, CI 47005.
- Antisséptico Bucal Contente Hálito Puro (Suavetex) – composição: xilitol, benzonato de sacarina sódica, glicerina, aroma, fluoreto de sódio, cloreto de cetilpiridimio, CI 19.194, CI 42.090, água.
- Antisséptico Bucal Contente Proteção Total (Suavetex) – ingredientes:xilitol, sacarina sódica, benzonato de sódio, glicerina, aroma, fluoreto de sódio, cloreto de cetilpiridínio, CI 19140, CI42090, água.
- Antisséptico Bucal Oral-B Complete Menta Natural (Oral-B) – ingredientes ativos: 0,053% de cloreto monohidratado de cetilpiridínio, 0,050% fluoreto de sódio (226 ppm de flúor). Ingredientes inativos: água, glicerina, PEG-40 óleo de castor hidrogenado, metilparabeno, aroma, sacarina sódica, benzonato de sódio, propilparabeno, CI42090.
- Antisséptico Bucal Oral-B Pró Saúde (Oral B) – composição: água, sorbitol, poloxaleno, ácido benzóico, sacarina sódica, eucaliptol, aroma (d-limonene), timol, metil salicilato, benzoato de sódio, mentol, CI 42053.
- Antisséptico Bucal Oral-B Pró Saúde Noite (Oral-B) – composição: 0.07%, cloreto de cetilpiridínio, água, glicerina, aroma, lactato de zinco, metilparabeno, sacarina sódica, sucralose, propilparabeno, poloxaleno 407.
- Bioxtra Enxaguatório Bucal Boca Seca (OralBox) – água, suco de folha de aloe barbadensis, aroma, CI 42090, colostrom whey, EDTA, hidroxietilcelulose, lactoferrin, lactoperoxidase, lyzosyme, poloxaleno 407, glicol propileno, benzoato de sódio, monofluorfosfato de sódio (teor de flúor):1,14% w/w (17.1 ppm), xilitol.
- Blue M Enxaguatório (OralBox) – água, glicerina, mel, laurilsulfato de sódio, PVP, citrato de sódio, goma de celulose, aroma, perborato de sódio, metilparabeno de sódio, ácido cítrico, metilsalicitlato, xilitol, lactoferrin, sulfato de magnésio, limonene, CI 42090.
- Cariax Enxaguatório (Oralbox) – composição: digluconato de clorexidina 0,12g, fluoreto de sódio 0,05g (226 ppm F), sacarina sódica 0,06g, excipiente q.s.p. 100ml.
- Cepacol Flúor (Sanofi Aventis) – fluoreto de sódio equivalente a 226,2 ppm de flúor, cloreto de cetilpiridínio 0,500 mg, Demais componentes: álcool, perfume, disodium EDTA, eucaliptol, glicerina, mentol, salicilato de metila, aroma, polisorbato 80, sacarina sódica, fosfato de dissódio, fluoreto de sódio, CI 42051, Cl 19140 e água.
- Classic (Colgate) – composição: ingredientes ativos: fluoreto de sódio 0,05%, cloreto de cetilpiridínio 0,075%, água, glicerina, propilenoglicol, sorbitol, poloxaleno 407, sabor, cloreto de cetilpiridinio, sorbato de potássio, fluoreto de sódio (225 ppm de flúor), sacarina sódica, ácido cítrico, CI 16035/fd&c vermelho nº 40 (CI 16035), dipenteno.
- Enxaguante Antisséptico Bucal Cepacol Mental (Sanofi Aventis) – composição: cloreto de cetilpiridínio 0,500mg, 0,1mg de mentol em veículo tamponado aromatizado, álcool, disodium EDTA, eucaliptol, perfume, glicerina, mentol, metilsalicilato, aroma, polisorbato 80, sacarina sódica, fosfato de sódio, fosfato de disodium, fluoreto de sódio, CI 42051, Cl 19140 e água.
- Enxaguante Antisséptico Bucal Colgate Orthogard Sem Álcool (Colgate) – contém fluoreto de sódio 0,04% e flúor fosfato acidulado.
- Enxaguante Bucal Detox com Extratos de Bambu, Romã e Sálvia (Suavetex) – ingredientes: benzoato de sódio, glicerina, xilitol, extrato de bambusa vulgaris, extrato de fruta punica granatum, extrato de folha de sálvia officinalis, aroma, água.
- Enxaguante Bucal Natural com Extratos de Café, Cacau e Guaraná (Suavetex) – ingredientes: benzoato de sódio, glicerina, xilitol, extrato de cacau theobroma, extrato de semente de coffea arábica, extrato de fruta de paulinia cupana, cafeína, aroma, água.
- Enxaguante Bucal Natural com Extratos de Cúrcuma, Cravo e Melaleuca (Suavetex) – ingredientes: benzoato de sódio, glicerina, xilitol, extrato de cúrcuma longa callus, extrato de broto de eugenia caryophyllus, extrato de folha de melaleuca alternifólia, aroma, água. Livre de álcool e flúor. Produto 100% natural e vegano.
- Enxaguante Bucal Premium Sensitive (Suavetex) – monofluorfosfato de sódio, cloreto de cetilpiridínio, glicerina, sacarina sódica, benzoato de sódio, ciclamato de sódio, PEG 40 – hydrogenated castor oil, aroma, hidroxiapatita, citrato de zinco, água.
- Enxaguante Bucal Premium Whitening (Suavetex) – ingredientes: monofluorfosfato de sódio, cloreto de cetilpiridínio, PVP, glicerina, sacarina sódica, benzoato de sódio, ciclamato de sódio, PEG 40 – hydrogenated castor oil, aroma, hidroxiapatita, água.
- Enxaguante Bucal Suavetex Premium Pro-Repair (Suavetex) – monofluorfosfato de sódio, cloreto de cetilpiridínio, glicerina, sacarina sódica, benzoato de sódio, ciclamato de sódio, PEG 40 – hydrogenated castor oil, aroma, hidroxiapatita, água.
- Enxaguante Bucal Colgate® PerioGard® Sem Álcool Hortelã Original (Colgate)- contém gluconato a 0,12% (ou digluconato formulado para uma base livre de clorexidina na concentração de 0,067%) e os seguintes componentes inativos: água, glicerina, etanol, polisorbato 20, composiçãoaromática com sabor predominante de menta, sacarinato de sódio, FD&C azul, nº1.
- Enxaguante Bucal Colgate®PerioGard®Sem Álcool Hortelã – Uso Diário (Colgate)- solução que contém gluconato a 0,12% (ou digluconato formulado para uma base livre de clorexidina na concentração de 0,067%) e os seguintes componentes inativos: água, glicerina, etanol, polisorbato 20, composição aromática com sabor predominante de menta, sacarinato de sódio, FD&C azul, nº1.
- Enxaguante Bucal Total 12 Gengiva Reforçada (Colgate)- ingredientes: água, glicerol, propilenoglicol, sorbitol, poloxaleno, aroma, lactato de zinco, cloreto de cetilpiridínio, sorbato de potássio, fluoreto de sódio (225 ppm de flúor).
- Enxaguante Natural Extracts Carvão (Colgate) – água, gliceina, glicol propileno, sorbitol, poloxaleno 407, poloxaleno 338, aroma (contém bambusa vulgaris shoot extract e pó de charcoal, peg-40 óleo de castor hidrogenado, cloridro de cetilpiridínio, sorbato de potássio, fluoreto de sódio (225 ppm de flúor) sacarina sódica, ácido cítrico, CI 15510, CI 17200, CI 42051.
- Enxaguante Natural Extracts Citrus (Colgate) – ingredientes: água, glicerina, glicol propileno, sorbitol, poloxaleno 407, aroma [contém: citrus limon peel oil, óleo de peppermint e extrato de folha de camellia sinensis, sacarina sódica, cloreto de cetilpiridínio, sorbato de potássio, fluoreto de sódio (225 ppm de flúor), ácido cítrico CI 19140, CI 42051.
- Enxaguante Smiles Minions (Colgate) – ingredientes: arginina 8%, monofluorofosfato de sódio 1.1% (1450 ppm de flúor), carbonato de cálcio, água, sorbitol, bicarbonato de arginina, laurilsulfato de sódio, monofluorofosfato de sódio, sabor, goma de celulose, bicarbonato de sódio, pirofosfato de tetrasodio, sacarina sódica, álcool bencílico, goma xantán, dióxido de titânio (Cl 77981), dipenteno.
- Enxaguante Total 12 Anti-Tártaro (Colgate) – ingredientes: água, glicerina, propilenoglicol, sorbitol, poloxaleno 407, lactato de zinco, sabor, cloreto de cetilpiridínio, sorbato de potássio, fluoreto de sódio (225 ppm de flúor), ácido láctico, sacarina sódica, sucralose, rajo ácido 33 (CI 17200), azul ácido 3 (CI 42051).
- Enxaguatório Bucal Kin Forte (OralBox) – composição: água, sorbitol, glicerina, glicol propileno, PEG-40 hydrogenated castor oil, xilitol, lactato de zinco, triclosan, disodium EDTA, aroma, hidróxido de sódio, digluconato de clorexidina, mentol, sacarina sódica.
- Enxaguatório Bucal Malvatricin Plus 5 em 1 (OralBox) – composição: tirotricina, 0,10 mg/mL, sulfato de hidroxiquinolina 1,00mg/mL. Excipientes q.s.p. 1 mL.
- Enxaguatório Bucal para Dentes Sensíveis Sensikin (Oralbox) – composição: 5% nitrato de potássio fluoreto de sódio (1.450 ppm), pró-vitamina B5, vitamina E, sem lauril sulfato de sódio.
- Flogoral (Aché) – composição: cloridrato de benzidamina 1,5 mg, excipientes: álcool etílico, aroma de menta, glicerol, metilparabeno, polissorbato 20, sacarina sódica di-hidratada, amarelo de quinolina, corante azul brilhante, água purificada e cloridrato de benzidamina 1,5 mg.
- Kin B5 Enxágue Bucal (OralBox) – composição: cloreto de cetilpiridínio (CPC), citrato de zinco, provitamina B5, vitamina B3, xilitol, fluoreto de sódio 1450 ppm.
- Listerine Anticáries Refrescância Suave Sem Álcool (Johnson & Johnsons) – água purificada, sorbitol, propilenoglicol, poloxaleno, laurilsulfato de sódio, ácido benzoico, Aroma (álcool benzílico, dextrolimoneno), eucaliptol, salicilato de metila, timol, sacarina sódica, fluoreto de sódio (220 ppm de flúor), benzoato de sódio, Sucralose, levomentol, CI 47005/amarelo de quinolina, CI 42053/verde rápido 143.
- Listerine Antitártaro Refrescância Intensa (Johnson & Johnsons) – água purificada, sorbitol, álcool etílico, poloxaleno, sacarina sódica, ácido benzoico, eucaliptol, cloreto de zinco, timol, salicilato de metila, benzoato de sódio, levomentol, aroma, CI 42090/azul brilhante.
- Listerine Antitártaro Refrescância Suave Sem Álcool (Johnson & Johnsons) – água purificada, sorbitol, propilenoglicol, poloxaleno, lauramidopropilbetaína, ácido benzoico, benzoato de sódio, sacarina sódica, aroma, sucralose, levomentol, salicilato de metila, timol, eucaliptol, cloreto de zinco, CI 42090/azul brilhante, CI 42053/verde rápido 143, CI 17200/vermelho 33.
- Listerine Cool Mint (Johnson & Johnsons) – água purificada, sorbitol, propilenoglicol, laurilsulfato de sódio, poloxaleno, eucaliptol, ácido benzoico, benzoato de sódio, salicilato de metila, timol, sacarina sódica, levomentol, aroma (dextrolimoneno), sucralose e corante CI 42053/verde rápido 143.
- Listerine Cool Mint Refrescância Intensa (Johnson & Johnsons) – água purificada, sorbitol, álcool etílico, poloxaleno, ácido benzoico, sacarina sódica, eucaliptol, aroma (dextrolimoneno), timol, salicilato de metila, benzoato de sódio, levomentol, e corante CI 42053/verde rápido 143.
- Listerine Cuidado Total Refrescância Intensa (Johnson & Johnsons) – água purificada, sorbitol, álcool etílico, poloxaleno, ácido benzoico, aroma (cinamaldeído), eucaliptol, cloreto de zinco, sacarina sódica, salicilato de metila, timol, fluoreto de sódio (220 ppm de flúor), levomentol, benzoato de sódio, sucralose, CI 42090/azul brilhante, CI 16035/vermelho allura 129.
- Listerine Cuidado Total Refrescância Suave Sem Álcool (Johnson & Johnsons) – água purificada, sorbitol, propilenoglicol, laurilsulfato de sódio, poloxaleno, timol, eucaliptol, levomentol, salicilato de metila, aroma (álcool cinamílico, dextrolimoneno), ácido benzoico, benzoato de sódio, fluoreto de sódio (100 ppm de flúor), cloreto de zinco, sacarina sódica, sucralose e os corantes CI 16035/vermelho allura 129 e CI 42090/azul brilhante.
- Listerine Whitening Extreme (Johnson & Johnsons) – água, álcool, peróxido de hidrogênio 2.5%, aroma, poloxaleno, sacarina sódica, mentol, ácido fosfórico, fosfato dissódico, fluoreto de sódio (100 ppm de flúor), sucralose.
- Malvatricin PPU (Lab. Daudt Oliveira) – ingredientes: tirotricina 0,10 mg, sulfato de hidroxiquinolina 1,00 mg, veículo q.s.p. 1,00 mL. Excipientes:ácido cítrico, álcool etílico, essência de menta, fosfato de sódio dibásico, glicerol, hidróxido de sódio, mentol, metabissulfito de sódio, óleo de rícino hidrogenado etoxilado, sacarina sódica, sorbitol, Malva sylvestris L.(tintura), corante azul brilhante, água purificada, álcool 0,0638 mL/mL.
- Malvatricin- Solução para diluição (Lab. Daudt Oliveira) – ingredientes: tirotricina 0,30 mg, sulfato de hidroxiquinolina 10,00 mg, veículo q.s.p. 1,00 mL. Veículos’:ácido cítrico, álcool etílico, edetato dissódico diidratado, fosfato de sódio dibásico, mentol, metilcelulose, óleo de rícino etoxilado, óleo de menta tri-retificado, sacarina sódica, Malva sylvestrisL.(tintura), corante azul brilhante, corante amarelo crepúsculo, água purificada, álcool 0,40 mL/mL.
- Malvona (Lab. Daudt Oliveira) – ingredientes: benzocaína 0,20 mg, borato de sódio 60,00 mg, cloreto de cetilpiridínio 1,00 mg, veículo q.s.p. 1 mL. Veículo: álcool etílico, Malva sylvestris L. (extrato fluído), fenosalil, mentol, sacarina sódica, sorbitol (solução a 70%), óleo essencial de Eucalyptus globulus, óleo essencial de menta, água purificada, álcool 0,36 mL/mL.
- New Dental Enxaguatório Bucal Cosmetic Cuidados Gengival (OralBox) – princípios ativos e características técnicas: flúor – NaF + MFP – 247,5ppm, ácido hialurônico (AH), extrato de chá verde (cammelia sinensis), extrato de tea tree (melaleuca alternifolia), DSBC – salicilato de dimetilsilanodiol, pirofosfato tetrassódico, odor característico do aroma de menta.
- New Dental Enxaguatório Bucal Soft Tissue Cuidado Pós Ciruria (OralBox) – princípios ativos: ácido hialurônico (AH), extrato de chá verde (cammelia sinensis), extrato de tea tree (melaleuca alternifolia), DSBC – salicilato de dimetilsilanodiol, pirofosfato tetrassódico, odor característico do aroma de menta.
- New Dental Enxaguatório Bucal Cuidado Implants (OralBox) – princípios ativos e características técnicas: ácido hialurônico (AH), extrato de chá verde (Cammelia Sinensis), extrato de tea tree (melaleuca alternifolia), DSBC – salicilato de dimetilsilanodiol, pirofosfato tetrassódico, odor característico do aroma de menta.
- Noplak Sem Álcool (OralBox) – contém: diclonato de clorexidina, álcool etílico, hidroxietilcelulose, ciclamato de sódio, glicerina, mentol, cristal, óleo de castor hidrogenado, sacarina sódica, sorbitol, corante CI 19140, CI 42090, composição aromática e água desmineralizada.
- Oral-B 3D White Radiant Mint (OralB) – composição: glicerina, hidrato de sílica, hexametafosfato de sódio, água, peg-6, aroma, fosfato de trissódio, laurel sulfato de sódio, carrageenan, cocamidopropyl betaine, mica (ci 77019), sacarina sódica, peg-20m, goma xantan, dióxido de titênio (ci 77891), sucralose, limonene, pigment azul15 (ci 74160).
- Perioxidin (Lacer) – digluconato de clorexidina 0,12%, propilenoglicol, glicerina, óleo de castor hidrogenado, polietilenoglicol 40, xilitol, poloxaleno, acessulfame potássico, mentol, sacarina sódica, sacililato de metila, neohesperidina DC, ácido lático, corantes CI 16185 e 15985, aroma de menta e água.
- Periotrat (Kley Hertz Farmacêutica) – contém água, digliconato de clorexidina, glicerol, aroma, limoneno. Linalol, polissorbato 20, hidróxido de sódio, sorbitol.
- Plax 2 en 1 Fresh Mint (Colgate) – ingredientes ativos: triclosan (0,03%), fuoreto de sódio (225 ppm de flúor) e copolímero PVM/MA (0,20%) gantrez.
- Plax Fresh Mint (Colgate)- ingredientes ativos: fluoreto de sódio 0,05%, cloreto de cetilpiridinio 0,075%, água, glicerina, propilenglicol, sorbitol, poloxaleno 407, sabor, cloreto de cetilpiridinio, sorbato de potássio, fluoreto de sódio (225 ppm de flúor), sacarina sódica, ácido cítrico, CI 42053/FD&C verde nº 3 (CI 42053), CI 15985/FD&C amarelo nº 6 (CI 15985).
- Plax Ice (Colgate)- composição: água, glicerina, glicolpropileno, sorbitol, poloxaleno 407, poloxaleno 338, aroma, óleo de castor hidrogenado peg-40 aroma, cloreto de cetilpiridinium, sorbato de potássio, fluoreto de sódio (225ppm de flúor), sacarina sódica, ácido cítrico, sucralose, CI 42053.
- Plax Ice Fusion Cold Mint (Colgate) – água, glicerina, glicol propileno, sorbitol, poloxaleno 407, poloxaleno 338, aroma, peg-40, óleo hidrogenado de castor, cloreto de cetilpiridínio, sorbato de potássio, fluoreto de sódio (225 ppm de flúor), sacarina sódica, ácido cítrico, sucralose, ci 42053.
- Plax Ice Fusion Winter Mint (Colgate) – composição: água, glicerina, glicol propileno, sorbitol, poloxaleno 407, poloxaleno 338, aroma, PEG-40 óleo de castor hidrogenado, cloreto de cetilpiridínio, sorbato de potássio, fluoreto de sódio (225 ppm de flúor), sacarina sódica, ácido cítrico, sucralose.
- Plax Ice Glacial (Colgate) – composição: fluoreto de sódio 0,05% e cloreto de cetilpiridínio 0,075%.
- Plax Ice Infinity (Colgate) – água, glicerina, propilenglicol, sorbitol, poloxâmero 338, poloxâmero 407, sabor, PEG-40 azeite de ricino hidrogenado, cloreto de cetilpiridinio, sorbato de potássio, fluoreto de sódio, sacarina sódica, ácido cítrico, sucralose, FD&C verde Nº 3 (CI 42053).
- Plax Soft Mint (Colgate) – ingredientes ativos: fluoreto de sódio 0,05%, cloreto de cetilpiridínio 0,075%.
- Sensitive Pro-Alívio (Colgate) – ingredientes: carbonato de cálcio, água, sorbitol, bicarbonato de arginina, laurilsulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio, aroma, goma de celulose, bicarbonato de sódio, acesulfame de potássio, silicato de sódio, goma xantal, sucralose, dióxido de titânio (CI 77891). Contém monofluorfosfato de sódio.
- Solução Bucal Noplak Max (OralBox) – princípio ativo: clorexidina 0,12% e cetilpiridínio.
- Total 12 Clean Mint (Colgate) – composição: fluoreto de sódio (1450 ppm de flúor), triclosan 0,3%, água, glicerina, sorbitol, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, copolímero PVM/MA, aroma, carragema, sacarina sódica, hidróxido de sódio, corante branco CI 77891.
- Total 12 Hálito Saudável (Colgate) – contém fluoreto de sódio, citrato de zinco e óxido de zinco.
Incluem-se câmera intra/extra oral; compressor de ar comprimido; contra-ângulo redutor; delineador de uso odontológico; equipamento para profilaxia odontológica de bicarbonato de sódio/ultrassom; equipo odontológico provido de caneta de alta rotação e baixa rotação e/ou micromotor, e seringa tríplice; foco cirúrgico; fotopolimerizador; localizador eletrônico de ápice; mesa auxiliar; micromotor odontológico; mocho; motor elétrico; plastificador a vácuo para uso odontológico; refletor; sugador de saliva provido de ponta descartável ou boquilha que permita o uso de aspirador cirúrgico de metal; unidade auxiliar ou cuspideira. unidade eletrocirúrgica.
Para cirurgias bucomaxilofaciais também são necessários equipamentos como monitor de sinais fisiológicos (ECG, oximetria, capnografia, pressão não invasiva e temperatura), desfibrilador/monitor, bomba de infusão, sistema de anestesia, sistema odontológico de abrasão a ar e turbina de alta rotação.
Adicionalmente, também é obrigatória a disponibilização de óculos de proteção para o paciente, em procedimentos que promovam a dispersão mecânica de partículas durante o ato operatório.
O Equipamento de proteção individual (EPI) é todo dispositivo ou produto de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. A Norma Regulamentadora -NR6 do Ministério do Trabalho descreve sobre a obrigatoriedade do fornecimento dos equipamentos de proteção individual (EPI) aos empregados, gratuitamente, adequado ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento. (Brasil,1978) O uso de EPI é indicado durante o atendimento ao paciente, nos procedimentos de limpeza do ambiente e no reprocessamento dos artigos. Todo EPI deverá apresentar o nome comercial, o nome da empresa fabricante, o lote de fabricação e o número do Código de Autorização ou, no caso de EPI importado, o nome do importador, o lote de fabricação e o número do Código de Autorização, em caracteres indeléveis e bem visíveis, que garantam a origem e a qualidade e a rastreabilidade quando necessário. Cabe ao responsável técnico pelo serviço odontológico providenciar a aquisição dos EPIs e orientar a equipe quanto aos tipos de EPIs e as indicações de uso, devendo: a) Adquirir os EPIs adequados ao risco de cada atividade; b) Exigir seu uso; c) Fornecer ao trabalhador somente aqueles EPIs aprovados pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho; d) Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado e conservação dos mesmos; e) Substituí-los imediatamente, quando danificados ou extraviados; f) Orientar quanto à higienização, manutenção periódica, restauração, lavagem e guarda correta do EPI; g) Respeitar a sua indicação em relação ao local e níveis de contaminação.
EPI PARA PROTEÇÃO DA CABEÇA- GORRO
É uma barreira mecânica contra a possibilidade de contaminação por secreções, aerossóis e produtos, além de prevenir acidentes e evitar a queda de cabelos nas áreas de procedimento. Deve ser preferencialmente descartável, cobrir todo o cabelo e as orelhas e ser trocado sempre que necessário ou a cada turno de trabalho. Recomenda-se o uso pelo paciente em casos de procedimentos cirúrgicos.
EPI PARA PROTEÇÃO DOS OLHOS E DA FACE- ÓCULOS DE PROTEÇÃO
Protegem os olhos das secreções, aerossóis e produtos químicos utilizados durante os procedimentos odontológicos e na limpeza e desinfecção de artigos, equipamentos ou ambientes. Os óculos devem possuir as laterais largas, ser confortáveis, com boa vedação lateral, totalmente transparentes, permitir a lavagem com água e sabão, desinfecção quando indicada, sendo guardados em local limpo, secos e embalados. Recomenda-se o uso também pelo paciente para evitar acidentes. Os óculos são medidas de segurança que protegem os olhos contra: a) Impactos de partículas volantes; b) Luminosidade intensa; c) Radiação ultravioleta; d) Respingos de produtos químicos e material biológico.
EPI PARA PROTEÇÃO DOS OLHOS E DA FACE- PROTETORES FACIAIS
Representam uma barreira física de proteção à transmissão aérea de infecções e inalação de agentes e substâncias químicas, e, ainda, protegem a face contra: a) Impactos físicos; b) Impactos de partículas volantes; c) Respingos de produtos químicos e material biológico. Os protetores faciais atuam como coadjuvantes na proteção respiratória contra: a) Gases emanados de produtos químicos; b) Vapores orgânicos ou gases ácidos no ambiente; c) Aerossóis. Os protetores faciais são fabricados em policarbonato e podem substituir os óculos de proteção, porém não substituem a máscara.
EPI PARA PROTEÇÃO DOS OLHOS E DA FACE- MÁSCARAS
As máscaras devem ser descartáveis, de filtro duplo e tamanho suficiente para cobrir completamente a boca e o nariz, permitindo a respiração normal e não irritando a pele. Devem ser descartadas após o atendimento a cada paciente ou quando ficarem umedecidas.
EPI PARA PROTEÇÃO DO TRONCO- AVENTAL
Vestimenta de segurança que oferece proteção ao tronco contra riscos de origem térmica, mecânica, química e umidade provenientes de operações com uso de água. Deve ser de mangas longas, tecido claro e confortável, podendo ser de pano ou descartável para os procedimentos que envolvam o atendimento a pacientes e impermeável nos procedimentos de limpeza e desinfecção de artigos, equipamentos ou ambientes. Deve ser usado fechado durante todos os procedimentos. São equipamentos de segurança aqueles que oferecem proteção ao tronco contra: a) Aerossóis e respingos durante os procedimentos; b) Riscos de origem térmica; c) Acidentes de origem mecânica; d) Ação de produtos químicos; e) Umidade proveniente de operações com uso de água; f) Contaminação por agentes biológicos; g) Exposições radiológicas – vestimenta plumbífera que garante a proteção do tronco dos pacientes expostos a raios X (incluindo tireoide e gônadas, com pelo menos o equivalente a 0,25 mm de chumbo) e o avental de chumbo para profissional (vestimenta plumbífera que garante a proteção do tronco, com pelo menos o equivalente a 0,5 mm de chumbo).
EPI PARA PROTEÇÃO DOS MEMBROS SUPERIORES- LUVAS
Devem ser de boa qualidade e usadas em todos os procedimentos. Constituem uma barreira física eficaz que previne a infecção cruzada e a contaminação do profissional de saúde e reduz os riscos de acidentes. Atuam na proteção das mãos contra: a) Agentes abrasivos e escoriantes; b) Agentes cortantes e perfurantes; c) Choques elétricos; d) Agentes térmicos; e) Agentes biológicos; f) Agentes químicos. Os principais tipos de luvas e suas indicações de uso são as seguintes: a) Luvas grossas de borracha e cano longo durante os processos de limpeza de artigos e ambientes, quando em contato com superfícies, artigos, instrumentos e equipamentos contaminados; b) Luvas de látex de procedimento para atividades clínicas e estéreis para procedimentos cirúrgicos, que devem ser descartadas a cada paciente; c) Luvas de plástico, usadas como sobreluvas, quando houver necessidade de manusear artigos fora do campo de trabalho; d) Luvas de amianto, couro ou aramida, usadas na CME, no manuseio de artigos esterilizados.
EPI PARA PROTEÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES- CALÇADOS
Devem ser fechados e com solado antiderrapante. Atuam na segurança para a proteção dos pés contra: a) Impactos de quedas de objetos; b) Choques elétricos; c) Agentes térmicos; d) Agentes cortantes e escoriantes; e) Umidade proveniente de operações com uso de água; f) Respingos de produtos químicos.
Os equipamentos acessórios são: a. mesa auxiliar; b. unidade auxiliar ou cuspideira; c. aparelho de fotopolimerização; d. ultrassom; e. bisturi elétrico; f. sucção de alta potência; g. aparelho de raios X.
- informá-las de seu cardápio de serviços e de suas técnicas; 2. atualizá-las de seus cursos, seminários, congressos; 3. instruí-las a falar de seus bons resultados em técnicas muito requisitadas na atualidade, como clareamento e implantes; 4. demonstrar satisfação de estar trabalhando em sua clínica, sempre; 5. demonstrar empatia com os problemas e queixas dos clientes e saber como ajudar a encontrar uma solução no âmbito da clínica; 6. elogiar seus funcionários, sempre que fizerem jus.
A primeira diferenciação que existe entre equipos é entre o tipo kart, disposto em uma mesa com quatro rodinhas, e o acoplado, que sobe junto com a cadeira. Depois de experiências com o braço fixo, hoje praticamente apenas se fabricam braços pneumáticos. Os equipos saem hoje de fábrica com três pontas básicas: uma para micromotor, uma para alta rotação e uma seringa tríplice. Aumentando o nível de sofisticação, é possível dispor de cinco pontas, adicionando uma caneta de alta rotação com fibra ótica e um ultrassom. A fibra ótica ajuda na iluminação do campo operatório. É possível também acoplar jato de bicarbonato e um fotopolimerizador, que, além da ergonomia, vão proporcionar espaço adicional nos armários próximos, além de conferir uma aparência mais clean ao consultório.
Muito em voga havia uma década, a otimização das condições de trabalho, que em um consultório se traduz no estudo da melhor e mais conveniente disposição dos móveis e objetos, e da sistematização das rotinas de procedimentos para maximizar o horário do profissional, acabou meio no ridículo pelo exagero com que eram levados alguns postulados. Também por causa da enorme oferta de profissionais no mercado, o que levava seus princípios ao paroxismo. À época, a título de reforçar o apelo, chegava-se a estimar o tempo gasto quando se permitia ao paciente usar a cuspideira, multiplicava-se pelo número de vezes por consulta, ao dia, por semana e meses para concluir que o profissional desperdiçava uma semana anual apenas aguardando os clientes cuspirem. E perguntava-se: não seria melhor gastar esse tempo com a família, em uma gostosa praia do Caribe, por exemplo? Até aí, o princípio tinha muita coisa de aproveitável. Mas os professores da matéria chegavam sempre ao exagero de apregoar a economia de conversa com o cliente, em nome da agilidade nos atendimentos, conclamando a evitar estender os papos. A experiência, no entanto, mostra que essa parte informal, humanística, extra-consulta, também é fundamental para cativar a clientela, ainda mais quando a iniciativa é do cliente.
Contar sempre para o paciente; use da sinceridade e da honestidade; lapsos acontecem, inclusive com profissionais experimentados. Lima quebrada, contar ou não contar? Você não conseguiu retirar aquela raiz residual? Se você não contar com seu jeito, certamente outro vai fazer esse papel, sem dó nem piedade, e nessa hora o cliente vai ficar desapontado da vida por considerar ter sido enganado. E pode inclusive processá-lo. Como dizem os jogadores de futebol, só perde gol quem está na área. Se você tiver arrebatado a confiança dele, a chance de perdê-lo ou de ele se desapontar com você é minimizada. Clinicamente, existe uma palavra caprichada que serve de eufemismo para denominar esses, digamos, enganos: iatrogenia. Acontece.
- dose não prescrita: esquecimento ou o profissional achava que tudo era muito intuitivo ou óbvio;
- dose omitida: o profissional só pode querer novo contato com o cliente, para esclarecer a receita;
- medicamento errado: caligrafia dúbia ou ininteligível e nomes com grafias próximas concorrem para tanta ocorrência do tipo (V. Letra de médico);
- hora de administração inadequada: de 6 em 6 horas é complicado, para quem toma um comprimido às 22 horas;
- via de administração incorreta: via oral ou sublingual? Mas se o medicamento estiver em ampolas?
Como emprego é um artigo muito em falta no mercado, basta que se coloque um pequeno anúncio em grupo de whatsapp ou no facebook, ou mesmo num jornal de bairro que, certamente, centenas de pessoas vão formar fila e atender ao chamado. Dá um trabalho enorme a seleção, e toma muito tempo. Claro que, propondo um pequeno questionário com pontos básicos de conhecimentos gerais e de conveniências para a atribuição – por exemplo, se fuma, se possui celular para se poder contatar com facilidade, ou se necessita de muita condução para chegar ao local – já elimina a grande maioria; e no final acaba sendo um pouco concurso de simpatia e aposta no potencial. Jeito mais fácil para atingir o mesmo objetivo, e se você trabalha no estado de São Paulo, é procurar no site da APCD (www.apcd.org.br) e garimpar entre profissionais que se oferecem. Tem muito menos, mas normalmente já são traquejadas na função e podem dispensar todo aquele adestramento inicial. Nos dois casos, é de bom tom pedir referências e checá-las (V. Auxiliares – condutas convenientes).
O brasileiro costuma comprar uma nova escova a cada 17 meses, quando o recomendável pelas autoridades de saúde bucal é de três meses. Dados oficiais revelam que 40% da população não têm acesso à escova e à pasta de dente. De acordo com a Coordenadoria Nacional de Saúde bucal do Ministério da Saúde, isso ocorre não apenas por falta de orientação, mas porque as pessoas não têm condições financeiras de comprar os produtos básicos para a higiene bucal. Não adianta ensinar a prevenção se a pessoa não usa regularmente escova e pasta de dente. Esse montante representa quase metade da população brasileira. Cerca de 60% do mercado brasileiro são compostos por escovas baratas, que custam cerca de R$ 1,00. O restante é o formado pelo segmento premium, que envolve produtos de melhor acabamento e estética (cerdas coloridas e cabos flexíveis, emborrachados, por exemplo). Pesquisas de fabricantes apontam que, na hora da escolha de sua escova, o brasileiro prefere, em primeiro lugar, o produto com recomendação do dentista. Em segundo lugar, o preço. De acordo com consultores de multinacionais da área, escova de dente é produto complicado de trabalhar. “O consumidor não tem envolvimento emocional. Ninguém curte usar”, afirmam. A Oral-B, da Gillette, com modelos que custam mais de R$ 6,00 no varejo, é a mais recomendada pelos dentistas; a Johnson’s, encontrada nas lojas por R$ 4,00, é a segunda mais citada. Praticamente todas as escovas fabricadas no Brasil adquirem suas cerdas da multinacional Dupont. Existem sete grandes grupos de filamentos de náilon, chamados de tinex, que compõem as cerdas, que variam em forma e textura, e basicamente são mais macias quanto mais finas. A de melhor qualidade é a produzida em poliamida 6-12, principalmente pela resistência à fadiga e a dificuldade em absorver umidade. Grandes empresas do ramo, como Colgate e Gillette, praticamente confeccionam todas as suas escovas, mesmo as das linhas mais populares, com as melhores cerdas, pois adquirem enorme quantidade de fibras. A diferença acaba sendo na sofisticação da produção dos cabos. Entre os grandes produtores de escovas, a Dupont fornece para Bitufo, Colgate, Oral-B, Sanifill e Condor. Muitas culturas tradicionais pelo mundo limpavam os dentes esfregando ramos ou pedaços de madeira contra eles desde os tempos antigos. Ou friccionando bicarbonato de sódio ou giz contra os dentes. Pequenos ramos desfiados eram usados como escovas de dente na China antiga; o médico Hipócrates recomendava (c.355 a.C.) o uso de um chumaço de lã molhado em mel. De acordo com a American Dental Association (ADA), a primeira escova de dente foi construída em 1498 por um imperador na China, que juntou cerdas de crina embebidas em um cabo de ossos. Não eram comuns no Ocidente até o século XVII, até que algumas das primeiras escovas apareceram em Paris por volta de 1649, e se disseminaram no século XIX. Um método antigo muito comum, o de higienizar os dentes esfregando com um pedaço de pano, era costume na Europa pelo menos desde os tempos romanos. Cerdas naturais de pêlo de animal foram substituídas por materiais sintéticos, principalmente náilon, pela empresa Dupont em 1938, ano em que a primeira escova de dente com cerdas de náilon foi comercializada. Em janeiro de 2003, em uma pesquisa sobre qual invento sem o qual os norte-americanos não podiam viver, a escova de dente foi escolhida como número um, batendo o automóvel, o computador pessoal, o telefone celular e o microondas. A inovação mais recente de escova de dentes é a sônica, semelhante a uma escova de dentes elétrica, mas emite ondas que deslocam a placa bacteriana dos dentes.
Aproveitando a tecnologia das vibrações sônicas, dois modelos chamaram a atenção na última CES Tech, em Las Vegas, em 2020. A CES Tech é uma das maiores feiras mundiais em novidades tecnológicas. Dentre as novidades estão a Y brush, da francesa FazTeesH, e a iO, da Oral-B. A Y brush faz parte do grupo das novas escovas dentais em um formato nada convencional. Esta escova, que faz lembrar uma goteira, tem 96 conjuntos de cerdas de nylon para limpar os dentes em profundidade. E promete que limpar os dentes em incríveis dez segundos. A forma de utilização parece ser simples: basta colocar a pasta de dentes na escova, colocar a escova na boca, ligá-la e morder “o molde” durante cinco segundos. Depois, é apenas virar e repetir o mesmo procedimento. Possui três níveis de vibração sônica e, assim, adapta-se à sensibilidade de cada usuário. Segundo a fabricante do aparelho, a Y brush elimina 15% mais de placa bacteriana quando comparada a uma escova convencional.
A inovação trazida pela Oral B é uma escova dental elétrica resultado de seis anos de pesquisa.
Trata-se de uma escova dental baseada em inteligência artificial e que foi lançada em agosto de 2021. Segundo a fabricante, o grande diferencial da iO está nas oscilações e movimentos rotativos combinados com um mecanismo magnético. A escova dental conta com um sensor de pressão, que evita o excesso de pressão sobre a gengiva e os dentes. Isso evita inflamações gengivais e o desgaste dos dentes. O dispositivo também registra os dados da escovação que posteriormente são enviados para um aplicativo de smartphone. Isso possibilita posteriores análises do desempenho alcançado.
Outras novidades mostradas ao público no mesmo evento foram as novas escovas dentais da Silk’n Beauty. A empresa, que atua no segmento de produtos de beleza, apresentou no evento a ToothWave. É uma escova de dentes com dois eletrodos e uma faixa de silicone no meio. Isto faz com que a corrente elétrica gerada entre os eletrodos seja utilizada para limpar os dentes de forma mais profunda. O uso dessa tecnologia visa diminuir a aplicação de produtos abrasivos nos dentes. A radiofrequência já é usada em tratamentos médicos e de estética há anos. Porém, sua aplicação em uma escova dental é inovadora.
Por último, merece menção o lançamento das novas escovas dentais Colgate Plaqless Pro, da Colgate. É uma escova dental elétrica que disponibiliza informações precisas e em tempo real adaptadas a cada usuário e à sua técnica de escovação. Seus usuários conseguem identificar quais as áreas que precisam ser escovadas durante mais tempo e perceber quando o biofilme foi removido. A escova identifica com uma luz azul o acúmulo de biofilme. Haverá a mudança para a luz branca quando a área estiver limpa. Sensores incorporados no cabo da escova elétrica criam um mapa completo da boca. Assim, a cada escovação dental, os usuários podem consultar o aplicativo para saber exatamente onde escovaram os dentes e se a área está limpa. Isso é possível através do aplicativo Colgate Connect, que se liga à escova através de Bluetooth. O aplicativo Colgate Connect tem versões para iOS e Android. O aplicativo fornece ao usuário um feedback imediato sobre a escovação com dados personalizados. Também dá dicas de e higiene bucal. Segundo a fabricante, a Colgalte Plaqless Pro tem por objetivo também orientar e guiar o usuário para uma melhor escovação dental. E também ajudar paciente e dentista a construírem uma parceria ainda mais forte no sentido de uma saúde oral de mais qualidade.
Nada essencial, mais um excesso de gentileza, para encantar inesperadamente o cliente. Nos sites mercado livre (www.mercadolivre.com.br) e fiork (www.fiork.com.br), você encontra escovas descartáveis. Nos sites chineses made-in-china (pt.made-in-china.com), e alibaba (portuguese.alibaba.com) também existem muitos fabricantes desses produtos.
A Broxodent, como foi chamada, foi apresentada pela empresa farmacêutica Squibb no centenário da ADA, em 1959. A empresa General Electric apresentou a escova sem fio recarregável em 1961. Introduzida em 1987, Interplak foi a primeira elétrica de ação rotatória para uso caseiro. Pelos atributos de poder higienizar em locais difíceis, de acesso complicado e de manter a movimentação para pessoas com pouca coordenação motora, e por conseguir uniformidade de toque das cerdas, o pequeno instrumento rotatório tem muitos trunfos para ser sucesso nas toaletes.
Entre as disponíveis pelas principais indústrias odontológicas, as maiores diferenças em termos de recursos ficam por conta dos seguintes detalhes:
– modo Whitening: vibra para remover manchas;
– modo massagem: para quem precisa de uma ferramenta que melhore a gengiva;
– modo sensitive: para limpeza delicada e minuciosa das zonas sensíveis;
– modo temporizador, que sinaliza com timer de tela quando o mínimo de dois minutos se encerrou.
Estas escovas elétricas se destacam no mercado, e seu valor médio, em reais:
Escovas de dente Elétricas
Chicco Infantil R$59,00
Curaprox Hydrossonic Pro Chs R$899,00
G.U.M. Deep Clean Sonic Power R$64,00
Multilaser Health Pro Coelho R$35,00
Multilaser Infantil Health Pro R$35,00
Multilaser Infantil Health Pro Astronauta R$35,00
Multilaser Infantil Health Pro R$35,00
Omron Control HT-B223-W R$71,00
Omron ht-b214 R$107,00
Oral-B Genius X R$854,00
Oral-B Genius 8000 R$2.406,00
Oral-B Infantil Carros R$119,00
Oral-B Infantil Princesas R$119,00
Oral-B Power Pro-Saúde R$89,00
Oral-B Pro 2000 Sensi R$399,00
Oral-B Pro-Saúde Power R$84,00
Oral-B Professional Care 2000 R$455,00
Oral-B Professional Care 500 R$329,00
Oral-B Vitality 100 Precision R$129,00
Oral-B White Pulsar R$39,00
Philips Sonicare EasyClean R$237,00
Philips Sonicare Essence+ R$199,00
Techline EDA10 R$61,00
Vivitar Sonic 5 Modos PTV1020 R$177,00
Xiaomi R$367,00
Muitas vezes é bem inconveniente ter esse tipo de papo no recinto do consultório, mas é o jeito, se não há alternativa: na sala de espera, nem pensar. Portanto, uma boa escrivaninha, uma poltrona, uma cadeira confortável, uma estante com livros, um pequeno arquivo e fotos de sua família compõem um cenário bem adequado e aconchegante para o lugar.
As clínicas deverão ter esta área em cada um de seus consultórios (Resolução SS-15, de 18 de janeiro de 1999) (V. Consultório).
Nos Estados Unidos, as especialidades estão compactadas em nove títulos: Saúde Dental Pública, Endodontia, Patologia Oral e Maxilo-facial, Radiologia Oral e Maxilo-facial, Cirurgia Oral e Maxilo-facial, Ortodontia e Ortopedia Dentofacial, Dentística Pediátrica, Periodontia e Prótese Odontológica. Em Portugal, a Ordem dos Médicos Dentistas confere o título de especialistas nas áreas de Cirurgia Oral, Disfunção Temporomandibular, Odontopediatria, Ortodontia e Periodontologia.
O consenso entre analistas e consultores é que não se deve perder nunca o elo acadêmico, o costume de frequentar cursos com assiduidade.
No Brasil, 33,45% dos profissionais têm especialidade. Para que sejam verificadas as tendências, vamos reproduzir o ranking das preferidas atualmente, seguido das colocações em 2007.
1° Ortodontia* (1°) 30.337
2° Endodontia (2°) 14.561
3° Implantodontia (9°) 13.398
4° Prótese Dentária (5°) 11.262
5° Dentística** (6°) 9.123
6° Periodontia (4°) 8.556
7° Odontopediatria (3°) 8.064
8° Radiologia Odontológica e Imaginologia*** (7°) 7.533
9° Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial (8°) 4.956
10° Odontologia em Saúde Coletiva ****(11°) 3.447
11° Ortopedia Funcional dos Maxilares (10°) 1.334
12° Odontologia do Trabalho (17°) 1.101
13° Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial (12°) 1.024
14° Estomatologia (13°) 799
15° Odontologia Legal (15°) 747
16° Odontologia para Pacientes com Nec. Especiais (14°) 528
17° Patologia Oral e Maxilofacial (16°) 350
18° Harmonização Orofacial (-) 292
19° Odontogeriatria (18°) 245
20° Acupuntura (-) 215
21° Homeopatia (-) 155
22° Prótese Bucomaxilofacial (19°) 33
23° Odontologia do Esporte (-) 18
* Era conjugado com Ortopedia Facial
** Nomenclatura anterior era Dentística Restauradora
*** antes, apenas Radiologia
**** inicialmente, apenas Saúde Coletiva
Esse credenciamento é essencial à validade nacional do certificado a ser obtido com a conclusão dos estudos. Embora cursos lato sensu não se submetam à avaliação sistemática, a prova do credenciamento institucional, que tem validade limitada, e a declaração que o curso atende aos requisitos enumerados pela Resolução CNE/CES no 01, de 03 de abril de 2001 (dados que constarão do Registro do certificado) são, independentemente de outra formalidade, indicadores seguros da regularidade do curso.
Os colorímetros são mais fáceis de usar e menos dispendiosos do que os espectrofotômetros. No entanto, de acordo com o especialista português na área, Paulo António Soares Ribeiro, são menos precisos devido ao envelhecimento dos filtros e o metamerismo da amostra pode ser um desafia à sua precisão.
O primeiro dispositivo criado para a análise digital de cor e equalização de sombreamento baseado em tecnologia de visão artificial que pode captar a aparência visual dos dentes foi o ShadeScan.Trata-se do pioneiro a prover um mapeamento digital do sombreamento da superfície inteira do dente enquanto permite ao usuário selecionar dentre inúmeros guias de sombra apresentados. A imagem do dente é obtida e gravada digitalmente num cartão de memória, podendo ser acrescentados comentários de voz. A gravação é enviada ao laboratório de prótese que, com o uso do software específico, apresenta mapas de cor e translucidez digitais, facilitando a escolha da cor, da translucidez e da textura, sem estar na presença do paciente.
Veja as características dos principais sistemas à disposição no mercado. O custo varia de 1 mil a 7,5 mil dólares.
Dispositivos de medição de cor | Colorímetros/Espectrofotômetros
Clear Match (software- necessita de câmera digital), da Clarity Dental, EUA.
Color Scanner 2006 (software- necessita de câmera digital), da Nuova, Fra-Sui.
CrystalEye espectrofotômetro da Olympus, Japão.
Easyshade Compact, espectrofotômetro) da Vident, EUA. www.vident.com
Shade NCC Chroma Meter, da Shofu Dental, EUA.
ShadeEye- X, colorímetro da Shofu Dental, EUA.
ShadeScan, colorímetro da Cynovad.
ShadeStar, da Lukadent, Alemanha. www.lukadent.com
ShadeVision, colorímetro da X-Rite, EUA.
ShadeX, espectrofotômetro da X-Rite, EUA.
SpectroShade Micro, espectrofotômetro da MHT, Suiça. www.mht.ch
Zfx Shad, espectrofotômetro da Zfx, Alemanha. www.zfx-dental.com
A pessoa deve conferir o trabalho sem proximidade exagerada e a luminosidade dos refletores, já que habitualmente a distância social da observação costuma ser de uns 40 cm.
Os tipos mais comuns são classificados, conforme a Vigilância Sanitária, em: Consultório tipo I, quando possui somente um conjunto de equipamento odontológico; Consultório tipo II, nos casos em que além de um conjunto de equipamento odontológico mantém anexo laboratório de prótese; Clínica tipo I, quando dispõe de um conjunto de, no máximo, três consultórios independentes entre si, com sala de espera comum; Clínica tipo II, quando além dos consultórios mantém anexo laboratório de prótese; e, por fim, Clínica modular, quando atende em um único espaço com área mínima condicionada ao número e à disposição dos equipamentos odontológicos (Resolução SS15, de 18 de janeiro de 1999).
Americanos costumam dizer “no parking, no business”, para realçar a importância do assunto. É certamente um dos fatores – ao lado da segurança – que fizeram o sucesso dos shopping centers. Hoje, nas cidades grandes, é fator que pode ser decisivo na hora de escolher entre um ou outro profissional. Se você não tem condições de tornar disponíveis locais para o automóvel de sua clientela, fazer algum convênio com estacionamentos próximos é atitude inteligente. Mesmo que seja em prédio, é recomendável conseguir desconto das empresas que gerem o estacionamento: é sempre uma maneira de mostrar preocupação com a clientela e um procedimento confortante. Deve haver quem tem a sorte de ter uma clientela inteira composta pela classe A, que não se importa de gastar às vezes abusivamente para deixar o
Para garantir a esterilização, é preciso que os passos para o processamento de artigos sejam seguidos corretamente. Na Odontologia, os processos de esterilização indicados são:
- a) Físicos: utilizando-se o vapor saturado sob pressão (autoclave).
- b) Químicos: utilizando-se soluções de glutaraldeído a 2% e de ácido peracético a 0,2%. Destaca-se que os artigos metálicos deverão ser esterilizados por processo físico visto serem termorresistentes. A esterilização química deve ser utilizada em artigos termossensíveis apenas quando não houver outro método que a substitua. Ressalta-se que os artigos termossensíveis devem ser prioritariamente esterilizados por meio de processo físico.
PROCESSO FÍSICO – VAPOR SATURADO SOB PRESSÃO
Realizado em autoclave, onde os microorganismos são destruídos pela ação combinada da temperatura, pressão e umidade, que promove a termocoagulação e a desnaturação das proteínas da estrutura genética celular. Atualmente, existem três tipos de autoclave disponíveis no mercado:
- gravitacional: o ar é removido por gravidade, sendo que o ar frio, mais denso, tende a sair por um ralo colocado na parte inferior da câmara, quando o vapor é admitido. No Brasil, as autoclaves destinadas à Odontologia funcionam, em quase sua totalidade, pela forma de deslocamento por gravidade;
- pré-vácuo: o ar é removido com o uso de bombas de vácuo, podendo ser um único pulso (alto vácuo) ou seguidas injeções e retiradas rápidas de vapor (pulsos de pressurização).
- ciclo flash: recomendado para esterilização apenas em situações de uso imediato do artigo, seja acidentalmente contaminado durante um procedimento ou na ausência de artigo de reposição.
Os padrões de tempo, temperatura e pressão para esterilização pelo vapor variam de acordo com o aparelho e encontram-se dentro de: 121° C a 127° C (1 atm pressão) por 15 a 30 minutos e 132° C a 134° C (2 atm pressão) por quatro a sete minutos de esterilização.
O material, devidamente embalado, deve ser colocado na câmara da autoclave desligada, não ultrapassando 2/3 de sua capacidade total e sem encostar-se às laterais, dispondo-se os pacotes de modo que o vapor possa circular livremente e atinja todas as superfícies do material. Embalagens compostas por papel e filme devem ser colocadas com o papel para baixo. Deve-se fechar o equipamento e selecionar o ciclo desejado, caso seja possível. Após a conclusão do ciclo, deve-se abrir o equipamento e aguardar que a temperatura caia a 60º C para a retirada do material. Nesta etapa, o profissional deve utilizar todos os EPIs.
Atualmente, a esterilização em estufas (calor seco) é recomendada por organismos nacionais e internacionais apenas para óleos e pós na área médica e para alguns tipos de brocas e alicates ortodônticos na Odontologia (CDC, 2003). Estas indicações se justificam pelo fato de o processo exigir longo período de tempo e altas temperaturas, podendo ocorrer falhas no processo de esterilização. Os equipamentos utilizados atualmente nos serviços odontológicos não são automatizados, não permitem registros confiáveis dos parâmetros físicos do processo, permitem a interrupção do processo e o monitoramento biológico é complexo.
PROCESSOS QUÍMICOS – GLUTARALDEÍDO A 2%
Sua ação germicida se dá pela alquilação de grupos sulfidril, hidroxil, carboxil e amino, grupos de componentes celulares, alterando o RNA, DNA e as sínteses proteicas.
Após a realização da limpeza e secagem do artigo, este deve ser imerso totalmente na solução de glutaraldeído a 2%, em recipiente de plástico e com tampa, por 10 horas. O profissional deve fazer uso de EPIs durante a manipulação, tais como avental, luvas de borracha (butílica/viton), óculos e máscaras próprias para vapores orgânicos.
O enxágüe final deve ser rigoroso, em água estéril, e a secagem, com compressas esterilizadas, é obrigatória, devendo o artigo ser utilizado imediatamente. É recomendado que o manuseio desta solução seja realizado em ambiente com boa ventilação.
PROCESSOS QUÍMICOS – ÁCIDO PERACÉTICO A 0,2%
O ácido peracético a 0,2% promove desnaturação de proteínas, alteração na permeabilidade da parede celular, oxidação de ligações sulfidril e sulfúricas em proteínas, enzimas e outros componentes básicos.
Deve-se salientar que a esterilização química deve ser utilizada somente nas situações em que não há outro recurso disponível.
Em resumo, de acordo com os Conselhos Regionais, para o processo de esterilização são aceitos a autoclave e as estufas – estas, apenas para algumas situações específicas. E são proibidos o equipamento à base de radiação ultravioleta e os ebulidores de água como métodos de esterilização. Todos os instrumentais devem passar pelo processo de descontaminação e lavagem antes de serem esterilizados.
De acordo com as normas da Anvisa, as limas e brocas devem, preferencialmente, ser esterilizadas em autoclave. Atualmente, a esterilização em estufas (calor seco) é recomendada por órgãos nacionais e internacionais apenas para alguns tipos de brocas e alicates ortodônticos. Estas indicações se justificam pelo fato de o processo exigir longo período de tempo e altas temperaturas, podendo ocorrer falhas durante a esterilização. (V. também Rotinas e cuidados com instrumentais e aparelhos).
Quem ainda tem a sua, no entanto, é bom observar os seguintes detalhes, para sua correta utilização: a. tempo de exposição: à temperatura de 160º, deve-se deixar durante 120 minutos; a 170º, por 60 minutos; b. manter a porta fechada durante todo o ciclo; c. ter um termostato para manutenção efetiva da temperatura; c. ter área mínima para circulação interna do ar produzido; d. ter termômetro de bulbo para controle da temperatura preconizada; e. ter a contagem do tempo de esterilização iniciada somente após a estabilização da temperatura no nível indicado; f. não deve ser sobrecarregado, bem como as caixas metálicas que contêm o material, fato impeditivo para a adequada estabilização da temperatura interna necessária à esterilização.
Em verdade, trajes vestidos pelos dentistas, assim como linguagem, comportamento e cuidados pessoais, são expressões tangíveis da própria imagem do profissional no papel de curador. As expectativas dos pacientes do que um cirurgião-dentista devia parecer pode ser correspondida ou abalada, por exemplo, pela escolha da roupa e como é vestida. Detalhes como este refletem imediatamente o papel profissional do cirurgião-dentista e sua posição e aceitação social, bom gosto, segurança e, no final das contas, respeito para o paciente. Vamos verificar, a seguir, a prática da etiqueta em algumas situações comuns em consultórios.
ENTRE PROFISSIONAL E CLIENTE
- Atrasos: até 15 minutos, eventualmente, são aturáveis. Mas não dispensam uma desculpa, que é um mínimo de consideração que se deve ter pelo tempo subtraído do cliente. Mais que isso já entra na conta “será que ela(e) é tão competente e indispensável que não possa ser substituído por outra(o) mais atencioso?”.
- Cavalheirismo: se não há razões objetivas para tratar primeiro de um dos componentes de um casal, a prioridade deve ser dada à mulher. Se há uma escada de acesso a seu consultório, e é você que recepciona, saiba que a mulher sobe na frente e, quando desce, o homem vai primeiro.
- Conversas: profissionais devem saber sempre dirigir os diálogos. Não é conveniente externar convicções radicais sobre ideologias, religiões, partidos políticos, futebol ou assuntos que ensejem polêmica sem saída. Comentários sobre outros clientes seus, ou detalhes de vida pessoal, também devem ser tratados como confidências, e jamais devem ser revelados. Também não fica bem ser pessoal demais, ou invasivo além da conta. Nunca faça perguntas sobre assuntos pessoais. Se o outro quiser, ouça e fique quietinho. Para esses assuntos, há lugares mais apropriados.
- Cuidados pessoais: sapatos, cabelos e unhas são detalhes importantes; devem estar sempre com aparência de cuidados e limpos. Penteados exóticos, cabelos despenteados, unhas sujas, perfumes fortes, brincos unilaterais e jóias extravagantes podem empanar a relação com o paciente. O profissional deve procurar neutralidade e moderação nos cuidados pessoais para evitar qualquer comprometimento ou interferência com a imagem e o papel profissional.
- Familiares: a dúvida está sempre entre cobrar ou não cobrar, mas o mais razoável é cobrar, tendo o cuidado de mostrar quanto seria o tratamento e o desconto que você está fazendo. Se você não cobrar nada, nem você nem seu trabalho vão ser valorizados, sempre haverá a desconfiança de que deve estar usando material de segunda, ou trabalhando apressadamente, ou que deve estar fazendo a contragosto.
- Fumo: em lugares fechados, hoje, para pessoas civilizadas, nem é preciso avisar do descabimento que é acender um desses cilindrinhos. Se houver insistência e você não quiser parecer rude, alegue uma alergia ou coisa similar para que o interlocutor perceba o inconveniente e se contenha.
- Pessoas que não tenham higienizado a boca: quando o cliente diz que não teve tempo de escovar, ou quando não diz e você percebe, é bom nem iniciar o atendimento e pedir para que ele faça isso. Se você dispuser de escova descartável, ceda uma. Esse procedimento serve para ele notar o descabimento de sua negligência, e é pedagógico. Certamente, em uma próxima oportunidade, ele não permitirá que isso aconteça. Provavelmente em consultas com ginecologistas ou urologistas esse mesmo paciente não teria o desplante de alegar a mesma desculpa.
- Toques: se seu paciente estiver com mau hálito, avise, diga que vai investigar a causa. Não o deixe sair de seu consultório desse jeito.
- Trajes: conservadores como terno e gravata, para homens, são sempre de bom gosto, ainda que isto seja um costume norte-americano. No Brasil, até mesmo pelo clima, casacos brancos ou jalecos são uniformes de trabalho em quase todas as situações. Um jaleco branco amarrotado e maltrapilho deprecia a presença profissional, e um casaco branco que esteja sujo, manchado de sangue, atenta contra a imagem higiênica a ser projetada pelo profissional.
- Tratamentos: a princípio, sempre se trata por “senhor” e “senhora”. Clientes mais antigos, que se permitem chamá-lo de você, podem ser retribuídos da mesma forma. Eventualmente tratar uma pessoa mais velha por você é uma coisa que, contrariando todas as regras, costuma alegrar muito o coração de um idoso.
ENTRE PROFISSIONAL E PROFISSIONAL
- Encaminhamentos: se um colega gosta do seu trabalho e lhe encaminha clientes para procedimentos de sua especialidade, é gentil e educado pegar o telefone e agradecer a confiança depositada. Existem também impressos para essa finalidade. Não deixe passar em branco: boas relações são sempre ponteadas por gentilezas e demonstrações de gratidão. Atender o paciente e reencaminhá-lo para outro colega ou insinuar-se para continuar o tratamento, além de grossura sem tamanho, pode valer processo ético no Conselho.
ENTRE PROFISSIONAL E PESSOAL DE APOIO
- Críticas: nunca repreenda atendente ou secretária na frente de ninguém. Esse assunto é sempre reservado.
- Instruções: tão logo comece a desempenhar suas funções, instrua sua Secretária, Atendente ou Auxiliar, como gosta de trabalhar, como prefere que seja administrada sua agenda e todos aqueles detalhes com os quais ninguém nasce sabendo. Não permita que sua secretária diga, ao telefone: “quem deseja?”, “quem gostaria?”, de chamar pessoas de “meu bem”, “meu amor”. Nem que fique conversando ao telefone enquanto outra pessoa espera.
ENTRE PROFISSIONAL E MÍDIAS SOCIAIS
- Deselegância: postar fotos ou vídeos mostrando consumo de bebidas alcoólicas ou cigarro. Certos conteúdos do perfil pessoal do Facebook do dentista podem difamar sua própria reputação. Nesse quesito, é bom atentar para o fato de que apenas às clínicas é facultada a publicação de imagens do “antes e depois” de procedimentos. Postar fotos ou vídeos com pacientes em rede social, sem o devido prévio consentimento, também pode ser pisada na bola.
- Disponibilidade: manter-se disponível no whatsapp é escolha individual, relacionada ao perfil de cada médico; seria estar em constante e eterno plantão a distância. Mas atenção: não responder uma mensagem pelo aplicativo, já que o disponibilizou ao seu paciente, pode caracterizar-se omissão ou negligência.
- Confidencialidade: ter todo o cuidado com informações transmitidas pelos pacientes, já que essa comunicação virtual pode resultar em problemas médico-legais, além de ser violação de privacidade. Evitar a todo custo a apresentação abusiva, assustadora, enganosa ou sedutora do corpo humano que sofreu alterações de lesões, doenças e tratamentos/procedimentos. A autopromoção, o teor sensacionalista e de exclusividade são vetados também para as redes sociais, das quais se criam com elas valorizações de currículos profissionais, muitas vezes sem sustentação ética.
- Discrição: o Código de Ética já menciona, mas é bom lembrar que é vedada a publicação nas mídias sociais de autorretrato (selfie), imagens e/ou áudios que caracterizem sensacionalismo, autopromoção, ostentação ou concorrência desleal.
- Intercâmbio: é permitido o uso de whatsappe plataformas similares para comunicação entre cirurgiões-dentistas e seus pacientes, bem como entre cirurgiões-dentistas, em caráter privativo, para enviar dados ou tirar dúvidas, bem como em grupos fechados de especialistas ou do corpo clínico de uma instituição ou cátedra, com a ressalva de que todas as informações passadas têm absoluto caráter confidencial e não podem extrapolar os limites do próprio grupo, nem tampouco podem circular em grupos recreativos, mesmo que compostos apenas por dentistas.
No caso de dúvidas acerca dos exames pedidos, fica o profissional obrigado a justificar a solicitação. Operadoras e seus responsáveis técnicos serão responsabilizados eticamente quando, de forma injustificada, negarem a solicitação desses exames.
De acordo com a portaria do Ministério do Trabalho e Emprego n° 397 de 2002, que estabelece a Classificação Brasileira de Ocupações, compete ao cirurgião-dentista solicitar exames complementares, entre eles: radiografias, ressonância magnética, solicitação de risco cirúrgico e exames de laboratório em geral.
De acordo com o inciso I do artigo 5° da Resolução CONSU nº 10 de 1998, no plano hospitalar é obrigatória a cobertura de cirurgias odontológicas bucomaxilofaciais que necessitem de ambiente hospitalar.
De acordo com o parágrafo único do artigo 7° da Resolução CONSU nº 10 de 1998, os procedimentos bucomaxilares e aqueles passíveis de realização em consultório, que por imperativo clínico necessitem de internação hospitalar, estão cobertos nos planos hospitalares e referência. E conclui que:
A solicitação dos exames laboratoriais/complementares previstos no art. 12, inciso I, alínea b, da Lei n° 9.656, de 1998, e dos procedimentos abrangidos pelas internações hospitalares, de natureza bucomaxilofacial ou por imperativo clínico, dispostos no art. 12, inciso II, da mesma lei, e no art. 7º, parágrafo único da Resolução CONSU nº 10, de 1998, devem ser cobertos pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde, mesmo quando promovidos pelo cirurgião-dentista assistente, habilitado pelos respectivos conselhos de classe, desde que restritos à finalidade de natureza odontológica.
Portanto, está claro que as cirurgias odontológicas devem ter cobertura das operadoras de saúde, desde que estejam incluídas nos parâmetros estabelecidos pelos órgãos fiscalizadores que regem as normas de saúde suplementar no País.
Quais são esses parâmetros? A seguir, temos as principais patologias cobertas:
- Lesões de origem comprovadamente traumática na área bucomaxilofacial, a saber: fraturas de ossos da face desde a mandíbula até órbitas e arcos zigomáticos sem envolvimento parenquimatoso cerebral;
- Doenças da articulação temporomandibular – ATM (luxação recidivante e erosão condilar);
- Tumores benignos da cavidade bucal;
- Patologias maxilares ou mandibulares desde que comprovados impactos na fisiologia respiratória, a exemplo de apnéia/hipopnéia, através de exames de polissonografia e relatório de especialista otorrinolaringologista;
- Osteomielite de maxila ou mandíbula;
- Processos infecciosos de partes moles: músculos e tecido celular subcutâneo;
- Corpos estranhos intraósseos e intrabucais (exceto implantes odontológicos e aparelhos ortognáticos);
- Querubismo.
O que precisa ficar claro é que os procedimentos que são realizados rotineiramente em consultórios dentários não têm cobertura por parte das operadoras de saúde: extrações dentárias (sejam elas de dentes irrompidos ou inclusos), cirurgias gengivais, pré-protéticas, enxertos ósseos ou de tecidos moles, entre outras cirurgias consideradas menores, que devem ser realizadas sob anestesia local em consultórios próprios para tal.
Quando o paciente apresenta alguma morbidade de ordem geral que ponha em risco a realização do procedimento em consultório sem suporte de emergência, isso caracteriza um “imperativo clínico”, que permite a realização em ambiente hospitalar com cobertura da operadora de saúde desse beneficiário.
Cabe, portanto, ao cirurgião responsável identificar esta condição e comprovar por meio de laudos, exames ou relatórios, a necessidade da realização de um procedimento indicado por ele em ambiente hospitalar sob anestesia geral – como, por exemplo, o relatório de um cardiologista informando que um determinado paciente é portador de uma cardiopatia grave e requer, desta forma, todo suporte de emergência que só existe em hospitais, ou um quadro psiquiátrico, que necessite submeter o paciente à sedação para realizar um tratamento odontológico, respaldado por laudo de um psiquiatra.
Transcrevemos a seguir a resolução da ANS mais atual, que confirma exatamente o que destacamos aqui e serve de suporte jurídico em caso de recusas por parte das operadoras de saúde:
Resolução Normativa – RN Nº 428, de 7 de novembro de 2017.
VIII – cobertura dos procedimentos cirúrgicos buco-maxilo-faciais listados nos Anexos desta Resolução, para a segmentação hospitalar, conforme disposto no artigo 5° desta Resolução Normativa, incluindo a solicitação de exames complementares e o fornecimento de medicamentos, anestésicos, gases medicinais, transfusões, assistência de enfermagem, alimentação, órteses, próteses e demais materiais ligados ao ato cirúrgico, utilizados durante o período de internação hospitalar;
IX – cobertura da estrutura hospitalar necessária à realização dos procedimentos odontológicos passíveis de realização ambulatorial, mas que por imperativo clínico necessitem de internação hospitalar, com equipe de saúde necessária à complexidade do caso, incluindo exames complementares e o fornecimento de medicamentos, anestésicos, gases medicinais, transfusões, assistência de enfermagem e alimentação utilizados durante o período de internação hospitalar;
Existem inúmeras condições sistêmicas e locais que indicam a realização de procedimentos odontológicos em hospitais. O cirurgião assistente deve estar preparado e consciente das reais necessidades, embasadas por documentações comprobatórias, para que a cirurgia seja autorizada pela operadora de saúde sem maiores dificuldades para o beneficiário.
Práticas de trabalho seguras envolvem a realização e o desenvolvimento de uma política específica de revisão de procedimentos e alterações nas atividades realizadas pelos profissionais de saúde, de forma a reduzir a probabilidade de acidentes de trabalho envolvendo a exposição a materiais biológicos. Grande parte dessas ações refere-se aos cuidados específicos com materiais perfurocortantes, à prevenção da contaminação ambiental por material biológico e à subsequente exposição de patógenos de transmissão sanguínea. Os diferentes sistemas de vigilância implantados em todo o mundo têm permitido o monitoramento e a identificação das principais circunstâncias e causas da ocorrência de exposições ao material biológico entre profissionais de saúde. O conhecimento de fatores determinantes das situações de maior risco de exposição, por sua vez, tem possibilitado a prática de medidas de prevenção e outras intervenções.
Conduta após acidente com material perfurocortante
- Mantenha a calma. Você tem cerca de duas horas para agir. Segundo o Ministério da Saúde (BRASIL 1996), as quimioprofilaxias contra HBV e HIV devem ser iniciadas até duas horas após o acidente. Em casos extremos, pode ser realizada até 24 a 36 horas depois. Após esse período de tempo, sua eficácia para o HIV é discutível. Nos acidentes de alto risco para HBV, a quimioprofilaxia pode ser iniciada até uma a duas semanas depois. O risco de transmissão ocupacional do HIV para o trabalhador de saúde após exposição percutânea é estimada em 0,3% e após exposição mucocutânea em 0,09%. Para a hepatite B, o risco para o profissional depende da situação do paciente fonte. Se a fonte for HBsAg e HBeAg positivos o risco varia de 22% a 31% para desenvolver doença clínica e de 37% a 62% para a conversão sorológica. Para pacientes-fonte com HBsAg-positivo, HBeAg-negativo o risco de manifestação clínica da doença é de 1%–6%, e de conversão sorológica de 23%–37% ( CDC/EUA, 2001b).
- Lave exaustivamente com água e sabão o ferimento ou a pele exposta ao sangue ou fluido orgânico. Lave as mucosas com soro fisiológico ou água em abundância; não provoque maior sangramento do local ferido e não aumente a área lesada, a fim de minimizar a exposição ao material infectante. O uso de antissépticos tópicos do tipo PVPI ou álcool 70% pode ser adotado. Não é recomendada a utilização de agentes cáusticos ou injeção de antissépticos.
- Dirija-se imediatamente ao Centro de Referência no atendimento de acidentes ocupacionais com material biológico de sua região. Nesse local, deverá ser comunicado o fato ao Técnico de Segurança do Trabalho, preenchido o inquérito de notificação e emitida a Comunicação de Acidente de Trabalho – CAT. O ideal é que o acidentado e as condições do acidente sejam avaliados por uma equipe multiprofissional.
Obs.: Caso o profissional trabalhe em um estabelecimento hospitalar, este deve dirigir-se ao Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH). O atendimento é considerado uma urgência devido ao pouco tempo disponível para se iniciar a profilaxia com os medicamentos antirretrovirais (2 horas após o acidente).
- Obtenha do paciente-fonte uma anamnese recente e detalhada sobre seus hábitos de vida, história de hemotransfusão, uso de drogas, vida sexual, uso de preservativos, passado em presídios ou manicômios, história de hepatite e DSTs e sorologias anteriores, para analisar a possibilidade de situá-lo numa possível janela imunológica.
- Leve sua carteira de vacinação ou informe sobre seu estado vacinal e dados recentes de sua saúde, sorologias anteriores, etc.
- Deverá ser solicitada pelo médico a coleta de amostras de sangue seu e do paciente-fonte, em tubos de ensaio, sem anticoagulante, devidamente identificados, que serão encaminhados imediatamente ao laboratório de referência para serem centrifugados.
Obs.: O paciente-fonte pode recusar-se a se submeter à realização da sorologia para HIV. Caso isso ocorra, deve-se considerar o paciente como sendo soropositivo e com alto título viral.
- Caso o quadro caracterize situação de risco, as quimioprofilaxias contra o HBV e o HIV serão iniciadas.
- O médico, se necessário, fará a solicitação para o paciente-fonte do antiHIV (Elisa convencional, teste rápido), Anti-HCV e HbsAg (quando o profissional não foi imunizado para hepatite B). 8.1 Em paciente-fonte positivo para HIV, iniciar com quimioprofilaxia, seguindo orientações do fluxograma do Ministério da Saúde. Fazer a coleta de sangue do funcionário para o seguimento e avaliação da quimioprofilaxia, entre eles hemograma, transaminases (AST e ALT), ureia, creatinina e glicemia basal. 8.2 No paciente-fonte com HIV desconhecido ou que o resultado do teste anti-HIV demorar, iniciar com o esquema básico de antirretroviral (AZT + 3TC ou Lamivudina) e procurar o serviço especializado para reavaliar o acidente. 8.3 Paciente-fonte positivo para hepatite B (HbsAg positivo) e funcionário não vacinado, fazer imunoglobulina (Centro de Referência de Imunobiológico) e iniciar vacinação. 8.4 O profissional só fará a coleta de sangue quando o paciente-fonte for positivo ou desconhecido para HIV, Hepatite B e C. Se o paciente-fonte for negativo não é necessário o acompanhamento sorológico do funcionário.
- Repetir-se-ão as sorologias seis semanas, três meses, seis meses e um ano após o acidente ou a critério do médico.
- O profissional acidentado, em uso de quimioprofilaxia antirretroviral, deverá retornar à consulta médica semanalmente, ou conforme protocolo do serviço, para acompanhamento clínico dos sinais de intolerância medicamentosa.
- Se durante o acompanhamento ocorrer novo acidente com o funcionário, ele deverá submeter-se ao protocolo novamente sendo, desconsiderados todos os procedimentos já realizados.
- Nos casos em que ocorrer a soroconversão para HIV ou hepatite o funcionário será encaminhado ao médico do trabalho para as orientações legais e a um centro de referência para o acompanhamento e tratamento necessário.
- Bruxismo: trata-se de crença em bruxas, de acordo com dicionários; para definir o “hábito geralmente noturno de ranger os dentes”, melhor é “briquismo”.
- Cárie dentária ou de esmalte: como cárie é doença, e doença atinge a pessoa como um todo, melhor é dizer “lesão cariosa no dente”, ou “de esmalte”.
- Cárie profunda: ainda de acordo com a concepção de que cárie é doença geral que se expressa como lesão e pode ser superficial ou profunda, melhor é dizer “lesão cariosa profunda”.
- Cavidade bucal: como cavidade significa local oco, melhor é dizer “mucosa oral”, mais adequada à região, ou “boca”.
- Consultório dentário: o certo é “consultório odontológico”, já que no recinto se trata de mais componentes que apenas dentes.
- Dentário: melhor é “dental”.
- Doença da polpa, ou periodontal: doenças são processos que acometem a pessoa como um todo; melhor é “lesão da polpa”, ou “lesão periodontal”.
- Exame dentário: melhor é “exame odontológico”.
- Gabinete dentário: melhor é “gabinete odontológico”.
- Limpeza de tártaro: não se limpa a sujeira, mas o ambiente; o certo é “remoção do tártaro”, ou “limpeza dos dentes”.
- Maloclusão: mal é advérbio, e só pode modificar verbo, adjetivo, outro advérbio ou uma frase. Oclusão é substantivo; portanto, o certo é “má oclusão”, em oposição a “boa, correta ou perfeita” oclusão.
- Materiais dentários: se não se refere ao que é próprio da estrutura do dente, o certo é “materiais odontológicos”.
- Patologia, usada como sinônimo de doença: de acordo com dicionários, trata-se de ramo da Medicina que estuda a natureza e as modificações estruturais e/ou funcionais produzida por doenças no organismo; melhor é dizer “alterações patológicas”.
- Tratamento cirúrgico: melhor é “procedimento cirúrgico”.
- Tratamento dentário: melhor é “tratamento de portador de lesões cariosas”.
- Tratamento ortodôntico: o mais preciso é “correção ortodôntica”; problemas na colocação dos dentes não são doença para exigir tratamento.
- Tratamento preventivo: se não existe ainda doença, melhor é “medidas preventivas”, ou “medidas profiláticas”, ou “medidas preservativas”, ou simplesmente “prevenção”.
- Tratamento restaurador: o certo é “procedimento restaurador”.
No Facebook, é possível fazer anúncios com o valor que você tiver disponível. Pode-se criar uma campanha de R$ 10 ou de R$ 500 ou mais. No entanto, a plataforma tem as suas regras próprias quando o assunto são os anúncios. Antes de promover a publicação para que ela alcance mais pessoas, certifique-se de que ela está dentro dos padrões de conteúdo do Facebook. Conheça mais sobre essas regras a seguir.
Obedecendo a etiqueta do CFO
Antes de saber as orientações do Facebook para um bom anúncio na rede, conheça o que se pode ou não fazer se tratando de marketing odontológico. Leia bem as recomendações do Conselho de Odontologia para já direcionar o seu post da forma certa. Principalmente quando se lida com uma agência de publicidade, ela pode não estar por dentro das orientações. Outra questão é que não se pode ser muito apelativo nos anúncios, não se pode oferecer vantagens como serviços gratuitos e não se podem expor preços. Além disso, claro, não se pode colocar fotos de seus pacientes sem autorização.
As regras do Facebook
Uma das regras mais conhecidas do Facebook é a de que o texto na imagem não pode ultrapassar 20% do espaço. Digamos que se tenha uma imagem do seu consultório e se queira escrever por cima o seu endereço ou telefone. Certifique-se de que pelo menos 80% da foto não está obstruída pelo texto. É interessante que o dono da clínica mesmo apareça na imagem do seu anúncio, para mostrar quem está por trás do consultório e passar mais confiança. Ou mesmo uma foto de sua equipe, feita por um fotógrafo profissional. Também é possível fazer um vídeo no lugar da foto. Nele, o contratante pode aparecer explicando seu trabalho, falando da história de seu consultório e mostrar alguns pacientes dando depoimentos sobre suas experiências.
Linguagem certa para o objetivo
Antes de criar uma campanha de marketing digital, é preciso ter um objetivo. É ter cadastros de seus pacientes no seu site? Ter mais agendamentos de consulta? Apenas fortalecer sua marca? O texto deve direcionar a pessoa a ir para o seu site ou mandar uma mensagem pelo próprio Facebook para seu consultório. Lembre-se de usar uma linguagem que tenha a ver com seu tipo de público e não fazer um texto muito longo, para que o usuário possa logo tomar uma ação. Se o seu anúncio deu certo, você terá novos cadastros em seu site e redes sociais, além de novos pacientes de fato frequentando seu consultório. Agora, então, é o momento de fidelizar essas pessoas, proporcionando uma boa experiência. Passo seguinte, é a vez de você encantar as pessoas que foram conquistadas pelo anúncio. Capriche na gestão do consultório e automatize as confirmações de consulta por SMS, além das mensagens de aniversário e demais campanhas de marketing. Também entre em contato para saber como a pessoa está, convidando para um retorno no consultório, com a periodicidade que achar conveniente e, permanentemente, sempre prestar o melhor atendimento possível.
Como os cursos são dispendiosos, já se tornou cenário comum ver faculdades passarem o ano letivo com parcelas pouquíssimo significativas de ocupação de suas carteiras, ou se associando para poderem custear professores de bom nível. O nível dos profissionais forjados por essa produção em série de dentistas só dá razão aos que apregoam, ao final dos cursos, submeter exame similar ao proposto aos advogados para exercer o ofício.
FACULDADES DE ODONTOLOGIA EXISTENTES NO BRASIL *
Estado N° Faculdades Natureza jurídica
Públ.federal Públ.estad. Públ.munic. Privada
Acre 3 0 0 0 3
Alagoas 8 1 0 0 7
Amapá 2 0 0 0 2
Amazonas 9 1 1 0 7
Bahia 44 1 2 0 41
Ceará 18 1 0 0 17
Distrito Federal 12 1 0 0 11
Espírito Santo 13 1 0 0 12
Goiás 23 1 0 1 21
Maranhão 15 1 0 0 14
Mato Grosso 13 0 0 0 13
Mato Grosso do Sul 5 1 0 0 4
Minas Gerais 69 5 1 0 63
Pará 14 1 0 0 13
Paraíba 15 1 2 0 12
Paraná 37 1 5 0 31
Pernambuco 20 1 1 0 18
Piauí 13 1 1 0 11
Rio Grande do Norte 10 1 1 0 8
Rio Grande do Sul 23 3 0 0 20
Rio de Janeiro 21 2 1 0 18
Rondônia 10 0 0 0 10
Roraima 2 0 0 0 2
Santa Catarina 23 1 0 1 21
São Paulo 65 0 3 1 61
Sergipe 5 1 0 0 4
Tocantins 6 0 0 1 5
Totais 498 27 18 4 449
* Dados do site do MEC, em 12.05.20.
Comparado com o gráfico de julho/07, verifica-se o aumento no número de cursos, em 13 anos, de 284%.
Mesmo que toda essa documentação hoje em dia já possa ser digitalizada, e mantida em arquivo próprio no computador, no que respeita à anamnese e ao plano de tratamento é importante ter cópia em papel e obter nela a assinatura do paciente ou do responsável, que devem conter inclusive o valor dos procedimentos, para resguardo do profissional quanto a indagações futuras a respeito do tratamento (V. modelos nos Anexos).
A mais conhecida é a Linha de Crédito Especial, instituída em agosto de 2020, para profissionais liberais poderem obter empréstimos de até R$100 mil, com juros de 5% ao ano, e prazo de pagamento de até 36 meses, sendo oito de carência (com cobrança de juros). Essa modalidade de crédito foi criada em decorrência da pandemia de coronavírus (COVID-19) que afetou e ainda tem afetado economicamente milhões de trabalhadores, em especial os que não contam com salários fixos, como é o caso da maioria dos cirurgiões-dentistas. Além de beneficiar os profissionais liberais, a nova lei ajusta algumas condições do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (PRONAMPE) quanto ao cálculo do crédito.
Aos empréstimos, além dos juros, será acrescida taxa apurada pelo Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (SELIC). O empréstimo poderá ser pago com oito meses de carência.
O que diz a lei
– O empréstimo, de até R$ 100 mil, tem uma taxa de juros anual máxima é igual à Taxa Selic (atualmente em 2% ao ano), acrescida de 5% ao ano. A taxa total, portanto, é de até 7% ao ano.
– Prazo de 36 meses para pagamento com oito meses de carência. As empresas poderão começar a pagar o empréstimo oito meses depois da formalização da operação, com a cobrança de juros, de acordo com a Secretaria Geral da Presidência da República.
– Os que aderirem ao programa podem usar os recursos obtidos para investimentos, pagar salário dos funcionários ou para o capital de giro, com despesas como água, luz, aluguel, reposição de estoque, entre outras. É proibido o uso do dinheiro para distribuição de lucros e dividendos entre os sócios do negócio.
– A linha de crédito corresponderá a até 30% da receita bruta anual do profissional liberado, calculada com base no exercício de 2019. Caso a empresa que tenha menos de um ano de funcionamento, o limite do empréstimo corresponderá a até 50% do seu capital social ou a até 30% de 12 doze vezes a média da sua receita bruta mensal apurada no período, desde o início de suas atividades, o que for mais vantajoso.
O empréstimo pode ser solicitado no Santander, Caixa, Bradesco, Banco do Brasil e outros bancos.
Pesquisadores encontraram fio dental e palito de dente em dentes de homens pré-históricos. Levi Spear Parmly (1790-1859), um dentista de Nova Orleans, Estados Unidos, é considerado o inventor do moderno fio dental (ou talvez o termo reinventor seja mais adequado). Parmly promoveu a limpeza com fio dental utilizando um pedaço de linha de seda, em 1815. Em 1882, uma empresa de Massachusetts, Estados Unidos, Codman and Shurtleft Company of Randolph, começou a produção em massa de fio dental em seda não encerada para uso doméstico. Outra empresa, a Johnson and Johnson, de New Brunswick, Estados Unidos, foi a primeira a patentear o fio dental, em 1898. Dr. Charles C. Bass desenvolveu o fio de náilon em substituição ao fio de seda, durante a Segunda Guerra Mundial. O mesmo Dr. Bass foi também responsável por tornar o fio dental importante componente da higiene bucal. Veja os tipos mais comuns:
- Fio dental de monofilamento
Também conhecida como fita dental, tem filamento único e costuma ser bastante útil para a limpeza da boca. A fita, que pode ser mais larga, consegue remover restos de alimento entre os dentes com mais agilidade. Costuma ser mais caro e um pouco mais rígido que os demais, não sendo indicado para pacientes com muito espaço na dentição, como diastemas. Por ser mais fina e achatada, a sensação dela entre os dentes é mais confortável.
- Fio dental de multifilamentos
Este é o tipo mais tradicional de fio dental, composto pela junção de diversos filamentos que compõem o fio que vemos a olho nu. Por isso, é comum que, quando não cortado da forma correta, comece a desfiar. A principal indicação do modelo é para quem tem dentes muito juntos e até apinhados, já que o material é maleável e se adapta ao formato da dentição.Não há contraindicação para utilização deste tipo de fio dental.
- Passa fio dental
Este não é exatamente um tipo de fio dental, mas um acessório que pode ser utilizado para auxiliar a passagem do fio entre os dentes.
O passa fio dental é feito de um tipo de plástico e possui formato semelhante ao de uma agulha de costura. O fio dental deve ser passado no passa fio exatamente da mesma forma que uma linha entra na agulha. É muito utilizado por pessoas que têm aparelho ortodôntico do tipo fixo. Com o passa fio, elas passam o fio dental por entre os dentes com mais facilidade. Assim, evitam acúmulo de alimentos na boca, algo que se agrava com o uso de aparelhos.
Afinal, cada um tem particularidades no formato dos dentes, por exemplo. Por isso, converse com seu dentista para saber qual o tipo mais indicado para você.
- Fio dental com haste flexível
Este tipo de fio dental possui uma tecnologia diferenciada que permite a limpeza mais eficiente dos dentes. Trata-se de uma ferramenta de plástico que possui uma ponta em forma de curva em uma de suas extremidades, que fixa o pedaço de fio dental. Na outra extremidade há um tipo de palito, do mesmo material plástico, que pode ser utilizado com a mesma função dos palitos de madeira, para retirar pedaços maiores de comida que ficam presos entre dos dentes e a gengiva. Este tipo de fio dental é indicado para pacientes que têm uma arcada dentária mais espaçada e que, por isso, acabam acumulando mais alimentos entre os dentes.
- Fio dental super floss
Esse tipo de fio dental foi desenvolvido especialmente para as pessoas que utilizam aparelhos ortodônticos, coroas, pontes ou implantes dentários. Ele costuma vir em em pacotes, são fios unitários, sua característica mais marcante é o fato de a ponta ser fina e o restante do fio grosso. Com o uso desses aparelhos e próteses, a higiene bucal fica mais complicada. Por outro lado, justamente devido ao uso deles, limpeza precisa ser mais detalhada. O fio dental super floss tem manejo mais fácil, deslizando de forma mais prática entre o aparelho ou prótese, permitindo a limpeza adequada entre os dentes, sem deixar resídios de alimentos.
- Fio dental com ação branqueadora
Este tipo de fio dental tem um tipo de tecnologia que o torna capaz de fazer um limpeza mais eficaz dos dentes, prevenir doenças como a gengivite e ainda deixar os dentes mais brancos. Tudo isso graças ao revestimento de sílica, um material que ajuda a remover manchas na superfície dos dentes. Deixando o sorriso mais claro, uniforme e radiante. Este tipo de fio dental está se tornando popular entre os pacientes dos consultórios.
O sistema completo computadorizado FP32 foi desenvolvido pela Universidade da Flórida e tem sido usado por periodontistas para detectar não só doenças periodontais precocemente, mas também as fichas computadorizadas ajudam a educar e motivar os pacientes. O tratamento pode começar nos primeiros estágios da doença, prevenindo perda óssea e uma possível cirurgia. A empresa tem distribuidores em muitos países do mundo, incluindo China, Índia e Chile, mas não no Brasil. O custo do sistema completo é de U$ 3.902,80, mais taxas de importação (www.floridaprobe.com).
A experiência sucedeu à aplicação oito anos antes da fluoretação na cidade norte-americana de Grand Rapids, no Estado do Michigan. Dez anos depois, a redução dos níveis de cárie nas crianças das cidades que receberam água tratada foi cerca de 60%, em média. O emprego dessa tecnologia foi muito difundido, desde então, em todo o mundo. As autoridades de saúde pública dos Estados Unidos alcançaram que a cobertura da fluoretação atingisse 75% da população de seu país, em 2010. Embora tenha ocorrido significativo declínio da severidade da doença, a cárie ainda continua sendo enorme problema de saúde pública, causando sofrimento, dor, infecção sistêmica e mutilação. Avalia-se que mais de 380 milhões de pessoas em todo o mundo tenham acesso à água fluoretada, dos quais 40 milhões disporiam dela naturalmente. A estimativa brasileira é de que atualmente o flúor na água beneficie mais de 100 milhões de pessoas. Inúmeras pesquisas confirmam a eficácia da fluoretação como redutora da disseminação da doença da cárie. Algumas tentativas esporádicas de interromper a fluoretação em algumas localidades, baseadas em argumentos pouco sustentáveis de que seria promotora de riscos à saúde, acabaram por confirmar a eficiência do método: apenas resultaram no aumento na prevalência da cárie. A desigualdade social no Brasil, por sua vez, faz com que a fluoretação seja um dos métodos mais abrangentes e democráticos de política sanitária, já que para muitas populações essa água é tudo o que se consegue em termos de saúde bucal. Em São Paulo, a fluoração das águas da capital iniciou-se em 31 de outubro de 1985, durante o governo Franco Montoro, vencendo inicialmente muitas resistências. O coordenador estadual de saúde na época, o cirurgião-dentista sanitarista Paulo Capel Narvai, recorda o desafio operacional que enfrentou, mas lembra que os antagonismos políticos foram maiores. “Alegava-se de tudo: ineficácia, engodo científico, medicação em massa, custo elevado, insegurança sanitária da medida, demagogia de políticos, desatualização científica dos técnicos da área.” Quando o governador morreu, em 1999, foram anunciadas totalizações de uma pesquisa epidemiológica realizada em 24 regiões de saúde de São Paulo, com atividades em 133 municípios. O resultado apontou que no período 1982 a 1998 a cárie dental, principal problema de saúde bucal no Brasil, teve um declínio da ordem de 48% entre crianças: redução de 69% aos 7 anos de idade e 48% na idade-índice de 12 anos. Por esses números, e tendo em vista que disponibilizar água potável é uma das mais importantes ações estratégicas de saúde, não há dúvida de que aqueles que se dedicam à luta por água fluoretada dão importante contribuição tanto à saúde pública quanto à busca da justiça social.
Recentemente, alguns países onde a cárie dental é uma doença controlada deixaram de usar a fluoretação da água, incluindo Alemanha, Finlândia, Japão, os Países Baixos, e Suíça. Em 2014, Israel também deixou de exigir a fluoretação da água.
Fluoretação do Sal
Alguns países da Europa adotaram outras formas de introduzir o flúor como forma de prevenir a cárie dental, com destaque para o uso de fluoretação do sal de cozinha, o que ocorre na Alemanha, Espanha, França e Suíça, com diferentes níveis de adoção.
O flúor, elemento 9 da tabela periódica, é um gás halógeno, como o cloro, extremamente volátil e reativo, por isso mesmo com grande facilidade em se combinar a outros elementos. Não é possível encontrá-lo sob a forma livre, na natureza ele se apresenta como fluorita (CaF2), fluorapatita [Ca5(PO4)3F] ou criolita (Na3AlF6). O nome flúor se origina do latim fluere, que significa “fluxo” – a fluorita foi um mineral muito utilizado em metalurgia desde a Antiguidade como agente fundente, ou seja, promotor da fusão de outros elementos sólidos. Foi isolado, em 1866, por Henri Moissan, químico francês, após 74 anos de tentativas de outros pesquisadores. Moissan recebeu, por isso, o prêmio Nobel de Química em 1906. Para sua produção, é realizada eletrólise do ácido fluorídrico (HF) com fluoreto ácido de potássio (KHF2). É basicamente o processo original usado por Moissan. O flúor é o elemento mais eletronegativo e reativo. O gás tem aspecto amarelo pálido e reage com a maioria das substâncias orgânicas e inorgânicas. A molécula é biatômica (F2). Partículas de metais, vidro, cerâmica e carbono queimam no flúor com uma chama brilhante. É altamente tóxico. O flúor e seus compostos são usados na produção de urânio e dezenas de outros produtos, como, por exemplo, plásticos resistentes ao calor. Ácido fluorídrico é usado para gravações e outros efeitos em vidros. Na Odontologia, é aplicado como elemento de proteção contra cáries em cremes dentais, na forma de fluoreto de sódio (NaF) ou de estanho (SnF2). O flúor ingerido é rapidamente absorvido pela mucosa do estômago e do intestino delgado. Sua via de eliminação são os rins, responsáveis por eliminar 50% do flúor diariamente ingerido, e o que sobra tem que encontrar refúgio em alguma parte do corpo, que geralmente é junto ao cálcio de algum dos tecidos conjuntivos. Como os dentes e os ossos são os maiores reservatórios de cálcio, é para lá que o excesso de flúor tende a se dirigir, passando a deformá-los e a provocar o que cientificamente se conhece como fluorose. As disfunções renais, ao impedirem a perfeita eliminação do excesso de flúor, fazem aumentar os riscos da fluorose. De acordo com cálculos divulgados em 1977 pela National Academy of Sciences (NAS), um organismo que diariamente retém quantidades de flúor superiores a 2 mg, ao chegar aos 40 anos começa a apresentar problemas estruturais como artrite, escoliose, rugas e arteriosclerose decorrentes da hipermineralização dos tecidos conectivos dos ossos, da pele e da parede das artérias, devido, principalmente, à forte interferência do flúor sobre a síntese do colágeno. Diferente dos osteoblastos, que durante toda a vida são capazes de produzir colágeno para a regeneração dos ossos, os ameloblastos e os odontoblastos interrompem suas atividades após a formação dos dentes definitivos. Por isso, os ossos cicatrizam e os dentes não.
Deveríamos fotografar todos os pacientes que entram em nossa clínica por dois motivos básicos: documentação e venda (planejamento). O paciente, ao entrar no consultório deve ser fotografado para que o profissional possa planejar o caso, apresentar uma proposta e, em suma, vender o tratamento. A profissão odontológica é serviço que não está pronto, não é como escolher uma roupa já fabricada e que se pode escolher por qualidade e gosto. A fotografia servirá para deixar o tratamento tangível. Isso quer dizer que se pode através da foto mostrar ao paciente o que deverá mudar, como poderá fazê-lo e mais recentemente prever um possível resultado através de planejamento virtual. Além também de poder mostrar o que é coroa, implante, faceta ou tratamentos já realizados para dirimir dúvidas. Após ser apresentado o plano de tratamento, o valor e o paciente aceitar o proposto, então se deve fotografar independentemente do procedimento que será realizado pelo simples fato de documentar e armazenar em meio digital, tanto ao começar quanto ao terminar o caso clínico. A fotografia pode, inclusive, ser utilizada para comprovar em casos judiciais.
Durante o tratamento devemos também continuar a fotografar para acompanhar a evolução do caso clínico documentalmente, bem como é de enorme importância fotografar para se comunicar com um laboratório de prótese. Hoje não se concebe realizar qualquer tratamento protético sem fotografar.
O acesso fácil às câmeras digitais, celulares e a informação instantânea permitiu inclusive alunos de qualquer nível fotografar. Uma foto sempre pode deixar evidentes as diferenças, além de servir como valiosa ferramenta de marketing. As câmeras digitais vieram para inovar no campo das imagens com maior definição; e câmeras fotográficas são também uma função obrigatória nos celulares. Hoje, uma máquina com boa capacidade ou um celular podem ser adquiridos por preço bem acessível.
COMO ESCOLHER UMA CÂMERA DIGITAL PARA ODONTOLOGIA. A primeira e grande dúvida da fotografia odontológica é essa: qual câmera adquirir. A dúvida surge depois da percepção de que o celular não atinge ou não supre as expectativas atuais, principalmente para quem visa melhorar sua odontologia.
Ainda assim, perguntar qual câmera comprar não é a pergunta correta, de acordo com o Professor dr. Ivan Yoshio, aficionado na área. Para o profissional, o equipamento ideal não se trata apenas de uma câmera e sim de um conjunto composto em 3 partes que são: câmera, lente e flash. Porém, é claro que existe alternativas mais baratas ou essas 3 partes podem sem compradas aos poucos, de acordo com o orçamento disponível.
O primeiro impedimento talvez seja o preço; por isso, geralmente se ouve pessoas dizendo que não precisam de tanto ou que não saberão mexer. Aqui, então, entra o “valor” dado a esse investimento. Muitos possuem celular último modelo, carro novo, fazem viagens e percebe-se que a reclamação talvez não seja tanto pelo custo e sim o “valor” que é visto nesse tipo de equipamento.
O que comprar? Se o preço é realmente um impedimento, há duas alternativas: continuar com o celular ou investir em uma câmera do tipo compacta avançada (semi-profissional), que não é o ideal, mas ainda é melhor que o celular. Recomendação:
– Sony H400 ou Hx400v ou Nikon P530 ou P610.
Agora, se o preço for um problema transitório ou não for um problema, então a recomendação é comprar o conjunto completo ou por partes.
Recomendação:
– Canon T5, T5i ou T6i, Lente Canon 100 mm macro e Flash Circular Canon ou Yongnuo; ou, também, Nikon D3300 ou D5500, Lente Nikon 85mm micro e Flash Circular Sigma.
Se o conjunto completo ficar pesado financeiramente, é possível comprar apenas a câmera e depois o resto do equipamento, ou comprar pelo menos a câmera e a lente, e depois o flash.
É possível investir mais comprando um flash adequado para região anterior e um próximo passo seria um estúdio.
Mas e os acessórios? Agora, imaginemos essa cena: você utilizando um equipamento fotográfico novinho (seja o conjunto ou apenas a câmera) e afastando os lábios do paciente com os dedos. Não fica muito legal, não é?
Por isso, necessitamos de alguns acessórios para poder realizar as fotografias intra-orais. A boa notícia é que o custo baixo possibilita comprar maiores quantidades e possuem a vantagem de serem autoclaváveis.
O mínimo recomendável é o par de Afastadores Labiais em ‘C’ para fotografia intra-oral frontal. É claro que não será apenas um par, mas pelo menos 3 ou 4 pares de cada modelo, dependendo da demanda de pacientes.
O ideal seria comprar diversos acessórios e os recomendados para a realização de uma fotografia mais completa e fácil são:
– Afastador Labial em ‘C’ (Foto Frontal)
– Afastador Labial em V (Foto lateral de Ortodontia)
– Afastador MF (Foto Oclusal)
– Expandex (Foto Frontal e atendimento clínico)
– Contraste nº 7 (Fundo para foto Frontal),
– Contraste nº 8 (Fundo para foto em dentes posteriores),
– Espelho Metálico IBM004 e IBM005 (Foto Oclusal),
– Espelho Metálico IBM002 (Foto Oclusal de hemi-arcada),
É interessante que se compre mais de um par de afastadores para poder utilizar em pacientes em sequência. Há também a versão em preto (black) de alguns dos afastadores.
COMO ESCOLHER UM CELULAR PARA FOTOGRAFAR ODONTOLOGIA. Hoje, assistimos à queda da venda de câmeras digitais, já que o advento dos smartphones permite tirar fotos diretamente com o celular. Graças ao advento das câmeras digitais profissionais e aos smartphones com boas lentes, estamos testemunhando hoje uma democratização dos estudos nas artes fotográficas. Mais e mais novatos estão se interessando nesse passatempo e desejam fazer dele sua principal atividade. Vejamos, então, os melhores celulares quanto às câmeras fotográficas de que dispõem, segundo os especialistas.
1° – Apple iPhone 13 Pro. O novo campeão do nosso comparativo de câmeras de celulares é o iPhone 13 Pro. Ele consegue capturas quase profissionais tanto com as câmeras traseiras quanto com a frontal. As fotos saem ricas em detalhes, sem ruídos e as cores são extremamente vibrantes. Além disso, também é possível gravar até em 4k a 60 fps, ou Full HD a 30 fps com a lente da frente. A qualidade neste ponto também é indiscutível. Detalhes da câmera traseira: Megapixel: 12mp + 12mp; Resolução: 4608 x 2592; Abertura: F1.8 + F2.4. Detalhes da câmera frontal: Megapixel: 7mp; Abertura: F2.2. Não se deixe enganar pelos megapixels; apesar de serem baixos, isso não reflete na qualidade das imagens. Também vale lembrar que esse celular é um aparelho com diversas outras qualidades além da câmera. Ele é hoje um dos modelos de maior desempenho entre os smartphones top de linha.
O maior ponto fraco dele é sem dúvidas o preço. Atualmente custa em torno de R$7000 na maioria das lojas online. Também a autonomia poderia ser melhor. Prós: desempenho gigantesco, câmeras sensacionais, sistema intuitivo e robusto. Tela lindíssima, acabamento acima da média.
2° – Samsung Galaxy S10 Plus. Entre os modelos Android, escolhemos este como melhor celular para fotos. Podemos dizer que a diferença de qualidade entre as fotos dele e do primeiro da lista é quase inexistente. As capturas são muito nítidas, sem pós-processamento e com cores agradáveis. Câmera traseira: megapixel: 12mp + 16mp + 12mp; resolução: 4000 x 3000; abertura: F2.4 + F2.2 + F2.4. Câmera frontal: megapixel: 10mp + 8mp. Abertura: F1.9 + F2.2. As excelentes câmeras são apenas um dos atrativos desse top de linha incrível da Samsung. Ele conta ainda com excelente desempenho, tela lindíssima, acabamento premium e autonomia de bateria acima da média. O que mais desagrada no Galaxy S10 é sem dúvidas seu alto preço, em torno de R$3500. Prós: desempenho fantástico, tela lindíssima; acabamento de altíssimo nível; ótimas câmeras; ótima autonomia de bateria.
3° – Xiaomi Mi 9. O Xiaomi Mi 9 entrou para lista por ter uma câmera de excelente qualidade e custar bem menos que os concorrentes com a mesma característica. Para se ter uma ideia, ele chega a custar menos na metade do primeiro colocado neste ranking. As capturas são excelentes, chegando bem próximo da qualidade apresentada pelo iPhone13 Pro e pelo Galaxy S10 Plus. Detalhes da câmera traseira: Megapixel: 48mp + 16mp + 12mp; resolução: 8000 x 6000. Abertura: F1.75 + F2.2 + F2.2. Detalhes da câmera frontal: megapixel: 20mp. Abertura: F2. O Xiaomi também se sai bem em outros quesitos como desempenho, qualidade de tela e acabamento. É de fato um celular top de linha com ótima relação custo-benefício. Não é à toa que ocupa hoje o primeiro lugar na lista de melhores celulares da Xiaomi. Os pontos negativos do modelo vão para o sistema bastante modificado e para a autonomia de bateria, que poderia ser melhor. Mesmo assim trata-se de uma excelente opção de compra, principalmente para quem quer qualidade de fotos por um preço mais acessível. Prós: ótima tela, altíssimo desempenho; excelentes câmeras; acabamento premium; leitor de digitais na tela; boa relação custo benefício. Contras: som mono; sem entrada de fones; sistema bastante modificado.
4° – Xiaomi Redmi Note 8. O Note 7 já integrava essa lista, porém seu sucessor Redmi Note 8 agrada ainda mais por suas câmeras. O modelo é o celular com melhores câmeras custando na faixa dos R$1000. Apesar de contar com a mesma câmera frontal na traseira, foram adicionadas duas lentes que trouxeram mais qualidade às capturas. As fotografias são de ótima qualidade batendo de frente até mesmo com celulares bem mais caros. Câmera traseira: megapixel: 48mp + 8mp + 2mp + 2mp; resolução: 8000 x 6000; abertura: F1.8 + F2.2 + F2.4 + F2.4; câmera frontal: megapixel: 13mp; abertura: F2. Além das excelentes câmeras, o Note 8 conta ainda com conjunto interessantíssimo sendo a melhor opção de celular na sua categoria. Ele se destaca em desempenho, tem bom som externo e autonomia bem acima dos concorrentes. Como de costume nos modelos da Xiaomi, a crítica vai para as modificações no sistema que são muitas vezes inúteis. Ainda assim estamos falando de uma das melhores opções custo benefício do mercado de smartphones do Brasil. Prós: ótimo desempenho; excelente qualidade sonora; ótimas câmeras; tela de boa qualidade; boa autonomia de bateria.
Então qual é o celular com a melhor câmera? O objetivo não é somente encontrar o celular com melhor câmera, mas também apresentar as melhores compras para quem procura celulares bons para fotos. Por isso destacamos aqui as opções que julgamos mais vantajosas em diferentes categorias. Para que quer um smartphone com câmeras de altíssimo nível e não se importa em pagar bastante por isso, indicamos o iPhone 13 Pro. Ele faz fotos quase profissionais e, além disso, é um aparelho que agrada em diversos outros aspectos. Para os que preferem os celulares com sistema Android e querem as melhores câmeras, sugerimos o Galaxy S10 Plus. Também faz fotografias que dispensam comentários, apesar de ter um preço mais alto, assim como o primeiro do comparativo. Se o intuito é gastar um pouco menos, vá de Xiaomi Mi 9; ele conta com câmeras de top de linha e custa bem menos que os concorrentes. Já o Xiaomi Redmi Note 8 é a melhor opção para quem tem um orçamento limitado na faixa dos R$1000.
A lâmpada de halogênio, por exemplo, sofre desgaste natural e isto pode prejudicar as propriedades da resina, comprometendo o resultado final do serviço. Em longo prazo, pode comprometer a reputação do dentista. Se a lâmpada apresentar intensidade inferior a 700 mW/ cm2 é aconselhável a substituição. Alguns modelos de fotopolimerizadores mais modernos já saem da fábrica com radiômetro acoplado. É importante lembrar que a integridade e a limpeza da ponta ativa do fotopolimerizador estão diretamente relacionadas à qualidade da luz emitida que incide sobre a restauração.
Como escolher um Fotopolimerizador Odontológico
O Fotopolimerizador é um equipamento essencial para os dentistas, pois é utilizado em diversas especialidades, como em dentística, prótese, ortodontia, endodontia, periodontia, entre outras. É muito utilizado em procedimentos odontológicos como a colagem de bráquetes, clareamentos dentários, restaurações diretas e indiretas, na fotoativação de cimentos, materiais restauradores, entre outros.
Isso faz com que o uso de um fotopolimerizador eficiente seja um fator importante para o sucesso do tratamento odontológico. Além de oferecer uma polimerização adequada é essencial para a longevidade das restaurações e uso adequado em resina composta, pois garante a duração do selamento marginal e a estabilidade de cor, além de suportar uma resistência mecânica adequada. Para otimizar o tratamento clínico, a melhor opção é investir em um bom aparelho fotopolimerizador e com isso existe alguns fatores que precisam ser avaliados antes de escolher o produto ideal para o consultório.
Como funciona o fotopolimerizador?
O fotopolimerizador odontológico é um aparelho de luz led ou luz azulada que emite um comprimento de onda e intensidade de luz que ativam a canforoquinona, responsável pela transformação do monômetro em polímero.
Alguns procedimentos exigem que a luz azulada incida diretamente no material restaurador, é o exemplo de restaurações diretas e barreiras gengivais; já outros exigem que a luz atravesse o material, como lâminas de porcelana e coroas cerâmicas, por exemplo.
Uma vez que parte da energia que será emitida pelo aparelho fotopolimerizador será atenuada pela camada do material restaurador, é necessário que exista uma colimação desta luz azulada para garantir que ela chegue até mesmo às camadas mais profundas da restauração e fotoative todo o material.
Qual a Intensidade de luz do fotopolimerizador?
A intensidade da luz de LED emitida pelo fotopolimerizador é muito importante para a longevidade clínica dos procedimentos realizados, de acordo com a dr. Fernanda Skupien, especialista em marketing pela Universidade Mackenzie. No entanto, é importante salientar que devido às diversas opções de uso do aparelho, a potência da luz LED deve variar de acordo com cada situação.
Do mesmo modo, não existe uma regra sobre qual é a energia que deve ser aplicada, pois isso varia de acordo com a composição, cor, translucidez e especificações de cada material restaurador. No entanto, pode-se considerar que um fotopolimerizador deve ter o mínimo 700 mW/cm2 (milliwatts por cm2).
O Valo, da Ultradent, o Bluephase da Ivoclar, o Elipar da 3M e o Radii da SDI são exemplos de fotopolimerizadores com uma ótima potência e variam entre min. 1000 – 1600 mW/cm2 (milliwatts por cm2) ou superior.
Como ocorre a fotopolimerização?
O tempo de exposição da luz é importante para o processo, pois é ele que define se a resina foi fotoativada de forma correta. Assim, muitos dos equipamentos disponíveis no mercado possuem tecnologia com tempos de exposição da luz pré-definidos que costumam variar de 5 segundos até 40 segundos. Quando se trata de programas de polimerização, alguns modelos podem dispor de modo “Ramp” ou “Rampa”, em que a intensidade da luz aumenta gradativamente.
Do mesmo modo, alguns modelos de fotopolimerizadores possuem funções especiais para ortodontia, em que facilitam o tempo de colagem de bráquetes. Antes de definir o produto odontológico, é importante entender qual é a real necessidade do equipamento no seu dia a dia clínico; deste modo, fica mais fácil escolher o equipamento ideal.
Como escolher o fotopolimerizador?
O fotopolimerizador é um aparelho que vai acompanhar o dentista por muitos anos. Recomenda-se, então, considerar as seguintes características para eleger o fotopolimerizador:
Ergonomia
A ergonomia é um aspecto importante na escolha do foto para, principalmente, garantir o conforto do Cirurgião-Dentista durante o uso. Um dos fatores a serem definidos pelo profissional é se ele terá fio ou bateria. Ainda assim, não podemos deixar de citar que as opções com fio podem ser um pouco mais em conta em relação aos aparelhos à bateria. Ainda assim, aparelhos com bateria recarregável tendem a ser mais versáteis durante o procedimento, permitindo uma total liberdade de movimento e controle do produto.
Alguns modelos também possuem as duas opções, podendo ser utilizados tanto com o fio, quanto sem ele, como é o caso do EmitterA Fit da Schuster.
Outra questão importante é o peso e tamanho do equipamento fotopolimerizador. O ideal é que o peso seja entre entre 77g – 190g, mas sabemos que quase todos atendem a este quesito, sendo de fácil manuseio.
Garantia e Voltagem do Fotopolimerizador
Um ponto importante a ser analisado ao adquirir um fotopolimerizador, para reforçar o custo-benefício do produto, é o tempo de garantia. Analisando os produtos disponíveis no mercado, esse tempo pode variar de 1 até 5 anos de garantia, dependendo do fabricante. A maior parte deles possuí garantia de 2 anos. No que respeita à voltagem, em sua grande maioria, são bivolts.
Manutenção
Após adquirir o produto, é fundamental realizar a manutenção periódica do aparelho fotopolimerizador, fazendo um teste de precisão da emissão de luz para garantir um ótimo desempenho. Alguns aparelhos já possuem radiômetro acoplado para que o profissional consiga sempre acompanhar a intensidade da luz /potência emitida.
No entanto, a medição pode também ser feita através de radiômetros digitais, aparelhos que podem ser adquiridos de forma separada. Esta manutenção é muito importante para identificar eventuais problemas em seu aparelho.
Veja, abaixo, o que as empresas colocam à disposição.
- Fotoclareador Bright Max Whitening (MMO): referência em apresentar a tecnologia de emissão de luz espectralmente seletiva em torno do violeta de clareadores dentais a Led. Seu uso é indicado para realizar clareamento fotoativado com zero sensibilidade, devido à possibilidade de exclusão dos agentes químicos, como o peróxido de hidrogênio e carbamida, que podem causar sensibilidade dentária em alguns pacientes. Produzido com equipamentos certificados e inovadores, o aparelho canaliza o foco da luz violeta emitida pelos 4 super leds violeta através do seu sistema de ponteiras. Além disso, o fotoclareador permite ao profissional realização de clareamento simultâneo de ambas as arcadas dentárias, facilidade de higienização, maior precisão e uniformidade de aplicação. Caso o profissional desejar agilizar o processo de clareamento, poderá utilizar o gel clareador, porém em concentrações menores que o usual em consultório. Controle que ajusta os parâmetros do procedimento. Apresenta 4 Leds de alta potência ótica numa única peça de mão. Os tempos de ativação e pausa podem ser programados diretamente no painel de controle e os valores são exibidos no display. Os valores permanecerão gravados para as próximas aplicações ou poderão ser alterados a qualquer momento pelo profissional. Evita que o paciente tenha sensibilidade dental ou qualquer sensação de dores no momento e até mesmo no pós procedimento de clareamento. Opção de protocolo de clareamento utilizando gel clareador ou não. Display digital que permite um funcionamento automatizado. Garantia: 24 meses. Outras características: emissores de luz de 4 super leds violeta. Comprimento de onda da luz de 405nm +/- 10nm. Indicação sonora de início e fim de ciclos. Programação fixa.
- Fotopolimerizador BlueStar+ (Microdent): indicado em procedimentos clínicos que necessitem de fotopolimerização de resinas. Fabricado em ABS super resistente, leve e compacto, o aparelho conta com diodos emissores de luz (Leds) de alta potência que geram comprimentos de onda entre 450 e 500nm. Intensidade da Luz: 1500mW/mm2. Garantia de 12 meses.
- Fotopolimerizador Emitter A FIT (Schuster): equipamento que pode ser usado com ou tecnologia sem fioe proporciona praticidade para a realização de fotopolimerização de resinas compostas, ionômeros e adesivos; clareamento dental e fotopolimerização de barreiras gengivais; colagem de bráquetes e acessórios ortodônticos e colagem de facetas e lentes de contatos dentais. Conta com design anatômico para melhor manuseio do profissional e apresenta baixo ruído, pois não necessita de ventilação forçada. Outras características: temporizador para polimerização e clareamento: 5, 10 e 20 segundos. Com bip sonoro indicativo a cada 5 segundos e no final da operação. Profundidade de polimerização de 6mm. Corpo da caneta constituído em ABS. Peça de mão anatômica para melhor manuseio. Silencioso, pois não necessita de ventilação forçada. Radiômetro interno automático: Controla eletronicamente a potência de luz. Sistema stand by. Desliga automaticamente após 2 minutos sem utilização. Garantia: 12 meses. Outras características: peso bruto com embalagem: 0,438 Kg. Potência de luz: 1250 mW/cm².
- Fotopolimerizador Emitter B (Schuster): indicado para: restaurações diretas e indiretas; colagem de bráquetes e acessórios ortodônticos; clareamento dental e fotopolimerização de barreiras gengivais; cimentação e adesivação fotopolimerizáveis. Wireless. Maior praticidade de manuseio. Luz fria (azul) gerada por Led de alta potência (1250 mW/cm2). Bateria de alta performance: mais de 600 aplicações de 15 segundos com carga cheia. Display digital. Timer (5, 10, 15 e 20 s), com bip sonoro indicativo a cada 5 s e no final da operação. Comandos de programação na própria caneta. Corpo confeccionado em ABS injetado. Intensidade de luz constante, independente do nível de carga da bateria. A solidificação (cura) da resina não é afetada pela diferença de carga da bateria. Tempo de uso contínuo com carga total: 150 minutos. Silencioso, pois não necessita de ventilação forçada. Sistema stand by. Desliga automaticamente após 2 minutos sem utilização. Garantia: 12 meses. Comprimento sem a ponteira: 19,8 cm. Comprimento de onda: 420 a 480 nm. Emissor de luz: Led. Bateria: 3,7V 2200 mA. Potência de luz: 1250 mW/cm². Modo de uso: contínuo. Potência máxima ao longo de todo o funcionamento.
- Fotopolimerizador Emitter B Supra (Schuster): indicado para: restaurações diretas e indiretas; colagem de bráquetes e acessórios ortodônticos; clareamento dental e fotopolimerização de barreiras gengivais. Cimentação e adesivação fotopolimerizáveis. Wireless. Luz azul gerada por Led de alta potência (1300 mW/cm2). A substituição da bateria, quando houver necessidade, é de forma simples e rápida, executada pelo próprio operador. Mais de 400 aplicações de 15 segundos com carga cheia. Display digital. Radiômetro externo acoplado para a verificação da intensidade da potência de luz. Timer (5, 10, 15, 20, 30 e 40 segundos), com bip sonoro indicativo a cada 5 s e no final da operação. Comandos de programação na própria caneta. Corpo confeccionado em ABS injetado. A solidificação (cura) da resina não é afetada pela diferença de carga da bateria. Tempo de uso contínuo com carga total: 120 minutos. Silencioso, pois não necessita de ventilação forçada. Ponteira de fotopolimerização confeccionada em fibra ótica orientada (sem fuga de luz), autoclavável a 134°C e com giro de 360°. Sistema stand by. Desliga automaticamente após 2 minutos sem utilização. Garantia: 12 meses. Comprimento de onda: 420 a 480 nm. Emissor de luz: Led. Bateria: 3,7V 1400 mA. Potência de luz: 1300 mW/cm². 3 Programações de uso: Contínuo: potência máxima ao longo de todo o funcionamento; Rampa: potência gradual crescente nos primeiros 5 segundos, permanecendo logo após com sua potência máxima; Pulsado: luz com potência máxima pulsante com intervalos de 0,2 segundo.
- Fotopolimerizador Emitter C (Schuster): indicado para restaurações diretas e indiretas; colagem de bráquetes e acessórios ortodônticos; clareamento dental e fotopolimerização de barreiras gengivais; cimentação e adesivação fotopolimerizáveis. Acompanha 2 baterias: o equipamento sempre estará apto para sua utilização, pois não há necessidade de o fotopolimerizador ficar na base para que a bateria seja carregada. Wireless. Luz fria (azul) gerada por Led de alta potência (1250 mW/cm2). Display digital. Timer (5, 10, 15 e 20 seg), com bip sonoro no final da operação. Comandos de programação na própria caneta. Corpo confeccionado em ABS injetado. Intensidade de luz constante, independente do nível de carga da bateria. Garantia: 1 ano. 3 Programações de uso contínuo: potência máxima ao longo de todo o funcionamento; Rampa: potência gradual crescente nos primeiros 5 segundos, permanecendo logo após com sua potência máxima; Pulsado: luz com potência máxima pulsante com intervalos de 0,2 segundo.
- Fotopolimerizador Emitter D (Schuster): indicado para: restaurações diretas e indiretas; colagem de bráquetes e acessórios ortodônticos; clareamento dental e fotopolimerização de barreiras gengivais; cimentação e adesivação fotopolimerizáveis; colagem de facetas e lentes de contato dentais. Tecnologia wireless. Luz azul gerada por led de alta potência. Função High: polimerização de 3 segundos para camadas compósitas de até 2mm. Função Ortho: colagem do bráquete em 9 segundos; três polimerizações de 3 segundos variando entre as margens. Mais de 600 aplicações de 15 segundos com carga cheia. Outras características: display digital. Profundidade de polimerização de 6 mm. Temporizador para polimerização e clareamento: 5, 10, 15, 20, 30, 40 segundos. Com bip sonoro indicativo a cada 5 segundos e no final da operação. Corpo metálico confeccionado em alumínio anodizado. Ponteira de fotopolimerização confeccionada em fibra óptica orientada (sem fuga de luz), autoclavável a 134ºC e com giro de 360°. Sistema stand by: desliga automaticamente após 2 minutos sem utilização. Especificações: comprimento de onda: 420 a 480 nm. Garantia: 12 meses.
- Fotopolimerizador Emitter G (Schuster): feito para fotopolimerização de resinas compostas, ionômeros e adesivos; sessões de clareamento dental a base de peróxido de hidrogênio; colagem de bráquetes e acessórios ortodônticos. Wireless. Função Ortho: colagem do bráquete em 15 segundos. Profundidade de polimerização de 6 mm. Temporizador para polimerização e clareamento: 5, 10, 20 e 40 segundos. Com bip sonoro indicativo a cada 5 segundos e no final da operação. Corpo da caneta constituído em ABS e alumínio anodizado. Tempo de uso com carga total: 120 minutos. Silencioso, pois não necessita de ventilação forçada. Radiômetro interno automático: Controla eletronicamente a potência de luz. Ponteira de fotopolimerização confeccionada em fibra óptica orientada (sem fuga de luz), autoclavável a 134°C e com giro de 360°. Sistema stand by: desliga automaticamente após 2 minutos sem utilização. Potência: 1700 mW/cm². Modo de uso: contínuo. Ponteira de fotopolimerização confeccionada em fibra ótica orientada (sem fuga de luz), autoclavável a 134°C e com giro de 360°. Garantia: 12 meses. Potência de luz: 1250 mW/cm².
- Fotopolimerizador Emitter Now (Schuster): indicado para: restaurações diretas e indiretas; colagem de bráquetes e acessórios ortodônticos; cimentação e adesivação fotopolimerizáveis; colagem de facetas e lentes de contato dentais. Display digital. Sem fio. Temporizador para polimerização: 5, 10, 15, 20 segundos. Fotopolimerizador – 1250 mW/cm²; Ortodontia 1900 mW/cm²; High 2500 mW/cm². Bip sonoro indicativo a cada 5s e no final da operação. Tempo máximo de uso continuo: 300 segundos. Comandos de programação na própria caneta. Corpo confeccionado em ABS injetado. Silencioso, pois não necessita de ventilação forçada. Garantia 12 meses contra defeitos de fabricação. Sistema stand by. Desliga automaticamente após 2 minutos sem utilização. Modos de uso: Contínuo, Ortho e High.
- Fotopolimerizador Emitter Now Duo (Schuster): indicado para fotopolimerização de resinas compostas, ionômeros e adesivos; sessões de clareamento dental à base de peróxido de hidrogênio; colagem de bráquetes e acessórios ortodônticos. É um equipamento com Leds Multiwave®, tecnologia que propicia ao profissional a utilização com qualquer material desde os fotoiniciadores como os baseados em TPO, além, dos já tradicionais em Canforoquinona. A ação conjunta de 3 leds proporciona comprimento de onda de 385nm – 515nm e garante que tanto o pico de absorção dos materiais tradicionais que é 460nm quanto o pico de absorção de materiais como o do TPO – 405nm, sejam alcançados. Wireless. Amplo espectro de comprimento de onda (385 a 515nm). A ação conjunta de 3 leds polimeriza todos os fotoiniciadores e materiais do mercado. Ponteira metálica. Garantia de maior resistência em eventuais quedas. Função High: polimerização de 3 segundos para camadas compósitas de até 2mm; função Ortho: colagem do bráquete em 9 segundos; três polimerizações de 3 segundos variando entre as margens. Display digital. Profundidade de polimerização de 6mm. Temporizador para polimerização modo Contínuo: 5, 10, 15, 20 segundos. Temporizador para polimerização modo High e Ortho: 3 segundos. Com bip sonoro indicativo a cada 5 segundos e no final da operação. Tempo máximo de uso continua: 300 segundos. Comandos de programação na própria caneta. Corpo confeccionado em ABS injetado. Tempo de uso com carga total: 120 minutos. Silencioso, pois não necessita de ventilação forçada. Comprimento sem a ponteira: 16,8 cm. Potência de luz: 1250 mW/cm² (Polimerização) 1900 mW/cm² (Ortho) 2500 mW/cm² (High).
- Fotopolimerizador Led-5 (Kondentech): seu uso é indicado para realizar a fotopolimerização polimerização de resinas compostas e outras substâncias sensíveis à faixa de luz no espectro aproximadamente de 440nm a 480nm. Apresenta 3 modos de operação selecionáveis na própria caneta.Emite luz fria (azul).Leve e de fácil manuseio. Alto brilho através dos componentes Led. Evita a produção de barulho pois não é necessário a utilização de um ventilador resfriador. Para a medida da intensidade luminosa é necessário o uso de radiômetro digital utilizado por dentistas especializados. Garantia: 12 meses. Potência de luz: 1500 mW/cm². Corpo em plástico ABS.
- Fotopolimerizador LED-6 (Kondentech): ideal para profissionais odontológicos que buscam equipamentos de última geração para realizar a fotopolimerização de resinas compostas e outras substâncias sensíveis à faixa de luz no espectro aproximado de 440nm a 480nm. O equipamento apresenta leveza, facilitado manuseio e assepsia através da emissão de luz fria. Além disso, a caneta portátil conta com bateria de Li-Ion recarregável. Apresenta 3 modos de operação selecionáveis: rápida, gradual e pulsante. Emite luz fria (azul). Com timer digital. Componentes led com ótimo rendimento luminoso. O tipo de led permite esterilização por vários anos, ampliando a vida útil do equipamento. Garantia: 12 meses. Potência de luz: 1500 mW/cm².
- Fotopolimerizador LEDX-PRO (Orthometric): indicações: restaurações diretas e indiretas; colagem de bráquete e acessórios ortodônticos; fotopolimerização de barreiras gengivais; cimentação e adesivação fotopolimerizáveis; colagem de facetas e lentes de contato dentais. Ledx é o fotopolimerizador, fabricado utilizando a tecnologia led. A faixa do comprimento de onda é de 440 a 480nm e a intensidade de luz atinge de 3.200 mW/cm2. Exclusivo software de alta tecnologia do aparelho apresenta 7 opções diferentes de fotoativação que atendem todas as especialidades da Odontologia. O equipamento conta com um avançado sistema dissipador de calor e de resfriamento, associado a um limitador de sobreaquecimento, com circuito de proteção térmica e modo de segurança que protege o aparelho contra superaquecimento. Memoriza automaticamente os parâmetros da última operação realizada. Possui visor digital tanto no aparelho como na base, facilitando a visualização da função que está sendo utilizada.
Para maior controle de qualidade, possui um radiômetro embutido e desligamento automático para economizar energia. Função que fotopolimeriza cada bráquete em 3 segundos. Função plasma (3200 mW/cm2) para máxima eficiência na qualidade da polimerização e na redução do tempo clínico. Realiza uma fotopolimerização contínua sem travamento (não superaquece). Design ergonômico com ponteira 360° que permite fácil acesso a todos os locais de restauração. Garantia: 1 ano contra defeitos de fabricação. - Fotopolimerizador O-Light (MMO): indicado para colagem de bráquetes, fotopolimerização de resinas de diversas espessuras e tratamento de ortodontia. Proporciona conforto e alto desempenho nos procedimentos de fotopolimerização e colagem de bráquetes. O equipamento oferece diferenciais exclusivos que garantem a máxima eficiência das aplicações. Potência: modo normal (S) 1000 a 1200mW/cm2, modo alto (H) 2300 a 2500mW/cm2. Alimentação: bateria de Li-Ion 1400mAh. Tempo para carga completa: 4h. Garantia: 24 meses.
- Fotopolimerizador Optilight Max (Dabi Atlante): indicado para a fotopolimerização de produtos odontológicos. Conforto no manuseio; não há perda na qualidade da intensidade luminosa. Potência ideal para todos os tipos de resina, garantindo qualidade do trabalho executado. Transmissão de luz é feita através de uma fibra coerente. Aparelho sem fio. Transmissão de luz por ponteira de fibra óptica 100% coerente. Led de alta potência e intensidade luminosa: 1200 mW/cm2. Controle de operações no corpo do aparelho. Permite o ajuste dos tempos de fotoativação. 3 modos programáveis de aplicação (Rampa, Contínuo, Pulsado). Sinal sonoro a cada 5 segundos. Bateria recarregável. Sistema inteligente de desligamento automático. Resistente e de fácil higienização. Base de descanso com carregador de bateria. Timer 5,10,15 e 20 segundos. Garantia: 12 meses.
- Fotopolimerizador Radii- Xpert (SDI): desenvolvido com a mais alta tecnologia de fotoativação otimizada, ideal para os profissionais que não dispensam equipamentos de qualidade em seus procedimentos. Possui exclusiva tecnologia “Target Assist”,que garante o eixo correto da luz em posição perpendicular antes da fotoativação. Uma fonte de luz precisa ser mantida próxima e perpendicular à restauração para evitar uma polimerização incompleta. Ao se ativar a luz de posicionamento e dirigi-la sobre o dente, o profissional pode estar seguro de que a fotoativação só começa quando a luz está na posição correta e a restauração é submetida a uma cura completa. Maior segurança de posição exata em todos os tipos de restaurações. Sua colimação otimizada do feixe de luzgarante que a intensidade de luz seja mantida sobre a restauração que está sendo fotoativada, ideal para atender a restaurações de todos os tamanhos, inclusive restaurações do tipo Bulk Fill que necessitam de cura profunda. A tecnologia inteligente para facilidade de uso presente melhora a eficiência dos fotoativações, graças ao visor de LCD com temporizador de contagem reversa, que elimina a estimativa de tempo e traz precisão durante o ciclo. O design inteligente com cabeça rotatória a 360° permite o acesso confortável a todos os quadrantes bucais. Tem perfil fino e equilibrado, que pode ser mantido com empunhadura tipo caneta ou pistola, minimizando a fadiga da mão e do braço do profissional. Principais características: acesso fácil a restaurações em todos os quadrantes bucais; sem fio. Garantia de 3 anos. Tecnologia inteligente para facilidade de uso.
Empunhadura ergonomicamente equilibrada. Fotoativa todas as resinas compostas. Perfil consistente de feixe de luz. Base com indicador de intensidade. Tecnologia de pulso: com múltiplos pulsos por segundo, mantém-se a emissão de luz na restauração sendo curada, sem risco de superaquecimento. Fácil de limpar: tem superfícies lisas e usa uma capa protetora para evitar qualquer contaminação. Sem fio: total liberdade de movimentos. Garantia: 3 anos, contra defeitos de fabricação, a partir da data da compra original. Com exceção da bateria, que tem garantia de 2 anos. - Fotopolimerizador Radii-Cal (SDI): luz de LED de alta intensidade, produz uma profundidade de cura altíssima, que garante ótimas propriedades físicas e aumenta a longevidade das restaurações. Dispensa o uso de ventilação, pois utiliza um refrigerador para reduzir a quantidade de emissão de calor. Além disso, combina a tecnologia de pulso a da corrente constante, obtendo uma alta saída de luz sem gerar o excesso de calor. Isto faz com que ele não apresente ruído de ventilação, promovendo maior bem-estar ao profissional e ao paciente. Principais características: leve, design ergonômico, sem fio, fácil limpeza, sem ruídos, garantia de 2 anos. Outras: uso eficiente de energia: emissão de luz corresponde a máxima absorção da canforquinona, garantindo uma cura eficiente da maioria dos materiais restauradores fotopolimerizáveis. Modo ramp: durante os primeiros 5 segundos a potência da luz emitida aumenta gradualmente. Este ‘início suave’ da polimerização minimiza o stress da junção entre a restauração e o esmalte/dentina e reduz os espaços marginais na restauração. Fácil limpeza: a superfície brilhante e lisa do aparelho dificulta a fixação de bactérias, tornando-o fácil e rápido de limpar. Recarga: dispensa recargas constantes. Quando totalmente carregado, permite que se realize 1200 fotopolimerizações de 10 segundos antes de efetuar uma nova recarga. Radiômetro incluso: fornece um teste simples para garantir a funcionalidade da luz.
- Fotopolimerizador Super Dual Led (Gnatus): desenvolvido para realizar clareamento dental, restaurações diretas e indiretas e, além disso, colagem de acessórios ortodônticos, processos de polimerização e restauração em resina fotopolimerizável, entre outros procedimentos odontológicos. Garante maior qualidade nos procedimentos, porque o aparelho não esquenta, gasta menos energia, além disso, reduz custos e possui maior durabilidade. Aparelho sem fio.
Fotopolimerizador Led, que não esquenta. Base de descanso com carregador de bateria.
Medidor de luz com Leds indicadores de intensidade de luz. Possui timer com bip sonoro no final da operação (5,10,15 e 20s.). Possui dois modos de operação: cura de resinas ou clareamento (modelo Dual). Radiômetro incluso: fornece teste para garantir a funcionalidade da luz. Além disso, o fotopolimerizador possui comandos de programação na própria caneta com três modos de aplicação: Modo Contínuo, Pulsante e Progressivo: nos primeiros 5 segundos a potência da luz emitida aumenta gradualmente. Este ‘início suave’ da polimerização minimiza o stress da junção entre a restauração e o esmalte/dentina e reduz os espaços marginais na restauração. Garantia: 12 meses. Base do carregador 12 meses. - Fotopolimerizador Valo Cordless Grand 3200 (Ultradent): a cabeça fina do Valo permite acesso fácil e direto a todas restaurações, garantindo que fotopolimerizações sejam realizadas com sucesso, Acesso direto e feixe colimado resultam em polimerização completa. Esse modelo possui 107mm² de área ativa. Mais fácil acesso a todas às superfícies dos dentes e muito mais conforto. Polywave- 4 Leds com 3 picos de comprimento de onda diferentes. Polimeriza qualquer material fotopolimerizável. Lente de vidro resistente a risco. Corpo único feito de alumínio aeroespacial. 3 modos de polimerização: Standard (1.000mW/cm²); High (1.400mW/cm²). – Xtra (3.200 mW/cm²). Tempo de exposição: 1, 2, 3, 4, 5, 10, 15 e 20 segundos. Garantia 3 anos.
- Fotopolimerizador Valo Grand (Ultradent): utiliza diodos emissores de luz (Led) personalizados, de amplo espectro, para produzir luz de alta intensidade entre 395 e 480nm, que são capazes de polimerizar todos os materiais odontológicos fotopolimerizáveis. Essa intensidade também faz com que a luz penetre através de cerâmica, e é capaz de polimerizar cimentos resinosos, de maneira semelhante a luzes halógenas de qualidade. Leds de alta intensidade e amplo espectro que polimerizam quaisquer materiais odontológicos. Feixe de luz colimado que proporciona uma polimerização completa e uniforme. Três modos de polimerização – Standard, High Power e Xtra Power para o máximo de versatilidade. Design extremamente durável, fino e ergonômico que permite pela primeira vez fácil acesso a todos os locais de restauração. Revestimento de safira resistente a riscos. Selamento de Teflon para facilidade de limpeza. Luz de alta intensidade entre 395 e 480nm. Carregador de baterias que opera entre 100 e 240 volts.
- Fotopolimerizador Elipar DeepCure LED (3M): é indicado para polimerização de materiais odontológicos fotopolimerizáveis com fotoiniciador para comprimentos de onda entre 430nm e 480nm. O sistema óptico do equipamento foi especialmente desenvolvido para se ter segurança de que as restaurações apresentarão uma profundidade de cura uniforme e em profundidade, do topo à base da restauração, a distâncias clinicamente relevantes. Profundidade de cura uniforme e em profundidade, do topo à base da restauração. Melhor profundidade de cura, mesmo quando o posicionamento da luz for dificultado. Com a bateria completa, possui com capacidade para 720 fotoativações de 10s. Fácil e intuitivo: 2 botões e modo de operação único. Modelo em plástico resistente, sem fendas e aberturas para limpeza rápida e fácil. Wireless. Irradiância de 1.470 mW/cm² e comprimento de onda de 430 a 480 nm. Possui funcionamento fácil e intuitivo com apenas dois botões e modo de operação único. Tempo de exposição: 5s, 10s, 15s, 20s e 120s. Garantia: 3 anos. Bateria, 1 ano.
- Fotopolimerizador Valo Cordless (Ultradent): utiliza diodos emissores de luz (Led) personalizados, de amplo espectro para produzir luz de alta intensidade entre 395 e 480nm, que são capazes de polimerizar todos os materiais odontológicos fotopolimerizáveis. Essa intensidade também faz com que a luz penetre através de cerâmica, e é capaz de polimerizar cimentos resinosos, de maneira semelhante a luzes halógenas de qualidade. Vencedor do prêmio ”Best of Class” por 3 anos consecutivos. Possui programação contínua. Ponteiras fabricadas em polímero especial. O aparelho foi desenvolvido para permanecer nos suportes padrão de peça de mão das cadeiras odontológicas, ou pode ser montado em qualquer lugar, com o suporte de fixação que vem no kit. Vem equipado com sensores que registram o movimento: quando o aparelho não está sendo utilizado, irá automaticamente entrar em modo de hibernação, e quando for movimentado, irá retornar às configurações utilizadas pela última vez. Feixe de luz colimado que proporciona uma polimerização completa e uniforme. Comprimento de onda: 395 a 480 nm. Sem fio. Recarga/Alimentação: 2 pares de pilhas recarregáveis (acompanha carregador). Intensidade de luz: 3 modos – 1.000, 1.400 e 3.200 mW/cm². Tempo de exposição:1, 2, 3, 4, 5, 10, 15 e 20 segundos. Revestimento de safira resistente a riscos. Selamento de teflon para facilidade de limpeza. Garantia: 2 anos.
• CL – K50 (Kondortech): dispõe de proteção térmica e exaustor silencioso na peça de mão. Ponteira de 9 mm em fibra ótica coerente; protetor ocular, tempo de aplicação programável até 60 segundos, analógico. Emissão de 600 mW/cm2. Bivolt. Preço médio: R$ 600,00.
• Elipar Freelight (3M Espe): com leds que geram uma luz que se ajusta perfeitamente à absorção máxima dos fotoiniciadores usados mais freqüentemente em materiais odontológicos. Possibilita a seleção de quatro diferentes tempos de fotopolimerização, entre 10 e 40 segundos. A lâmpada de fotopolimerização emite intensidade de luz constante durante todo o tempo de exposição e apresenta-se com um medidor de intensidade de luz acoplado (radiômetro), assim como o modo exponencial de exposição de luz. Sem fio, pouco aquecimento, sem ventilador. Garantia de um ano. Preço médio: R$ 4.080,00.
• Fotopolimerizador Portátil (Kroman): para fotopolimerização. É constituído de um conjunto de sete leds azuis com comprimento de onda igual a 470 nm e sonda acrílica de 9 mm de diâmetro com área de feixe de 0,63 cm2, com intervalo de 20, 40 e 60 segundos. O equipamento possui led colorido para visualização dos tempos. Tempos programáveis de aplicação. Compacto e simples, sonda de alta eficiência e resistente a impactos, luz fria. Luz com comprimento de onda mais seletiva que lâmpadas convencionais, maior tempo de vida útil. Peso 0,260 kg. Preço médio: R$ 550,00.
• Kon-Lux (Kondortech): também para clareamento dental. Pode ser utilizado em até três dentes por vez. Bivolt automático. Disponível nas versões 450, 600 e 600 mW com ponteira para clareamento. Com protetor ocular e suporte para equipo. Preço médio: R$ 850,00.
• LEC 470 II (MM Optics): para fotopolimerização de resinas à base de canforquinona. Timer programável de 20 em 20 segundos. Preço médio: R$ 470,00.
• Led Biolux II (Bio Art): preço médio: R$ 480,00.
• Led Unit- Hp (Eccofibras): também para clareamento. Timer com 20 e 40 segundos. Design ergonômico. Garantia de dois anos. Preço médio: R$ 550,00.
• Light 2000 (Clean Line): ponteira de fibra ótica de 11 mm com revestimento, emissão de luz de 600 a 700 mW/cm2, tempos pré-programados de 30 e 40 segundos; sinal sonoro a cada 5 segundos. Protetor ocular, dois anos de garantia. Bivolt. Preço médio: R$ 660,00.
• Light 3000 LED (Clean Line): um só LED de 13 leds azuis. Ciclo de fotopolimerização: duas potências, programação de 0 a 20 segundos com passo de 1 segundo. Contagem de tempo regressiva, ponteira de acrílico. dois anos de garantia. Preço médio: R$ 740,00.
• Microlight (Microdent): revólver em ABS de alta resistência, resiste a mais de 600 ciclos ininterruptos. Potência superior a 500 mW. Garantia de dois anos (exceto a lâmpada). Preço médio: R$ 470,00.
• New 500 (Newdent): revólver anatômico e leve em ABS reforçado, cola ortodonticamente todos os dentes em uma única sessão. Bivolt. Potência entre 380 e 500 mW/cm². Bip sonoro em intervalos de 10 segundos com desligamento automático da lâmpada aos 60 segundos. Fibra óptica autoclavável e inquebrável. Garantia de 12 meses (exceto lâmpada). Preço médio: R$ 665,00.
• New 700 (Newdent): feito em ABS reforçado, potência entre 400 e 550 mW/cm². Fibra óptica autoclavável e inquebrável. Bip sonoro em intervalos de 10 segundos, com desligamento automático da lâmpada aos 40 segundos. Garantia de 12 meses (exceto a lâmpada) Preço médio: R$ 783,00.
• New Box (Newdent): microprocessado, com fibra de cristal. Com cabo e fonte bivolt. Preço médio: R$ 555,00.
• New LED 2D (Newdent): com fibra de cristal, cabo e fonte bivolt. Mostrador digital programável. Preço médio: R$ 585,00.
• Optilight CL (Gnatus): digital, com seus 550 mW/cm2 pode ser utilizado para clareamento. LED de 5 Watts. Caneta de aplicação compacta, confeccionada em duralumínio anodizado, com controle de operação. Sinalizador sonoro com bip a cada 10 segundos e longo ao término do ciclo de 90 segundos. Preço médio: R$ 2.000,00.
• Optilight LD (Gnatus): luz fria e azul, gerada por led. Dispensa o uso de filtros especiais, podendo ser utilizado em ciclos prolongados sem a necessidade de refrigeração. O led possui vida útil de 18 milhões de ciclos de 10 segundos, segundo o fabricante, sem perda de potência e eficiência na polimerização. Preço médio: R$ 840,00.
• Optilight Plus (Gnatus): fibra óptica rígida com diâmetro de 11 mm, revestida em aço inox, giratória, removível e autoclavável. Fonte eletrônica que controla todas as funções do aparelho. Sistema de ventilação aspirado. Protetor de fibra óptica que restringe o reflexo da luz. Revólver com duplo comando. Proporciona luz azul na faixa de 400 a 500 nm, com baixa geração de calor, sem prejudicar a vitalidade pulpar. Preço médio: R$ 655,00.
• Optilux500 (Demetron): com lâmpada halógena. Preço médio: R$ 1.900,00.
• Practical Light (Clean Line): com cluster de 10 LEDs, ciclo de polimerização de 30 e 40 segundos. Ponteira acrílica. Dois anos de garantia. Preço médio: R$ 490,00.
• Radii (SDI): aparelho com LED de intensidade extremamente alta, 1.400 mW/cm², e sem fio. Pesa 155 g. Quatrocentas fotopolimerizações de 10 segundos antes de precisar recarregar. Possui radiômetro interno, ventilador silencioso, profundidade de cura de até 6 mm. Garantia de dois anos. Preço médio: R$ 1.535,00.
• Single V (Bioart): iluminação com emissores tipo led que geram luz azul pura e fria a um comprimento de onda de 470 nm. Polimerização progressiva para a redução do efeito de contração da resina. Sonda de fibra óptica é opcional. Permite regulagem de potência em 300 ou 600 mW/ cm2, ao preço médio de R$ 750,00.
• Ultra Light III – LED (Sanders): utiliza led de longa vida útil, que gera feixe de luz azul pura e fria a um comprimento de onda de 470 nm. Potência luminosa similar à de um fotopolimerizador de lâmpada halógena de 650 mW/cm. Tempos de fotopolimerização de 20 ou 40 segundos; bips de 5 em 5 segundos. Polimerização progressiva para redução do efeito de contração da resina. Com protetor ocular. Garantia de dois anos. Preço médio: R$ 499,00.
• UltraBlue (Kavo): luz fria emitida por LEDs à base de diodo, com vida útil aproximada de dois anos. Permite total concentração de luz no comprimento de onda com potências mais baixas. Na versão 600 mW, realiza trabalhos de polimerização de resinas compostas que tenham canforoquinona e situações em que a luz tenha que atravessar grandes espessuras de elemento protético ou mesmo de resina composta. Na versão 350 mW, faz trabalhos de resinas que tenham canforoquinona. Fibra óptica autoclavável em formato cônico com 7 mn de área útil ou polímero em formato cônico, ambos de fácil assepsia. Os modelos Ultrablue contam com sistema de emissão progressiva de dois estágios. Realiza pré-polimerização de 6 segundos, o que reduz o efeito de contração da resina antes que o esteja em processo de emissão máxima. Preço médio: modelo 350 mW com fibra de polímero: R$ 630,00; com fibra ótica, R$ 890,00; modelo 600 mW com fibra de polímero, R$ 837,00; com fibra ótica, R$ 1.190,00.
• Ultralux EL (Dabi Atlante): tipo revólver, anatômico, leve e de fácil pega e acesso a todos os dentes, usando lâmpada halógena. Potência entre 350 e 500 mW/cm² e filtro de luz que produz luz de comprimento de onda na faixa entre 400 e 500 nm, para utilização em todas as resinas fotopolimerizáveis. Tempo programável de 10 em 10 segundos, até 50 segundos, com bip sonoro a cada 10 segundos. Filtro térmico controla a temperatura de luz ideal para a saúde pulpar.
Comando inteligente no gatilho evita o acionamento acidental. Ponteira com giro de 360° permite posicionar luz em qualquer quadrante da cavidade oral. Preço médio: R$ 852,00.
• Ultraled XP (Dabi Atlante): um único led, com potência entre 320 e 500 mw/cm2, luz de comprimento de onda na faixa de 450 a 480 nm, conferindo maior segurança ao processo de fotopolimerização. A potência do equipamento também o credencia como um dos equipamentos de led que pode ser utilizado em clareamento dental. Condutores óticos (opcionais) especialmente desenhados para maior produtividade estão disponíveis na rede do fabricante. Devido à baixíssima produção de calor, elimina o risco de danos ao tecido pulpar e o desconforto. Libera apenas 3ºC de calor, ao passo que os aparelhos halógenos registram liberações entre 10 e 16ºC. Permite longos períodos de uso ininterrupto, sem aquecimento ou desligamento automático, recurso útil na colagem de bandas ortodônticas e nas sessões de clareamento. Tempo programável de 10 em 10 segundos, até 50 segundos, com bip sonoro a cada 10 segundos. Ponteiras de clareamento e autoclaváveis opcionais. Preço médio: R$ 925,00.
• VIP (Bisco): permite ajustes de intensidade variável. Comando independente de final de tempo e intensidade. Permite realizar a técnica de polimerização de pulso retardado com facilidade. Prioriza função programável e uso contínuo de modo convencional. Elimina o estresse causador de fratura do esmalte, causado pela rápida polimerização. Duas fases de polimerização; a primeira em que o compósito alcança o ponto gel, no qual o compósito muda de fluido-viscoso para sólido. Preço médio: R$ 1.300,00.
Links: www.bioart.com.br; Bisco (www.newimage.com.br); www.cleanline.com.br; www.dabiatlante.com.br; www.eccofibras.com.br; www.degussa.com.br; demetron (www.newimage.com.br); www.dentsply.com.br; www.gnatus.com.br; www.kavo.com.br; www.kondortech.com.br; www.kroman.com.br; www.mmo.com.br; www.sanders.com; www.sdi.com.br; www.3mespe.com.br; www.vigodent.com.br; Microdent e Newdent não têm site.
Mesmo que não haja um profissional intermediário, como um auditor de plano de saúde, ainda que seu relacionamento seja diretamente com um cliente particular. Numa boa, sem reclamar da vida. Nesses casos, é bom procurar colocar-se no lugar do cliente: você acharia razoável que o prejuízo fosse todo atribuído à sua responsabilidade? É bom, a propósito, lembrar o artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor: “O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos. § 1o O serviço é defeituoso quando não fornece a segurança que o consumidor dele pode esperar, levando-se em consideração as circunstâncias relevantes, entre as quais: I – o modo de seu fornecimento; II – o resultado e os riscos que razoavelmente dele se esperam; III – a época em que foi fornecido. § 2o O serviço não é considerado defeituoso pela adoção de novas técnicas. § 3o O fornecedor de serviços só não será responsabilizado quando provar: I – que, tendo prestado o serviço, o defeito inexiste; II – a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro. § 4o A responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa.” MANTIDO
Além disso, devem seguir as seguintes recomendações referentes à utilização de cilindros de gases medicinais: a) Os cilindros de gases medicinais devem ser armazenados em um local ventilado de forma natural, protegidos, mantidos na posição vertical e devem possuir dispositivos de segurança de forma a evitar quedas ou tombamentos. Os cilindros e as mangueiras devem possuir cores diferenciadas e facilmente identificáveis. As conexões para as linhas dos diferentes tipos de gases não podem ser intercambiáveis, devendo possuir dimensões diferenciadas, de forma a evitar trocas indevidas dos cilindros. b) Os cilindros de gases medicinais devem ser transportados na posição vertical, em carrinhos específicos utilizados para transporte de cilindros de gases medicinais, equipados com sistemas de suporte e fixação do cilindro, de forma a evitar quedas.
A vantagem de adquirir medicamentos genéricos é a comprovação da boa qualidade, atestado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e pelo menor custo em relação ao medicamento de referência.Sempre que possível, devemos prescrever genéricos.
Pesquisas recentes referentes à terapêutica medicamentosa usada em pacientes adultos apontaram que 86,8% dos cirurgiões-dentistas prescrevem um antibiótico do grupo das penicilinas, dos quais 71,63% elegem a amoxicilina como antibiótico de primeira escolha; a eritromicina obteve a preferência de prescrições (28,37%) para o tratamento de infecções em pacientes adultos alérgicos ao grupo das penicilinas.
Lista de genéricos, conforme lista de 2019, a seguir.
| Medicamentos Genéricos Registrados
Por ordem alfabética do nome do medicamento genérico
Atualizado até Diário Oficial da União de 05/08/2019 |
|||||
| Medicamento Genérico | Medicamento de Referência | Forma Farmacêutica |
Concentração |
Detentor do Registro | Publicação do registro |
| aceclofenaco | Proflam | comprimido revesti | 100 mg | 1Farma | 24/12/2018 |
| aceclofenaco | Proflam | comprimido revesti | 100 mg | Cimed | 20/08/2018 |
| aceclofenaco | Proflam | Creme
dermatológico |
15 mg/g | EMS S/A | 12/03/2007 |
| aceclofenaco | Proflam | Comprimido
revestido |
100 mg | EMS S/A | 05/12/2011 |
| aceclofenaco | Proflam | Creme
dermatológico |
15 mg/g | Germed | 12/03/2007 |
| aceclofenaco | Proflam | Comprimido
revestido |
100 mg | Germed | 12/12/2011 |
| aceclofenaco | Proflam | Comprimido
revestido |
100 mg | Nova
Química |
14/05/2012 |
| aceclofenaco | Proflam | Comprimido
revestido |
100 mg | Ranbaxy | 15/08/2002 |
| aceclofenaco | Proflam | comprimido revesti | 100 mg | Unichem | 15/07/2019 |
| aceclofenaco | Proflam | Comprimido
revestido |
100 mg | Vitapan | 04/11/2013 |
| aceclofenaco | Proflam | Comprimido | 100 mg | Zydus | 27/03/2017 |
| ácido acetilsalicílico | Aspirina | comprimido | 100 mg; 500 mg | 1Farma | 23/04/2018 |
| ácido acetilsalicílico | Aspirina | Comprimido | 100 mg | Cimed | 04/09/2006 |
| ácido acetilsalicílico | Aspirina | Comprimido | 100 mg; 500 mg | EMS S/A | 28/06/2001 |
| ácido acetilsalicílico | Aspirina | Comprimido
revestido |
300mg | EMS S/A | 27/04/2009 |
| ácido acetilsalicílico | Aspirina | Comprimido
revestido |
300mg | Germed | 27/04/2009 |
| ácido acetilsalicílico | Aspirina | Comprimido
revestido |
300mg | Legrand | 27/04/2009 |
|
ácido acetilsalicílico |
ácido acetilsalicílico Cimed / Aspirina |
Comprimido |
100 mg; 500 mg |
Globo |
17/04/2017 |
| alprazolam | Frontal | Comprimido | 0,50 mg; 1 mg; 2 mg | Aché | 12/12/2011 |
| alprazolam | Frontal | comprimido | 0,25 mg; 0,5 mg; 1 mg; | Brainfarma | 02/07/2018 |
| alprazolam | Frontal | Comprimido | 0,25 mg; 0,50 mg; 1 mg;
2 mg |
EMS S/A | 04/03/2004 |
| alprazolam | Frontal | Comprimido | 0,25 mg; 0,50 mg; 1 mg | Eurofarma | 17/03/2004 |
| alprazolam | Frontal | Comprimido | 0,25 mg; 0,50 mg; 1 mg;
2 mg |
Germed | 11/06/2004 |
| alprazolam | Frontal | Comprimido | 0,25 mg; 0,50 mg; 1 mg;
2 mg |
Legrand | 20/01/2005 |
| alprazolam | Frontal | Comprimido | 0,25 mg; 0,50 mg; 1 mg | Medley | 21/01/2008 |
| alprazolam | Frontal | Comprimido | 0,25 mg; 0,50 mg; 1 mg;
2 mg |
Nova
Química |
11/05/2009 |
| alprazolam | Frontal | Comprimido | 0,50 mg; 1 mg; 2 mg | Teuto | 13/09/2010 |
| alprazolam | Frontal | Comprimido | 0,25 mg; 0,50 mg; 1 mg;
2 mg |
Zydus | 23/03/2009
|
| amoxicilina | Amoxil | cápsula gelatinosa | 500 mg | 1Farma | 17/09/2018 |
| amoxicilina | Amoxil BD | pó para suspensão | 50 mg/ml; 100 mg/ml | 1Farma | 17/09/2018 |
| amoxicilina | Amoxil BD | Pó para suspensão
oral |
400 mg/5 ml | Aché | 27/07/2009 |
| amoxicilina | Amoxil | Pó para suspensão
oral |
250mg/5ml | Aché | 10/08/2009 |
| amoxicilina | Amoxil | Cápsula dura | 500 mg | Aché | 10/01/2011 |
| amoxicilina | Amoxil BD | Comprimido | 875 mg | Aché | 10/01/2011 |
| amoxicilina | Amoxil | Cápsula dura | 500 mg | Aurobindo | 09/01/2006 |
| amoxicilina | Amoxil | Pó para suspensão
oral |
250 mg/5 ml; 500 mg/5
ml |
Aurobindo | 08/10/2007 |
| amoxicilina | Amoxil BD | comprimido revesti | 875 mg | Cellera | 15/01/2018 |
| amoxicilina | Amoxil BD | pó para suspensão | 50 mg/ml; 80 mg/ml; 10 | Cellera | 05/02/2018 |
| amoxicilina | Amoxil | cápsula gelatinosa | 500 mg | Cellera | 14/05/2018 |
| amoxicilina | Amoxil | cápsula gelatinosa | 500 mg | Cifarma | 04/12/2017 |
| amoxicilina | Amoxil | pó para preparaçõ | 250 mg/ml | Cifarma | 04/12/2017 |
| amoxicilina | Amoxil | Cápsula dura | 500 mg | Cimed | 27/08/2007 |
| amoxicilina | Amoxil | Pó para suspensão
oral |
250 mg/5 ml; 500 mg/5
ml |
Cimed | 01/10/2007 |
| amoxicilina | Amoxil | Cápsula dura | 500 mg | EMS S/A | 24/07/2000 |
| amoxicilina | Amoxil | Pó para suspensão
oral |
250 mg/5 ml; 500 mg/5
ml |
EMS S/A | 14/08/2000 |
| amoxicilina | Amoxil | Pó para suspensão
oral |
200mg/5mL;
400mg/5mL |
EMS S/A | 24/03/2003 |
| amoxicilina | Amoxil BD | Comprimido
revestido |
875 mg | EMS S/A | 05/03/2004 |
| amoxicilina | Amoxil | Cápsula dura | 500 mg | Eurofarma | 09/08/2000 |
|
amoxicilina |
Amoxil/Amoxil BD |
Pó para suspensão oral |
125 mg/5ml; 200
mg/5ml; 250 mg/5ml; 400 mg/5ml; 500 mg/5ml |
Eurofarma |
09/08/2000 |
| amoxicilina | Amoxil BD | Comprimido
revestido |
875 mg | Eurofarma | 01/10/2002 |
| amoxicilina | Amoxil BD | comprimido revesti | 875 mg | Germed | 02/05/2017 |
| amoxicilina | Amoxil | Cápsula dura | 500 mg | Legrand | 20/10/2009 |
|
amoxicilina |
Amoxil |
Pó para suspensão oral |
125 mg/5ml; 200
mg/5ml; 250 mg/5ml; 400 mg/5ml; 500 mg/5ml |
Medley |
09/08/2000 |
| amoxicilina | Amoxil | Cápsula dura | 500 mg | Medley | 09/08/2000 |
| amoxicilina | Amoxil | Cápsula dura | 500 mg | Multilab | 16/08/2010 |
| amoxicilina | Amoxil | Pó para suspensão
oral |
250 mg/5 ml; 500 mg/5
ml |
Multilab | 29/11/2010 |
| amoxicilina | Amoxil | Cápsula dura | 500 mg | Nova
Química |
28/03/2003 |
| amoxicilina | Amoxil | Pó para suspensão
oral |
250 mg/5 ml | Nova
Química |
16/04/2004 |
| amoxicilina | Amoxil BD | pó para suspensão | 50 mg/ml; 100 mg/ml | Nova Quím | 02/05/2017 |
| amoxicilina | Amoxil BD | comprimido revesti | 875 mg | Nova Quím | 30/07/2018 |
| amoxicilina | Amoxil | Cápsula dura | 500 mg | Novartis | 23/02/2005 |
| amoxicilina | Amoxil | Pó para suspensão
oral |
250 mg/5 ml; 500 mg/5
ml |
Prati
Donaduzzi |
12/05/2008 |
| amoxicilina | Amoxil | Cápsula dura | 500 mg | Prati
Donaduzzi |
25/08/2008 |
| amoxicilina | Amoxil | Cápsula dura | 500 mg | Teuto | 01/03/2004 |
| amoxicilina | Amoxil | Pó para suspensão
oral |
250 mg/5 ml; 500 mg/5
ml |
Teuto | 14/04/2008 |
| amoxicilina | Amoxil | Pó para suspensão
oral |
250 mg/5 ml; 500 mg/5
ml |
União
Química |
12/02/2004 |
| amoxicilina | Amoxil | Cápsula dura | 500 mg | União
Química |
24/11/2008 |
| amoxicilina | Amoxil | Cápsula dura | 500 mg | Unichem | 17/03/2008 |
| amoxicilina +
clavulanato de potássio |
clavulin BD |
Pó para suspensão oral |
80mg/ml + 11,4mg/ml |
Aché |
03/05/2010 |
| amoxicilina +
clavulanato de potássio |
Clavulin BD |
Comprimido revestido |
875 mg + 125 mg |
Aché |
07/07/2014 |
| amoxicilina +
clavulanato de potássio |
Clavulin |
Pó para solução injetável |
1 g + 200 mg |
Aurobindo |
13/11/2006 |
| amoxicilina +
clavulanato de potássio |
Clavulin BD |
Comprimido revestido |
875 mg + 125 mg |
Brasterápic a |
26/06/2017 |
| amoxicilina +
clavulanato de potássio |
Clavulin BD |
Pó para suspensão oral |
80 mg/ml + 11,4 mg/ml |
Brasterápic a |
26/06/2017 |
| amoxicilina + clavulan | Clavulin BD | comprimido revesti | 875 mg + 125 mg | Brasterápic | 26/06/2017 |
| amoxicilina + clavulan | Clavulin BD | pó para suspensão | 80 mg/ml + 11,4 mg/ml | Brasterápic | 26/06/2017 |
| amoxicilina + clavulan | Clavulin BD | pó para suspensão | 80 mg/ml + 11,4 mg/ml | Cellera | 05/02/2018 |
| amoxicilina + clavulan | Clavulin BD | comprimido revesti | 875 mg + 125 mg | Cellera | 05/02/2018 |
| amoxicilina +
clavulanato de potássio |
Clavulin |
Pó para suspensão oral | 25 mg/ml + 6,25
mg/ml; 50 mg/ml + 12,5 mg/ml |
EMS S/A |
07/03/2002 |
| amoxicilina +
clavulanato de potássio |
Clavulin |
Comprimido revestido |
500 mg + 125 mg |
EMS S/A |
22/04/2002 |
| amoxicilina +
clavulanato de potássio |
Clavulin BD |
Pó para suspensão oral |
80mg/ml + 11,4mg/ml |
EMS S/A |
14/04/2008 |
| amoxicilina +
clavulanato de potássio |
Clavulin |
Pó para solução injetável | 500 mg + 100 mg ; 1 g +
200 mg |
Eurofarma |
03/12/2002 |
| amoxicilina +
clavulanato de potássio |
Clavulin BD |
Comprimido revestido |
875 mg + 125 mg |
Eurofarma |
19/05/2008 |
| amoxicilina +
clavulanato de potássio |
Clavulin BD |
Pó para suspensão oral |
80mg/ml + 11,4mg/ml |
Eurofarma |
15/10/2012 |
| amoxicilina +
clavulanato de potássio |
Clavulin BD |
Comprimido revestido |
875 mg + 125 mg |
Germed |
01/10/2007 |
| amoxicilina +
clavulanato de potássio |
Clavulin BD |
Pó para suspensão oral |
80mg/ml + 11,4mg/ml |
Germed |
24/05/2010 |
| amoxicilina +
clavulanato de potássio |
Clavulin BD |
Comprimido revestido |
875 mg + 125 mg |
Legrand |
25/02/2009 |
| amoxicilina +
clavulanato de potássio |
Clavulin BD |
Pó para suspensão oral |
80mg/ml + 11,4mg/ml |
Legrand |
24/05/2010 |
| amoxicilina + clavulan | Clavulin BD | comprimido revesti | 500 mg + 125 mg | Nova Quím | 02/07/2018 |
| amoxicilina + clavulan | Clavulin BD | pó para suspensão | 80 mg/ml + 11,4 mg/ml | Nova Quím | 30/07/2018 |
| amoxicilina + clavulan | Clavulin BD | pó para suspensão | 50 mg/ml + 12 mg/ml; 8 | Novartis | 15/01/2018 |
| amoxicilina +
clavulanato de potássio |
Clavulin BD |
Pó para suspensão oral |
80mg/ml + 11,4mg/ml |
Prati Donaduzzi |
05/12/2016 |
| amoxicilina + clavulanato de potássio |
Clavulin BD |
Pó para suspensão oral |
25 mg/ml + 6,25
mg/ml; 40 mg/ml + 5,7 mg/ml; 80 mg/ml + 11,5 mg/ml |
Ranbaxy |
17/03/2004 |
| amoxicilina +
clavulanato de potássio |
Clavulin BD |
Comprimido revestido | 500 mg + 125 mg; 875
mg + 125 mg |
Sandoz |
24/08/2001 |
| amoxicilina + clavulanato de potássio |
Clavulin |
Pó para suspensão oral |
25 mg/ml + 6,25
mg/ml; 50 mg/ml + 12,5 mg/ml; 80 mg/ml + 11,4 mg/ml |
Sandoz |
26/07/2002 |
| amoxicilina + clavulan | Clavulin BD | pó para suspensão | 80 mg/ml + 11,4 mg/ml | Teuto | 17/07/2017 |
| amoxicilina + clavulan | Clavulin BD | comprimido revesti | 875 mg + 125 mg | Teuto | 17/07/2017 |
| amoxicilina + clavulan | Clavulin BD | pó liófilo para soluç | 1 g + 200 mg | Teuto | 10/12/2018 |
| ampicilina | Amplacilina | Pó para solução
injetável |
1 g | Aspen | 22/05/2006 |
| ampicilina | Amplacilina | Cápsula dura | 500mg | Aspen | 24/03/2008 |
| ampicilina | Amplacilina | Pó para solução
injetável |
500 mg; 1 g | Aurobindo | 19/09/2005 |
| ampicilina | Amplacilina | Pó para suspensão
oral |
50 mg/ml | Brainfarma | 01/01/2003 |
| ampicilina | Binotal | Comprimido | 500 mg | EMS S/A | 03/02/2000 |
| ampicilina | Amplacilina | Cápsula dura | 500 mg | Eurofarma | 06/09/2001 |
| ampicilina | Amplacilina | Cápsula dura | 500 mg | Multilab | 16/02/2009 |
| ampicilina | Amplacilina | Pó para suspensão
oral |
50 mg/ml | Multilab | 03/11/2015 |
| ampicilina | Amplacilina | Pó para suspensão
oral |
50 mg/ml | Prati
Donaduzzi |
12/05/2008 |
| ampicilina | Amplacilina | Cápsula dura | 500 mg | Prati
Donaduzzi |
22/12/2008 |
| ampicilina | Amplacilina | Cápsula dura | 500 mg | Sandoz | 13/11/2002 |
| ampicilina | Amplacilina | Pó para solução
injetável |
500 mg; 1 g | Teuto | 20/04/2000 |
| ampicilina sódica + sulbactam sódico |
Unasyn |
Pó para solução injetável |
1 g + 0,5 g |
Antibiótico s do Brasil |
03/08/2009 |
| ampicilina sódica +
sulbactam sódico |
Unasyn | Pó para solução
injetável |
1 g + 0,5 g | Aspen | 11/02/2008 |
| ampicilina sódica +
sulbactam sódico |
Unasyn | Pó para solução
injetável |
1 g + 0,5 g; 2 g + 1 g | Aurobindo | 14/08/2006 |
| ampicilina sódica +
sulbactam sódico |
Unasyn | Pó para solução
injetável |
1 g + 0,5 g; 2 g + 1 g | Eurofarma | 07/08/2002 |
| ampicilina sódica +
sulbactam sódico |
Unasyn | Pó para solução
injetável |
1 g + 0,5 g | Novafarma | 30/04/2007 |
| axetilcefuroxima | Zinnat | Comprimido | 250 mg; 500 mg | Aurobindo | 30/01/2012 |
| axetilcefuroxima | Zinnat | comprimido | 500 mg | Brainfarma | 11/02/2019 |
| axetilcefuroxima | Zinnat | Pó para suspensão
oral |
25 mg/ml; 50 mg/ml | Nova
Química |
16/04/2004 |
| axetilcefuroxima | Zinnat | Comprimido
revestido |
250 mg; 500 mg | Nova
Química |
25/07/2005 |
| axetilcefuroxima | Zinnat | Comprimido
revestido |
250 mg; 500 mg | Ranbaxy | 03/05/2001 |
| axetilcefuroxima | Zinnat | Pó para suspensão
oral |
25 mg/ml; 50 mg/ml | Ranbaxy | 15/06/2001 |
| axetilcefuroxima | Zinnat | Comprimido | 250 mg; 500 mg | Sandoz | 28/12/2015 |
| axetilcefuroxima | Zinnat | Comprimido | 500 mg | Medley | 17/04/2017 |
| azitromicina | Zitromax | comprimido revesti | 500 mg | 1Farma | 20/05/2019 |
|
azitromicina |
Zitromax |
Pó para solução injetável |
500 mg |
Antibiótico s do Brasil |
27/04/2015 |
| azitromicina | Zitromax | Pó para solução
injetável |
500 mg | Beker | 21/09/2015 |
| azitromicina | Zitromax | Pó para suspensão
oral |
40 mg/ml | Brainfarma | 12/05/2008 |
| azitromicina | Zitromax | Comprimido
revestido |
500 mg | Brainfarma | 14/07/2008 |
| azitromicina | Zitromax | comprimido revesti | 500 mg | Cellera | 15/01/2018 |
| azitromicina | Astro | pó para suspensão | 600 mg; 900 mg; 1500 | Cellera | 05/02/2018 |
| azitromicina | Azi | Comprimido
revestido |
1000 mg | Cifarma | 10/11/2008 |
| azitromicina | Zitromax | comprimido revesti | 500 mg | Cimed | 23/04/2018 |
|
azitromicina |
Zitromax |
Pó liofilizado para solução injetável |
500 mg |
Cristália |
23/05/2016 |
| azitromicina | Zitromax | Comprimido
revestido |
500 mg | EMS S/A | 21/11/2001 |
| azitromicina | Zitromax | Pó para suspensão
oral |
40 mg/ml | EMS S/A | 26/09/2002 |
| azitromicina | Zitromax | Comprimido
revestido |
500 mg | Eurofarma | 12/04/2004 |
| azitromicina | Zitromax | Pó para suspensão
oral |
40 mg/ml | Eurofarma | 03/05/2013 |
| azitromicina | Azi | Comprimido
revestido |
1000 mg | Germed | 07/04/2006 |
| azitromicina | Zitromax | comprimido revesti | 500 mg | Germed | 06/08/2018 |
| azitromicina | Astro | pó para suspensão | 40 mg/ml | Germed | 05/11/2018 |
| azitromicina | Zitromax | Comprimido
revestido |
500 mg | Globo | 20/04/2009 |
| azitromicina | Zitromax | Comprimido
revestido |
500 mg | Hipolabor | 27/07/2015 |
| azitromicina | Zitromax | Comprimido
revestido |
500 mg | Medley | 24/09/2007 |
| azitromicina | Zitromax | Comprimido
revestido |
500 mg | Medquímic
a |
25/05/2015 |
| azitromicina | Zitromax | Comprimido
revestido |
500 mg | Nativita | 06/04/2009 |
| azitromicina | Zitromax | Comprimido
revestido |
500 mg | Nova
Química |
28/03/2003 |
| azitromicina | Zitromax | comprimido revesti | 500 mg | Pharlab | 22/01/2018 |
| azitromicina | Astro | pó para preparaçõ | 600 mg; 900 mg | Pharlab | 22/01/2018 |
| azitromicina | Zitromax | Pó para suspensão
oral |
40 mg/ml | Prati
Donaduzzi |
26/05/2008 |
| azitromicina | Zitromax | Comprimido
revestido |
500 mg | Prati
Donaduzzi |
02/06/2008 |
| azitromicina | Azi | Comprimido
revestido |
1000 mg | Prati
Donaduzzi |
07/07/2008 |
| azitromicina | Zitromax | Comprimido
revestido |
500 mg | Ranbaxy | 25/09/2002 |
| azitromicina | Zitromax | Comprimido
revestido |
500 mg | Sandoz | 21/11/2001 |
| azitromicina | Zitromax | Comprimido
revestido |
500 mg | Teuto | 06/08/2007 |
| azitromicina di-hidrata | Zitromax | comprimido revesti | 500 mg | Aché | 15/04/2019 |
| aztreonam | Azeus | Pó para solução
injetável |
1 g | Biochimico | 06/07/2015 |
| betametasona | Celestone | Elixir | 0,1 mg/ml | Prati
Donaduzzi |
01/01/2003 |
| cefaclor | Ceclor | Cápsula dura | 250 mg; 500 mg | EMS S/A | 13/06/2002 |
| cefaclor | Ceclor | Suspensão oral | 50 mg/ml; 75 mg/ml | EMS S/A | 19/06/2002 |
| cefaclor | Ceclor | Suspensão oral | 50 mg/ml; 75 mg/ml | EMS S/A | 27/04/2009 |
| cefaclor | Ceclor | Cápsula dura | 250 mg; 500 mg | Germed | 26/01/2005 |
| cefaclor | Ceclor | Suspensão oral | 50 mg/ml; 75 mg/ml | Germed | 10/03/2006 |
| cefaclor | Ceclor | Cápsula dura | 250 mg; 500 mg | Legrand | 26/01/2005 |
| cefaclor | Ceclor | Suspensão oral | 50 mg/ml; 75 mg/ml | Medley | 10/03/2004 |
| cefaclor | Ceclor | Cápsula dura | 500 mg | Medley | 17/03/2004 |
| cefadroxila | Cefamox | Cápsula dura | 500 mg | Aurobindo | 27/08/2007 |
| cefadroxila | Cefamox | Pó para suspensão
oral |
50 mg/ml | Aurobindo | 28/02/2011 |
| cefadroxila | Cefamox | Cápsula dura | 500 mg | EMS S/A | 19/07/2001 |
| cefadroxila | Cefamox | Pó para suspensão
oral |
50 mg/ml; 100 mg/ml | EMS S/A | 07/08/2001 |
| cefadroxila | Cefamox | Cápsula dura | 500 mg | Eurofarma | 11/12/2000 |
| cefadroxila | Cefamox | Pó para suspensão
oral |
50 mg/ml; 100 mg/ml | Eurofarma | 18/10/2002 |
| cefadroxila | Cefamox | Cápsula dura | 500 mg | Medley | 15/01/2004 |
| cefadroxila | Cefamox | Pó para suspensão
oral |
50 mg/ml; 100 mg/ml | Medley | 23/01/2004 |
| cefadroxila | Cefamox | Cápsula dura | 500 mg | Pharlab | 21/09/2015 |
| cefadroxila | Cefamox | Pó para suspensão
oral |
50 mg/ml; 100 mg/ml | Sandoz | 07/08/2001 |
| cefadroxila | Cefamox | Cápsula dura | 500 mg | Sandoz | 07/08/2001 |
| cefadroxila | Cefamox | Cápsula dura | 500 mg | Teuto | 17/02/2010 |
| cefalexina |
Keflex |
Suspensão oral |
50 mg/ml; 100 mg/ml |
Antibiótico s do Brasil |
10/07/2006 |
|
cefalexina |
Keflex |
Comprimido revestido |
1 g, 500 mg |
Antibiótico s do Brasil |
17/07/2006 |
| cefalexina | Keflaxina | pó para suspensão | 50 mg/ml | Antibióticos | 27/05/2019 |
| cefalexina | Keflex | Comprimido
revestido |
500 mg | Aurobindo | 03/07/2003 |
| cefalexina | Keforal | Cápsula dura | 500 mg | Aurobindo | 07/04/2006 |
| cefalexina | Keflex | Comprimido
revestido |
500 mg | Eurofarma | 22/03/2001 |
| cefalexina | Keflex | Suspensão oral | 50 mg/mL | Eurofarma | 28/03/2001 |
| cefalexina | Keflex | Suspensão oral | 50 mg/ml; 100 mg/ml | Medley | 29/01/2004 |
| cefalexina | Keforal | Cápsula dura | 500 mg | Medley | 22/08/2005 |
| cefalexina | Keflex | Comprimido
revestido |
500 mg | Nova
Química |
10/04/2003 |
| cefalexina | Keflex | Comprimido
revestido |
500 mg | Pharlab | 14/09/2015 |
| cefalexina | Keflex | Comprimido
revestido |
500 mg | Ranbaxy | 02/07/2001 |
| cefalexina | Keflex | Comprimido
revestido |
500 mg | Sandoz | 07/08/2001 |
| cefalexina | Keforal | Cápsula dura | 500 mg | Sandoz | 25/07/2005 |
| cefalexina | Keflex | Comprimido | 500 mg | Teuto | 19/08/2002 |
| cefalexina | Keflaxina | Pó para suspensão
oral |
50 mg/mL | Teuto | 10/03/2008 |
| cefalexina | Keforal | Cápsula dura | 500 mg | União
Química |
14/04/2008 |
| cefalexina | Keflaxina | Pó para suspensão
oral |
50 mg/mL | União
Química |
12/05/2008 |
| cefalexina monoidrata | Keforal | comprimido revesti | 500 mg; 1 g | Multilab | 28/01/2019 |
| cefalexina monoidrata | Keforal | suspensão oral | 50 mg/ml | Multilab | 28/01/2019 |
|
cefalotina sódica |
Keflin neutro |
Pó para solução injetável |
1 g |
Antibiótico s do Brasil |
11/02/2008 |
| cefalotina sódica | Keflin neutro | Pó para solução
injetável |
1 g | Ariston | 24/09/2012 |
| cefalotina sódica | Keflin neutro | Pó para solução
injetável |
1 g | Aurobindo | 26/03/2003 |
| cefalotina sódica | Keflin neutro | Pó para solução
injetável |
1 g | EMS S/A | 29/05/2000 |
| cefalotina sódica | Keflin neutro | Pó para solução
injetável |
1 g | Halex Istar | 15/09/2008 |
|
cefalotina sódica |
Keflin neutro |
Pó liofilizado para solução injetável |
1 g |
Instituto Biochimico |
11/04/2016 |
| cefalotina sódica | Keflin neutro | Pó para solução
injetável |
1 g | Novafarma | 06/02/2006 |
| cefalotina sódica | Keflin neutro | Pó para solução
injetável |
1 g | Teuto | 20/04/2000 |
|
cefazolina sódica |
Kefazol |
Pó para solução injetável |
1 g |
Antibiótico s do Brasil |
07/04/2008 |
| cefazolina sódica | Kefazol | Pó para solução
injetável |
1 g | Aurobindo | 23/01/2003 |
| cefazolina sódica | Kefazol | pó injetável | 1 g | Instituto Bio | 24/12/2018 |
| cefazolina sódica | Kefazol | Pó para solução
injetável |
1 g | Novafarma | 01/03/2004 |
| cefazolina sódica | Kefazol | Pó para solução
injetável |
1 g | Pharma
Limirio |
05/07/2010 |
| cefazolina sódica | Kefazol | Pó para solução
injetável |
1 g | União
Química |
01/02/2007 |
| cefotaxima sódica | Claforan | Pó para solução
injetável |
500 mg; 1 g | Aurobindo | 24/02/2003 |
| cefoxitina sódica | Cefoxitina Sódica | Pó para solução
injetável |
1 g | Ariston | 03/05/2013 | ||||||
| cefoxitina sódica | Cefoxitina Sódica | Pó para solução
injetável |
1 g | Novafarma | 21/11/2005 | ||||||
| cefoxitina sódica | Cefoxitina Sódica | Pó para solução
injetável |
1 g | Novafarma | 16/01/2006 | ||||||
| ceftazidima | Fortaz | Pó para solução
injetável |
1 g | Aurobindo | 10/10/2003 | ||||||
| ceftazidima | Fortaz | Pó para solução
injetável |
1 g | Biochimico | 07/12/2015 | ||||||
| ceftazidima | Fortaz | Pó para solução
injetável |
1 g | Pharma
Limirio |
31/08/2009 | ||||||
| ceftriaxona dissódica | Rocefin | pó injetável | 500 mg; 1 g | Teuto | 22/01/2018 | ||||||
|
ceftriaxona dissódica |
Rocefin |
Pó para solução injetável |
1 g |
Antibiótico s do Brasil |
14/07/2008 |
||||||
| ceftriaxona dissódica | Rocefin | Pó para solução
injetável |
500 mg; 1 g | Aurobindo | 08/10/2003 | ||||||
| ceftriaxona dissódica | Rocefin | Pó para solução
injetável |
1 g | Blau | 11/04/2016 | ||||||
| ceftriaxona dissódica | Rocefin | Pó para solução
injetável |
250 mg; 500 mg; 1 g | EMS S/A | 29/05/2000 | ||||||
| ceftriaxona dissódica | Rocefin | Pó para solução
injetável |
1 g | Halex Istar | 22/09/2014 | ||||||
| ceftriaxona dissódica | Rocefin | Pó para solução
injetável |
1 g | Pharma
Limirio |
21/12/2015 | ||||||
| ceftriaxona dissódica | Rocefin | pó estéril para solu | 500 mg; 1 g | Novafarma | 21/01/2019 | ||||||
| ceftriaxona sódica | Rocefin | Pó para solução
injetável |
1 g | Eurofarma | 13/03/2000 | ||||||
| ceftriaxona sódica | Rocefin | Pó para solução
injetável |
500 mg; 1 g | Eurofarma | 14/04/2000 | ||||||
| cefuroxima sódica | Zinacef | Pó para solução
injetável |
750 mg | Aurobindo | 22/07/2004 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Solução injetável | 50 mg/ml | Cristália | 14/05/2001 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Pó para solução
injetável |
100 mg | Cristália | 14/04/2003 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Gel dermatológico | 25 mg/g | EMS S/A | 17/01/2003 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Cápsula dura | 50 mg | EMS S/A | 26/03/2003 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | comprimido de libe | 150 mg | EMS S/A | 12/03/2018 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Pó para solução
injetável |
100 mg | Eurofarma | 10/07/2000 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | solução oral | 20 mg/ml | Eurofarma | 10/07/2017 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | comprimido de libe | 150 mg | Eurofarma | 07/05/2018 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Gel dermatológico | 25 mg/g | Germed | 29/08/2003 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | comprimido de libe | 150 mg | Germed | 02/04/2018 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | solução injetável | 50 mg/ml | Hipolabor | 14/05/2018 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | comprimido de libe | 150 mg | Legrand | 02/04/2018 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Solução oral | 20 mg/ml | Medley | 24/07/2002 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Gel dermatológico | 25 mg/g | Medley | 02/08/2002 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Comprimido
revestido |
100 mg | Medley | 24/03/2003 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Cápsula dura | 50 mg | Medley | 26/03/2003 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Solução oral | 20 mg/ml | Medley | 11/01/2005 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | comprimido de libe | 150 mg | Nova Quím | 02/04/2018 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Cápsula gelatinosa
dura |
50 mg | Sanofi-
Aventis |
08/05/2017 | ||||||
|
cetoprofeno |
Profenid |
Comprimido
revestido de liberação retardada |
100 mg; 150 mg; 200 mg |
Sanofi- Aventis |
08/05/2017 |
||||||
| cetoprofeno | Profenid | Pó liofilizado
injetável |
100 mg | Sanofi-
Aventis |
08/05/2017 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Solução injetável | 50 mg/ml | Sanofi-
Aventis |
08/05/2017 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Solução oral | 20 mg/ml | Sanofi-
Aventis |
08/05/2017 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Gel | 25 mg/g | Sanofi-
Aventis |
08/05/2017 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Xarope | 1 mg/ml | Sanofi-
Aventis |
08/05/2017 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Supositório retal | 100 mg | Sanofi-
Aventis |
08/05/2017 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | cápsula gelatinosa | 50 mg | Sanofi-Aven | 08/05/2017 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | comprimido revesti | 100 mg; 150mg; 200 m | Sanofi-Aven | 08/05/2017 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | pó liófilo injetável | 100 mg | Sanofi-Aven | 08/05/2017 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | solução injetável | 50 mg/ml | Sanofi-Aven | 08/05/2017 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | solução oral | 20 mg/ml | Sanofi-Aven | 08/05/2017 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | gel | 25 mg/g | Sanofi-Aven | 08/05/2017 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | xarope | 1 mg/ml | Sanofi-Aven | 08/05/2017 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | supositório retal | 100 mg | Sanofi-Aven | 08/05/2017 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Solução oral | 20 mg/ml | Teuto | 16/11/2010 | ||||||
| cetoprofeno | Profenid | Gel dermatológico | 25 mg/g | Teuto | 28/02/2011 | ||||||
| ciprofloxacino | Cipro | Solução injetável | 2 mg/ml | Fresenius | 04/05/2015 | ||||||
| ciprofloxacino | Cipro | Solução injetável | 2 mg/ml | Halex Istar | 19/08/2003 | ||||||
| ciprofloxacino | Cipro | Solução injetável | 2 mg/ml | Halex Istar | 10/10/2005 | ||||||
| citrato de orfenadrina
+ dipirona monoidratada + cafeína |
Dorflex |
Solução oral |
35 mg/ml + 300 mg/ml + 50 mg/ml |
EMS S/A |
05/09/2005 |
||||||
| citrato de orfenadrina
+ dipirona monoidratada + cafeína |
Dorflex |
Solução oral |
35 mg/ml + 300 mg/ml + 50 mg/ml |
EMS Sigma Pharma |
05/09/2005 |
||||||
| citrato de orfenadrina
+ dipirona monoidratada + cafeína |
Dorflex |
Solução oral |
35 mg/ml + 300 mg/ml + 50 mg/ml |
Germed |
05/09/2005 |
||||||
| cloridrato de
bupivacaína |
Marcaína sem
vasoconstritor |
Solução injetável | 5 mg/ml | Hypofarma | 23/03/2005 | ||||||
| cloridrato de bupivacaína + glicose | Cloridrato de
Bupivacaina + Glicose |
Solução injetável |
5 mg/ml + 80 mg/ml |
Hipolabor |
29/06/2009 |
||||||
| cloridrato de bupivacaína + glicose |
Marcaína pesada |
Solução injetável |
5 mg/ml + 80 mg/ml |
Hypofarma |
18/07/2005 |
||||||
| cloridrato de cefepima |
Maxcef |
Pó para solução injetável |
1 g; 2 g |
Antibiótico s do Brasil |
01/08/2005 |
||||||
| cloridrato de cefepima | Maxcef | Pó para solução
injetável |
1 g; 2 g | Aurobindo | 05/10/2004 | ||||||
| cloridrato de cefepima | Maxcef | Pó para solução
injetável |
1 g; 2 g | Biochimico | 01/06/2009 | ||||||
| cloridrato de cefepima | Maxcef | Pó para solução
injetável |
1 g; 2 g | Novafarma | 30/01/2006 | ||||||
| cloridrato de cefepima | Maxcef | Pó para solução
injetável |
1 g; 2 g | Teuto | 08/09/2015 | ||||||
| cloridrato de
ciprofloxacino |
Cipro | Comprimido
revestido |
500 mg | Aché | 07/11/2005 | ||||||
| cloridrato de
ciprofloxacino |
Cipro | Comprimido
revestido |
250 mg; 500 mg | Actavis | 12/04/2004 | ||||||
| cloridrato de
ciprofloxacino |
Cipro | Comprimido
revestido |
250 mg; 500 mg | Aurobindo | 08/04/2003 | ||||||
| cloridrato de
ciprofloxacino |
Cipro | Comprimido
revestido |
500 mg | Brasterápic
a |
15/10/2012 | ||||||
| cloridrato de
ciprofloxacino |
Cipro | Comprimido
revestido |
500 mg | Cimed | 22/09/2008 | ||||||
| cloridrato de
ciprofloxacino |
Cipro | Comprimido
revestido |
500 mg | Eurofarma | 13/06/2016 | ||||||
| cloridrato de
ciprofloxacino |
Cipro | Comprimido | 500mg | Geolab | 11/05/2009 | ||||||
| cloridrato de
ciprofloxacino |
Cipro | Comprimido
revestido |
500 mg | Globo | 28/01/2008 | ||||||
| cloridrato de
ciprofloxacino |
Cipro | Comprimido
revestido |
250 mg; 500 mg | Medley | 07/11/2005 | ||||||
| cloridrato de
ciprofloxacino |
Cipro | Comprimido
revestido |
500 mg | Medquímic
a |
29/05/2017 | ||||||
| cloridrato de ciprofloxa | Cipro | comprimido revesti | 500 mg | Medquímic | 29/05/2017 | ||||||
| cloridrato de
ciprofloxacino |
Cipro | Comprimido
revestido |
500 mg | multilab | 14/06/2010 | ||||||
| cloridrato de
ciprofloxacino |
Cipro | Comprimido
revestido |
250 mg; 500 mg | Nova
Química |
28/03/2001 | ||||||
| cloridrato de ciprofloxa | Cipro | comprimido revesti | 250 mg; 500 mg | Novartis | 19/03/2018 | ||||||
| cloridrato de
ciprofloxacino |
Cipro | Comprimido
revestido |
500 mg | Onefarma | 18/04/2016 | ||||||
| cloridrato de ciprofloxa | Cipro | comprimido revesti | 500 mg | Pharlab | 10/09/2018 | ||||||
| cloridrato de
ciprofloxacino |
Cipro | Comprimido
revestido |
250 mg; 500 mg | Prati
Donaduzzi |
18/06/2007 | ||||||
| cloridrato de
ciprofloxacino |
Cipro | Comprimido
revestido |
250 mg; 500 mg | Sandoz | 13/12/2001 | ||||||
| cloridrato de
ciprofloxacino |
Cipro | Comprimido
revestido |
500 mg | Teuto | 26/12/2011 | ||||||
| cloridrato de
ciprofloxacino |
Cipro | Comprimido
revestido |
500 mg | Zydus | 04/10/2004 | ||||||
| cloridrato de
clindamicina |
Dalacin C | Cápsula dura | 300 mg | EMS S/A | 02/10/2006 | ||||||
| cloridrato de
clindamicina |
Dalacin C | Cápsula dura | 300 mg | Teuto | 05/09/2005 | ||||||
| cloridrato de
clindamicina |
Dalacin C | Cápsula dura | 300 mg | União
Química |
17/04/2006 | ||||||
| cloridrato de
doxiciclina |
Vibramicina | Comprimido para
solução oral |
100 mg | EMS Sigma
Pharma |
17/09/2004 | ||||||
| cloridrato de
doxiciclina |
Vibramicina | Comprimido para
solução oral |
100 mg | Pharlab | 20/10/2015 | ||||||
| cloridrato de
doxiciclina |
Vibramicina | Comprimido para
solução oral |
100 mg | Ranbaxy | 25/04/2002 | ||||||
| cloridrato de
doxiciclina |
Vibramicina | Comprimido para
solução oral |
100 mg | Sandoz | 17/09/2001 | ||||||
| cloridrato de doxiciclin | Vibramicina | comprimido revesti | 100 mg | Teuto | 18/02/2019 | ||||||
| cloridrato de lidocaína | Xylestesin | Solução injetável | 20 mg/ml | Blau | 19/09/2006 | ||||||
| cloridrato de lidocaína | Xylocaína | Gel dermatológico | 20 mg/ml | Cristália | 22/11/2000 | ||||||
| cloridrato de lidocaína | Xylocaína geléia | Gel dermatológico | 20 mg/ml | EMS S/A | 10/10/2005 | ||||||
| cloridrato de lidocaína | Xylestesin | Solução injetável | 10 mg/ml; 20 mg/ml | Halex Istar | 03/05/2013 | ||||||
| cloridrato de lidocaína | Xylocaína | Solução injetável | 20 mg/ml | Hipolabor | 17/06/2003 | ||||||
| cloridrato de lidocaína | Xylocaína | Gel dermatológico | 20 mg/ml | Hipolabor | 21/05/2004 | ||||||
| cloridrato de lidocaína | Xylocaína | Solução injetável | 20 mg/ml | Hypofarma | 18/07/2001 | ||||||
| cloridrato de lidocaína | Xylestesin | Solução injetável | 20 mg/ml | Novafarma | 14/05/2012 | ||||||
| cloridrato de lidocaína | Xylestesin | Solução injetável | 20 mg/ml | Teuto | 24/08/2009 | ||||||
| cloridrato de
lincomicina |
Frademicina | Solução injetável | 300 mg/ml | Brainfarma | 03/07/2000 | ||||||
| cloridrato de
lincomicina |
Frademicina | Solução injetável | 300 mg/ml | Teuto | 18/02/2000 | ||||||
| cloridrato de
mepivacaína |
Mepivalem 3% | Solução injetável | 30 mg/ml | Cristália | 23/12/2013 | ||||||
| cloridrato de prometazina + dipirona monoidratada + cloridrato de adifenina |
Lisador |
Solução oral |
50mg/1,5ml + 10mg/1,5ml + 5mg/1,5ml |
Prati Donaduzzi |
26/07/2010 |
||||||
| cloridrato de
propranolol |
Propranolol | Comprimido | 40 mg; 80 mg | Teuto | 25/07/2002 | ||||||
| cloridrato de
propranolol |
Propranolol | Comprimido | 40 mg | União
Química |
08/10/2003 | ||||||
| cloridrato de
tetraciclina |
Parenzyme | Cápsula dura | 500 mg | Medley | 13/10/2009 | ||||||
| cloridrato de
tetraciclina |
Parenzyme | Cápsula dura | 500 mg | Medquímic
a |
09/06/2008 | ||||||
| cloridrato de
tetraciclina |
Parenzyme | Cápsula dura | 500 mg | Prati
Donaduzzi |
20/08/2007 | ||||||
| cloridrato de
tetraciclina |
Parenzyme | Cápsula dura | 500 mg | Teuto | 26/09/2011 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | Solução oral | 100 mg/ml | Brainfarma | 22/09/2008 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | Cápsula dura | 50 mg | Brainfarma | 16/11/2010 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | cápsula gelatinosa | 50 mg | Cimed | 14/05/2018 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | solução injetável | 50 mg/ml | Eurofarma | 06/08/2018 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | solução oral | 100 mg/ml | Eurofarma | 06/08/2018 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | cápsula gelatinosa | 50 mg | Eurofarma | 06/08/2018 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | comprimido revesti | 100 mg | Eurofarma | 06/08/2018 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | Solução oral | 100 mg/ml | Germed | 21/06/2004 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | Cápsula dura | 50 mg | Germed | 20/01/2005 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | Solução injetável | 50 mg/ml | Germed | 25/06/2007 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | Solução injetável | 50 mg/ml | Halex Istar | 24/12/2012 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | Solução injetável | 50 mg/ml | Hipolabor | 07/07/2008 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | Cápsula dura | 50 mg | Hipolabor | 16/11/2009 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | Cápsula dura | 50 mg | Medley | 19/01/2005 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | Cápsula dura | 50 mg | Nova
Química |
15/06/2009 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | Solução injetável | 50 mg/ml | Novafarma | 01/10/2012 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | Cápsula dura | 50 mg | Sandoz | 18/10/2001 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | cápsula gelatinosa | 50 mg | Sanval | 26/11/2018 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | Solução injetável | 50 mg/ml | Teuto | 04/12/2006 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | Cápsula dura | 50 mg | Teuto | 15/10/2007 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | Solução injetável | 50 mg/ml | União
Química |
08/10/2003 | ||||||
| cloridrato de tramadol | Tramal | cápsula gelatinosa | 50 mg | Vitamedic | 14/05/2018 | ||||||
| cloridrato de tramadol
+ paracetamol |
Ultracet |
Comprimido revestido |
37,5 mg + 325 mg |
Aché |
29/10/2012 |
||||||
| cloridrato de tramadol
+ paracetamol |
Ultracet |
Comprimido revestido |
37,5 mg + 325 mg |
Aché |
19/11/2012 |
||||||
| dexametasona | Decadron | Elixir | 0,1 mg/ml | Brainfarma | 24/03/2003 | ||||||
| dexametasona | Decadron | Elixir | 0,1 mg/ml | Cristália | 19/01/2001 | ||||||
| dexametasona | Decadron | Elixir | 0,1 mg/ml | Farmace | 03/12/2007 | ||||||
| dexametasona | Decadron | Elixir | 0,1 mg/ml | Geolab | 23/10/2006 | ||||||
| dexametasona | Decadron | Comprimido | 0,5 mg; 0,75 mg; 4 mg | Germed | 29/09/2004 | ||||||
| dexametasona | Decadron | Solução injetável | 2 mg/g; 4 mg/g | Hipolabor | 20/01/2005 | ||||||
| dexametasona | Decadron | Elixir | 0,1 mg/ml | Medley | 07/10/2002 | ||||||
| dexametasona | Decadron | Elixir | 0,1 mg/ml | Neolatina | 18/09/2006 | ||||||
| dexametasona | Decadron | Elixir | 0,1 mg/ml | Prati
Donaduzzi |
04/10/2002 | ||||||
| dexametasona | Decadron | Elixir | 0,1 mg/ml | Sanval | 24/10/2001 | ||||||
| dexametasona | Decadron | Elixir | 0,1 mg/ml | Teuto | 03/03/2000 | ||||||
| dexametasona | Decadron | Comprimido | 4 mg | Teuto | 20/12/2010 | ||||||
| diclofenaco
dietilamônio |
Cataflam Emulgel | Gel dermatológico | 10 mg/g | Biosintética | 28/02/2002 | ||||||
| diclofenaco
dietilamônio |
Cataflam Emulgel | Gel dermatológico | 10 mg/g | Brainfarma | 14/04/2003 | ||||||
| diclofenaco
dietilamônio |
Cataflam Emulgel | Gel dermatológico | 10 mg/g | Cimed | 10/03/2006 | ||||||
| diclofenaco
dietilamônio |
Cataflam Emulgel | Gel dermatológico | 10 mg/g | Cristália | 28/03/2001 | ||||||
| diclofenaco
dietilamônio |
Cataflam Emulgel | Gel dermatológico | 10 mg/g | EMS S/A | 23/01/2003 | ||||||
| diclofenaco
dietilamônio |
Cataflam Emulgel | Gel dermatológico | 10 mg/g | EMS Sigma
Pharma |
21/06/2004 | ||||||
| diclofenaco
dietilamônio |
Cataflam Emulgel | Gel dermatológico | 10 mg/g | Geolab | 02/05/2006 | ||||||
| diclofenaco
dietilamônio |
Cataflam Emulgel | Gel dermatológico | 10 mg/g | Germed | 21/06/2004 | ||||||
| diclofenaco
dietilamônio |
Cataflam | Aerosol
dermatológico |
11,6 mg/g | Germed | 29/11/2010 | ||||||
| diclofenaco
dietilamônio |
Cataflam Emulgel | Gel dermatológico | 10 mg/g | Luper | 20/11/2006 | ||||||
| diclofenaco
dietilamônio |
Cataflam Emulgel | Gel dermatológico | 10 mg/g | Medley | 26/09/2000 | ||||||
| diclofenaco
dietilamônio |
Cataflam Emulgel | Gel dermatológico | 10 mg/g | Onefarma | 02/05/2016 | ||||||
| diclofenaco
dietilamônio |
Cataflam Emulgel | Gel dermatológico | 10 mg/g | Pharlab | 06/10/2008 | ||||||
| diclofenaco
dietilamônio |
Cataflam Emulgel | Gel dermatológico | 10 mg/g | Prati
Donaduzzi |
02/02/2005 | ||||||
| diclofenaco
dietilamônio |
Cataflam Emulgel | Gel dermatológico | 10 mg/g | Teuto | 07/11/2001 | ||||||
| diclofenaco
dietilamônio |
Cataflam Emulgel | Gel dermatológico | 10 mg/g | União
Química |
05/03/2007 | ||||||
| diclofenaco potassico | Cataflam | comprimido revesti | 50 mg | Geolab | 06/03/2019 | ||||||
| diclofenaco potássico | Cataflam | Comprimido
revestido |
50 mg | Accord | 24/11/2008 | ||||||
| diclofenaco potássico | Cataflam | Comprimido
revestido |
50 mg | Biosintética | 28/02/2002 | ||||||
| diclofenaco potássico | Cataflam | Comprimido
revestido |
50 mg | Cimed | 28/09/2015 | ||||||
| diclofenaco potássico | Cataflam | Comprimido
revestido |
50 mg | EMS S/A | 15/06/2001 | ||||||
| diclofenaco potássico | Cataflam | Solução injetável | 25 mg/ml | Hipolabor | 19/04/2005 | ||||||
| diclofenaco potássico | Cataflam | Comprimido
revestido |
50 mg | Medley | 09/10/2000 | ||||||
| diclofenaco potássico | Cataflam | Comprimido
revestido |
50 mg | Onefarma | 28/09/2015 | ||||||
| diclofenaco potássico | Cataflam | Comprimido
revestido |
50 mg | Ranbaxy | 02/02/2001 | ||||||
| diclofenaco potássico | Cataflam | Comprimido
revestido |
50 mg | Sandoz | 27/12/2010 | ||||||
|
diclofenaco potássico |
Cataflam |
comprimido
dispersível, suspensão oral |
44,3 mg, 44,94
mg/ml,1,8 mg/ml |
Sandoz |
01/02/2016 |
||||||
| diclofenaco potássico | Cataflam | Solução injetável | 25 mg/ml | Teuto | 28/08/2000 | ||||||
| diclofenaco potássico | Cataflam D | Comprimido para
solução oral |
50 mg | Teuto | 23/09/2002 | ||||||
| diclofenaco resinato | Cataflam | Suspensão oral | 15 mg/ml | Cimed | 24/09/2012 | ||||||
| diclofenaco resinato | Cataflam | Suspensão oral | 15 mg/mL | EMS S/A | 05/05/2004 | ||||||
| diclofenaco resinato | Cataflam | Suspensão oral | 15 mg/mL | EMS Sigma
Pharma |
11/06/2004 | ||||||
| diclofenaco resinato | Cataflam | Suspensão oral | 15 mg/mL | Germed | 28/06/2004 | ||||||
| diclofenaco resinato | Cataflam | Suspensão oral | 15 mg/mL | Nova
Química |
12/06/2006 | ||||||
| diclofenaco resinato | Cataflam | Suspensão oral | 15 mg/mL | Onefarma | 26/10/2015 | ||||||
| diclofenaco resinato | Cataflam | Suspensão oral | 15 mg/ml | Teuto | 06/12/2001 | ||||||
| diclofenaco sódico | Cataflam | Comprimido
revestido |
50 mg | Aché | 28/02/2002 | ||||||
| diclofenaco sódico | Cataflam D | Comprimido
dispersível |
44,3 mg | Aché | 20/02/2017 | ||||||
|
diclofenaco sódico |
Cataflam |
Solução com
propelente (aerosol) |
11,6 mg/g |
Aché |
20/02/2017 |
||||||
| diclofenaco sódico | Voltaren | Solução injetável | 25 mg/ml | Ariston | 01/06/2009 | ||||||
|
diclofenaco sódico |
Voltaren |
Comprimido
revestido; gel dermatológico |
50 mg; 10 mg/g |
Belfar |
21/09/2015 |
||||||
| diclofenaco sódico | Voltaren | Comprimido
revestido |
50 mg | Cimed | 05/10/2015 | ||||||
| diclofenaco sódico | Voltaren emulgel | Gel dermatológico | 10 mg/g | EMS S/A | 19/09/2005 | ||||||
|
diclofenaco sódico |
Voltaren Retard |
Comprimido
revestido de liberação prolongada |
100 mg |
EMS S/A |
25/02/2009 |
||||||
| diclofenaco sódico | Voltaren | Comprimido | 50 mg | EMS S/A | 30/08/2011 | ||||||
|
diclofenaco sódico |
Voltaren Retard |
Comprimido
revestido de liberação prolongada |
100 mg |
EMS Sigma Pharma |
25/02/2009 |
||||||
| diclofenaco sódico | Voltaren | Solução injetável | 25 mg/ml | FURP | 28/12/2015 | ||||||
|
diclofenaco sódico |
Voltaren Retard |
Comprimido
revestido de liberação prolongada |
100 mg |
Germed |
25/02/2009 |
||||||
| diclofenaco sódico | Voltaren | Comprimido
revestido |
50 mg | Germed | 30/08/2011 | ||||||
| diclofenaco sódico | Voltaren | Solução injetável | 25 mg/ml | Halex Istar | 03/05/2013 | ||||||
| diclofenaco sódico | Voltaren | Solução injetável | 25 mg/ml | Hipolabor | 02/10/2006 | ||||||
| diclofenaco sódico | Voltaren | Solução injetável | 25 mg/ml | Hypofarma | 26/08/2004 | ||||||
|
diclofenaco sódico |
Voltaren Retard |
Comprimido
revestido de liberação prolongada |
100 mg |
Legrand |
25/02/2009 |
||||||
| diclofenaco sódico | Voltaren | Comprimido | 50 mg | Legrand | 30/08/2011 | ||||||
| diclofenaco sódico | Voltaren | Comprimido
revestido |
50 mg | Medley | 15/12/2000 | ||||||
|
diclofenaco sódico |
Voltaren Retard |
Comprimido de
liberação prolongada |
100 mg |
Nova Química |
22/12/2004 |
||||||
| diclofenaco sódico | Voltaren | Solução injetável | 25 mg/ml | Novafarma | 13/11/2006 | ||||||
|
diclofenaco sódico |
Voltaren |
Comprimido
revestido de liberação retardada |
50 mg |
Onefarma |
04/04/2016 |
||||||
| diclofenaco sódico | Voltaren | Comprimido
revestido |
50 mg | Prati
Donaduzzi |
20/10/2008 | ||||||
|
diclofenaco sódico |
Voltaren Retard |
Comprimido de
liberação prolongada |
100 mg |
Ranbaxy |
20/09/2002 |
||||||
| diclofenaco sódico | Voltaren | Solução injetável | 25 mg/ml | Teuto | 09/06/2000 | ||||||
| diclofenaco sódico | Voltaren | Solução injetável | 25 mg/ml | União
Química |
24/02/2003 | ||||||
| dicloridrato de
cetirizina |
Zyrtec | Comprimido
revestido |
10 mg | Medley | 12/08/2002 | ||||||
| dicloridrato de
cetirizina |
Zyrtec | Comprimido
revestido |
10 mg | Sandoz | 22/09/2008 | ||||||
| dicloridrato de
cetirizina |
Zyrtec | Solução oral | 1 mg/ml | Teuto | 27/10/2008 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 500 mg/ml | Airela | 10/03/2009 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 50 mg/ml; 500 mg/ml | Biosintética | 21/05/2004 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução injetável | 500 mg/ml | Brainfarma | 05/05/2000 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 500 mg/ml | Brainfarma | 15/05/2000 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Comprimido | 500 mg; 1000 mg | Brainfarma | 24/04/2003 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 500 mg/ml | EMS S/A | 20/04/2000 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Comprimido | 500 mg | EMS S/A | 21/11/2001 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 50 mg/ml | EMS S/A | 19/12/2005 | ||||||
| dipirona monoidratada | Novalgina | solução oral | 500 mg/ml | EMS S/A | 13/05/2019 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 500 mg/ml | EMS Sigma
Pharma |
20/03/2006 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Comprimido | 500 mg | EMS Sigma
Pharma |
11/12/2006 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução injetável | 500 mg/ml | Equiplex | 17/09/2004 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 500 mg/ml | Farmace | 21/11/2005 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 500 mg/ml | Farmasa | 22/05/2006 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 50 mg/ml | Farmasa | 16/10/2006 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Comprimido | 500 mg | Farmasa | 16/10/2006 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 50 mg/ml | Geolab | 08/01/2007 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 500 mg/ml | Geolab | 25/06/2007 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Comprimido | 500 mg | Geolab | 06/04/2009 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 50 mg/ml | Germed | 19/12/2005 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 500 mg/ml | Germed | 03/04/2006 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Comprimido | 500 mg | Germed | 11/12/2006 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Comprimido | 500 mg | Greenphar
ma |
07/03/2002 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução injetável | 500 mg/ml | Hipolabor | 20/06/2005 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 500 mg/ml | Hipolabor | 19/09/2006 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 500 mg/ml | Lafepe | 27/04/2004 | ||||||
| dipirona monoidratada | Novalgina | solução oral | 500 mg/ml | Legrand | 30/10/2017 | ||||||
| dipirona monoidratada | Novalgina | comprimido simple | 500 mg | Legrand | 28/05/2018 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 500 mg/ml | Mariol | 20/08/2007 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Comprimido | 500 mg | Mariol | 06/04/2009 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 500 mg/ml | Medley | 10/06/2002 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 50 mg/ml | Medley | 02/08/2002 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Comprimido | 500 mg | Medley | 29/11/2002 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 500 mg/ml | Medquímic
a |
24/08/2009 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 500 mg/ml | Nativita | 17/03/2008 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Comprimido | 500 mg | Nova
Química |
03/04/2006 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 500 mg/ml | Nova
Química |
17/04/2006 | ||||||
| dipirona monoidratada | Novalgina | solução oral | 500 mg/ml | Nova Quím | 30/10/2017 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 50 mg/ml; 500 mg/ml | Prati
Donaduzzi |
28/01/2002 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Comprimido | 500 mg; 1000 mg | Prati
Donaduzzi |
28/01/2002 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Comprimido | 500 mg | Sandoz | 13/10/2009 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 50 mg/ml; 500 mg/ml | Sanofi-
Aventis |
10/09/2007 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Comprimido | 500 mg | Sanofi-
Aventis |
10/09/2007 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 50 mg/ml; 500 mg/ml | Teuto | 09/06/2000 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução injetável | 500 mg/ml | Teuto | 18/07/2005 | ||||||
| dipirona
monoidratada |
Novalgina | Solução oral | 500 mg/ml | Theodoro F
Sobral |
14/05/2002 | ||||||
| dipirona
monoidratada + cafeína |
Cafilisador |
Comprimido |
500 mg + 65 mg |
Brainfarma |
19/04/2010 |
||||||
| dipirona
monoidratada + cloridrato de isometepteno + cafeína |
Neosaldina |
Solução oral |
300 mg/ml + 50 mg/ml + 30 mg/ml |
EMS S/A |
07/07/2008 |
||||||
| dipirona
monoidratada + cloridrato de isometepteno + cafeína |
Neosaldina |
Solução oral |
300 mg/ml + 50 mg/ml + 30 mg/ml |
EMS Sigma Pharma |
07/07/2008 |
||||||
| dipirona
monoidratada + cloridrato de isometepteno + cafeína |
Neosaldina |
Solução oral |
300 mg/ml + 50 mg/ml + 30 mg/ml |
Germed |
07/07/2008 |
||||||
| dipirona
monoidratada + cloridrato de isometepteno + cafeína |
Neosaldina |
Solução oral |
300 mg/ml + 50 mg/ml + 30 mg/ml |
Prati Donaduzzi |
08/10/2007 |
||||||
| etoricoxibe | Arcoxia | Comprimido Reves | 60 mg; 90 mg | Zydus Nikk | 13/05/2019 | ||||||
| fenoximetilpenicilina
potássica |
Pen-Ve-Oral | Comprimido | 500.000 UI | Teuto | 30/03/2004 | ||||||
| fosfato dissódico de
betametasona |
Celestone | Solução injetável | 4 mg/ml | Novafarma | 16/11/2010 | ||||||
| fosfato dissódico de
dexametasona |
Decadron | Solução injetável | 2 mg/ml; 4 mg/ml | Farmace | 12/12/2005 | ||||||
| fosfato dissódico de
dexametasona |
Decadron | Solução injetável | 2 mg/ml; 4 mg/ml | Hypofarma | 13/03/2002 | ||||||
| fosfato dissódico de
dexametasona |
Decadron | Solução injetável | 2 mg/ml; 4 mg/ml | Teuto | 21/03/2000 | ||||||
| ibuprofeno | Advil | Suspensão Gotas | 100 mg/ml | 1Farma | 15/07/2019 | ||||||
| ibuprofeno | Alivium | Suspensão oral | 50 mg/ml; 100 mg/ml | Aché | 19/11/2007 | ||||||
| ibuprofeno | Advil | Cápsula dura | 400 mg | Brainfarma | 25/02/2019 | ||||||
| ibuprofeno | Dalsy | Comprimido
revestido |
400mg | Cimed | 05/10/2009 | ||||||
| ibuprofeno | Advil | Suspensão Gotas | 100 mg/ml | Cimed | 15/07/2019 | ||||||
| ibuprofeno | Alivium | Suspensão oral | 20 mg/ml; 50 mg/ml;
100 mg/ml |
Geolab | 03/11/2008 | ||||||
| ibuprofeno | Motrin | Comprimido
revestido |
600 mg | Geolab | 11/04/2016 | ||||||
| ibuprofeno | Advil e Dalsy | Comprimido
revestido |
200 mg; 400 mg | Medquímic
a |
30/10/2009 | ||||||
| ibuprofeno | Alivium | Suspensão oral | 50 mg/ml; 100 mg/ml | Medquímic
a |
30/10/2009 | ||||||
| ibuprofeno | Alivium | Suspensão oral | 100 mg/ml | Nova
Química |
05/07/2010 | ||||||
| ibuprofeno | Alivium | Suspensão oral | 50 mg/ml | Nova
Química |
18/04/2011 | ||||||
| ibuprofeno | Motrin | Comprimido | 600mg | Prati
Donaduzzi |
13/10/2008 | ||||||
| ibuprofeno | Alivium | Suspensão oral | 50 mg/mL | Prati
Donaduzzi |
21/09/2010 | ||||||
| ibuprofeno | Alivium | Suspensão oral | 50 mg/ml | Teuto | 19/04/2010 | ||||||
| ibuprofeno | Dalsy | Comprimido
revestido |
400 mg | Teuto | 29/11/2010 | ||||||
| levofloxacino | Tavanic | Comprimido
revestido |
500 mg | Aché | 05/08/2013 | ||||||
| levofloxacino | Tavanic | Comprimido
revestido |
500 mg | Cimed | 18/02/2013 | ||||||
| levofloxacino | Tavanic | Comprimido
revestido |
500 mg | EMS S/A | 05/12/2005 | ||||||
| levofloxacino | Tavanic | Comprimido
revestido |
500 mg | EMS Sigma
Pharma |
05/12/2005 | ||||||
| levofloxacino | Tavanic | Comprimido
revestido |
500 mg | Eurofarma | 28/03/2003 | ||||||
| levofloxacino | Tavanic | Comprimido
revestido |
500 mg | Geolab | 12/09/2016 | ||||||
| levofloxacino | Tavanic | Solução injetável | 5 mg/ml | Halex Istar | 19/09/2005 | ||||||
| levofloxacino | Levaquin | Solução injetável | 5 mg/ml | Halex Istar | 10/07/2006 | ||||||
| levofloxacino | Levaquin | Comprimido rev. | 500 mg | Lab. Globo | 18/03/2019 | ||||||
| levofloxacino | Levaquin | Comprimido rev. | 250 mg; 500 mg | Merck | 17/07/2017 | ||||||
| levofloxacino | Tavanic | Comprimido
revestido |
500 mg | Nova
Química |
16/04/2003 | ||||||
| levofloxacino | Tavanic | Comprimido
revestido |
500 mg | Novartis | 02/01/2017 | ||||||
| levofloxacino | Tavanic | Comprimido
revestido |
500 mg | Onefarma | 31/08/2015 | ||||||
| levofloxacino | Levaquin | Comprimido rev. | 500 mg | Prati Donad | 24/07/2017 | ||||||
| levofloxacino | Tavanic | Comprimido
Revestido |
250 mg; 500 mg | Ranbaxy | 17/01/2002 | ||||||
| levofloxacino | Tavanic | Comprimido
Revestido |
250 mg; 500 mg | Sandoz | 04/09/2006 | ||||||
| levofloxacino | Levaquin | Comprimido Reves | 500 mg | Sanofi-Aven | 23/04/2018 | ||||||
| levofloxacino | Tavanic | Comprimido
Revestido |
500 mg | Teuto | 30/11/2015 | ||||||
| levofloxacino | Tavanic | Comprimido | 250 mg; 500 mg | Zydus | 11/04/2011 | ||||||
| levofloxacino hemihidr | Levaquin | Comprimido rev. | 500 mg | Cellera | 19/03/2018 | ||||||
| levofloxacino hemi-hid | Levotac | Solução Injetável | 5 mg/ml | Eurofarma | 07/01/2019 | ||||||
| levofloxacino hemi-hid | Levaquin | Comprimido rev. | 500 mg | Germed | 24/12/2018 | ||||||
| levofloxacino hemi-hid | Levaquin | Comprimido rev. | 500 mg | Legrand | 24/12/2018 | ||||||
| levofloxacino
hemiidratado |
Tamiram | Comprimido
Revestido |
750 mg | Eurofarma | 09/01/2017 | ||||||
| levofloxacino
hemiidratado |
Tamiram | Comprimido
Revestido |
500 mg | Medley | 08/05/2017 | ||||||
| levofloxacino hemiidra | Levaquin | Comprimido rev. | 500 mg | Sanofi-Med | 08/05/2017 | ||||||
| lidocaína | Xylocaína | Pomada
Dermatológica |
100 mg/g | Hipolabor | 17/02/2010 | ||||||
|
lidocaína |
Xylocaína |
Pomada dermatológica, gel dermatológico |
50 mg/g |
Pharlab |
29/02/2016 |
||||||
| nimesulida | Nisulid | Comprimido | 100 mg | Aché | 12/11/2007 | ||||||
| nimesulida | Nisulid | Suspensão oral | 50 mg/ml | Aché | 03/12/2007 | ||||||
|
nimesulida |
Nisulid |
Supositório retal,
Comprimido dispersível |
100 mg, 100 mg |
Aché |
07/03/2016 |
||||||
| nimesulida | Nisulid | Gel dermatológico | 20 mg/g | Cimed | 13/10/2009 | ||||||
| nimesulida | Nisulid | Suspensão oral | 50 mg/ml | Cimed | 17/05/2010 | ||||||
| nimesulida | Nisulid | Comprimido | 100 mg | EMS S/A | 13/05/2002 | ||||||
| nimesulida | Nisulid | Suspensão oral | 50 mg/ml | EMS S/A | 13/05/2002 | ||||||
| nimesulida | Nisulid | Gel dermatológico | 20 mg/g | EMS S/A | 16/04/2007 | ||||||
| nimesulida | Nisulid | Gel dermatológico | 20 mg/g | EMS Sigma
Pharma |
16/04/2007 | ||||||
| nimesulida | Nisulid | Suspensão oral | 50 mg/ml | Eurofarma | 03/06/2002 | ||||||
| nimesulida | Nisulid | Comprimido | 100 mg | Eurofarma | 21/06/2004 | ||||||
| nimesulida | Nisulid | Gel dermatológico | 20 mg/g | Germed | 16/04/2007 | ||||||
| nimesulida | Nisuid | Comprimido Simples | M100 mg | Lab. Globo | 10/09/2018 | ||||||
| nimesulida | Nisuid | Gel dermatol. | O20 mg/g | Multilab | 28/01/2019 | ||||||
| nimesulida | Nisuid | Comprimido simples | M100 mg | Multilab | 17/06/2019 | ||||||
| nimesulida | Nisuid | Suspensão | 50 mg/ml | Multilab | 22/07/2019 | ||||||
| nimesulida | Nisulid | Comprimido | 100 mg | Nova
Química |
22/12/2008 | ||||||
| nimesulida | Nisulid | Comprimido,
Suspensão oral |
100 mg, 50 mg/ml | Onefarma | 20/10/2015 | ||||||
| nimesulida | Nisulid | Gel dermatológico | 20 mg/g | Pharlab | 09/03/2015 | ||||||
| nimesulida | Nisulid | Suspensão oral | 50 mg/ml | Prati
Donaduzzi |
18/02/2008 | ||||||
| nimesulida | Nisuid | Comprimido | 100 mg | Prati Donad | 21/05/2018 | ||||||
| nimesulida | Nisulid | Comprimido | 100 mg | Sandoz | 12/05/2004 | ||||||
| nimesulida | Nisuid | Comprimido simples | M100 mg | Sanval | 26/11/2018 | ||||||
| nimesulida | Nisuid | Suspensão oral | A50 mg/ml | Sanval | 26/11/2018 | ||||||
| nimesulida | Nisulid | Suspensão oral | 50 mg/ml | Teuto | 23/06/2008 | ||||||
| nimesulida | Nisulid | Comprimido
Revestido |
100 mg | Vitapan | 05/03/2014 | ||||||
| nimesulida | Nisulid | Suspensão oral | 50 mg/ml | Vitapan | 14/07/2014 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | solução oral | 200 mg/ml | 1Farma | 02/05/2017 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Solução oral | 200 mg/ml | Aché | 03/05/2004 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Comprimido
Revestido |
750 mg | Aché | 17/04/2006 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Solução oral | 200 mg/ml | Belfar | 29/07/2013 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Solução oral | 200 mg/ml | Brainfarma | 25/07/2003 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Comprimido | 750 mg | Brainfarma | 10/10/2005 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | solução oral | 200 mg/ml | Cifarma | 13/03/2017 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Solução oral | 200 mg/ml | Cimed | 26/12/2006 | ||||||
| paracetamol | Tylenol Bebê | Suspensão oral | 100 mg/ml | Cimed | 13/10/2008 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Comprimido | 750mg | Cimed | 27/10/2008 | ||||||
| paracetamol |
Tylenol |
Comprimido
Revestido |
500 mg |
FURP |
14/08/2017 |
||||||
| paracetamol | Tylenol | Solução oral | 200 mg/ml | Geolab | 17/10/2005 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Solução oral | 200 mg/ml | Greenphar
ma |
11/04/2001 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Comprimido | 500 mg; 750 mg | Hipolabor | 05/06/2003 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Solução oral | 200 mg/ml | Hipolabor | 01/03/2004 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Comprimido | 500 mg; 750 mg | Mariol | 21/02/2007 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Solução oral | 200 mg/ml | Mariol | 29/06/2009 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Solução oral | 200 mg/ml | Medquímic
a |
08/12/2008 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Comprimido
Revestido |
500 mg; 750 mg | Medquímic
a |
04/11/2013 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Comprimido | 500 mg; 750 mg | Multilab | 12/06/2006 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Solução oral, Pó
para solução oral |
200 mg/ml, 500 mg | Multilab | 23/05/2016 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Solução oral | 200 mg/ml | Nativita | 03/08/2009 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Solução oral | 200 mg/ml | Nova
Química |
07/04/2006 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Comprimido
Revestido |
750 mg | Nova
Química |
28/08/2006 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Solução oral | 200 mg/ml | Onefarma | 02/05/2017 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Comprimido | 750 mg | Osório
Moraes |
06/12/2010 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Comprimido | 500 mg; 750 mg | Pharlab | 03/09/2007 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Comprimido | 750 mg | Sandoz | 24/09/2007 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Comprimido | 500 mg; 750 mg | Sanval | 28/01/2019 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Solução oral | 200 mg/ml | Teuto | 19/06/2000 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Comprimido | 500 mg; 750 mg | Teuto | 27/09/2002 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Solução oral | 200 mg/ml | Theodoro F
Sobral |
14/05/2002 | ||||||
| paracetamol | Tylenol Bebê | Suspensão oral | 100 mg/ml | Theodoro F
Sobral |
22/04/2013 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Solução oral | 200 mg/ml | União
Química |
01/03/2004 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Comprimido | 750 mg | União
Química |
26/05/2004 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Comprimido | 750 mg | Zydus | 15/08/2005 | ||||||
| paracetamol | Tylenol | Suspensão oral | 32 mg/ml | Zydus | 22/02/2011 | ||||||
| paracetamol + cafeína |
Excedrin |
Comprimido
Revestido |
500 mg + 65 mg |
EMS S/A |
10/06/2019 |
||||||
| paracetamol + cafeína | Excedrin | Comprimido
Revestido |
500 mg + 65 mg | EMS Sigma
Pharma |
12/11/2007 | ||||||
| paracetamol + cafeína | Excedrin | Comprimido
Revestido |
500 mg + 65 mg | Germed | 12/11/2007 | ||||||
| paracetamol + cafeína | Excedrin | Comprimido
Revestido |
500 mg + 65 mg | Medley | 10/01/2011 | ||||||
| paracetamol + cafeína | Excedrin | Comprimido
Revestido |
500 mg + 65 mg | Sanofi-
Aventis |
11/04/2011 | ||||||
paracetamol +cloridrato
de pseudoefedrina Tylenol Sinus Comprimido
revestido 500 mg + 30 mg EMS S/A 27/08/2007
paracetamol +cloridrato
de pseudoefedrina Tylenol Sinus Comprimido
revestido 500 mg + 30 mg EMS Sigma
Pharma 8/10/2007
paracetamol +cloridrato
de pseudoefedrina Tylenol Sinus Comprimido
revestido 500 mg + 30 mg Germed 08/05/2017
paracetamol + fosfato
de codeína Tylex Comprimido 500 mg + 30 mg Actavis 22/12/2008
paracetamol + fosfato
de codeína Tylex Comprimido 500 mg + 7,5 mg; 500 mg + 30 mg EMS S/A 30/01/2017
paracetamol + fosfato
de codeína Tylex Comprimido 500 mg + 30 mg Eurofarma 19/04/2010
paracetamol + fosfato
de codeína Tylex Comprimido 500 mg + 7,5 mg;
500 mg + 30 mg Geolab 13/05/2013
paracetamol + fosfato
de codeína Tylex Comprimido
simples 500 mg + 7,5 mg;
500 mg + 30 mg Germed 02/05/2017
paracetamol + fosfato
de codeína Tylex Comprimido
simples 500 mg + 7,5 mg;
500 mg + 30 mg Legrand 02/05/2017
paracetamol + fosfato
de codeína Tylex Comprimido
simples 500 mg + 7,5 mg;
500 mg + 30 mg Nova Química 04/12/2017
paracetamol+fosfato
de codeina Tylex Comprimido
simples 500 mg + 7,5 mg;
500 mg + 30 mg Germed 02/05/2017
paracetamol+fosfato
de codeina Tylex Comprimido
simples 500 mg + 7,5 mg;
500 mg + 30 mg Legrand 02/05/2017
parecetamol+acido
acetilsalicilico+cafeina Cibalena A Comprimido
revestido 250 mg + 250 +
65 mg Brainfarma 05/08/2013
| piroxicam | Feldene | Cápsula dura | 20 mg | Brainfarma | 26/11/2004 |
| piroxicam | Feldene | Cápsula dura | 20 mg | Cimed | 10/05/2010 |
| piroxicam | Feldene | Gel dermatológico | 5 mg/g | Geolab | 26/12/2006 |
| piroxicam | Feldene | Cápsula dura | 20 mg | Onefarma | 02/05/2016 |
| piroxicam | Feldene | Cápsula dura | 20 mg | Prati
Donaduzzi |
19/03/2007 |
| prednisona | Meticorten | Comprimido | 5 mg; 20 mg | Aché | 30/05/2016 |
| prednisona | Meticorten | Comprimido | 5 mg; 20 mg | EMS S/A | 23/09/2003 |
| prednisona | Meticorten | Comprimido | 5 mg; 20 mg | Eurofarma | 17/06/2003 |
| prednisona | Meticorten | Comprimido | 5 mg; 20 mg | Germed | 22/09/2003 |
| prednisona | Meticorten | Comprimido | 5 mg; 20 mg | Legrand | 25/06/2004 |
| prednisona | Meticorten | Comprimido | 5 mg; 20 mg | Medley | 26/01/2009 |
| prednisona | Meticorten | Comprimido | 5 mg; 20 mg | Nova
Química |
05/11/2007 |
| prednisona | Meticorten | Comprimido | 5 mg; 20 mg | Prati
Donaduzzi |
29/09/2008 |
| prednisona | Meticorten | Comprimido | 5 mg; 20 mg | Sanval | 08/04/2002 |
| prednisona | Meticorten | Comprimido | 5 mg; 20 mg | União
Química |
17/07/2006 |
| prednisona | Meticorten | Comprimido | 5 mg; 20 mg | Vitapan | 04/08/2014 |
| rifamicina | Rifocina | Solução tópica | 10 mg/ml | Brainfarma | 25/07/2005 |
| rifamicina | Rifocina | Solução tópica | 10 mg/ml | EMS S/A | 17/03/2004 |
| rifamicina | Rifocina | Solução tópica | 10 mg/ml | EMS Sigma
Pharma |
26/05/2004 |
| rifamicina | Rifocina | Solução tópica | 10 mg/ml | Germed | 11/06/2004 |
| rifamicina | Rifocina | Solução tópica | 10 mg/ml | Legrand | 05/09/2016 |
| rifamicina sv sódica | Rifocina | Solução Injetável | A250 mg/ml | Sanofi-Med | 25/03/2019 |
| rifamicina sv sódica | Rifocina | Solução tópica | 10 mg/ml | Sanofi-Med | 25/03/2019 |
| trometamol
cetorolaco |
Toragesic | Comprimido
Sublingual |
10 mg | EMS Sigma
Pharma |
24/04/2006 |
E habitualmente as futuras mães são acometidas de insegurança sobre a tempestividade do tratamento, se podem tomar anestesia, tirar raios X, realizar extração ou raspagem gengival. Se soubermos dar as orientações adequadas quanto à maneira correta de higienizar a boca, aos fatores nutricionais e a fizermos entender a atuação de alguns medicamentos odontológicos que utilizamos, certamente vamos transmitir confiança para prosseguir nos tratamentos necessários. Os cuidados no atendimento às gestantes: • diante de qualquer dúvida: consultar o médico ginecologista para saber de eventuais recomendações; • pressão arterial: medir. A diastólica não poderá estar entre 9 e 11: este nível pode levar a complicações para a gestante. A consulta ao ginecologista deverá ser obrigatória nesses casos; • analgésicos: o Paracetamol (Tylenol) é o de escolha neste período. Não apresenta ação anti-inflamatória; • anti-inflamatórios: não usar, principalmente, não-esteróides, pois atuam em prostaglandinas (os leucotrienos provocam vasoconstrição em resposta à ação das prostaglandinas que têm uma potente ação vasodilatadora, podendo, desta forma, desenvolver o “fechamento” prematuro do ducto arterioso que irriga o feto); • antibióticos: se for preciso, preferir Amoxicilina ou Cefalexina (Keflex). Quando a paciente for alérgica à penicilina, prescrever a Clindamicina. Evitar a Eritromicina, pois costuma provocar distúrbios gastrintestinais; • anestesias locais: poderão ser feitas normalmente, exceto nos últimos três meses (sétimo ao nono mês), principalmente anestésicos contendo vasoconstritores, pois podem exercer influência sobre a musculatura uterina. A Lidocaína poderá ser usada desde de que a paciente não apresente arritmias importantes; • primeiros dois meses: são o período de formação dos órgãos, portanto; devemos ser cautelosos em relação ao uso de anestésicos, à prescrição de medicamentos e ao uso de raios X. Lembre-se de que nem sempre a paciente poderá ter certeza de que está grávida durante esse período; • raios X: evitar; sempre que pudermos, adiar para depois do período de gestação. Se forem absolutamente necessários, lembrar que os raios X periapicais possuem pouquíssima radiação – 0,5 rad –; portanto, a realização de até 100 periapicais não iria causar nenhuma alteração para o feto e o metabolismo da gestante.
A seguir, uma relação de palavras, abreviaturas e expressões que facilitarão o desenvolvimento das atividades das áreas.
- ABNT: abreviação de Associação Brasileira de Normas Técnicas.
- Absorvedor: elemento que faz parte do circuito respiratório dos equipamentos de anestesia, o qual contém cal sodada, cuja finalidade é absorver o dióxido de carbono proveniente dos gases expirados pelo paciente durante o procedimento de anestesia.
- Aferição: conjunto de operações especificadas pelo fabricante de um instrumento para serem efetuadas antes de sua utilização.
- Agente infeccioso: todo organismo microscópico ou não, com capacidade para causar infecção independentemente da predisposição do indivíduo.
- Água destilada: água formada pela condensação de vapores.
- Água esterilizada: água isenta de microrganismos.
- Água potável: água que atende aos padrões de potabilidade.
- Arritmia: ritmo anormal do coração.
- Artéria: é um vaso ou estrutura tubular através do qual o sangue proveniente do coração passa para as várias partes do corpo.
- Bactéria: grande grupo de células vegetais unicelulares microscópicas, que se dividem geralmente por fissão transversal binária. Possuem paredes rígidas e exibem três formas principais, a saber: redondas ou cocos, em bastonete ou bacilos e espiraladas ou espiroquetas.
- Bactericida: agente que destrói bactérias.
- Bacteriostato: qualquer agente que detém ou evita a proliferação sem destruí-las.
- Blindagem: material radiopaco, colocado entre a fonte de radiação e as pessoas ou equipamentos de modo a proporcionar proteção contra a radiação ionizante.
- Bradicardia: também chamada de bradirritmia; um batimento cardíaco anormal de 60 ou menos batimentos/minuto.
- Cal soldada: mistura, em forma granulada, de hidróxido de cálcio com hidróxido de sódio ou hidróxido de potássio ou ambos.
- CIPA: abreviação de Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
- CNTP: Condições Normais de Temperatura e Pressão, definidas como 21oC (70oF) e uma atmosfera (14,696 psia).
- Colônia: grupo ou massa de microrganismos em uma cultura, derivado de uma célula única.
- Contágio: transmissão do agente infeccioso de um doente ou portador para outro indivíduo.
- Contaminação: transferência do agente infeccioso para um organismo, objeto ou substância.
- Culpa: é uma conduta positiva ou negativa, segundo a qual alguém não quer que o dano aconteça, mas ele ocorre pela falta de cuidado.
- Criogenia: refere-se ao campo das baixas temperaturas, normalmente abaixo de 128°C negativos.
- Dano: é a gravidade da perda – humana, material, ambiental ou financeira – e o que diferencia os acidentes de mesmo tipo.
- Desfibrilação: eliminação do estado de fibrilação por meio da aplicação assíncrona de um elevado estímulo elétrico.
- Desfibrilador: equipamento utilizado na tentativa de converter uma fribrilação cardíaca em ritmo sinusal pela aplicação de corrente elétrica através do corpo humano.
- Diástole: dilatação ou período de dilatação de uma câmara do coração, quando ela se enche de sangue.
- Disseminador: indivíduo que tem potencial para difundir ou dispersar doenças ou seus germes.
- DIT: abreviação de Doenças Infecciosas Transmissíveis.
- Doença infecciosa: doença resultante de uma infecção.
- Doença transmissível: doença causada por agente infeccioso, contraída diretamente de um indivíduo infestado ou indiretamente através de um hospedeiro.
- Eletrodo: é um condutor elétrico através do qual a corrente elétrica entra ou deixa a substância em contato com o eletrodo.
- Eletroencefalograma: também conhecido como EEG; é a gravação dos sinais elétricos gerados no cérebro.
- Embalagem: invólucro, recipiente ou qualquer forma de acondicionamento, removível ou não, destinado a cobrir, empacotar, envasar, proteger ou manter especificamente ou não, os produtos e materiais.
- Endemia: ocorrência habitual de uma doença ou de um agente infeccioso em determinada área geográfica. Pode significar também a prevalência usual de determinada doença nessa área.
- EPI: Equipamento de Proteção Individual.
- EPA: Environmental Protection Agency.
- Epidemia: aumento brusco, significativo e transitório da ocorrência de uma determinada doença em uma população. Quando a área geográfica é restrita e o número de pessoas atingidas é pequeno, costuma-se usar o termo surto.
- Epidemiologia: estudo da distribuição dos eventos relacionados com a saúde e de seus fatores determinantes em uma comunidade.
- Esporo: é um corpo refratário, em repouso, muito resistente ao calor, a drogas tóxicas; é estágio de repouso do ciclo de vida de certas bactérias. Esporos são mais difíceis de se destruir que as bactérias na forma vegetativa.
- Estocagem: conservação racional e segura de medicamentos.
- Equilíbrio Ácido-base: é o equilíbrio químico que existe no corpo humano relativo às suas atividades químicas ácidas e alcalinas.
- FDA: Food and Drug Administration. Órgão governamental norte-americano responsável pelo controle e pela homologação de medicamentos e alimentos.
- Fibrilação: contração repetida e muito rápida das fibras musculares, freqüentemente descoordenadas.
- Fidelidade: é o grau de precisão com o que um sistema reproduz ou amplifica um sinal.
- Fonte de infecção: pessoa, animal, objeto ou substância da qual um agente infeccioso passa diretamente a um hospedeiro.
- Frequência: é o numero de ocorrências de um processo periódico na unidade de tempo; em eletricidade, é a taxa de oscilação ou alternância nos valores de tensão ou corrente alternada.
- Harmônica: é um múltiplo de uma freqüência fundamental.
- Hemodinâmica: o estudo dos movimentos do sangue e das forças associadas ao sistema sangüíneo. • Hertz: unidade de freqüência igual a um ciclo/segundo; abreviado Hz.
- Hipertensão: ocorre quando a pressão arterial é persistentemente alta.
- Hipertrofia: é a ampliação ou sobrecrescimento de um órgão ou parte dele devido a um aumento no tamanho das células que o constituem.
- Hipotensão: ocorre quando a pressão sangüínea está anormalmente baixa; ocorre em paciente que se encontra em estado de choque, mas não é necessariamente indicativo desta condição.
- Infecção inaparente: ocorrência de infecção em um hospedeiro sem o aparecimento de sinais ou sintomas. As infecções inaparentes só são identificadas por métodos de laboratório.
- Incidente: qualquer evento ou fato negativo com potencial para provocar danos. É chamado de quase-acidente. Situação que não há danos macroscópios.
- Imprudência: é a forma de culpa que consiste na falta involuntária de observância de medidas de precaução e segurança, de conseqüências previsíveis, que se faziam necessárias no momento para avaliar um mal ou a infração da lei.
- Imperícia: é a falta de aptidão especial, habilidade, experiência ou de previsão, no exercício de determinada função, profissão, arte ou ofício.
- Imunidade: resistência de um hospedeiro contra determinado agente etiológico associada à presença de anticorpos ou células de ação específica. Atualmente, o termo imunidade compreende também os mecanismos pelos quais o organismo não reconhece como próprios, não só os microrganismos, mas também outros agentes ou substâncias, inativando-as ou rejeitando-as.
- Imunização: processo de tornar imune. Divide-se em ativa e passiva. Na imunização ativa, o próprio hospedeiro adquire a resistência pela formação de anticorpos; essa pode ser natural (caso de infecção acompanhada ou não de sintomas) ou artificial (vacinação). Em geral, é de duração mais longa que a imunização passiva. Nessa, o indivíduo adquire imunidade pela administração de anticorpos específicos formados no organismo de outro animal ou pessoa. Pode também ser natural (anticorpos maternos) ou artificial (soros hiperimunes, soro de convalescentes, gamaglobulina).
- Incidência: número de casos novos (doenças ou outros fatos) que ocorrem em uma comunidade em determinado período, dando uma idéia dinâmica do desenvolvimento do fenômeno. • Incubação: tempo entre o contágio e os primeiros sintomas da doença.
- Infecção: enfermidade causada pela presença e pelo desenvolvimento no interior do organismo de uma ou mais variedades de agentes vivos patogênicos (bactérias e vírus).
- Inflamação: reação local do organismo a um agente físico, químico ou biológico, que tende a destruí-lo e imitar a sua difusão.
- Intercorrência: ocorrência de outras doenças ou acidentes concomitantes a uma enfermidade, sem ligação com a mesma.
- Investigação epidemiológica: procedimento através do qual se obtém informação complementar sobre um ou mais casos de determinada doença para estabelecer a fonte, o mecanismo e as medidas de controle.
- Íon: um átomo ou grupo de átomos com carga elétrica.
- ISO: abreviação de International Organization for Standarization.
- Isolamento protetor modificado: tem como objetivo impedir que os germes alcancem pacientes imunodeprimidos. Constitui-se dos seguintes pontos: colocar o paciente em quarto privativo, lavar as mãos antes e após cuidar dos mesmos, não servir alimentos crus (saladas, vegetais e frutas), pois podem ser fontes de patógenos Gram-negativos aeróbios e, pela mesma razão, não permitir flores naturais nos quartos.
- NBR: abreviação de Norma Brasileira Regulamentada.
- Negligência: é a omissão voluntária de diligência ou cuidado; falta ou demora no prevenir ou obstar um dano.
- OMS: Organização Mundial da Saúde.
- OPAS: Organização Pan-americana da Saúde.
Oxidante: qualquer substância que promove a oxidação de outra substância ou íons de hidrogênio. Os oxidantes mantêm (ou em alguns casos causam) a combustão. Exemplos: oxigênio, óxido nitroso, cloro.
- Pandemia: epidemia de grandes proporções e que atinge grande número de pessoas em uma vasta área geográfica (um ou mais continentes).
- Patogenicidade: capacidade que um agente infeccioso tem de produzir doença em um hospedeiro susceptível.
- Perda: é o prejuízo sofrido por uma organização, sem garantia de ressarcimento por seguro ou por outros meios.
- Perigo (Danger): expressa a favorabilidade para ocorrência de um acidente transformando o risco em danos. Revela o quanto o risco está exposto.
- Período de transmissibilidade: período onde há risco de transmissão direta ou indireta.
- Período de incubação: intervalo de tempo entre o início da infecção e o aparecimento do primeiro sintoma da doença.
- Permeabilidade seletiva: é a capacidade de uma membrana de deixar que determinadas substâncias atravessem-na, impedindo a passagem de outras.
- Pirogênico: que produz febre.
- PPM: abreviação de partes por milhão. Conveniente meio de se expressar concentrações muito baixas de uma substância ou de baixos níveis de contaminantes em produto puro.
- Portador: pessoa ou animal infectado que abriga agente infeccioso de uma doença sem apresentar sintomas nem sinais da mesma e que pode constituir fonte de infecção. O estado de portador pode ocorrer em um indivíduo que tem uma infecção inaparente (geralmente denominado portador são) ou em período de incubação, como também no indivíduo em fase de convalescença, chamados, respectivamente, de portador em incubação e portador convalescente. Em qualquer dos casos, esse estado pode ser de curta ou longa duração.
- Prevalência: número de casos existentes (doenças ou outros fatos) ocorridos em uma comunidade em determinado período ou momento.
- Pronto-atendimento: conjunto de elementos destinados a atender urgências dentro do horário de serviço do estabelecimento de saúde.
- Quarentena: período de tempo durante o qual os medicamentos são retidos com proibição.
- Radioproteção: conjunto de medidas que visam a proteger o homem e o meio ambiente de possíveis efeitos indevidos causados pela radiação ionizante, de acordo com princípios básicos estabelecidos pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).
- Resíduo sólido: resíduo sólido ou combinação deste. É aquele que por sua quantidade, concentração, estado físico, químico ou características infecciosas possa causar ou contribuir de forma significativa para aumentar a mortalidade ou incrementar doenças incapacitantes ou irreversíveis. Pode, ainda, apresentar risco potencial para a saúde humana ou ambiente, quando impropriamente tratado, armazenado ou transportado.
- Resistência: conjunto de mecanismos orgânicos que servem para defesa contra a invasão ou a multiplicação de agentes infecciosos, ou contra os efeitos nocivos de seus produtos tóxicos.
- Rótulo: identificação impressa ou litografada. Dizeres pintados ou gravados a fogo, pressão ou decalco, aplicada diretamente sobre recipiente, vasilhames, invólucros, envoltórios ou qualquer outro protetor de embalagem.
- Ruído: qualquer distúrbio que torna obscuro um sinal ou reduz sua clareza ou qualidade.
- Segurança (Safety): é freqüentemente definida como isenção de riscos. Antônimo de perigo.
- SESMT: abreviação de Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. • Taquicardia: também chamada de taquirritmia; batimento cardíaco rápido, freqüentemente usado na classificação de taxas de 100 ou mais batimentos/minuto.
- Umectante: agente ou material que promove a retenção de umidade.
- Veia: são vasos sangüíneos que possuem paredes muito finas.
FACULDADES DE ODONTOLOGIA NO BRASIL
ALAGOAS
1. CURSO DE ODONT. DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DA UNIV. FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Cj. Cidade Universitária, Rod. Br-104 – km 97 | Tabuleiro do Martins
57072-340 MACEIÓ – AL, TEL.: (82) 3214-1162/1161/6 www.ufal.br
2. CURSO DE ODONTOLOGIA DO CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE MACEIÓ – CESMAC
R. Cônego Machado, 918 | Farol
57021-160 MACEIÓ – AL, TEL.: (82) 3215-5000/5099 www.fejal.com.br
AMAZONAS
1. CURSO DE ODONTOLOGIA DA FAC. DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DA UNIV. FED. DO AMAZONAS – UFAM
R. Valdemar Pedrosa, 1.539 | Praça 14
69033-760 MANAUS – AM, TEL.: (92) 3232-7856 www.fua.br
2. CURSO DE ODONTOLOGIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO NILTON LINS – UNINILTON LINS
R. Marquês de Monte Alegre, 1/400 | Pq. das Laranjeiras
69058-040 MANAUS – AM, TEL.: (92) 3083-3000 www.niltonlins.br
3. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS – UEA
R. Leonardo Malcher, 1.728 | Centro
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4. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE MANAUS – FOM
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BAHIA
1. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA – UEFS
Rod. Br 116, km 03, Rodov. Feira/Serrinha | Campus Universitário
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CEARÁ
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MARANHÃO
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MATO GROSSO
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MATO GROSSO DO SUL
1. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL – UFMS
Campus Universitário, S/N – Caixa Postal: 649 | Cidade Universitária
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35680-033 ITAÚNA – MG, TEL.: (37) 3249-3000/3087 www.uit.br
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R. da Glória, 187 – Caixa Postal: 38 | Centro
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6. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE – FUNDAÇÃO PERCIVAL FARQUHAR
R. Israel Pinheiro, 2.000, Campus II | Antonio R. Coelho
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7. INSTITUTO DE ODONTOLOGIA E CIÊNCIAS DA SAÚDE DA UNIVERSIDADE DE ALFENAS – UNIFENAS
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8. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
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9. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS – UFMG
Av. Antonio Carlos, 6.627 | Pampulha
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10. CURSO DE ODONTOLOGIA DO INST. DE CIÊNCIAS E SAÚDE DA UNIV. TRÊS CORAÇÕES – UNINCOR
Av. Castelo Branco, 82 – Caixa Postal: 094 | Chácara das Rosas
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11. CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE UBERABA – UNIUBE
Av. Nenê Sabino, 1801 | Bairro Universitário
38055-500 UBERABA – MG, TEL.: (34) 3319-8800/0800 www.uniube.br
12. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA – UFU
Av. Pará, 1720 Bloco “2U” – Sala 202 | Campus Umuarama
38405-382 UBERLÂNDIA – MG, TEL.: (34) 3218-2234/2626 www.ufu.br
13. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS – UNIMONTES
Av. Sebastião Ramos Guimarães, S/N C. Univ. Prof. D. Ribeiro – Prédio 5 | V.Mauricéia
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14. CURSO DE ODONTOLOGIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO TRIÂNGULO – UNITRI
Av. Nicomedes Alves dos Santos, 4.545 | Gávea
38411-106 UBERLÂNDIA – MG, TEL.: 0800-342390 www.unitmg.com.br
15. CURSO DE ODONTOLOGIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA – UNICENTRO
R. Goitacazes, 1.762 | Barro Preto
30190-052 BELO HORIZONTE – MG, TEL.: (31) 3372-6936 www.newtonpaiva.br
16. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE ALFENAS – CAMPUS DE VARGINHA
Praça do Estudante, 2.000 | Imaculada Conceição
37000-000 VARGINHA – MG, TEL.: (35) 3212-7766 www.unifenas.br
17. CURSO DE ODONTOLOGIA DO INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE – FUNORTE
Av. Osmane Barbosa, 11.111 – JK
39404-006 MONTES CLAROS – MG, TEL.: (38) 3690-3027/3044 www.funorte.com.Br
18. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE VALE DO RIO VERDE – UNINCOR – B. HORIZONTE
R. Gentios, 1.350 | Luxemburgo
30380-490 – BELO HORIZONTE – MG, TEL.: (31) 3344-1366 www.unincor.br
19. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE VALE DO RIO VERDE – UNINCOR – BETIM
R. Capri, 251 | Arquipélago Verde
32553-140 – BETIM – MG, TEL.: (31) 3511-6515 www.unincor.br
CURSO DE ODONTOLOGIA DA FAC. DE ESTUDOS ADMINISTRATIVOS DE MINAS GERAIS – FEAD
R. Cláudio Manoel, 1162 | Funcionários
30140-100 — Belo Horizonte- MG TEL.: (31) 4009-0916 www.fead.br
CURSO DE ODONTOLOGIA DA FACULDADE CIDADE DE PATOS DE MINAS – FPM
Rua Major Gote, 1408
38700-000 – Patos de Minas-MG TEL.: (34) 3814-1105 www.faculdadepatosdeminas.edu.br
CURSO DE ODONTOLOGIA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS E DA SAÚDE DE JUIZ DE FORA
BR 040 – Km 796 | Salvaterra
36092-005 – Juiz de Fora-MG TEL.: (32) 2101-5000 www.suprema.edu.br
PARÁ
1 – CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ – UFPA
R. Augusto Correa, S/N, Campus Universit. II | Guama
66075-900 BELÉM – PA, TEL.: (91) 211-1637/2121 www.ufpa.br/ccs/cursodeodontologia.htm
2 – CURSO DE ODONTOLOGIA DO CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO PARÁ – CESUPA
Av. Governador José Malcher, 1.963 | São Brás
66060-230 BELÉM – PA, TEL.: (91) 246-7172/R: 212 www.cesupa.br
PARAÍBA
1. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA – UEPB
Av. Juvêncio Arruda, S/N – Campus Universitário | Bodocongo
58109-790 CAMPINA GRANDE – PB, TEL.: (83) 3333-3700/1921 www.uepb.rpp.br
2. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DO CENTRO DE CIÊNCIA DA SAÚDE DA UFPB
R. Aurélio M. de Albuquerque, 230, Apt./101 | Jd. Cid. Universitária
58052-160 JOÃO PESSOA – PB, TEL.: (83) 3216-7200/7150 www.ufpb.br
PARANÁ
1. CURSO DE ODONTOLOGIA DO SETOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PR
Av. Professor Lothario Meissner, 3400 | Jardim Botânico
80210-170 CURITIBA – PR, TEL.: (41) 3360-4053/5002 www.ufpr.br
2. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE TUIUTÍ DO PARANÁ – UTP
R. Sydnei Antonio Rangel, 238 | Santo Inácio
82010-330 CURITIBA – PR, TEL.: (41) 3342-0222/3317800 www.utp.br
3. CURSO DE ODONTOLOGIA DA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ – PUC-PR
R. Imaculada Conceição, 1.155, Caixa Postal: 16210 | Prado Velho
80215-901 CURITIBA – PR, TEL.: (41) 3330-1662/1448 www.pucpr.br
4. CURSO DE ODONTOLOGIA DO C. DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DA UNIV. EST. DE LONDRINA – UEL
Rod. Celso Garcia Cid PR 445, km 380 | Campus Universitário
86051-990 LONDRINA – PR, TEL.: (43) 3371-4000 www.uel.br
5. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ
Av. Paris, 675 Caixa Postal: 401 | Jardim Piza
86041-140 LONDRINA – PR, TEL.: (43) 3371-7770 www.unopar.br
6. DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ODONTOLÓGICAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
Praça Santos Andrade, S/N | Centro
84010-790 PONTA GROSSA – PR, TEL.: (42) 3220-3351/3350 www.uepg.br
7. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ – UEM
Av. Mandacaru, 1550 Bloco F-08 | Mandacaru
87080-000 MARINGÁ – PR, TEL.: (44) 3224-4975/3265-5656 www.uem.br
8. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE PARANAENSE
Praça Mascarenha de Moraes, S/N Caixa Postal: 224 | Centro
87502-210 UMUARAMA – PR, TEL.: (44) 3621-2828/r. 1245 www.unipar.br
9. CURSO DE ODONTOLOGIA DO C. DE CIÊNC. BIOL. DA UN. EST. OESTE DO PARANÁ – UNIOESTE
R. Universitária, 1619 – Caixa Postal: 801 | Universitário
85814-110 CASCAVEL – PR, TEL.: (45) 3225-2100/3220-3000 www.unioeste.br
10. CURSO DE ODONTOLOGIA DA FACULDADE INGÁ DA ASSOC. MARING. DE ENS. SUPERIOR – UNINGÁ
Rod. Br-376, km 130, Av. Colombo, 9.727 | Jardim Kosmos
87070-810 MARINGÁ – PR, TEL.: (44) 3225-5696/5009 www.uninga.br
11. CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MARINGÁ – FACULDADES INT. DE MARINGÁ – CESUMAR
R. Guedener, 1610 | Jd. Aclimação
87050-390 MARINGÁ – PR, TEL.: (44) 3027-6360 www.cesumar.br
12. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE PARANAENSE – UNIPAR/CASCAVEL
R. Rui Barbosa, 611 | Jardim Cristal
85801-470 CASCAVEL – PR, TEL.: (45) 3321-1300 www.unipar.br
13. CURSO DE ODONTOLOGIA DO CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DOS CAMPOS GERAIS
Av. General Carlos Cavalcanti, S/N | Uvaranas
84030-000 PONTA GROSSA – PR, TEL.: (42) 3226-4335 www.cescage.com.br
14. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO POSITIVO – UNICENP
R. Prof. Pedro Viriato P. Souza, 5.300 | Campo Comprido
81280-330 CURITIBA – PR, TEL.: (41) 3317-3091 www.unicenp.br
PERNAMBUCO
1. FACULDADE DE ODONTOLOGIA – FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DA UNIV. DE PERNAMBUCO
Av. General Niwton Cavalcante, 1.650 – Caixa Postal: 1028 | Tabatinga
54753-220 CAMARAGIBE – PE, TEL.: (81) 3416-4141/4000 www.upe.br
2. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE CARUARU – SOCIEDADE CARUARUENSE DE ENS. SUPERIOR
Av. Portugal, S/N | Jardim Europa
55000-000 CARUARU – PE, TEL.: (81) 3271-2155 www.sces.br
3. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
Av. Professor Morais Rego, S/N, 1.235 | Cidade Universitária
50670-901 RECIFE – PE, TEL.: (81) 3271-8000/8344 www.ufpe.br
4. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DO RECIFE
R. Artur Coutinho, 143 | Santo Antônio
50100-280 RECIFE – PE, TEL.: (81) 3221-3325 E-MAIL: forecife@veloxmail.com.br
PIAUÍ
1. CURSO DE ODONTOLOGIA DO CENTRO DE SAÚDE – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ – UFPI
Av. Ininga, Bl.Sg-10 | Campus Universitário
64048-110 TERESINA – PI, TEL.: (86) 3215-5589 www.ufpi.br
2. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ – UESPI
R. João Cabral, 2.231 | Pirajá
64002-150 TERESINA – PI, TEL.: (86) 3213-5195 www.euspi.br
3. ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR E TECNOLÓGICO DO PIAUÍ – AEST – NOVAFAPI
Av. Dr. Nicanor Barreto, 4.381 | Vale Quem Tem
64057-355 TERESINA – PI, TEL.: (86) 3231-4020/0369 www.novafapi.com.br
4. CURSO DE ODONTOLOGIA DA FACULDADE INTEGRAL DIFERENCIAL – FACID
R. Lilizinha Castelo B. Carvalho, 1.256 | Horto Florestal
64052-430 TERESINA – PI, TEL.: (86) 3233-4457 www.facid.com.br
RIO GRANDE DO SUL
1. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE LUTERANA DO RS
R. Miguel Tostes, 101 | São Luis
92420-280 CANOAS – RS, TEL.: (51) 3477-9100 www.ulbra.br
2. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO – UPF
Campus Universitário, km 153 Br 285 – Caixa Postal: 611/631 | São José
99001-970 PASSO FUNDO – RS, TEL.: (54) 3316-8402 www.upf.tche.br
3. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS
R. Gonçalves Chaves, 457, Caixa Postal: 580 | Centro
96015-560 PELOTAS – RS, TEL.: (53) 3222-4439 www.ufpel.tche.br
4. FACULDADE DE ODONTOLOGIA – UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
R. Ramiro Barcelos, 2.492 | Caixa Postal: 1118
90035-003 PORTO ALEGRE – RS, TEL.: (51) 3316-5010/5427 www.ufgrs.br
5. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL
Av. Ipiranga, 6681, Prédio 06 | Cidade Universitária
90619-900 PORTO ALEGRE – RS, TEL.: (51) 3320-3562/3573 www.pucrs.br
6. CURSO DE ODONTOLOGIA DO CENTRO DE CIÊN. DA SAÚDE DA UNIV. FEDERAL DE STA. MARIA
R. Marechal Floriano Peixoto, 1.184 Sala 114 | Centro
97015-372 SANTA MARIA – RS, TEL.: (55) 3222-3444/r. 272 www.ufsm.br
7. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL – UNISC
Av. Independência, 2293 | Curso de Odontologia
96815-000 SANTA CRUZ DO SUL – RS, TEL.: (51) 3717-7377/1633 www.unisc.br
8. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL – TORRES
Estrada Geral, S/N
95560-000 TORRES – RS, TEL.: (51) 3626-2000 www.ulbra.tche.br
9. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL – CACHOEIRA DO SUL
R. Martinho Lutero, S/N
96508-970 CACHOEIRA DO SUL – RS, TEL.: (51) 3723-4000 www.ulbra.br
10. CURSO DE ODONTOLOGIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO FRANCISCANO – UNIFRA
R. dos Andradas. 1.614 | Santa Maria
97010-032 SANTA MARIA – RS, TEL.: (55) 3220-1200 www.unifra.br
RIO GRANDE DO NORTE
1. DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE – UFRN
Av. Senador Salgado Filho, 1.787 | Lagoa Nova
59056-000 NATAL – RN, TEL.: (84) 3215-4127/3125 www.ufrn.br
2. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE POTIGUAR
Av. Senador Salgado Filho, 1.610 | Lagoa Nova
59056-000 NATAL – RN, TEL.: (84) 3215-1205/1228 www.unp.br
RIO DE JANEIRO
1. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE CAMPOS – FOC-RJ
R. Visconde de Alvarenga, 143/169 Caixa Postal: 379 | Parque Universitário
28050-420 CAMPOS DOS GOYTACAZES – RJ, TEL.: (22) 2732-2616
www.focampos.br
2. ESCOLA DE ODONTOLOGIA DA UNIGRANRIO
R. Prof. José de Souza Herdy, 1.160 | 25 de Agosto
25071-200 DUQUE DE CAXIAS – RJ, TEL.: (21) 2672-7777 www.unigranrio.br
3. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE – UFF
R. São Paulo, 28, Valonguinho | Centro
24040-110 NITERÓI – RJ TEL.: (21) 2620-8080 www.uff.br
4. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE NOVA FRIBURGO – FONF
R. Dr. Silvio Henrique Braune, 22 | Centro
28625-650 NOVA FRIBURGO – RJ, TEL.: (24) 2522-2916 www.fonf.edu.br
5. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE IGUAÇU
Av. Abílio Augusto Távora, 2.134 | Bairro da Luz
26260-000 NOVA IGUAÇU – RJ TEL.: (21) 2765-4000 www.unig.br
6. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE GAMA FILHO – UGF
R. Manuel Vitorino, 625 | Piedade
20748-900 RIO DE JANEIRO – RJ, TEL.: (21) 2599-7272/7100 www.ugf.br
7. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – UERJ
Bvd. Vinte e Oito de Setembro, 157 Sala 209 | Vila Isabel
20551-030 RIO DE JANEIRO – RJ, TEL.: (21) 2587-7100, 2254-2542 www.uerj.br
8. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO – UFRJ
Av. Brigadeiro Trompowsky, S/N Fundão – Bl. K – Sala 56 | Cidade Universitária
21941-590 RIO DE JANEIRO – RJ, TEL.: (21) 2562-6434/6439 www.ufrj.br/odonto
9. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE VALENÇA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL D. ANDRÉ ARCOVERDE
R. Dr. Carneiro de Mendonça, 139 | Centro
27600-000 VALENÇA – RJ, TEL.: (24) 2453-1888/2452-1216 www.faa.edu.br
10. CURSO DE ODONTOLOGIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA REDONDA – FUND. OSWALDO ARANHA
R. Luiz Alves Pereira, 76 | Aterrado
27295-570 VOLTA REDONDA – RJ, TEL.: (24) 3340-8400 www.unifoa.edu.br
11. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ – UNESA
Av. Paulo de Frontin, 628 | Rio Comprido
20261-243 RIO DE JANEIRO – RJ, TEL.: (21) 2503-7026 www.estacio.br
12. CURSO DE ODONTOLOGIA DO C. DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DA UNIV VEIGA DE ALMEIDA – UVA
R. Ibituruna, 108 | Tijuca
20271-020 RIO DE JANEIRO – RJ, TEL.: (21) 2567-6172 www.uva.br
13. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA – USS
Av. Expd. Oswaldo de A. Ramos, 280 | Centro
27700-000 VASSOURAS – RJ, TEL.: (24) 2471-2223 www.uss.br
14. CURSO DE ODONTOLOGIA DA FACULDADE SÃO JOSÉ – FSJ
Av. Santa Cruz, 580 | Realengo
23520-243 RIO DE JANEIRO – RJ, TEL.: (21) 3159-1247 www.saojose.br
15. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA – UNIVERSO
R. Marechal Deodoro, 217 | Centro
24030-060 NITERÓI – RJ, TEL.: (21) 2621-9972 www.universo.br
16. CURSO DE ODONTOLOGIA DAS FACULDADES UNIFICADAS SERRA DOS ÓRGÃOS – FESO
Av. Alberto Torres, 111 | Alto
25964-000 TERESÓPOLIS – RJ, TEL.: (21) 2641-7000 www.feso.edu.br
17. SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR DE NOVA IGUAÇU
Av. Zulamith Bittencourt, 22 Loja 15 – 101 A 112 | Cidade Nova
28300-000 ITAPERUNA – RJ, TEL.: (24) 824-3663 www.unig.br
18. CURSO DE ODONTOLOGIA DAS FACULDADES PESTALOZZI – ESEHA
Estr. Caetano Monteiro, 857 | Pendotiba
24320-570 NITERÓI – RJ, TEL.: (21) 2616-3311 R 213 www.pestalozzi.org.Br
19. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ – UNESA-RECREIO
Av. Alfredo Baltazar Silveira 580 Cob. Shopping Barra World | Barra da Tijuca
22790-710 – RIO DE JANEIRO – RJ TEL.: (21) 3984-2200 www.estacio.br
20. CURSO DE ODONT. DA UNIV. GRANDE RIO PROF. JOSÉ SOUZA HERDY – UNIGRANRIO – CAMPUS II
Av. Ayrton Senna 3.383 Bloco 2 | Barra da Tijuca
22775-001 – RIO DE JANEIRO – RJ TEL.: 0800 – 282-0007 www.unigranrio.br
RONDÔNIA
1. CURSO DE ODONTOLOGIA DAS FACULDADES INTEGRADAS MARIA COELHO AGUIAR – FIMCA
R. das Araras, 241 | Jardim Eldorado
78912-640 PORTO VELHO – RO, TEL.: (69) 227-0263/0273 www.fimcas.com.br
2. CURSO DE ODONTOLOGIA DA FACULDADE SÃO LUCAS – FSL
R. Alexandre Guimarães, 1.927 | Areal
78916-450 PORTO VELHO – RO, TEL.: (69) 3211-8001 www.saolucas.edu.br
SANTA CATARINA
1. CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Cidade Universitária, Caixa Postal: 476 | Trindade
88040-900 FLORIANÓPOLIS – SC, TEL.: (48) 3331-9523/8027 www.ufsc.br
2 – FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ – UNIVALI
R. Uruguai, 458 Caixa Postal: 360 | Centro
88302-202 ITAJAÍ – SC, TEL.: (47) 3341-7500/7564 www.univali.br
3. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU
R. Iguaçu, 2171, Caixa Postal: 1507 | Itoupava Seca
89030-030 BLUMENAU – SC, TEL.: (47) 3323-7549 www.furb.br
4. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE – UNIVILLE
R. Dona Francisca, S/N, Caixa Postal: 246 | Bom Retiro
89221-000 JOINVILLE – SC, TEL.: (47) 3461-9000 www.univille.br
5. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA – UNOESC
R. Getúlio Vargas, 2.125, Caixa Postal: 542 | Flor da Serra
89600-000 JOAÇABA – SC, TEL.: (49) 3551-2000/2045 www.unoesc.edu.br
6. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE – UNIPLAC
Av. Mal. Castelo Branco, 170 | Universitário
88509-900 LAGES – SC, TEL.: (49) 3251-1022 www.uniplac.net
7. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA – UNISUL
Av. José Acácio Moreira, 787 | Dehon
88704-900 TUBARÃO – SC, TEL.: (48) 3621-3000 www.unisul.br
SÃO PAULO
1. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNESP “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” CAMPUS ARAÇATUBA
R. José Bonifácio, 1.193, Caixa Postal: 341 | Vila Mendonça
16015-050 ARAÇATUBA – SP, TEL.: (18) 3636-3200 www.unesp.br
2. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNESP “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” CAMPUS ARARAQUARA
R. Humaitá, 1680, Caixa Postal: 331 | Centro
14801-903 ARARAQUARA – SP, TEL.: (16) 3301-6300 www.unesp.br
3. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNESP “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” CAMPUS S. J. DOS CAMPOS
Av. Eng. Francisco José Longo, 777, Caixa Postal: 314 | Vila Sanches
12245-000 SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – SP, TEL.: (12) 3947-9000 www.unesp.br
4. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE BARRETOS – FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRETOS – FEB
Av. Prof. Roberto Frade Monte, 389, Caixa Postal: 16 | Aeroporto
14783-226 BARRETOS – SP, TEL.: (17) 3322-6411 www.feb.br
5 – FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE “CAMILO CASTELO BRANCO” – UNICASTELO
R. Carolina Fonseca, 584 | Itaquera
08230-030 SÃO PAULO – SP, TEL.: (11) 3205-0099 ou 0800-170099 www.unicastelo.br
6. CURSO DE ODONTOLOGIA DO INST. DE CIÊNC. DA SAÚDE DA UNIV. PAULISTA – CP. BACELAR
R. Doutor Bacelar, 1.212 | Mirandópolis
04026-002 SÃO PAULO – SP, TEL.: (11) 5586-4000/r. 229 www.unip-objetivo.br
7. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE RIBEIRÃO PRETO – UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
Av. do Café, S/N
14040-904 RIBEIRÃO PRETO – SP, TEL.: (16) 3602-3000 www.usp.br
8. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS
R. Marechal Deodoro, 1.099, Caixa Postal: 317 | Centro
13020-904 CAMPINAS – SP, TEL.: (19) 3756-7100 www.puc-campinas.edu.br
9. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE SANTO AMARO – UNISA
R. Prof. Enéas de Siqueira Neto, 340, Caixa Postal: 55201 | Jardim das Imbuias
04829-300 SÃO PAULO – SP, TEL.: (11) 5545-8801 www.unisa.br
10. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS
Av. Limeira, 901, Caixa Postal: 52 | Areião
13414-903 PIRACICABA – SP, TEL.: (19) 3412-5200/5220 www.fop.unicamp.br
11. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – USP
Av. Prof. Lineu Prestes, 2227, Cidade Universitária | Butantã
05508-000 SÃO PAULO – SP, TEL.: (11) 3814-8550 www.usp.br
12. CURSO DE ODONTOLOGIA DO CENTRO DE CIÊNC. BIOM. DA UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
R. Candido X. de A. e Souza, 200, Centro | Cívico
08780-911 MOGI DAS CRUZES – SP, TEL.: (11) 4798-7308 www.umc.br
13. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE METROPOLITANA DE SANTOS
R. da Constituição, 374 | Vila Mathias
11015-470 SANTOS – SP, TEL.: (13) 3233-3400 www.unimes.br
14. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO – UMESP
R. do Sacramento, 230, Caixa Postal: 5002 | Rudge Ramos
09640-000 SÃO BERNARDO DO CAMPO – SP TEL.: (11) 4366-5600 www.metodista.br
15. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE BAURU DA USP – FOB
Al. Dr. Octávio Pinheiro Brisola, 9-75 | Vila Universitária
17043-101 BAURU – SP, TEL.: (14) 3235-8000
www.fob.usp.br
16. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE ARARAS DA UNIÃO DAS FAC. DA FUND. HERMÍNIO OMETTO
Av. Dr. Maximiliano Baruto, 500 | Jardim Universitário
13600-970 ARARAS – SP, TEL.: (19) 3543-1400 www.uniararas.br
17. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO – UNAERP
Av. Costabile Romano, 2.201, Bloco M | Ribeirânea
14096-380 RIBEIRÃO PRETO – SP, TEL.: (16) 3603-6900 / 0800-7718388 www.unaerp.br
18. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE GUARULHOS – UNG
Pça. Tereza Cristina, 01, Caixa Postal: 338 | Centro
07023-070 GUARULHOS – SP, TEL.: (11) 6464-1668/1700 www.ung.br
19. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO – USF
Av. São Francisco de Assis, 218, Caixa Postal: 163 | Taboão
12900-000 BRAGANÇA PAULISTA – SP, TEL.: (11) 7844-8233 www.saofrancisco.edu.br
20. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE LINS DA UNIVERSIDADE METODISTA DE PIRACICABA – UNIMEP
R. Ten. Florêncio Pupo Neto, 300, Caixa Postal: 118 | Jardim Americano
16400-000 LINS – SP, TEL.: (14) 3533-6054 www.unimep.br
21. FACULDADE DE CIÊNCIAS ODONTOLÓGICAS DA UNIVERSIDADE DE MARÍLIA – UNIMAR
Av. da Higino Muzzi, 1001, Caixa Postal: 554 | Campus Universitário
17525-902 MARÍLIA – SP, TEL.: (14) 3402-4000 www.unimar.br
22. FACULDADE DE ODONTOLOGIA “DR. MARIO LEITE BRAGA” DE PRESID. PRUDENTE DA UNOESTE
R. José Bongiovani, 700, Caixa Postal: 1161
19050-680 PRESIDENTE PRUDENTE – SP, TEL.: (18) 0800-7715533, 3229-1000/1052 www.unoeste.br
23. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ – UNITAU
R. dos Operários, 9 | Centro 12020-340 TAUBATÉ – SP, TEL.: (12) 3625-4140/4142 www.unitau.br
24. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO – UNICID
R. Cezário Galeno, 432 | Tatuapé
03071-000 SÃO PAULO – SP, TEL.: (11) 6190-1285 www.unicid.br
25. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO
R. Irmã Arminda, 10-50, Caixa Postal: 511 | Jardim Brasil
17044-160 BAURU – SP, TEL.: (14) 3235-7003/7001 www.usc.br
26. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE FRANCA –UNIFRAN
Av. Dr. Armando Sales Oliveira, 201 | Parque Universitário
14404-600 FRANCA – SP, TEL.: (16) 3711-8888 www.unifran.br
27. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE BRAZ CUBAS – UBC
Av. Francisco Rodrigues Filho, 1.233, Campus I | Mogilar
08773-380 MOGI DAS CRUZES – SP, TEL.: (11) 4791-8000 www.brazcubas.br
28. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA – UNISANTA
R. Doutor Oswaldo Cruz, 266 | Boqueirão
11045-101 SANTOS – SP, TEL.: (13) 3202-7100/7101 www.unisanta.br
29. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DO VALE DO PARAÍBA – UNIVAP
Av. Shishima Hifumi, 2911 | Urbanova
12244-000 SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – SP, TEL.: (12) 3947-1015/1000 www.univap.br
30. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO – UNIBAN
R. Maria Cândida, 1813, Campus Mc | Vila Guilherme
02071-013 SÃO PAULO – SP, TEL.: (11) 6967-9000 www.uniban.br
31. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL – UNICSUL
Av. Doutor Ussiel Cirilo, 225 | São Miguel Paulista
08060-070 SÃO PAULO – SP, TEL.: (11) 6137-5760/5700 www.unicsul.br
32. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE IBIRAPUERA – UNIB (ÁREA BIOL. E DA SAÚDE)
Av. Interlagos, 1329 | Chácara Flora
04661-100 SÃO PAULO – SP, TEL.: (11) 5694-7900 www.ibirapuera.br
33. CURSO DE ODONTOLOGIA DO INST. DE CIÊNC. DA SAÚDE DA UNIV. PAULISTA – CP. ARAÇATUBA
R. Baguaçu, 1.939
16063-700 ARAÇATUBA – SP, TEL.: (18) 3624-6767 www.unip.br
34. CURSO DE ODONTOLOGIA DO INST. DE CIÊNC. DA SAÚDE DA UNIV. PAULISTA – CP. BAURU
R. Luiz Levorato, S/N Qd. 2 | Chácara Baurense
17048-290 BAURU – SP, TEL.: (14) 3234-2277 www.unip.br
35. CURSO DE ODONTOLOGIA DAS FACULDADES INTEGRADAS DE SANTA FÉ DO SUL – FISA
Av. Mangará, 477, Mangará | Campus Universitário
15775-000 SANTA FÉ DO SUL – SP, TEL.: (17) 3641-9000 www.funecfisa.br
36. CURSO DE ODONTOLOGIA DO INST. DE CIÊNC. DA SAÚDE DA UNIV. PAULISTA – CP. RIB. PRETO
Av. Presidente Vargas, S/N | Jardim Canadá
14020-260 RIBEIRÃO PRETO – SP, TEL.: (16) 3602-6700 www.unip.br
37. CURSO DE ODONTOLOGIA DO INST. DE CIÊNC. DA SAÚDE DA UNIV. PAULISTA – CP. S. J. R. PRETO
R. Regente Feijó, 667 | Vila Ercília
15013-080 SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – SP, TEL.: (17) 3227-0762 www.unip.br
38. CURSO DE ODONTOLOGIA DO INST. DE CIÊNC. DA SAÚDE DA UNIV. PAULISTA – CP. SOROCABA
Av. Independência, 412 | Éden
18087-050 SOROCABA – SP, TEL.: (15) 3238-1000 www.unip.br
39. CURSO DE ODONTOLOGIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE RIO PRETO – UNIRP
R. Ivete Gabriel Atique, 45 | Boa Vista
15025-400 SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – SP, TEL.: (17) 3227-4060 www.unip.com.br
40. CURSO DE ODONTOLOGIA DO INST. DE CIÊNC. DA SAÚDE DA UNIV. PAULISTA – CP. CAMPINAS
Av. Comendador Enzo Ferrari, 280 | Swift
13043-055 CAMPINAS – SP, TEL.: (19) 3776-4000 www.unip.br
41. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADAS – UNILUS
R. Doutor Batista Pereira, 265, Sala 13 | Macuco
11015-100 SANTOS – SP, TEL.: (13) 3234-4194
www.lusiada.br
42. CURSO DE ODONT. DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS – UNIFMU
R. Taguá, 150, Campus Liberdade I | Liberdade
01508-010 SÃO PAULO – SP, TEL.: (11) 3346-6200 www.fmu.br
43. CURSO DE ODONTOLOGIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO NOVE DE JULHO – UNINOVE
R. Diamantina, 302, Sala 310 | Vila Maria
02117-010 SÃO PAULO – SP, TEL.: (11) 0800-7010999 www.uninove.br
44. CURSO DE ODONTOLOGIA DA FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS, LETRAS DE CATANDUVA – FAFIC
R. Maranhão, 898 | Centro
15800-020 CATANDUVA – SP, TEL.: (17) 3531-2200 www.fafica.br
45. CURSO DE ODONTOLOGIA DAS FACULDADES ADAMANTINENSES INTEGRADAS
R. Nove de Julho, 730 | Centro
17800-000 ADAMANTINA – SP, TEL.: (18) 3522-1002 www.fai.com.br
46. CURSO DE ODONTOLOGIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA – UNIARARA
R. Voluntários da Pátria, 1.309 | Centro
14801-320 ARARAQUARA – SP, TEL.: (16) 3201-7100/7169, 0800-556588 www.uniara.com.br
47. CURSO DE ODONTOLOGIA DA FACULDADE DE PINDAMONHANGABA – FAPI
Rod. Pres. Dutra, km 99 | Pinhão do Una
12442-250 PINDAMONHANGABA – SP, TEL.: (12) 3648-8323 www.fapi.br
48. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO – UNICASTELO – FERNANDÓPOLIS
Estr. Projetada F-1 S/N Fazenda Santa Rita
15600-000 – FERNANDÓPOLIS – SP, TEL.: (17) 3442-6197 www.unicastelo.br
49. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE CAMILO CASTELO BRANCO – UNICASTELO – DESCALVADO
Av. Hilário da Silva Passos, 950 | Parque Universitário
13690-000 – DESCALVADO – SP, TEL.: (19) 3583-1002/2431 www.unicastelo.br
50. FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC – SLMANDIC
Rua Abolição, 1.827
13041-445 – CAMPINAS – SP, TEL.: (19) 3237-3611 www.slmandic.com.br
SERGIPE
1. DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE – UFS
R. Cláudio Batista, S/N, Cidade Universitária | Santo Antônio
49060-100 ARACAJU – SE, TEL.: (79) 3212-6933/2727 www.ufs.br
2. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE TIRADENTES – UNIT
R. Lagarto, 264 | Centro
49010-390 ARACAJU – SE, TEL.: (79) 972-6313/2182100 www.unit.br
3. CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE TIRADENTES – UNIT –CAMPUS II
R. Lagarto, 264 | Centro
49010-390 ARACAJU, TEL.: (79) 3218-2100 www.unit.br
TOCANTINS
1. FACULDADE DE ODONT. DO INSTITUTO TOCANTINENSE PRESIDENTE ANTONIO CARLOS – ITPAC
Av. Filadélfia, 568 | Setor Oeste
77816-540 ARAGUAÍNA – TO, TEL.: (63) 3413-3000 www.itpac.Br
2. CURSO DE ODONTOLOGIA DAS FACULDADES INTEGRADAS DE ENSINO SUPERIOR PORTO NACIONAL
Rua Antonio Ayres Primo, 2.071 Centro
77500-000 – PORTO NACIONAL – TO | TEL.: (63) 3363-4004 www.fiespen.com.br
3. CURSO DE ODONT. DA FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS DE GURUPI – FAFICH
Al. Madrid, 545, esquina com Rua 1
77410-470 – GURUPI – TO, TEL.: (63) 3612-7500 www.unirg.edu.br
Existem inúmeras etiologias para a halitose e normalmente seu tratamento é multidisciplinar. As origens mais frequentes são: saburra lingual, problemas periodontais, xerostomia (diminuição do volume de saliva produzido pelas glândulas salivares) estresse, alimentação inadequada, desidratação (ingestão insuficiente de água), hipoglicemia, problemas respiratórios e hepáticos. Os odores mais usuais encontrados no hálito são de enxofre, cetona, urina e fezes de rato. O portador de halitose não costuma sentir o próprio hálito porque temos um órgão chamado bulbo olfatório, no sistema nervoso central, que recebe as informações do olfato. Quando os odores são constantes, ocorre sua fadiga e deixamos de sentir o hálito. Pesquisas mostram que 40% da população brasileira são portadores de halitose crônica e 100% de halitose eventual. Por faixa etária, temos: de 0 a 12 anos 14% com halitose, de 12 a 65 anos 41%, e acima de 65 anos, 67% são portadores de mau hálito. Não há registros de evidências que diferenças de raça ou sexo sejam determinantes de maior incidência. Para a própria pessoa ter certeza da qualidade do hálito, um dos artifícios mais práticos é perguntar a uma criança, pois são mais autênticas. Outra alternativa é fazer um auto-exame na língua e verificar se há formação de saburra lingual. Há também alguns pequenos aparelhos medidores de hálito portáteis, que podem ser encontrados na internet. Um é o Tanita HC-212SF FitScan Breath Checker – Black, que pode ser acessado pelo site japonês www.tanita.co.jp/worldwide, com o valor aproximado de R$1.200,00; outros disponíveis em sites comerciais, que podem ser encontrados com o nome de halímetro, teste de hálito breath Checker, ou medidor de hálito, todos tendo como princípio detectar e medir a presença de maus odores e acidez no hálito. Funcionam com pilhas: basta ligá-los, respirar no sensor, e uma leitura aparece na tela digital em menos de 10 segundos. Resultados exibidos em seis níveis. Usam sensor semi-condutores de gás para medir a quantidade de compostos voláteis de enxofre liberados por bactérias. Portáteis, fáceis de ler e operar, com monitor pequeno. O preço varia entre R$60,00 e R$200,00.
Para auxiliar no combate a outra das causas frequentes de mau hálito existem também kits como o Removedor De Cáseo Garganta Amigdalas Led, disponível em sites comerciais em valores em torno de R$50,00.
A caixa de comando da cadeira usa uma saída de água, uma de esgoto, uma ou duas saídas para ar comprimido (tubo que não deve ser cimentado diretamente, para os casos em que seja necessária substituição) em que um tubo irá alimentar o equipo, e outro, o ultra-som e o jato de bicarbonato, nos casos em que este aparelho fica inserido no armário. Se seu jato de bicarbonato for acoplado no equipo, o segundo tubo de cobre é desnecessário. A bomba a vácuo é ligada à caixa de comando pelo encanamento que fará sucção. Geralmente, esse dispositivo precisa de uma saída de água, uma de esgoto independente da cadeira e da pia, uma saída (respiro) para o ar produzido pela bomba (pode ser jogado junto com o esgoto) e a sucção que está diretamente ligada à caixa de comando. O cano de esgoto que passa por baixo do piso deverá ser de 40 mm de diâmetro (inclinado) para evitar entupimento e refluxo para o equipamento. As saídas de água serão determinadas pelo fabricante do equipamento. Os armários também necessitam de duas saídas de água e esgoto: uma para cada pia.
Mesmo discordando, o trato sempre deve ser de alto nível e o dentista deve ter a sensibilidade de perceber que, esgotados seus argumentos razoáveis, não havendo consenso, deve prevalecer mesmo a opinião do perito. Em casos em que o dentista se acha munido de toda a razão e quer a todo custo fazer valer seu ponto de vista, o risco é o de, além de dar de cara com despachos definitivos do tipo “indeferido”, ou “sem evidências clínicas; glosado”, pode ganhar a antipatia eterna do julgador. Levar o caso ao Conselho, ou instâncias superiores, deve ser muito bem avaliado. O risco é ficar, em todos os casos seguintes, “em evidência”, submetido sempre a análises muito rigorosas. Ambos são colegas, mas existe um espectro de hierarquia invisível que não deve ser desprezado.
… o caráter de permanência, a temporariedade ou eventualidade do trabalho, a circunstância em que tenha sido prestado o tratamento, a cooperação do paciente durante o tratamento e o custo operacional. Como se percebe, há uma enorme brecha para se praticar uma tabela diferenciada para cada cliente, o que pode não ser muito recomendável. Talvez seja um dos aspectos em que mais se tenha que exercitar a sensibilidade para fazer as diferenciações adequadas. Aliás, a capacidade de saber valorizar o próprio serviço costuma ser diretamente proporcional ao sucesso na profissão. Muitos profissionais acabam mudando de área ao se deparar com dificuldades na hora de apresentar orçamentos. Psicólogos costumam aconselhar, na hora dos honorários, a não ter complexo de culpa nem medo ao apresentar o orçamento. É mais assertivo fixar os olhos no cliente, sem abaixar a cabeça, transmitindo firmeza e segurança. Ao receber de volta um comentário de que “é caro”, o mais produtivo é reforçar que seu trabalho é de boa qualidade, feito com o melhor material.
Tudo bem, ocasionalmente qualquer cliente razoável vai compreender. Qual é o limite para o atraso razoável? Quinze minutos, mais que isso já é abuso. Alguns profissionais não dão ao quesito a importância que tem. Todo profissional conhece histórias de abandono de profissional por atrasos abusivos. A mensagem subjacente que fica, numa situação dessas, é que o profissional julga seu tempo muito mais importante que o do cliente, o que é sempre absurdo. E não se trata de querer ser rigoroso demais. Alguns relaxados com o quesito costumam argumentar que Brasil não é Suíça e que em cidades grandes, como São Paulo e Rio de Janeiro, deve-se sempre dar um desconto de tolerância por conta do trânsito. E que profissionais de saúde são sujeitos a imprevistos, que acabam refletindo na sequência dos atendimentos. Se você está se tornando crônico no assunto, agende consultas um pouco mais espaçadas. O tempo vai mostrar que essa foi a atitude mais inteligente. Com a disponibilidade dos meios eletrônicos, quando se pode prever a ocorrência inevitável de atrasos, é elegante e ético enviar ou fazer enviar uma mensagem.
Projetos de iluminação vêm ganhando destaque ultimamente e colaborando muito na composição de consultórios diferenciados. Principalmente arquitetos especializados têm feito maravilhas criando ambientes profissionais que vão além de proporcionar economia de energia, assegurando conforto aos pacientes. Algumas variantes dirigem a concepção de um projeto de luminotécnica: a finalidade do ambiente, o tempo de permanência dos usuários, a linguagem arquitetônica, a influência da luz natural. Bons profissionais da área também costumam dizer que não existe uma lâmpada ideal: cada uma – fluorescente ou de LED – é adequada a um tipo de aplicação. Lâmpadas incandescentes tradicionais deixaram de ser fabricadas e comercializadas em 2016, por consumirem mais energia que as fluorescentes. Outros tipos de incandescentes muito usadas são a Refletora, própria para luminárias de embutir; halógena com refletor dicróico, com facho de luz direcionado como a incandescente refletora e também própria para situações embutidas; e a halógena bipino, mais elaboradas e de geração mais recente. As lâmpadas fluorescentes compactas, principalmente as eletrônicas, são as mais indicadas para economia de energia. Trata-se de lâmpadas em tamanho reduzido, com base do tipo rosca, igual às das incandescentes comuns, permitindo sua aplicação nos locais em que se utilizavam incandescentes comuns. Sem a ajuda de um arquiteto, aleatoriamente, bastante usual é a utilização de luz centralizada e difusa, sem áreas diferenciadas. Essa solução é eficiente em termos de racionalização de consumo, mas não produz um espaço estimulante. As soluções mais interessantes e dinâmicas acabam sendo as que utilizam contrastes, com resultados subjetivos. Uma boa dica para recepções é usar lâmpadas fluorescentes de cor amarelada como luz difusa e criar pontos de interesse iluminados por lâmpadas AR-111. Além da luz na superfície de trabalho, outra boa alternativa é utilizar uma iluminação suave no rosto das pessoas, para estimular a interação entre pacientes e funcionários e reproduzir um ambiente natural, criando a sensação de mudança e variedade, inclusive com cores. Sempre que possível, todo ambiente deve contar com a iluminação natural. Isso faz parte do que chamamos conforto ambiental. Seguindo algumas pequenas regras, você pode melhorar as condições de luminosidade em um ambiente mal iluminado e que solicita que lâmpadas sejam acesas durante o dia. Utilize cores claras em todo o ambiente. Isso vale para a cor das paredes, do teto, do piso e dos móveis. As cores claras, que tendem ao branco, têm a propriedade de refletir a luz e permitir que o ambiente retenha mais a luz que incide sobre elas. O conforto visual – controle de reflexos, brilhos e ofuscamento, além de cuidados com contrastes – é fundamental em locais onde as pessoas permanecem por horas seguidas. Iluminação muito intensa pode incomodar o paciente quando na cadeira do dentista. O ideal é utilizar difusores por rebatimento – a luz é projetada no teto – que também diminuem sombras e reflexos consideravelmente. Acabamentos brilhantes como tampos de vidro, apesar de serem de fácil higienização, podem causar reflexos desconfortáveis, assim como pisos escuros podem criar contraste cansativo. A fórmica é uma boa opção para o mobiliário e, no piso, porcelanato, cerâmica ou granito em cores opacas. O controle e a operação dos sistemas de luz devem ser simples e objetivos. Exageros de muitos interruptores e dimers – aparelhos que controlam a intensidade luminosa – criam efeitos indesejáveis. Os melhores resultados surgem quando arquitetura e luminotécnica são concebidas juntas e interagem.
As instalações elétricas de equipamentos e serviços odontológicos devem ser projetadas, executadas, testadas e mantidas em conformidade com as normas ABNT NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão e NBR 13.534 – Instalações elétricas em estabelecimentos assistenciais de saúde – Requisitos de segurança e RDC/Anvisa n.º 50, de 21 de fevereiro de 2002. Os serviços odontológicos devem ser providos de sistema de iluminação artificial que possibilite boa visibilidade, sem ofuscamentos ou sombras em todos os ambientes onde os pacientes são atendidos. Recomenda a Vigilância Sanitária a utilização de lâmpadas fluorescentes e luminárias dotadas de refletores para melhor distribuição da luz, e aletas que impeçam a iluminação direta excessiva e possuam dispositivos antiofuscamento, obtendo-se um nível de iluminação de 15.000 lux, observando-se o disposto na norma ABNT NBR 5413 – Iluminância de interiores.
A iluminação mínima deve permitir o evacuamento do ambiente e a manipulação de medicamentos, bem como sua administração ao paciente. O consultório ou a clínica deve sempre dispor de iluminação de emergência auxiliar, de modo que intervenções cirúrgicas não fiquem comprometidas por falta de luz. As normas e as legislações que definem os parâmetros mínimos devem ser seguidas cuidadosamente para a obtenção de produtos ou sistemas com uma qualidade aceitável. Energia para iluminação de emergência: se não for possível adquirir um gerador de energia elétrica auxiliar, deve-se dispor de unidades autônomas de baterias, que ficam ligadas com sensores e automaticamente são acionadas em um corte de energia. Essas serão extremamente úteis ao suprir iluminação em situações de ausência total de energia elétrica. Nunca devem ser utilizadas baterias chumbo-ácidas com baterias níquel-cádmio no mesmo ambiente.
Por mais credibilidade que um profissional de saúde tenha adquirido, mesmo descontando o peso do início de carreira, o amparo em aspectos eminentemente visuais possui um poder de convencimento decisivo. Fotos e imagens intrabucais, além de poderoso instrumento de marketing, são capazes de levar um cliente a assumir que possui um problema quase imperceptível a olho nu e desejar investir em um tratamento cosmético, quando tem a oportunidade de se visualizar amplificadamente. Os recursos disponíveis hoje permitem realizar essas demonstrações com imediatismo e custo razoável. A opção em média mais em conta é o uso de máquina fotográfica digital. As mais simples custam menos de R$ 500,00, e sem muito conhecimento tecnológico pode-se conseguir captar imagens com definição bem satisfatória para tela de computador, para projeção em TV e impressão simples. Há disponíveis no mercado máquinas digitais de até 10.3 megapixels, mas não é preciso tanto para registros odontológicos. Com o advento das digitais, as convencionais – que dispõem de mais recursos mas exigem iniciação, não conseguem rápida visualização e têm custo mais caro – tornaram-se praticamente obsoletas (V. Fotografia). Outra maneira de deslumbrar a clientela é fazer uso de minicâmeras intra-orais (V. Câmeras Intrabucais). Essas pequenas câmeras podem gerar instantaneamente imagens das condições dentárias, identicamente às câmeras digitais, sem perda de tempo ou gastos com filmes e revelações. Quando quiser arquivar a imagem, basta conectar a câmera ao computador e salvá-la no disco rígido. As limitações na qualidade da imagem vão decrescendo quanto maior o investimento no equipamento. Uma boa microcâmera é vendida por cerca de R$ 4.000,00 e aumenta com foco automático 35 vezes; ou seja, é possível ver a trama de costura de uma camisa comum como se fosse crochê. Outras de menor capacidade também causam bom efeito. Tanto as câmeras digitais quanto as minicâmeras se prestam a filmar um procedimento. Ou para documentar um caso – com efeitos legais, eventualmente – ou mesmo exibir o antes e o depois para o paciente. Ele pode até levar uma cópia. Fotografias digitais podem ser utilizadas em publicações, painéis, folhetos, websites, podem ser enviadas para o protético ou para um colega pela Internet. Nessa mesma área, existem também DVDs educativos (V. DVDs educativos). Para aproveitar todos esses recursos e para saber como cada um funciona, você pode aventurar-se em um caudaloso manual de instruções ou – mais facilmente – experimentar.
Embora fabricados em todas as partes do mundo, nos Estados Unidos e na Europa emprega-se tecnologia mais evoluída, fazendo com que apareçam como grandes centros de produção e introdutores de novidade. Na Europa, Suécia e Alemanha, disputam vanguarda e liderança. Nos Estados Unidos – maiores produtores – as mais importantes regiões produtoras são a Califórnia e a Flórida. Norte-americanos são também os maiores consumidores dos modelos europeus. Na América do Sul, o pioneirismo coube aos argentinos, ainda que no Brasil, na última década, começassem a ser produzidos implantes de excelente qualidade, tendo como modelos principalmente as marcas europeias.
Entre as marcas importadas mais difundidas, destaque para a Nobel Biocare, Branemark, 3I, Sterngold Implamed, Ankylos, Steri-Oss, Restore e Frialit. Entre as nacionais, cujo preço gira em torno de 1/3 das importadas, as mais reputadas são Neodent, Conexão, Intralock, Bioform, Titanium Fix, Sin e INP.
A Implantodontia iniciou sua evolução científica no século XX; já em 1901, era patenteado o primeiro implante nos Estados Unidos. De lá para cá, seu desenvolvimento foi impressionante em todas as partes do mundo. Em 1969, o médico ortopedista sueco Per-Ingvar Branemark relatou a união estrutural entre um cilindro de titânio e o osso vital, e comprovou com estudos de mais de dez anos que esse novo método, se fosse realizado sob padrões determinados, poderia ter sucesso na reposição das perdas dentárias. Conceituou, então, a osseointegração – união de um cilindro de titânio com o osso vital capaz de receber carga funcional, sem que ocorra a quebra desta união. A osseointegração veio proporcionar, para a Odontologia, um sistema de ancoragem para prótese, o que tem modificado e aumentado o número de opções de planejamento em tratamentos reabilitadores. No Brasil, os pioneiros começaram a estudar implantes na década de 1950 e, a partir dos anos 1960, têm-se registros concretos da história da Implantodontia no país. Os primeiros implantes realizados no Brasil datam de 1951 e foram do tipo justaósseo. Em 1953, foram apresentados na ABO (Associação Brasileira de Odontologia), em forma de trabalho científico, as dentaduras implantadas como eram conhecidas na época, por Paulo Areal e Benjamim Bello. Estes mesmos dois pioneiros, em 1955, ministraram o primeiro curso de Implantodontia, também na ABO do Rio de Janeiro, para, no ano seguinte, publicar o primeiro livro sobre implantes no país. Em São Paulo, os precursores datam de 1959, tendo o Dr. João Jorge Barros como seu realizador, e os implantes utilizados também foram justaósseos. Outro pioneiro, que também publicou livro, é José Alves de Souza, do qual há registro de pacientes que portam implantes por ele colocados há mais de 50 anos.
Afora os implantes mais primitivos, que não chegaram a ser muito conhecidos, alguns tipos de implantes antes da fase dos osseointegrados fizeram sucesso. Dentre eles, os mais conhecidos foram os justaósseos (que eram colocados entre o osso e a gengiva), os agulhados (em formato de agulhas que eram colocadas de três em três, para formarem um trípodo), os laminados (em forma de lâminas, que eram colocados em uma canaleta aberta no osso) e os parafusos (em forma de parafuso, os mais parecidos com os implantes atuais). Na fase moderna dos osseointegrados, os tipos básicos são: em forma de parafuso, que se diferenciam dos parafusos antigos por terem a cabeça hexagonal e um orifício com rosca onde será parafusada a prótese; e os do tipo cilindro, para colocação à pressão com janela para crescimento ósseo. O último tipo, que é uma síntese dos mais usados, é um cilindro oco com roscas e janelas que permitem o crescimento ósseo em seu interior e fixação também pelas janelas e parte interna. Se a casuística no Brasil já passou dos 60 anos, e a mundial seu primeiro século, os implantes vêm adquirindo confiabilidade baseada em sua durabilidade e no embasamento científico. A margem de sucesso nos implantes, de acordo com resultados publicados em artigos científicos, varia entre 94% e 98% dos casos analisados, que é percentual significativamente alto em se tratando de uma ciência não exata.
Se ficar constatada a inexistência de osso para colocação de implante, existem alguns recursos simples como o uso de hidroxiapatitas (que, em linguagem leiga, seria osso sintético), osso retirado do próprio osso da cavidade oral na preparação de lojas ósseas para outros implantes, osso animal (bovino) e o uso de membranas (barreiras) para a regeneração tecidual guiada que são formas de permitir, impedindo a penetração da gengiva, que se forme osso onde existia o defeito ósseo. Caso nenhuma destas alternativas resolva, restam ainda os transplantes de osso de outras regiões do corpo (os mais comuns são mento, crista do ilíaco e calota craniana), a utilização do Banco de Ossos Humano, em conjunto com o Plasma Rico em Plaquetas (PRP), sem contar com outras alternativas que estão sendo pesquisadas e que passarão a ser utilizadas assim que comprovadas. Os exames habitualmente feitos no candidato a implante são, inicialmente, o físico, com atenção especial à cavidade bucal, e a anamnese. São, também, solicitadas radiografias, que podem ser panorâmicas (as mais usadas), oclusais e periapicais, e tomografias. A partir destes exames, podem ser requisitados exames laboratorais específicos, para confirmação de alguma patologia, ou de rotina, que são pedidos em qualquer intervenção independente de seu grau: exames de sangue HT (hematócrito), HB (hemoglobina), TTP (atividade de prototrombina e plaquetas). Aos candidatos acima de 50 anos, é boa recomendação que seja feita a eletrocardiografia. Em função dos resultados, outros exames podem ser eventualmente solicitados, como, por exemplo, uma glicemia simples de jejum, para caso de suspeita de diabetes.
Alguns autores e técnicas são categóricos em diferenciar tempos de espera para que ocorra a osseointegração. Atualmente, há uma tendência para se aguardar três meses como mínimo em quase todas as técnicas. Algumas falam em quatro meses para a maxila (onde o osso é mais esponjoso), ou para casos onde ocorreram cirurgias mais extensas ou colocação de implantes sem osso circundando todas as suas paredes. Casos mais raros, que envolvem cirurgias mais complexas, como levantamento de seio maxilar ou lateralização do dentário inferior, precisam de tempo de espera maior, aproximadamente em torno de seis a oito meses. Mais recentemente, foi introduzida uma novidade no que respeita à colocação de prótese sobre o implante. De acordo com a indicação do caso pelo profissional, podem ser diferenciados três tipos de carga: a imediata, para provisórios colocados na mesma ocasião da cirurgia; a precoce, quando a prótese é instalada na metade do tempo tradicionalmente previsto; e a tardia, mais segura e definitiva.
AS MARCAS MAIS DIFUNDIDAS NO BRASIL
Dentsply Sirona- durante sua história, a Dentsply Sirona esteve na liderança das inovações para aprimorar e avançar a Odontologia. A Dentsply International foi fundada como Dentists’ Supply Company em 1899, na cidade de Nova York, e a Sirona Dental Systems foi fundada em 1877 em Erlangen, Alemanha. A fusão ocorreu em 2016. Possui serviços e soluções cobrindo todos os aspectos da implantodontia. Destaque para o sistema Ankylos de Implantes TissueCare. É um sistema confiável de design superior que oferece soluções que trazem estabilidade para tecidos moles e duros a longo prazo, estética duradoura e funcionalidade confiável. A empresa, como fabricante, cobre seus implantes com garantia vitalícia.
Dérig- com mais de três décadas de existência e 25 anos voltados ao mercado odontológico, a empresa vem sempre desenvolvendo soluções que aliam os avanços técnico-científicos com as necessidades dos clientes. Uma ampla equipe de pesquisadores com vasta experiência clínica e científica em osseointegração e reabilitação oral fornece consultoria constante, o que reflete diretamente no aprimoramento e inovação contínua dos produtos Dérig. Tem como diferenciais a precisão nos projetos, a geometria inovadora das roscas, as câmaras de corte preciso e o total domínio dos designs apicais.
FGM- a história da empresa começou em 1996, com o desenvolvimento do primeiro clareador dental genuinamente brasileiro, hoje mundialmente conhecido. Possui uma linha de implantes dentários completa, com destaque ao sistema Arcsys, com a incrível possibilidade de angular o componente protético em até 20° em seu consultório. Inovação que permite, em muitos casos, melhor planejamento cirúrgico e protético.
Implacil De Bortoli- tudo começou em 1988, quando o Dr. Nilton De Bortoli marcou época ao se tornar o fabricante do 1° implante osseointegrável do Brasil. De lá para cá, o trabalho foi desenvolvido buscando o aperfeiçoamento de profissionais, produtos e pelo desenvolvimento de tecnologia que busca soluções de planejamento cirúrgico e protético. A eficiência e o reconhecimento da qualidade dos produtos da Implacil De Bortoli foram comprovados com a publicação de vários artigos científicos nos mais importantes e tradicionais veículos da Odontologia mundial.
Kopp- fundada em 2003 pelo Dr. Gino Kopp, com o objetivo de desenvolver produtos inovadores na área odontológica, a empresa se tornou pioneira em cone morse no Brasil. Em 2005 a Kopp se consolidou como inovadora em implantodontia lançando o Sistema de Implante Dental Friccional. Mas, antes disso, desenvolveu o moedor ósseo tipo pilão que, além de moderno e único, se mostrou instrumental prático e eficaz. Em 2017, a Kopp trouxe sua maior inovação: o lançamento do Cone Morse Screw, implante indicado para todos os ossos.
Neodent Straumann- fundada por um dentista brasileiro há quase 30 anos, a Neodent é a empresa líder em implantes dentários no Brasil, onde vende mais de um milhão e meio de implantes anualmente. Está entre os três principais fornecedores de implantes do mundo e suas soluções estão disponíveis em mais de 60 países. Os implantes são focados nos conceitos de tratamentos progressivos, como a carga imediata, com soluções modernas e confiáveis que tornam a terapia acessível, inclusive, economicamente. Com sede em Curitiba, no Brasil, é uma empresa do Grupo Straumann, um dos líderes globais em soluções odontológicas.
Nobel Biocare- empresa suíça, de origem sueca, criada para a produção de implantes dentários. Foi fundada em 1981 na cidade sueca de Karlskoga, e está atualmente sediada na cidade suíça de Zurique. É líder mundial no campo das restaurações dentárias implanto-suportadas inovadoras – desde casos unitários até arcadas completas – em mais de 60 anos de inovação contínua. Vale destacar o sistema NobelActive. Independentemente de se tratar de osso de baixa densidade, alvéolos pós-extração ou área estética, seu desenho garante elevada estabilidade primária. Isso faz desse implante uma escolha adequada para indicações e protocolos exigentes, como por exemplo função imediata.
S.I.N.- é uma das maiores indústrias do Brasil especializada no desenvolvimento e fabricação de implantes dentários e componentes protéticos. Com mais de 15 anos de mercado, abrangência nacional e presença em diversos países, a S.I.N. tem como diretriz o arrojo comercial e o cuidado com o consumidor, e é uma das maiores do segmento também na América Latina. Os produtos são desenvolvidos com tecnologia de ponta e amparados por estudos e pesquisas científicas junto às principais universidades de Odontologia do país.
Systhex- idealizada pelo Dr. Gastão Valle Nicolau e sua filha Dra. Flávia Nicolau Melhem, possui a linha completa de implantes dentários, componentes protéticos e instrumentais / kits cirúrgicos de qualidade e com bom custo-benefício. A história teve início em 2003 em Curitiba/PR, com apenas um maquinário e com poucos funcionários. Rapidamente, consolidou-se com uma estrutura sofisticada que disponibiliza o que há de moderno em equipamentos odontológicos.
MERCADO DE IMPLANTES DENTÁRIOS MOVIMENTOU R$850 MILHÕES NO BRASIL
Seguindo uma tendência de mais de uma década, o setor de implante dentário no Brasil continua em crescimento. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamento Médicos e Odontológicos (ABIMO), a área da odontologia movimentou aproximadamente R$ 850 milhões no país em 2019.
Segundo estimativa da entidade, só em 2019 foram comercializados 2,7 milhões de implantes no Brasil. A ascensão do setor acompanha o número expressivo de pessoas que usam algum tipo de prótese dentária no país, que segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), chega a 39 milhões de pessoas, sendo que uma em cada cinco tem entre 25 e 44 anos.
Democratização de acesso- outro fator que contribui para o aumento do setor e dos implantes realizados no Brasil é a democratização do acesso ao procedimento por causa da diminuição dos preços. Há 20 anos, os implantes eram vendidos em dólar e custavam aproximadamente US$ 2 mil por dente. Há 10 anos, os implantes tinham o valor médio de R$ 3 mil. Hoje, o valor do tratamento é de aproximadamente R 2,3 mil, com variações regionais e de cada profissional.
Atualmente, a indústria brasileira ortodôntica investe também na qualidade dos implantes. O setor é um dos poucos da área da saúde que possuem um fluxo totalmente digitalizado que permite planejamento mais assertivo com melhores resultados, uma vez que o paciente consegue visualizar como ficará sua prótese ainda durante o tratamento.
Ele reúne os principais tributos em uma só cobrança — IRPJ, CSLL, o PIS, COFINS, IPI, ICMS, ISS e INSS. No entanto, se a sua empresa está perto de alcançar R$ 4,8 milhões de faturamento anual, o Simples acaba saindo mais caro. Neste caso, o melhor é o enquadramento no regime de Lucro Real ou Presumido, sobre o qual ainda falaremos em seguida.
Para ficar mais prático, é preciso antes desvendar palavra por palavra do mecanismo tributário. Então, confira o glossário:
Impostos: são um tipo de tributo, e não há uma destinação específica para os recursos obtidos por meio de seu recolhimento. Geralmente são utilizados para o financiamento de serviços públicos, como educação e segurança. Eles podem incidir sobre o patrimônio (como o IPTU e o IPVA), renda (Imposto de Renda) e consumo, como o IPI que é cobrado dos produtores e o ICMS que é pago pelo consumidor.
Tributos: são o conjunto de impostos, taxas, contribuições e empréstimos compulsórios que formam a receita da União, Estados e Municípios. O IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) é um exemplo de tributo, assim como a taxa de iluminação ou a taxa do lixo cobrada por uma prefeitura, ou ainda a CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido).
Contribuições: podem ser de dois tipos: de melhoria ou especiais. No primeiro caso estão as contribuições cobradas em uma situação que representa um benefício ao contribuinte, como uma obra pública que valorizou seu imóvel. Já as contribuições especiais são cobradas quando há uma destinação específica para um determinado grupo, como o PIS (Programa de Integração Social) e PASEP (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), que são direcionados a um fundo dos trabalhadores do setor privado e público.
Alíquota: é percentual cobrado sobre a base de cálculo do tributo, que leva em consideração a faixa de faturamento da empresa.
Taxas: são os valores cobrados do contribuinte por um serviço prestado pelo poder público, como a taxa de lixo urbano ou a taxa para a confecção do passaporte.
Os principais impostos que sua empresa precisa pagar
Os impostos variam de acordo com o regime tributário no qual a empresa se encaixa. Então, para entender sobre os principais impostos, é essencial aprender sobre os modelos de tributação. Resumindo, existem três formas: Lucro Real, Lucro Presumido e o Simples Nacional.
O Simples Nacional é uma opção tributária para empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano. Já o Lucro Presumido é uma opção para empresas que faturam até R$ 78 milhões por ano (ou a R$ 6,5 milhões multiplicados pelo número de meses de atividade do ano-calendário anterior, quando inferior a 12 meses). E, por exclusão, todas as demais empresas que não estão nos perfis do Simples Nacional ou Lucro Presumido são empresas tributadas no Lucro Real.
- Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS): de responsabilidade dos municípios, esse imposto incide sobre serviços prestados. Os tributos são cobrados com base em alíquotas variáveis de 2% a 5%.
- Programa de Integração Social (PIS/PASEP): a contribuição do PIS/PASEP é devida pelas empresas, ou seja, são contribuições pagas mensalmente e têm como finalidade sustentar um fundo responsável pelo pagamento do Seguro Desemprego e do abono anual. Portanto, é uma contribuição feita pela empresa e não é deduzida do salário do colaborador. São três as modalidades de contribuição para o Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP): sobre o Faturamento (0,65% ou 1,65%); importação, e sobre a Folha de Pagamento (1%)
- Previdência Social (INSS): a Previdência Social é responsável tanto pelos pagamentos de aposentadorias quanto auxílio-acidente, auxílio-doença, salário-família, salário-maternidade e pensão por morte. O INSS Patronal ou Contribuição Previdenciária Patronal é um percentual que a empresa paga ao Governo para assegurar os funcionários nos casos citados. Com o fim da Desoneração da Folha de Pagamento, a empresa volta a pagar 20% sobre a folha.
- Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS): outro tributo Federal, desta vez voltado a financiar programas sociais, com alíquotas variáveis de 3% a 7,6% cobradas sobre o faturamento bruto. Quem opta pelo Simples Nacional, não paga essa.
- Imposto sobre a Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS): também entre os principais impostos, o ICMS é recolhido mensalmente, conforme o Código Nacional de Atividade Econômica (CNAE) adotado pela empresa. As alíquotas vão de 7% a 18% e são cobradas sobre mercadorias e serviços de transporte e telecomunicação.
- Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ): mais um para o cofre Federal, mas que incide sobre o lucro real ou sobre o faturamento bruto para as pessoas jurídicas enquadradas no lucro presumido. A alíquota é de 15% sobre o valor total, somada a mais 10% do valor do lucro mensal que exceder R$ 20 mil reais.
- Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL): financia a seguridade social e é um tributo Federal cobrado sobre o lucro líquido da empresa, seja o da modalidade de tributação pelo real ou pelo presumido: 9% para pessoa jurídica e 15% para Instituições financeiras.
- Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI): imposto incidente sobre produtos nacionais e importados. A base de cálculo depende da transação e a alíquota varia de acordo com o produto. Em geral, o recolhimento deve ser realizado até o 25º dia útil do mês subsequente ao fato gerador. O IPI tem função extrafiscal, ou seja, impactar o comportamento do consumidor. Utilizado para estimular ou frear o consumo de determinados produtos, o IPI pode ser aumentado, reduzido ou suspenso.
Existem diversos outros tributos e obrigações das empresas para com o governo. Nestes casos, um escritório de contabilidade confiável pode auxiliar o empresário e prestar consultoria específica, para cada ramo.
Planejamento Tributário
Além de ter que se preocupar com os principais impostos e com toda essa carga tributária, você terá que colocar outro fator na conta dos impostos: a folha de pagamento. Se ela corresponder a 20% das despesas totais, é bom manter o regime tributário pelo Simples.
Para as grandes empresas não há outra alternativa, a não ser trabalhar com o regime de tributação baseado no Lucro Real e estar em dia com todos os impostos previstos na legislação tributária.
Outra opção para quem é PME é o Lucro Presumido. Este regime é ideal para negócios cujo lucro ultrapassa os 32% do faturamento bruto. Fique atento: escolher o melhor regime de tributação fará a diferença para a sua empresa.
A partir do momento que a empresa consegue identificar corretamente os impostos devidos, é possível buscar uma redução de forma lícita. Isso acontece por meio da execução de um Planejamento Estratégico. A mudança de algumas características estratégicas da empresa podem ajudar a reduzir os impostos. Alguns exemplos são: estrutura de capital, localização geográfica, contratação de mão de obra, terceirização de determinadas operações, entre outras.
O caso dos autônomos
Se você é autônomo, provavelmente já teve inúmeras dúvidas quando o assunto é imposto. Isso acontece porque os serviços são prestados por uma pessoa física, sem a contribuição de empresa.
Vale lembrar que mesmo que um autônomo ainda seja uma pessoa física, por prestar serviços e receber por ele, está sujeito a pagar alguns impostos.
Mas antes de você saber quais impostos devem ser pagos por um autônomo, é necessário saber quem é esse tipo de profissional. Em geral, não tem nenhum vínculo empregatício com nenhuma empresa. Sendo assim, trabalha por conta própria, prestando serviços a terceiros. Estes podem ser outros profissionais autônomos, empresas e até mesmo pessoas físicas.
Os impostos a serem pagos por um autônomo
Existem diversos tipos de impostos que os autônomos precisam pagar. Mas é importante frisar que cada município determina seus próprios impostos a serem recolhidos pelos profissionais. Porém, é possível listar as taxas básicas:
Imposto Sobre Serviço (ISS): é uma das taxas que mais gera dúvidas em relação aos tributos desses profissionais. Isso porque alguns municípios entendem que o imposto é devido a cada emissão de RPA, que será tratado mais em seguida. Enquanto outros determinam que o profissional faça o pagamento uma vez ao ano. Por isso, dispensam de contribuir a cada novo serviço.
Além disso, o valor do ISS varia de acordo com o município. Por exemplo, nas cidades de Curitiba e São Paulo cobra-se o valor de 5%. Este é o teto máximo para cobrança desta taxa.
Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF): está embutido no RPA. E ele é retido pela fonte pagadora e obedece à tabela da Receita Federal. Lembre-se sempre de informar esse imposto na declaração anual do Imposto de Renda. Assim, serão contabilizados os valores tanto a pagar, quanto a devolver, sobre os valores auferidos ao longo do ano base.
INSS: este imposto é a contribuição previdenciária. É o valor que se paga para ter direito a uma aposentadoria, quando atingida a idade mínima estabelecida pelo Governo Federal. E também para que se consiga ter acesso, se necessário, a um auxílio doença e demais ajudas. Para chegar ao valor de INSS do profissional autônomo de acordo com o recebimento e as faixas de contribuição, é necessário calcular. Normalmente, quando o profissional autônomo possui um CNPJ, o Simples Nacional já gera um valor para o recolhimento do INSS. Ele está diretamente ligado com a atividade descrita por você no momento da criação da pessoa jurídica.
O que é o Recibo de Pagamento Autônomo?
O Recibo de Pagamento Autônomo (RPA) serve como comprovação de que um profissional atua legalmente como autônomo. E para conseguir emitir um RPA é necessário ter um registro na prefeitura da sua cidade e, ainda, como contribuinte individual do INSS. Por meio do RPA, o autônomo recebe o pagamento e contribui com seus impostos, comprovando assim, a atividade e o valor de seus recebimentos.
Algumas pessoas autônomas precisam pagar contribuição sindical para os órgãos representativos de suas classes. Como por exemplo engenheiros, contadores, arquitetos, médicos, entre outros.
Mesmo um profissional autônomo podendo se tornar um microempreendedor individual (MEI), muitas pessoas ainda preferem permanecer como autônomo a se tornar uma empresa. E, assim, passar a receber como pessoa jurídica. Isso porque a burocracia tanto para abertura quanto para fechamento de empresas no Brasil ainda é grande.
Sendo assim, se você é autônomo é importante estar atento aos impostos que regem a atividade profissional odontológica. Dessa forma, será possível usufruir de todos os seus direitos como cidadão e contribuinte.
Trata-se de trabalhar um material para que ele adquira o formato desejado de acordo com um projeto predefinido. É dessa forma que são feitas peças odontológicas, por exemplo. Existe o projeto inicial com as medidas e formatos exatos, esses dados são transmitidos para a impressora 3D e ela se encarrega de esculpir o material para que a peça seja fabricada.
Podemos utilizar esse tipo de impressão para fabricar brinquedos, peças diversas para máquinas, alimentos, próteses, tecido humano e, até mesmo, prédios. Você sabia que Dubai foi a primeira cidade a construir um prédio inteiro usando esse tipo de tecnologia?
Sendo assim, é possível perceber que as impressoras 3D são muito variadas e versáteis, por isso, também é possível utilizar a impressão 3D na odontologia. Ela possibilita planejar os tratamentos e confeccionar próteses, moldes e outras peças necessárias para os procedimentos odontológicos.
Como funciona a impressão 3D?
A impressão 3D é feita por máquinas específicas que fazem a leitura de dados e, de acordo com eles, esculpem o material desejado no formato que foi definido. Ou seja, é necessário ter um projeto que traga as medidas exatas do objeto que se deseja criar para que a impressora consiga esculpir o material com total fidelidade aos dados recebidos.
Para criar esse projeto, um software específico é utilizado e a impressão acontece em camadas de acordo com os dados até que seja atingida a forma final estabelecida no projeto. Diversos tipos de materiais podem ser utilizados para uma impressão 3D, mas são mais comuns o ABS, que é um tipo de plástico resistente, porém muito leve, e o PLA, um polímero biodegradável.
Existem tipos diferentes de impressora 3D, porque essa técnica pode ser realizada por meio de procedimentos distintos. Temos, por exemplo, a modelagem por fusão e depósito (FDN), a sinterização seletiva a laser (SLS) e a estereolitografia (SLA).
Sendo assim, de acordo com o material a ser utilizado e da aplicação das peças que serão esculpidas, adota-se o melhor método para fazer a impressão. Além disso, o tamanho da impressora também varia conforme as dimensões daquilo que se deseja imprimir.
Uma característica que faz a impressão 3D ser tão interessante para os diversos setores de atuação é o fato de que as impressoras são muito precisas. Elas conseguem recriar o projeto com detalhes de alta qualidade permanecendo totalmente fiel ao projeto original.
Como a impressão 3D pode ser utilizada na odontologia?
A impressão 3D na odontologia é aplicada da mesma forma que em outros setores. Com base em um estudo prévio do caso, realizado com o suporte de exames e imagens digitais, o especialista faz o planejamento do tratamento com o auxílio de um software.
O profissional pode, inclusive, imprimir modelos para estudo, análise e teste. Assim, um paciente que necessite de reabilitação oral, por exemplo, pode experimentar o seu novo sorriso antes de dar continuidade ao tratamento, com o intuito de ter certeza de sua satisfação com o resultado final.
Diversos casos diferentes podem ser tratados com a tecnologia 3D, sendo possível obter maiores detalhes e definir com exatidão os procedimentos para alcançar os melhores resultados possíveis.
O que difere a aplicação da impressão 3D na Odontologia para os demais ramos de atuação é o tipo de material utilizado. Geralmente os dentistas usam a porcelana, o policarbonato, a safira e a resina para impressão 3D.
A escolha depende daquilo que se pretende imprimir. Afinal, se estivermos falando de uma prótese ou implante, então, é necessária uma peça feita em material com tonalidade, textura e resistência similares ao dente natural. Já para a fabricação de modelos ou guias cirúrgicos, podemos usar a resina.
Por isso, a impressão 3D pode ser utilizada de formas diferentes para vários tratamentos odontológicos. Notadamente, suas mais óbvias aplicações são em restaurações, próteses, cirurgias buco-maxilo-faciais, cirurgias de correção, confecção de implantes e na fabricação de modelos e alinhadores.
Quais são os benefícios da impressão 3D na odontologia?
Toda tecnologia soma na atuação do profissional de odontologia. A adoção de técnicas, métodos, equipamentos e materiais mais modernos permite melhorar o atendimento, alcançando benefícios que impactam tanto o trabalho do odontologista como a satisfação do paciente.
No que se refere ao uso da impressão 3D em consultórios odontológicos, listamos, a seguir, alguns dos benefícios que se pode desfrutar ao trabalhar com ela. Veja:
Diferencial competitivo: a impressão 3D é uma tecnologia moderna que torna os processos muito mais simples e eficazes, melhorando a qualidade do atendimento do dentista. Sendo assim, ao trabalhar com ela, você adquire um diferencial competitivo no mercado.
Otimização de processos: a aplicação da impressão 3D na odontologia pode otimizar os processos de diferentes maneiras. Uma delas é a facilidade de fazer a análise de detalhes e características da anatomia do paciente. Além disso, a confecção das peças acontece de uma forma muito mais rápida, o que reduz o tempo de espera do paciente e permite que os problemas sejam solucionados com uma quantidade menor de consultas.
Produtos mais resistentes: as impressoras 3D trabalham com diferentes tipos de materiais, por isso, oferece uma variedade maior de opções para confeccionar, principalmente, próteses e implantes. Afinal, essas peças precisam ter um alto valor estético ao mesmo tempo em que apresentam uma boa resistência para suportar o processo mastigatório e outras possíveis agressões. Com a possibilidade de escolher o melhor material em cada caso, o dentista pode optar por aquele que mais se adeque às características do seu paciente, ao mesmo tempo em que tem uma melhor resposta mecânica para cumprir com sucesso a funcionalidade esperada.
Alto grau de precisão: o processo de confecção de moldes e peças variadas é feito de forma automatizada e com base em dados digitalizados. Por isso, se consegue um alto grau de precisão em tudo aquilo que é confeccionado por meio da impressão 3D, de modo que são fiéis às necessidades de cada paciente.
Aumento na produtividade: a impressão 3D na Odontologia torna os processos mais rápidos porque é reduzido o tempo de confecção das peças. Além disso, a possibilidade de estudar e planejar as intervenções faz com que o profissional tenha mais agilidade na hora de aplicar o procedimento. Tudo isso ajuda a aumentar a produtividade da clínica, um fator que é vantajoso tanto para o profissional, que consegue ter uma rotatividade maior de pacientes, quanto para quem é atendido, que não precisa esperar muito tempo para ter o seu problema solucionado.
Maior lucratividade: utilizando a impressão 3D, também é possível aumentar a lucratividade do profissional. Isso se dá em função da melhor produtividade e também da possibilidade de planejar os tratamentos de forma eficaz. Consegue-se economizar insumos e materiais, o tempo de espera para a finalização dos procedimentos é reduzido e o próprio profissional consegue confeccionar as peças que utilizará. No final, todos esses fatores somam de forma positiva nas finanças do consultório.
A utilização da impressão 3D na Odontologia é uma realidade que muitos profissionais já vivenciam, e isso favorece o seu trabalho e a satisfação dos pacientes. Implementá-la em seu consultório é um diferencial competitivo que lhe dá mais destaque, além de modernizar o seu atendimento aumentando sua credibilidade e a qualidade dele.
Estes a seguir são os modelos mais facilmente encontráveis no mercado brasileiro.
Impressora 3D Anycubic Photons (Talmax) – Conta com tecnologia SLA baseada em LCD para impressão de modelos 3D. Apresenta um design inovador que reduz os ruídos, além de contar com nivelamento das camadas de impressão. Para proporcionar maior estabilidade e reconstrução de detalhes, a Anycubic Photons possui trilho linear duplo no eixo Z, além de impressão off-line com sistema operacional integrado. Outras características: permite fácil manuseio, software rápido, conta com nivelamento das camadas de impressão. Design novo que proporciona a redução de ruídos; sistema duplo de ventilação e filtragem de ar a carvão, para reduzir o odor dos produtos utilizados. Tela touch screen e iluminação UV que atua com distribuição uniforme de energia. Precisão de 25 a 100µm. Garantia: 12 meses pelo fabricante. Volume de construção: 115 x 65 x 165 mm. Resolução LCD: 2560 x 1440 pixels (2K).
Impressora 3D Phrozen Sonic Mini 4K (Odontomega) – impressora indicada para desempenhar uma impressão uniforme e detalhada em laboratórios de próteses, clínicas odontológicas, makers, partes industriais e ourivesarias. Entre suas aplicações estão: modelos odontológicos e peças para injeção/prensagem, gengiva artificial, guia cirúrgico, provisórios e placas miorrelaxantes, prótese total (gengiva e dentes), e moldeiras individuais. Outras características: ampla área de impressão, funciona por mais de 2.000 horas de uso. Resolução XY 35μm; velocidade de impressão: 80mm/h. Garantia: 1 ano pelo fabricante.
Impressora 3D Phrozen Sonic Mighty 4K (Odontomega) – idealizada para imprimir modelos em quantidades, modelos grandes de estudo, crânios e ossos mandibulares com total precisão 4K, pois possui uma área de impressão estendida de 9,3″ e um eixo Z de 22 cm. Ideal para laboratório, clínicas odontológicas e radiologias, na impressão 3D de: modelos, modelos para alinhadores invisíveis, peças para injeção/prensagem, gengiva artificial, guia cirúrgico, provisórios, placas miorrelaxantes e próteses totais. Outras vantagens: impressão 3D de 24 modelos para alinhadores invisíveis 3 horas; 210 coroas para injeção ou fundição em 1 hora; 6 placas miorrelaxantes em 1 hora. Resolução 4K: a 52 µm, o Sonic Mighty 4K imprime construções maiores com resolução extremamente alta. * Tela LCD monocromática: imprime até 4 vezes mais rápido do que as impressoras 3D tradicionais, levando apenas dois segundos para imprimir uma camada. 2000 horas de trabalho garantidas para todas as telas LCD.
Impressora 3D Phrozen Sonic Mono 2K (Odontomega) – pensada para proporcionar uma impressão facilitada. Seu uso é ideal para modelos odontológicos, peças para injeção/prensagem, guia cirúrgico, provisórios, gengiva artificial, placas miorrelaxantes, moldeiras individuais e prótese total (gengiva e dentes). Compacta e leve, proporciona uma impressão ágil que leva apenas 1 segundo para imprimir uma camada simples. Além disso, para uso é necessário apenas um drive USB para envio de seus arquivos para o equipamento e em poucos segundos estará pronta para o trabalho.É totalmente compatível com resinas de outras marcas. Tela touch de 2.8 polegadas e uma tela LCD que funciona por mais de 2000 horas. Leva apenas 5 minutos para instalar. Outras características: resolução XY: 62.5 µm, velocidade de Impressão: 80mm/ hour. Garantia: 1 ano pelo fabricante.
Impressora 3D Micro Plus XL M- Type (Envisiontec) – impressora 3D de nível profissional que utiliza uma fonte de luz LED UV industrial para a impressão de modelos 3D. Sua tela touch sensível ao toque proporciona ao usuário um melhor manuseio e conveniência, possibilitando que os arquivos sejam transferidos de forma rápida e fácil do computador da rede para o Micro Plus via Wi-Fi. Ampla variedade de aplicações de impressão 3D. Utiliza uma fonte de luz LED UV industrial. Conta com tela sensível ao toque para maior conveniência à interface do usuário. Permite transferência de arquivos para impressão de forma rápida e fácil. Conta com capacidade de produzir peças funcionais com ótima qualidade superficial. Garantia: 12 meses pelo fabricante.
Impressora 3D Phrozen Sonic 4K (Odontomega) – ideal para laboratórios de prótese, clínicas odontológicas, makers, partes industriais e ourivesarias, e para produção de modelos altamente detalhados, exatamente iguais ao seu desenho, independente do tamanho impresso. Proporciona resolução de 35µm e 722 PPI, com uma grande área de impressão de 13cm por 7,5cm. Construção robusta em alumínio com eixo Z Duplo garantindo ultra estabilidade. Acompanha software de fatiamento profissional FormWare PHROZEN Edition.
Utilizando a tecnologia de LCD monocromático, o LCD da Sonic 4K funciona por mais de 2.000 horas de uso, imprime a 1 segundo por camada. Resolução Z 10m. Garantia de 1 ano.
Impressora 3D Phrozen Sonic Mini Mono 2K (Odontomega) – pensada para proporcionar uma impressão facilitada, seu uso é ideal para modelos odontológicos, peças para injeção/prensagem, guia cirúrgico, provisórios, gengiva artificial, placas miorrelaxantes, moldeiras individuais e prótese total. Compacta e leve, ela produz uma impressão ágil que leva apenas 1 segundo para imprimir uma camada simples. Além disso, para uso é necessário apenas um drive USB para envio de seus arquivos para o equipamento e em poucos segundos estará pronta para o trabalho. É totalmente compatível com resinas de outras marcas. Outras características: tela touch de 2.8 polegadas e uma tela LCD que funciona por mais de 2000 horas; leva apenas 5 minutos para instalar. Resolução XY: 62.5 µm. Velocidade de Impressão: 80mm/ hour. Garantia: 1 ano pelo fabricante.
Impressora W3D Print 2.0 (Wilcos) – imaginada para clínicas e laboratórios que buscam versatilidade, precisão e agilidade na impressão de placas, modelos, guias cirúrgicas, calcináveis, gengiva artificial, mock up, prototipagem para orientação cirúrgica e próteses provisórias. Conta com ótima área de impressão e proporciona impressões com mais detalhes. Apresenta nova fonte de luz paralela de matriz, o que proporciona uma exposição mais uniforme, maior eficiência e melhor dissipação de calor. Possui sistema LCD, com resolução média de 47μ (centro da bandeja) a 125μ (laterais da bandeja). Possibilidade de configuração para pausar a impressão após abrir a tampa. Resolução XY: 0.051mm 2560*1620 (2K) dd>. Velocidade de impressão: MAX 50mm/h. Garantia: 1 ano pelo fabricante.
Impressora Digital (W3D Print) – ideal para clínicas e laboratórios que buscam versatilidade, precisão e agilidade na impressão de placas, modelos, guias cirúrgicas, calcináveis, gengiva artificial, mock up, prototipagem para orientação cirúrgica e próteses provisórias. Compacta e leve, ela conta com ótima área de impressão e proporciona impressões com mais detalhes. Apresenta nova fonte de luz paralela de matriz, o que proporciona uma exposição mais uniforme, maior eficiência e melhor dissipação de calor.LCD monocromático de 2K: reduz o tempo de exposição para 1,5 segundos e permite imprimir até 2.000 horas (o que é 4 vezes mais do que o LCD colorido). Outras características: Resolução XY: 0.051mm 2560*1620 (2K) dd>. Velocidade de impressão: MAX 50mm/h. Garantia: 1 ano pelo fabricante.
Impressora 3D Micro trix print (Dekema) – impressora DLP de alta precisão para automatização do processo de prensagem. Posicionamento e inclusão totalmente digitalizado, projetando diretamente na base do cadinho, facilitando assim o cálculo e o posicionamento dos elementos. Unidade de controle multitoque de 10,1 com um conceito de operação engenhosamente simples. Transferência automática de trabalhos de impressão específicos do projeto. Impressão 3D em no máximo duas placas de base Trixpress ™ ou em uma área de base 144 x 81 [mm²] com altura de até 160mm. Garantia de 1 ano.
A decisão pela compra do imóvel é um momento de muita ansiedade e emoção. Por outro lado, envolve atenção e cautela por parte do comprador. Uma decisão mal tomada pode ser sinônimo de dor de cabeça, pendências judiciais e prejuízos financeiros. Todo comprador certamente quer comprar com segurança e evitar futuros aborrecimentos. Mas a garantia de que não há nada de errado com o imóvel pretendido (no caso de unidade usada) implica alguns cuidados, como verificação da documentação – não só do imóvel, mas também do vendedor – , checagem das condições físicas da casa ou apartamento e, em alguns casos, consulta a um bom advogado. A seguir, algumas dicas na hora de comprar um imóvel que podem significar a diferença entre bom negócio e grande decepção.
- Antes de comprar: – em primeiro lugar, ao verificar o estado de conservação do imóvel, inclua na análise as áreas comuns do edifício, no caso de apartamento. O estado geral de conservação do prédio é um dos fatores que podem influenciar o preço do imóvel; – verifique o posicionamento do imóvel em relação à luz do sol. Salas que recebem luz do sol pela manhã (a chamada “face norte”) são mais valorizadas. Observe se existe presença de umidade nas paredes, azulejos, pisos e tetos, que podem significar infiltrações; – experimente também verificar a pressão da água abrindo torneiras. Não esqueça também de acender as luzes para conferir algum problema elétrico; – além do imóvel em si, também é importante se certificar de que o local possui boa infraestrutura, ou seja, opções de serviços, comércios em geral, meios de transporte, além de hospitais e escolas. Então, veja se o bairro dispõe de tudo isso; – outra boa dica para conhecer um pouco mais sobre as proximidades, manutenção do prédio, valor de condomínio e obras previstas é conversar com os futuros vizinhos e com o síndico. Essas informações podem representar um importante trunfo para o futuro proprietário; – em tempos de falta de estacionamentos públicos, um item que se tornou extremamente valorizado é a garagem. Verifique se o imóvel possui vaga na escritura e, em caso negativo, informe-se sobre o sistema adotado no condomínio: se as vagas são demarcadas, se são fixadas por regimento interno, se são por ordem de chegada ou se existem manobristas.
- Durante a negociação de compra: – é aconselhável consultar os serviços de um advogado. Nada melhor do que estar bem assessorado na hora de realizar um negócio; – o sinal deve ser simbólico, apenas para assegurar a compra; – a documentação correta é a principal arma para garantir a segurança do comprador. Existe uma série de documentos que o comprador deve exigir; – de posse de toda documentação, o pagamento pode ser integralizado; – se o imóvel nunca tiver sido habitado, o comprador deve solicitar a planta hidráulica e elétrica, que normalmente encontra-se em poder do síndico; – para ser proprietário de fato do imóvel, falta a última e mais importante etapa: encaminhar a elaboração da escritura ao escrevente do Cartório de Notas e registrar o imóvel no Cartório de Registro de Imóveis. Somente após o registro obtém-se o direito real sobre o imóvel, segundo a Lei 4.591, de 1964. Com o imóvel registrado, pode-se efetuar a transferência do IPTU para o nome do novo proprietário.
- Documentos que o comprador deve exigir: – cópia da escritura e do registro do imóvel junto ao Cartório de Registro de Imóveis; – Certidão Negativa de Débitos Condominiais (em caso de apartamento). Caso não estejam quitados, os débitos recairão sobre o novo proprietário; – certidão de propriedade com negativa de ônus com vintenária (situação do imóvel durante os 20 últimos anos); – certidões pessoais do vendedor em distribuidores civis, justiça federal, cartório de protesto e executivos fiscais devem ser verificados na cidade na qual se localiza o imóvel e na qual resida o vendedor, caso sejam diferentes; – certidão negativa de IPTU e o carnê com as parcelas quitadas. Mas fique de olho no prazo: todas as certidões têm validade de 30 dias; – certidão de propriedade, com averbação da construção, em se tratando de casa. Se não, o novo proprietário corre o risco de estar comprando apenas o terreno e não a construção. Quando o caso é um imóvel na planta ou em construção, o Procon recomenda que o comprador, antes de assinar o contrato, verifique com atenção os seguintes itens: o índice de correção das parcelas, o mês de correção, a previsão de cobrança de resíduo nos contratos com reajuste anual (que não pode ser acrescido de juros), o mês e o ano em que o imóvel vai ser entregue. Caso haja financiamento bancário, o comprador também deve verificar se o imóvel vai ser hipotecado. No caso de multa por atraso no pagamento das prestações, o máximo que pode ser cobrado é 2%.
- Despesas: geralmente cabe ao comprador o pagamento da sua escritura e seu registro. Ao vendedor cabe pagar a comissão do corretor e as despesas com certidões.
- Outros cuidados básicos: preste atenção na proposta e no contrato de compra e venda. Se tiver dúvidas, antes de assinar consulte um advogado ou um órgão de defesa do consumidor. Verifique se a proposta contém cláusula que permita o cancelamento – direito de arrependimento do negócio. Se quem desiste é o comprador, ele perde o sinal. Se for o vendedor, ele deverá restituir o valor do sinal em dobro. Risque os espaços em branco e rubrique todas as folhas do contrato; exija cópia do contrato. Registre o contrato no Cartório de Registro de Imóveis competente. Resumindo, a melhor atitude ao comprar o imóvel dos sonhos é não se deixar levar pela emoção. Condições da unidade, documentação, preço e formas de pagamento, entre outros itens, devem ser todos avaliados em conjunto, para que você não seja surpreendido gastando mais do que planejava ou acabe por se arrepender da compra.
. Se for utilizar a máquina para editar imagens ou rodar software pesado, cada MHz e Mb adicional na CPU vale a pena. No entanto, é um erro pensar que computadores sofisticados permitem navegação mais rápida na Internet. Tal quesito é totalmente inútil se a máquina não tiver conexão de alta velocidade. Se você tiver convênios que exigem o envio de imagens pela Internet, isso vai ser quase uma necessidade. Em se tratando de um computador voltado para tarefas simples, como processamento de texto, troca de e-mails sem anexos volumosos ou execução de software administrativo de bom porte, um computador sem grandes pretensões mnemônicas já satisfaz.
Computadores dotados de processador Intel ou AMD dão conta de todas essas atividades e são muito ágeis inclusive na composição e manipulação de fotos digitais dos prontuários dos melhores softwares odontológicos (V. Softwares Odontológicos).
Qual o seu uso
Antes de tudo, é bom definir o que você pretende fazer com o dispositivo no dia a dia. Vai usar só para navegar na internet e assistir alguns vídeos on line? Vai usar a máquina para trabalhar, produzir textos e planilhas? Ou precisa usar programas mais pesados como os de edição de vídeos e imagens? Esse é sem dúvida o primeiro passo para acertar na escolha.
Quanto você quer ou pode gastar?
Quanto você está disposto a gastar ou pode investir em uma nova máquina? Qual é seu orçamento para essa nova aquisição. Esse é mais um filtro importante antes de começar a pesquisa. Mas preste atenção.
Há PCs disponíveis no mercado a partir de 1000 reais. Esses equipamentos são indicados apenas para aquelas pessoas que não pretendem usar o computador para qualquer tarefa além de navegar na internet, ver um ou outro vídeo e, de repente, fazer trabalhos escolares simples. Para quem pretende ir um pouco além, e mais: quer ter uma máquina que vai te acompanhar por maios tempo, e pronta inclusive para novas tecnologias que possam surgir, existe uma espécie de valor médio, para começar.
Tem que prestar muita atenção no que você está comprando. De faixa de preço, claro, tem produtos mais baratos, mas quando você vai a partir de 1800 reais você consegue ter caracterizações de processamento mais high end, você foge um pouquinho de produtos que de repente são especificados abaixo da média para te entregar preço…
Meio caminho andado: com o objetivo e orçamento definidos, é provável que sua escolha já tenha se limitado a muito menos modelos. Já fica bem mais fácil escolher. Mas claro, é sempre importante avaliar toda a configuração do computador antes de leva-lo para casa. Agora vamos olhar para dentro dos PCs. Podemos começar pelo coração da máquina. Aqui de novo entra a questão da sua prioridade de uso. Dá para a gente dividir a categoria em três níveis: básico, intermediário e avançado. Para quem vai só navegar na web e de repente produzir um ou outro conteúdo, os processadores mais básicos são mais que suficiente. Na Intel, o primeiro da família é o Core I3; na AMD, o chip de entrada é o Ryzen3: ambos possuem 4 núcleos. Para quem precisa de um pouco mais de performance ou ainda que quer um computador que dure mais tempo, o nível acima é o Core I5 da Intel, e o Ryzen5 da AMD, São os mais populares, e além de performance trazem novas tecnologias embarcadas, como economia de bateria, entre outras. Por último, os processadores de alta performance, top de linha das marcas, sejam o I7 ou I9, da Intel, ou Ryzen7 da AMD. Esses é claro são indicados para todo o tipo de uso.
A memória Ram é um item importante na determinação do desempenho da máquina. Definir a quantidade de Ram depende dos programas que você pretende usar. Alguns têm inclusive exigência mínima de Ram. Mas basicamente podemos definir assim: para escutar música, editar textos, e simplesmente navegar na internet, entre 2 e 4 gigas de Ram funcionam. Já para quem quer assistir séries online, usar outros serviços de streaming, e até se divertir com games mais casuais, o mínimo são 4 gigas de Ram. Já para trabalhos com vídeo e jogos em alta resolução, com muita demanda de processamento, o melhor é procurar um computador que tenha entre 8 e 16 gigas de Ram. Resumindo, hoje em dia talvez não valha a pena comprar um computador com menos de 4 gigas de Ram.
Disco rígido ou disco sólido: HD ou SSD? Bom, a maioria das máquinas- Desktops e notebooks – ainda têm com o HD convencional. Entre suas principais vantagens estão o menor preço e a alta capacidade de armazenamento. Por outro lado, quem já experimentou um computador com o SSD sabe a diferença da velocidade. O SSD é muito rápido, quase que instantâneo. Usando memórias flash, similares a dos populares pendrives, a maior vantagem do SSD é essa mesmo, a velocidade. Por outro lado, os SSDs ainda são mais caros, mesmo com a capacidade de armazenamento inferiores.
Tem o armazenamento de 1 tera, muito maior que um SSD pode trazer. Tem opções com o SSD com 1 tera? Tem. Só que é muito caro. Então, as pessoas não conseguem muitas vezes adquirir um produto com tanto espaço para armazenamento.
Uma boa opção é procurar por sistemas híbridos, aqueles com maior armazenamento, usando um HD tradicional e um SSD menor para colocar alguns arquivos mais acessados e o próprio sistema operacional. A maioria dos SSDs vendidos possuem entre 128 e 256 gigas de espaço. Apesar de já existirem opções com alguns terabytes, o preço é praticamente inacessível para muita gente. As placas gráficas integradas, aquelas embarcadas no próprio processador, evoluíram muito de um tempo para cá. O salto de performance é significativo, mas ainda há algumas pessoas que precisam sim pensar numa placa dedicada, ou seja, à parte do processador. Gamers normalmente optam por esse segundo modelo mas para jogos mais simples, as integradas já funcionam superbem e não frustram ninguém.
Se você percebeu logo na primeira consulta que se trata de um paciente bem difícil, que por mais que você force ser simpático nada parece satisfazer, e que vai ser um “jogo” sempre de saia justa, é melhor torcer para que ele se desaponte logo. Pelo menos, vai ter menos motivos para sair falando mal. Mas sempre é melhor se esforçar para agradar a clientela, e demover resistências irracionais.
Talvez pareça um pouco complicado aprender como pagar o INSS como autônomo sem prévia experiência, mas vale conferir as dicas a seguir. Aqui está o passo-a-passo para pagar o INSS como autônomo por conta própria:
- Faça a inscrição no PIS ou NIT. Para realizar a inscrição no INSS é necessário já ter um cadastro no PIS ou NIT. O Programa de Integração Social (PIS) é voltado aos trabalhadores com carteira de trabalho assinada por uma Pessoa Jurídica na iniciativa privada. O Número de Registro do Trabalhador (NIT), por sua vez, contempla os trabalhadores autônomos, ou seja, que não têm um vínculo empregatício. É a partir desses registros que se é identificado e, consequentemente, se pode acessar os benefícios sociais.
Se nunca se trabalhou com carteira assinada, deve-se fazer a inscrição na condição de filiado na Previdência Social. O cadastro é rápido e fácil, podendo ser feito por meio do telefone ou da internet. É apenas necessário informar a opção de Contribuinte Individual e a atividade exercida. O cadastro no PIS ou NIT pode ser realizado através das plataformas abaixo:
- Site: acesse o site http://www.dataprev.gov.br/.
- Telefone:através do número de telefone 135.
- Agência:procure a agência conveniada mais próxima. Não é necessário que se envie nenhum documento para os funcionários da Previdência Social. Apenas certifique-se de informar corretamente os seus dados pessoais. Caso já se tenha trabalhado com carteira assinada anteriormente e, por consequência, contribuído para a Previdência Social, já se possui um cadastro no PIS. O Programa de Integração Social, mais conhecido como PIS, é necessário para que o trabalhador possa ter as contribuições sociais recolhidas pelo empregador.
Como saber o meu número do PIS?
Muitas pessoas se esquecem qual é o seu número do PIS depois de ficarem desempregadas, mas para verificá-lo é mais simples do que se imagina. Há diversas formas de descobrir o número do PIS; descrevemos algumas delas logo abaixo:
- Carteira de trabalho:pode-se encontrar o número do PIS na primeira página da carteira de trabalho, localizado logo abaixo do campo PIS/PASEP. O número de registro é composto por dez a onze números e fica destacado em negrito no início da página. Entretanto, se a carteira de trabalho for antiga, pode-se encontrar o número do PIS nas “Anotações Gerais”, no final das páginas de sua carteira.
- Cartão do cidadão:é utilizado para empregados acessarem os seus benefícios sociais e trabalhistas. Através dele é possível consultar o saldo do FGTS, rendimento do PIS, seguro-desemprego, entre outros. Por isso, o número do PIS é presente na frente do próprio cartão.
- Site:outra opção presente é saber o seu número do PIS através do site da Dataprev. Entre no site, clique em “Inscrição” e selecione “filiado”. Após isso, apenas precisará informar os dados pessoais presentes no RG como: nome completo, data de nascimento, filiação, número do CPF. Essa é uma boa alternativa para quem perdeu ou não tem em mãos a carteira de trabalho.
- Telefone:se a opção preferida é falar com um funcionário da Previdência Social, pode-se entrar em contato pela Central de Atendimento da Previdência. Basta discar o número 135 e teclar na opção “5” para que possa ter acesso ao seu cadastro do PIS. Também é possível entrar em contato com a Caixa Econômica Federal para saber o número do PIS, o telefone para contato é gratuito: 0800 726 0207.
- Escolha o tipo de contribuição mais adequado
Após fazer o cadastro no Programa de Integração Social, deve-se escolher a categoria de contribuição. Os autônomos que querem pagar o INSS devem escolher a categoria chamada “Contribuinte Individual”; entretanto, há várias formas de contribuição. Estas recebem códigos diferente para o pagamento, o qual se terá que preencher na Guia da Previdência Social (GPS). Cada opção de contribuição varia no que se refere à quantia de pagamento a ser efetuada, bem como aos direitos que se terá ao se aposentar. Logo a seguir explicamos características e principais diferenças entre os vários tipos de contribuição:
- 1007 Contribuinte Individual com recolhimento mensal:esse código é o mais popular entre os trabalhadores brasileiros. A partir desse código, ganha-se o direito de tanto se aposentar por idade quanto por tempo de contribuição. A quantia de pagamento deste código é de 20% de seu salário-mínimo ou renda por mês. Atualmente, o INSS determina o pagamento de 20% de até no máximo R$4.663,75.
- 1104 Contribuinte Individual com recolhimento trimestral:esse código tem características similares ao código 1007, ou seja, também garante o direito de se aposentar por idade e por tempo de contribuição. A única diferença é que se recolhe os 20% de seu salário-mínimo ou renda a cada três meses.
- 1163 Contribuinte Individual com recolhimento mensal: esse código de contribuição tem a alíquota de apenas 11% do salário sobre o salário mínimo vigente do momento do recolhimento. Apesar do recolhimento ser menos oneroso do que o do código 1007, esse código apenas dá direito a aposentadoria por idade.
- 1180 Contribuinte Individual com recolhimento trimestral:da mesma forma que o código acima (1163), esse código não garante o direito de se aposentar por tempo de contribuição, apenas dá a possibilidade de se aposentar por idade. A alíquota também é de 11% ao mês, porém o recolhimento ao INSS é realizado a cada três meses.
Como escolher o seu tipo de contribuição:
A grande diferença entre o plano normal de contribuição (20%) e o plano simplificado (11%) é, obviamente, o valor da contribuição e o direito de se aposentar por idade. Enquanto os códigos 1007 e 1104 garantem ao contribuinte a possibilidade de se aposentar por idade e por tempo de contribuição, os códigos 1163 e 1180 apenas dão o direito de se aposentar por idade. Os códigos mais utilizados entre os brasileiros é o 1007, contribuinte individual com alíquota de 20% mensalmente, por ser um dos mais vantajosos. Apesar de a contribuição aumentar proporcionalmente com o direito que se adquire, vai-se ter como benefício a concessão de todos os benefícios da Previdência Social.
Atualmente, o teto máximo de contribuição é de 20% de R$4.663,75, ou seja, ainda que se ganhe um salário mais alto no final do mês, não se poderá contribuir proporcionalmente a ele.
- Preencha corretamente o GPS.
Em seguida, deve-se preencher corretamente a Guia da Previdência Social, GPS, para efetuar o pagamento da contribuição. A GPS pode ser gerada através do site da Previdência Social, no internet banking, ambos com preenchimento online, ou também pode ser comprada em qualquer papelaria, devendo ser preenchida manualmente. É essencial que se preencha as informações corretamente em cada campo da GPS, especialmente quando a forma escolhida for a manual. Os campos de preenchimento na GPS são importantes para que o pagamento seja identificado e efetuado corretamente de acordo com a contribuição. Erros comuns como, por exemplo, colocar o número errado de seu código de contribuição, pode ter efeitos negativos futuramente. Veja o passo-a-passo de como preencher a GPS:
No site da Previdência Social
Acesse o site da Previdência Social, indique qual tipo de contribuinte se enquadra e, em seguida, digite seu número de cadastro no INSS (PIS OU NIT). Antes de seguir a diante, certifique-se que preencheu as informações corretas, verificando atentamente os dados digitados, especialmente os números. Após se certificar que preencheu os campos corretamente, sem erros de digitação, confirme seus dados na página. Passo seguinte, será redirecionado ao Guia da Previdência Social para que preencha os campos: competência, salário de contribuição, código do pagamento e dados de pagamento. No campo de competência, deve-se informar o mês referente à contribuição como, por exemplo, 01/2017 (janeiro de 2017), 10/2017 (outubro de 2017) e assim por diante. Já o espaço de salário de contribuição é onde se deve digitar a renda mensal para que a alíquota da contribuição seja calculada.
Por fim, deve-se preencher o tipo de contribuição (código), a data do pagamento do carnê e imprimir a sua Guia.
No carnê, manualmente
O GPS (Guia da Previdência Social) pode ser adquirido em bancas de jornais e papelarias. Geralmente, o valor cobrado nas papelarias gira em torno de R$2,00 e R$6,00. O carnê deve ser preenchido manualmente, com atenção redobrada, pois as informações serão utilizadas para que o pagamento seja efetuado.
É recomendado que se mantenha guardado seu carnê, mesmo após realizado o pagamento, pois é uma prova de que se contribuiu devidamente no mês específico. Se houver qualquer problema no sistema referente ao tempo de contribuição, deve-se apresentar o carnê.
O preenchimento do carnê deve ser feito da seguinte forma:
- Nome ou Razão Social/ Fone/Endereço:neste campo, deve-se preencher o nome completo, sem abreviar o seu sobrenome, por exemplo, Flávio Junior Silva da Cruz. O endereço deve ser preenchido completamente, informando rua, bairro, cidade, CEP. E também deve ser informado um telefone para contato, podendo ser tanto fixo como celular.
- Data de vencimento:a data de vencimento da contribuição do INSS é sempre no dia 15 do mês subsequente ao pagamento. Por exemplo, quando se estiver pagando a contribuição do mês de janeiro de 2027, você deve informar o dia 15 de fevereiro de 2027, e assim por diante.
- Código de pagamento:o código de pagamento é o código de contribuição escolhido pelo contribuinte; o mais comum é o “1007” (alíquota de 20% sobre o salário-mínimo ou renda mensal e direito a aposentadoria por idade e tempo de contribuição).
- Competência:neste campo deve-se informar o mês referente ao pagamento de sua contribuição. Por exemplo, se estiver pagando o mês de janeiro de 2027, deve-se preencher “01/2027”. Já se estiver pagando o mês de fevereiro de 2027, preencha “02/2027”. Não confunda com o vencimento, que é apenas no dia 15 do mês subsequente.
- Identificador:o número identificado é o número de cadastro na Previdência Social, podendo ser o PIS, NIT, PASEP, ou outro número de identificação da Previdência Social. Preencha com bastante atenção e cautela; afinal, este é o número que indica que o pagamento foi realizado para sua conta.
- Valor do INSS:este campo é referente ao valor pago em espécie para sua contribuição. O valor varia de acordo com o tipo de contribuição que se escolheu anteriormente, podendo ser com base na alíquota de 20% do salário mínimo ou 11% do salário mínimo. Sempre verifique o valor do salário mínimo atual, pois ele é alterado anualmente.
- Deixar em branco.
- Deixar em branco.
- Deixar em branco.
- Multa e Juros:apenas preencha esse banco se estiver efetuando a contribuição com atraso, ou seja, após o dia 15 do mês subsequente. Os outros campos, 07, 08, 09, também podem ser deixados em branco, caso se esteja efetuando o pagamento dentro das condições.
- Total:neste espaço deve-se preencher o valor total de sua contribuição. Se o pagamento foi feito dentro do prazo do vencimento, deve-se repetir o valor determinado no campo 6. Entretanto, se se está pagando o valor mais juros e multa, deve-se somar os valores.
- Autenticação bancária:não preencha esse espaço, pois é o campo em que o banco ou casa lotérica preenche para comprovar que foi efetuado o pagamento. Não é recomendado que se faça o pagamento online, pois esse espaço fica em branco e, consequentemente, dificulta a comprovação de seu pagamento.
- Pague a GPS mensalmente antes do dia 15
Por fim, depois de preencher o seu GPS de forma correta, deve-se dirigir ao banco ou casa lotérica mais próxima para efetuar o pagamento. O vencimento do pagamento é sempre no dia 15 do mês subsequente ao da contribuição. Por exemplo, se estiver pagando o mês de agosto, o vencimento será no dia 15 de setembro. Caso o dia do vencimento caia em final de semana ou feriado, o vencimento é prorrogado até o próximo dia útil. Como vimos anteriormente nos tipos de código, o contribuinte pode escolher o pagamento mensal ou trimestral de sua contribuição ao INSS. A contribuição mensal é efetuada todos os 12 meses do ano. Por sua vez, da trimestral é efetuado o recolhimento a cada três meses.
- Atenção:é recomendado que se verifique o valor do salário mínimo vigente, uma vez que este valor é atualizado todo ano. Independente das alíquotas de sua contribuição, elas são proporcionais ao salário mínimo do ano do pagamento. Por isso, atenção dobrada.
Contribuir mensalmente como autônomo para o INSS é muito importante se se almeja garantir a aposentadoria e um futuro mais tranquilo.
É útil saber que o INSS para dentistas é obrigatório, é necessário contribuir para ficar em dia com a Receita Federal e com a Previdência Social. Outras informações, buscar no site do e-social.
Além disso, é importante destacar que por mais que se tenha acesso a um plano de previdência privada, a contribuição para o INSS continua sendo obrigatória. Tenha muito cuidado, deixar de contribuir para a previdência pode trazer uma série de problemas, dentre eles a cobrança dos valores não pagos com juros e multas.
Portanto, não espere receber uma notificação e cobrança da Receita Federal para regularizar a sua situação.
Em apenas um ano, o Instagram já contava com dez milhões de usuários, sendo que o serviço estava disponível apenas para proprietários de iPhones e iPads. Em 2012, o Facebook comprou o Instagram por cerca de 1 bilhão de dólares, no mesmo ano em que a rede social foi disponibilizada para dispositivos Android.
A rede social permite o compartilhamento de fotos e vídeos, bem como a integração com outros aplicativos. Entre as suas funcionalidades estão a aplicação de filtros, o Boomerang, os Stories, além das gravações e transmissões de vídeos ao vivo. Atualmente, o Instagram também é um dos principais veículos para a publicidade de empresas de todo o mundo.
De acordo com a empresa, hoje cerca de 1 bilhão de pessoas utilizam a rede social. Para dar conta do crescimento e da intensa atividade, a companhia se baseia em valores como simplicidade, criatividade e privacidade.
No Brasil, o Instagram é uma das redes sociais mais acessadas. Desde 2015, os brasileiros ocupam lugar de destaque nas estatísticas do aplicativo. Entre os usuários do Instagram, a participação dos brasileiros é maior que a média global.
Como explorar
Dessa forma, considerando que investir no marketing digital pode ser uma das melhores estratégias para os dentistas que querem atrair mais pacientes, aumentar a visibilidade da sua clínica ou consultório e se tornar referência em seu segmento, saber como usar o Instagram para Odontologia é essencial para os profissionais que buscam crescer no mercado.
Só que não adianta ter apenas um perfil nessa rede social. O dentista precisa entender as funcionalidades oferecidas para explorá-las a seu favor.
Neste artigo, elaborado pela Angelus, são apresentadas 7 dicas de como fazer o marketing odontológico utilizando o Instagram. Vamos a elas.
- Crie um perfil comercial no Instagram
O primeiro passo é criar um perfil comercial no Instagram para que assim você tenha acesso a mais recursos de marketing do que se ficar apenas com a conta pessoal (perfil privado). Para fazer essa transição, basta clicar em “editar perfil” e, depois, em “mudar para conta profissional”.
Com isso, você pode acompanhar mais dados e funcionalidades importantes do Instagram. As vantagens do perfil comercial nessa rede social são:
- Criação de botões de ação — os usuários podem clicar em um botão para ligar para seu consultório, para mandar e-mail ou saber a sua localização de forma simples;
- Acesso a dados valiosos — a conta comercial traz informações sobre seu público, como idade, cidade e, até mesmo, os horários em que estão online. Apresenta, ainda, as fotos que receberam mais curtidas, ajudando no planejamento para criar as postagens;
- Patrocínio de posts — é possível criar posts patrocinados investindo um determinado valor, para atingir o público que você deseja.
- Faça um planejamento das postagens
É importante ter um feed organizado e, para isso, a dica é ter um planejamento das postagens: defina a periodicidade das publicações e os tipos de assunto que serão abordados nos conteúdos. É possível falar sobre:
- Prevenção em saúde bucal de forma geral;
- Mitos e verdades do tratamento odontológico;
- Tratamentos da sua especialidade;
- Procedimentos que são tendência;
- Sobre você, sua formação, além de cursos e treinamentos que está realizando, já que a rede social permite uma aproximação mais pessoal com o público;
- Sua clínica, destacando os diferenciais.
Produza conteúdos de qualidade, mas evite o uso de termos muito formais. Tenha em mente que deve ser uma conversa com o seguidor. Você pode se inspirar no perfil de outros profissionais, porém, o importante é que os textos sejam originais.
Siga um padrão nas imagens utilizadas: a dica é utilizar design e cores que reforcem a marca da sua clínica ou consultório, e sempre escolha fotos em boa resolução.
- Utilize vídeos
Os vídeos ganham cada vez mais espaço nas redes sociais e, com o Instagram, não é diferente. Dessa forma, se você busca captar mais pacientes, explore esse recurso. É um formato mais dinâmico, que pode ser utilizado para o dentista tratar sobre determinado tema de sua área. Aqui, é possível utilizar:
- Reels — vídeos curtos, de 15 segundos, geralmente, musicais e com efeitos variados, que permitem utilizar a criatividade para chegar aos seus pacientes em potencial;
- IGTV — é a ferramenta que permite para o dentista criar vídeos mais longos. Pode ser acessado pelos usuários no Instagram ou pelo app próprio do IGTV;
- Lives — vídeos que serão transmitidos pelo Stories, permitindo uma interação em tempo real com os seguidores. Como é uma apresentação ao vivo, a dica é se preparar com um roteiro.
- Aposte nos Stories
Uma das melhores estratégias na hora de utilizar o Instagram para Odontologia é explorar os Stories. São conteúdos dinâmicos, que ficam no topo da timeline e duram 24 horas. Muitas pessoas têm o costume de apenas deslizar os Stories e não rolar o feed, por isso, é necessário utilizar bem esse recurso. O dentista pode publicar ali suas postagens, mas, principalmente, vídeos espontâneos ou conteúdos interativos, como enquetes e perguntas para conhecer mais o público, tirar dúvidas e até descontrair. Aproveite para mostrar situações cotidianas do seu trabalho, porque o tom pessoal é importante para atrair mais seguidores. Inclua hashtags, gifs e até manchetes para deixar seus Stories mais chamativos.
- Interaja com os seguidores
Não se esqueça de sempre interagir com os seguidores, respondendo às perguntas, comentários e mensagens. Aliás, não deixe de curtir as postagens desses usuários. Tudo isso gera mais engajamento, melhorando sua visibilidade na rede social.
- Mantenha o perfil atualizado
Com as dicas apresentadas até agora, dá para perceber que é preciso dinamismo se houver intenção de fazer o marketing digital nessa rede. Então, não deixe seu perfil abandonado ou desatualizado. Sabemos que a rotina do dentista é muito corrida, mas reserve um tempinho para planejar as postagens, gravar vídeos e interagir com os seguidores. Contar com o trabalho de agências de marketing para produzir textos e criar artes para posts no Instagram pode ser necessário para aproveitar melhor todos os recursos do Instagram para Odontologia.
- Tenha atenção com as proibições do CFO
Uma dica importante é tomar cuidado com algumas proibições que o Conselho Federal de Odontologia (CFO) estabelece nas publicações realizadas por dentista. É obrigatório constar o nome do profissional e o número de registro nas postagens, mesmo de imagens e vídeos. A boa notícia é que a Resolução 196, de 2019 flexibilizou alguns pontos, portanto, agora é possível divulgar fotos de antes e depois (diagnóstico e resultado do tratamento), desde que realizado pelo próprio profissional e com autorização prévia da pessoa ou representante legal. Fica permitido, ainda, selfies ao lado de pacientes, sob as mesmas condições.
O que não pode é divulgar preços, promoções ou sorteios. Também não é permitido se autopromover ou disseminar conteúdos sensacionalistas com promessa de resultados. Por fim, o profissional não deve divulgar imagens com identificação de equipamentos, instrumentais, materiais e tecidos biológicos.
Aumente seus agendamentos de consulta, divulgando seu trabalho nas redes sociais. O Instagram para Odontologia pode ser uma ótima ferramenta para se aproximar do seu público.
A aparência pode não ser tudo, mas já é uma vantagem. Quanto às exigências técnicas da Vigilância Sanitária, é necessário observar: a. o piso da área clínica e central de esterilização deverá ser de material liso, resistente ao uso de desinfetantes, lavável e impermeável; b. as instalações elétricas e hidráulicas devem ser embutidas ou protegidas externamente, para não haver depósito de sujidade em toda a sua extensão; c. as paredes devem ser de cor clara, de material liso, resistente e lavável; d. os equipamentos, utensílios e móveis não podem estar aglomerados ou impedindo de alguma forma o desenvolvimento do trabalho de forma ergonômica; e. a saída externa (ralo) para onde correm os dejetos da cuspideira e do suctor de saliva deve localizar-se fora do ambiente de atendimento aos pacientes; f. é obrigatório o acionamento das torneiras sem o contato direto com as mãos; g. as instalações sanitárias deverão ser providas de vaso sanitário, lavatório em material impermeável de fácil limpeza e coletor de lixo com tampa; h. iluminação natural e/ou artificial adequadas para permitir boa visibilidade, sem zonas de sombras ou contrastes excessivos, ausentes de poeira e sujidade; i. o local deve ser ventilado natural ou artificialmente, não devendo acumular fungos, gases, condensação de vapor e fumaça, e a eliminação destes deverá atender a legislação de proteção ambiental vigente. Havendo aparelhos condicionadores de ar, os filtros devem ser conservados limpos; j. o estabelecimento deve ser abastecido com água potável ligada à rede pública; k. se providos de reservatório de água (caixa d’água), a limpeza e desinfecção dos mesmos deverá ser, no mínimo, anual, conforme Portaria Estadual no 21/88; l. os consultórios e as clínicas odontológicas somente poderão utilizar equipamentos emissores de radiação ionizante desde que cumpram as exigências previstas em legislação específica; m. o compressor de ar, quando instalado na área de atendimento, deve contar com proteção acústica eficiente; n. é recomendada a instalação do compressor fora da área dos sanitários; p. é proibido, dentro do ambiente clínico, usar plantas, sofás, brinquedos, ventiladores e outros objetos que não sejam passíveis de desinfecção.
Instalações elétricas de equipamentos associados à operação e/ou controle de sistemas de climatização, equipamentos odontológicos e as instalações elétricas para os serviços odontológicos, conforme o Manual de Odonto da Anvisa, devem ser projetadas, executadas, testadas e mantidas em conformidade com as normas ABNT NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão e NBR 13.534 – Instalações elétricas em estabelecimentos assistenciais de saúde – Requisitos de segurança e RDC/Anvisa n.º 50, de 21 de fevereiro de 2002.
Os circuitos de alimentação dos pontos de força, bem como seus respectivos dispositivos de proteção e seccionamento, devem ser distintos e dimensionados conforme sua capacidade de condução de corrente elétrica. Devem ser instalados vários pontos de força, distribuídos ao longo da bancada, em quantidade suficiente para a alimentação elétrica dos diversos equipamentos do consultório, não sendo admitida a utilização de um mesmo ponto para alimentação de diversos equipamentos por meio de extensões, tomadas múltiplas ou benjamins (tês). Se, no levantamento das cargas instaladas, a carga total for superior a 16 mil watts, deve ser providenciada uma instalação trifásica, devidamente balanceada. As instalações elétricas devem ser embutidas ou protegidas por material resistente a impactos, à lavagem e ao uso de desinfetantes, para que não haja depósitos de sujidades em sua extensão.
As instalações de água fria para os serviços odontológicos devem ser projetadas, executadas, testadas e mantidas em conformidade com a norma ABNT NBR 5626 – Instalação predial de água fria. Se houver instalações de água quente, devem seguir o preconizado na norma ABNT NBR 7198 – Projeto e execução de instalações prediais de água quente. As instalações sanitárias devem ser providas de, no mínimo, vaso sanitário e lavatório. Junto aos lavatórios deve existir sempre um recipiente ou equipamento para dispensação de sabão líquido, além de recursos para secagem das mãos (porta papel-toalha) e lixeira com tampa, acionada por pedal.
Dentro do consultório devem ser instalados, no mínimo, um lavatório exclusivo para a lavagem das mãos e uma pia com bancada para a lavagem do instrumental com distância compatível entre elas, ou barreira para que respingos da pia para lavagem do instrumental não contamine a de lavagem de mãos. Nos ambientes que executem procedimentos, os lavatórios devem possuir torneiras ou comandos do tipo que dispensem o contato das mãos quando da abertura e fechamento da água, e recipiente com antisséptico para a higienização das mãos. As instalações para esgoto sanitário devem ser projetadas, executadas, testadas e mantidas em conformidade com a norma ABNT NBR 8160 – Sistemas prediais de esgoto sanitário – Projeto e execução. Caso a região onde o serviço odontológico estiver localizado tenha rede pública de coleta e tratamento de esgoto, todo o esgoto pode ser lançado nessa rede sem qualquer tratamento. Não havendo rede de coleta e tratamento, todo o esgoto terá que receber tratamento antes de ser lançado em rios, lagos, etc. Deve ser prevista a instalação de pontos de coleta dos efluentes líquidos para captação de detritos dos equipamentos, lavatórios, pias, torneiras, ralos e pontos de dreno para o sistema de vácuo do serviço odontológico. O sistema de esgoto deve ser projetado com desnível suficiente para escoar todo o volume de detritos apenas pela ação da gravidade, ou seja, diferencial de altura constante em todo o percurso. A tubulação utilizada deve possuir, no mínimo, 40 mm de diâmetro.
As marcas mais bem reputadas são, para cirurgia: Quinelato, Duflex, Hu-Friedy, Golgran, Jon; para periodontia: Fava, Jon; para dentística e endo: S.S.White, Duflex.
Confira na lista abaixo o levantamento da Anatel com as melhores operadoras de cada estado, e suas notas, de acordo com os clientes. Quando houver mais de uma opção, é porque elas empataram em primeiro lugar pela margem de erro.
AC: NET (6,96)
AL: Vivo (7) e NET (6,83)
AM: NET (6,63) e Oi (6,33)
AP: Oi (5,99)
BA: NET (6,6)
CE: Brisanet (7,24)
DF: Vivo (6,45) e NET (6,32)
ES: NET (6,58), Oi (6,28) e Vivo (6,23)
GO: Vivo (6,23) e NET (6,16)
MA: NET (7,45)
MG: NET (6,38) , Algar (6,35) e Vivo (6,33)
MS: NET (6,82)
MT: NET (6,88)
PA: NET (6,98)
PB: NET (6,75) e Vivo (6,66)
PE: NET (6,63) e Vivo (6,55)
PI: NET (7,2)
PR: Sercomtel (6,87), Vivo (6,52) e NET (6,48)
RJ: TIM (7,71)
RN: Cabo Telecom (7,64)
RO: NET (6,88)
RR: Oi (5,68)
RS: NET (7,04)
SC: Vivo (6,71) e NET (6,61)
SE: NET (6,92) e Vivo (6,73)
SP: TIM (7,41)
TO: NET (7,05)
Com o tempo, vai conhecer quem é quem na área, quem realmente vale a pena conferir que é aprendizado certo. Leitura e acompanhamento de jornais e revistas da classe vão ajudar nesta garimpagem. Livros, vale sempre ficar bisbilhotando nas áreas técnicas e científicas das grandes livrarias. Boas roupas, bons cortes, cabelos alinhados, todos esses detalhes contribuem para passar muito da imagem de um profissional e daquela que ele deseja transmitir.
O FDA concedeu aprovação à Align Technology para vender e comercializar os aparelhos Invisalign em 1998. A empresa foi listada pelo NASDAQ em janeiro de 2001 com o valor de 1 bilhão de dólares. Chishti vendeu sua participação na companhia em 2003.
A inovação constituía em uma série de aparelhos transparentes usada em sequência, criada em computador, no lugar de fios e bandas constantemente ajustados. Diferentemente dos aparelhos habituais, o Invisalign pode ser removido para higiene bucal e alimentação. Como o sistema é centralizado nos Estados Unidos, dentistas credenciados pela Invisalign fazem a moldagem da arcada e registro preciso da mordida e remetem esses dados, com o plano de tratamento, para os laboratórios da Align Technology. Digitalizados, os moldes da dentição passam por um processo computadorizado em que são rigorosamente simulados todos os movimentos que os dentes deverão realizar para chegar ao alinhamento desejado. Esses movimentos serão garantidos por uma série de alinhadores acrílicos que vão, milímetro a milímetro, conduzir a correção. Leves, transparentes, trocados a cada 15 dias, esses alinhadores gradualmente atingem todos os pontos a serem corrigidos até o final do tratamento, que tem tempo de duração proporcional à complexidade de cada caso. Os Invisaligns foram inicialmente disponibilizados para o público em maio de 2000
Em 2017 já havia mais de 27 alinhadores transparentes plásticos disponíveis no mercado mundial, além dos pioneiros Invisalign e ClearCorrect – este, da Straumann.
Uma revisão sistemática de 2014 concluiu que os estudos publicados eram de qualidade insuficiente para determinar a eficácia para todos os casos. A experiência sugere que os aparelhos do tipo invisalign são eficazes para apinhamentos moderados dos dentes da frente, mas menos eficazes que os aparelhos convencionais para vários outros problemas e não são recomendados para crianças. Em particular, são indicados para “aglomeração leve a moderada (1 a 6 mm) e espaçamento leve a moderado (1 a 6 mm)”, nos casos em que não há discrepâncias no maxilar. Eles também são indicados para pacientes que sofreram recaída após tratamento ortodôntico fixo. (www.invisalign.com.br).
A aplicação do jato de bicarbonato de sódio é muito eficiente na odontologia preventiva, pois auxilia na remoção da placa bacteriana e garante uma limpeza profunda aos dentes.
O jato de bicarbonato é aparelho que utiliza jatos de água, de ar e de partículas de bicarbonato de sódio que são disparados de forma veloz sobre a superfície dos dentes para remoção da placa bacteriana. O bicarbonato utilizado no consultório odontológico é específico para ser usado no processo de profilaxia, diferentemente do bicarbonato de sódio encontrado no supermercado. Dessa forma, a utilização de qualquer outro tipo de bicarbonato, que não no consultório, não é recomendada porque pode agredir os dentes. Diferentemente do encontrado no supermercado, quando preparado especificamente para uso odontológico o bicarbonato de sódio caracteriza-se por ser extrafino e menos corrosivo, causando pouco ou nenhum desgaste aos dentes.
O profissional da odontologia pode utilizar vários procedimentos diferentes para a realização da limpeza dos dentes. No entanto, o jateamento com bicarbonato de sódio se mostra muito eficaz para esse fim, especialmente por conseguir alcançar regiões de difícil acesso, como fissuras e gengivas.
Normalmente, o processo de profilaxia dental no consultório odontológico segue as seguintes etapas: tartarectomia, jato de bicarbonato, escovação odontológica, polimento e aplicação de flúor. O jateamento de bicarbonato de sódio em consultório é considerado seguro e eficiente: não existem desvantagens em sua utilização.
O mercado oferece diversos modelos do aparelho de profilaxia, por isso, é preciso que o profissional analise e pesquise muito bem antes de adquirir seu jato de bicarbonato. Os preços podem variar entre R$ 400,00 até R$ 3.500,00. Aqui estão os modelos mais comumente encontrados no mercado (V. também Profilaxia – Aparelhos para).
Air-Flow One (EMS)- indicado para profilaxia dental pela aplicacao de protocolo GBT. Equipamento para limpeza dental pela aplicação do protocolo GBT, formado pela unidade AirFlow. A unidade AirFlow e um jato de água que combina ar e pó para remoção do biofilme dental de modo rápido e sem dor. Realiza a limpeza supra e subgengival com o uso de um único po AirfLow Plus capaz de limpar eficientemente bolsas periodontais de ate 9mm. Oferece conforto ao paciente por ser minimamente invasivo, altamente preventivo, sem dor, suave e seguro. A câmara de pó, feita de material polimerizado resistente a impactos e produtos químicos, oferece melhorias consideráveis em termos de eficiência e ergonomia e possui uma grande capacidade volumétrica. Novo sistema de pressurização de vanguarda que pressuriza e despressuriza em segundos com uma conexão magnética integrada. Garrafa permite a limpeza e desinfecção da linha de água no final do dia. Novo painel de toque do EMS é simples e ergonômico. Possui uma interface precisa de 10 níveis, através da qual o nível de potência do airflow é regulado e ajustado manualmente. Também possui uma função que permite ajustar a temperatura e controlar o volume das mensagens acústicas durante o uso, além de um lembrete de manutenção. Novo Cabo durável e mais eficiente, o novo cabo EMS possui um sistema plug and play que é fácil de remover e manter. Os tubos de poeira são feitos de aço inoxidável cirúrgico que prolongam a vida útil do cabo. Ele incorpora um suporte para a alça resistente e multifuncional com sistema de abastecimento de água integrado. Pedal sem fio de aço inoxidável com modo boost. 360º clicável para ativação de energia. Filtros transparentes de ar e água que permitem uma verificação fácil do seu estado. Sistema de purga de linha de água airflow totalmente integrado. Limpa as linhas de líquido em menos de um minuto. Sistema de aquecimento para regular a temperatura da água e, assim, oferecer um tratamento quente e confortável.
Air-Flow Prophylaxis Master (EMS)- equipamento ideal para os profissionais exigentes, pois auxilia na realização da profilaxia dental com mínima invasão e máxima proteção, seguindo o protocolo GBT (Guided Biofilm Therapy) que reduz em até metade do tempo este procedimento em seu consultório. Com o protocolo e equipamento como aliados, a limpeza dental deixa de ser uma experiência incômoda para os seus pacientes e se torna segura, eficaz e suave em dentes, gengivas, aplicações ortodônticas, implantes e restaurações. O equipamento elimina a placa bacteriana, manchas e cálculo recente, além de limpar e dar o polimento necessários em um único procedimento. É capaz ainda de limpar o sulco gengival e peri-implantar a uma profundidade de 4mm. Sua peça de mão oferece um rendimento excepcional com o pó da marca, uma vez que permite tratar quase 100% de todos os casos supra e subgengival. Design elegante. Minimamente invasivo, máximo preventivo. Elevado nível de conforto, eficiência e segurança. Controle de temperatura exclusivo com 5 níveis para escolha. Cabo ergonômico: Alça elegante e leve para melhor manuseio e menos fadiga nas mãos. Possui vida útil de mais de 1.000 ciclos de esterilização, durabilidade incomparável. Também possui uma função de resposta dinâmica de energia que adapta constantemente a potência de saída à força aplicada para fornecer o máximo conforto ao paciente. Realiza 32.000 oscilações lineares por segundo, sem nenhum desvio lateral, para precisão inigualável e resultados previsíveis de tratamento.
Carrinho Air-Flow Station (EMS)- suporte para o Jato AirFlow Profilaxis Master e AirFlow One. Suporte ergonômico que possibilita conexão com fonte de água externa. Fácil de limpar e manter. Todos os cabos são armazenados na estação para eliminar qualquer risco de tropeço. Movimento de 360°, ideal para armazenamento e espaços apertados. Para câmaras e garrafas de pó adicionais. Gerenciamento de espaço eficiente para maior conforto do usuário.
Carrinho Air-Flow Station Plus (EMS)– suporte para o Jato AirFlow Profilaxis Master. Suporte ergonômico que possui sistema de suprimento de agua integrado no carrinho, o que torna independente de suprimento externo de água. Recomendado para uso com o AirFlow Prophylaxis Master. Fácil de limpar e manter. Todos os cabos são armazenados na estação para eliminar qualquer risco de tropeço. Movimento de 360°, ideal para armazenamento e espaços apertados. Para câmaras e garrafas de pó adicionais. Gerenciamento de espaço eficiente para maior conforto do usuário.
Jato Air Flow Handy 3.0 Perio Premium (EMS)- indicado para profilaxia dental pela aplicação de protocolo GBT. Equipamento de entrada para limpeza dental. Desenhado para uso multiclínico de profissionais em vários locais. Otimizado para limpeza supra e subgengival com o uso de um único pó airflow plus capaz de limpar eficientemente. Com alcance subgengival de mais de 4mm. Um fluxo de ar acessível 3.0. Um pulverizador peça manual do fluxo de ar pério. Peça de mão uma pulverização de fluxo de ar plus. Descartável bocal de um cupão para um frasco de original do fluxo de ar de pó. Garantia de 1 ano.
Jato Air Flow One (EMS)- indicado para profilaxia dental pela aplicação de protocolo GBT. Equipamento para limpeza dental pela aplicação do protocolo GBT, formado pela unidade airflow. A unidade airflow e um jato de água que combina ar e pó para remoção do biofilme dental de modo rápido e sem dor. Realiza a limpeza supra e subgengival com o uso de um único pó airflow plus capaz de limpar eficientemente bolsas periodontais de até 9mm. Oferece conforto ao paciente por ser minimamente invasivo, altamente preventivo, sem dor, suave e seguro. A câmara de pó, feita de material polimerizado resistente a impactos e produtos químicos, oferece melhorias consideráveis em termos de eficiência e ergonomia e possui uma grande capacidade volumétrica. Novo sistema de pressurização de vanguarda que pressuriza e despressuriza em segundos com uma conexão magnética integrada. Garrafa permite a limpeza e desinfecção da linha de água no final do dia. Novo painel de toque simples e ergonômico. Possui uma interface precisa de 10 níveis, através da qual o nível de potência do airflow é regulado e ajustado manualmente. Também possui uma função que permite ajustar a temperatura e controlar o volume das mensagens acústicas durante o uso, além de um lembrete de manutenção. Novo cabo durável e mais eficiente, possui um sistema plug and play que é fácil de remover e manter. Os tubos de poeira são feitos de aço inoxidável cirúrgico que prolongam a vida útil do cabo. Ele incorpora um suporte para a alça resistente e multifuncional com sistema de abastecimento de água integrado. Pedal sem fio de aço inoxidável com modo boost 360º clicável para ativação de energia. Filtros transparentes de ar e água que permitem uma verificação fácil do seu estado. Sistema de purga de linha de água airflow totalmente integrado. Limpe as linhas de líquido em menos de um minuto. Sistema de aquecimento para regular a temperatura da água e, assim, oferecer um tratamento quente e confortável. Garantia de um ano.
Jato de Bicarbonato Jet Hand TB (D700) – remove manchas escuras dos dentes, provocadas pelo cigarro, café, chá etc, associados a placas bacterianas e não ao cálculo. Design moderno, compacto e de fácil manuseio. Composto de corpo confeccionado em alumínio anodizado autoclavável. Recipiente de bicarbonato de fácil acesso acoplado à peça de mão. Ponta do jato de bicarbonato autoclavável. Irrigação com sistema pneumático. Tampa transparente, posicionada na parte superior do corpo da caneta. Efetua mistura de ar + água + bicarbonato a uma pequena distância da ponta, evitando entupimentos nos condutos do produto. Resistente à oxidação. Instalação através de engate rápido. Fácil limpeza e desinfecção. Possibilita uma esterilização segura, evitando contaminação cruzada. Privilegia a ergonomia com excelente facilidade no manuseio. Permite ligar o aparelho ao terminal da peça de mão do equipo, utilizando assim um único Pedal para acionamento. Embalagem com uma unidade de Jato de Bicarbonato Jet Hand I + Kit anéis para reparo + Tampa para reservatório de bicarbonato + Desentupidores + Sachês pó de bicarbonato.
Jato de Bicarbonato Jet Hand TB (Gnatus)- equipamento indicado para a realização de profilaxia no consultório odontológico. O seu destaque está presente no design moderno, compacto e de fácil manuseio que proporciona melhor ergonomia ao profissional. Corpo fabricado em alumínio anodizado autoclavável. Recipiente de bicarbonato de fácil acesso acoplado a peça de mão. Ponta do jato de bicarbonato autoclavável. Irrigação com sistema pneumático. Pressurização interna através do terminal de alta rotação do equipo, facilitando o seu funcionamento e dispensando ligações externas de ar e água. Despressurização interna através de varredura automática do bicarbonato. Registro de água localizado no terminal triplo com spray, com ajuste de sensibilidade que possibilita adequar à necessidade de cada operação. Tampa transparente, posicionada na parte superior do corpo da caneta. Efetua mistura de ar + água + bicarbonato a uma pequena distância da ponta, evitando entupimentos nos condutos do produto. Resistente à oxidação. Instalação através de engate rápido. Fácil limpeza e desinfecção. Possibilita uma esterilização segura, evitando contaminação cruzada. Permite verificar a quantidade de bicarbonato no reservatório, tornando fácil e rápida sua adição. Permite ligar o aparelho ao terminal da peça de mão do equipo, utilizando assim um único pedal para acionamento. Garantia de um ano.
Jato de Bicarbonato Jetflex I (Dentflex)- o Jato de bicarbonato Jetflex 1 é um dispositivo mecânico pneumático que aplica um jato de cristais de bicarbonato, ar e água nos dentes possibilitando a retirada ou diminuição de manchas escuras ocasionadas pelo cigarro, café, chás etc. Possui peça de mão com design arrojado, proporcionando grande ergonomia e facilidade na assepsia. Confeccionado com materiais de alta qualidade, possui corpo construído em alumínio anodizado e latão cromado o que garante leveza ao produto.
Com bico giratório e removível, totalmente construído em aço inoxidável e alumínio, de fácil acoplamento ao corpo do instrumento, o que garante rapidez nos procedimentos de autoclavagem (apenas o bico do instrumento pode ser autoclavado). Recipiente de bicarbonato de fácil acesso já acoplado ao corpo do equipamento; sua tampa em plástico transparente possibilita um rápido acompanhamento da quantidade de bicarbonato que está sendo consumida. Executa a mistura dos três elementos (ar, água e bicarbonato) utilizados longe do bico de aplicação, evitando entupimento ou obstrução dos condutos. Com acoplamento do tipo borden (dois furos) pode ser facilmente instalado nos consultórios.
O instrumento possui garantia de um ano e é entregue ao consumidor em caixa de papelão forrada com espuma, garantindo assim uma maior segurança no armazenamento e transporte. Um ano de garantia.
Jato de Bicarbonato JetStar (Microdont)– é um compacto sistema de profilaxia e remoção de manchas dentárias que funciona conectado ao equipo odontológico. Seu princípio de ação é mecânico, obtido pela a emissão de jato de cristais bicarbonato de sódio, impulsionado por ar e água sob pressão. Através deste mecanismo ele é capaz de efetuar uma delicada e eficaz remoção de impurezas da superfície do esmalte dentário. Tem design ergonômico, possui agilidade no manuseio, ponteira autoclavável, facilidade na desobstrução e garantia de 12 meses.
Jato de Bicarbonato Practical Jet (Kondentech)- indicado para procedimentos de limpeza e profilaxia. Jateamento de superfícies através de um sistema de geração de partículas de bicarbonato de sódio em suspensão, inseridas em um jato de ar comprimido. Adaptável ao encaixe Borden do equipo. Ponteira giratória 360º, removível e autoclavável a 121º C. Garantia de 6 meses.
Jato de Bicarbonato Prophy Jet Gold Line (Essence Dental) – desenvolvido para procedimentos de limpeza e profilaxia. Confeccionado em alumínio anodizado, dutos em aço inox, distintos para não ocasionar entupimento. Leve, prático designer moderno e ergonômico. Ponta com rotação de 360º, que facilita o jateamento em locais de difícil acesso. Ponta com sistema de engate rápido, autoclavável a 135º C, por quinze minutos. Acompanha acessório para limpeza dos dutos, e 2 tampas acrílicas em cores diferentes. Ponta chuveiro opcional. Autoclavável a 135º. 12 meses de garantia.
Jato de Bicarbonato Jetlaxis Uno (Schuster)- é indicado para realizar procedimentos de profilaxia odontológica, como: remoção da placa bacteriana dental, manchas causadas por cigarro, camadas oxidadas de amálgama, entre outras. Equipamento leve e ergonômico, além de regulagem precisa do fluxo de água, proporcionando maior facilidade de uso. Não necessita de instalação, pois a ponteira é conectada ao terminal do equipo (encaixe Borden). Outras características: peças metálicas que apresentam resistência a oxidação; depósito do bicarbonato acoplado à peça de mão, possui lente transparente, regulagem precisa do fluxo de água; ponteira removível, giratória e autoclavável, e fácil de ser desmontado. Garantia de 3 meses: lâmpadas, leds, filtros de ar, fusíveis, ponteiras de polimerização, pontas (tips) do ultrassom e capas da caneta do ultrassom; de 6 meses: reservatórios de bicarbonato, pressostatos, chaves contatoras, reguladores de pressão, manômetros, baterias, placas eletrônicas, canetas de ultrassons, bobinas, transformadores, motores e seus componentes; 12 meses: demais itens. Contraindicações da ingestão do bicarbonato de sódio: pacientes que se submetem à hemodiálise ou com problemas renais; pessoas com problemas respiratórios, pois podem ser prejudicadas com a inalação da névoa do bicarbonato de sódio.
Os lasers a gás (como o laser de hélio-neônio de baixa potência, que produz luz vermelha, e o laser de dióxido de carbono de alta potência, que produz luz infravermelha) utilizam descargas elétricas e produzem feixes de luz vermelha ou infravermelha. A luz laser pode ser focalizada sobre pontos específicos e muito pequenos, concentrando sua energia de tal maneira que esta pode ser utilizada pela indústria e pela cirurgia médica para cortar e soldar. Na última década, sua utilização vem sendo cada vez mais comum na Odontologia, em procedimentos cirúrgicos de alta precisão e com um mínimo de trauma. O laser promete mudar completamente o modo de tratar a maior parte dos problemas dentários, inclusive das mais simples remoções de cáries. A última geração de equipamentos para clareamento dental corresponde à associação entre um tipo especial de luz, conhecido como led (Light Emitting Diode ou diodo emissor de luz, em português) e um laser de diodo operando no infravermelho. Juntas, as luzes do laser e do led diminuem o tempo do processo e melhoram o resultado do tratamento, pois propiciam a ativação ideal do gel clareador. Os diversos tipos de laser têm utilização específica, conforme sua fonte:
• érbio: usa-se em esmalte e dentina, em preparos cavitários conservadores. Promove erradicação bacteriana praticamente completa e pode ser utilizado na remoção de detritos em sulcos. Usado em Dentística, Periodontia, Endodontia e Odontopediatria.
• neodímio: muito utilizado pela fibra óptica de fácil acesso em sulcos, promovendo vaporização dos detritos. Eficiente na Endodontia, na redução bacteriana, no vedamento da superfície dentinária e na obturação de canal. Indicado para herpes labial e aftas. Em condições favoráveis de energia realiza boa redução bacteriana, não levando danos à polpa dental. Muito bem indicado em laser curetagem em Periodontia, conseguindo, além da redução bacteriana, boa reparação tecidual. Indicado após os procedimentos tradicionais de raspagem e polimento coronário radicular utilizados pelos periodontistas. Extremamente efetivo nas mucosites orais desencadeadas por quimioterapias de altas doses, conseguindo analgesia e decréscimo de todo o processo doloroso. Muito utilizado na hipersensibilidade dentinária;
• CO2: para tecidos moles; usado na remoção de fibromas e lesões tumorais em cavidade oral. É o laser de eleição para cirurgias em tecidos moles, como na remoção de mucoceles e leucoplasias. Esses lasers têm comprimento de 10,6 mm. Estão sendo pesquisados lasers de CO2 de 9,6 mm com grande indicação para prevenção de cárie, mas são protótipos que devem ser lançados proximamente;
• de baixa intensidade: muito adotados no Japão e em muitos países da Europa, como na Hungria, onde começou seu desenvolvimento, com os pioneiros Endre, Andrew e Adam Mester. Muito indicados pelo efeito analgésico, anti-inflamatório e bioestimulante (fotodinâmico). Agem na reparação tecidual. Devem ser utilizados nos estágios iniciais do herpes labial, nas aftas, pós-cirurgias periodontais e orais. Por um mecanismo ainda desconhecido, também estão indicados em hipersensibilidade dentinária. Podem ser utilizados após as raspagens radiculares realizadas pelos periodontistas, diminuindo a sensibilidade, bem como auxiliando na reparação tecidual da gengiva. Abaixo, os aparelhos mais disponíveis no mercado.
• Accucure (Lasermed): laser de argônio totalmente programável digitalmente, não necessitando de instalação especial. Preço médio: R$ 15.000,00.
• Bio Wave LLLT – Laser terapêutico (Kondortech): atua na redução ou na eliminação da sensibilidade dentária nos processos de dor desencadeados pela instalação ou pela manutenção de aparelhos ortodônticos e nos tratamentos de afta e lesões da mucosa. Vermelho visível (660 nm) com 30 mW, infravermelho (790 nm) com 40 nW. Pedal de acionamento, óculos de proteção e maleta para transporte. Outras aplicações: inflamação; lesões da mucosa oral (úlceras aftosas, herpes simples labial, queilite angular, estomatite); hipersensibilidade dentária (erosões, exposição do colo cervical, pós-preparo cavitário); analgesia (disfunção da ATM, dores orofaciais, dores relativas à manipulação endodôntica e periodontal); parestesia, alveolite e pericoronarite; aceleração na cicatrização pós-cirúrgica e de ferimentos; diminuição do edema, hematoma e escarras. Disponível nas versões: vermelho, infravermelho e dual, podendo ser adquiridas as duas canetas em separado; operação automatizada através de programação. Bivolt. Preço médio: R$ 3.200,00.
• Biolux Laser (Bioart): feito para clareamento, fotopolimerização e laserterapia. Preço médio: R$ 5.100,00.
• Blue Laser KO 3000A (Kroman): laser com clareador; possui dois tipos de aplicação. A primeira é constituída de um conjunto de leds azuis com comprimento de onda igual a 470 nm, ajuste de tempo de clareamento com intervalos de 30 segundos até 5 minutos. A outra caneta é constituída de um diodo laser terapêutico visível em vermelho com comprimento de onda 670 nm, potência de 50 mW, para tratamento da sensibilidade dentária e outras patologias. O equipamento possui display de cristal líquido com todas as informações do funcionamento. Possui seletor automático de tensão. Preço médio: R$ 4.500,00.
• Brightness – Clareamento dental e laserterapia (Kondortech): para clareamento e laserterapia. Acionamento por pedal; tempo pré-programado. Clareador a Laser e leds pela associação de um laser diodo infravermelho (790 nm e 50 nW) mais um conjunto de leds (470nm). Com uma simples troca da fibra óptica, o aparelho de laser para clareamento dental é convertido em terapêutico, podendo ser utilizado para as mais variadas aplicações clínicas, como afta, herpes, gengivite, ATM, hipersensibilidade dentinária, entre outros. Bivolt. Preço médio: R$ 4.500,00.
• DiagnoDent (Kavo): equipamento para diagnosticar lesões quando os dentes ainda estão com a superfície intacta. O aparelho funciona por meio de sistema de fluorescência a laser (os agentes causadores das lesões dentais florescem quando expostos ao laser, indicando que ali existe algum problema). Preço médio: R$ 4.900,00.
• Diodent (Fotona): trata-se de um laser de diodo, tecnologia que permite esterilizar e selar o canal em apenas uma sessão. Esse tipo de laser é também conhecido como laser cirúrgico, graças às propriedades coagulantes: inibe o sangramento durante os procedimentos em que há necessidade de cortar a gengiva. A gengiva é cauterizada ao mesmo tempo em que é aberta para, por exemplo, a retirada do dente. Não há necessidade de pontos, e a recuperação é muito mais rápida e confortável. Preço médio: R$ 15.000,00.
• Laser Accucure 3000 – Elite Model (Lasermed): avançado sistema para ativação de géis clareadores e polimerização de materiais fotoativados, e sucesso nos Estados Unidos, desenvolvido especialmente para a área de estética dental. Totalmente digital e programável, não necessita de instalações especiais e por ser totalmente portátil pode ser utilizado em mais de um consultório. Permite que o profissional execute o clareamento de ambas as arcadas dentárias em uma única sessão de 90 minutos, sem agressão aos dentes e sem aquecer os dentes do paciente. Utiliza laser de argônio, que proporciona uma profundidade de polimerização insuperável, aumentando a resistência do material restaurador e reduzindo o tempo de trabalho para o profissional. Por seu comprimento de onda mais preciso, permite a colagem de brackets ortodônticos em apenas 5 segundos. Sistema de fibra ótica de sílica fundida com peça de aço e ponteira plástica. Voltagem: 120 a 240 VAC (20 A); tipo de tubo do laser: espelho integral, cerâmico/metal. Garantia de 1 ano. Preço médio: R$ 44.800,00.
• Laser & Leds 4 em 1 (Eccofibras): realiza as quatro funções: clareamento dental, fotopolimerização, laserterapia no visível e no infravermelho e terapia fotodinâmica (PDT). Possui uma peça de mão leve, pequena e ergométrica. É controlado por um sistema operacional garantindo precisão e segurança nas informações terapêuticas. Totalmente programável quanto ao tempo ou à dose irradiada. Disponibiliza até três diferentes comprimentos de onda terapêuticos. Terapia fotodinâmica: utilizada em conjunto com um produto químico foto-ativável, elimina placas bacterianas. Reconhecimento automático da peça de mão conectada. Garantia de dois anos. Preço médio: R$ 4.150,00.
• Laser & Leds 3 em 1 (Eccofibras): cumpre três funções: clareamento dental, fotopolimerização e laserterapia no visível e no infravermelho. Totalmente programável quanto ao tempo ou à dose irradiada. Disponibiliza até três diferentes comprimentos de onda terapêuticos. O laser terapêutico tem uma série de indicações, podendo ser usado isoladamente ou como coadjuvante de outros tratamentos. Possui efeito antiálgico, bio-estimulador do trofismo celular, para regeneração de tecidos, anti-inflamatório, antiedematoso e normalizador circulatório, e em aplicações clínicas para alveolite, bio-estimulação óssea, disfunção da ATM, gengivite, herpes, hipersensibilidade dentinária, lesão traumática, pericoronarite, periodontite, nevralgia de trigêmeo, paralisia facial de Bell, queilite angular, úlcera aftosa recorrente. Reconhecimento automático da peça de mão conectada. Garantia de dois anos. Preço médio: R$ 3.600,00.
• Laser de Baixa Potência – Three Light (Clean Line): quatro funções no aparelho: ponta vermelha visível, com comprimento de onda de 660 nm; ponta infravermelha, com comprimento de onda de 795 nm, ambas com funções terapêuticas, antiálgicas e anti-inflamatórias; fotoclareador para clareamento em única sessão através de conjunto de leds; e fotopolimerizador de leds, com potência adequada à polimerização de todo tipo de resina. Garantia de dois anos. Preço médio: R$ 4.570,00.
• Laser de Baixa Potência Bio Wave LLT (Kondertech): concebido para aplicação em: inflamação; lesões da mucosa oral; hipersensibilidade dentária; analgesia (disfunção da ATM, dores orofaciais, dores relativas à manipulação endodôntica e periodontal); parestesia, alveolite e pericoronarite; aceleração na cicatrização pós-cirúrgica e de ferimentos; diminuição do edema, hematoma e escaras. Disponível nas versões vermelho, infravermelho e dual; as duas canetas podem ser adquiridas em separado. Operação automatizada por programação. Preço médio: R$3.075,00.
• Laser de Baixa Potência Easy Laser (Clean Line): dispõe de uma ponta vermelha visível, de comprimento de onda de 660 nm, e outra infravermelha, de comprimento de onda de 795 nm. Ambas as ponteiras possuem funções terapêuticas, antiálgicas e antiinflamatórias. Garantia de dois anos. Preço médio: R$ 3.480,00.
• Laser de Baixa Potência Infravermelho 50 mW (Eccofibras): tem diversas aplicações: inflamação; lesões da mucosa oral; hipersensibilidade dentária (erosões, exposição do colo cervical pós-preparo cavitário); analgesia (disfunção da ATM, dores orofaciais, dores relativas à manipulação endodôntica e periodontal); parestesia, alveolite e peri-coronarite; aceleração na cicatrização pós-cirúrgica e de ferimentos; diminuição do edema, hematoma e escaras. Operação automatizada por programação. Preço médio: R$ 1.250,00.
• Laser de Baixa Potência Vermelho 50 mW (Eccofibras): suas aplicações: inflamação; lesões da mucosa oral (úlceras aftosas, herpes simples labial, queilite angular, estomatite); analgesia periodontal; parestesia, alveolite e peri-coronarite; aceleração na cicatrização pós-cirúrgica e de ferimentos; diminuição do edema, hematoma e escaras; distinções e estiramentos musculares e dores articulares. Operação automatizada por programação. Preço médio: R$ 1.260,00.
• Laser Fidelis (Fotona): corta o tecido dentário de modo a remover a parte cariada do dente, sem afetar o tecido ao redor. Outra vantagem é que é indolor. Em 90% dos casos, não é necessário anestesiar a boca. Originário da Eslovênia. Preço médio: R$ 12.000,00.
• Laser KO 650 VR (Kroman): laser terapêutico; micro-controlado; diodo em vermelho com potência de 50 mW, comprimento de onda de 670 nm, uma caneta para aplicação, dosimetria automática em joules por cm2. Leitura digital, desligando automaticamente após o tempo decorrido. Acompanha óculos de proteção. Preço médio: R$ 2.500,00.
• Laser KO 651 VR (Kroman): laser terapêutico; compacto, com bateria recarregável, caneta única portátil, diodo emissor em vermelho, potência de 50 mW, comprimento da onda 670 nm, programado, em tempo fixo, para 3 j/cm2, desligando automaticamente após o término da aplicação. Acompanha maleta para transporte, carregador de bateria bivolt, dois óculos de proteção. Peso com maleta: 1,5 kg. Preço médio: R$ 1.800,00.
• Laser Diagnodent 2095 (Kavo): feito basicamente para diagnósticos, pode ser aplicado em gestantes sem risco. Atua por medição por fluorescência de laser, que se baseia no fato de que substâncias duras desmineralizadas e bactérias fluorescem quando excitadas por irradiação a laser com comprimento de onda entre 550 e 670 nm. O laser é irradiado através de uma ponteira luminosa flexível, que incide e penetra no dente. A luz fluorescente das lesões do dente reflete e é avaliada por seus componentes eletrônicos. O resultado da medição é indicado por um aviso
sonoro e no visor, demonstrando quantitativamente o estágio do problema. Funciona com pilhas convencionais. Preço médio: R$ 4.900,00.
• Laser Light Brightness (Kondortech): mesmas características do anterior. Preço médio: R$ 4.230,00.
• Laser Quantum 6X1 Terapêutico Fotodinâmico (Eccofibras): possui funções de laser infravermelho 120 mw, laser vermelho 80 mW, laser fototerapêutico, luz evidenciadora de placa, fotopolimerizador e clareamento dental. Preço médio: R$ 5.550,00.
• LaserSmile (Biolase/HV): alta potência para tecido mole e clareamento dental. Comprimento de onda de 810 nm; 10 w de potência. Aplicações na endodontia, periodontia, implantes, cirurgias e bioestimulação. Preço médio: U$ 30.000,00.
• Photon Lase I – Laser (DMC): feito para laser terapêutico. Atua no alívio da dor (efeito antiálgico), na reparação tecidual (efeito bio-estimulador do trofismo celular), na redução de edema e de hiperemia (efeito anti-inflamatório, antiedematoso e normalizador circulatório), além de aplicações clínicas, como em alveolite, bio-estimulação óssea, disfunção da ATM, gengivite, herpes, hipersensibilidade dentinária e outras. Com óculos de segurança e sonda de fibra óptica opcionais. Preço médio: R$ 2.250,00.
• Photon Lase II – Laser (DMC): características similares ao anterior. Preço médio: R$ 3.240,00.
• Photon Lase III – Laser(DMC): características similares aos anteriores. Preço médio: R$ 3.700,00.
• Powerlase ST6 – Laser de Nd: YAG Free-Running (Lares Research): lasers de alta potência destinados a virtualmente todos os procedimentos em tecidos moles e para determinados procedimentos em tecidos duros (esmalte e dentina). Podem ser utilizados na periodontia, cirurgia oral, implantodontia, prótese dental, dentística, endodontia e odontopediatria. Os lasers de NdYAG possuem trabalhos de pesquisa anteriores a 1960. Diferencia-se de um laser de diodo por tratar-se de um laser do tipo Free-running real, ou seja, apresenta picos maiores de energia em um tempo muito menor, na faixa de milionésimos de segundo. Já o laser de diodo opera na faixa de centésimos de segundo. Permite que o tecido tenha tempo de resfriar-se não causando a degeneração de tecido que os lasers de diodo causam. Tipo de Laser: Nd: YAG Free Running pulsátil, comprimento de onda de 1064 nm. Garantia de um ano. Preço médio: R$ 70.500,00.
• Quasar (Dentoflex): composto por 19 leds para fotopolimerização e clareamento e mais dois diodos laser: um vermelho, para tecidos moles e mucosa, um infravermelho, para partes mais profundas. Vem com pedal de acionamento sem fio. Garantia de um ano e meio. Preço médio: R$ 5.750,00.
• Sistema Laser Ultrablue 4 Plus (DMC): sistema de clareamento e fotopolimerização a laser em um único equipamento. Luz fria gerada por emissores tipo led. Clareamento dental simultâneo em conjuntos de três dentes, tendo como vantagens a minimização do tempo de procedimento e da ocorrência de hipersensibilidade pós-procedimento, uma vez que utiliza dois comprimentos de onda puros, sendo um deles gerado por um laser de diodo de 200 mW e o outro, pela matriz de leds. Fotopolimerização de materiais fotossensíveis a comprimentos de onda situados entre 460 e 480 nm. Preço médio: R$ 4.800,00.
• Thera Lase (DMC): laserterapia de baixa potência com dois lasers, vermelho visível e infravermelho, com 100 mW de potência. Concebido para laser terapêutico, com as seguintes indicações: alívio da dor (efeito antiálgico), reparação tecidual (efeito bio-estimulador do trofismo celular), redução de edema e de hiperemia (efeito anti-inflamatório, antiedematoso e normalizador circulatório). Aplicações clínicas: alveolite, bio-estimulação óssea, disfunção da ATM, gengivite, herpes, hipersensibilidade dentinária e outras. Modo de operação: contínuo, pulsado, de 10 a 100 Hz. Modo de trabalho: por varredura por pontos. Microprocessador integrado. Preço médio: R$ 6.300,00.
• Twin Laser (MM Optics): dois lasers em um único equipamento. Timer digital pré-programável; sonorizador de tempo a cada 10 seg, ponta autoclavável. Preço médio: R$ 3.450,00.
• Waterlaser (Biolase/HV): laser de alta potência. Água energizada por laser; substitui as brocas em várias aplicações, como no preparo para restaurações, remoção de cáries e apicetomia. Também atua em tecidos moles, como na remoção de fibromas. 220 volts. Preço médio: U$ 80.000,00.
• Whitening Laser (DMC): indicação para clareamento a laser. Unidade geradora de luz composta, com aplicador em forma de arco, que possibilita o clareamento simultâneo. Sistema de leds com comprimento de onda de 470 nm; laser de diodo com comprimento de onda de 830 nm. Conjunto eletrônico microprocessado. Comandos independentes para os setores iluminados, bem como para o conjunto laser. Acessórios opcionais: kit de barreira física descartável; óculos de proteção. Preço médio: R$ 10.800,00.
• Whitening Lase II (DMC): indicação para clareamento a laser. Unidade geradora de luz composta que possibilita o clareamento simultâneo por arco. Também idealizado como laser terapêutico. Clareamento tem como vantagens a minimização do tempo de procedimentos e da ocorrência de hipersensibilidade pós-procedimento, uma vez que utiliza dois comprimentos de onda puros, sendo que um deles é gerado por três diodos infravermelhos e o outro por uma série de 6 leds azuis de alto desempenho. Potência elétrica: 30 W; tensão de operação: 127 v a 220 v; Comprimento de onda do emissor infravermelho: 790 a 830 nm. Acessórios: óculos de proteção; maleta para transporte; CD-ROM Clareamento Dental; CD-ROM Laserterapia. Preço médio: 7.500 reais.
Links: www.bioart.com.br; www.cleanline.com.br; www.dentoflex.com.br; www.eccofibras.com.br; www.fotona.com; www.houseofvision.com (biolase/HV); www.kavo.com.br; www.kondortech.com.br; www.laresresearch.com.br; www.kroman.com.br; www.mmo.com.br; DMC e Lasermed não têm sites.
É o levantamento da radiação de uma clínica ou consultório. Trata-se do dimensionamento de radiação emitida pelos equipamentos de raios X, feito por físico habilitado, para segurança do próprio dentista, do paciente e do pessoal de apoio. O plano de radioproteção é orientação para uma leitura do próprio dentista. O programa de garantia de qualidade, válido por dois anos, é a verificação do aparelho de raios X, se está dentro das normas da Vigilância Sanitária. Desde 1995, foi implantado como obrigatório nacionalmente.
• Plano de Radioproteção: o laudo radiométrico deve ser entendido como uma avaliação do aparelho em relação à área física em que está instalado, visando à proteção do público interno e circundante ao serviço. Os níveis de radiação produzidos devem atender aos limites máximos determinados pela legislação. É necessária, portanto, a confecção de uma planta de arquitetura das instalações e áreas adjacentes, incluindo cortes relevantes apresentando o layout das salas de raios X e salas de controle, posicionamento dos equipamentos, painel de controle, visores, limites de deslocamento do tubo, janelas, mesa de exame e mobiliário. Esta planta de arquitetura deve também estabelecer as áreas do serviço indicando os fatores de uso e os fatores de ocupação das vizinhanças de cada instalação, e a descrição técnica das blindagens (portas, paredes, piso, teto), incluindo material utilizado, espessura e densidade. Complementando essas informações e para que seja obtida efetiva proteção contra a radiação, deve-se observar que o acesso à sala do aparelho de raios X deve ser limitado durante os exames radiológicos, e que uma sala de raios X não deve ser utilizada simultaneamente para mais de um exame radiológico. O laudo radiométrico também contempla a relação dos equipamentos de raios X diagnósticos (incluindo fabricante, modelo, mA e kVp máximas), componentes e acessórios, previstos para as instalações, a relação dos exames a serem praticados, com estimativa da carga de trabalho semanal máxima, considerando uma previsão de operação de cada instalação por um mínimo de cinco anos. Importante: a planilha de cálculo de blindagem deve ser assinada por um especialista em física de radiodiagnóstico ou certificação equivalente reconhecida pelo Ministério da Saúde.
Automatiza a rotina de pré-limpeza do instrumental, removendo as sujeiras e abolindo o uso de escovações que causam a contaminação por acidentes perfurocortantes, além da geração de spray, causador de contaminações ambientais. As cubas podem também remover cimentos provisórios de coroas e cálculos das próteses. Abaixo, as mais facilmente encontráveis nas dentais.
• Digital Soniclean 2 (Sanders): capacidade para 2,8 L. Digital, destinada à limpeza profunda de objetos e utensílios odontológicos. Gabinete totalmente em aço inox, sistema digital que possui leds indicadores de tempo. Dreno e microválvula, design moderno de fácil manuseio. Cesta em aço inox, com furações projetadas para maximizar o rendimento do ultra-som. Bivolt. Temporizador eletrônico microprocessado. Fusível de proteção; descarga para líquidos; ciclo de trabalho automático; controle de tempo de trabalho. Com tampa em aço inox ou acrílico, cesto em aço inox, mangueira para descarga de líquidos. Garantia de um ano. Preço médio: R$ 950,00.
• 1440D Sem Aquecimento (Odontobrás): capacidade para 2,4 L. Indicadas para uso em consultórios pela opção de utilização do kit becker (limpeza de instrumentais muito pequenos), opcional, ou do cesto (limpeza de instrumentais em geral). O sistema ultra-som de limpeza baseia-se, fundamentalmente, na transformação de energia elétrica em energia mecânica. A transformação é obtida através dos transdutores ultra-sônicos, componentes que provocam vibração mecânica em alta freqüência (40 KHz) na solução de limpeza. A energia mecânica gerada é chamada de cavitação ultra-sônica, e tem como característica propagar-se nos materiais bons condutores de som, como aço e vidro, permitindo limpar as peças dentro de todas as cavidades de difícil acesso. Para cada tipo de limpeza é necessária a utilização de uma solução de limpeza adequada. Preço médio: R$ 830,00.
• 1440DA Com Aquecimento (Odontobrás): capacidade para 2,4 L. Mesmas características do modelo anterior, com aquecimento. Preço médio: R$ 995,00.
• Analógica e Sem Aquecimento (Biodont): capacidade para 2,45 L. Tempo de lavagem: de 5 a 35 minutos. Bivolt. Abastecimento manual. Retirada da água através do dreno. Construída em termoplástico. Cuba em aço inox. Garantia de um ano. Preço médio: R$ 730,00.
• Digital Soniclean 6 (Sanders): capacidade para 6,1 L. Com as mesmas características do modelo anterior. Preço médio: R$ 2.018,00.
• Lavadora ultra-sônica (Biodont): modelo analógica sem aquecimento. Capacidade para 9 e 20 L. Tempo de lavagem de 5 a 35 minutos. Bivolt. Abastecimento manual. Retirada da água através do dreno. Construída em termoplástico, cuba em inox. Garantia de um ano. Preço médio: R$ 730,00.
• Ultra-sônica digital (Biodont): tampa acrílica, frequência de 40 KHz, bivolt automático. Disponível com timer digital e dreno. Garantia de um ano. Nos modelos para 3 L (preço médio: R$ 1.000,00), 9 L (preço médio: R$1.390,00) e 20 L (preço médio: R$ 1.800,00).
• USC 1400 (Unique): capacidade para 2,60 L. Bivolt automático. Timer digital: 60 minutos. Tanque aço inox com polimento acetinado. Gabinete em aço carbono; pintura epóxi , painel de policarbonato: Teclado de membrana. Preço médio: R$ 714,00.
Links: www.biodont.com.br; www.microem.com.br; www.odontobras.com.br; Sanders e Unique não têm site.
Todo estabelecimento de assistência odontológica deve ter lavatório com água corrente, de uso exclusivo para lavagem de mãos dos membros da equipe de saúde bucal. O lavatório, conforme a Vigilância Sanitária, deve ter: a. dispositivo que dispense o contato de mãos com a torneira ou com o registro; b. toalhas de papel descartáveis ou compressas estéreis; c. sabonete líquido. Limpeza e descontaminação de artigos não devem ser realizadas no mesmo lavatório para lavagem de mãos. Clínicas devem contar com equipamento para esterilização obrigatoriamente fora da área de atendimento (Res. SS-15, de 18.01.99). Como se vê, a velha toalhinha de pano deve ser definitivamente abandonada, assim como a torneira de registro manual. O secador de mãos por ar quente, muito comum em shopping centers, também não é aprovado pela Vigilância.
A tradição conta que os famosos garranchos indecifráveis das receitas médicas datam de tempos longínquos, quando fórmulas de medicamentos eram caudalosas e redigidas a bico de pena, em papéis de superfície irregular que esparramavam tinta e resultavam em um texto que apenas iniciados compreendiam. Houve época em que as receitas enigmáticas podiam ser encaradas como um código secreto entre médico e farmacêutico, com certa entonação chique e impenetrável, e não um documento do paciente, como deveria. Hoje, essa prática é absolutamente execrável e causadora de enganos que podem muitas vezes ser fatais. De acordo com o psicólogo Edilton Fernandes, professor da Universidade Metodista e do Centro de Estudos Grafológicos, de São Paulo, uma das causas dessa escrita ruim é que, durante o curso de Medicina, os estudantes precisam escrever com pressa. “As aulas são descritivas e eles anotam tudo com velocidade. Isso altera a forma da letra”, avalia. Se sua letra é mesmo ininteligível por natureza, só restam dois caminhos: tentar encontrar algum dos cursos sobreviventes de caligrafia que pululavam nos anos de 1960 e 1970 para reprogramar o cérebro ou adotar um microcomputador para digitar suas prescrições. Na era da legislação pró-consumidor em que vivemos, em resumo, todo cliente tem direito a acesso a informações sobre sua saúde. Alguns profissionais precisam entender que receita não é uma mensagem cifrada para o balconista. E por trás do possível aspecto pitoresco que pode cercar o assunto, na vida prática é comum e pode ser trágico ocorrerem enganos, como erros de dosagem, via ou técnica de administração imprópria, casos de associações medicamentosas proibidas, ausência de detalhes de quantidades, horários e falta de explicitação dos cuidados no uso de determinada droga. Além da letra ruim, há o problema das abreviações e siglas. Dificilmente uma pessoa leiga sabe o que significa c.p.v.o. 8/8 (um comprimido via oral a cada oito horas). Muitos pacientes pedem na farmácia as explicações que deveriam obter no consultório.
Para tentar disciplinar de vez esse procedimento, houve um projeto de lei tramitando no Congresso, de autoria do deputado Carlos Nader (PL/RJ), com praticamente um único artigo: “Art. 1o: Fica obrigatória a expedição de receitas médicas e odontológicas digitadas em computador, datilografadas ou escritas manualmente em letra de imprensa, forma ou caixa alta nos postos de saúde, hospitais, consultórios médicos da rede pública e privada. Parágrafo único: Fica obrigatória a expedição de receitas, de acordo com o disposto no caput deste artigo, sem utilização de códigos ou abreviaturas e com a orientação quanto ao uso, e de possíveis efeitos colaterais.” (V. Receitas). No entanto, acabou sendo arquivado pelo argumento de “inconstitucionalidade”. Enganos mais comuns, que podem induzir o atendente de farmácia ou drogaria ao erro: SunMax (bloqueador solar) e Sumax (para enxaqueca), Dactil-OB (para segurar gravidez) e Daonil (antidiabético), Dermolene (dermatológico veterinário) e Dermobene (dermatológico), Cefadroxil (antibiótico) e Cefadroxila (cefalosporina); Tricin (anti-inflamatório) e Tridil (vasodilatador coronariano); Feldene (anti-inflamatório) e Tandene (anti-inflamatório); Tralen (antimicótico) e Tienam (antibiótico); Meben (ascaridíase) e Mebron (anti-inflamatório).
A Licença ou Alvará de Funcionamento é o documento expedido pela Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal que autoriza o funcionamento dos serviços, conforme Manual de Odonto da Anvisa. Esse documento deve ser solicitado antes do início das atividades ou quando houver alterações de endereço, da própria atividade, do processo produtivo ou da razão social e, ainda, quando tiver ocorrido fusão, cisão ou incorporação societária. A emissão e renovação da Licença ou Alvará de Funcionamento é um processo descentralizado, realizado pelos estados e municípios e, portanto, definido de acordo com a legislação local. Cada Estado define o trâmite legal e documental, assim como a sua validade. Neste contexto, o responsável técnico pelo serviço odontológico deve entrar em contato com a vigilância sanitária local (estadual ou municipal) junto à qual irá requerer a Licença ou Alvará de Funcionamento. Os endereços das Vigilâncias Sanitárias nos estados podem ser acessados no site da Anvisa: www.anvisa.gov.br .
Há duas situações: em Consultório ou clínica novos: quando é o caso de abertura, o primeiro passo é preencher termo de consulta na prefeitura (ou subprefeitura, ou regional) mais próxima do imóvel, para saber se no local pretendido é possível a aprovação do estabelecimento. Se a resposta for positiva, solicita-se a legalização junto à Vigilância Sanitária.
Em São Paulo, para isso é preciso apresentar três requerimentos, todos produzidos a partir do site www.prefeitura.sp.gov.br/ covisa. São eles: Anexo II, padrão para estabelecimentos de interesse à saúde; Anexo III, para estabelecimentos com aparelho de raios X; e Anexo V, para atividade de prestação de serviço de saúde, todos preenchidos em duas vias. Na cidade de São Paulo, o cirurgião-dentista além de se dirigir à subprefeitura, tem que ir à Covisa para obter o Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária – CMVS. Nos demais municípios, a Prefeitura recebe e encaminha para o CMVS, que examina e se comunica com o solicitante para a segunda fase, a de inspeção das instalações, quando também é realizada a apresentação dos seguintes documentos: • requerimento para solicitação do Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária; • cópia de documento de inscrição do responsável técnico no Conselho Regional; • cópia do contrato social, no caso de empresa; • documento original do plano de radioproteção; • declaração do programa de garantia de qualidade da imagem pretendido; • cópia do contrato de serviços terceirizados e da licença de funcionamento da contratada, quando for o caso; • documentos originais do programa de garantia de qualidade e comprovação de sua implantação; • cópia do contrato de dosimetria e relação dos profissionais monitorados – atualizados; • manuais de rotinas e procedimentos. Simultaneamente, também se deve providenciar a inscrição no CNES. O CMVS será publicado no Diário Oficial do Município e o solicitante será avisado da data, para que tire cópia e fique com uma em seu poder. Nenhum outro documento será emitido para comprovação do cadastramento. Para Renovação da licença: • levar a cópia da publicação no D.O.U. do ano anterior; • preencher requerimento ao Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária (duas vias); • juntar cópia dos documentos listados acima. Em São Paulo, a documentação deve ser entregue na Praça de Atendimento da Covisa, Rua Santa Isabel, 181, térreo, telefone 3350-6624 e 3350-6628, no horário das 9 às 16 horas. A ausência da documentação ou a inobservância de aspectos de biossegurança gera auto de infração, que pode redundar em multa.
Podia estar junto da assepsia, mas aqui é a coisa mais grossa, a remoção mecânica da sujeira de qualquer superfície, aquela que uma faxineira faz bem e deve cuidar sempre de fazer em todas as dependências do consultório, do banheiro à sala de espera. É uma adaptação daquilo que falam da esposa do romano César: ao consultório não basta ser limpo, tem que parecer limpo; nunca deve ser preciso justificar algum detalhe nessa área para o cliente. De acordo com a Vigilância Sanitária, é necessária a utilização de barreiras nos locais manipulados durante os procedimentos odontológicos, utilizando-se, para este fim, lâminas plásticas de PVC sobreluvas, papel laminado ou sacos plásticos (V. Material de limpeza).
Prefira sempre escrever simples, sem muita complicação. A melhor mensagem é a que é entendida pelo receptor. Leia muito sempre e, na dúvida, consulte um dicionário. A propósito, cirurgião-dentista deve ser escrito com hífen e bucomaxilofacial admite as duas formas: justaposta sem hífen, e hifenizada, assim: buco-maxilo-facial.
- www.abertta.com.br, com informações sobre transtornos do pânico.
- www.abifarma.com.br, da Associação Brasileira da Indústria Farmacêutica.
- www.abraz.com.br, com informações sobre doença de Alzheimer.
- www.anvisa.gov.br, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
- www.apcd.org.br, com assuntos de interesse para a classe e ótima seção de classificados.
- www.cardiol.br, da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
- www.controledadiabetes.com.br, com informações sobre diabetes.
- www.dicasodonto.com.br, blog sobre saúde bucal e odontologia, com humor.
- www.enxaqueca.com.br, com informações sobre enxaqueca.
- www.epilepsia.org.br, com informações sobre epilepsia.
- www.fda.gov, da Food and Drug Administration (em inglês).
- www.fns.gov.br, do Fundo Nacional de Saúde.
- www.inca.gov.br, do Instituto Nacional do Câncer.
- www.lupus.org, com informações sobre lúpus, em inglês.
- www.odontodivas.com.br; blog de mulheres dentistas, com humor, elegância e inteligência.
- www.parkinson.org.br, com informações sobre mal de Parkinson.
- www.saude.gov.br, do Ministério da Saúde.
- www.tudodeodonto.com.br, com assuntos de interesse e atualização sobre odontologia.
A essa atribuição pode-se aliar o aspecto mercadológico, e o profissional pode muito bem disponibilizar livros e álbuns a respeito de Odontologia, com realce nos aspectos que mais deseje “vender” à clientela, como Cosmética, Implantodontia ou prevenção, na sala de recepção. Álbuns com fotos antes e depois de tratamentos, por exemplo, são utilíssimos para aguçar a curiosidade, criar interesse ou simplesmente fazer com que o cliente tenha uma idéia dos resultados. Ipads, alternativamente, também podem ser utilizados com essa finalidade.
Agulhas e artigos perfurocortantes descartáveis devem ser colocados em recipientes de plástico rígido e com tampa, como frasco de álcool. O frasco ou caixa deverá ser preenchido somente em 2/3 do volume. Embalagens cheias devem ser tampadas e lacradas com fita adesiva e, então, descartadas no lixo ambulatorial. Nunca permita que o lixo contaminado seja levado para o mesmo destino do lixo comum.
Todos os consultórios deverão cadastrar-se no Departamento de Limpeza Urbana- Limpurb de sua cidade para ter a coleta de lixo ambulatorial. O cadastramento de empresas ou de pessoas físicas para coleta deste tipo de resíduo é feito mediante pagamento de taxa para abertura de processo, apresentação de requerimento de solicitação de coleta, xérox do CCM atualizado com o endereço do consultório, CRO, RG/CPF ou CNH e IPTU do Consultório (CNPJ e Contrato Social, em caso de pessoa jurídica). No caso de alteração de endereço trazer também uma cópia do certificado de cadastro da Limpurb ou cartão verde. Prazo de entrega: 10 dias úteis. A fiscalização deste tipo de coleta também é realizada pelo Departamento de Limpeza Urbana.
As coletas de lixo contaminado são feitas duas 2 vezes por semana em horário comercial após 20 a 25 dias úteis da data do protocolo de cadastramento. Obs.: o endereço do CCM e do IPTU devem ser o mesmo, caso haja alguma diferença entre o CCM e o IPTU, o CCM deve ser alterado. A TRSS – Taxa de Resíduos Sólidos de Saúde está no valor de R$ 132,90 trimestralmente. Limpurb – Rua Azurita, 100 – 2º andar – Canindé. (Fone: 3397-1777 / 1751) (V. Cadastro na Limpurb).
É sempre um aspecto importante para o sucesso do empreendimento comercial. Deve-se considerar o público da região, avaliar a classe econômico-social a que pertence, para fazer uma projeção de como pode ser nosso nível de sofisticação. A concorrência próxima também deve ser levada em conta, ainda que no Brasil não existam grandes “vácuos” nem oásis na profissão. Associações de classe, no entanto, possuem mapas de localização dos cirurgiões-dentistas nas cidades. Seja em casa, seja em prédio comercial, o estratégico é que você escolha em um bairro movimentado, que previamente verificou a demanda, ou próximo de uma grande empresa com a qual conseguiu credenciamento. O ideal é que seja montado não muito longe da residência, já que qualquer deslocamento nas grandes cidades implica enfrentar um trânsito de desestimular até animador de auditório. Há muitos municípios menores sem nenhum cirurgião-dentista. (V. em anexos)
Vale a pena investir para desenvolver um; se você não é do ramo nem quer adotar aquele manjado sorrisinho estilizado tipo “U” maiúsculo para ilustrar sua marca, entre em contato com empresa de design gráfico; existem até cirurgiões-dentistas especializados em planejamento visual para a classe. Pesquise e invista.
Tecnicamente, há diferenças entre abajur (colocado sobre mesa), arandela (sobre parede), camarim e plafon (justapostos no teto), pendente (no teto, suportado por hastes) e, como habitualmente são caros, é bom escolher com muita perícia. O básico é que esses artefatos de iluminação decorativos não devem ser demasiadamente cheios de detalhes e reentrâncias, para que sua limpeza periódica não seja tarefa árdua. As mais utilizadas por sua praticidade, preço muito acessível, ainda são as luminárias com lâmpadas fluorescentes e as de led, produzindo grande claridade. Mas as lâmpadas halógenas, pequenas e muito potentes, por permitirem muita possibilidade decorativa embutidas em gesso, vêm sendo cada vez mais utilizadas (V. Iluminação).
Para compor um ambiente, algumas peças – como lustres – podem dar um toque especial. Existe uma variedade quase que de farmácia em matéria de modelos, tamanhos, designs, e é bom pedir o auxílio luxuoso de um decorador ou arquiteto para harmonizar com o ambiente sem conflitar, como misturar aleatoriamente clássico e moderno. Tecnicamente, há diferenças entre abajur (colocado sobre mesa), arandela (sobre parede), camarim e plafon (justapostos no teto), pendente (no teto, suportado por hastes) e, como habitualmente são caros, é bom escolher com muita perícia. O básico é que esses artefatos de iluminação decorativos não devem ser demasiadamente cheios de detalhes e reentrâncias, para que sua limpeza periódica não seja tarefa árdua. As mais utilizadas por sua praticidade, preço muito acessível, ainda são as luminárias com lâmpadas fluorescentes, produzindo grande claridade. Mas as lâmpadas halógenas, pequenas e muito potentes, por permitirem muita possibilidade decorativa embutidas em gesso, vêm sendo cada vez mais utilizadas (V. Iluminação).
Órgão muscular carnudo, alongado e móvel situado na cavidade bucal, que serve para degustação, deglutição e articulação dos sons da voz. Por sua importância na expressão, no sentido figurado, designa a linguagem própria de uma pessoa ou de um grupo. As papilas localizadas nesse músculo são responsáveis pela função do gosto. Existem pelo menos quatro sensações primárias de gosto: ácida, salgada, doce e amarga. Uma pessoa pode perceber centenas de gostos diferentes, combinações das quatro primárias. Adultos têm aproximadamente 10 mil papilas gustativas, e crianças um pouco mais. Após os 45 anos, muitas papilas começam a degenerar, fazendo com que a sensação do gosto se torne cada vez mais fraca. O sabor doce está localizado principalmente na parte anterior e extremidade da língua; o sabor ácido nas partes laterais e o sabor amargo sobre a superfície posterior. O sabor salgado está presente em toda a língua. Curiosamente, a palavra língua se junta com outras e forma expressões de acepção muito particular. Veja algumas delas e seus significados:
• língua de palmo: língua de mexeriqueiro, indiscreto;
• língua de palmo e meio: língua de sogra, a do falador incorrigível;
• língua suja: desbocado;
• língua viperina: língua venenosa, do maldizente;
• dar com a língua nos dentes: revelar um segredo;
• com língua de palmo: a contragosto;
• dar à língua: tagarelar;
• dobrar a língua: emendar o que se acabou de dizer;
• estar com a língua coçando: estar com vontade de dizer algo que não deve;
• pagar pela língua: sofrer castigo por ser linguarudo;
• puxar pela língua: fazer com que alguém se manifeste;
• ter a língua maior que o corpo: ser muito indiscreto;
• ter debaixo da língua: estar prestes a lembrar de algo momentaneamente esquecido.
Três multinacionais disputam esse mercado, dominado pelas marcas Listerine, Cepacol e Plax. O preço ainda pesa no bolso do consumidor: 1 l do produto mais em conta chega perto de R$ 20,00. No Brasil, o produto é relativamente novo; já os norte-americanos usam anti-sépticos bucais há mais de um século. Líder na categoria desde 1999, o Listerine consumido no Brasil era todo importado dos Estados Unidos até dezembro de 2003. Há 32 anos, a Pfizer terceirizou parte da produção e passou a fabricar 65% do Listerine vendido no país, em Jaguariúna (SP). Em segundo lugar no ranking e há 33 anos no mercado brasileiro, o Cepacol aposta no carisma do personagem “Bom de Boca” para reconquistar o trono. Com 30 anos de praça e com produção em Suzano (SP), a marca, comprada pela franco-alemã Aventis Pharma (Sanofi) em 2000, quer superar problemas de distribuição do produto e convencer o consumidor de que “não precisa arder na boca como faz a concorrência para matar germes e bactérias”. O produto precisa superar o estigma de ser usado principalmente por jovens e consumidores das classes mais altas. Já a americana Colgate-Palmolive produz o Plax, terceiro no ranking, na fábrica da via Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP). Sua política de mercado prefere investir nas promoções no varejo. Lançou, recentemente, embalagens menores do Plax, de 60 mL, vendido em farmácias e voltado para quem deseja gastar menos pelo produto, que pode assim ser levado com comodidade em viagens e para o trabalho.
Formulação dos Principais Enxaguatórios Bucais Comercializados no Mercado Brasileiro
- Antisséptico Bucal Complete Hortelã (Oral-B) – Ativos: 0,053% cloridrato monohidratado de cetilpiridínio; 0,050% fluoreto de sódio (226 ppm de flúor). Inativos: água, glicerina, polysorbate 20, aroma, metilparabeno, sacarina sódica, benzoato de sódio, propilparabeno, CI 42090, CI 47005.
- Antisséptico Bucal Contente Hálito Puro (Suavetex) – composição: xilitol, benzonato de sacarina sódica, glicerina, aroma, fluoreto de sódio, cloreto de cetilpiridimio, CI 19.194, CI 42.090, água.
- Antisséptico Bucal Contente Proteção Total (Suavetex) – ingredientes:xilitol, sacarina sódica, benzonato de sódio, glicerina, aroma, fluoreto de sódio, cloreto de cetilpiridínio, CI 19140, CI42090, água.
- Antisséptico Bucal Oral-B Complete Menta Natural (Oral-B) – ingredientes ativos: 0,053% de cloreto monohidratado de cetilpiridínio, 0,050% fluoreto de sódio (226 ppm de flúor). Ingredientes inativos: água, glicerina, PEG-40 óleo de castor hidrogenado, metilparabeno, aroma, sacarina sódica, benzonato de sódio, propilparabeno, CI42090.
- Antisséptico Bucal Oral-B Pró Saúde (Oral B) – composição: água, sorbitol, poloxaleno, ácido benzóico, sacarina sódica, eucaliptol, aroma (d-limonene), timol, metil salicilato, benzoato de sódio, mentol, CI 42053.
- Antisséptico Bucal Oral-B Pró Saúde Noite (Oral-B) – composição: 0.07%, cloreto de cetilpiridínio, água, glicerina, aroma, lactato de zinco, metilparabeno, sacarina sódica, sucralose, propilparabeno, poloxaleno 407.
- Bioxtra Enxaguatório Bucal Boca Seca (OralBox) – água, suco de folha de aloe barbadensis, aroma, CI 42090, colostrom whey, EDTA, hidroxietilcelulose, lactoferrin, lactoperoxidase, lyzosyme, poloxaleno 407, glicol propileno, benzoato de sódio, monofluorfosfato de sódio (teor de flúor):1,14% w/w (17.1 ppm), xilitol.
- Blue M Enxaguatório (OralBox) – água, glicerina, mel, laurilsulfato de sódio, PVP, citrato de sódio, goma de celulose, aroma, perborato de sódio, metilparabeno de sódio, ácido cítrico, metilsalicitlato, xilitol, lactoferrin, sulfato de magnésio, limonene, CI 42090.
- Cariax Enxaguatório (Oralbox) – composição: digluconato de clorexidina 0,12g, fluoreto de sódio 0,05g (226 ppm F), sacarina sódica 0,06g, excipiente q.s.p. 100ml.
- Cepacol Flúor (Sanofi Aventis) – fluoreto de sódio equivalente a 226,2 ppm de flúor, cloreto de cetilpiridínio 0,500 mg, Demais componentes: álcool, perfume, disodium EDTA, eucaliptol, glicerina, mentol, salicilato de metila, aroma, polisorbato 80, sacarina sódica, fosfato de dissódio, fluoreto de sódio, CI 42051, Cl 19140 e água.
- Classic (Colgate) – composição: ingredientes ativos: fluoreto de sódio 0,05%, cloreto de cetilpiridínio 0,075%, água, glicerina, propilenoglicol, sorbitol, poloxaleno 407, sabor, cloreto de cetilpiridinio, sorbato de potássio, fluoreto de sódio (225 ppm de flúor), sacarina sódica, ácido cítrico, CI 16035/fd&c vermelho nº 40 (CI 16035), dipenteno.
- Enxaguante Antisséptico Bucal Cepacol Mental (Sanofi Aventis) – composição: cloreto de cetilpiridínio 0,500mg, 0,1mg de mentol em veículo tamponado aromatizado, álcool, disodium EDTA, eucaliptol, perfume, glicerina, mentol, metilsalicilato, aroma, polisorbato 80, sacarina sódica, fosfato de sódio, fosfato de disodium, fluoreto de sódio, CI 42051, Cl 19140 e água.
- Enxaguante Antisséptico Bucal Colgate Orthogard Sem Álcool (Colgate) – contém fluoreto de sódio 0,04% e flúor fosfato acidulado.
- Enxaguante Bucal Detox com Extratos de Bambu, Romã e Sálvia (Suavetex) – ingredientes: benzoato de sódio, glicerina, xilitol, extrato de bambusa vulgaris, extrato de fruta punica granatum, extrato de folha de sálvia officinalis, aroma, água.
- Enxaguante Bucal Natural com Extratos de Café, Cacau e Guaraná (Suavetex) – ingredientes: benzoato de sódio, glicerina, xilitol, extrato de cacau theobroma, extrato de semente de coffea arábica, extrato de fruta de paulinia cupana, cafeína, aroma, água.
- Enxaguante Bucal Natural com Extratos de Cúrcuma, Cravo e Melaleuca (Suavetex) – ingredientes: benzoato de sódio, glicerina, xilitol, extrato de cúrcuma longa callus, extrato de broto de eugenia caryophyllus, extrato de folha de melaleuca alternifólia, aroma, água. Livre de álcool e flúor. Produto 100% natural e vegano.
- Enxaguante Bucal Premium Sensitive (Suavetex) – monofluorfosfato de sódio, cloreto de cetilpiridínio, glicerina, sacarina sódica, benzoato de sódio, ciclamato de sódio, PEG 40 – hydrogenated castor oil, aroma, hidroxiapatita, citrato de zinco, água.
- Enxaguante Bucal Premium Whitening (Suavetex) – ingredientes: monofluorfosfato de sódio, cloreto de cetilpiridínio, PVP, glicerina, sacarina sódica, benzoato de sódio, ciclamato de sódio, PEG 40 – hydrogenated castor oil, aroma, hidroxiapatita, água.
- Enxaguante Bucal Suavetex Premium Pro-Repair (Suavetex) – monofluorfosfato de sódio, cloreto de cetilpiridínio, glicerina, sacarina sódica, benzoato de sódio, ciclamato de sódio, PEG 40 – hydrogenated castor oil, aroma, hidroxiapatita, água.
- Enxaguante Bucal Colgate® PerioGard® Sem Álcool Hortelã Original (Colgate)- contém gluconato a 0,12% (ou digluconato formulado para uma base livre de clorexidina na concentração de 0,067%) e os seguintes componentes inativos: água, glicerina, etanol, polisorbato 20, composiçãoaromática com sabor predominante de menta, sacarinato de sódio, FD&C azul, nº1.
- Enxaguante Bucal Colgate®PerioGard®Sem Álcool Hortelã – Uso Diário (Colgate)- solução que contém gluconato a 0,12% (ou digluconato formulado para uma base livre de clorexidina na concentração de 0,067%) e os seguintes componentes inativos: água, glicerina, etanol, polisorbato 20, composição aromática com sabor predominante de menta, sacarinato de sódio, FD&C azul, nº1.
- Enxaguante Bucal Total 12 Gengiva Reforçada (Colgate)- ingredientes: água, glicerol, propilenoglicol, sorbitol, poloxaleno, aroma, lactato de zinco, cloreto de cetilpiridínio, sorbato de potássio, fluoreto de sódio (225 ppm de flúor).
- Enxaguante Natural Extracts Carvão (Colgate) – água, gliceina, glicol propileno, sorbitol, poloxaleno 407, poloxaleno 338, aroma (contém bambusa vulgaris shoot extract e pó de charcoal, peg-40 óleo de castor hidrogenado, cloridro de cetilpiridínio, sorbato de potássio, fluoreto de sódio (225 ppm de flúor) sacarina sódica, ácido cítrico, CI 15510, CI 17200, CI 42051.
- Enxaguante Natural Extracts Citrus (Colgate) – ingredientes: água, glicerina, glicol propileno, sorbitol, poloxaleno 407, aroma [contém: citrus limon peel oil, óleo de peppermint e extrato de folha de camellia sinensis, sacarina sódica, cloreto de cetilpiridínio, sorbato de potássio, fluoreto de sódio (225 ppm de flúor), ácido cítrico CI 19140, CI 42051.
- Enxaguante Smiles Minions (Colgate) – ingredientes: arginina 8%, monofluorofosfato de sódio 1.1% (1450 ppm de flúor), carbonato de cálcio, água, sorbitol, bicarbonato de arginina, laurilsulfato de sódio, monofluorofosfato de sódio, sabor, goma de celulose, bicarbonato de sódio, pirofosfato de tetrasodio, sacarina sódica, álcool bencílico, goma xantán, dióxido de titânio (Cl 77981), dipenteno.
- Enxaguante Total 12 Anti-Tártaro (Colgate) – ingredientes: água, glicerina, propilenoglicol, sorbitol, poloxaleno 407, lactato de zinco, sabor, cloreto de cetilpiridínio, sorbato de potássio, fluoreto de sódio (225 ppm de flúor), ácido láctico, sacarina sódica, sucralose, rajo ácido 33 (CI 17200), azul ácido 3 (CI 42051).
- Enxaguatório Bucal Kin Forte (OralBox) – composição: água, sorbitol, glicerina, glicol propileno, PEG-40 hydrogenated castor oil, xilitol, lactato de zinco, triclosan, disodium EDTA, aroma, hidróxido de sódio, digluconato de clorexidina, mentol, sacarina sódica.
- Enxaguatório Bucal Malvatricin Plus 5 em 1 (OralBox) – composição: tirotricina, 0,10 mg/mL, sulfato de hidroxiquinolina 1,00mg/mL. Excipientes q.s.p. 1 mL.
- Enxaguatório Bucal para Dentes Sensíveis Sensikin (Oralbox) – composição: 5% nitrato de potássio fluoreto de sódio (1.450 ppm), pró-vitamina B5, vitamina E, sem lauril sulfato de sódio.
- Flogoral (Aché) – composição: cloridrato de benzidamina 1,5 mg, excipientes: álcool etílico, aroma de menta, glicerol, metilparabeno, polissorbato 20, sacarina sódica di-hidratada, amarelo de quinolina, corante azul brilhante, água purificada e cloridrato de benzidamina 1,5 mg.
- Kin B5 Enxágue Bucal (OralBox) – composição: cloreto de cetilpiridínio (CPC), citrato de zinco, provitamina B5, vitamina B3, xilitol, fluoreto de sódio 1450 ppm.
- Listerine Anticáries Refrescância Suave Sem Álcool (Johnson & Johnsons) – água purificada, sorbitol, propilenoglicol, poloxaleno, laurilsulfato de sódio, ácido benzoico, Aroma (álcool benzílico, dextrolimoneno), eucaliptol, salicilato de metila, timol, sacarina sódica, fluoreto de sódio (220 ppm de flúor), benzoato de sódio, Sucralose, levomentol, CI 47005/amarelo de quinolina, CI 42053/verde rápido 143.
- Listerine Antitártaro Refrescância Intensa (Johnson & Johnsons) – água purificada, sorbitol, álcool etílico, poloxaleno, sacarina sódica, ácido benzoico, eucaliptol, cloreto de zinco, timol, salicilato de metila, benzoato de sódio, levomentol, aroma, CI 42090/azul brilhante.
- Listerine Antitártaro Refrescância Suave Sem Álcool (Johnson & Johnsons) – água purificada, sorbitol, propilenoglicol, poloxaleno, lauramidopropilbetaína, ácido benzoico, benzoato de sódio, sacarina sódica, aroma, sucralose, levomentol, salicilato de metila, timol, eucaliptol, cloreto de zinco, CI 42090/azul brilhante, CI 42053/verde rápido 143, CI 17200/vermelho 33.
- Listerine Cool Mint (Johnson & Johnsons) – água purificada, sorbitol, propilenoglicol, laurilsulfato de sódio, poloxaleno, eucaliptol, ácido benzoico, benzoato de sódio, salicilato de metila, timol, sacarina sódica, levomentol, aroma (dextrolimoneno), sucralose e corante CI 42053/verde rápido 143.
- Listerine Cool Mint Refrescância Intensa (Johnson & Johnsons) – água purificada, sorbitol, álcool etílico, poloxaleno, ácido benzoico, sacarina sódica, eucaliptol, aroma (dextrolimoneno), timol, salicilato de metila, benzoato de sódio, levomentol, e corante CI 42053/verde rápido 143.
- Listerine Cuidado Total Refrescância Intensa (Johnson & Johnsons) – água purificada, sorbitol, álcool etílico, poloxaleno, ácido benzoico, aroma (cinamaldeído), eucaliptol, cloreto de zinco, sacarina sódica, salicilato de metila, timol, fluoreto de sódio (220 ppm de flúor), levomentol, benzoato de sódio, sucralose, CI 42090/azul brilhante, CI 16035/vermelho allura 129.
- Listerine Cuidado Total Refrescância Suave Sem Álcool (Johnson & Johnsons) – água purificada, sorbitol, propilenoglicol, laurilsulfato de sódio, poloxaleno, timol, eucaliptol, levomentol, salicilato de metila, aroma (álcool cinamílico, dextrolimoneno), ácido benzoico, benzoato de sódio, fluoreto de sódio (100 ppm de flúor), cloreto de zinco, sacarina sódica, sucralose e os corantes CI 16035/vermelho allura 129 e CI 42090/azul brilhante.
- Listerine Whitening Extreme (Johnson & Johnsons) – água, álcool, peróxido de hidrogênio 2.5%, aroma, poloxaleno, sacarina sódica, mentol, ácido fosfórico, fosfato dissódico, fluoreto de sódio (100 ppm de flúor), sucralose.
- Malvatricin PPU (Lab. Daudt Oliveira) – ingredientes: tirotricina 0,10 mg, sulfato de hidroxiquinolina 1,00 mg, veículo q.s.p. 1,00 mL. Excipientes:ácido cítrico, álcool etílico, essência de menta, fosfato de sódio dibásico, glicerol, hidróxido de sódio, mentol, metabissulfito de sódio, óleo de rícino hidrogenado etoxilado, sacarina sódica, sorbitol, Malva sylvestris L.(tintura), corante azul brilhante, água purificada, álcool 0,0638 mL/mL.
- Malvatricin- Solução para diluição (Lab. Daudt Oliveira) – ingredientes: tirotricina 0,30 mg, sulfato de hidroxiquinolina 10,00 mg, veículo q.s.p. 1,00 mL. Veículos’:ácido cítrico, álcool etílico, edetato dissódico diidratado, fosfato de sódio dibásico, mentol, metilcelulose, óleo de rícino etoxilado, óleo de menta tri-retificado, sacarina sódica, Malva sylvestrisL.(tintura), corante azul brilhante, corante amarelo crepúsculo, água purificada, álcool 0,40 mL/mL.
- Malvona (Lab. Daudt Oliveira) – ingredientes: benzocaína 0,20 mg, borato de sódio 60,00 mg, cloreto de cetilpiridínio 1,00 mg, veículo q.s.p. 1 mL. Veículo: álcool etílico, Malva sylvestris L. (extrato fluído), fenosalil, mentol, sacarina sódica, sorbitol (solução a 70%), óleo essencial de Eucalyptus globulus, óleo essencial de menta, água purificada, álcool 0,36 mL/mL.
- New Dental Enxaguatório Bucal Cosmetic Cuidados Gengival (OralBox) – princípios ativos e características técnicas: flúor – NaF + MFP – 247,5ppm, ácido hialurônico (AH), extrato de chá verde (cammelia sinensis), extrato de tea tree (melaleuca alternifolia), DSBC – salicilato de dimetilsilanodiol, pirofosfato tetrassódico, odor característico do aroma de menta.
- New Dental Enxaguatório Bucal Soft Tissue Cuidado Pós Ciruria (OralBox) – princípios ativos: ácido hialurônico (AH), extrato de chá verde (cammelia sinensis), extrato de tea tree (melaleuca alternifolia), DSBC – salicilato de dimetilsilanodiol, pirofosfato tetrassódico, odor característico do aroma de menta.
- New Dental Enxaguatório Bucal Cuidado Implants (OralBox) – princípios ativos e características técnicas: ácido hialurônico (AH), extrato de chá verde (Cammelia Sinensis), extrato de tea tree (melaleuca alternifolia), DSBC – salicilato de dimetilsilanodiol, pirofosfato tetrassódico, odor característico do aroma de menta.
- Noplak Sem Álcool (OralBox) – contém: diclonato de clorexidina, álcool etílico, hidroxietilcelulose, ciclamato de sódio, glicerina, mentol, cristal, óleo de castor hidrogenado, sacarina sódica, sorbitol, corante CI 19140, CI 42090, composição aromática e água desmineralizada.
- Oral-B 3D White Radiant Mint (OralB) – composição: glicerina, hidrato de sílica, hexametafosfato de sódio, água, peg-6, aroma, fosfato de trissódio, laurel sulfato de sódio, carrageenan, cocamidopropyl betaine, mica (ci 77019), sacarina sódica, peg-20m, goma xantan, dióxido de titênio (ci 77891), sucralose, limonene, pigment azul15 (ci 74160).
- Perioxidin (Lacer) – digluconato de clorexidina 0,12%, propilenoglicol, glicerina, óleo de castor hidrogenado, polietilenoglicol 40, xilitol, poloxaleno, acessulfame potássico, mentol, sacarina sódica, sacililato de metila, neohesperidina DC, ácido lático, corantes CI 16185 e 15985, aroma de menta e água.
- Periotrat (Kley Hertz Farmacêutica) – contém água, digliconato de clorexidina, glicerol, aroma, limoneno. Linalol, polissorbato 20, hidróxido de sódio, sorbitol.
- Plax 2 en 1 Fresh Mint (Colgate) – ingredientes ativos: triclosan (0,03%), fuoreto de sódio (225 ppm de flúor) e copolímero PVM/MA (0,20%) gantrez.
- Plax Fresh Mint (Colgate)- ingredientes ativos: fluoreto de sódio 0,05%, cloreto de cetilpiridinio 0,075%, água, glicerina, propilenglicol, sorbitol, poloxaleno 407, sabor, cloreto de cetilpiridinio, sorbato de potássio, fluoreto de sódio (225 ppm de flúor), sacarina sódica, ácido cítrico, CI 42053/FD&C verde nº 3 (CI 42053), CI 15985/FD&C amarelo nº 6 (CI 15985).
- Plax Ice (Colgate)- composição: água, glicerina, glicolpropileno, sorbitol, poloxaleno 407, poloxaleno 338, aroma, óleo de castor hidrogenado peg-40 aroma, cloreto de cetilpiridinium, sorbato de potássio, fluoreto de sódio (225ppm de flúor), sacarina sódica, ácido cítrico, sucralose, CI 42053.
- Plax Ice Fusion Cold Mint (Colgate) – água, glicerina, glicol propileno, sorbitol, poloxaleno 407, poloxaleno 338, aroma, peg-40, óleo hidrogenado de castor, cloreto de cetilpiridínio, sorbato de potássio, fluoreto de sódio (225 ppm de flúor), sacarina sódica, ácido cítrico, sucralose, ci 42053.
- Plax Ice Fusion Winter Mint (Colgate) – composição: água, glicerina, glicol propileno, sorbitol, poloxaleno 407, poloxaleno 338, aroma, PEG-40 óleo de castor hidrogenado, cloreto de cetilpiridínio, sorbato de potássio, fluoreto de sódio (225 ppm de flúor), sacarina sódica, ácido cítrico, sucralose.
- Plax Ice Glacial (Colgate) – composição: fluoreto de sódio 0,05% e cloreto de cetilpiridínio 0,075%.
- Plax Ice Infinity (Colgate) – água, glicerina, propilenglicol, sorbitol, poloxâmero 338, poloxâmero 407, sabor, PEG-40 azeite de ricino hidrogenado, cloreto de cetilpiridinio, sorbato de potássio, fluoreto de sódio, sacarina sódica, ácido cítrico, sucralose, FD&C verde Nº 3 (CI 42053).
- Plax Soft Mint (Colgate) – ingredientes ativos: fluoreto de sódio 0,05%, cloreto de cetilpiridínio 0,075%.
- Sensitive Pro-Alívio (Colgate) – ingredientes: carbonato de cálcio, água, sorbitol, bicarbonato de arginina, laurilsulfato de sódio, monofluorfosfato de sódio, aroma, goma de celulose, bicarbonato de sódio, acesulfame de potássio, silicato de sódio, goma xantal, sucralose, dióxido de titânio (CI 77891). Contém monofluorfosfato de sódio.
- Solução Bucal Noplak Max (OralBox) – princípio ativo: clorexidina 0,12% e cetilpiridínio.
- Total 12 Clean Mint (Colgate) – composição: fluoreto de sódio (1450 ppm de flúor), triclosan 0,3%, água, glicerina, sorbitol, sílica hidratada, lauril sulfato de sódio, copolímero PVM/MA, aroma, carragema, sacarina sódica, hidróxido de sódio, corante branco CI 77891.
- Total 12 Hálito Saudável (Colgate) – contém fluoreto de sódio, citrato de zinco e óxido de zinco.
Desde 1996 – precisamente o artigo 66 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a habilitação para o exercício do magistério superior deve ser obtida em programas de Mestrado ou Doutorado. Ou seja, para ministrar aulas em faculdade, só sendo mestre ou doutor. É exigido ainda que o corpo docente seja composto por, no mínimo, 30% de doutores. Todavia, havendo escassez de pessoal qualificado, é admitida a docência sem o título stricto sensu (artigo 52, inciso II, da LDB). As instituições tendem a contratar mais mestres e doutores porque a qualificação do corpo docente é fator importante na avaliação institucional, quando do credenciamento ou da renovação, além de que, até para lecionar na educação básica, é exigida licenciatura plena.
Baseava-se em uma mensagem curta, do tipo publicitária, de apelo instantâneo, como a que enfatiza cursos que o profissional tenha acabado de realizar, técnicas novas que acabou de dominar e que podem ir ao encontro das aspirações de seu público. Serve, também, para informar o cliente do que andamos fazendo, dar uma noção dinâmica da profissão e que tenham no conteúdo motivo de bons comentários, que podem resultar na procura de novos serviços. Isso tudo hoje em dia pode ser feito por meio de mensagens ou whatsapp, para um público selecionado, praticamente sem custos. A mensagem deve ser compacta, acessível em seu linguajar de leigo e, se possível, com ilustrações, que tornam a informação visualmente agradável e memorável.
Muitos condomínios exigem, por precaução, que instalações hidráulicas como as realizadas em um consultório odontológico sejam precedidas de uma impermeabilização do piso, para que eventuais vazamentos não afetem andares inferiores. Para esses casos, usam-se mantas ou membranas asfálticas aluminizadas, com a sobreposição de uma camada de cimento que a proteja do ressecamento e de danos mecânicos, que eliminam a umidade. Para aplicação, existem empresas especializadas, mas bons pedreiros também podem executar o serviço. Habitualmente, são comercializadas em rolos de 10 m.
que são responsáveis pelos contatos pessoais e telefônicos, pelo tratamento pessoal que você dedica a seu cliente, pelas técnicas que usa, pelo sentido de marketing saudável e bem informado de mostrar suas aquisições tecnológicas, pela cordialidade no trato – continuaria sendo cliente seu? É preciso muita franqueza para a resposta. Muitas vezes, um profissional que habitualmente atrasa quase 1 hora habitualmente para começar um atendimento não imagina por que um cliente, inexplicavelmente, desaparece. Ou cirurgiões-dentistas que se deixam influenciar demais por problemas pessoais e deixam o humor flutuar de modo a ficarem absolutamente mudos durante as consultas, e depois não entendem como a clientela fugiu. Em uma era de competitividade total, basear o encanto apenas num charme pessoal ou no jeito simples de ser e de se mostrar é um handicap difícil de ser compensado. Para cativar e manter a fidelidade da clientela, é preciso surpreender sempre e manter uma série de medidas sistemáticas e profissionais, como: renovar-se com cursos e congressos, atualizar os funcionários para poderem ser auxiliares de seus tratamentos, procurar sempre descobrir o que a clientela deseja, estabelecer contatos periódicos com correspondências, mensagens eletrônicas, chamar para avaliações periódicas. É preciso toda a consideração possível, ou seja, tratar como especial: exatamente como você gostaria de ser tratado.
Sempre é bom organizar a rotina da limpeza.
Em longo prazo, clareza e honestidade resistem mais que porcelana. Cuidado também com a adoção de alguns programas que tentam simular resultados no computador para casos estéticos; o artifício pode-se voltar contra o profissional, se o resultado não corresponder às expectativas criadas. Melhor prometer apenas resultados bem melhores, como os conseguidos em um bom enceramento, e são bem tangíveis, que simular o que não vai poder ser garantido.
Vejamos, abaixo, a origem de algumas famosas.
- Colgate: nome do fundador, William Colgate, imigrante inglês que em 1806 iniciou sua empresa de sabonetes em Baltimore, Estados Unidos.
- Dabi-Atlante: inicialmente, a Dabi era empresa fundada em 1946 em Ribeirão Preto, SP, com o nome de Indústria Brasileira de Aparelhos Dentários; logo em seguida, apropriou-se das iniciais invertidas para resultar em Dabi. Em 1976, associou-se à paulistana Atlante.
- Kavo: a empresa, a princípio catarinense, foi batizada com a junção da inicial de dois dos fundadores, os alemães Kaltenbach e Voigt. Hoje, pertence à empresa americana.
- Kolynos: tem origem latina, em que collino significa untar com, friccionar, esfregar.
- Oral B: o “B” é abreviatura de brush, escova em inglês.
- Palmolive: vem da junção de palm, em inglês palmeira, mais olive, oliveira. No início da indústria de sabonetes, eram usados insumos dessas duas plantas.
- Reach: inglês, equivalente à nacional Alcance.
- 3M: abreviatura de Minnesota Mining and Manufacturing Company.
Enviar uma mensagem ou whatsapp, com um dia de antecedência, lembrando o compromisso, ou anotar cartão com dia e horário da consulta é sempre importante. Além de gentileza, que auxilia esquecidos ou muito ocupados. A prática mostra também ser contraproducente agendar de uma vez todas as consultas imaginadas para o tratamento, pois pode ser estressante e está sujeito a muitos imprevistos.
Como marketing interno, podemos citar as estratégias que utilizamos para cativar a clientela. Chamar periodicamente para avaliações, mantendo controle da cronologia de seus tratamentos, é uma dessas iniciativas, bem como enviar por rede social ou aplicativo de mensagem informativos dos cursos, congressos de que tenha participado, além de progressos técnico-científicos que tenha adquirido. Outras ações interessantes podem ser exposições digitais ou livros contendo o antes e o depois de alguns tratamentos, bem ilustrado, além de cartões e folders esclarecedores de vários procedimentos odontológicos que pratique. Todo profissional da saúde tem uma responsabilidade social, que pode escolher como desempenhar. Quanto à equipe com quem trabalha, é sempre útil mantê-la informada das técnicas que vêm executando, para que possa esclarecer à clientela sempre que for solicitada. O telefone também é outro canal importante com a clientela e deve ser usado com inteligência, educação e simpatia. Mas há os métodos mais tradicionais, que também podem ser usados, como uma lembrança em forma de cartão digital no dia do aniversário, ou de Natal, que é uma forma de reforçar a boa relação. Escovinhas ao final do tratamento é meio lugar-comum, mas vale e é um objeto sempre cobiçado. Para buscar novos clientes, usamos ações de marketing externo. São geralmente técnicas de comunicação mais ousadas e que, por isso mesmo, devem ser pensadas por todos os ângulos, sempre cuidando para não infringir a ética. Telemarketing? Nem pensar. Spam? Nunca. Com muito tato, o uso de mensagens eletrônicas mostrar eficiente em uma população predominantemente nova no local. Apresentar-se a colegas da região com sua especialidade, tendo um book com seus melhores casos, pode ser um canal. Propagandas em forma de consultoria em revistas de múltiplas consultas, digitais ou físicas, também funcionam, assim como entrevistas em meios de comunicação de sua comunidade, como rádio, jornais e revistas. Esse campo é tão vasto que, mesmo com as delimitações do Código de Ética, é possível exercitar bastante a criatividade.
Normalmente, pedreiros fazem a cobertura das paredes com cimento, que é a massa grossa das paredes. Se você for aplicar a massa fina – o acabamento das paredes –, vai precisar, depois de uma mão de massa corrida e da secagem de 24 horas, passar lixa grossa e retirar todos os ressaltos que existam. Aplicar novamente massa corrida, alisada com espátula ou colher de pedreiro. Esperar secar completamente. Lixar com lixa fina de madeira. Bons pintores conseguem aplainar totalmente uma parede, sem indesejáveis ondulações. Se você gosta de perfeição, é um bom conselho não arriscar a críticas sobre seu desempenho nas paredes, e se render a especialistas.
Materiais de acabamento para pisos, paredes e tetos devem obedecer ao preconizado na RDC/Anvisa n.º 50, de 21 de fevereiro de 2002, Capítulo 6, Condições Ambientais de Controle de Infecção. Os materiais para o revestimento de paredes, pisos e tetos de ambientes de áreas críticas e semicríticas devem ser resistentes à lavagem e ao uso de desinfetantes. Devem ser sempre priorizados materiais de acabamento que tornem as superfícies monolíticas, ou seja, não possuam ranhuras ou perfis estruturais aparentes, mesmo após o uso e limpeza frequente. Os materiais, cerâmicos ou não, quando usados nas áreas críticas, não podem possuir índice de absorção de água superior a 4%, individualmente ou depois de instalados no ambiente, além do que o rejunte de suas peças, quando existir, também deve ser de material com esse mesmo índice de absorção. O uso de cimento sem qualquer aditivo antiabsorvente para rejunte de peças cerâmicas ou similares é vedado tanto nas paredes quanto nos pisos das áreas críticas. As tintas elaboradas à base de epóxi, PVC, poliuretano ou outras destinadas a áreas molhadas podem ser utilizadas nas áreas críticas, nos pisos, paredes e tetos, desde que sejam resistentes à lavagem, ao uso de desinfetantes e não sejam aplicadas com pincel. Quando utilizadas no piso, devem resistir também à abrasão e aos impactos. O uso de divisórias removíveis nas áreas críticas não é permitido. Entretanto, paredes pré-fabricadas podem ser usadas, desde que, quando instaladas, tenham acabamento monolítico. Nas áreas semicríticas, as divisórias só podem ser utilizadas se forem, também, resistentes ao uso de desinfetantes e à lavagem com água e sabão. Nas áreas críticas e semicríticas, não deve haver tubulações aparentes nas paredes e tetos. Quando estas não forem embutidas, devem ser protegidas, em toda sua extensão, por material resistente a impactos, à lavagem e ao uso de desinfetantes. A execução da junção entre o rodapé e o piso deve ser de tal forma que permita a completa limpeza do canto formado. Rodapés com arredondamento acentuado são de difícil execução e em nada facilitam o processo de limpeza do local. Especial atenção deve ser dada à união do rodapé com a parede, de modo que os dois estejam alinhados, evitando-se o tradicional ressalto do rodapé, que permite o acúmulo de pó. Os tetos em áreas críticas devem ser contínuos, sendo proibido o uso de forros falsos removíveis, do tipo que interfira na limpeza dos ambientes. Nas demais áreas, pode-se utilizar o forro removível, inclusive por razões ligadas à manutenção, desde que nas áreas semicríticas eles sejam resistentes aos processos de limpeza e desinfecção. Para proteção contra o sol e redução do acúmulo de poeira, o uso de películas protetoras nos vidros ou brises soleils de fachada é o mais recomendado. A utilização de persianas e cortinas em serviços odontológicos é permitida, porém a limpeza deve ser efetuada com maior rigor e rotineiramente.
De acordo com a Vigilância Sanitária, são indicados álcool, hipoclorito e glutaraldeído. Veja suas especificações na Portaria CVSII, nos anexos.
Estofados rasgados, pisos quebrados e paredes descascando são uma ótima deixa para que clientes comecem a projetar se o desmazelo não pode estar sendo adotado também nos procedimentos profissionais. A aparência pode não ser tudo, mas já é uma vantagem. Quanto às exigências técnicas da Vigilância Sanitária, é necessário observar: a. o piso da área clínica e central de esterilização deverá ser de material liso, resistente ao uso de desinfetantes, lavável e impermeável; b. as instalações elétricas e hidráulicas devem ser embutidas ou protegidas externamente, para não haver depósito de sujidade em toda a sua extensão; c. as paredes devem ser de cor clara, de material liso, resistente e lavável; d. os equipamentos, utensílios e móveis não podem estar aglomerados ou impedindo de alguma forma o desenvolvimento do trabalho de forma ergonômica; e. a saída externa (ralo) para onde correm os dejetos da cuspideira e do suctor de saliva deve localizar-se fora do ambiente de atendimento aos pacientes; f. é obrigatório o acionamento das torneiras sem o contato direto com as mãos; g. as instalações sanitárias deverão ser providas de vaso sanitário, lavatório em material impermeável de fácil limpeza e coletor de lixo com tampa; h. iluminação natural e/ou artificial adequadas para permitir boa visibilidade, sem zonas de sombras ou contrastes excessivos, ausentes de poeira e sujidade; i. o local deve ser ventilado natural ou artificialmente, não devendo acumular fungos, gases, condensação de vapor e fumaça, e a eliminação destes deverá atender a legislação de proteção ambiental vigente. Havendo aparelhos condicionadores de ar, os filtros devem ser conservados limpos; j. o estabelecimento deve ser abastecido com água potável ligada à rede pública; k. se providos de reservatório de água (caixa d’água), a limpeza e desinfecção dos mesmos deverá ser, no mínimo, anual, conforme Portaria Estadual no 21/88; l. os consultórios e as clínicas odontológicas somente poderão utilizar equipamentos emissores de radiação ionizante desde que cumpram as exigências previstas em legislação específica; m. o compressor de ar, quando instalado na área de atendimento, deve contar com proteção acústica eficiente; n. é recomendada a instalação do compressor fora da área dos sanitários; p. é proibido, dentro do ambiente clínico, usar plantas, sofás, brinquedos, ventiladores e outros objetos que não sejam passíveis de desinfecção.
(V. também Entregas, Iluminação, Pisos, Portas)
O problema acaba isolando a pessoa do convívio social ou fazendo com que se retraia. Existem inúmeras etiologias para a halitose e normalmente seu tratamento é multidisciplinar. As origens mais frequentes são: saburra lingual, problemas periodontais, xerostomia (diminuição do volume de saliva produzido pelas glândulas salivares) estresse, alimentação inadequada, desidratação (ingestão insuficiente de água), hipoglicemia, problemas respiratórios e hepáticos. Os odores mais usuais encontrados no hálito são de enxofre, cetona, urina e fezes de rato. O portador de halitose não costuma sentir o próprio hálito porque temos um órgão chamado bulbo olfatório, no sistema nervoso central, que recebe as informações do olfato. Quando os odores são constantes, ocorre sua fadiga e deixamos de sentir o hálito. Pesquisas mostram que 40% da população brasileira são portadores de halitose crônica e 100% de halitose eventual. Por faixa etária, temos: de 0 a 12 anos 14% com halitose, de 12 a 65 anos 41%, e acima de 65 anos, 67% são portadores de mau hálito. Não há registros de evidências que diferenças de raça ou sexo sejam determinantes de maior incidência. Para a própria pessoa ter certeza da qualidade do hálito, um dos artifícios mais práticos é perguntar a uma criança, pois são mais autênticas. Outra alternativa é fazer um auto-exame na língua e verificar se há formação de saburra lingual. Há também alguns pequenos aparelhos medidores de hálito portáteis, que podem ser encontrados na internet. Um é o Tanita HC-212SF FitScan Breath Checker – Black, que pode ser acessado pelo site japonês www.tanita.co.jp/worldwide, com o valor aproximado de R$1.200,00; outros disponíveis em sites comerciais, que podem ser encontrados com o nome de halímetro, teste de hálito breath Checker, ou medidor de hálito, todos tendo como princípio detectar e medir a presença de maus odores e acidez no hálito. Funcionam com pilhas: basta ligá-los, respirar no sensor, e uma leitura aparece na tela digital em menos de 10 segundos. Resultados exibidos em seis níveis. Usam sensor semi-condutores de gás para medir a quantidade de compostos voláteis de enxofre liberados por bactérias. Portáteis, fáceis de ler e operar, com monitor pequeno. O preço varia entre R$60,00 e R$200,00.
Para auxiliar no combate a outra das causas frequentes de mau hálito existem também kits como o Removedor De Cáseo Garganta Amigdalas Led, disponível em sites comerciais em valores em torno de R$50,00.
As substâncias a seguir foram agrupadas em consonância com as indicações clínicas em Odontologia. É bom lembrar que o cirurgião-dentista, de acordo com a lei 5.081/1966, pode prescrever e aplicar todas as especialidades farmacêuticas, de uso interno e externo, indicadas em sua área de atuação.
CONTROLE DA DOR
- a) Não opioides: • Aceclofenaco • Ácido acetilsalicílico • Ácido mefenâmico – pela forte analgesia, utilizado para o controle de dor crônica, como casos de dor muscular e traumática de origem odontológica • Diclofenaco • Diflunisal • Dipirona • Ibuprofeno • Meloxicam • Naproxeno • Nimesulida • Paracetamol • Piroxicam
- b) Opioides: • Codeína (pode ser utilizada em associação com analgésicos não opioides – ex: paracetamol) – exemplos de uso: casos de dores causadas por tumores, dores agudas e crônicas, intensas ou muito intensas • Fentanila (hospitalar) – para analgesia de curta duração durante o período anestésico (pré-medicação, indução e manutenção) ou quando necessário no período pós-operatório imediato • Morfina (hospitalar) – usado para aliviar dores severas e/ou muito intensas • Tramadol – exemplos de uso: DTMs (disfunções temporomandibulares), neuralgia do trigêmeo (traumática ou não) ou dores neuropáticas orofaciais de origens diversas
- c) Antidepressivos: (fármacos coadjuvantes utilizados no tratamento e controle da dor crônica) • Tricíclicos • Amitriplina • Nortripilina • Inibidores Seletivos da Recapitação de Serotonina • Fluoxetina • Inibidores Seletivos da Recapitação de Serotonina (ver classificação) • Venlafaxina
- d) Anticonvulsionantes: (fármacos utilizados nos distúrbios dolorosos orofaciais) • Carbamazepina – exemplo de uso: neuralgia do trigêmeo • Gabapentina • Pregabalina
ANTITÉRMICOS UTILIZADOS EM INFECÇÕES ODONTOGÊNICAS
- Ácido acetilsalicílico • Dipirona • Ibuprofeno • Paracetamol
PROCESSOS INFLAMATÓRIOS
- a) Não esteroidais (AINES) • Ácido acetilsalicílico • Ácido mefênamico – pela forte ação anti-inflamatória, utilizado para o controle de dor crônica, como casos de dor muscular e traumática de origem odontológica; problemas periodontais associados à artrite reumatoide e osteoartrite • Celecoxibe • Cetoprofeno • Cetorolaco • Diclofenaco • Etodolaco • Etoricoxibe • Fenilbutazona • Fenoprofeno • Ibuprofeno • Indometacina • Meclofenamato de sódio • Meloxicam • Naproxeno • Nimesulida • Oxifembutazona • Parecoxibe • Piroxicam • Sulindaco • Tenoxicam b) Esteroidais (AIES) • Betametasona • Cortisona • Dexametasona • Hidrocortisona • Metilpredinisolona • Parametasona • Prednisolona • Prednisona • Triancinolona
Obs.: os glicocorticoides não são fármacos de primeira escolha para tratamento de dor em processo inflamatório crônico, devido aos efeitos secundários graves. Contudo, permanece o emprego quando a terapia convencional de primeira linha não se apresentar efetiva ou eficaz.
PROCESSOS INFECCIOSOS ANTIBACTERIANOS
Obs.: alguns dos antibacterianos a seguir são prescritos apenas em ambiente hospitalar.
- a) Penicilinas: • Aminopenicilinas: Ampicilina, Amoxicilina • Amoxicilina + Ácido clavulânico • Ampicilina / Sulbactam • Benzilpenicilina benzatina • Benzilpenicilina potássica (cristalina aquosa) • Benzilpenicilina procaína • Carbenicilina • Dicloxacilina • Fenoximetilpenicilina • Meticilina • Oxacilina • Piperacilina • Piperacilina / Tazobactam • Ticarcilina • Ticarcilina + Ácido clavulânico
- b) Cefalosporinas: • Cefaclor • Cefadroxila • Cefalexina • Cefalotina • Cefazolina • Cefepima • Cefotaxima • Cefoxitina • Ceftazidima • Ceftriaxona • Cefuroxima
- c) Carbapenêmicos • Ertapeném • Imipeném • Meropeném
- d) Glicopeptídeos • Ramoplanina • Teicoplanina • Vancomicina
- e) Macrolídeos: • Azitromicina • Claritromicina • Eritromicina • Roxitromicina • Telitromicina
- f) Aminiglicosídeos: • Amicacina • Gentamicina
- g) Lincosamidas: • Clindamicina
- h) Tetraciclinas: • Cloridrato de tetraciclina • Doxiciclina
- I) Minociclina Metronidazol
- J) Poliximinas: apenas uso tópico
- k) Quinolonas: • Ciprofloxacino • Gemifloxacino • Levofloxacino • Moxifloxacino
- l) Rifampicinas + Bacitracinas: • Rifamida
- m) Sulfonamidas: • Ácido paraminobenzoico • Sulfacetamida • Sulfadiazina • Sulfafurazol • Sulfametoxazol
- n) Trimetoprima (geralmente empregado em associação a sulfonamidas)
ANTIFÚNGICOS
- Anfotericina B • Fluconazol • Itraconazol • Miconazol • Nistatina
ANTIVIRAIS
- Aciclovir (em todas as suas apresentações) • Penciclovir
PROCESSOS ALÉRGICOS
- Epinefrina¹ • Difenidramina • Prometazina • Ranitidina² • Glucagon³ • Loratadina • Desloratadina • Cetirizina • Glicocorticoides, como hidrocortisona e prednisolona (associados a epinefrina e aos anti-histamínicos), constituem o passo seguinte no tratamento da anafilaxia, ou ainda utilizados cronicamente no tratamento ambulatorial das alergias associadas aos procedimentos odontológicos OBS.: ¹ o cirurgião-dentista em atos clínicos ou cirúrgicos, em ambiente ambulatorial ou hospitalar, pode fazer uso de substâncias medicamentosas, a exemplo dos anestésicos que contenham epinefrina. Dentre os vasoconstritores adrenérgicos, podemos citar que ela é uma das mais indicadas no atendimento de pacientes com hipertensão controlada no estágio I ou II ² Em casos em que o paciente possua, por exemplo, história de irritação gástrica quando do uso de antibióticos, anti-inflamatórios, analgésicos ou outros medicamentos, para fins odontológicos, o cirurgião-dentista pode prescrever protetores gástricos, coadjuvantes na terapêutica medicamentosa de tratamento em Odontologia ³ A prescrição e aplicação de Glucagon se dá nas situações de emergências médicas em Odontologia.
ANABOLIZANTES ESTEROIDES
- Androstenolona • Clostebol • Etilestrenol • Somatropina Obs.: indicados em terapêuticas que visam à regeneração óssea, para a proliferação, adesão e diferenciação de osteoblastos.
ANESTESIA LOCAL (associados ou não a vasoconstritores)
- Articaína • Bupivacaína • Lidocaína • Mepivacaína • Prilocaína Obs.: anestésicos gerais são utilizados sob responsabilidade de médico anestesista, em procedimentos odontológicos clínicos ou cirúrgicos específicos realizados em ambiente hospitalar.
BENZODIAZEPÍNICOS
- Alprazolam • Bromazepam • Cloxazolam • Diazepam • Flunitrazepam • Lorazepam • Midazolam • Oxazepam Obs.: pacientes odontológicos apresentam grande incidência do fator medo, ansiedade, fobia, entre outros, que são desencadeadores de condições sistêmicas desfavoráveis a atos clínicos ou cirúrgicos, tais como a hipertensão arterial e taquicardia. São utilizadas, ainda, em pacientes que possuem dificuldade de condicionamento verbal, desde que o mesmo não apresente histórico de hipersensibilidade ou contraindicações ao uso dos componentes. As dosagens devem ser rigorosamente seguidas, não havendo indicação de tratamento prolongado.
RELAXANTES MUSCULARES (especificar uso)
- Baclofeno • Ciclobenzaprina • Fenilbutazona • Orfenadrina • Tiocolchicosídeo Obs.: substâncias indicadas ao tratamento de disfunção temporomandibular e outras condições extremas onde ocorra espasmos musculares. Tem função coadjuvante, visando à melhora do conforto do paciente, por período determinado, aliado a investigações de outras condições etiológicas que se referem à causa do problema identificado.
AGENTES CLAREADORES
- Peróxido de Carbamida • Peróxido de Hidrogênio
DESSENSIBILIZANTES
- Biovitrocerâmicas* • Caseína Fosfopeptídica* • Flúor • Fosfato de Cálcio Amorfo* • Nano-Hidroxiapatita* • Nitrato de Potássio (5%) * Bioativos remineralizantes
CONTROLE DE HIPOSSALIVAÇÃO
- Betanecol • Cevimelina • Pilocarpina Obs.: indicado em casos de xerostomia, que podem gerar doenças periodontais, proliferação de bactérias e fungos, mucosite bacteriana, além de visar ao combate à dificuldade de retenção de próteses dentárias mucosuportadas.
CONTROLE DE SANGRAMENTO
- Ácido Aminocaproico (EACA) • Ácido Tranexâmico (AT) • Ácido Tricloroacético (ATA) • Eltrombopague Olamina Obs.: substâncias que podem ser utilizadas em condições pré ou pós-cirúrgicas para pacientes que relatam problemas relacionados à hemostasia, do ponto de vista sistêmico.
ANTISSÉPTICOS / ENXAGUATÓRIOS
- Betametasona (elixir) – exemplos de uso: feridas cirúrgicas odontogênicas, lesões do complexo maxilomandibular, geralmente na forma de bochecho, para ação anti-inflamatória e cicatrização (estomatologia). • Cloreto de Cetilpiridínio • Clorexidina • Cloridrato de Benzidamina (pó para preparação extemporânea, spray, colutório, pasta dentifrícia e gel) • Dexametasona (elixir) – exemplos de uso: feridas cirúrgicas odontogênicas, lesões do complexo maxilomandibular, geralmente na forma de bochecho, para ação anti-inflamatória e cicatrização (estomatologia) • Iodóforos, como soluções alcoólicas ou aquosas de iodopovidona ou iodo-polivinilpirrolidine (iodo-povidine) a 0,1% a 1% • Óleos Essenciais e suas combinações (eucaliptol 0,092%, mentol 0,042%, timol 0,064%, metil salicilato 0,060%) • Peróxido de Hidrogênio (0,013% a 3%) • Triclosana
AGENTES ANTICÁRIES
- Fluoretos (em todas as suas apresentações) • Polialcoóis • Xilitol
DESINFETANTES
- Ácido Peracético (2%) • Álcool Etílico (70%) • Formaldeído (4%) • Glutaraldeído (soluções a 2%) • Hipoclorito de Sódio (soluções de 2% a 4%) • Quaternários de Amônia
OUTRAS SUBSTÂNCIAS UTILIZADAS NAS ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS
ENDODONTIA
- Hipoclorito de sódio (0,5% a 7%) • Peróxido de Hidrogênio • Ácido Cítrico (1% a 50%) • Ácido Etileno Diaminotetracético (EDTA): – EDTA 20% em gel – EDTA trissódico 24% gel – EDTA 17% – líquido – EDTA-C – EDTA-T • Peróxido de Hidrogênio + Peróxido de Ureia + Polietilenoglicol + Polissorbato Tween 80 • Doxicilina + Ácido Cítrico + Tween 80 • Hidróxido de Cálcio • Iodofórmio • Pasta Tripla: – Ciprofloxacino + Metronidazol + Minociclina – Ciprofloxacino + Metronidazol + Cefaclor – Ciprofloxacino + Metronidazol + Cefuroxima • Formocresol • Ticresol Formalina • Paramonoclorofenol (canforado) (neomicina e hidrocortisona) – Suspensão otológica utilizada pela ação antimicrobiana e anti-inflamatória • Dexametasona colírio (intracanal) • Hidrocortisona, Cloridrato de Oxitetraciclina e Sulfato de Polimexina B – pomada utilizada Guia Prático Medicamentos pela ação antimicrobiana e anti-inflamatória • Dexametasona, Sulfato de Neomicina e Sulfato de Polimexina B) – Suspensão oftálmica estéril utilizada pela ação antimicrobiana e anti-inflamatória. • Clorexidina (0,2%, 2% – líquido e gel) • Óxido de Zinco • Eugenol • Cimentos (Fosfato de Zinco, Iônomero de vidro, MTA – mineral trióxide aggregate) • Tintura de Lugol 5% • Soda Clorada de 4% a 6% • Hipoclorito de Sódio (2% a 2,5%) • Água de Cal • Polietilenoglicol • Propilenoglicol • Óleo de Oliva • Trietalonamina • Óleo de Laranja • Eucaliptol • Glicerina • Eucaliptol • Sulfato de Bário • Sulfato de Cálcio
PERIODONTIA
- Peróxido de Hidrogênio (0,013% a 3%) • Clorexidina • Guaçatonga (nome científico: Casearia sylvestris Sw.) • Iodopovidona (solução aquosa a 10%). • Óleos essenciais de timol, eucaliptol, mentol e salicilato de metila
ODONTOPEDIATRIA
Na endodontia de dentes decíduos: • Óxido de Zinco e Eugenol • Pastas de Hidróxido de Cálcio e Iodofórmio
ESTOMATOLOGIA
- Triancinolona em Orabase • Antissépticos • Hexamidina + Tetracaína • Própolis 5% em Propilenoglicol • Miconazol • Neomicina e Bacitracina • Benzocaína • Lidocaína (2%) • Extrato de Camomila • Extrato de Chá Verde • Cremes contendo corticosteroides – utilizados como anti-inflamatórios e imunoreguladores, reduzindo os sintomas da inflamação e acelerando o processo natural de reparação dos tecidos em casos de lesões na forma de erosão e/ou ulceração na mucosa bucal • Cremes e pomadas contendo antimicrobianos, exemplos: neomicina e bacitracina; associação de benzocaína, hidrocortisona e neominina • Cremes, géis e pomadas contendo antifúngicos, exemplos: Aciclovir, Miconazol, Nistatina + Óxido de Zinco • Clobetasol (0,05% a 0,1%) • Hidrocortisona (uso tópico) • Fluoruracila (0,5% a 5%) – antineoplásico usado em lesões com potencial de transformação maligna, como queilite actínica, a fim de promover a destruição das células alteradas mediante aplicação tópica • Imiquimode (5%) – utilizado em lesões com potencial de transformação maligna, a fim de promover a destruição das células alteradas mediante aplicação tópica • Ácido Tricloroacético (50%) – aplicado em lesões com potencial de transformação maligna, a fim de promover o peeling químico simples, destruindo não seletivamente células normais e displásicas/neoplásicas mediante aplicação tópica • Clonazepam – exemplo de uso: síndrome de ardência bucal • Capsaicina e derivados (0,025% a 0,075%) – exemplo de uso: síndrome de ardência bucal • Saliva artificial – exemplo de uso: xerostomia • Pilocarpina (2% solução oftálmica) – exemplo de uso: xerostomia • Xilitol • Fluoretos • Ácido Málico (1%) – exemplo de uso: xerostomia, geralmente associado ao xilitol e fluoretos para evitar diminuição do pH da cavidade bucal que poderia levar ao aumento na incidência de cáries. • Ácido Acético • Ácido Alfalipoico Isotretinoína (0,05% a 0,1%), utilizado via tópica a fim de promover aumento da reciclagem das células epiteliais, levando a descamação e eliminação da lesão na mucosa oral • Acitretina (0,05% a 0,1%), utilizado via tópica a fim de promover aumento da reciclagem das células epiteliais, levando à descamação e eliminação da lesão na mucosa oral. • Anabolizantes esteroides (especificamente no caso de algumas doenças com envolvimento ósseo)
CIRURGIA, TRAUMATOLOGIA E DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR (DTM)
- Óxido Nitroso • Fármacos homeostáticos, como Ácido Tranexâmico (AT). • Heparina para prevenção do tromboembolismo venoso. • Sprays, géis ou soluções nasais hipertônicos • Soluções nasais com ou sem anti-inflamatórios • Soro Fisiológico • Anabolizantes esteroides
CIRURGIA BUCO-MAXILO-FACIAL
- Em uma extração simples: – pós-cirurgia: anti-inflamatório não esteróide (Profenid Retard 200 mg) um por dia por quatro dias.
- Em uma cirurgia de incluso: – pós-cirurgia: anti-inflamatório não esteróide (Profenid Retard 200 mg) um por dia por quatro dias; – pós-cirurgia: antibiótico (amoxicilina 500 mg) três vezes ao dia por sete dias; – pós-cirurgia: analgésico (dipirona, ou Lisador), se houver dor, a cada 6 horas.
ENDODONTIA
- Em dente hígido: – nenhuma.
- Em dente inflamado: – nenhuma; eventualmente anti-inflamatório (meloxicam 15 mg) um por dia por três a cinco dias.
- Em dente inflamado/infeccionado: – antibiótico (amoxicilina 500 mg) 8/8 horas por sete dias + anti-inflamatório (meloxicam 15 mg) um por dia, por três a cinco dias.
PERIODONTIA
- Tratamento de processo agudo: – antibiótico (amoxicilina 500 mg) 8/8 horas por cinco dias.
- Em cirurgia periodontal: – antibiótico (amoxicilina 500 mg) 8/8 horas por três dias + anti-inflamatório (meloxicam 15 mg) um por dia, por três dias + analgésico (dipirona 500 mg) 20 gotas, de 4/4 horas, por dois dias.
IMPLANTODONTIA
- Em cirurgia para implante: – 1 hora antes: sedativo (diazepam, “Valium”), um comprimido + anti-inflamatório (Celestone 4 mg), 1 comprimido + antibiótico (amoxicilina 250 mg suspensão) 20 mg p/kg. – Pós-cirurgia: antibiótico (amoxicilina 500 mg) 8/8 horas por cinco dias + analgésico (paracetamol) três vezes ao dia por três dias.
Observação: as medicações são apenas uma indicação estatística; cada caso e a dosagem necessária dependem de fatores como sensibilidade a medicamentos, peso, estado de saúde verificado na anamnese, idade do paciente e expectativa de edema ou dor.
Desde o design do equipamento, que passou a ser mais futurista e ter uma aparência science fiction – em contraposição à visão de tortura medieval das cadeiras antigas – passando por aparelhos que promovem sedação e eliminam por completo a sensação das agulhas anestésicas, tudo tem sido produzido para desvanecer a imagem de sofrimento. Leve-se em conta ainda motorzinhos de alta rotação acolchoados, que não produzem aquele som irritante associado a sofrimento de antigamente, ou mesmo os desgastes por microabrasão, verdadeiras maravilhas. Cabe aos cirurgiões-dentistas fazerem uso dessas inovações e contribuirem para transformar a ida a uma consulta odontológica, se não numa incursão ao playgroung, em uma experiência agradável e saudável. De toda forma, medo é fenômeno de vida curta, que desaparece quando o estímulo cessa. Durante sua duração, pode desencadear mudanças fisiológicas como taquicardia, respiração curta e sudorese. Medo é fonte de ansiedade, que aumenta a dor, que por sua vez desencadeia aumento do medo. Aumento do estresse aumenta o risco de emergências médicas. Segundo algumas classificações, há cinco tipos de medo:
- medo da dor: é o mais vinculado à Odontologia, que já mostra o primeiro sinal quando o paciente pergunta se vai doer;
- medo do desconhecido: pode ser completamente dissipado com boas e esclarecedoras explicações dos procedimentos e de tudo o que vai suceder durante a consulta. O paciente pode ter receios, mas uma comunicação eficiente do profissional pode eliminar esse medo e não precisar de justificativas para posteriores surpresas desagradáveis;
- medo da dependência: é o que se pode instalar causado pela posição um tanto submissa do paciente na cadeira, praticamente sem possibilidade de movimento, em que se sente totalmente indefeso. Esse tipo de medo se acentua quando o paciente é encaminhado para especialistas que não conheça;
- medo da mutilação: todas as perdas na cavidade bucal, como de um dente, podem transmitir alterações psicológicas importantes e distúrbios de comportamento, como receio da velhice;
- medo da morte: pode acontecer em todas as circunstâncias, já que o paciente está imóvel na cadeira, percebe a manipulação de sua boca com uma parafernália de instrumentos cortantes, vê drogas sendo injetadas e tirando sua capacidade de sentir, sente uma borracha separando sua boca do corpo e se questiona se vai conseguir sobreviver a toda essa agressão.
No momento em que o cansaço psicológico se estabelece no desenvolvimento de um tratamento odontológico, algum desses tipos de medo pode aflorar, e o paciente responder com sinais de fobia, ou seja, um irracional e contido medo do dentista.
Mestrado mede a capacidade de pesquisa e síntese, e culmina em uma dissertação; doutorado, além dos mesmos requisitos, também avalia a contribuição original para o avanço do conhecimento e se encerra em uma tese.
Utiliza o princípio da energia cinética. O jato perfura com facilidade a camada de esmalte, sem necessidade de uso de alta rotação. Funciona com ar comprimido ou nitrogênio como propelente. Tem sido uma boa opção para 70% dos casos de remoção de cáries, em que não é preciso o concurso de anestesia, além de ser também eficiente como profilaxia de estruturas afetadas por fluorose. .
A técnica de microabrasão apresenta resultados imediatos e permanentes, com desgaste mínimo do esmalte, não necessitando de preparos invasivos e de restaurações; seu tempo de tratamento é curto, é de fácil execução, baixo custo, e não provoca danos à polpa e aos tecidos periodontais.
A microabrasão é um eficiente método para remover manchas superficiais no esmalte dentário, causadas tanto pela fluorose quanto por outras alterações (hipoplasia de esmalte, amelogênese). A técnica apresenta resultados imediatos e permanentes, com desgaste mínimo do esmalte, não necessitando de preparos invasivos e de restaurações; seu tempo de tratamento é curto, é de fácil execução, baixo custo, e não provoca danos à polpa e aos tecidos periodontais. As conclusões a seguir estão presentes num estudo realizado pelos odontólogos Amanda Gabriela Magalhães Ribeiro e Fernando Molinari Gomes.
A microabrasão do esmalte foi descrita como um procedimento de escolha para o tratamento da fluorose grau leve (ou seja, graus 1, 2 e 3 do Índice de Dean). Esta técnica foi desenvolvida para a remoção de manchas no esmalte provocadas por fluorose e teve sua indicação estendida para a remoção de alguns tipos de manchas superficiais do esmalte, tais como as brancas hipocalcificadas, brancas resultantes de cáries inativas, brancas de cáries inativas pós-tratamento ortodôntico, cáries paralisadas (lesões crônicas superficiais) e outros defeitos estruturais do esmalte superficial. Para o diagnóstico da real profundidade da mancha, é utilizada a técnica de transiluminação, que é uma técnica de inspeção visual avançada, com base em propriedades de espalhamento de luz em esmalte. A estrutura dentária descalcificada tem um índice de transmissão de luz mais baixo que o do esmalte sadio e, portanto, a área da lesão é vista como uma mancha escura. O método é simples, confortável para o paciente e não invasivo. A indicação da técnica de microabrasão deve levar em consideração a profundidade da lesão branca, que pode ter extensão mais superficial ou em maior profundidade no esmalte. Esse diagnóstico implica diretamente no prognóstico do caso, visto que em casos de lesões brancas profundas, a microabrasão promove apenas discreta melhora no aspecto clínico, e não remove totalmente a lesão, o que deve ser explicado e discutido junto ao paciente. Os principais materiais utilizados são o ácido clorídrico, peróxido de hidrogênio e ácido fosfórico combinado a outros materiais. Alguns cuidados para a realização das técnicas de microabrasão do esmalte devem ser observados, como por exemplo: previamente à aplicação do ácido é indicado o uso de vaselina ou proteção dos tecidos moles com Omcilon-A Orabase, e em seguida o isolamento absoluto. A técnica da microabrasão deve ser realizada com proteção dos olhos do paciente, operador e auxiliar com óculos de proteção. Deve ser feita lavagem adequada do ácido, para evitar possíveis queimaduras aos tecidos moles.
Ácido clorídrico. O uso do ácido clorídrico consiste em uma das técnicas com maiores variações em sua concentração. Contém basicamente ácido clorídrico a 10 %, água destilada, sílica pirolítica, como agente abrasivo, e dióxido de silicone. A principal vantagem do composto é o fato de apresentar baixas concentrações de ácido clorídrico, além de ser em gel, o que torna sua aplicação mais segura, por formar uma pasta mais densa. Além disso, o agente abrasivo tem partículas de menor diâmetro e mais rígidas, o que incrementa sua ação abrasiva. A sequência técnica inicia-se se pelo isolamento dos dentes envolvidos, aplicação do composto várias vezes, com uma taça de borracha por 20 segundos, alternando sempre as aplicações pela lavagem com jatos de água. Em seguida, realiza-se o polimento com pasta profilática e aplicação de fluoreto de sódio neutro por 4 minutos. Embora esse composto tenha uma composição pequena de abrasivo e uma leve concentração de ácido clorídrico, proporciona muito mais segurança para os tecidos bucais, além de ter uma aplicação muito mais facilitada, quando comparada a mistura de ácido clorídrico a 18 % e pedra pomes.
Peróxido de hidrogênio. Técnica utilizando uma mistura de peróxido de hidrogênio a 30% e éter etílico na proporção de 5:1, sendo aplicada por meio de um bastão de madeira envolvido em algodão, com a utilização de uma fonte de calor, durante 30 segundos, para acelerar a reação.
Ácido fosfórico. Como auxílio de uma ponta de borracha abrasiva, a pasta de ácido fosfórico a 37% e pedra pomes é aplicada sobre a manca branca do dente por 10 segundos. Em seguida lavar por 20 segundos. A aplicação pode ser repetida várias vezes na mesma sessão até que se obtenha o resultado desejado, desde que seja observado o grau de desgaste do dente. Se após 5 a 10 aplicações do ácido, o resultado não for satisfatório, a técnica deve ser suspensa, pois significa que a mancha é muito profunda.
Ácido hidroclorídrico. Contém ácido hidroclorídrico e partículas abrasivas de carboneto de silício num gel hidrossolúvel. O protocolo clínico é baseado em isolar os dentes a serem tratados, verificar o fluxo da seringa, aplicar uma camada de aproximadamente 1 mm de espessura sobre a área e, com o auxílio de uma taça de borracha, aplicar uma pressão média, durante 60 segundos. E então, aspirar a pasta, enxaguar, avaliar e repetir, se necessário. Por fim, aplica-se uma camada de gel de flúor. As grandes vantagens dessas técnicas consistem em apresentar resultados imediatos e permanentes, sem provocar danos à polpa e aos tecidos periodontais e possibilitar a associação a outras técnicas, como a do clareamento dental.
A fluorose dentária origina-se durante o processo de formação do germe dentário. A adição do íon flúor na água é considerada uma medida preventiva necessária. Porém, quando ingerida em grandes quantidades, se torna tóxica ao organismo e aos elementos dentários. O excesso dos fluoretos na infância causa alterações no esmalte, desde linhas finas brancas até áreas erosivas e pigmentadas. Conforme a gravidade da fluorose, é possível tratá-la e preservar a estrutura dental. A microabrasão é resolutiva para os defeitos superficiais do esmalte, e está indicada em situações como manchas fluoróticas, lesões e irregularidades na textura do esmalte. A ocorrência dessas lesões, quando acometem simultaneamente múltiplos elementos dentários anteriores, faz com que o paciente procure o cirurgião-dentista, na busca de uma solução para o problema estético. Portanto, é de grande importância a obtenção de um diagnóstico preciso, tendo em vista que o tipo e a profundidade das lesões brancas são determinantes para a indicação de técnicas minimamente invasivas ou invasivas. Porém, visando uma abordagem minimamente invasiva e dando ênfase à odontologia conservadora, outros procedimentos, visando preservação da estrutura dental, vêm ganhando espaço na Odontologia. Dentre esses, ganha um destaque a microabrasão do esmalte. Tal técnica visa à remoção de manchas ou de irregularidades da superfície dentária por associação entre a ação erosiva de ácidos, mais comumente o ácido fosfórico e o ácido clorídrico, e a ação abrasiva de algumas substâncias, como pedra pomes e carbeto de silício, por meio de esfregaço. A indicação da técnica de microabrasão deve levar em consideração a profundidade da lesão branca, que pode ter extensão mais superficial ou em maior profundidade no esmalte. Este diagnóstico pode ser feito por meio da transiluminação, utilizando o fotopolimerizador ou leds brancos, especialmente desenhados para diagnóstico. Em casos que não permitem a passagem de luz pela baixa translucidez do esmalte danificado, a imagem da lesão obtida por esta técnica é mais escura, sendo necessário o desgaste seletivo do tecido. Em alguns casos, a microabrasão promove apenas discreta melhora no aspecto clínico, e não remove totalmente a lesão, o que deve ser explicado e discutido junto ao paciente. A grande vantagem dessa técnica consiste em apresentar resultados imediatos, restabelecendo a estética com desgaste mínimo do esmalte, não necessitando de preparos cavitários, além de tempo curto de tratamento, fácil execução, baixo custo, sem provocar danos à polpa e aos tecidos periodontais e possibilitar a associação a outras técnicas, como a do clareamento dental. Devido à micro redução na espessura do esmalte resultante da microabrasão realizada, em alguns casos, pode ser percebida alteração de cor nos elementos dentários expostos à técnica, resultado de uma maior exposição da dentina subjacente, dando um aspecto amarelado aos dentes afetados. Outra desvantagem seria o risco de sensibilidade trans e pós-operatória, consequente da pressão exercida durante o ato operatório ou da localização da mancha, no terço cervical, onde, em consequência da reduzida espessura do esmalte, a microabrasão pode resultar em sensibilidade térmica pós-operatória. Entretanto, essa sensibilidade pode ser solucionada com o uso do anti-inflamatório ibuprofeno, entre 30 a 60 minutos antes da realização do procedimento e, ainda, com a aplicação de agentes dessensibilizantes após o polimento da superfície exposta à microabrasão.
Conclusão. Em relação ao desgaste produzido, a microabrasão provoca uma perda mínima do esmalte dentário e, ao longo do tempo, esse desgaste promove a obtenção de uma superfície de esmalte uniforme e com brilho. Em geral o ácido fosfórico promove um desgaste menos agressivo e mais seletivo. Por outro lado, o ácido clorídrico não é seletivo, desgastando com mais agressividade a superfície do esmalte, após a microabrasão. A indicação da técnica de microabrasão deve levar em consideração a profundidade da lesão branca, que pode ter extensão mais superficial ou em maior profundidade no esmalte. A microabrasão promove apenas discreta melhora no aspecto clínico, e não remove totalmente a lesão. A técnica de microabrasão dentária, quando bem indicada, apresenta como vantagens principais: a obtenção de resultados satisfatórios imediatamente à sua aplicação, boa longevidade, ausência de danos à polpa dentária ou ao periodonto, baixo custo e facilidade na execução. Porém, devido à micro redução na espessura do esmalte decorrente da microabrasão realizada, em alguns casos, pode ser percebida uma alteração de cor nos elementos dentários expostos à técnica, resultado de uma maior exposição da dentina subjacente, conferindo um aspecto amarelado aos dentes afetados. A escolha por tratamentos que busquem preservação da estrutura dentária, bem como a devolução da estética, obtidas através da microabrasão reafirmam que procedimentos minimamente invasivos devem ser sempre utilizados como a primeira opção de tratamento, para casos em que a presença de manchas fluoróticas cause desconforto estético para o paciente. A utilização da técnica da microabrasão do esmalte, quando corretamente indicada, torna-se uma boa alternativa para o tratamento das manchas de consistência dura, localizadas ou generalizadas, proporcionando a regularização, alisamento satisfatório do esmalte e a recuperação do padrão de cor desejado pelo paciente, respeitando acima de tudo, os princípios estéticos e conservadores praticados na odontologia atual.
Há poucas marcas no mercado, na maioria importadas:
Peça de Mão Air Flow (EMS)- remove biofilme, manchas e cálculos jovens em dentes naturais, restaurações e implantes. Limpa e dá brilho em um único procedimento. Uso exclusivo com air flow handy 3. Angulação de 120° com bico fino para melhor visibilidade e acessibilidade. Corpo de resina de grau médico para alta durabilidade. Termodesinfetável e esterilizável. Livre de entupimento. Ergonomia aprimorada com empunhadura tipo caneta. Fluxo de pó de alta qualidade. Padrão de pulverização uniforme.
PrepStart Air Abrasion Cavity Prep Unit (Danville Materials, Inc.) – o aparelho usa um jato muito fino de ar de alta pressão contendo um micro abrasivo para suavizar a superfície do dente amolecida pela cárie. O dente sente muito pouco no processo, pois o tamanho do abrasivo é muito pequeno.
PrepStart H2O Air Abrasion Unit Hydro Abrasion (Danville Materials, Inc.)- Unidade de preparo de cavidades de hidro abrasão. A adição de um cone de névoa de água ao redor do fluxo de ar/abrasivo captura quase toda a poeira. Os resultados de corte continuam a ser ótimos. O uso de água morna aumenta ainda mais o conforto do paciente. A névoa de água começa e para instantaneamente com fluxo de ar/abrasivo. Especificação: captura quase toda a poeira. Sem conexão de água: a água é independente. Interruptor de água liga-desliga. Fluxo de água ajustável. Conexão de ar apenas para linha de pedal PrepStart.
Se for utilizar a máquina para editar imagens ou rodar software pesado, cada MHz e Mb adicional na CPU vale a pena. No entanto, é um erro pensar que computadores sofisticados permitem navegação mais rápida na Internet. Tal quesito é totalmente inútil se a máquina não tiver conexão de alta velocidade. Se você tiver convênios que exigem o envio de imagens pela Internet, isso vai ser quase uma necessidade. Em se tratando de um computador voltado para tarefas simples, como processamento de texto, troca de e-mails sem anexos volumosos ou execução de software administrativo de bom porte, um computador sem grandes pretensões mnemônicas já satisfaz.
Computadores dotados de processador Intel ou AMD dão conta de todas essas atividades e são muito ágeis inclusive na composição e manipulação de fotos digitais dos prontuários dos melhores softwares odontológicos (V. Softwares Odontológicos).
Qual o seu uso
Antes de tudo, é bom definir o que você pretende fazer com o dispositivo no dia a dia. Vai usar só para navegar na internet e assistir alguns vídeos on line? Vai usar a máquina para trabalhar, produzir textos e planilhas? Ou precisa usar programas mais pesados como os de edição de vídeos e imagens? Esse é sem dúvida o primeiro passo para acertar na escolha.
Quanto você quer ou pode gastar?
Quanto você está disposto a gastar ou pode investir em uma nova máquina? Qual é seu orçamento para essa nova aquisição. Esse é mais um filtro importante antes de começar a pesquisa. Mas preste atenção.
Há PCs disponíveis no mercado a partir de 1000 reais. Esses equipamentos são indicados apenas para aquelas pessoas que não pretendem usar o computador para qualquer tarefa além de navegar na internet, ver um ou outro vídeo e, de repente, fazer trabalhos escolares simples. Para quem pretende ir um pouco além, e mais: quer ter uma máquina que vai te acompanhar por maios tempo, e pronta inclusive para novas tecnologias que possam surgir, existe uma espécie de valor médio, para começar.
Tem que prestar muita atenção no que você está comprando. De faixa de preço, claro, tem produtos mais baratos, mas quando você vai a partir de 1800 reais você consegue ter caracterizações de processamento mais high end, você foge um pouquinho de produtos que de repente são especificados abaixo da média para te entregar preço.
Meio caminho andado: com o objetivo e orçamento definidos, é provável que sua escolha já tenha se limitado a muito menos modelos. Já fica bem mais fácil escolher. Mas claro, é sempre importante avaliar toda a configuração do computador antes de leva-lo para casa. Agora vamos olhar para dentro dos PCs. Podemos começar pelo coração da máquina. Aqui de novo entra a questão da sua prioridade de uso. Dá para a gente dividir a categoria em três níveis: básico, intermediário e avançado. Para quem vai só navegar na web e de repente produzir um ou outro conteúdo, os processadores mais básicos são mais que suficiente. Na Intel, o primeiro da família é o Core I3; na AMD, o chip de entrada é o Ryzen3: ambos possuem 4 núcleos. Para quem precisa de um pouco mais de performance ou ainda que quer um computador que dure mais tempo, o nível acima é o Core I5 da Intel, e o Ryzen5 da AMD, São os mais populares, e além de performance trazem novas tecnologias embarcadas, como economia de bateria, entre outras. Por último, os processadores de alta performance, top de linha das marcas, sejam o I7 ou I9, da Intel, ou Ryzen7 da AMD. Esses é claro são indicados para todo o tipo de uso.
A memória Ram é um item importante na determinação do desempenho da máquina. Definir a quantidade de Ram depende dos programas que você pretende usar. Alguns têm inclusive exigência mínima de Ram. Mas basicamente podemos definir assim: para escutar música, editar textos, e simplesmente navegar na internet, entre 2 e 4 gigas de Ram funcionam. Já para quem quer assistir séries online, usar outros serviços de streaming, e até se divertir com games mais casuais, o mínimo são 4 gigas de Ram. Já para trabalhos com vídeo e jogos em alta resolução, com muita demanda de processamento, o melhor é procurar um computador que tenha entre 8 e 16 gigas de Ram. Resumindo, hoje em dia talvez não valha a pena comprar um computador com menos de 4 gigas de Ram.
Disco rígido ou disco sólido: HD ou SSD? Bom, a maioria das máquinas- Desktops e notebooks – ainda têm com o HD convencional. Entre suas principais vantagens estão o menor preço e a alta capacidade de armazenamento. Por outro lado, quem já experimentou um computador com o SSD sabe a diferença da velocidade. O SSD é muito rápido, quase que instantâneo. Usando memórias flash, similares a dos populares pendrives, a maior vantagem do SSD é essa mesmo, a velocidade. Por outro lado, os SSDs ainda são mais caros, mesmo com a capacidade de armazenamento inferiores.
Tem o armazenamento de 1 tera, muito maior que um SSD pode trazer. Tem opções com o SSD com 1 tera? Tem. Só que é muito caro. Então, as pessoas não conseguem muitas vezes adquirir um produto com tanto espaço para armazenamento.
Uma boa opção é procurar por sistemas híbridos, aqueles com maior armazenamento, usando um HD tradicional e um SSD menor para colocar alguns arquivos mais acessados e o próprio sistema operacional. A maioria dos SSDs vendidos possuem entre 128 e 256 gigas de espaço. Apesar de já existirem opções com alguns terabytes, o preço é praticamente inacessível para muita gente. As placas gráficas integradas, aquelas embarcadas no próprio processador, evoluíram muito de um tempo para cá. O salto de performance é significativo, mas ainda há algumas pessoas que precisam sim pensar numa placa dedicada, ou seja, à parte do processador. Gamers normalmente optam por esse segundo modelo mas para jogos mais simples, as integradas já funcionam superbem e não frustram ninguém.
É instrumento de aumento óptico que permite visualizar em diferentes aumentos as estruturas anatômicas e, ao mesmo tempo, trabalhar cirurgicamente sobre elas. Quando intervenções cirúrgicas são realizadas por auxílio desse instrumento, denominam-se microcirurgias. O primeiro autor que descreveu sua utilização em cirurgia periapical foi o Dr. Gary B. Carr – endodontista norte-americano de San Diego, Califórnia, considerado o “pai da microscopia dental” – em 1992. Desde 1995, a Associação Americana de Endodontia exige que todos os cursos na área sejam com o uso de microscópio operatório; no Brasil, é usado desde 1994. Largamente difundida na Europa e nos Estados Unidos, a microscopia pode ser utilizada em todos os ramos da Odontologia, proporcionando resultados como incisões menores e pós-operatório mais tranqüilo para o paciente.
Na Endodontia, o profissional pode visualizar microestruturas como nervos e vasos, e realizar com segurança o tratamento até o ponto desejável. Outras aplicações são diagnóstico de fraturas radiculares, localização de canais calcificados, localização de canais extras em anatomias complexas, remoção de instrumentos fraturados, retratamentos endodônticos, cirurgias parendodônticas, tratamento das perfurações radiculares e refinamento técnico em todas as fases da especialidade.
Na área protética, pela precisão visual, pode ter a visão exata das regiões término-cervicais, tendo a verdadeira noção do preparo da broca na região equivalente ao colo do dente, nos casos de confecção de coroa total. É possível ao dentista ver exatamente onde está cortando a gengiva e com que extensão, além de poder, no teste clínico, avaliar o tamanho das fundições protéticas com muito mais exatidão. A adaptação de uma prótese chega à casa dos 14 micrômetros de precisão com o microscópio. Sem o equipamento, a precisão é de 40 micrômetros. Na cirurgia periapical, particularmente, em que os índices de sucesso são muito variáveis e se situam entre 50% e 90%, a introdução do microscópio cirúrgico permitiu, durante os procedimentos de preparação retrógrada, realizar a cavidade com osteotomia mínima. A microscopia operatória pode ser usada, ainda, no diagnóstico, em dentística restauradora, implantodontia e cirurgia buco-maxilo-facial. O microscópio cirúrgico compõe-se de um conjunto de lentes dispostas de maneira que permite trabalhar entre seis e 40 aumentos. Esse aumento é medido a partir do objetivo, que no nosso caso é de 20 cm de distância focal (para permitir uma posição cômoda de trabalho com os instrumentos) e por dois oculares, que são de onde visualizamos. Dispõe de uma roda para variar os diferentes aumentos de trabalho, de maneira progressiva (contínua ou não, conforme o modelo). Como em qualquer instrumento óptico, a qualidade das lentes é fundamental para obter uma imagem de melhor ou pior qualidade. Tão importante como a qualidade da imagem é a iluminação necessária para poder ver com claridade estes aumentos; por isso, estes microscópios estão dotados de um sistema de iluminação coaxial de luz fria. Existem diferentes fabricantes deste tipo de microscópio, com diferentes graduações de sofisticação, mas sempre se trata de equipamentos de preço elevado. Aliás, essa é a maior barreira para esse sistema, além do aprendizado metódico e regrado que exige sua utilização. Outros elementos que completam o equipamento do microscópio cirúrgico são o equipamento de videogravação, que nos permite ver a intervenção com um monitor de TV, e também o equipamento de fotografia. Ambos se conectam por sistemas de prismas ópticos ao microscópio.
Modelos disponíveis no mercado:
• DM-2003 (Opto): feito para Odontologia; aumenta até 30 vezes. Adicionalmente, pode-se acoplar em bancada e vir com zoom. Modelo básico custa R$ 13.930,00.
• M-1222 (DF Vasconcelos): simples, idealizado para Odontologia, possui cinco alternativas para aumento. Aumenta até 23 vezes. Preço: R$ 19.740,00. Versão standard, com apenas três alternativas para aumento, sai por R$ 15.730,00.
Links: www.dfv.com.br; www.opto.com.br.
Posso tomar anestesia se estou menstruada?
- A menstruação é um estado fisiológico que não altera absolutamente nada o estado de saúde da mulher. A perda sanguínea durante a menstruação é irrelevante. Não há problema nenhum em ser anestesiada neste estado.
Posso tomar anestesia logo após uma refeição?
- Não há relação do estado anestésico com alimentação. O estado pós-alimentar é uma condição fisiológica que não impede o uso de anestésicos locais. O metabolismo não é atrapalhado pela anestesia. Só um cuidado: a manipulação das áreas posteriores da boca pode causar náuseas e provocar vômito, sem maiores repercussões.
Aparelho ortodôntico só funciona quando jovem?
- Completamente sem fundamento. É verdade que, depois dos 20 anos, a recuperação tecidual é mais difícil, mas não existe limite para a recondução dos dentes ao lugar adequado. Existindo osso, um bom ortodontista pode levar os dentes aonde quiser. Há registro de paciente com mais de 70 anos corrigindo dentes.
Não devo tratar os dentes enquanto estou grávida?
- Não só pode como deve. Durante a gestação, por ação de hormônios ocorre uma maior retenção hídrica na mulher, predispondo a edema gengival. Isto exige cuidados ainda maiores com a higiene bucal para evitar complicações como gengivite, que podem piorar danos ósseos preexistentes. E não há contra-indicação ao uso de anestésico.
Durante a gravidez, há a tendência de as restaurações caírem?
- Mesmo com as modificações dos fluidos bucais decorrentes da gravidez, nenhuma restauração bem feita sofre abalo por causa desse estado. Nos preparos das restaurações, são realizadas retenções que obedecem a princípios mecânicos, ou são aplicados adesivos poderosos, que impedem seu deslocamento pela simples circulação de líquidos.
Não posso submeter-me a uma cirurgia quando estou menstruada?
- O estado de saúde da mulher não é alterado durante a menstruação, ainda que algumas sofram previamente à sua ocorrência e durante o período. Mas não há problema em se submeter a cirurgias neste estado.
Extrair dente-de-leite não tem importância?
- A perda de um dente prejudica não só a estética como também a mastigação e todo o processo digestivo. Com o buraco deixado pelo dente perdido, os dentes vizinhos perdem o apoio e movimentam-se, desengrenando um dente do outro. Isso pode alterar a ordem de nascimento dos dentes e condenar a criança ao tratamento ortodôntico.
Dente com canal tratado fica escuro?
- Dificilmente, se tratado com a técnica correta. A causa do escurecimento, em 95% dos casos, é que o dentista não remove adequadamente o material usado para a obturação do canal a maioria das vezes cimentos acinzentados. Com o tempo, o cimento penetra no tecido ósseo do dente, alterando sua cor. O clareamento pode resolver o problema.
Dente do siso já nasce estragado?
- Outro mito sem nenhuma fundamentação. Todos os dentes nascem hígidos, sem nenhum problema. A razão dessa lenda deve estar na localização do dente do siso, que muitas vezes não consegue erupcionar por completo e passa a ter sua higienização dificultada. Daí para cariar, é um passo.
Se não tenho dente doendo, não preciso tratar?
- A dor de dente só se manifesta quando a cárie atinge uma camada mais profunda, já que quando fura o esmalte, que não tem inervação, é insensível. Podem-se ter muitas cáries sem dor. Por isso, deve-se visitar o dentista periodicamente.
transportável, em locais previamente estruturados e com permanência provisória; móvel, sobre veículo automotor ou por ele tracionado; e de atendimento portátil, para os casos de impossibilidade de locomoção do paciente, como o caso dos hospitalizados, pacientes geriátricos e com necessidades especiais (Resolução SS-15, de 19 de janeiro de 1999).
Se você gramou os cinco anos de um duro curso de Odontologia, fez estágio na clínica da faculdade, começou a praticar com um colega mais velho e sente que tem que partir para a carreira solo, então é hora de montar seu consultório. Há muitas escolhas para serem feitas, a começar pelo local. Encontrando um em uma região estratégica para seu estabelecimento e que seja próximo de sua residência – se você estiver sozinho, não deve estar descartada a ideia de se mudar para as redondezas –, descubra uma sala que possa abrigar um consultório e que tenha uma sala de espera bem compacta, do tamanho total de uns 20 m2. Vale consultar os municípios que ainda não dispõem de cirurgião-dentista, nesta publicação, se você tem espírito aventureiro. E, a não ser que você seja abençoado pela ajuda dos pais, a opção mais racional é locar a sala, por precaução. Claro que você vai fazer tudo para que a empreitada dê certo, mas às vezes os negócios não fluem conforme o planejado. Os equipamentos não precisam ser adquiridos novos; há empresas que reformam usados e os vendem com a aparência de novinhos em folha; muitas vezes, por um preço que não chega a 1/3 do catálogo (V. Comprar ou alugar, Equipamentos, Localização [do consultório], Planejamento).
Devem compor com os demais elementos de decoração um ambiente agradável e receptivo. Na escolha de um conjunto, deve prevalecer a opção por tecidos lisos e que permitam limpeza permanente. Sendo lisos, como couro, a determinação da cor pode ser mais arrojada, contrastando com os tons das paredes, ou harmonizando com essas tonalidades. Evite fazer alvenarias para móveis, pois engessam a arquitetura e não permitem alterações sem grandes reformas. Nunca introduza, também, sofás dentro do consultório, que a Vigilância Sanitária não deixa. É tendência em algumas clínicas construir bancadas para o atendimento por Secretárias, com elementos vazados: pode ser uma solução criativa, dependendo da decoração.
Sala de espera e música tranquilizante é uma combinação sempre perfeita e conveniente para um consultório. A alternativa mais comum é escolher uma rádio que transmita músicas com essa característica, e simplesmente deixe essa programação tocar o dia todo. Em São Paulo, as rádios que lideram esse segmento são a Alpha FM (101,7 MHz) – líder de audiência – seguida da Nova Brasil FM (89,7 MHz), Antena 1 (94,7 MHz), Eldorado FM (92,9) e Scalla FM (92,5 MHz). Outra opção é você conseguir editar CDs com músicas que escolha; hoje, com a tecnologia MP3, pode-se armazenar milhares de músicas em um só aparelho. Tecnicamente, é um gênero musical que incorpora elementos de vários outros estilos – que incluem jazz, música eletrônica, new age, música clássica moderna e até ruído (noise). É identificável, acima de tudo, por “clima”, uma atmosfera sutil e envolvente formada a partir de poucos elementos. O termo foi primeiramente usado por Brian Eno na década de 1970 para se referir à música que envolveria o ouvinte sem ter que chamar atenção para si. Porém foi Erik Satie, compositor francês do século XIX, o primeiro a realizar experiências do tipo. Antes de o termo ser criado, ele compôs peças que eram tocadas no intervalo dos concertos, enquanto as pessoas conversavam. Daí este músico ser considerado o pai da música ambiente. Algumas vezes associada à música de elevador, a música ambiente é mais comum na contextualização dos efeitos sonoros de rádios e filmes.
Se quiser dar um nome de clínica a um consultório, necessariamente precisa constituir uma pessoa jurídica? Não, o nome da clínica pode ser apenas um nome fantasia. Porém, se quiser registrá-lo no Instituto de Marcas e Patentes, para não ter o dissabor de ter de apagar o nome das placas, letreiros e cartões quando algum esperto gostar do nome e resolver registrar em nome dele, é necessário termos um número de CNPJ, para que este nome (marca) fique reservado.
Fundada em 1903, a Fundação desta vez preferiu o vocábulo terminologia, em vez do tradicional nomina, provavelmente para modernizá-lo e adequá-lo ao clima de globalização. A principal intenção das mudanças foi facilitar o estudo da anatomia. Publicada em português em 2001, a Terminologia Anatômica Internacional mostra a preocupação dos organismos oficiais de saúde em harmonizar os termos polissêmicos, homônimos, sinônimos, quase sinônimos e epônimos, que podem, involuntariamente, conduzir a erros médicos. Para a Odontologia, as alterações mais significativas foram a de bucal para oral, para o que remete às estruturas da boca. Cavidade bucal passou a ser chamada de cavidade oral e saúde bucal de saúde oral. Veja as últimas modificações na nomenclatura odontológica e outras modificações importantes:
Nome antigo Nome atual
Amígdalas Tonsila
Bulbo olfativo Bulbo olfatório
Cavidade bucal Cavidade oral
Côndilo Cabeça de mandíbula
Fibra muscular Miócito
Fibra nervosa Neurofibra
Fossa nasal Cavidade nasal
Gânglio linfático Linfonodo
Hipoderme Tela subcutânea
Mentoniano Mentual
Ouvido Orelha (externa, média e interna)
Papo Inglúvio
Paratireóide Glândula paratireóidea
Sistema circulatório Sistema cardiovascular
Sistema digestivo Sistema digestório
Saúde bucal Saúde oral
Sistema nervoso cefalorraquidiano Sistema nervoso ou neural
Tecido muscular estriado Tecido muscular estriado esquelético
Tecido muscular liso Tecido muscular não estriado
Trompa de Eustáquio Tuba auditiva
Conforme o artigo 8º da Lei n.º 6.259, de 30 de outubro de 1975, é dever de todo cidadão comunicar à autoridade sanitária local a ocorrência de fato comprovado ou presumível de casos de doença transmissível, sendo obrigatória a médicos e outros profissionais de saúde no exercício de sua profissão, bem como aos responsáveis por organizações e estabelecimentos públicos e particulares de saúde e de ensino, a notificação de casos suspeitos ou confirmados das doenças de notificação. (FUNASA, 2002) A Portaria nº 1943, de 18 de outubro de 2001, definiu a relação de doenças de notificação compulsória para todo o território nacional e a Portaria nº 33, de 14 de julho de 2005, incluiu mais de quatro doenças à relação de notificação compulsória, definiu agravos de notificação imediata e a relacionou aos resultados laboratoriais que devem ser notificados pelos laboratórios de referência nacional. Segue abaixo lista de agravos de notificação compulsória:
- Botulismo • Carbúnculo ou “antraz” • Cólera • Coqueluche • Dengue • Difteria • Doença de Creutzeld-Jacob • Doença de Chagas (casos agudos) • Doença Meningocócica e outras meningites • Esquistossomose (em área não endêmica) • Eventos Adversos Pós-Vacinação • Febre Amarela • Febre do Nilo Ocidental • Febre Maculosa • Febre Tifóide • Hanseníase • Hantaviroses • Hepatites Virais • Infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) em gestantes e crianças expostas ao risco de transmissão vertical • Leishmaniose Tegumentar Americana • Leishmaniose Visceral • Leptospirose • Malária • Meningite por Haemophilus Influenzae • Peste • Poliomielite • Paralisia Flácida Aguda • Raiva Humana • Rubéola • Síndrome da Rubéola Congênita • Sarampo • Sífilis Congênita • Sífilis em gestante • Síndrome Febril ícterohemorrágica Aguda • Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) • Síndrome Respiratória Aguda Grave • Tétano • Tularemia • Tuberculose • Varíola
A ocorrência de agravo inusitado à saúde, independentemente de constar da Lista Nacional de Agravos de Notificação Compulsória, deverá também ser notificada imediatamente às autoridades sanitárias.
A principal intenção das mudanças foi facilitar o estudo da anatomia. Publicada em português em 2001, a Terminologia Anatômica Internacional mostra a preocupação dos organismos oficiais de saúde em harmonizar os termos polissêmicos, homônimos, sinônimos, quase sinônimos e epônimos, que podem, involuntariamente, conduzir a erros médicos. Para a Odontologia, as alterações mais significativas foram a de bucal para oral, para o que remete às estruturas da boca. Cavidade bucal passou a ser chamada de cavidade oral e saúde bucal de saúde oral. Veja as últimas modificações na nomenclatura odontológica e outras modificações importantes:
Nome antigo Nome atual
Amígdalas Tonsila
Bulbo olfativo Bulbo olfatório
Cavidade bucal Cavidade oral
Côndilo Cabeça de mandíbula
Fibra muscular Miócito
Fibra nervosa Neurofibra
Fossa nasal Cavidade nasal
Gânglio linfático Linfonodo
Hipoderme Tela subcutânea
Mentoniano Mentual
Ouvido Orelha (externa, média e interna)
Papo Inglúvio
Paratireóide Glândula paratireóidea
Sistema circulatório Sistema cardiovascular
Sistema digestivo Sistema digestório
Saúde bucal Saúde oral
Sistema nervoso cefalorraquidiano Sistema nervoso ou neural
Tecido muscular estriado Tecido muscular estriado esquelético
Tecido muscular liso Tecido muscular não estriado
Trompa de Eustáquio Tuba auditiva
Há duas alternativas para a execução das obras de seu consultório, que deve começar assim que estiver definido o projeto dos armários. Uma é procurar um bom pedreiro, um bom encanador e um bom eletricista, fiscalizar separadamente a atuação dos profissionais, harmonizá-los e também administrar a compra dos materiais. Outra é contratar um bom empreiteiro, que, na maioria das vezes, é engenheiro, que poderá gerenciar a execução dos serviços e se responsabilizar pelo andamento da obra. A segunda opção eventualmente sai mais onerosa, mas no fim das contas pode compensar em termos de qualidade, economia de tempo, sincronia na realização dos projetos e entendimento com os profissionais envolvidos. Mesmo porque um engenheiro experiente conhece tudo sobre obras e materiais, sabe bem como acontece a cronologia dos trabalhos e como exigir o melhor de seus comandados. Procure fazer um contrato discriminando todos os serviços, para garantia de que tudo vai ocorrer como combinado. Para auxílio do engenheiro, se essa for a opção, ou para o encanador, é sempre útil conseguir um mapa da instalação da caixa de comando das cadeiras odontológicas e também da bomba a vácuo, que as melhores fábricas possuem, para localizar as instalações.
Trata-se da utilização de procedimentos tecnologicamente avançados para aperfeiçoar tratamentos, acelerar consultas com eficácia e modernizar o consultório. Novas técnicas proporcionam tratamentos eficazes, menos invasivos e que trazem benefícios tanto para os profissionais quanto aos pacientes. Isso significa a adoção de sistemas e equipamentos que usam scanners, câmeras, softwares e imagens 3D para a criação de próteses, facetas, inlays e onlays com muito mais facilidade e rapidez.
O avanço tecnológico é inevitável, portanto quem deseja se destacar precisa adotá-lo em seu consultório. Além de trazer benefícios rapidamente percebidos, tanto pelo profissional quanto pelo paciente, usar a tecnologia é uma forma de se tornar referência no mercado.
Além de potencializar diversos procedimentos, e torná-los muito mais precisos e confiáveis, as vantagens da odontologia digital se estendem por muitos outros aspectos. O ambiente de era digital em que estamos inseridos não permite que um consultório esteja tecnologicamente atrasado. Um profissional que está sempre por dentro das práticas atuais sabe quais os melhores recursos e equipamentos para por em prática em seu ambiente de trabalho.
Quando nos referimos à radiologia digital 3D, essa evolução mostra-se ainda mais notável. Por desconhecimento, muitos profissionais de odontologia resistem à adesão a essa tecnologia, que tem se tornado viável no ponto de vista econômico e crescentemente indispensável no contexto atual.
Mas as vantagens também são muito perceptíveis em aspectos como: a entrega dos resultados; o conforto do paciente, que não mais é instado a se submeter a moldes incômodos; a redução do número de consultas; e a previsibilidade dos resultados, proporcionada pelas simulações que levam em conta inclusive movimentações musculares e comportamentos que os dentes terão com o passar do tempo. Tudo isso resulta, naturalmente, numa maior satisfação do cliente e do profissional, com impacto direto no negócio.
Estes são alguns dos recursos mais utilizados na Odontologia digital:
CAD/CAM: um dos sistemas odontológicos mais avançados é o CAD/CAM, que possibilita a criação de próteses por meio do escaneamento intraoral da arcada dentária do paciente. As informações são enviadas por computador, que faz o molde em 3D. Por fim, a fabricação é feita rapidamente por uma fresadora, que esculpe a peça em um bloco de porcelana. Com isso, é eliminada a necessidade de modelagens, agilizando consideravelmente a produção e mantendo a qualidade. O procedimento é absolutamente indolor. Esse mesmo sistema também tem câmeras de foto e vídeo que permitem uma ampliação da imagem em até 60 vezes. Dessa forma, fica muito mais fácil para o dentista verificar quais dentes realmente precisam de tratamento e quais são os procedimentos adequados. Isso significa inlays, onlays e facetas prontas com muito mais facilidade e rapidez.
DSD: cirurgiões-dentistas sabem que o paciente não deseja apenas um sorriso saudável: a estética também é essencial. O Digital Smile Design é outro procedimento que torna o tratamento muito mais preciso, ágil, visualmente agradável e de maior previsibilidade. Na primeira consulta, a arcada dentária do paciente já é fotografada e filmada de formas intra e extraoral. Depois disso, são feitas simulações e desenhos digitais por cima dessas imagens, até que se chegue ao resultado desejado. Como todo o trabalho estético é feito com base nas fotos do paciente, as chances de que o resultado saia como o esperado são muito maiores. Isso também ocorre porque o software faz uma leitura integrada da face do paciente, proporcionando um molde adaptado à sua estrutura dentária e movimentos musculares. Esse software trabalha de forma integrada ao CAD/CAM, oferecendo a melhor visualização da arcada dentária e, consequentemente, resultados mais precisos.
Radiologia digital: trouxe enorme avanço à qualidade dos exames, proporcionando diagnósticos mais precisos. Hoje, as imagens em alta resolução se dividem entre 2D e 3D. Veja quando cada tipo de exame é mais indicado:
– Radiologia 2D: a radiologia digital 2D trabalha com radiografia, permitindo a análise e documentação da arcada dentária com uma visualização que antes não era possível. É utilizada nestes exames: radiografias panorâmica com traçado anatômico e de ATM; documentações para implantes, para prótese, ortodôntica e ortopédica; radiografias interproximal, periapicais, panorâmica; e Índice carpal.
– Radiologia 3D: neste caso, trabalha-se com a tomografia computadorizada, também chamada de radiografia em 3D. As imagens são analisadas em computador e um software faz a reconstrução em terceira dimensão. O resultado é excelente para observar pequenas fraturas, hemorragias e até a formação de tumores. Nestes exames, a tomografia é sempre um excelente auxiliar para diagnóstico: avaliação de terceiros molares; endodontia; ortodontia; implantes; ATM.
TRADUÇÃO PARA LEIGOS
- Agenesia: ausência hereditária de um dente.
- Ajuste oclusal: desgastes nas superfícies dos dentes para acomodar sem traumas uma mordida.
- Apicetomia: remoção da ponta da raiz de um dente.
- ATM: iniciais de articulação têmporo-mandibular.
- Attachment: sistema de retenção pré-fabricado, que elimina o grampo.
- Aumento de coroa clínica: descobrimento de uma porção maior da coroa do dente por motivos de restauração ou protético.
- Bordo incisal: parte cortante dos dentes incisivos.
- Bruxismo: hábito geralmente noturno de ranger os dentes.
- Cerâmica: também conhecida como porcelana, é material estético dos mais resistentes usado em coroas, facetas, blocos e próteses fixas.
- Coroa: parte do dente coberta por esmalte.
- Curetagem gengival: raspagem no tecido mole, na gengiva que entra em contato com o tártaro.
- Decíduo: dente de leite.
- Dentina: tecido dentário que fica logo abaixo do esmalte e tem sensibilidade.
- Endodontia: tratamento de canal, remoção do nervo e preenchimento com cimento.
- Esmalte: tecido duro mineralizado que recobre o dente.
- Exodontia: extração, remoção de um dente.
- Faceta: trabalho de prótese que substitui a face visível do dente, capa externa da face visível do dente.
- Face distal: parte lateral do dente voltada para o fundo da boca.
- Face mesial: parte lateral do dente voltada para o centro da boca.
- Face oclusal: parte dos dentes pré-molares e molares que tritura os alimentos.
- Face palatina: parte dos dentes superiores voltada para o céu da boca.
- Freio labial: tecido fibroso embaixo do lábio superior logo abaixo do nariz que limita os movimentos do lábio.
- Freio lingual: tecido fibroso embaixo da língua que limita seus movimentos.
- Frenectomia: remoção do freio que limita o lábio ou a língua.
- Fissura: fenda ou sulco, que pode ser normal ou patológico.
- Fórceps: boticão, alicate que extrai dentes.
- Gengivectomia: operação para remover parte da gengiva.
- Gengivite: inflamação da gengiva.
- Halitose: mau hálito, cheiro desagradável exalado pela boca.
- Hemiarcada: divisão pela metade esquerda e direita dos maxilares.
- Iatrogenia: problema decorrente da ação de outros profissionais dentistas.
- Impactado (dente): dente impedido de nascer por outro ou por posicionamento irregular.
- Inlay/onlay: restaurações conservadoras e estéticas para dentes bastante desgastados, feita em laboratório, em resina foto ou cerâmica.
- Lesão de furca: problema na junção das raízes de um molar, que acontece quando a bolsa periodontal atingiu muito profundamente.
- Má oclusão: contato errado dos dentes superiores com os inferiores.
- Mordida cruzada: normalmente os dentes superiores se sobrepõem aos inferiores durante a oclusão, na mordida cruzada ocorre o inverso.
- Oclusão: contato dos dentes superiores com os inferiores.
- Ortodontia: parte da Odontologia que trata de más oclusões usando aparelhos.
- Ortopedia: parte da Odontologia que trata do crescimento ósseo dos maxilares.
- Periodontia: parte da Odontologia que trata da gengiva e de outros tecidos de sustentação dos dentes.
- Periodonto: tecido localizado entre a raiz do dente e o osso do maxilar que o envolve.
- Selante: esmalte usado preventivamente para vedar os sulcos naturais do dente.
- Sutura: ato de juntar duas partes de um tecido por um fio com auxílio de uma agulha.
- Tártaro: placa dura colada ao dente causada por má higienização.
- Trismo: impossibilidade de abrir a boca devido ao espasmo e à contração dos músculos responsáveis pela abertura e pelo fechamento.
- Ulectomia: é abrir uma “janelinha” para que o dente consiga erupcionar, nos casos em que ele fica travado por uma gengiva muito fibrosa.
São elas: administradoras, cooperativas médicas/odontológicas, instituições filantrópicas, autogestões (patrocinadas e não patrocinadas), seguradoras especializadas em saúde, Medicina /Odontologia de grupo.
Acréscimos vultosos devem ser sempre justificados, avaliados, com a concordância do cliente. Ou certamente ele não volta.
É só justificável em canapés ou para fisgar azeitonas.
O produto na forma de gel é produzido pelo laboratório Fórmula e Ação, e cada unidade possibilita ao dentista realizar entre 60 e 70 procedimentos. O gel papacárie é utilizado em casos específicos, deixando o produto agir por alguns minutos e removendo cuidadosamente. Em muitos casos, ainda há a opção de combinar o tratamento com o uso de brocas.Na época de seu lançamento, a professora declarou acreditar que com a aplicação do produto será possível estender o atendimento da saúde bucal a um número maior de pessoas, principalmente à população de baixa renda excluída do acesso ao sistema preventivo.
Hoje, esse costume já não é impregnado de tanta ortodoxia: mesmo para pacientes mais conservadores, roupas claras – como verde e azul – já deixam evidente o comprometimento que um profissional de saúde tem de ter – e demonstrar – com higiene e biossegurança. Apostando nessa cultura milenar, existem muitas empresas que comercializam exclusivamente moda branca, como a Copo de Leite, Aspen e Le Blanc, que jogam todas as fichas na conservação da tradicional indumentária. Profissionais norte-americanos, por sua vez, usam habitualmente ternos e blazers com gravata no atendimento. No Brasil, esse comportamento ainda é raro. Com o advento da pandemia, além das roupas, passaram a ser essenciais os EPI (Equipamentos de Proteção Individual) para a realização das consultas e tratamentos. Além das luvas odontológicas, sempre os mais importantes, estão incluídos avental de proteção ou jaleco, gorro, máscaras descartáveis, óculos protetor e protetor facial, adotado durante a pandemia de Covid-19, causada pelo novo coronavírus.
No acabamento do consultório, se você quiser fugir do trivial de apenas escolher entre tipos de tinta ou pintura, tem as opções abaixo para decorar as paredes, de acordo com as modernas tendências:
• Cerâmica: por não acumular calor, adapta-se muito bem ao clima brasileiro. Com o lançamento do porcelanato, a cerâmica conquistou resistência e durabilidade comparáveis à do granito. E seu estilo já não reveste só banheiro e cozinha; agora passa a revestir também salas e quartos, com modelos que reproduzem pátina e afrescos, além de reproduzir relevos e desenhos de azulejos antigos.
• Fibras naturais: são produzidos de maneira ecológica em teares semimanuais.
• Fios: são de algodão rústico misturado a fibras de sisal, carnaúba, seda e bambu. Claro, é para ser usado apenas em detalhes especiais.
• Placa de vidro: resistentes a impactos, existem no mercado dois tipos: a placa colada, que é semitranslúcida e pode ser colorida, e a placa assentada, que é sempre opaca, tem a face externa lisa ou brilhante, e a interna, ranhurada.
• Pastilha de coco: feita da casca do coco seco, é triturada por processo industrial. As do tipo rústico usam a parte externa da casca. Já as lisas, a parte interna, recebem lixamento na fábrica.
• Lambri: de madeira, gesso ou PVC, tem formato de painéis ou réguas que se encaixam. É revestimento para paredes internas com função decorativa. Os lambris também são práticos do ponto de vista da manutenção e bom aspecto das paredes, ou seja, quando colocados na parte de baixo, justamente onde a sujeira é mais intensa, facilitam a limpeza que é mais fácil de fazer sobre o lambri do que exatamente sobre a alvenaria.
• Pastilha de vidro: muito utilizada para compor mosaicos, é resultado da mistura de massa de vidro e corante, submetidas a altas temperaturas. Depois de liquefeita, a massa é extrudada e colocada em formas que, resfriadas, dão origem às pequenas placas. Algumas marcas são feitas artesanalmente, e outras industrialmente, em quatro tamanhos e com cerca de 50 tons.
• Chapa de alumínio: de tamanhos variados e fabricadas em diversas cores, as chapas resistem à corrosão e servem para revestir tetos e fachadas com função decorativa e funcional. Normalmente, esse tipo de revestimento é adequado a construções comerciais, por sua praticidade na manutenção e também pela facilidade na execução. O aspecto final é moderno e atual.
Sempre haverá uma clientela cativa para cirurgiões-dentistas que buscam no aprimoramento pessoal a melhor qualidade.
Se é paciente de convênio, mais “dedos” ainda: se precisar radiografar os procedimentos, tenha sempre o cuidado de deixar as películas fotográficas o tempo suficiente no revelador, no fixador e na secagem. Seja solícito sempre. Cause sempre boa impressão.
Mas a quantidade de adrenalina e novocaína ou de qualquer anestésico eventualmente ingerido é sempre pequena e, portanto, esse inconveniente não tem razão de ser, mesmo porque é possível suprimir mamadas logo após o tratamento, substituindo-as, provisoriamente, por alimentação artificial. Observação importante: não utilizar Cloranfenicol (antibiótico) em pacientes que se encontram no período de lactação.
Entretanto, como muitas mulheres passam por uma fase muito instável e referem muita dor neste período, deve-se levar em conta e, quando não se tratar de uma intervenção de urgência, pode-se muito bem adiá-la. Tratamentos clínicos poderão ser realizados normalmente.
Maior crédito para financiamentos, possibilidade de comprar equipamentos a custo inferior, inclusão da Pessoa Jurídica em benefícios concedidos pelo Governo e menor risco de problemas fiscais. Uma desvantagem é ter que pagar mais uma anuidade ao Conselho Regional. Em ambos os casos, as despesas dedutíveis são as administrativas e operacionais ligadas à atividade. Na comparação, as principais diferenças são:
- Pessoa Física:
– parte das despesas são aceitas;
– comprovar parte das despesas do consultório;
– controlar todos os documentos durante o ano;
– apuração do IR complexa;
– pagamento mensal do IR;
– IR entre7,5% e 27,50%;
– obrigatoriedade de Livro Caixa.
- Pessoa Jurídica:
– todas as despesas são aceitas;
– sem necessidade de comprovação de despesas;
– sem necessidade de controlar os documentos durante o ano;
– apuração do IR simples;
– pagamento trimestral do IR;
– IR inicial de 6% a 15%;
– obrigatoriedade de contabilidade.
Pela Vigilância Sanitária, está composto por Auxiliar de Consultório Dentário (ACD), Técnico em Higiene Dental (THD), Técnico em Prótese Dental (TPD) e Auxiliar de Prótese Dental (APD), que devem estar registrados no Conselho Regional de Odontologia, compondo a equipe de saúde bucal.
Poucos têm consciência do perigo que correm pela perfuração da pele e colocação de barras, argolas ou botões metálicos em diversas áreas do corpo, destacadamente no nariz, tecidos bucais como os lábios, bochechas e língua. Cabe aos cirurgiões-dentistas darem orientações a respeito desta prática a quem já possui o ornamento ou tenha a intenção de instalá-lo em algum local da boca, a começar pelas condições de higiene e esterilização dos locais em que se realizam, que podem trazer enormes riscos de infecção. Muitos relatos de prontos-socorros apontam para efeitos danosos decorrentes do uso de piercings bucais, principalmente sequelas causadas pelo botão labial metálico e a barra translingual, os mais comumente usados. O botão labial metálico, pelo atrito com a gengiva, acaba desencadeando graves retrações gengivais, exposição do colo dos dentes e hipersensibilidade; a barra translingual sujeita o usuário a traumatismos gengivais e ao desenvolvimento de hábitos parafuncionais, como o de morder o piercing de forma incontrolável, que por sua vez podem causar fraturas e trincas nas superfícies dentais. Já na colocação do piercing na língua, há um início de inflamação e a espessura do órgão pode dobrar de tamanho. Em seguida, se houver um processo alérgico ou infeccioso, haverá um aumento do volume da língua que pode obstruir a orofaringe do adolescente. Há casos anotados em prontos-socorros e postos de saúde em que pacientes chegam quase mortos por asfixia, reações alérgicas ou fechamento do espaço orofaríngeo. Mas outros riscos associados ao uso dos piercings intraorais são registrados: morte da polpa do dente pelo trauma de morder o ornamento por hábito ou acidentalmente, podendo resultar em abscessos e necessidade de tratamento do canal; dificuldade de fala e mastigação; infecção por instrumentos não esterilizados; risco de transmissão de hepatite B; AIDS; tétano; sífilis e tuberculose; perda do paladar; dormência do tecido permanente; danos a veias e nervos superficiais; formação de hematoma; septicemia (infecção generalizada no sangue); aspiração do ornamento; hipersensibilidade ao metal; geração de corrente galvânica; hemorragia prolongada; crescimento tecidual localizado; obstrução de imagens radiográficas e formação de cálculo sobre o metal. A angina de Ludwing, hemorragia e mudança na característica da fala, principalmente por processos alérgicos, aparece quando o piercing não é de boa qualidade. O tempo de cicatrização do piercing varia conforme o local do corpo: na língua, de quatro a seis semanas; nos lábios, de seis a oito semanas; e na bochecha, de dois a três meses. Aos profissionais de saúde cabe permanentemente orientar sobre os riscos e detalhar os cuidados que devem ser tomados, como o uso constante de bochechos antissépticos e profilaxia cuidadosa e constante, para minimizar essa ameaça à saúde bucal.
É preciso distinguir inicialmente piercings, que vem do verbo inglês to pierce, que significa perfurar, penetrar, abrir buracos em, de twinkles, que são apenas enfeites colados no dente, que não têm o caráter lesivo de atravessar estruturas. Nos anos recentes, principalmente entre os adeptos do movimento cultural do hip hop, tem sido muito comum a confecção personalizada, colocação e colagen sobre as faces dos dentes, com destaque para os frontais, dos grills, espécie de pequenas grelhas metálicas, com finalidade estética e de pertencimento ao grupo.
Parte do acabamento de um ambiente que pode apenas ser correta, parecer limpa e discreta, ou servir como ferramenta de decoração, quando combinar cor e textura e conjugá-las com objetos, formatos de móveis e iluminação. Para consultórios, o recomendável é a utilização de tintas a óleo, acrílicas ou automotivas, que por serem impermeáveis são mais fáceis de limpar. São bem mais caras que as látex, mas com o tempo acaba compensando. O segredo de uma parede bem pintada começa quando o pintor aplica massa corrida, para tirar todas as imperfeições da superfície, e posteriormente promove o lixamento para que elas fiquem completamente lisas. Tintas brilhantes e semibrilhantes têm muito maior reflexão de luz, então pequenos defeitos se tornam muito mais aparentes. Existem tipos de pinturas apropriadas a paredes de alvenaria e outras mais destinadas a móveis e objetos. Por exemplo:
• paredes: marmorizado, manchado, esponjado, estuques (feitos com argamassa ou massa e têm textura, relevo), ragging (espécie de manchado feito com trapo de pano batido com um pouco de tinta sobre a superfície), espatulado, escovado.
• móveis e objetos: marmorizado, pátina, decapê, douração.
Algumas fábricas possuem linha própria para esse tipo de pintura, mas a beleza natural vem do trabalho artesanal que você pode fazer com facilidade. São muitas as técnicas e sempre acontecem novidades criadas por algum artista ou artesão. Você não precisa conhecer todas e nem seus nomes, mesmo porque são muito parecidas entre si. Deve apenas saber que tem à sua disposição um leque de opções bem variado para concretizar suas idéias e seus projetos. Quanto às cores, seu poder em interferir no estado de espírito das pessoas pode direcionar a escolha, como podemos verificar:
• azul: relaxante para os músculos e favorece a meditação; o uso constante pode gerar preguiça;
• vermelho: abre o apetite e estimula a circulação do sangue;
• violeta: diminui o medo e a angústia, acalma o coração;
• amarelo: ativa o sistema nervoso, o aparelho digestório e o tônus muscular. Estimula o cérebro;
• verde: reduz tensão, ajuda na recuperação de infecções e na solução de problemas emocionais;
• laranja: melhora a respiração, combate o cansaço e aumenta o otimismo.
Se você mesmo vai aventurar-se a pintar, saiba que a prática aconselha que seu roteiro de trabalho siga a seguinte ordem: teto, paredes (sempre do alto para baixo, para evitar pingos na pintura recém-feita), molduras (portas e janelas) e rodapés.
Para o acabamento de seu consultório ou de sua clínica, um piso prático e claro, sem muitas fissuras e rejuntes aparentes, é o indicado, inclusive pela Vigilância Sanitária. Cada vez mais indústrias de pisos laminados investem em tecnologia de última geração para atender às necessidades do consumidor. A vantagem é a facilidade na decoração, pois seus 8 mm de espessura se encaixam sobre qualquer piso. Quem vai colocar pisos e azulejos não deve preocupar-se apenas com o modelo, mas com qualidade e durabilidade. Dentro das opções tradicionais, granito, cerâmica e porcelanato são boas escolhas. Cerâmicas normalmente são mais em conta, e também de mais fácil colocação, manipulados e cortados por um bom colocador. Granito e porcelanato precisam de makitas com discos diamantados para o corte e acabam sendo mais onerosas. Seu rejunte pode ser feito da mesma
cor e vai parecer um piso contínuo e o ambiente mais amplo. O efeito de brilho permanente e da beleza do porcelanato hoje é quase insuperável; vale a pena pesquisar para descobrir ofertas nas grandes lojas. Dicas que valem sempre são:
• em locais de temperatura elevada, prefira revestimentos de cores claras. Cores claras também são indicadas e ambientes de pouca luz. Esse tipo de cor ainda apresenta a vantagem de aumentar a sensação de amplitude do local;
• ao comprar seu revestimento, não se esqueça da argamassa, do rejuntamento e dos espaçadores. Para cada metro quadrado são recomendados de 5 a 7 kg de argamassa;
• para ambientes pequenos, use peças pequenas. Em ambientes grandes, utilize peças grandes.
Se você optar por soluções mais originais e que seguem tendências de decoração atuais, há também essas alternativas:
• Fulget: material conhecido para revestimentos de paredes, também chamado de granito lavado. Produzido com uma massa que mistura pedras moídas (quartzo, granito, arenito, calcário e ardósia) ao cimento. A aplicação no piso vem ganhando espaço em áreas externas, mas nesse caso a massa não leva cal e exclui grãos de quartzo que, lascados, podem-se tornar cortantes;
• Poliuretano: vem em forma de líquidos pastosos que, ao secar, apresentam superfície uniforme, recobrindo grandes áreas sem juntas. O produto, disponível em várias cores, permite formar desenhos ao ser espalhado no chão. Oferece conforto termoacústico, abafando ruídos;
• Vinil: resina incolor e translúcida de PVC, que entra na composição de revestimentos em forma de mantas, placas e réguas para pisos ou paredes. Os pisos vinílicos são oferecidos com resistências que atendem ao uso residencial e ao alto tráfego como o de supermercados, aeroportos e hospitais. Oferecem facilidade na colocação, evitando volumes de obras e entulhos, já que podem ser colados sobre a maioria dos pisos já instalados. Há no mercado em diversas cores e texturas diferentes, até os antiderrapantes costumeiramente utilizados em estações de metrô, de ônibus e outras situações de alto tráfego. O material é lavável e impermeável e pode substituir com sucesso os pisos cerâmicos em geral. Recomendado para ambientes em que habitem pessoas alérgicas por sua facilidade de limpeza e higienização.
O cadastro no Cadan pode ser feito através da internet, no site http://cadan.prefeitura.sp.gov.br/pls/sisgecan/gcan1p01.gcan1p01_tela, em que o responsável pela empresa ou o contador deve preencher todos os dados solicitados pela Prefeitura, recebendo depois o deferimento ou indeferimento do pedido.
A legislação sobre anúncios em fachadas, terrenos ou entradas de estabelecimentos é bastante rígida, com diversas regras que devem ser seguidas, e tem como objetivo reduzir a poluição visual das ruas, praças e avenidas do município.
Para fazer o cadastro do Cadan via internet, é necessário possuir o número do CCM, o Cadastro de Contribuinte Mobiliário, que é a identificação do contribuinte junto à Prefeitura, para efeito de cobrança do ISS, o Imposto sobre Serviços; a TFA, Taxa de Fiscalização de Anúncio; e a TLIF, Taxa de Fiscalização, Localização, Instalação e Funcionamento.
Além do número do CCM, é necessário também informar o número do IPTU, como Contribuinte Imobiliário. Esse número é encontrado no carnê do IPTU, devendo o imóvel estar cadastrado como comercial.
O terceiro documento a ser informado à Prefeitura para o cadastro no Cadan é a Licença de Funcionamento do estabelecimento, que deve estar atualizada para que o cadastro seja deferido.
Preenchendo os dados do anúncio no Cadan
Depois de informados todos os dados, o próprio site faz validação das informações, para que o contribuinte possa continuar o cadastro do anúncio. É importante lembrar que todas as informações devem estar em acordo com o que o proprietário do estabelecimento implantou em sua empresa, já que o cadastro exige muitos detalhes, tais como:
– local de instalação do anúncio, com as características do imóvel onde ele está instalado;
– posição do anúncio com relação ao imóvel, ou seja, se está instalado na fachada, se é adesivo ou pintura, toldo retrátil ou se está em área livre;
– dimensões e posicionamento do anúncio no local, com a área ocupada pelo anúncio. É importante lembrar que os anúncios devem ter o tamanho limitado pelo que exige a legislação, não podendo ultrapassar as medidas para cada tipo de anúncio;
– avanço sobre o passeio, informando se o anúncio está colocado sobre o local de movimentação de pedestres, notando que, também para esse tipo de instalação de anúncios a legislação tem diversas regras;
– caso o anúncio tenha tamanho maior do que 4 metros quadrados ou a testada do imóvel seja igual ou maior do que 100 metros quadrados, é preciso também possuir a ART – Anotação de Responsabilidade Técnica, documento emitido por um profissional ou uma empresa responsável pelo anúncio, devidamente credenciado pelo CREA.
O anúncio só poderá ser licenciado através da internet quando foi colocado em imóveis com testada única, ou seja, com sua frente para a calçada, não podendo ser imóvel de esquina. Os casos que não estiverem enquadrados nessa categoria devem ser tratados diretamente nas Subprefeituras.
A legislação da Prefeitura do Município de São Paulo permite a colocação de apenas um anúncio por contribuinte cadastrado no CCM por testada do imóvel, devendo todos os anúncios obedecer às restrições de tamanho, tanto da testada do imóvel quanto do anúncio.
As dúvidas sobre colocação de anúncios ou sobre o cadastramento de anúncio no Cadan podem ser dirimidas com o conhecimento da legislação. A lei que trata dessa matéria é a de n° 14.223, promulgada em 26 de setembro de 2006, podendo ser encontrada na íntegra no site da Prefeitura Municipal de São Paulo: http://cadan.prefeitura.sp.gov.br/pls/sisgecan/gcan1p01.gcan1p01_tela.
Assim que você tiver fechado negócio com o local em que vai montar o consultório, a estratégia é pegar uma cópia da planta arquitetônica e procurar os melhores vendedores de armários odontológicos. São eles que vão poder dar grande ajuda no planejamento e na ergonomia das salas. E o melhor de tudo: de graça. Claro que todos farão o serviço na esperança de que você compre seus armários, mas faz parte do jogo e você pode escolher o que mais convier. Nesses encontros, você vai poder dar uma idéia de todos os equipamentos de que pretende dispor em cada sala – autoclave, fotopolimerizador, ultra-som, compressor, bomba a vácuo, aparelho de raios X, amalgamador, equipamento laser, microcâmera digital – para que cada módulo seja adequado com sua função. Os especialistas – normalmente são arquitetos muito safos no assunto que esquadrinham os esboços – são especialmente úteis para maximizar pequenos espaços, já que interessadamente conseguem introduzir um maior número de armários possível em cada sala, e isso pode ser muito útil. Depois de analisados os projetos e escolhido o que tem a melhor equação acabamento/preço, em que pechinchar sempre vale para arredondar valores, é hora de discutir a forma de pagamento. Nunca pague à vista. Mesmo com o advento do Código de Direitos do Consumidor, é bom ter como trunfo adicional alguma parcela pendente, no caso de atrasos na entrega ou descumprimento de alguma cláusula da venda. Algumas empresas só entendem a linguagem financeira e outras têm um arsenal imenso de desculpas para demoras inexplicáveis para entrega. Tenha sempre alguém de confiança quando receber os armários, para conferir se tudo veio conforme combinado; se possível você mesmo. Confira tudo o que está discriminado na nota. Ligue imediatamente para a empresa, em caso de algum problema. Para a montagem, são também os armários que precedem os equipamentos. Também agende para estar presente durante a montagem, para que possa corrigir algum erro de colocação de módulos e verificar o funcionamento de todos os equipamentos.
Remuneração básica para cirurgiões-dentistas para os seguintes procedimentos: consulta, face de resina classe III, profilaxia, extração simples e endodontia de dente uni-radicular.
Autogestão Cons. Rr.cl.3 Prof. Extr. Endo1
Banco Central 50,31 68,15 48,30 69,09 229,69
Bradesco 29,16 48,50 32,40 46,66 287,60
Cabesp 45,00 57,38 86,96 61,69 168,79
Capesesp 29,58 30,55 54,84 37,32 90,91
Caixa Seguradora 28,00 51,24 10,30 61,60 177,20
Correios 23,00 38,00 31,50 48,50 133,00
Fundação Cesp 28,00 60,59 50,00 41,00 130,00
Itaú Unibanco 28,00 51,24 10,30 61,60 177,20
Justiça Federal 90,00 122,00 65,00 111,00 233,00
TRF 90,00 122,00 65,00 111,00 233,00
Unafisco 44,66 53,07 31,03 78,88 198,07
Associl 28,00 51,24 10,30 61,60 177,20
Brazil Dental 20,00 25,46 11,00 26,40 99,00
Caasp 82,00 165,00 82,00 247,00 247,00
Crown Odonto 27,00 44,00 16,75 46,00 161,30
Odonto Empresas (ex-Gama) 11,00 24,64 14,74 17,60 50,60
Golden Cross 18,00 27,00 18,00 25,20 77,40
Grupo Life 16,00 26,00 16,80 32,00 110,00
Interodonto 13,22 24,10 16,27 24,22 72,75
Mogidonto 11,75 28,67 19,74 28,20 95,41
Odontolife 10,20 18,30 10,50 21,90 77,40
Odontoprev 29,16 48,50 64,80 46,66 201,20
Porto Seguro 13,22 24,10 16,27 24,22 72,75
Sul America 16,00 27,00 22,00 23,00 66,15
Preços cotados em maio/2022; tabelas com várias faixas de unidades de serviço foram calculadas pelo menor valor. Em algumas instituições, os preços são acrescidos de 20% quando realizados por Pessoa Jurídica. Em outras, os preços são acrescidos de 50% quando realizados por especialistas.
Sede n° associados representatividade
- OdontoPrev SP 6,73 milhões 23,4%
- Interodonto SP 3,17 11,0%
- SulAmérica SP 2,82 9,8%
- Hapvida + Odonto CE 2,76 9,6%
- Amil Dental SP 2,18 7,6%
- MetLife SP 1,25 mil 4,4%
- Porto Seguro Odontológico SP 699 mil 2,4%
- Brasildental SP 526 mil 1,8%
- Unimed Odonto SP 484 mil 1,7%
- Odonto Empresas SP 310 mil 1,0%
- INPAO Dental SP 271 mil 0,9%
- PrimaVida RJ 253 mil 0,8%
* Fonte: ANS, de setembro de 2021.
Essas 12 operadoras atendem 21,47 milhões de pessoas que representam 74,6% dos 28,7 milhões de pessoas com planos odontológicos privados no Brasil.
Foram consideradas apenas as operadoras classificadas como Odontologia de Grupo e Seguradoras. Fusões, cisões e aquisições de empresas ou carteiras foram unificadas no ranking para o grupo econômico.
Esse ranking demonstra grande presença dos 6 primeiros colocados, em que todos possuem mais de 1 milhão de beneficiários cada. A partir do 7° colocado há forte redução no tamanho das operadoras. As empresas citadas demonstram a grande capacidade de atendimento e investimentos no setor.
Operadoras | Conheça abaixo um pouco mais sobre cada operadora.
- OdontoPrev | A operadora odontológica líder no Brasil atende 6,73 milhões de pessoas, número muito à frente dos demais colocados. O grupo hoje pertence à Bradesco Seguros, é também detentor de outras marcas como Bradesco Dental, Privian, Odonto Serv, Prontodente, DentalCorp, Rede Dental e Sepao. Além destas marcas, também é sócio da Brasildental (BB Dental) com o Banco do Brasil. Empresa de capital aberto, opera na bolsa de valores B3 de são Paulo sob o código ODPV3. Sua rede crfedenciada é bastante pulverizada e oferece atendimento em todos os estados brasileiros.
- Interodonto | A 2ª maior operadora odontológica, com 3,17 milhões de beneficiários, pertence ao Grupo NotreDame Intermédica (GNDI). Em conjunto com assistência médica, oferece solução completa de saúde aos seus clientes. Em 2012, a GNDI passou a fazer parte da Bain Capital, grupo americano com forte presença no setor de saúde. Empresa de capital aberto em 2018, opera na bolsa de valores B3 de São Paulo sob o código GNDI3. Em 2019 comprou a operadora Belo Dente de Minas Gerais. Oferece ampla rede credenciada em todas as regiões do Brasil.
- SulAmérica Odonto | A tradicional companhia de seguros brasileira ocupa a 3ª posição, com 2,82 milhões de beneficiários de planos odontológicos. Este grupo segurador atua em diversos segmentos, inclusive planos médicos, onde é a 5ª maior operadora do país. Empresa de capital aberto, opera na bolsa de valores B3 de São Paulo sob os códigos SULA11 e SULA4. Em 2018, a SulAmérica comprou a operadora Prodent que, assim, passou a fazer parte do mesmo grupo. Sua rede credenciada é nacional, sendo que dois terços dos beneficiários estão nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.
- Hapvida +Odonto | A operadora cearense, líder em planos de saúde no Norte e Nordeste do Brasil, também mostra sua força no plano odonto, produto em que possui 2,76 milhões de beneficiários, é a 4ª colocada no ranking. Empresa de capital aberto em 2018, opera na bolsa de valores B3 de São Paulo sob o código HAPV3. Em 2019 a Hapvida adquiriu a São Francisco Odontologia, empresa do Grupo São Francisco com sede no interior de São Paulo. Operadora contava com cerca de 604 mil vidas nos estados de SP, MG, MT, MS e GO.
- Amil Dental | A Amil é a 5ª colocada em planos odontológicos, atende 2,18 milhões de pessoas com produto Amil Dental, oferecendo solução completa em saúde aos seus clientes. Com mais de 30 anos de existência, é uma das mais tradicionais do mercado. Em 2012, a Amil passou a fazer parte do UnitedHealth Group, grupo americano especialista em saúde. Em 2013, encerrou a participação na bolsa de valores de São Paulo e se tornou empresa de capital fechado. Oferece ampla rede credenciada e atendimento em todos Estados brasileiros.
- MetLife Dental | A seguradora MetLife está em 6° lugar no ranking, com 1,25% milhão de pessoas com plano odontológico. Esta tradicional companhia americana tem atuação em mais de 40 países, e no Brasil atua também com seguros de vida e previdência. Oferece atendimento em todo Brasil, com presença mais marcante no sudeste, região que concentra 76% dos beneficiários. Com uma linha odontológica diversificada, atende clientes de diferentes perfis.
- Porto Seguro Odontológico |Na 7ª posição do ranking de planos odontológicos está a Porto Seguro, com 699 mil pessoas cobertas. Este grande grupo brasileiro, com atualmente 28 empresas, é muito reconhecido pela qualidade de serviços e atendimento. Empresa de capital aberto, opera na bolsa de valores B3 de São Paulo sob o código PSSA3.
- Brasildental | A Brasildental está na 8ª colocação, com 526 mil usuários de planos odontológicos. A empresa opera sob a marca BB Dental e foi criada em 2014 através de uma joint venture entre os sócios Banco do Brasil e Odontoprev. Utiliza a rede de agências do próprio BB para distribuir o produto.
- Unimed Odonto | A 9ª colocada é a Unimed Odonto, com 484 mil beneficiários de planos odontológicos. Especializada na saúde bucal, a empresa pertence à Seguros Unimed, seguradora do grupo de mesmo nome. Com atendimento de abrangência nacional, a operadora tem usuários em todo país, com destaque para a região Sudeste, nos estados de SP, MG e ES.
10° Odonto Empresas | A 10ª colocada é a Odonto Empresas, com 310 mil beneficiários. Sediada em Barueri, na Grande São Paulo, desde 2014 pertence ao Grupo Caixa Seguradora. Possui grande predominância de usuários nos estados do RJ e SP. Com atuação através de convênios, parte significativa de seus usuários é procedente de parceria de seguros massificados. A rede de agências da Caixa Econômica Federal também é utilizada como canal de distribuição.
11° INPAO Dental | Na 11ª posição está o INPAO Dental, com 271 mil beneficiários de planos odontológicos. Especializada em odontologia, atua há mais de 50 anos no mercado, com sede em São Paulo. Entre seus destaques está a utilização de tecnologia para melhor gerenciamento dos processos com os dentistas, o que gera satisfação da rede credenciada e flexibilidade no atendimento de clientes e demandas.
12° PrimaVida | A PrimaVida está na 12ª colocação, com 253 mil usuários de planos odontológicos. A empresa tem sede no RJ. Os beneficiários dos planos estão concentrados no estado do RJ (84%); os demais ficam distribuídos pelos Estados de MG (9%), SP (3%) e outros estados do país.
Conclusão
Essas 12 operadoras atendem cerca de ¾ de todos beneficiários de planos odontológicos do país, o que demonstra uma concentração significativa. Elas atuam em diferentes regiões de formas diversificadas, com abrangências e públicos variados; desta forma nem sempre são concorrentes.
LEI DOS PLANOS E SEGUROS PRIVADOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE
LEI No 9.656, DE 3 DE JUNHO DE 1998
MEDIDA PROVISÓRIA No 2.177- 44, DE 24 DE AGOSTO DE 2001.
Dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1° Submetem-se às disposições desta Lei as pessoas jurídicas de direito privado que operam planos de assistência à saúde, sem prejuízo do cumprimento da legislação específica que rege a sua atividade, adotando-se, para fins de aplicação das normas aqui estabelecidas, as seguintes definições:
I – plano privado de assistência à saúde: prestação continuada de serviços ou cobertura de custos assistenciais a preço pré ou pós-estabelecido, por prazo indeterminado, com a finalidade de garantir, sem limite financeiro, a assistência à saúde, pela faculdade de acesso e atendimento por profissionais ou serviços de saúde, livremente escolhidos, integrantes ou não de rede credenciada, contratada ou referenciada, visando à assistência médica, hospitalar e odontológica, a ser paga integral ou parcialmente às expensas da operadora contratada, mediante reembolso ou pagamento direto ao prestador, por conta e ordem do consumidor;
II – operadora de plano de assistência à saúde: pessoa jurídica constituída sob a modalidade de sociedade civil ou comercial, cooperativa, ou entidade de autogestão, que opere produto, serviço ou contrato de que trata o inciso I deste artigo;
III – carteira: o conjunto de contratos de cobertura de custos assistenciais ou de serviços de assistência à saúde em qualquer das modalidades de que tratam o inciso I e o § 1° deste artigo, com todos os direitos e obrigações nele contidos.
§ 1° Está subordinada às normas e à fiscalização da Agência Nacional de Saúde Suplementar
– ANS qualquer modalidade de produto, serviço e contrato que apresente, além da garantia de cobertura financeira de riscos de assistência médica, hospitalar e odontológica, outras características que a diferenciem de atividade exclusivamente financeira, tais como:
a) custeio de despesas;
b) oferecimento de rede credenciada ou referenciada;
c) reembolso de despesas;
d) mecanismos de regulação;
e) qualquer restrição contratual, técnica ou operacional para a cobertura de procedimentos solicitados por prestador escolhido pelo consumidor;
f) vinculação de cobertura financeira à aplicação de conceitos ou critérios médico-assistenciais.
§ 2° Incluem-se na abrangência desta Lei as cooperativas que operem os produtos de que tratam o inciso I e o § 1° deste artigo, bem assim as entidades ou empresas que mantêm sistemas de assistência à saúde, pela modalidade de autogestão ou de administração.
§ 3° As pessoas físicas ou jurídicas residentes ou domiciliadas no exterior podem constituir ou participar do capital, ou do aumento do capital, de pessoas jurídicas de direito privado constituídas sob as leis brasileiras para operar planos de assistência à saúde.
§ 4° É vedada às pessoas físicas a operação dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1° deste artigo.
Art. 2° Revogado.
Art. 3° Revogado.
Art. 4° Revogado.
Art. 5° Revogado.
Art. 6° Revogado.
Art. 7° Revogado.
Art. 8° Para obter a autorização de funcionamento, as operadoras de planos privados de assistência à saúde devem satisfazer os seguintes requisitos, independentemente de outros que venham a ser determinados pela ANS:
I – registro nos Conselhos Regionais de Medicina e Odontologia, conforme o caso, em cumprimento ao disposto no art. 1° da Lei no 6.839, de 30 de outubro de 1980;
II – descrição pormenorizada dos serviços de saúde próprios oferecidos e daqueles a serem prestados por terceiros;
III – descrição de suas instalações e equipamentos destinados à prestação de serviços;
IV – especificação dos recursos humanos qualificados e habilitados, com responsabilidade técnica de acordo com as leis que regem a matéria;
V – demonstração da capacidade de atendimento em razão dos serviços a serem prestados;
VI – demonstração da viabilidade econômico-financeira dos planos privados de assistência à saúde oferecidos, respeitadas as peculiaridades operacionais de cada uma das respectivas operadoras;
VII – especificação da área geográfica coberta pelo plano privado de assistência à saúde.
§ 1° São dispensadas do cumprimento das condições estabelecidas nos incisos VI e VII deste artigo as entidades ou empresas que mantêm sistemas de assistência privada à saúde na modalidade de autogestão, citadas no § 2° do art. 1°
§ 2° A autorização de funcionamento será cancelada caso a operadora não comercialize os produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei, no prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias a contar do seu registro na ANS.
§ 3° As operadoras privadas de assistência à saúde poderão voluntariamente requerer autorização para encerramento de suas atividades, observando os seguintes requisitos, independentemente de outros que venham a ser determinados pela ANS:
a) comprovação da transferência da carteira sem prejuízo para o consumidor, ou inexistência de beneficiários sob sua responsabilidade;
b) garantia da continuidade da prestação de serviços dos beneficiários internados ou em tratamento;
c) comprovação da quitação de suas obrigações com os prestadores de serviço no âmbito da operação de planos privados de assistência à saúde;
d) informação prévia à ANS, aos beneficiários e aos prestadores de serviço contratados, credenciados ou referenciados, na forma e nos prazos a serem definidos pela ANS.
Art. 9° Após decorridos 120 (cento e vinte) dias de vigência desta Lei, para as operadoras, e 240 (duzentos e quarenta) dias, para as administradoras de planos de assistência à saúde, e até que sejam definidas pela ANS as normas gerais de registro, as pessoas jurídicas que operam os produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei, e observado o que dispõe o art. 19, só poderão comercializar estes produtos se:
I – as operadoras e administradoras estiverem provisoriamente cadastradas na ANS;
II – os produtos a serem comercializados estiverem registrados na ANS.
§ 1°. O descumprimento das formalidades previstas neste artigo, além de configurar infração, constitui agravante na aplicação de penalidades por infração das demais normas previstas nesta Lei.
§ 2°. A ANS poderá solicitar informações, determinar alterações e promover a suspensão do todo ou de parte das condições dos planos apresentados.
§ 3°. A autorização de comercialização será cancelada caso a operadora não comercialize os planos ou os produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei, no prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias a contar do seu registro na ANS.
§ 4°. A ANS poderá determinar a suspensão temporária da comercialização de plano ou produto caso identifique qualquer irregularidade contratual, econômico-financeira ou assistencial.
Art. 10. É instituído o plano-referência de assistência à saúde, com cobertura assistencial médico-ambulatorial e hospitalar, compreendendo partos e tratamentos, realizados exclusivamente no Brasil, com padrão de enfermaria, centro de terapia intensiva, ou similar, quando necessária a internação hospitalar, das doenças listadas na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde, da Organização Mundial de Saúde, respeitadas as exigências mínimas estabelecidas no art. 12 desta Lei, exceto:
I – tratamento clínico ou cirúrgico experimental;
II – procedimentos clínicos ou cirúrgicos para fins estéticos, bem como órteses e próteses para o mesmo fim;
III – inseminação artificial;
IV – tratamento de rejuvenescimento ou de emagrecimento com finalidade estética;
V – fornecimento de medicamentos importados não nacionalizados;
VI – fornecimento de medicamentos para tratamento domiciliar;
VII – fornecimento de próteses, órteses e seus acessórios não ligados ao ato cirúrgico;
VIII – (Revogado).
IX – tratamentos ilícitos ou antiéticos, assim definidos sob o aspecto médico, ou não reconhecidos pelas autoridades competentes;
X – casos de cataclismos, guerras e comoções internas, quando declarados pela autoridade competente.
§ 1° As exceções constantes dos incisos deste artigo serão objeto de regulamentação pela ANS.
§ 2° As pessoas jurídicas que comercializam produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei oferecerão, obrigatoriamente, a partir de 3 de dezembro de 1999, o plano-referência de que trata este artigo a todos os seus atuais e futuros consumidores.
§ 3° Excluem-se da obrigatoriedade a que se refere o § 2° deste artigo as pessoas jurídicas que mantêm sistemas de assistência à saúde pela modalidade de autogestão e as pessoas jurídicas que operam exclusivamente planos odontológicos.
§ 4° A amplitude das coberturas, inclusive de transplantes e de procedimentos de alta complexidade, será definida por normas editadas pela ANS.
Art. 10-A. Cabe às operadoras definidas nos incisos I e II do § 1° do art. 1° desta Lei, por meio de sua rede de unidades conveniadas, prestar serviço de cirurgia plástica reconstrutiva de mama, utilizando-se de todos os meios e técnicas necessárias, para o tratamento de mutilação decorrente de utilização de técnica de tratamento de câncer. (Artigo incluído pela Lei no 10.223, de 15 de maio de 2001)
Art. 11. É vedada a exclusão de cobertura às doenças e lesões preexistentes à data de contratação dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei após 24 (vinte e quatro) meses de vigência do aludido instrumento contratual, cabendo à respectiva operadora o ônus da prova e da demonstração do conhecimento prévio do consumidor ou beneficiário.
Parágrafo único. É vedada a suspensão da assistência à saúde do consumidor ou beneficiário, titular ou dependente, até a prova de que trata o caput, na forma da regulamentação a ser editada pela ANS.
Art. 12. São facultadas a oferta, a contratação e a vigência dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei, nas segmentações previstas nos incisos I a IV deste artigo, respeitadas as respectivas amplitudes de cobertura definidas no plano-referência de que trata o art. 10, segundo as seguintes exigências mínimas:
I – quando incluir atendimento ambulatorial:
a) cobertura de consultas médicas, em número ilimitado, em clínicas básicas e especializadas, reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina;
b) cobertura de serviços de apoio diagnóstico, tratamentos e demais procedimentos ambulatoriais, solicitados pelo médico assistente;
II – quando incluir internação hospitalar:
a) cobertura de internações hospitalares, vedada a limitação de prazo, valor máximo e quantidade, em clínicas básicas e especializadas, reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina, admitindo-se a exclusão dos procedimentos obstétricos;
b) cobertura de internações hospitalares em centro de terapia intensiva, ou similar, vedada a limitação de prazo, valor máximo e quantidade, a critério do médico assistente;
c) cobertura de despesas referentes a honorários médicos, serviços gerais de enfermagem e alimentação;
d) cobertura de exames complementares indispensáveis para o controle da evolução da doença e elucidação diagnóstica, fornecimento de medicamentos, anestésicos, gases medicinais, transfusões e sessões de quimioterapia e radioterapia, conforme prescrição do médico assistente, realizados ou ministrados durante o período de internação hospitalar;
e) cobertura de toda e qualquer taxa, incluindo materiais utilizados, assim como da remoção do paciente, comprovadamente necessária, para outro estabelecimento hospitalar, dentro dos limites de abrangência geográfica previstos no contrato, em território brasileiro;
f) cobertura de despesas de acompanhante, no caso de pacientes menores de 18 (dezoito) anos;
III – quando incluir atendimento obstétrico:
a) cobertura assistencial ao recém-nascido, filho natural ou adotivo do consumidor, ou de seu dependente, durante os primeiros 30 (trinta) dias após o parto;
b) inscrição assegurada ao recém-nascido, filho natural ou adotivo do consumidor, como dependente, isento do cumprimento dos períodos de carência, desde que a inscrição ocorra no prazo máximo de 30 (trinta) dias do nascimento ou da adoção;
IV – quando incluir atendimento odontológico:
a) cobertura de consultas e exames auxiliares ou complementares, solicitados pelo odontólogo assistente;
b) cobertura de procedimentos preventivos, de dentística e endodontia;
c) cobertura de cirurgias orais menores, assim consideradas as realizadas em ambiente ambulatorial e sem anestesia geral;
V – quando fixar períodos de carência:
a) prazo máximo de 300 (trezentos) dias para partos a termo;
b) prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias para os demais casos;
c) prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas para a cobertura dos casos de urgência e emergência;
VI – reembolso, em todos os tipos de produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei, nos limites das obrigações contratuais, das despesas efetuadas pelo beneficiário com assistência à saúde, em casos de urgência ou emergência, quando não for possível a utilização dos serviços próprios, contratados, credenciados ou referenciados pelas operadoras, de acordo com a relação de preços de serviços médicos e hospitalares praticados pelo respectivo produto, pagáveis no prazo máximo de 30 (trinta) dias após a entrega da documentação adequada;
VII – inscrição de filho adotivo, menor de 12 (doze) anos de idade, aproveitando os períodos de carência já cumpridos pelo consumidor adotante.
§ 1° Após 120 (cento e vinte) dias da vigência desta Lei, fica proibido o oferecimento de produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei fora das segmentações de que trata este artigo, observadas suas respectivas condições de abrangência e contratação.
§ 2° A partir de 3 de dezembro de 1999, da documentação relativa à contratação de produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei, nas segmentações de que trata este artigo, deverá constar declaração em separado do consumidor, de que tem conhecimento da existência e disponibilidade do plano-referência e de que este lhe foi oferecido.
§ 3° Revogado.
Art. 13. Os contratos de produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei têm renovação automática a partir do vencimento do prazo inicial de vigência, não cabendo a cobrança de taxas ou qualquer outro valor no ato da renovação.
Parágrafo único. Os produtos de que trata o caput, contratados individualmente, terão vigência mínima de 1 (um) ano, sendo vedadas:
I – a recontagem de carências;
II – a suspensão ou a rescisão unilateral do contrato, salvo por fraude ou não-pagamento da mensalidade por período superior a 60 (sessenta) dias, consecutivos ou não, nos últimos 12 (doze) meses de vigência do contrato, desde que o consumidor seja comprovadamente notificado até o quinquagésimo dia de inadimplência;
III – a suspensão ou a rescisão unilateral do contrato, em qualquer hipótese, durante a ocorrência de internação do titular.
Art. 14. Em razão da idade do consumidor, ou da condição de pessoa portadora de deficiência, ninguém pode ser impedido de participar de planos privados de assistência à saúde.
Art. 15. A variação das contraprestações pecuniárias estabelecidas nos contratos de produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei, em razão da idade do consumidor, somente poderá ocorrer caso estejam previstas no contrato inicial as faixas etárias e os percentuais de reajustes incidentes em cada uma delas, conforme normas expedidas pela ANS, ressalvado o disposto no art. 35-E.
Parágrafo único. É vedada a variação a que alude o caput para consumidores com mais de 60 (sessenta) anos de idade, que participarem dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1°, ou sucessores, há mais de 10 (dez) anos.
Art. 16. Dos contratos, regulamentos ou condições gerais dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei devem constar dispositivos que indiquem com clareza:
I – as condições de admissão;
II – o início da vigência;
III – os períodos de carência para consultas, internações, procedimentos e exames;
IV – as faixas etárias e os percentuais a que alude o caput do art. 15;
V – as condições de perda da qualidade de beneficiário;
VI – os eventos cobertos e excluídos;
VII – o regime ou tipo de contratação:
a) individual ou familiar;
b) coletivo empresarial;
c) coletivo por adesão;
VIII – a franquia, os limites financeiros ou o percentual de co-participação do consumidor ou beneficiário, contratualmente previstos nas despesas com assistência médica, hospitalar e odontológica;
IX – os bônus, os descontos ou os agravamentos da contraprestação pecuniária;
X – a área geográfica de abrangência;
XI – os critérios de reajuste e revisão das contraprestações pecuniárias.
XII – o número de registro na ANS.
Parágrafo único. A todo consumidor titular de plano individual ou familiar será obrigatoriamente entregue, quando de sua inscrição, cópia do contrato, do regulamento ou das condições gerais dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1°, além de material explicativo que descreva, em linguagem simples e precisa, todas as suas características, direitos e obrigações.
§ 2° Revogado.
Art. 17. A inclusão como contratados, referenciados ou credenciados dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei, de qualquer entidade hospitalar, implica compromisso para com os consumidores quanto à sua manutenção ao longo da vigência dos contratos.
§ 1° É facultada a substituição de entidade hospitalar, a que se refere o caput deste artigo, desde que por outro equivalente e mediante comunicação aos consumidores e à ANS com 30 (trinta) dias de antecedência, ressalvados desse prazo mínimo os casos decorrentes de rescisão por fraude ou infração das normas sanitárias e fiscais em vigor.
§ 2° Na hipótese de a substituição do estabelecimento hospitalar a que se refere o § 1° ocorrer por vontade da operadora durante período de internação do consumidor, o estabelecimento obriga-se a manter a internação e a operadora, a pagar as despesas até a alta hospitalar, a critério médico, na forma do contrato.
§ 3° Excetuam-se do previsto no § 2° os casos de substituição do estabelecimento hospitalar por infração às normas sanitárias em vigor, durante período de internação, quando a operadora arcará com a responsabilidade pela transferência imediata para outro estabelecimento equivalente, garantindo a continuação da assistência, sem ônus adicional para o consumidor.
§ 4° Em caso de redimensionamento da rede hospitalar por redução, as empresas deverão solicitar à ANS autorização expressa para tanto, informando:
I – nome da entidade a ser excluída;
II – capacidade operacional a ser reduzida com a exclusão;
III – impacto sobre a massa assistida, a partir de parâmetros definidos pela ANS, correlacionando a necessidade de leitos e a capacidade operacional restante;
IV – justificativa para a decisão, observando a obrigatoriedade de manter cobertura com padrões de qualidade equivalente e sem ônus adicional para o consumidor.
Art. 18. A aceitação, por parte de qualquer prestador de serviço ou profissional de saúde, da condição de contratado, credenciado ou cooperado de uma operadora de produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei, implicará as seguintes obrigações e direitos:
I – o consumidor de determinada operadora, em nenhuma hipótese e sob nenhum pretexto ou alegação, pode ser discriminado ou atendido de forma distinta daquela dispensada aos clientes vinculados a outra operadora ou plano;
II – a marcação de consultas, exames e quaisquer outros procedimentos deve ser feita de forma a atender às necessidades dos consumidores, privilegiando os casos de emergência ou urgência, assim como as pessoas com mais de 65 (sessenta e cinco) anos de idade, as gestantes, lactantes, lactentes e crianças até 5 (cinco) anos;
III – a manutenção de relacionamento de contratação, credenciamento ou referenciamento com número ilimitado de operadoras, sendo expressamente vedado às operadoras, independente de sua natureza jurídica constitutiva, impor contratos de exclusividade ou de restrição à atividade profissional.
Parágrafo único. A partir de 3 de dezembro de 1999, os prestadores de serviço ou profissionais de saúde não poderão manter contrato, credenciamento ou referenciamento com operadoras que não tiverem registros para funcionamento e comercialização conforme previsto nesta Lei, sob pena de responsabilidade por atividade irregular.
Art. 19. Para requerer a autorização definitiva de funcionamento, as pessoas jurídicas que já atuavam como operadoras ou administradoras dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei terão prazo de 180 (cento e oitenta) dias, a partir da publicação da regulamentação específica pela ANS.
§ 1° Até que sejam expedidas as normas de registro, serão mantidos registros provisórios das pessoas jurídicas e dos produtos na ANS, com a finalidade de autorizar a comercialização ou operação dos produtos a que alude o caput, a partir de 2 de janeiro de 1999.
§ 2° Para o registro provisório, as operadoras ou administradoras dos produtos a que alude o caput deverão apresentar à ANS as informações requeridas e os seguintes documentos, independentemente de outros que venham a ser exigidos:
I – registro do instrumento de constituição da pessoa jurídica;
II – nome fantasia;
III – CNPJ;
IV – endereço;
V – telefone, fax e e-mail;
VI – principais dirigentes da pessoa jurídica e nome dos cargos que ocupam.
§ 3° Para registro provisório dos produtos a serem comercializados, deverão ser apresentados à ANS os seguintes dados:
I – razão social da operadora ou da administradora;
II – CNPJ da operadora ou da administradora;
III – nome do produto;
IV – segmentação da assistência (ambulatorial, hospitalar com obstetrícia, hospitalar sem obstetrícia, odontológica e referência);
V – tipo de contratação (individual/familiar, coletivo empresarial e coletivo por adesão);
VI – âmbito geográfico de cobertura;
VII – faixas etárias e respectivos preços;
VIII – rede hospitalar própria por Município (para segmentações hospitalar e referência);
IX – rede hospitalar contratada ou referenciada por Município (para segmentações hospitalar e referência);
X – outros documentos e informações que venham a ser solicitados pela ANS.
§ 4° Os procedimentos administrativos para registro provisório dos produtos serão tratados em norma específica da ANS.
§ 5° Independentemente do cumprimento, por parte da operadora, das formalidades do registro provisório, ou da conformidade dos textos das condições gerais ou dos instrumentos contratuais, ficam garantidos, a todos os usuários de produtos a que alude o caput, contratados a partir de 2 de janeiro de 1999, todos os benefícios de acesso e cobertura previstos nesta Lei e em seus regulamentos, para cada segmentação definida no art. 12.
§ 6° O não-cumprimento do disposto neste artigo implica o pagamento de multa diária no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais) aplicada às operadoras dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1°do art. 1°.
§ 7° As pessoas jurídicas que forem iniciar operação de comercialização de planos privados de assistência à saúde, a partir de 8 de dezembro de 1998, estão sujeitas aos registros de que trata o § 1° deste artigo.
Art. 20. As operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei são obrigadas a fornecer, periodicamente, à ANS todas as informações e estatísticas relativas às suas atividades, incluídas as de natureza cadastral, especialmente aquelas que permitam a identificação dos consumidores e de seus dependentes, incluindo seus nomes, inscrições no Cadastro de Pessoas Físicas dos titulares e Municípios onde residem, para fins do disposto no art. 32.
§ 1° Os agentes, especialmente designados pela ANS, para o exercício das atividades de fiscalização e nos limites por ela estabelecidos, têm livre acesso às operadoras, podendo requisitar e apreender processos, contratos, manuais de rotina operacional e demais documentos, relativos aos produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei.
§ 2° Caracteriza-se como embaraço à fiscalização, sujeito às penas previstas na lei, a imposição de qualquer dificuldade à consecução dos objetivos da fiscalização, de que trata o § 1° deste artigo.
Art. 21. É vedado às operadoras de planos privados de assistência à saúde realizar quaisquer operações financeiras:
I – com seus diretores e membros dos conselhos administrativos, consultivos, fiscais ou assemelhados, bem como com os respectivos cônjuges e parentes até o segundo grau, inclusive;
II – com empresa de que participem as pessoas a que se refere o inciso I, desde que estas sejam, em conjunto ou isoladamente, consideradas como controladoras da empresa.
Art. 22. As operadoras de planos privados de assistência à saúde submeterão suas contas a auditores independentes, registrados no respectivo Conselho Regional de Contabilidade e na Comissão de Valores Mobiliários – CVM, publicando, anualmente, o parecer respectivo, juntamente com as demonstrações financeiras determinadas pela Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976.
§ 1° A auditoria independente também poderá ser exigida quanto aos cálculos atuariais, elaborados segundo diretrizes gerais definidas pelo CONSU.
§ 2° As operadoras com número de beneficiários inferior a 20.000 (vinte mil) usuários ficam dispensadas da publicação do parecer do auditor e das demonstrações financeiras, devendo, a ANS, dar-lhes publicidade.
Art. 23. As operadoras de planos privados de assistência à saúde não podem requerer concordata e não estão sujeitas a falência ou insolvência civil, mas tão-somente ao regime de liquidação extrajudicial.
§ 1° As operadoras sujeitar-se-ão ao regime de falência ou insolvência civil quando, no curso da liquidação extrajudicial, forem verificadas uma das seguintes hipóteses:
I – o ativo da massa liquidanda não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos créditos quirografários;
II – o ativo realizável da massa liquidanda não for suficiente, sequer, para o pagamento das despesas administrativas e operacionais inerentes ao regular processamento da liquidação extrajudicial;
III – nas hipóteses de fundados indícios de condutas previstas nos arts. 186 a 189 do Decreto-Lei no 7.661, de 21 de junho de 1945.
§ 2° Para efeito desta Lei, define-se ativo realizável como todo ativo que possa ser convertido em moeda corrente em prazo compatível para o pagamento das despesas administrativas e operacionais da massa liquidanda.
§ 3° À vista do relatório do liquidante extrajudicial, e em se verificando qualquer uma das hipóteses previstas nos incisos I, II ou III do § 1° deste artigo, a ANS poderá autorizá-lo a requerer a falência ou insolvência civil da operadora.
§ 4° A distribuição do requerimento produzirá imediatamente os seguintes efeitos:
I – a manutenção da suspensão dos prazos judiciais em relação à massa liquidanda;
II – a suspensão dos procedimentos administrativos de liquidação extrajudicial, salvo os relativos à guarda e à proteção dos bens e imóveis da massa;
III – a manutenção da indisponibilidade dos bens dos administradores, gerentes, conselheiros e assemelhados, até posterior determinação judicial;
IV – a prevenção do juízo que emitir o primeiro despacho em relação ao pedido de conversão do regime.
§ 5° A ANS, no caso previsto no inciso II do § 1° deste artigo, poderá, no período compreendido entre a distribuição do requerimento e a decretação da falência ou insolvência civil, apoiar a proteção dos bens móveis e imóveis da massa liquidanda.
§ 6° O liquidante enviará ao juízo prevento o rol das ações judiciais em curso cujo andamento ficará suspenso até que o juiz competente nomeie o síndico da massa falida ou o liquidante da massa insolvente.
Art. 24. Sempre que detectadas nas operadoras sujeitas à disciplina desta Lei insuficiência das garantias do equilíbrio financeiro, anormalidades econômico-financeiras ou administrativas graves que coloquem em risco a continuidade ou a qualidade do atendimento à saúde, a ANS poderá determinar a alienação da carteira, o regime de direção fiscal ou técnica, por prazo não superior a 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias, ou a liquidação extrajudicial, conforme a gravidade do caso.
§ 1° O descumprimento das determinações do diretor-fiscal ou técnico, e do liquidante, por dirigentes, administradores, conselheiros ou empregados da operadora de planos privados de assistência à saúde, acarretará o imediato afastamento do infrator, por decisão da ANS, sem prejuízo das sanções penais cabíveis, assegurado o direito ao contraditório, sem que isto implique efeito suspensivo da decisão administrativa que determinou o afastamento.
§ 2° A ANS, ex officio ou por recomendação do diretor técnico ou fiscal ou do liquidante, poderá, em ato administrativo devidamente motivado, determinar o afastamento dos diretores, administradores, gerentes e membros do conselho fiscal da operadora sob regime de direção ou em liquidação.
§ 3° No prazo que lhe for designado, o diretor-fiscal ou técnico procederá à análise da organização administrativa e da situação econômico-financeira da operadora, bem assim da qualidade do atendimento aos consumidores, e proporá à ANS as medidas cabíveis.
§ 4° O diretor-fiscal ou técnico poderá propor a transformação do regime de direção em liquidação extrajudicial.
§ 5° A ANS promoverá, no prazo máximo de 90 (noventa) dias, a alienação da carteira das operadoras de planos privados de assistência à saúde, no caso de não surtirem efeito as medidas por ela determinadas para sanar as irregularidades ou nas situações que impliquem risco para os consumidores participantes da carteira.
Art. 24-A. Os administradores das operadoras de planos privados de assistência à saúde em regime de direção fiscal ou liquidação extrajudicial, independentemente da natureza jurídica da operadora, ficarão com todos os seus bens indisponíveis, não podendo, por qualquer forma, direta ou indireta, aliená-los ou onerá-los, até apuração e liquidação final de suas responsabilidades.
§ 1° A indisponibilidade prevista neste artigo decorre do ato que decretar a direção fiscal ou a liquidação extrajudicial e atinge a todos aqueles que tenham estado no exercício das funções nos doze meses anteriores ao mesmo ato.
§ 2° Na hipótese de regime de direção fiscal, a indisponibilidade de bens a que se refere o caput deste artigo poderá não alcançar os bens dos administradores, por deliberação expressa da Diretoria Colegiada da ANS.
§ 3° A ANS, ex officio ou por recomendação do diretor fiscal ou do liquidante, poderá estender a indisponibilidade prevista neste artigo:
I – aos bens de gerentes, conselheiros e aos de todos aqueles que tenham concorrido, no período previsto no § 1°, para a decretação da direção fiscal ou da liquidação extrajudicial;
II – aos bens adquiridos, a qualquer título, por terceiros, no período previsto no § 1°, das pessoas referidas no inciso I, desde que configurada fraude na transferência.
§ 4° Não se incluem nas disposições deste artigo os bens considerados inalienáveis ou impenhoráveis pela legislação em vigor.
§ 5° A indisponibilidade também não alcança os bens objeto de contrato de alienação, de promessa de compra e venda, de cessão ou promessa de cessão de direitos, desde que os respectivos instrumentos tenham sido levados ao competente registro público, anteriormente à data da decretação da direção fiscal ou da liquidação extrajudicial.
§ 6° Os administradores das operadoras de planos privados de assistência à saúde respondem solidariamente pelas obrigações por eles assumidas durante sua gestão até o montante dos prejuízos causados, independentemente do nexo de causalidade.
Art. 24-B. A Diretoria Colegiada definirá as atribuições e competências do diretor técnico, diretor fiscal e do responsável pela alienação de carteira, podendo ampliá-las, se necessário.
Art. 24-C. Os créditos decorrentes da prestação de serviços de assistência privada à saúde preferem a todos os demais, exceto os de natureza trabalhista e tributários.
Art. 24-D. Aplica-se à liquidação extrajudicial das operadoras de planos privados de assistência à saúde e ao disposto nos arts. 24-A e 35-I, no que couber com os preceitos desta Lei, o disposto na Lei no 6.024, de 13 de março de 1974, no Decreto-lei no 7.661, de 21 de junho de 1945, no Decreto-lei no 41, de 18 de novembro de 1966, e no Decreto-lei no 73, de 21 de novembro de 1966, conforme o que dispuser a ANS.
Art. 25. As infrações aos dispositivos desta Lei e seus regulamentos, bem como aos dispositivos dos contratos firmados, a qualquer tempo, entre operadoras e usuários de planos privados de assistência à saúde, sujeitam a operadora dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei, seus administradores, membros de conselhos administrativos, deliberativos, consultivos, fiscais e assemelhados às seguintes penalidades, sem prejuízo de outras estabelecidas na legislação vigente:
I – advertência;
II – multa pecuniária;
III – suspensão do exercício do cargo;
IV – inabilitação temporária para exercício de cargos em operadoras de planos de assistência à saúde;
V – inabilitação permanente para exercício de cargos de direção ou em conselhos das operadoras a que se refere esta Lei, bem como em entidades de previdência privada, sociedades seguradoras, corretoras de seguros e instituições financeiras.
VI – cancelamento da autorização de funcionamento e alienação da carteira da operadora.
Art. 26. Os administradores e membros dos conselhos administrativos, deliberativos, consultivos, fiscais e assemelhados das operadoras de que trata esta Lei respondem solidariamente pelos prejuízos causados a terceiros, inclusive aos acionistas, cotistas, cooperados e consumidores de planos privados de assistência à saúde, conforme o caso, em conseqüência do descumprimento de
leis, normas e instruções referentes às operações previstas na legislação e, em especial, pela falta de constituição e cobertura das garantias obrigatórias.
Art. 27. A multa de que trata o art. 25 será fixada e aplicada pela ANS no âmbito de suas atribuições, com valor não inferior a R$ 5.000,00 (cinco mil reais) e não superior a R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) de acordo com o porte econômico da operadora ou prestadora de serviço e a gravidade da infração, ressalvado o disposto no § 6° do art. 19.
Parágrafo único. Revogado
Art. 28. Revogado.
Art. 29. As infrações serão apuradas mediante processo administrativo que tenha por base o auto de infração, a representação ou a denúncia positiva dos fatos irregulares, cabendo à ANS dispor sobre normas para instauração, recursos e seus efeitos, instâncias e prazos.
§ 1° O processo administrativo, antes de aplicada a penalidade, poderá, a título excepcional, ser suspenso, pela ANS, se a operadora ou prestadora de serviço assinar termo de compromisso de ajuste de conduta, perante a diretoria colegiada, que terá eficácia de título executivo extrajudicial, obrigando-se a:
I – cessar a prática de atividades ou atos objetos da apuração;
II – corrigir as irregularidades, inclusive indenizando os prejuízos delas decorrentes.
§ 2° O termo de compromisso de ajuste de conduta conterá, necessariamente, as seguintes cláusulas:
I – obrigações do compromissário de fazer cessar a prática objeto da apuração, no prazo estabelecido;
II – valor da multa a ser imposta no caso de descumprimento, não inferior a R$ 5.000,00 (cinco mil reais) e não superior a R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) de acordo com o porte econômico da operadora ou da prestadora de serviço.
§ 3° A assinatura do termo de compromisso de ajuste de conduta não importa confissão do compromissário quanto à matéria de fato, nem reconhecimento de ilicitude da conduta em apuração.
§ 4° O descumprimento do termo de compromisso de ajuste de conduta, sem prejuízo da aplicação da multa a que se refere o inciso II do § 2°, acarreta a revogação da suspensão do processo.
§ 5° Cumpridas as obrigações assumidas no termo de compromisso de ajuste de conduta, será extinto o processo.
§ 6° Suspende-se a prescrição durante a vigência do termo de compromisso de ajuste de conduta.
§ 7° Não poderá ser firmado termo de compromisso de ajuste de conduta quando tiver havido descumprimento de outro termo de compromisso de ajuste de conduta nos termos desta Lei, dentro do prazo de 2 (dois) anos.
§ 8° O termo de compromisso de ajuste de conduta deverá ser publicado no Diário Oficial da União.
§ 9° A ANS regulamentará a aplicação do disposto nos §§ 1° a 7° deste artigo.
Art. 29-A. A ANS poderá celebrar com as operadoras termo de compromisso, quando houver interesse na implementação de práticas que consistam em vantagens para os consumidores, com vistas a assegurar a manutenção da qualidade dos serviços de assistência à saúde.
§ 1° O termo de compromisso referido no caput não poderá implicar restrição de direitos do usuário.
§ 2° Na definição do termo de que trata este artigo serão considerados os critérios de aferição e controle da qualidade dos serviços a serem oferecidos pelas operadoras.
§ 3° O descumprimento injustificado do termo de compromisso poderá importar na aplicação da penalidade de multa a que se refere o inciso II, § 2°, do art. 29 desta Lei.
Art. 30. Ao consumidor que contribuir para produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei, em decorrência de vínculo empregatício, no caso de rescisão ou exoneração do contrato de trabalho sem justa causa, é assegurado o direito de manter sua condição de beneficiário, nas mesmas condições de cobertura assistencial de que gozava quando da vigência do contrato de trabalho, desde que assuma o seu pagamento integral.
§ 1° O período de manutenção da condição de beneficiário a que se refere o caput será de um terço do tempo de permanência nos produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1°, ou sucessores, com um mínimo assegurado de 6 (seis) meses e um máximo de 24 (vinte e quatro) meses.
§ 2° A manutenção de que trata este artigo é extensiva, obrigatoriamente, a todo o grupo familiar inscrito quando da vigência do contrato de trabalho.
§ 3° Em caso de morte do titular, o direito de permanência é assegurado aos dependentes cobertos pelo plano ou seguro privado coletivo de assistência à saúde, nos termos do disposto neste artigo.
§ 4° O direito assegurado neste artigo não exclui vantagens obtidas pelos empregados decorrentes de negociações coletivas de trabalho.
§ 5° A condição prevista no caput deste artigo deixará de existir quando da admissão do consumidor titular em novo emprego.
§ 6° Nos planos coletivos custeados integralmente pela empresa, não é considerada contribuição a co-participação do consumidor, única e exclusivamente, em procedimentos, como fator de moderação, na utilização dos serviços de assistência médica ou hospitalar.
Art. 31. Ao aposentado que contribuir para produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei, em decorrência de vínculo empregatício, pelo prazo mínimo de 10 (dez) anos, é assegurado o direito de manutenção como beneficiário, nas mesmas condições de cobertura assistencial de que gozava quando da vigência do contrato de trabalho, desde que assuma o seu pagamento integral.
§ 1° Ao aposentado que contribuir para planos coletivos de assistência à saúde por período inferior ao estabelecido no caput é assegurado o direito de manutenção como beneficiário, à razão de um ano para cada ano de contribuição, desde que assuma o pagamento integral do mesmo.
§ 2° Para gozo do direito assegurado neste artigo, observar-se-ão as mesmas condições estabelecidas nos §§ 2°, 3°, 4°, 5° e 6° do art. 30.
Art. 32. Serão ressarcidos pelas operadoras dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art.1° desta Lei, de acordo com normas a serem definidas pela ANS, os serviços de atendimento à saúde previstos nos respectivos contratos, prestados a seus consumidores e respectivos dependentes, em instituições públicas ou privadas, conveniadas ou contratadas, integrantes do Sistema Único de Saúde – SUS.
§ 1° O ressarcimento a que se refere o caput será efetuado pelas operadoras à entidade prestadora de serviços, quando esta possuir personalidade jurídica própria, e ao SUS, mediante tabela de procedimentos a ser aprovada pela ANS.
§ 2° Para a efetivação do ressarcimento, a ANS disponibilizará às operadoras a discriminação dos procedimentos realizados para cada consumidor.
§ 3° A operadora efetuará o ressarcimento até o 15° (décimo quinto) dia após a apresentação da cobrança pela ANS, creditando os valores correspondentes à entidade prestadora ou ao respectivo fundo de saúde, conforme o caso.
§ 4° O ressarcimento não efetuado no prazo previsto no § 3° será cobrado com os seguintes acréscimos:
I – juros de mora contados do mês seguinte ao do vencimento, à razão de 1% (um por cento) ao mês ou fração;
II – multa de mora de 10% (dez por cento).
§ 5° Os valores não recolhidos no prazo previsto no § 3° serão inscritos em dívida ativa da ANS, a qual compete a cobrança judicial dos respectivos créditos.
§ 6° O produto da arrecadação dos juros e da multa de mora serão revertidos ao Fundo Nacional de Saúde.
§ 7° A ANS fixará normas aplicáveis ao processo de glosa ou impugnação dos procedimentos encaminhados, conforme previsto no § 2° deste artigo.
§ 8° Os valores a serem ressarcidos não serão inferiores aos praticados pelo SUS e nem superiores aos praticados pelas operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei.
Art. 33. Havendo indisponibilidade de leito hospitalar nos estabelecimentos próprios ou credenciados pelo plano, é garantido ao consumidor o acesso à acomodação, em nível superior, sem ônus adicional.
Art. 34. As pessoas jurídicas que executam outras atividades além das abrangidas por esta Lei deverão, na forma e no prazo definidos pela ANS, constituir pessoas jurídicas independentes, com ou sem fins lucrativos, especificamente para operar planos privados de assistência à saúde, na forma da legislação em vigor e em especial desta Lei e de seus regulamentos.
Art. 35. Aplicam-se as disposições desta Lei a todos os contratos celebrados a partir de sua vigência, assegurada aos consumidores com contratos anteriores, bem como àqueles com contratos celebrados entre 2 de setembro de 1998 e 1° de janeiro de 1999, a possibilidade de optar pela adaptação ao sistema previsto nesta Lei.
§ 1° Sem prejuízo do disposto no art. 35-E, a adaptação dos contratos de que trata este artigo deverá ser formalizada em termo próprio, assinado pelos contratantes, de acordo com as normas a serem definidas pela ANS.
§ 2° Quando a adaptação dos contratos incluir aumento de contraprestação pecuniária, a composição da base de cálculo deverá ficar restrita aos itens correspondentes ao aumento de cobertura, e ficará disponível para verificação pela ANS, que poderá determinar sua alteração quando o novo valor não estiver devidamente justificado.
§ 3° A adaptação dos contratos não implica nova contagem dos períodos de carência e dos prazos de aquisição dos benefícios previstos nos arts. 30 e 31 desta Lei, observados, quanto aos últimos, os limites de cobertura previstos no contrato original.
§ 4° Nenhum contrato poderá ser adaptado por decisão unilateral da empresa operadora.
§ 5° A manutenção dos contratos originais pelos consumidores não optantes tem caráter personalíssimo, devendo ser garantida somente ao titular e a seus dependentes já inscritos, permitida inclusão apenas de novo cônjuge e filhos, e vedada a transferência da sua titularidade, sob qualquer pretexto, a terceiros.
§ 6° Os produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei, contratados até 1° de janeiro de 1999, deverão permanecer em operação, por tempo indeterminado, apenas para os consumidores que não optarem pela adaptação às novas regras, sendo considerados extintos para fim de comercialização.
§ 7° Às pessoas jurídicas contratantes de planos coletivos, não optantes pela adaptação prevista neste artigo, fica assegurada a manutenção dos contratos originais, nas coberturas assistenciais neles pactuadas.
§ 8° A ANS definirá em norma própria os procedimentos formais que deverão ser adotados pelas empresas para a adaptação dos contratos de que trata este artigo.
Art. 35-A. Fica criado o Conselho de Saúde Suplementar – CONSU, órgão colegiado integrante da estrutura regimental do Ministério da Saúde, com competência para:
I – estabelecer e supervisionar a execução de políticas e diretrizes gerais do setor de saúde suplementar;
II – aprovar o contrato de gestão da ANS;
III – supervisionar e acompanhar as ações e o funcionamento da ANS;
IV – fixar diretrizes gerais para implementação no setor de saúde suplementar sobre:
a) aspectos econômico-financeiros;
b) normas de contabilidade, atuariais e estatísticas;
c) parâmetros quanto ao capital e ao patrimônio líquido mínimos, bem assim quanto às formas de sua subscrição e realização quando se tratar de sociedade anônima;
d) critérios de constituição de garantias de manutenção do equilíbrio econômico-financeiro, consistentes em bens, móveis ou imóveis, ou fundos especiais ou seguros garantidores;
e) criação de fundo, contratação de seguro garantidor ou outros instrumentos que julgar adequados, com o objetivo de proteger o consumidor de planos privados de assistência à saúde em caso de insolvência de empresas operadoras;
V – deliberar sobre a criação de câmaras técnicas, de caráter consultivo, de forma a subsidiar suas decisões.
Parágrafo único. A ANS fixará as normas sobre as matérias previstas no inciso IV deste artigo, devendo adequá-las, se necessário, quando houver diretrizes gerais estabelecidas pelo CONSU.
Art. 35-B. O CONSU será integrado pelos seguintes Ministros de Estado (Redação dada pelo Decreto no 4.044, de 6.12.2001):
I – da Justiça, que o presidirá;
II – da Saúde;
III – da Fazenda;
IV – do Planejamento, Orçamento e Gestão.
§ 1° O Conselho deliberará mediante resoluções, por maioria de votos, cabendo ao Presidente a prerrogativa de deliberar nos casos de urgência e relevante interesse, ad referendum dos demais membros.
§ 2° Quando deliberar ad referendum do Conselho, o Presidente submeterá a decisão ao Colegiado na primeira reunião que se seguir àquela deliberação.
§ 3° O Presidente do Conselho poderá convidar Ministros de Estado, bem assim outros representantes de órgãos públicos, para participar das reuniões, não lhes sendo permitido o direito de voto.
§ 4° O Conselho reunir-se-á sempre que for convocado por seu Presidente.
§ 5° O regimento interno do CONSU será aprovado por decreto do Presidente da República.
§ 6° As atividades de apoio administrativo ao CONSU serão prestadas pela ANS.
§ 7° O Presidente da ANS participará, na qualidade de Secretário, das reuniões do CONSU.
Art. 35-C. É obrigatória a cobertura do atendimento nos casos:
I – de emergência, como tal definidos os que implicarem risco imediato de vida ou de lesões irreparáveis para o paciente, caracterizado em declaração do médico assistente;
II – de urgência, assim entendidos os resultantes de acidentes pessoais ou de complicações no processo gestacional.
Parágrafo único. A ANS fará publicar normas regulamentares para o disposto neste artigo, observados os termos de adaptação previstos no art. 35.
Art. 35-D. As multas a serem aplicadas pela ANS em decorrência da competência fiscalizadora e normativa estabelecida nesta Lei e em seus regulamentos serão recolhidas à conta daquela Agência, até o limite de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) por infração, ressalvado o disposto no § 6° do art. 19 desta Lei.
Art. 35-E. A partir de 5 de junho de 1998, fica estabelecido para os contratos celebrados anteriormente à data de vigência desta Lei que:
I – qualquer variação na contraprestação pecuniária para consumidores com mais de sessenta anos de idade estará sujeita à autorização prévia da ANS;
II – a alegação de doença ou lesão preexistente estará sujeita à prévia regulamentação da matéria pela ANS;
III – é vedada a suspensão ou a rescisão unilateral do contrato individual ou familiar de produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei por parte da operadora, salvo o disposto no inciso II do parágrafo único do art. 13 desta Lei;
IV – é vedada a interrupção de internação hospitalar em leito clínico, cirúrgico ou em centro de terapia intensiva ou similar, salvo a critério do médico assistente.
§ 1° Os contratos anteriores à vigência desta Lei, que estabeleçam reajuste por mudança de faixa etária com idade inicial em sessenta anos ou mais, deverão ser adaptados, até 31 de outubro de 1999, para repactuação da cláusula de reajuste, observadas as seguintes disposições:
I – a repactuação será garantida aos consumidores de que trata o parágrafo único do art. 15, para as mudanças de faixa etária ocorridas após a vigência desta Lei, e limitar-se-á à diluição da aplicação do reajuste anteriormente previsto, em reajustes parciais anuais, com adoção de percentual fixo que, aplicado a cada ano, permita atingir o reajuste integral no início do último ano da faixa etária considerada;
II – para aplicação da fórmula de diluição, consideram-se de 10 (dez) anos as faixas etárias que tenham sido estipuladas sem limite superior;
III – a nova cláusula, contendo a fórmula de aplicação do reajuste, deverá ser encaminhada aos consumidores, juntamente com o boleto ou título de cobrança, com a demonstração do valor originalmente contratado, do valor repactuado e do percentual de reajuste anual fixo, esclarecendo, ainda, que o seu pagamento formalizará esta repactuação;
IV – a cláusula original de reajuste deverá ter sido previamente submetida à ANS;
V – na falta de aprovação prévia, a operadora, para que possa aplicar reajuste por faixa etária a consumidores com 60 (sessenta) anos ou mais de idade e 10 (dez) anos ou mais de contrato, deverá submeter à ANS as condições contratuais acompanhadas de nota técnica, para, uma vez aprovada a cláusula e o percentual de reajuste, adotar a diluição prevista neste parágrafo.
§ 2° Nos contratos individuais de produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei, independentemente da data de sua celebração, a aplicação de cláusula de reajuste das contraprestações pecuniárias dependerá de prévia aprovação da ANS.
§ 3° O disposto no art. 35 desta Lei aplica-se sem prejuízo do estabelecido neste artigo.
Art. 35-F. A assistência a que alude o art. 1° desta Lei compreende todas as ações necessárias à prevenção da doença e à recuperação, manutenção e reabilitação da saúde, observados os termos desta Lei e do contrato firmado entre as partes.
Art. 35-G. Aplicam-se subsidiariamente aos contratos entre usuários e operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei as disposições da Lei no 8.078, de 1990.
Art. 35-H. Os expedientes que até esta data foram protocolizados na SUSEP pelas operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei e que forem encaminhados à ANS em conseqüência desta Lei deverão estar acompanhados de parecer conclusivo daquela Autarquia.
Art. 35-I. Responderão subsidiariamente pelos direitos contratuais e legais dos consumidores, prestadores de serviço e fornecedores, além dos débitos fiscais e trabalhistas, os bens pessoais dos diretores, administradores, gerentes e membros de conselhos da operadora de plano privado de assistência à saúde, independentemente da sua natureza jurídica.
Art. 35-J. O diretor técnico ou fiscal ou o liquidante são obrigados a manter sigilo relativo às informações da operadora às quais tiverem acesso em razão do exercício do encargo, sob pena de incorrer em improbidade administrativa, sem prejuízo das responsabilidades civis e penais.
Art. 35-L. Os bens garantidores das provisões técnicas, fundos e provisões deverão ser registrados na ANS e não poderão ser alienados, prometidos a alienar ou, de qualquer forma, gravados sem prévia e expressa autorização, sendo nulas, de pleno direito, as alienações realizadas ou os gravames constituídos com violação deste artigo.
Parágrafo único. Quando a garantia recair em bem imóvel, será obrigatoriamente inscrita no competente Cartório do Registro Geral de Imóveis, mediante requerimento firmado pela operadora de plano de assistência à saúde e pela ANS.
Art. 35-M. As operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1° do art. 1° desta Lei poderão celebrar contratos de resseguro junto às empresas devidamente autorizadas a operar em tal atividade, conforme estabelecido na Lei no 9.932, de 20 de dezembro de 1999, e regulamentações posteriores.
Art. 36. Esta Lei entra em vigor noventa dias após a data de sua publicação.
Brasília, 3 de junho de 1998; 177° da Independência e 110° da República.
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Renan Calheiros
Pedro Malan
Waldeck Ornélas
José Serra
Algumas pessoas gostam de plantas dentro de casa e, como querem que o consultório pareça uma extensão do lar, apreciam inseri-las na decoração. Se você é desse time, saiba que o perímetro para cultivá-las e exibi-las se estende até onde se inicia o recinto do consultório propriamente, já que a Vigilância Sanitária permite plantas e animais (em aquário, por exemplo) apenas em salas de espera, escritórios e toaletes. Quem gosta sabe que elas são versáteis, geram vários efeitos decorativos, influenciam positivamente no humor e, segundo a sabedoria popular, algumas espécies como a comigo-ninguém-pode, pimenteiras e espadas-de-são-jorge afastam a energia negativa do ambiente. As plantas podem servir como um ponto de atração de um ambiente a fim de desviar a atenção de um ponto negativo do espaço. Por exemplo, utilizando um vaso de planta, você pode disfarçar pequenos defeitos, ou esconder a umidade localizada em um pequeno pedaço da parede enquanto não conserta o problema. Elas também podem dividir um ambiente e formar uma espécie de cortina verde. Assim como na moda e na decoração, o paisagismo também tem moda e tendência. As samambaias, os antúrios e as avencas já tiveram os seus dias de glória. Posteriormente, foram as espadas-de-são-jorge e cactos gigantes. Atualmente, estão em alta costela de Adão, zamioculca, suculentas, jiboia, plantas peperômias e espada de São Jorge. As plantas que oferecem visual escultural também são a bola da vez. No momento da compra, vale lembrar que o exemplar escolhido deve ser compatível com o tamanho do espaço disponível e a luminosidade do ambiente. Plantas muito grandes em espaços pequenos e plantas pequenas em espaços grandes quebram a harmonia do ambiente. Vasos ou cachepôs devem estar em harmonia com o estilo do ambiente e das plantas:
- de vidros ou espelhados combinam com ambientes contemporâneos;
- de cerâmicas ficam bonitos em ambientes clássicos;
- rústicos, de cimento, pedra-sabão ou vime caem bem em ambientes rústicos ou despojados.
O acabamento do vaso (seixos de rio, seixos brancos ou lascas de casca de árvores), além de dar um toque bonito, ajuda a manter a umidade do vaso e evita que, ao molhar a planta, caiam respingos de terra no chão. Quanto aos ambientes, nas salas dê preferência a folhagens e plantas esculturais. Sugestões, todas de fácil cultivo: tinhorão, com porte de até 30 cm, de clima quente e úmido, apropriado para meia-sombra; lírio da paz, porte de até 30 cm, flores brancas na primavera e verão, de clima quente e úmido, gosta de meia-sombra; pacová, com porte de até 1 m, aprecia meia-sombra; patade-elefante e bambu Mossô. Já na mesinha de centro ou lateral, um vasinho de flor é bem-vindo, com violetas, cactos, orquídeas ou açucena. O banheiro ou toalete, por ser ambiente quente e úmido, é lugar ideal para as plantas tropicais, como bromélias e papiro. Se você não tem tempo para cuidar de plantas, uma boa opção é adotar vasinhos de cactos que exigem poucos cuidados.
Utilizada para cópias de moldes em diversos trabalhos, como prótese provisória. moldeiras para fluoretação, para fixação de brackets, embalagem de modelos de estudo ou arquivo, moldeiras para bruxismo, clareamento caseiro, moldeiras individuais, protetor bucal esportivo. Abaixo, as mais facilmente encontráveis no mercado.
• Plastificadora a vácuo com motor VH (VH Equipamentos): semi-automática, utilizada para cópias de moldes. Para acionamento da resistência, basta elevar o suporte porta-placas para cima, acionando assim o aquecimento da resistência. Para moldagem, basta abaixar o suporte porta, placas até a base acionando de imediato o vácuo. O operador não corre o risco de queimar as mãos durante o uso, pois não necessita mover o suporte da resistência que é fixo, pois possui luz indicadora liga/desliga da resistência. Podem-se utilizar placas quadradas ou redondas. Possui duas bases para modelo, uma plana e outra rebaixada para cópias apenas dos dentes ou das gengivas. Fabricada com resistência blindada, gerando aquecimento rápido e uniforme das placas a serem utilizadas. Dispensa o ar comprimido. Garantia de 18 meses. Matriz para registro de mordida para montagem de articulador. Auxilia na confecção de casquetes para metalocerâmica. Potência: 700 watts. Bivolt. Preço médio: R$ 700,00.
• Plastificadora a vácuo pneumática VH (VH): utilizada para cópias de moldes em diversos trabalhos. Semi-automática, possui luz indicadora liga/desliga da resistência. Podem-se utilizar placas quadradas ou redondas. Possui duas bases para modelo: uma plana e outra rebaixada para cópias apenas dos dentes ou das gengivas. Possui baixíssimo consumo de ar. Fabricada com resistência blindada, gerando aquecimento rápido e uniforme das placas a serem utilizadas. Garantia de 18 meses. Em 110 v ou 220 v. Potência: 450 watts. Preço médio: R$ 430,00.
• Plastivac P6 (BioArt): equipamento multifuncional com muitas aplicações no consultório, para plastificar diversos tipos de material em formatos. Tem fácil manuseio. Possui sistema de ar comprimido que se transforma em vácuo. Preço médio: R$ 650,00.
• Plastivac P7 (BioArt): mesmas características do anterior, composta por unidade de aquecimento, moldura da placa, câmara de vácuo e invólucro do motor e chave geral. Preço médio: R$980,00.
• Plastificadora a vácuo elétrica VH (VH): mesmas características da anterior, mas com potência de 700 watts. Preço médio: R$ 640,00.
Links: www.bioart.com.br; www.vhequipamentos.com.br.
O processo mais sofisticado é o da Zircônia, que faz uso de um scanner intraoral para produzir uma mimetização da estrutura natural. Mas há outros com características de cor, tonalidade, translucidez e durabilidade que tornam os dentes protéticos verdadeiras obras de arte de artesanato. Veja a seguir os atributos dos principais.
- IPS e.max Ceram: PSistema E-max Ivoclar: esta versátil cerâmica de estratificação está soberba na equiparação da cor, quando do uso de diferentes materiais de estrutura, e é claramente facilitada pelo diagrama universal de estratificação e pela precisa coordenação das cores. A combinação única de translucidez, luminosidade e opalescência permite a dispersão natural da luz e uma balanceada relação entre cromatização e luminosidade. Além dos tradicionais materiais de dentina e incisal em cores A–D, Chromascop e Bleach, há um sofisticado grupo de materiais adicionais (Impulse, Essence, Stains, etc.) para estética individual, durante as caracterizações interna e externa. Trata-se de uma cerâmica vítrea de nano-fluorapatita, de baixa fusão, que permite estratificação e caracterização de restaurações que foram fabricadas usando tecnologia de injeção e/ou CAD/CAM. Sistema IPS e.max: com di-silicato de lítio (LS2) e com óxido de zircônio (ZrO2). Segundo o protético Osmar Kian, “é considerado atualmente o material estético mais versátil do mercado, possibilitando a confecção de próteses estéticas sem metal e com alta resistência, superior à do esmalte dental”. E a possibilidade de cimentação adesiva, devido à utilização do di-silicato de lítio, que é ácido-sensível e pode ser condicionado para essa técnica de cimentação extremamente eficaz, é outra vantagem do material. O di-silicato de lítio tem alta biocompatibilidade, melhor estética, excelente adaptação marginal, menor acúmulo de placa, e é totalmente confeccionado em laboratório, pelo sistema de injeção em fornos especiais ou pelo sistema CAD/CAM, que fresa pastilhas pré-sinterizadas na cor dos dentes naturais ou pastilhas especiais com grau de opacidade maior para mascarar núcleos metálicas ou dentes manchados. É possível realizar uma gama grande de próteses estéticas como: coroas, inlays/onlays, facetas, lentes de contato e elementos fixos pequenos, inclusive as Maryland Bridges, e coroas e fixas sobre pilares de implante.
- Zircônia: é o resultado de um avançado sistema que permite a confecção de próteses baseado em um scanner tridimensional de última geração. Através da zircônia, podem-se realizar próteses fixas extensas sem metal, com excelente adaptação e estética, alta resistência a flexão, biocompatibilidade, produção das infraestruturas (copings, coroas, pônticos e estruturas sobre implante) totalmente informatizadas. A realização dessas estruturas baseia-se na tecnologia CAD/CAM que permite a reprodução de qualquer objeto tridimensional quantas vezes foram necessárias, sem alteração. Outra vantagem do sistema é a automação do processo de fabricação das estruturas, que eliminam a possibilidade de falha humana. Mais recentemente foi desenvolvida uma zircônia translúcida, que possibilita a confecção de coroas estéticas monolíticas, podendo ser maquiadas na cor que se desejar. A sua dureza foi reduzida para ser próxima do esmalte dentário. Também com ela é possível a confecção de próteses fixas extensas com excelente adaptação e reprodutibilidade fiel, através de arquivos digitais.
- Procera AllCeram: o sistema Procera, introduzido no mercado pela Nobel Biocare, baseia-se na tecnologia computer-assisted design and computer-assisted machining (CAD/CAM) para a fabricação de coroas totais. Consiste num computador que, instalado no laboratório de prótese, elabora o projeto e o transmite via modem para um dos centros de produção Procera, na Suécia ou nos Estados Unidos, onde uma infraestrutura protética em alumina, titfinio ou zircônia é fabricada, recebendo posteriormente a aplicação de cerâmica com coeficiente de expansão térmica compatível, constituindo assim a restauração protética. A coroa total cerâmica Procera é composta por um coping de óxido de alumínio de alta pureza, densamente sinterizado, recoberto por cerâmica especial de baixa fusão (AllCeram). As propriedades do sistema, como resistência, precisão de adaptação, estabilidade de cor, estética, biocompatibilidade e longevidade são largamente comprovadas em estudos.
- Vita In-Ceram: sistema metal-free com mais de uma década de resultados comprovados. Entre suas vantagens: estética superior à metalocerâmica, reduzida sensibilidade térmica em relação às restaurações metálicas, resistência à flexão superior à da dentina e do esmalte, total biocompatibilidade, superfície desfavorável ao acúmulo de placa bacteriana e confecção de todas as fases em laboratório, com menos riscos e maior controle de qualidade. Indicações: coroas anteriores e posteriores, próteses fixas anteriores de três elementos (em alumina) e fixas de até três elementos posteriores (em zircônio). Ideal para casos que demandam maior estética. Contraindicações: pacientes com bruxismo e casos em que não haja espaço suficiente para o desgaste oclusal (1,5 mm por oclusal e 1,2 mm no seu contorno circular). Quando realizada em inceram alumina, a infra-estrutura de alumina garante excelentes resultados estéticos para fixas anteriores de um a três elementos, até pré-molares ou próteses unitárias anteriores e posteriores. No caso de realização com zircônia, é mais resistente que o in-ceram alumina: o zircônio é ideal para confecção de próteses fixas para dentes posteriores e também possui ótima adaptação. Todavia, devido à sua maior opacidade, o in-ceram zircônio é contra-indicado para restaurações anteriores. Próteses com este sistema reduzem sensivelmente a condução de estímulos térmicos ao remanescente dental. A ausência de metal e sua superfície lisa ajudam a evitar problemas de retração gengival.
- IPS Empress 2: oferece grandes possibilidades para a confecção de restaurações de cerâmica pura. Vantagens: sem metal, melhor estética, biocompatibilidade total, excelente adaptação marginal, menor acúmulo de placa, totalmente confeccionado no laboratório, resistência à flexão superior ao do esmalte e à da dentina. Quanto à sua estrutura, o recente desenvolvimento de cerâmica vítrea, fabricada a partir de di-silicato de lítio, permite teor cristalino superior a 60% em volume. A exclusiva cerâmica de flúor-apatita do Empress 2 possui propriedades ópticas como translucidez, brilho e a dispersão de luz semelhantes às dos dentes naturais.
- Vision Esthetic: sua boa qualidade, aliada ao preço competitivo proporcionado por uma fabricação ainda sem muita publicidade, vem fazendo com que essa cerâmica tenha enorme aceitação entre os laboratórios protéticos. Entretanto, no quesito dureza – que também pode ser entendido como durabilidade – perde para, na sequência, a Procera, In-Ceram e Empress.
Como há vários tipos de portas, a primeira decisão nessa hora de acabamento é entre portas de madeira, de ferro ou de alumínio. A de alumínio é muito leve, um pouco flexível e por isso mesmo não transmite segurança, pois é fácil de arrombar. As de ferro são mais utilizadas para ambientes rústicos. Se seu caso é clínica ou consultório em prédio, ou sobrado, a escolha deve recair em madeira. Dessa forma, antes de pintar a sala, já se pode colocar o acabamento dos batentes; parte dele já deve ter sido colocado ao erguer as paredes. Pode-se optar por porta convencional, que pode ser de madeira maciça – existem modelos bonitos como as portas-painéis com aplicações, as lisas e as decoradas com vidros – ou de compensado. Internamente, as de compensado resolvem bem e são muitíssimo mais em conta; externamente, é sempre bom optar por uma maciça. Para soluções de interiores, existem ainda de portas sanfonadas, que economizam espaço, e as de correr. Para essa alternativa, antes de colocar os batentes, é bom ter o trilho (alumínio) e o carrinho (com quatro roldanas) que dão movimento à porta de correr, para ficar do tamanho exato. Caso contrário, o trilho acaba aparecendo e fica um espaço visível entre a porta e o trilho. Para esta porta, é necessário comprar fechadura adequada e um puxador. Existem diversos modelos e preços. Para a portaconvencional, existem fechaduras externas (chave fina) e internas (chave grossa). A chave fina pode ser colocada no seu chaveiro. O preço das maciças varia de R$ 210,00 a R$ 2.000,00; as de compensado de R$ 55,00 a R$ 120,00.
O excesso de zelo só se justifica em casos extremos de doenças graves na gengiva, ou a quem tem algum problema motor de administrar a própria higiene bucal. Muitos pacientes se sentem incomodados com essa rotina. Certa vez, uma mãe com três filhos, ainda adolescentes e que ela transportava de carro, comentando o esquema de sua dentista, disse que se obedecesse a todas as chamadas da profissional para retorno passaria literalmente o ano inteiro, semanalmente, acompanhando os garotos no dentista, sem intervalos. Muitos programas de saúde também não costumam aprovar retornos menores que seis meses para procedimentos como raspagens e curetagens, já que na origem dessas voltas tão pouco espaçadas está, normalmente, a incapacidade de o paciente realizar auto-higienizações eficazes. Nesses casos, mesmo que justificados, o ônus ficaria por conta do próprio paciente.
Isso para os riscos de todos os tipos de procedimento, a durabilidade dos materiais, a fragilidade das placas, as características das próteses, os cuidados obrigatórios com os tratamentos periodontais, os procedimentos de harmonização facial, tudo relacionado a implantes, ou que possa ser passível de questionamentos futuros. Pouca gente faz isso, mas os melhores especialistas em Odontologia Legal recomendam.
Tema estratégico de saúde pública, a prevenção às doenças orais tem merecido ações de esferas desde as mais amplas, como a governamental, que começam com a uso da fluoretação na água, até a atuação de profissionais da área, com a transmissão de noções de higiene pessoal e ambiental. A doença oral também é grande responsável pelo absenteísmo no trabalho, e nesse sentido seu controle, assim como a disseminação de conceitos de dieta saudável e dos fatores de risco ao seu aparecimento e desenvolvimento são fundamentais para uma política social relevante. Na Odontologia, como um de seus principais motes, a prevenção à doença oral é dever ético de todo profissional num país em que a cárie incide em 80% da população e a doença periodontal em 90%. Nesse papel, o cirurgião-dentista deve lançar mão de métodos eficazes para controle das doenças, tendo em vista que a maioria da população desconhece que as doenças bucais podem ser evitadas. Mesmo considerando que a prevenção da doença e a promoção da saúde são fatores de satisfação profissional, muito poucos utilizam os recursos de forma integrada. O procedimento mais recorrente, de acordo com várias pesquisas, é a aplicação de flúor, seguida pelo controle de placa bacteriana. Único elemento químico capaz de reduzir consideravelmente o aparecimento da cárie, o flúor pode ser utilizado sob diferentes modalidades, com a finalidade de aumentar a resistência do esmalte. A mais socialmente abrangente é a realização de sua diluição na água do consumo pelas comunidades (V. Fluoretação da Água), mas pode ser utilizada na forma de bochechos, aplicações sobre a superfície dos dentes e nos cremes dentais. Por sua vez, a doença periodontal é um processo inflamatório, comprometendo elementos de suporte do dente como gengiva, ligamento periodontal, cemento e osso alveolar, ocasionada pelo acúmulo de placa bacteriana supra ou sub-gengival. A diminuição dessas doenças está intimamente relacionada à prevenção e educação, com a conscientização e motivação do paciente. A participação dos Cirurgiões-Dentistas é essencial no processo de prevenção da doença, pois através de um diagnóstico precoce e de um tratamento imediato é possível interferir na prevalência e na incidência das doenças orais e, com o uso adequado de métodos de prevenção no consultório, antecipar sua ocorrência na cavidade oral e promover a saúde. A fortificação dos dentes já não começa com o uso pela mãe gestante do comprimido com flúor, pois o efeito do flúor no controle da cárie dentária não está relacionado à sua quantidade incorporada ao dente durante sua formação. Veja outros métodos utilizados na prevenção. Os Métodos Preventivos Mais Utilizados • Orientação sobre o uso do fio dental. • Orientação sobre a técnica de escovação. • Aplicação de géis fluoretados. • Escovação supervisionada. • Utilização de soluções químicas. • Aconselhamento alimentar. • Uso de reveladores de placa bacteriana. • Tratamento de mancha branca. • Uso de selante. • Verniz com flúor. Os Métodos Educativos Mais Utilizados • Explanações verbais. • Demonstrações em macro modelos. • Folders (catálogos). • Álbuns explicativos. • Cartazes. • Áudio visual. Medidas Profiláticas Mais Utilizadas • Uso de taça de borracha e pedra pomes. • Jatos de bicarbonato. • Raspagem e polimento coronário-radicular. Intervalo de Tempo de Retorno do Paciente para Manutenção da Saúde Oral • De 6 em 6 meses. • De acordo com o risco de cárie.
Talvez exceção à regra sejam pais a respeito de filhos até que virem jovens, o que é bem compreensível e natural. O resto faz parte do segredo profissional e todos têm direito de ter a ilusão de que apenas eles sabem do resultado de pequenos descuidos no decorrer da vida, por vaidade que seja. O profissional deve ter sensibilidade para saber quando deve invocar sua autoridade para solicitar que o acompanhante espere na sala adequada.
CID-10 – CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE
CAPÍTULO XI DOENÇAS DO APARELHO DIGESTÓRIO (K00-K93)
K00-K14 Doenças da cavidade oral, das glândulas salivares e dos maxilares
K00 Distúrbios do desenvolvimento e da erupção dos dentes
K00.0 Anodontia
K00.00 Anodontia parcial (hipodontia) (oligodontia)
K00.01 Anodontia total
K00.09 Anodontia inespecífica
K00.1 Dentes supranumerários
K00.10 Regiões dos incisivos e dos caninos
K00.11 Regiões dos pré-molares
K00.12 Regiões dos molares
K00.19 Dentes supranumerários, não especificados
K00.2 Anomalias do tamanho e da forma dos dentes
K00.20 Macrodontia
K00.21 Microdontia
K00.22 Concrescência
K00.23 Fusão e germinação
K00.24 Dente evaginado (tubérculo oclusal)
K00.25 Dente invaginado (dens in dente) e anomalias dos incisivos
K00.26 Pré-molarização
K00.27 Tubérculos anormais e pérolas de esmalte
K00.28 Taurodontismo
K00.29 Anormalidades inespecíficas e outras do tamanho e da forma dos dentes
K00.3 Dentes manchados
K00.30 Manchas do esmalte endêmicas
K00.31 Manchas do esmalte não endêmicas
K00.39 Dentes manchados, não especificado
K00.4 Distúrbios na formação dos dentes
K00.40 Hipoplasia do esmalte
K00.41 Hipoplasia pré-natal do esmalte
K00.42 Hipoplasia neonatal do esmalte
K00.43 Aplasia e hipoplasia do cemento
K00.44 Dilaceração
K00.45 Odontodisplasia
K00.46 Dente de Turner
K00.48 Outros distúrbios da formação dentária especificados
K00.49 Distúrbio na formação dentária, não especificado
K00.5 Anomalias hereditárias da estrutura dentária não classificadas em outra parte
K00.50 Amelogênese imperfeita
K00.51 Dentinogênese imperfeita
K00.52 Odontogênese imperfeita
K00.59 Anomalias hereditárias da estrutura dentária, inespecíficas
K00.6 Distúrbios da erupção dentária
K00.60 Dentes natais
K00.61 Dentes neonatais
K00.62 Erupção prematura dos dentes
K00.63 Dentes temporários retidos
K00.64 Erupção tardia
K00.65 Queda prematura de dentes temporários
K00.68 Outros distúrbios da erupção dentária especificados
K00.69 Distúrbio da erupção dentária, não especificado
K00.7 Síndrome da erupção dentária
K00.8 Outros distúrbios do desenvolvimento dos dentes
K00.80 Alterações de cor durante a formação dos dentes, pela incompatibilidade do tipo sangüíneo
K00.81 Alterações de cor durante a formação dos dentes, devidas à má-formação do sistema biliar
K00.82 Alterações de cor durante a formação dos dentes, devidas à porfiria
K00.83 Alterações de cor durante a formação dos dentes, devidas à tetraciclina
K00.88 Outros distúrbios especificados de desenvolvimento dos dentes
K00.9 Distúrbio não especificado do desenvolvimento dentário
K01 Dentes inclusos e impactados
K01.0 Dentes inclusos (dente que não irrompeu sem que tenha havido obstrução por outro)
K01.1 Dentes impactados
K01.10 Incisivo superior
K01.11 Incisivo inferior
K01.12 Canino superior
K01.13 Canino inferior
K01.14 Pré-molar superior
K01.15 Pré-molar inferior
K01.16 Molar superior
K01.17 Molar inferior
K01.18 Dentes supranumerários
K01.19 Dente impactado não especificado
K02 Cárie dentária
K02.0 Cáries limitadas ao esmalte
K02.1 Cáries da dentina
K02.2 Cárie do cemento
K02.3 Cáries dentárias estáveis
K02.4 Odontoclasia
K02.8 Outras cáries dentárias
K02.9 Cárie dentária, sem outra especificação
K03 Outras doenças dos tecidos dentários duros
K03.0 Atrito dentário excessivo
K03.1 Abrasão dentária
K03.2 Erosão dentária
K03.3 Reabsorção patológica dos dentes
K03.4 Hipercementose
K03.5 Ancilose dentária
K03.6 Depósitos nos dentes
K03.7 Alterações pós-eruptivas da cor dos tecidos duros dos dentes
K03.8 Outras doenças especificadas dos tecidos duros dos dentes
K03.9 Doença dos tecidos duros dos dentes, não especificada
K04 Doenças da polpa e dos tecidos periapicais
K04.0 Pulpite
K04.1 Necrose da polpa
K04.2 Degeneração da polpa
K04.3 Formação anormal de tecidos duros na polpa
K04.4 Periodontite apical aguda de origem pulpar
K04.5 Periodontite apical crônica
K04.6 Abscesso periapical com fístula
K04.7 Abscesso periapical sem fístula
K04.8 Cisto radicular
K04.9 Outras doenças da polpa e dos tecidos periapicais e as não especificadas
K05 Gengivite e doenças periodontais
K05.0 Gengivite aguda
K05.1 Gengivite crônica
K05.2 Periodontite aguda
K05.3 Periodontite crônica
K05.4 Periodontose
K05.5 Outras doenças periodontais
K05.6 Doença periodontal, sem outra especificação
K06 Outros transtornos da gengiva e do rebordo alveolar sem dentes
K06.0 Retração gengival
K06.1 Hiperplasia gengival
K06.2 Lesões da gengiva e do rebordo alveolar sem dentes, associadas a traumatismos
K06.8 Outros transtornos especificados da gengiva e do rebordo alveolar sem dentes
K06.9 Transtorno da gengiva e do rebordo alveolar sem dentes, sem outra especificação
K07 Anomalias dentofaciais (inclusive a má-oclusão)
K07.0 Anomalias importantes (major) do tamanho da mandíbula
K07.1 Anomalias da relação entre a mandíbula com a base do crânio
K07.2 Anomalias da relação entre as arcadas dentárias
K07.3 Anomalias da posição dos dentes
K07.4 Má-oclusão, não especificada
K07.5 Anormalidades dentofaciais funcionais
K07.6 Transtornos da articulação temporomandibular
K07.8 Outras anomalias dentofaciais
K07.9 Anomalia dentofacial, sem outra especificação
K08 Outros transtornos dos dentes e de suas estruturas de sustentação
K08.0 Esfoliação dos dentes devida a causas sistêmicas
K08.1 Perda de dentes devida a acidente, à extração ou a doenças periodontais localizadas
K08.2 Atrofia do rebordo alveolar sem dentes
K08.3 Raiz dentária retida
K08.8 Outros transtornos especificados dos dentes e das estruturas de sustentação
K08.9 Transtorno dos dentes e de suas estruturas de sustentação, sem outra especificação
K09 Cistos da região bucal não classificados em outra parte
K09.0 Cistos odontogênicos de desenvolvimento
K09.1 Cistos de desenvolvimento (não odontogênicos) da região bucal
K09.2 Outros cistos das mandíbulas
K09.8 Outros cistos da região oral não classificados em outra parte
K09.9 Cistos da região oral, sem outras especificações
K10 Outras doenças dos maxilares
K10.0 Transtornos do desenvolvimento dos maxilares
K10.1 Granuloma central de células gigantes
K10.2 Afecções inflamatórias dos maxilares
K10.3 Alveolite maxilar
K10.8 Outras doenças especificadas dos maxilares
K10.9 Doença dos maxilares, sem outra especificação
K11 Doenças das glândulas salivares
K11.0 Atrofia de glândula salivar
K11.1 Hipertrofia de glândula salivar
K11.2 Sialadenite
K11.3 Abscesso de glândula salivar
K11.4 Fístula de glândula salivar
K11.5 Sialolitíase
K11.6 Mucocele de glândula salivar
K11.7 Alterações da secreção salivar
K11.8 Outras doenças das glândulas salivares
K11.9 Doença de glândula salivar, sem outra especificação
K12 Estomatite e lesões correlatas
K12.0 Aftas bucais recidivantes
K12.1 Outras formas de estomatite
K12.2 Celulite e abscesso da boca
K13 Outras doenças do lábio e da mucosa oral
K13.0 Doenças dos lábios
K13.1 Mordedura da mucosa das bochechas e dos lábios
K13.2 Leucoplasia e outras afecções do epitélio oral, inclusive da língua
K13.3 Leucoplasia pilosa
K13.4 Lesões granulomatosas e granulomatóides da mucosa oral
K13.5 Fibrose oral submucosa
K13.6 Hiperplasia irritativa da mucosa oral
K13.7 Outras lesões e as não especificadas da mucosa oral
K14 Doenças da língua
K14.0 Glossite
K14.1 Língua geográfica
K14.2 Glossite rombóide mediana
K14.3 Hipertrofia das papilas linguais
K14.4 Atrofia das papilas linguais
K14.5 Língua escrotal
K14.6 Glossodínia
K14.8 Outras doenças da língua
K14.9 Doença da língua, sem outra especificação
Z40-Z54 PESSOAS EM CONTATO COM OS SERVIÇOS DE SAÚDE PARA PROCEDIMENTOS E CUIDADOS ESPECÍFICOS
Este agrupamento contém as seguintes categorias:
Z40 Cirurgia profilática
Z41 Procedimentos para outros propósitos exceto cuidados de saúde
Z42 Seguimento envolvendo cirurgia plástica
Z43 Atenção a orifícios artificiais
Z44 Colocação e ajustamento de aparelhos de prótese externa
Z45 Ajustamento e manuseio de dispositivo implantado
Z45.8 Ajustamento e manuseio de outros dispositivos implantados
Z45.9 Ajustamento e manuseio de dispositivo implantado não especificado
Z46 Colocação e ajustamento de outros aparelhos
Z46.4 Colocação e ajustamento de aparelho ortodôntico
Z46.7 Colocação e ajustamento de aparelho ortopédico
Z46.9 Colocação e ajustamento de aparelho não especificado
Z47 Outros cuidados de seguimento ortopédico
Z48 Outro seguimento cirúrgico
Z49 Cuidados envolvendo diálise
Z50 Cuidados envolvendo o uso de procedimentos de reabilitação
Z51 Outros cuidados médicos
Z52 Doadores de órgãos e tecidos
Z53 Pessoas em contato com serviços de saúde para procedimentos específicos não realizados
Z54 Convalescença
Z54.0 Convalescença após cirurgia
Z54.4 Convalescença após tratamento de fratura
Z54.7 Convalescença após tratamento combinado
Convalescença após qualquer combinação de tratamento classificada em Z54.0-.4
Z54.8 Convalescença após outro tratamento
Z54.9 Convalescença após tratamento não especificado
Q35 Fenda palatina
Q35.0 Fenda bilateral do palato duro
Q35.1 Fenda unilateral do palato duro
Q35.2 Fenda bilateral do palato mole
Q35.3 Fenda unilateral do palato mole
Q35.4 Fenda bilateral dos palatos duro e mole
Q35.5 Fenda unilateral dos palatos duro e mole
Q35.6 Fenda mediana do palato
Q35.7 Fenda da úvula
Q35.8 Fenda palatina não especificada bilateral
Q35.9 Fenda palatina não especificada unilateral
Q36 Fenda labial
Q36.0 Fenda labial bilateral
Q36.1 Fenda labial mediana
Q36.9 Fenda labial unilateral
Q37 Fenda labial com fenda palatina
Q37.0 Fenda bilateral do palato duro com fenda labial
Q37.1 Fenda unilateral dos palatos duro e mole com fenda labial
Q37.2 Fenda bilateral do palato mole com fenda labial
Q37.3 Fenda unilateral do palato mole com fenda labial
Q37.4 Fenda bilateral dos palatos duro e mole com fenda labial
Q37.8 Fenda bilateral do palato com fenda labial, não especificada
Q37.9 Fenda unilateral do palato com fenda labial, não especificada
Q38 Outras malformações congênitas da língua, da boca e da faringe
Q38.0 Malformações congênitas dos lábios, não classificadas em outra parte
Q38.1 Anquiloglossia
Q38.2 Macroglossia
Q38.3 Outras malformações congênitas da língua
Q38.4 Malformações congênitas das glândulas e dutos salivares
Q38.5 Malformações congênitas do palato, não classificadas em outra parte
Q38.6 Outras malformações conjuntas da boca
F45.8 Bruxismo
R06.5 Respiração pela boca
R19.6 Halitose
R22 Tumefação, massa ou tumoração localizados na pele ou no tecido subcutâneo
R43 Distúrbios do olfato e do paladar
R47 Distúrbios da fala
R68.2 Boca seca, não especificada
S00.5 Traumatismos dos lábios e da cavidade oral
S01.4 Ferimento da bochecha e da cavidade oral
S02 Fratura do crânio e dos ossos da face
S02.4 Fratura dos ossos malares e maxilares
S02.5 Fratura de dentes
S02.6 Fratura de mandíbula
S02.8 Outras fraturas do crânio e ossos da face
S03 Luxação, entorses ou distensão das articulações e dos ligamentos da cabeça
S03.0 Luxação do maxilar
S03.2 Luxação dentária
S03.4 Entorse e distensão do maxilar
S04 Traumatismo dos nervos cranianos
S04.3 Traumatismo do nervo trigêmeo
T18.0 Corpo estranho na boca
T20 Queimadura do lábio
T28.0 Queimadura da boca e da faringe
O processo mais sofisticado é o da Zircônia, que faz uso de um scanner intraoral para produzir uma mimetização da estrutura natural. Mas há outros com características de cor, tonalidade, translucidez e durabilidade que tornam os dentes protéticos verdadeiras obras de arte de artesanato, e que também se encontra no Procera.
- Procera AllCeram: o sistema Procera, introduzido no mercado pela Nobel Biocare, baseia-se na tecnologia computer-assisted design and computer-assisted machining (CAD/CAM) para a fabricação de coroas totais. Consiste num computador que, instalado no laboratório de prótese, elabora o projeto e o transmite via modem para um dos centros de produção Procera, na Suécia ou nos Estados Unidos, onde uma infraestrutura protética em alumina, titfinio ou zircônia é fabricada, recebendo posteriormente a aplicação de cerâmica com coeficiente de expansão térmica compatível, constituindo assim a restauração protética. A coroa total cerâmica Procera é composta por um coping de óxido de alumínio de alta pureza, densamente sinterizado, recoberto por cerâmica especial de baixa fusão (AllCeram). As propriedades do sistema, como resistência, precisão de adaptação, estabilidade de cor, estética, biocompatibilidade e longevidade são largamente comprovadas em estudos.
De acordo com a Vigilância Sanitária, o produto que deve ser usado na limpeza de todo equipamento e aparelhos do consultório, além de armários, ralos, pias e pisos, é, somente, água e sabão.
Para a Vigilância Sanitária, o álcool é o mais adequado para a cadeira, o refletor, as bancadas, a cuspideira e a mesa auxiliar. Hipoclorito é a substância indicada para o aparelho de sucção e também opcionalmente para a cadeira. Glutaraldeído é o produto para as pontas, que depois devem ser cobertas com invólucros apropriados. Essa cobertura também deve ser feita na alça do refletor, na ponta da mangueira do aparelho de sucção, na haste da mesa auxiliar, no aparelho fotopolimerizador e no ultra-som.
Um dos procedimentos mais imediatamente ligados à Odontologia, a remoção de tártaro e manchas, é dos procedimentos básicos de qualquer profissional, e a indústria vem a cada dia incorporando mais tecnologia aos aparelhos imaginados para esse fim, tornando-os práticos e eficientes. A seguir, os mais facilmente encontráveis no mercado.
• Bio Jato (Cristófoli): removedor de placa bacteriana e manchas extrínsecas. Seguro na profilaxia dos dentes, com acesso preciso às superfícies interproximais, fossas e fissuras. Com ponta autoclavável, duas válvulas anti-refluxo para evitar a entrada de bicarbonato no equipo e ponta, e sistema de limpeza da ponta que permite utilização de jato de água pressurizado para lavagem final. Possui filtro antiumidade. Acopla-se ao encaixe Borden. A ação do jato de profilaxia provém da liberação sob pressão de partículas de bicarbonato de sódio que, juntamente com a água, se misturam no bico da ponta formando um jato na forma de spray concentrado. Indicado para possibilitar ao usuário, por processo abrasivo em que o bicarbonato de sódio entra em contato com a superfície do dente, a remoção de manchas e a placa bacteriana. Preço médio: R$ 480,00.
• Cavitron Select (Dentsply): unidade de profilaxia ultra-sônica, disponível na versão básica e na versão completa, com reservatório para líquido irrigante tornando o aparelho independente de fontes de abastecimento de água. Autoclavável, abastecível com soluções de irrigação como a clorexidina. Controle do fluxo de irrigante na peça de mão. Totalmente portátil. As pontas estão disponíveis em três modelos, visando a atingir todas as regiões da cavidade bucal e superfícies dentais. A unidade pode ser utilizada com ou sem reservatório de água. Adquirindo-se o reservatório, desvincula-se do sistema de água do equipo. Possibilidade de controle de potência para cada paciente. Preço médio do modelo com reservatório: R$ 4.519,00.
• Jet Plus (Gnatus): caneta de jato de bicarbonato removível e autoclavável. Difusor concêntrico que efetua a mistura de ar, água e bicarbonato a uma pequena distância, eliminando entupimentos. Exclusivo registro para regulagem fina do fluxo de água do jato. Sistema de conexão rápida, padronizado, que permite o encaixe do terminal da mangueira do equipo (Borden). Acionamento pelo pedal do equipo. Utiliza embalagem de bicarbonato com 15 pacotes de 40 g, dose certa para uma sessão de profilaxia, evitando desperdício. Preço médio: R$ 500,00.
• Jet Sonic (Gnatus): aparelho com transdutor removível e autoclavável. Sistema piezoelétrico que não aquece a peça de mão. Estes aparelhos estão disponíveis na versão cart. Possuem filtro de água e sistema de conexão de mangueiras com engate rápido. Montados em pedestal de aço com estrutura tubular sobre rodízios e puxador frontal. Preço médio: R$ 2.610,00.
• Jet Sonic Four Plus (Gnatus): aparelho que reúne características de ultra-som convencional com multifunções, proporcionando eficiência clínica em diversas especialidades. Funções: remoção de tártaro, aplainamento e alisamento radicular, remoção de manchas e placa bacteriana, preparo e limpeza de condutos radiculares, condensação de guta percha, cirurgia paraendodôntica, condensação de amálgama, remoção de coroas, blocos metálicos e pinos intra-radiculares, cimentação de inlays/onlays. Contém três faixas de potências definidas. Disponível na versão cart. Montado em pedestal de aço com estrutura tubular sobre rodízios e puxador frontal. Preço médio: R$ 3.400,00.
• Jet Sonic Plus (Gnatus): aparelho de ultra-som e jato de bicarbonato. Funções: remoção de tártaro, manchas e placa bacteriana; condensação de amálgama, remoção de coroas, blocos metálicos e pinos intra-radiculares; cimentação de inlays/onlays. Transdutor removível e autoclavável. Sistema piezoelétrico que não aquece a peça de mão. Aparelho disponível na versão cart. Possui filtro de água e sistema de conexão de mangueiras com engate rápido. Montado em pedestal de aço com estrutura tubular sobre rodízios e puxador frontal. Preço médio: R$3.000,00.
• Laxys Easy (DMC): para remoção de tártaro por raspagem ultra-sônica. Conta, ainda, com função de auxílio à Endodontia, podendo ser utilizado durante o processo de instrumentação do canal. Peça de mão ultra-sônica por efeito piezoelétrico. Kit de limas endodônticas ultra-sônicas. Conjunto de insertos para remoção de tártaro. Preço médio: R$ 1.690,00.
-Laxys Jet (DMC): para remoção de manchas e placas bacterianas através de jateamento, utilizando bicarbonato de cálcio como elemento abrasivo. Acoplável ao conector da peça de mão de alta rotação. Sistema de proteção contra entupimentos. Comando através do pedal do equipamento. Preço médio: R$ 440,00.
• Laxys Pro (DMC): para remoção de tártaro por raspagem ultra-sônica, de manchas e placas bacterianas através de jateamento utilizando bicarbonato de cálcio como elemento abrasivo. Jato de bicarbonato e removedor de tártaro integrados. Peça de mão ultra-sônica por efeito piezoelétrico. Kit de insertos recobertos com nitreto de titânio. Sistema de proteção contra entupimentos. Sistema de pressurização independente. Com suporte para limas endodônticas. Preço médio: R$2.500,00.
• Laxys Pro II (DMC): equipamento com as características do anterior, com bomba peristáltica e sistema de irrigação independente. Preço médio: R$ 2.700,00.
• Profident AS (Dabi-Atlante): para a limpeza do biofilme não mineralizado. Válvula de retenção impede o refluxo do bicarbonato para o interior do aparelho. Válvula reguladora proporciona uma pressão de ar estabilizada e adequada para a remoção do biofilme. Totalmente analógica. Permite uso de solução irrigante, como líquidos anti-sépticos, durante a remoção do biofilme não-mineralizado. Preço médio: R$ 1.280,00.
• Profi II US (Dabi Atlante): mesmas características do anterior, mais os recursos do ultra-som. Sistema de capas autoclaváveis para o transdutor que proporciona aumento na vida útil da peça de mão. Preço médio: R$ 2.186,00.
• Profi II Ceramic (Dabi Atlante): mesmas características que o anterior, mais quatro níveis de rotação da bomba peristáltica: permite a vazão adequada do líquido para cada tratamento. Chave seletora de potência permite ao operador ajustar rapidamente a potência do aparelho (três posições). Preço médio: R$ 2.850,00.
• Profi III Bios (Dabi Atlante): todo digital, não é giratório, trabalha com bomba bomba peristáltica: permite a vazão adequada do líquido para cada tratamento. Chave seletora de potência permite ao operador ajustar rapidamente a potência do aparelho (três posições). Preço médio: R$ 3.050,00.
• Prophy Jet (Kondortech): equipamento de jato de bicarbonato compacto, portátil, funcional e leve: apenas 600 g. Regulagem do fluxo de água e de pó independentes. Sistema de proteção contra entupimentos. Preço médio: R$ 550,00.
• Scaler Jr (Kondortech): jato de bicarbonato e ultra-som, com sistema piezoelétrico. Ultra-som com freqüência de 29 KHz. Peça de mão removível e autoclavável, com pedal de acionamento. Bivolt. Preço médio: R$ 1.760,00.
• Scaler Jet (Kondortech): ultra-som com sistema piezoelétrico e jato bicarbonato. Possui filtro de ar com drenagem automática, controle de fluxo de pó e água independentes e sistema de limpeza dos condutores de pó. Peça de mão removível e autoclavável. Preço médio: R$ 2.200,00.
Links: www.cristofoli.com.br; www.dentsply.com.br; www.dabiatlante.com.br; www.gnatus.com.br; www.kondortech.com.br; DMC não tem site.
a. Carteiras de Identidade expedidas pelo CRO de origem; b. diploma original; c. comprovação do endereço onde irá exercer a atividade profissional; d. foto 3×4; e. assinar requerimento de pedido de Inscrição Secundária; f. fotocópias do CPF, da Carteira de Identidade, do Título de Eleitor, do Certificado de Reservista e do Diploma (autenticada). Quando você for portador de Inscrição Principal e Secundária, fica na obrigação de contribuir nos dois Estados, ou seja, pagamento de anuidade para ambos os CROs. Se você resolveu trabalhar definitivamente no Estado onde tem Inscrição Secundária, deverá dirigir-se à sede deste CRO e pedir transferência para aquele Estado, portando os mesmos documentos do ato de pedido de Inscrição Secundária. Quando a Inscrição Secundária transformar-se em Principal, o número do CRO continuará o mesmo da Inscrição Secundária.
A mais conhecida é a Linha de Crédito Especial, instituída em agosto de 2020, para profissionais liberais poderem obter empréstimos de até R$100 mil, com juros de 5% ao ano, e prazo de pagamento de até 36 meses, sendo oito de carência (com cobrança de juros). Essa modalidade de crédito foi criada em decorrência da pandemia de coronavírus (COVID-19) que afetou e ainda tem afetado economicamente milhões de trabalhadores, em especial os que não contam com salários fixos, como é o caso da maioria dos cirurgiões-dentistas. Além de beneficiar os profissionais liberais, a nova lei ajusta algumas condições do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (PRONAMPE) quanto ao cálculo do crédito.
Aos empréstimos, além dos juros, será acrescida taxa apurada pelo Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (SELIC). O empréstimo poderá ser pago com oito meses de carência.
O que diz a lei
– O empréstimo, de até R$ 100 mil, tem uma taxa de juros anual máxima é igual à Taxa Selic (atualmente em 2% ao ano), acrescida de 5% ao ano. A taxa total, portanto, é de até 7% ao ano.
– Prazo de 36 meses para pagamento com oito meses de carência. As empresas poderão começar a pagar o empréstimo oito meses depois da formalização da operação, com a cobrança de juros, de acordo com a Secretaria Geral da Presidência da República.
– Os que aderirem ao programa podem usar os recursos obtidos para investimentos, pagar salário dos funcionários ou para o capital de giro, com despesas como água, luz, aluguel, reposição de estoque, entre outras. É proibido o uso do dinheiro para distribuição de lucros e dividendos entre os sócios do negócio.
– A linha de crédito corresponderá a até 30% da receita bruta anual do profissional liberado, calculada com base no exercício de 2019. Caso a empresa que tenha menos de um ano de funcionamento, o limite do empréstimo corresponderá a até 50% do seu capital social ou a até 30% de 12 doze vezes a média da sua receita bruta mensal apurada no período, desde o início de suas atividades, o que for mais vantajoso.
O empréstimo pode ser solicitado no Santander, Caixa, Bradesco, Banco do Brasil e outros bancos.
Remuneração básica para cirurgiões-dentistas para os seguintes procedimentos: consulta, face de resina classe III, profilaxia, extração simples e endodontia de dente uni-radicular.
Autogestão Cons. Rr.cl.3 Prof. Extr. Endo1
Banco Central 50,31 68,15 48,30 69,09 229,69
Bradesco 29,16 48,50 32,40 46,66 287,60
Cabesp 45,00 57,38 86,96 61,69 168,79
Capesesp 29,58 30,55 54,84 37,32 90,91
Caixa Seguradora 28,00 51,24 10,30 61,60 177,20
Correios 23,00 38,00 31,50 48,50 133,00
Fundação Cesp 28,00 60,59 50,00 41,00 130,00
Itaú Unibanco 28,00 51,24 10,30 61,60 177,20
Justiça Federal 90,00 122,00 65,00 111,00 233,00
TRF 90,00 122,00 65,00 111,00 233,00
Unafisco 44,66 53,07 31,03 78,88 198,07
Associl 28,00 51,24 10,30 61,60 177,20
Brazil Dental 20,00 25,46 11,00 26,40 99,00
Caasp 82,00 165,00 82,00 247,00 247,00
Crown Odonto 27,00 44,00 16,75 46,00 161,30
Odonto Empresas (ex-Gama) 11,00 24,64 14,74 17,60 50,60
Golden Cross 18,00 27,00 18,00 25,20 77,40
Grupo Life 16,00 26,00 16,80 32,00 110,00
Interodonto 13,22 24,10 16,27 24,22 72,75
Mogidonto 11,75 28,67 19,74 28,20 95,41
Odontolife 10,20 18,30 10,50 21,90 77,40
Odontoprev 29,16 48,50 64,80 46,66 201,20
Porto Seguro 13,22 24,10 16,27 24,22 72,75
Sul America 16,00 27,00 22,00 23,00 66,15
Preços cotados em maio/2022; tabelas com várias faixas de unidades de serviço foram calculadas pelo menor valor. Em algumas instituições, os preços são acrescidos de 20% quando realizados por Pessoa Jurídica. Em outras, os preços são acrescidos de 50% quando realizados por especialistas.
s de Saúde)
Sem um software para gerenciamento, a administração de consultórios odontológicos fica muito mais complicada: cheia de pilhas de papéis e com baixa otimização do tempo.
Um ponto em comum entre os softwares odontológicos é a interface amigável. A maioria é fácil de usar, é intuitiva e a automação, para envio de e-mails e SMS, por exemplo, está somente a um clique.
Agora, a novidade entre esses gerenciadores é o funcionamento na nuvem, o que torna dispensável a instalação em um computador. O software usado na clínica pode ser acessado também de casa e em viagens, basta apenas que o dispositivo tenha acesso à internet.
Confira agora 22 softwares odontológicos para ajudar no dia a dia do consultório.
- BlueDental (www.bluedental.com.br)- Software permite agendamentos somente nos horários que o profissional atende, mantendo encaixes em uma visualização complementar. Permite também:
– envio de lembrete por SMS ou e-mail horas antes da consulta;
– odontogramas personalizados para cada paciente, incluindo procedimentos por dente, faces e arcadas;
– criação de orçamentos para cada odontograma realizado;
– gerenciamento de contas a pagar e a receber, planejamento do fluxo de caixa;
– cadastro dos produtos em estoque;
– envio de e-mails para vários clientes ao mesmo tempo, divulgação de promoções e novidades.
O dentista pode acessar as informações do BlueDental de qualquer dispositivo ligado à internet. Preço não informado.
- Clínica nas Nuvens (https://clinicanasnuvens.com.br)- Permite marcar consultas, controlar procedimentos, fazer encaixes de horário e acompanhar as agendas de vários dentistas da clínica. Veja o que mais o software traz:
– gerenciamento e registro do tempo que o paciente leva para ser atendido, desde a sua chegada até o momento da consulta com o profissional de saúde;
– sistema de chamadas de pacientes em monitores por ordem de chegada ou agendamento;
– prontuário eletrônico: anamnese, exame físico, conduta, diagnósticos, prescrições e atestados;
– envio de SMS e e-mail para confirmar horários de consultas e procedimentos, além de felicitar em datas especiais, como o aniversário;
– controle de contas a pagar e a receber, acesso a faturas pendentes, extratos, fluxo de caixa e relatórios;
– possibilita o envio, em minutos, de orçamentos aos pacientes e o controle de orçamentos aprovados e rejeitados;
– emissão e arquivamento de recibos, gerenciamento das comissões dos dentistas;
– emissão de notas fiscais;
– controle de estoque;
– gerenciamento de várias clínicas em um único software.
– compatível com smartphones e tablets. Preço: R$ 89,90 por usuário/mês.
- Clinicorp (www.clinicorp.com)- Otimiza a rotina da sua secretária para que ela atenda seus pacientes com mais eficiência. Automatiza toda a rotina da recepção da clínica odontológica, com ferramentas exclusivas de: agenda Inteligente, com alerta automático de confirmação de consultas; retornos (SMS, E-mail ou WhatsApp) e self check-in para pacientes. Permite acesso a todos os dados da clínica a partir de dispositivos móveis, pelo App mobile. Os pacientes também têm esse benefício, através do Clini.me, o App para pacientes. Ferramenta de diagnóstico digital, em que se fotografa, planeja e documenta todos os tratamentos odontológicos, proporcionando um planejamento muito mais preciso e eficiente. Outras interfaces:
– Ficha de Implante
– Ficha de Ortodontia
– Ficha de Endodontia
– Fluxo Digital de HOF
– Fluxo Digital de Alinhadores
Maior controle sobre os orçamentos em aberto x convertidos, indicadores de vendas e disponibilização de diferentes meios de pagamentos aos pacientes, aumentando a taxa de conversão do seu negócio. Outras funções: controle de Orçamentos e Plataforma Financeira completa. Integração aos principais Serviços de Proteção ao Crédito, facilitando a consulta e inclusão de CPFs. Exclusiva Régua de Cobrança para driblar a inadimplência e ter total controle das suas cobranças. Com acesso a relatórios detalhados, tem-se muito mais previsibilidade financeira e controle dos indicadores de desempenho do negócio. Uma ferramenta importante para analisar cenários e planejar cada passo da estratégia de expansão da clínica odontológica. Preço: 127,19 reais (plano standard) e 300,00 reais (plano premium).
- Codental (www.codental.com.br)- O software fornece agenda, prontuário, geração de receitas, atestados e controle financeiro do paciente, podendo ser acessado de qualquer dispositivo. Conta também com envio de lembretes de consulta via WhatsApp, que possibilita o paciente responder “sim” ou “não” para confirmar. A facilidade evita faltas de última hora e possui grande taxa de resposta dos pacientes se comparado ao SMS. Outras funções:
– integração com o WhatsApp sem a necessidade de celular;
– odontograma;
– anamnese inteligente com alertas nas principais perguntas;
– envio de lembretes gratuito;
– possibilita salvar as principais receitas, facilitando a emissão e atendimento;
– aplicativo disponível para Android e iOS, que possibilita consultar a agenda e fazer marcações de onde estiver. Preço: a partir de R$ 69,90 por mês.
- ControleODONTO (http://controleodonto.com.br)- Envio de lembretes de consulta por SMS e e-mail. É possível personalizar as mensagens. Aviso ao dentista de que os próximos pacientes chegaram, registro de tempo de espera para consulta e de atendimento no consultório. Veja mais:
– prontuário completo (dados clínicos e cadastrais, histórico, financeiro);
– envio de mala direta a grupos de destinatários com diversos objetivos: campanhas e promoções, cobrança de inadimplentes e mensagens especiais de Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais e ano-novo. Disparo automático de mensagens de aniversário;
– gestão de compras e estoque, lista de fornecedores;
– compras a pagar e a receber, fluxo de caixa, controle de cheques pré-datados, emissão de boletos, carnê de cobrança, nota promissória, remuneração de dentistas. Preço não informado.
- CPT Dentista (www.cptsoftwares.com.br)- Cadastro de pacientes, fornecedores, convênios, funcionários, produtos, procedimentos, cartões e medicamentos. Anamnese, odontograma, receituário e condições gerais do paciente. Outras funções disponíveis:
– orçamentos, crediário, funcionários, fornecedores, convênios, estoque, consumo interno, caixa, banco e cheques;
– relatórios de últimas movimentações dos pacientes, vendas, estoque e pagamento de fornecedores. Preço: R$ 760.
- Dentalis (http://dentalis.com.br)- Ferramenta on-line para controle de custos e de agendamentos, diminuição de faltas e gestão financeira, odontograma. O que mais oferece:
– fechamento de caixa, pagamento de comissão aos dentistas, relacionamento com pacientes;
– controle de devedores, resultado financeiro do consultório, controle de pedidos de prótese, gerenciamento de estoque, envio de SMS aos pacientes;
– chat com a equipe comercial para tirar dúvidas. Preço não informado.
- Dental Office (www.dentaloffice.com.br)- Ficha de cadastros de pacientes, anotações, atestados, receituários, galerias de imagens e documentos. Controle das consultas e dos retornos, diminuição de faltas e agenda configurável por profissional. E mais:
– visualização gráfica da arcada e procedimentos de cada plano de tratamento com orçamento integrado;
– receitas, despesas, fluxo de caixa, comissionamento, controle de cartões e cheques e emissão de boletos;
– relatórios de controle de estoque, serviços protéticos e auditorias;
– ferramentas de captação e fidelização de clientes: mala direta, SMS e envio de e-mails automáticos;
– comunicação via chat com funcionários do consultório e suporte técnico.
– software 100% on-line e um aplicativo gratuito para IOS e Android para que o dentista gerencie consultas, informações de pacientes, receitas e despesas. Preço: a partir de R$ 69,90 por mês
- Dental SIGO (https://dentalsigo.com)- O software não é instalado no computador, e sim roda na nuvem. Permite gerenciar a agenda, com envio de lembretes de consulta aos pacientes, que podem responder confirmando o agendamento. Conheça as funcionalidades:
– prontuário completo para cada paciente: dados cadastrais e de contato, tratamentos em andamento e finalizados, evolução dos tratamentos, odontograma, anamnese, situação financeira do paciente, orçamentos, pagamentos efetuados e parcelas a pagar, exames e tratamentos separados por especialidades, atestados e receituários;
– controle de contas a pagar e a receber. O dentista acessa quanto deixou de receber (quem lhe deve), situação do fluxo de caixa e próximos pagamentos a serem efetuados;
– gerenciamento de estoque: peças de laboratório, insumos e material de uso diário;
– saiba exatamente o que há no estoque da clínica, controle prazos de entrega e laboratórios e antecipe as compras, evitando falta de material. Preço não informado.
- Dentista Organizado (http://www.dentistaorganizado.com.br/index.do)- O software oferece ferramentas para lembretes de consultas, envio de campanhas promocionais para os pacientes ausentes do consultório e alertas de retorno. Segundo o desenvolvedor, os dados são criptografados e seguros na nuvem.
Agenda inteligente, que mostra alertas de retorno, envia SMS para pacientes e altera o status da consulta automaticamente.
Prontuário do paciente: acesso ao cadastro completo, histórico de consultas, anotações sobre tratamentos, fotos e radiografias.
Painel de administração: visão sobre o desempenho da clínica, visualização dos próximos compromissos e horários disponíveis. Preço: a partir de R$ 49 por mês.
- Easy Dental (www.easydental.com.br)- Tem cadastro de pacientes e responsáveis financeiros, prontuário clínico do paciente com visualização gráfica e interativa do odontograma, questionários de anamnese, marcação de características e anomalias do dente com visão 3D. O software oferece ainda:
– agenda de horários com visualização diária e semanal. Planejamento financeiro do tratamento;
– controle de contas a pagar e a receber;
– criação de cartas para envio de malas diretas personalizadas impressas ou por e-mail;
– controle de estoques e serviços de protéticos;
– análises estatísticas financeiras e gerenciais. Preço não informado.
- Edente (http://edente.com.br/dentista/)- Agendamento de consultas por dentistas e cadeiras, notificações de consultas por envio de e-mail a pacientes e dentistas. E mais:
– envio de malas diretas a pacientes, como felicitações de aniversários, lembretes de datas de retorno de consultas;
– visualização on-line de planos de tratamento, imagens, anamnese e situação financeira. Compartilhe as imagens dos tratamentos com os pacientes;
– construção de odontogramas e planos de tratamentos;
– emissão de atestados e receituários;
– emissão de boletos bancários, contas a pagar e a receber, controle de cheques e de orçamentos;
– emissão de recibos e relatórios de faturamento para a declaração do imposto de renda.
– compatível com dispositivos móveis que possuam acesso à internet. Preço não informado.
- FineDental (finedental.com.br) – Software na nuvem. Backup diário, prontuário odontológico, odontograma, suporte por chat, e-mail ou vídeo-aulas. Gestão de agendamento; gestão de atendimentos, com anamnese, planos de tratamento, evolução, anotações e fotos; gestão de prontuários, com histórico clínico e financeiro do paciente; e galeria de imagens, permitindo a separação por pastas de antes, durante e depois do tratamento. Preço: valor não informado.
- Hi Doctor (www.hidoctor.com.br) – Tem prontuário completo dos pacientes e agenda de atendimentos. O software informa o tempo de espera dos pacientes, faz impressão de receitas, atestados, declarações e demais documentos. Integra imagens do atlas do corpo humano à ficha do paciente. Oferece também:
– cadastro de medicamentos e fórmulas de produtos manipulados usados com frequência;
– enciclopédia de Produtos Farmacêuticos, emissão de guias e faturas para convênios;
– acesso à Classificação Internacional de Doenças (CID-10), lista de pacientes e geração de relatórios sobre os diagnósticos feitos no consultório;
– chat entre funcionários da clínica, notas para lembretes e aplicativo para captura de imagens.
O software pode ser instalado em computadores e utilizado pela internet, no tablet e no celular. É possível sincronizar os dados e acessá-los tanto do computador do consultório, de casa e do notebook. Preço: R$ 325 + mensais de R$ 99 (inclui instalação e configuração do HiDoctor Desktop + assistência técnica)
- iGestão Odonto – Agendamentos do dia, facilidade para remarcar consultas e procedimentos. Orçamentos com odontograma integrado, configuração de descontos, planos de pagamento e acompanhamento dos orçamentos até o fechamento. Preço: a partir de R$ 115,70 por mês.
- iOdonto (https://intersistemas.com.br › iodonto)- Software oferece odontograma, possibilidade de impressão de orçamentos, marcação de consultas, pendências financeiras dos pacientes. Controle financeiro do consultório, como contas a pagar e a receber, emissão de boletos e débitos de pacientes. Preço: consulte o desenvolvedor.
- Mysmartclinic www.mysmartclinic.com.br- Software permite acesso por computador, celular ou tablete. No plano Starter, tem interfaces com fotos, interatividade, simulações, financeiro, estoque, orçamento, guia TISS, videoteca, marketing e relatórios. No plano Pro, telemedicina, vídeos no prontuário, aPIs e integrações: RD Station, Omie, Power BI e Lead Lovers. Também cursos e Treinamentos, contratos e confirmação de consulta via WhatsApp.
Ainda possui as seguintes funções: chat interno: converse online com seus colaboradores sem precisar se deslocar até eles. Facilidade e rapidez nas ações; multi dispositivo: sua clinica pode estar onde você estiver, acesse de seu notebook, computador, smartphone ou tablet. Preços: no plano startr, a 85 reais ao mês; no plano Pro, a 189 reais mensais.
- NetDente (www.netdente.com.br)- Ficha simplificada para cadastro rápido de pacientes e entrada de dados clínicos com ou sem uso do odontograma. Atestado, receita, contrato de prestação de serviços e demais textos configuráveis.
Três tipos de agendas, com possibilidade de listagem por ordem de chegada ou múltiplas cadeiras. Agendas por cirurgião, cadeiras ou consultórios: até cinco agendas simultâneas na tela. E mais:
– sala de bate-papo para usuários ativos, possibilidade de deixar recados para seus auxiliares, avisos automáticos para aniversários e contas a pagar;
– backup diário;
– envio de e-mails, SMS e mala direta aos pacientes. Campanhas de marketing, prospecção de novos clientes;
– contas a receber e a pagar, pagamento de comissão a dentistas, recebimento de repasses de convênios odontológicos, emissão de boletos para os pacientes;
– controle de estoque, controle de serviços protéticos com data de entrega programada;
– relatórios e filtros sobre pacientes, tratamentos e procedimentos. Preço: a partir de R$ 39,90 por mês.
- Ortoapp (http://www.ortoapp.com.br)- Software para ortodontistas que permite fazer agendamentos de pacientes e salvar histórico das consultas. Veja as funcionalidades:
– envio de mala direta, cartões de aniversário, lembretes e orientações aos pacientes;
– acesso a relatórios com informações para seu crescimento profissional e histórico de suas atividades;
– acompanhamento dos rendimentos na clínica ou no consultório, dos recibos dados aos pacientes e dos pagamentos recebidos.
– as informações podem ser acessadas de dispositivos móveis. Preço: a partir de R$ 29 por mês.
- Serodonto (www.serodonto.com.br) – Gera contratos personalizados dos tratamentos mantendo, assim, a segurança entre profissional e paciente. Armazena imagens dos pacientes: pode-se tirar foto diretamente pelo celular e capturar telas em tempo real no sistema, o que pode ser interessante na comparação do antes e depois do tratamento. Emissão dos boletos bancários fica mais dinâmica, com integração com a maioria dos bancos. Cadastro completo, controle de responsável, observações, anamneses, contratos, receituários, atestados, documentações, imagens e financeiro em um só lugar. Acesso à agenda, orçamentos e fichas de pacientes de onde se estiver. Verificação de faturamento de qualquer lugar. Contas a pagar e receber, fluxo de caixa, controle de cheques e cartões, emissão de boletos e pagamento de cartão de crédito no próprio sistema. Pagamentos de Dentistas personalizados e comissionamento. Controle de estoque de materiais. Realização de requisições de próteses e controle seus implantes: aqui se pode ter todo o controle de requisições junto ao laboratório de prótese. Atestados, exames, receituários e autorizações: pode-se criar documentos personalizados e imprimi-los quando quiser pelo sistema. Controle de orçamentos e a aprovação parcial mantendo o histórico do que não foi aprovado. Controle de guias de convênios, emissão de boletos e controle de caixa. Visualização da agenda por equipo ou dentista, com informações do cadastro e financeiras do paciente em tempo real, otimizando o tempo com um painel de atendimento. Disponibilização de questionário padrão de anamnese, porém se pode personalizar o próprio formulário. Pode-se preencher a anamnese em um tablet na recepção ou receber via WhatsApp. Outras funções:
– emitir atestados de diferentes modelos, declaração de horas e atestados para acompanhantes. O aplicativo busca automaticamente o horário de permanência do paciente no consultório e traz uma lista com todos os códigos CID.
– fazer upload de arquivos de pacientes em vários formatos (áudio, vídeo, pdf, xls, word), tomografias e muito mais. Depois você terá acesso a seus arquivos e visualizá-los com apenas um clique.
– cria tabelas com os valores de procedimentos que você recebe do convênio, emite guias de tratamentos e as fatura quando quiser. O ap0licativo também controla o comissionamento dos profissionais nos tratamentos de convênio.
– controle de seus cursos de especialização, cadastro de alunos, geração de matrículas e financeiro. Abre a agenda de cursos e configura seus equipos e professores de acordo com sua estrutura.
– dispõe de indicadores em tempo real de todas as áreas de seu consultório. São gráficos, relatórios e informações que vão ajudar em uma melhor tomada de decisão. Os dashboards são separados por área no sistema: financeiro, atendimento e recepção.
– otimiza o tempo da secretária com a nota fiscal de serviço integrada ao aplicativo. Seleciona os recebimentos e emite suas notas de serviços em apenas um clique sem a necessidade de emissão pelo site da prefeitura. (Verifique disponibilidade da cidade)
– grava todo o histórico do paciente em seu consultório. A informação é salva e inserida no histórico do paciente e toda essa informação pode ser impressa e organizada em um relatório de segurança.
– integração com ferramentas de parceiros que vão facilitar ainda mais a gestão, entre elas: marketing e comunicação via redes sociais, cobranças, gateways de pagamentos, periféricos e automação comercial, análise de crédito e financiadora.
– permite fidelizar e captar mais pacientes com recursos de marketing, criando campanhas direcionadas, pesquisas de satisfação para medir a qualidade do atendimento, envio de informações financeiras, automatização de agendamentos e mais.
– configuração do estado atual da boca do paciente no odontograma próprio, e conforme se finaliza os procedimentos, o odontograma é atualizado.
– permite verificar a evolução de tratamento do paciente no prontuário eletrônico, finalizar os tratamentos, analisar imagens e arquivos no momento do atendimento. Função que permite liberar procedimentos para execução somente se já foram pagos.
– controle de requisições de próteses enviadas aos laboratórios. As requisições podem ser acompanhadas por um alerta na própria agenda do paciente. Além disso, é possível faturar para os laboratórios e descontar das comissões dos dentistas.
– emitir receituários rapidamente para pacientes já com a assinatura eletrônica. Aplicativo já possui uma lista de medicamentos e vários modelos de receituário para que se possa escolher o que melhor se adequa a sua clínica.
– aplicativo possui grande quantidade de relatórios que estão separados por módulos.
– estar hospedado em nuvem da Amazon, um dos melhores servidores cloud do mundo. Dentro da plataforma, é possível criar perfis de usuários que só poderão acessar telas com sua permissão. Além de ter a possibilidade de restringir dias e horários.
– com o chat interno do aplicativo, a comunicação dentro do seu consultório se torna mais ágil e assertiva, já que se pode comunicar com todos os colaboradores que têm acesso ao sistema. É enviada notificação de mensagem no momento em que começa a interação.
Planos de 109,00 reais a 459,00 reais mensais.
- Simples Dental (www.simplesdental.com)- Software permite marcar e confirmar consultas via SMS, controlar horários de atendimento, compromissos e alertas de retorno. Veja outras funcionalidades:
– gerenciamento de fluxo de caixa, geração de relatórios, acompanhamento de pacientes inadimplentes, emissão direta de boletos;
– informações sobre os pacientes: tratamentos, imagens, orçamentos, receituários, atestados e anamnese;
– criação e envio de campanhas de relacionamento por SMS;
– envio de mensagens de aniversário, datas comemorativas, lembretes de retorno, pós-cirúrgico e mais.
– inclui o aplicativo Simples Dental Agenda, para Android e IOS, para marcar e confirmar consultas de qualquer lugar. Preço: R$ 99,90 por mês.
- Soul Clinic (soulclinic.com.br) – Agendamento de procedimentos únicos ou em lotes, busca de horários livres, encaixes, cancelamento e remarcação de consultas. Além disso, oferta:
– gerenciamento das agendas de vários dentistas;
– envio automatizado de lembretes via SMS aos pacientes – para auxiliar na redução de horários vazios. Preço: a partir de R$ 70 por mês.
A gestão dos consultórios sempre é muito importante para o bom andamento dos negócios.
Para a elaboração do projeto físico do serviço odontológico devem ser seguidas as orientações constantes na RDC/Anvisa n.º 50, de 21 de fevereiro de 2002, e suas atualizações, e legislação vigente no estado e município de sua localização. Ao se projetar o ambiente de atendimento odontológico, é fundamental efetuar um estudo do espaço físico, das instalações hidrossanitárias, elétricas, de gases medicinais e a distribuição dos equipamentos odontológicos fixos e móveis. A simplificação obtida com a racionalização do espaço físico constitui um elemento importante na produtividade, à medida que, bem planejada, permite a redução de tempo e movimentos na execução das atividades. Todo projeto arquitetônico de um serviço odontológico público ou privado deve ser avaliado e aprovado pela vigilância sanitária local previamente à execução da obra, assim como as áreas de estabelecimentos já existentes e dos anteriormente não destinados a serviço odontológico a serem ampliadas e/ou reformadas, que ficam condicionadas ao cumprimento das disposições contidas na RDC/Anvisa n.º 50, de 21 de fevereiro de 2002.
A confiança que a clientela tem em você reside, em grande parte, no que você comunica, na segurança que transmite. Isso vale não só para prazos que devem ser cumpridos, mas também quanto à qualidade dos serviços. Não se devem fazer grandes projeções estéticas em computador, pois muitas vezes elas não têm condições de se concretizar. Grande exemplo disso pode ser atestado nas projeções feitas de implantes na bateria anterior. Em programas de imagem, as próteses sobre esses implantes são perfeitas, absolutamente anatômicas e fotogênicas. Quem quer que tenha tido a experiência sabe que raramente um trabalho na região fica homogêneo, absolutamente simétrico e estético, dificilmente a tábua óssea da região se mantém hígida o suficiente para suportar próteses que ostentem sorrisos escancarados sem mostrar falhas. Só se devem criar expectativas no cliente quando se tem absoluta certeza do resultado, do prazo e da qualidade.
O Conselho Federal de Odontologia (CFO), pelo Parecer n.°125/92, apresenta as normas e os padrões para elaboração do prontuário clínico odontológico, devendo ser usado, para identificação dos elementos dentários, o Sistema Decimal da Federação Dentária Internacional. Segundo esse Parecer, o prontuário está sujeito a implicações legais e deve ser corretamente preenchido e arquivado. Ainda de acordo com o normativo, a posse do prontuário é do paciente e sua guarda é do profissional, devendo ser arquivado, por no mínimo, dez anos após o último atendimento. O prontuário deve ser legível, podendo ser manuscrito, datilografado ou digitado; além disso, deve conter: a) Nome completo de todos os cirurgiões-dentistas que atenderam o paciente, com o registro no Conselho Regional de Odontologia (CRO) e endereço comercial. b) Identificação do paciente: nome completo, naturalidade, estado civil, sexo, local e data do nascimento, profissão, endereço comercial e residencial. c) História clínica: queixa principal, hábitos, história atual da doença e antecedentes pessoais e familiares. d) Exame clínico: descrição do estado bucal e anotação dos procedimentos realizados anteriormente. e) Exames complementares: radiológicos, laboratoriais e outros devidamente identificados. f) Plano de tratamento: descrição dos procedimentos propostos, relatando os materiais a serem utilizados, os dentes e as áreas envolvidas. Deve ser fornecido ao paciente e ter uma cópia arquivada. g) Evolução do tratamento: anotação dos procedimentos realizados. h) Orçamento do tratamento: deve ser fornecido ao paciente e ter uma cópia arquivada. i) Assinaturas do paciente e do profissional atendente: esse procedimento é fundamental a cada atendimento, pois caracteriza o aceite do que foi proposto, ficando o registro com mútua responsabilidade. j) No caso do atendimento a pacientes menores de idade, deverá constar um termo de autorização assinado pelos pais ou responsável legal.
A exposição indevida à radiação ionizante é prejudicial à saúde humana, podendo causar problemas como a infertilidade, cataratas e até mesmo câncer. Barita é sulfato de bário ortorrômbico, principal fonte de bário, que tem a propriedade de impedir a propagação de radiações ionizantes. Há várias empresas especializadas na venda desses materiais e sua aplicação. Como aplicar? Um dia antes, toda a superfície da parede deverá ser chapiscada. Para preparar a mistura, adicionar 6 l de água para cada 25 kg de massa baritada, mexendo-a até obter uma mistura homogênea. A aplicação deverá ser feita na parede assim que a mistura estiver pronta. De acordo com o tipo de equipamento a ser utilizado na sala, diferentes espessuras devem ser aplicadas nas paredes. Aparelhos de raios X convencionais demandam espessura de 1 cm de argamassa baritada. A mistura deverá ser aplicada na parede com colher de pedreiro. O uso de luvas plásticas é recomendado como proteção individual. A seguir, a mistura aplicada na parede deverá ser sarrafeada com uma régua de alumínio. Dar o acabamento final com uma desempenadeira de madeira. A parede não deverá ser utilizada durante o período de secagem, que é de 24 a 72 horas. A parede poderá ser revestida com qualquer tipo de acabamento (azulejo, pintura, cortiça, fórmica, tecido, papel de parede) assim que a camada estiver totalmente seca. Para preencher 1 m2 de massa na espessura de 1 cm são necessários 22,5 kg de argamassa baritada. A grande vantagem do uso da barita é que a parede pode ser revestida posteriormente com qualquer tipo de material. Portas e divisórias, quando não são maciças, também exigem proteção contra a passagem da radiação do aparelho de raios X. Nesse caso, para blindagem usa-se laminado de chumbo com espessura de 0,5 mm. Todo bom marceneiro sabe fazer a colagem da lâmina com perfeição.
Requisitos para o licenciamento
Nenhum serviço de radiodiagnóstico odontológico pode funcionar sem estar licenciado pela autoridade sanitária local. O processo de licenciamento de um serviço segue as seguintes etapas: a) Aprovação do projeto básico de construção das instalações. b) Emissão do alvará de funcionamento.
Requisitos para a aprovação do projeto de construção das instalações
A aprovação do projeto está condicionada à análise e parecer favorável sobre os seguintes documentos: a) Projeto básico de arquitetura das instalações e áreas adjacentes, conforme a RDC/Anvisa n.º 50, de 21 de fevereiro de 2002, ou outra que venha substituí-la, incluindo: • Planta baixa e cortes relevantes apresentando o layout das salas de raios X e salas de controle, posicionamento dos equipamentos, painel de controle, visores, limites de deslocamento do tubo, janelas e mobiliário relevante. • Classificação das áreas do serviço, indicando os fatores de uso e os fatores de ocupação das vizinhanças de cada instalação. • Descrição técnica das blindagens (portas, paredes, piso, teto, etc.), incluindo material utilizado, espessura e densidade. b) Relação dos equipamentos de raios X diagnósticos (incluindo fabricante, modelo, mA e kVp máximas), componentes e acessórios, previstos para as instalações. c) Relação dos exames a serem efetuados, com estimativa da carga máxima de trabalho semanal, considerando uma previsão de operação de cada instalação por, no mínimo, cinco anos. d) Planilha de cálculo de blindagem assinada por um especialista em física de radiodiagnóstico. Os consultórios odontológicos que disponham somente de equipamentos de radiografia intraoral são dispensados de aprovação, sob os aspectos de proteção radiológica, do projeto básico de construção das instalações. Deve ainda ser providenciado um memorial descritivo de proteção radiológica contendo, no mínimo: a) Descrição do estabelecimento e de suas instalações, incluindo: • Identificação do serviço e seu responsável legal. • Relação dos procedimentos radiológicos implementados. • Descrição detalhada dos equipamentos e componentes, incluindo modelo, número de série, número de registro na Anvisa, tipo de gerador, ano de fabricação, data da instalação, mobilidade e situação operacional. • Descrição dos sistemas de registro de imagem (cassetes, tipos de combinações tela-filme, vídeo, sistema digital, etc.). • Descrição da(s) câmara(s) escura(s), incluindo sistema de processamento. b) Programa de proteção radiológica, incluindo: • Relação nominal de toda a equipe, suas atribuições e responsabilidades, com respectiva qualificação e carga horária. • Instruções a serem fornecidas por escrito à equipe, visando à execução das atividades em condições de segurança. • Programa de treinamento periódico e atualização de toda a equipe. • Sistema de sinalização, avisos e controle das áreas. • Programa de monitoração da área, incluindo verificação das blindagens e dispositivos de segurança. • Programa de monitoração individual e controle de saúde ocupacional. • Descrição das vestimentas de proteção individual, com respectivas quantidades por sala. • Descrição do sistema de registro e arquivamento de informações. • Programa de garantia de qualidade, incluindo programa de manutenção dos equipamentos de raios X e processadoras. • Procedimentos para os casos de exposições acidentais de pacientes, membros da equipe ou público, incluindo sistemática de notificação e registro. c) Relatórios de aceitação da instalação: • Relatório do teste de aceitação do equipamento de raios X, emitido pelo fornecedor após sua instalação, com o aceite do responsável legal pelo estabelecimento. • Relatório de levantamento radiométrico, emitido por especialista em física de radiodiagnóstico (ou certificação equivalente), comprovando a conformidade com os níveis de restrição de dose estabelecidos na Portaria SVS/MS n.º 453, ou outra que vier substituí-la. • Certificado de adequação da blindagem do cabeçote emitido pelo fabricante. Levantamentos radiométricos devem ser providenciados nos seguintes casos: a) Após a realização das modificações autorizadas (infra-estrutura física). b) Quando ocorrer mudança na carga de trabalho semanal (mudança no número de exames realizados por semana ou alteração nos parâmetros operacionais mais utilizados, como kV, mAs ou tempo) ou na característica ou ocupação das áreas circunvizinhas. c) Quando decorrer o período de quatro anos desde a realização do último levantamento radiométrico. Todo serviço deve manter uma cópia do projeto básico de arquitetura de cada instalação (nova ou modificada), disponível à autoridade sanitária local, inclusive nos consultórios odontológicos, dispensados do processo de aprovação de projeto. A desativação de equipamento de raios X deve ser comunicada à autoridade sanitária, por escrito, com solicitação de baixa de responsabilidade e notificação sobre o destino dado ao equipamento. Deve ser tomado cuidado especial com a ampola de raios X, por causa do vácuo em seu interior. A desativação de um serviço de radiodiagnóstico deve ser notificada à autoridade sanitária local, devendo ser informados o destino e a guarda dos arquivos, inclusive dos históricos ocupacionais.
Requisitos de organização
Os serviços de radiodiagnóstico devem implementar uma estrutura organizacional de modo a facilitar o desenvolvimento de uma cultura de segurança que se traduza em: a) Adoção de uma atitude de prevenção e de aprimoramento constantes em proteção radiológica, como parte integrante das funções diárias de cada membro da equipe. b) Definição clara das linhas hierárquicas para a tomada de decisões no âmbito do estabelecimento e das responsabilidades de cada indivíduo. c) Estabelecimento de um conjunto de regras e procedimentos, tendo a proteção radiológica como tema prioritário, incluindo a pronta identificação e correção dos problemas, de acordo com sua relevância. Em cada serviço de radiodiagnóstico, o responsável legal pelo estabelecimento deve nomear um membro da equipe – denominado Supervisor de Proteção Radiológica de Radiodiagnóstico (SPR) – para responder pelas ações relativas ao programa de proteção radiológica. O SPR deve possuir os requisitos profissionais estabelecidos pela Portaria SVS/MS n.º 453, ou outra que vier substituí-la, podendo assessorar-se de consultores externos, conforme a necessidade e o porte do serviço. As atividades exercidas pelos assessores externos devem estar discriminadas no memorial descritivo de proteção radiológica. O responsável legal pelo estabelecimento deve ainda designar um odontólogo para responder pelos procedimentos radiológicos no âmbito do serviço, denominado Responsável Técnico (RT). O RT pode responsabilizar-se por, no máximo, dois serviços, desde que haja compatibilidade operacional de horários, podendo ter até dois substitutos para os casos de seu impedimento ou ausência. O responsável legal pelo serviço que acumular a função de Responsável Técnico deve assumir as responsabilidades de ambas as funções. É permitido ainda ao RT assumir também as funções de SPR, desde que as funções sejam compatíveis e não haja prejuízo em seu desempenho.
Responsabilidades básicas
Compete aos responsáveis legais, no âmbito do seu estabelecimento, a responsabilidade principal pela segurança e proteção dos pacientes, da equipe e do público em geral, devendo assegurar os recursos materiais e humanos e a implementação das medidas necessárias para garantir o cumprimento dos requisitos de radioproteção. Compete ao Responsável Técnico responsabilizar-se pelos procedimentos radiológicos a que são submetidos os pacientes, levando em conta os princípios e requisitos de proteção radiológica estabelecidos na Portaria SVS/MS n.º 453, ou outra que vier substituí-la. Compete ao Supervisor de Proteção Radiológica assessorar os responsáveis legal e técnico nos assuntos relativos à proteção radiológica, com autoridade para interromper operações inseguras. Detalhes sobre as atribuições destes profissionais são descritos na Portaria SVS/ MS n.º 453, ou outra que vier substituí-la. Aos membros da equipe compete: a) Executar suas atividades em conformidade com a legislação vigente e com as instruções do RT e do SPR. b) Realizar apenas exposições autorizadas por um cirurgião-dentista do serviço. c) Atuar no programa de garantia de qualidade, nas avaliações de doses em pacientes e nas avaliações do índice de rejeição de radiografias, segundo instruções do SPR. d) Registrar e arquivar os procedimentos radiográficos realizados. e) Manter arquivada, em livro próprio, qualquer ocorrência relevante sobre condições de operação e de segurança de equipamentos, das manutenções e dos reparos. f) Informar imediatamente ao SPR qualquer evento que possa resultar em alterações nos níveis de dose ou em aumento do risco de ocorrência de acidentes. g) Submeter-se aos treinamentos de atualização regularmente oferecidos. h) Fornecer ao responsável legal informações relevantes sobre suas atividades profissionais atuais e anteriores, de modo a permitir um controle ocupacional adequado. i) Utilizar o dosímetro individual e vestimentas de proteção individual, conforme instruções do SPR. j) Notificar ao responsável legal a suspeita ou confirmação de gravidez, de modo a possibilitar os passos necessários para garantir a observação do limite de dose estabelecido para o período restante da gestação. k) Notificar à autoridade sanitária condições inseguras de trabalho. l) Evitar exposições radiológicas desnecessárias.
Registros e arquivos
Deve ser mantido no serviço um sistema de registro e arquivamento de dados, contemplando os procedimentos radiológicos realizados, o sistema de garantia da qualidade, o controle ocupacional implantado e os treinamentos realizados. a) Cada procedimento radiológico deve ser registrado, constando de: • Data do exame, nome e endereço completo do paciente, sexo, idade, indicação do exame, tipo de procedimento radiológico realizado, quantidade de filmes utilizados. • Peso e técnica radiológica (kVp, mAs, distância fonte-receptor de imagem, tela-filme), quando justificável. • Não é necessário um sistema de registro em separado quando for possível recuperar a informação requerida com referência a outros registros do serviço. b) Nos registros de garantia de qualidade devem constar os dados relativos ao controle de qualidade implantado no serviço, contendo, no mínimo, os resultados dos testes descritos na Portaria SVS/MS n.º 453, ou outra que vier substituí-la. c) Os registros de levantamentos radiométricos devem estar de acordo com o estabelecido na Portaria SVS/MS n.º 453, ou outra que vier substituí-la. d) Os dados relativos ao controle ocupacional devem ser arquivados para cada indivíduo ocupacionalmente exposto, incluindo a natureza do trabalho que executa, treinamentos de atualização realizados, todos os resultados dosimétricos mensais contabilizados anualmente (ano calendário) e todas as ocorrências relativas à monitoração individual, desde o início da monitoração no estabelecimento. Cópias dos dados de controle ocupacional devem ser fornecidas ao empregado no ato da demissão. e) Os arquivos dos treinamentos realizados devem contemplar os dados relativos ao programa, tais como carga horária, conteúdo, período e identificação dos participantes. f) Todos os dados arquivados devem ser mantidos atualizados e apresentados à autoridade sanitária sempre que solicitados. g) O responsável legal deve zelar pela integridade dos arquivos por cinco anos, exceto quanto aos dados de monitoração individual, que devem ser armazenados por um período mínimo de 30 anos após o término da atividade com radiação exercida pelo indivíduo monitorado. Podem ser utilizados meios adequados de armazenamento digital.
Ambientes
Quanto aos ambientes, além dos requisitos estabelecidos pela RDC n.º 50, de 20 de fevereiro de 2002, ou outra que vier substituí-la, devem ser observadas as seguintes determinações: • Possuir barreiras físicas com blindagem suficiente para garantir a manutenção de níveis de dose tão baixos quanto razoavelmente exequíveis, não ultrapassando os níveis de restrição de dose estabelecidos na legislação em vigor. • O equipamento de radiografia intraoral deve ser instalado em ambiente (consultório ou sala) com dimensões suficientes para permitir à equipe manter-se à distância de, pelo menos, 2 m do cabeçote e do paciente. • O equipamento de radiografia extraoral deve ser instalado em sala específica, atendendo aos mesmos requisitos do radiodiagnóstico médico. • As salas equipadas com aparelhos de raios X devem ter seu acesso restrito e dispor de: a) Sinalização visível nas portas de acesso, contendo o símbolo internacional da radiação ionizante acompanhado da inscrição: “raios X, entrada restrita” ou “raios X, entrada proibida a pessoas não autorizadas”. b) Quadro com as seguintes orientações de proteção radiológica, em lugar visível: b.1) “Paciente, exija e use corretamente vestimenta plumbífera para sua proteção durante exame radiográfico”. b.2) “Não é permitida a permanência de acompanhantes na sala durante o exame radiológico, salvo quando estritamente necessário”. b.3) “Acompanhante, quando houver necessidade de contenção de paciente, exija e use corretamente vestimenta plumbífera para sua proteção durante exame radiológico”. • Uma sala de raios X não deve ser utilizada simultaneamente para mais do que um exame radiológico. • Para cada equipamento de raios X deve haver uma vestimenta plumbífera que garanta a proteção do tronco dos pacientes, incluindo tireóide e gônadas, com pelo menos o equivalente a 0,25 mm de chumbo. • O serviço deve possuir instalações adequadas para a revelação dos filmes: a) A câmara escura deve ser construída de modo a prevenir a formação de véu nos filmes; deve ser equipada com lanterna de segurança apropriada ao tipo de filme e possuir um sistema de exaustão adequado. b) Para radiografias intra-orais, pode ser permitida a utilização de câmaras portáteis de revelação manual, desde que confeccionadas com material opaco. c) Para revelação manual, deve estar disponível no local um cronômetro, um termômetro e uma tabela de revelação para garantir o processamento nas condições especificadas pelo fabricante.
Equipamentos de raios X—requisitos básicos
Os equipamentos de raios X para uso odontológico devem atender aos seguintes requisitos, aplicáveis a todos os equipamentos de radiodiagnóstico: a) Possuir documentação fornecida pelo fabricante relativa às características técnicas, especificações de desempenho, instruções de operação, de manutenção e de proteção radiológica, com tradução para a língua portuguesa, quando se tratar de equipamento importado. b) Possuir certificação da blindagem do cabeçote quanto à radiação de fuga. c) Componentes tais como gerador, tubo, cabeçote e sistema de colimação devem possuir identificação própria (marca, tipo, número de série), mediante etiqueta fixada em lugar visível, e documentação conforme item anterior. d) A terminologia e os valores dos parâmetros de operação devem estar exibidos no painel de controle do equipamento em linguagem ou simbologia internacionalmente aceita, compreensível para o usuário. e) Os parâmetros operacionais, tais como tensão do tubo, filtração inerente e adicional, posição do ponto focal, distância fonte-receptor de imagem, tamanho de campo, tempo e corrente do tubo ou seu produto devem estar claramente indicados no equipamento. f) A emissão de raios X, enquanto durar a exposição radiográfica, deve ser indicada por um sinal sonoro e luminoso localizado no painel de controle do aparelho. g) Os equipamentos radiográficos devem ser providos de dispositivo que corte automaticamente a irradiação ao final do tempo, dose ou produto corrente-tempo selecionados. h) O botão disparador deve ser do tipo que permita interromper a exposição a qualquer momento dentro do intervalo selecionado de exposição, observando-se ainda os seguintes requisitos: • A emissão do feixe de raios X deve ocorrer somente enquanto durar a pressão intencional sobre o botão disparador. • Para repetir a exposição, deve ser necessário aliviar a pressão sobre o botão e pressioná-lo novamente. • O botão disparador deve estar instalado de tal forma que seja difícil efetuar uma exposição acidental.
Equipamentos de raios X—características específicas
Os equipamentos para radiodiagnóstico odontológico devem possuir as seguintes características específicas: a) Tensão: • Em radiografias intra-orais a tensão no tubo de raios X deve ser maior ou igual a 50 kVp, preferencialmente maior que 60 kVp. • Equipamentos para radiografias extra-orais não devem possuir tensão inferior a 60 kVp. b) Filtração total: • Equipamentos com tensão de tubo inferior ou igual a 70 kVp devem possuir uma filtração total permanente não inferior ao equivalente a 1,5 mm de alumínio. • Equipamentos com tensão de tubo superior a 70 kVp devem possuir uma filtração total permanente não inferior ao equivalente a 2,5 mm de alumínio. c) Radiação de fuga: • Em radiografias intra-orais, o cabeçote deve estar adequadamente blindado de modo a garantir um nível mínimo de radiação de fuga, limitada a uma taxa de kerma no ar máxima de 0,25 mGy/h a 1 m do ponto focal, quando operado em condições de ensaio de fuga. • Para outros equipamentos emissores de raios X, os requisitos para radiação de fuga são os mesmos estabelecidos para radiodiagnóstico médico. d) Colimação: • Todo equipamento de raios X deve possuir um sistema de colimação para limitar o campo de raios X ao mínimo necessário para cobrir a área em exame. • Para radiografias intra-orais, o diâmetro do campo não deve ser superior a 6 cm na extremidade de saída do localizador. Valores entre quatro e cinco centímetros são permitidos apenas quando houver um sistema de alinhamento e posicionamento do filme. • Em radiografias extra-orais é obrigatório o uso de colimadores retangulares. e) Distância foco-pele: • Equipamentos para radiografias intra-orais devem possuir um localizador de extremidade de saída aberta para posicionar o feixe e limitar a distância foco-pele. • O localizador deve ser tal que a distância foco-pele seja de, no mínimo, 18 cm para tensão de tubo menor ou igual a 60 kVp, 20 cm para tensão entre 60 e 70 kVp (inclusive) e 24 cm para tensão maior que 70 kVp. • O localizador e o diafragma/colimador devem ser construídos de modo que o feixe primário não interaja com a extremidade de saída do localizador. f) Duração da exposição: • A duração da exposição pode ser indicada em termos de tempo ou em número de pulsos. • O sistema de controle da duração da exposição deve ser do tipo eletrônico e não deve permitir exposição com duração superior a cinco segundos. • Deve haver um sistema para garantir que raios X não sejam emitidos quando o indicador de tempo de exposição se encontrar na posição “zero” e o disparador for pressionado. g) Uso do disparador: • O botão disparador deve ser instalado em uma cabine de proteção ou disposto de tal forma que o operador que o maneje possa ficar a uma distância de, pelo menos, 2 m do tubo e do paciente durante a exposição. h) suporte do cabeçote: • O sistema de suporte do cabeçote deve ser tal que o mesmo permaneça estável durante a exposição.
Procedimentos de segurança
A fim de evitar exposições indevidas e reduzir a dose no paciente, devem ser adotados os seguintes procedimentos: a) É proibida toda exposição que não possa ser justificada, incluindo: • Exposição deliberada de seres humanos aos raios X diagnósticos com o objetivo único de demonstração, treinamento ou outros fins que contrariem o princípio da justificação. • Exames radiológicos para fins empregatícios ou periciais, exceto quando as informações a serem obtidas possam ser úteis à saúde do indivíduo examinado, ou para melhorar o estado de saúde da população. b) Exames radiográficos somente devem ser realizados quando, após exame clínico e cuidadosa consideração das necessidades de saúde geral e dentária do paciente, sejam julgados necessários. Deve-se averiguar a existência de exames radiográficos anteriores que tornem desnecessário um novo exame. c) O tempo de exposição deve ser o menor possível, consistente com a obtenção de imagem de boa qualidade. Isto inclui o uso de receptor de imagem mais sensível, que possa fornecer o nível de contraste e detalhe necessários. No caso de radiografias extra-orais, deve-se utilizar uma combinação de filme e tela intensificadora com o mesmo critério. d) A repetição de exames deve ser evitada por meio do uso da técnica correta de exposição e de um processamento confiável e consistente. e) Para radiografias intra-orais deve-se utilizar, preferencialmente: • A técnica do paralelismo com localizadores longos. • Dispositivos de alinhamento (posicionadores). • Prendedores de filme e de “bite-wing”, de modo a evitar que o paciente tenha que segurar o filme. f) A extremidade do localizador deve ser colocada o mais próximo possível da pele do paciente, para garantir tamanho de campo mínimo. g) Em radiografias extra-orais deve-se utilizar tamanho de campo menor ou igual ao tamanho do filme. h) O operador deve observar e ouvir o paciente durante as exposições. i) É proibido o uso de sistema de acionamento de disparo com retardo. j) Deve ser usada vestimenta de proteção individual, de modo a proteger a tireoide, o tronco e as gônadas dos pacientes durante as exposições. Os aventais plumbíferos devem ser acondicionados de forma a preservar sua integridade, sobre superfície horizontal ou em suporte apropriado.
Proteção do operador e equipe
Para garantir a proteção do operador e equipe responsáveis pelo manejo dos equipamentos de raios X, devem ser observadas as seguintes recomendações: a) Equipamentos panorâmicos ou cefalométricos devem ser operados dentro de uma cabine ou biombo fixo de proteção com visor apropriado ou sistema de televisão. O visor deve ter, pelo menos, a mesma atenuação calculada para a cabine. A cabine deve estar posicionada de modo que, durante as exposições, nenhum indivíduo possa entrar na sala sem o conhecimento do operador. b) Em exames intra-orais em consultórios, o operador deve manter-se a uma distância mínima de 2 m do tubo e do paciente durante as exposições. Se a carga de trabalho for superior a 30 mA/min por semana (ou, em termos aproximados, se forem realizadas mais do que 150 radiografias por semana), o operador deve manter-se atrás de uma barreira protetora com uma espessura mínima de 0,5 mm equivalentes ao chumbo. c) O operador ou qualquer membro da equipe não deve colocar-se na direção do feixe primário, nem segurar o cabeçote ou o localizador durante as exposições. d) Nenhum elemento da equipe deve segurar o filme durante a exposição. e) Somente o operador e o paciente podem permanecer na sala de exame durante as exposições. f) Caso seja necessária a presença de indivíduos para assistirem uma criança ou um paciente debilitado, eles devem fazer uso de avental plumbífero com, pelo menos, o equivalente a 0,25 mm Pb e evitar localizar-se na direção do feixe primário. g) As exposições a que forem submetidos os acompanhantes devem ser otimizadas de modo que a dose efetiva não exceda 5 mSv durante o procedimento. h) Nenhum indivíduo deve realizar regularmente essa atividade.
Processamento do filme
No que diz respeito ao processamento do filme, devem ser seguidas as recomendações do fabricante com respeito à concentração da solução, temperatura e tempo de revelação. Além disso, deve ser afixada na parede da câmara uma tabela de tempo e temperatura de revelação e a temperatura do revelador deve ser medida antes da revelação. Os seguintes procedimentos também devem ser observados: a) As soluções devem ser regeneradas ou trocadas quando necessário, de acordo com as instruções do fabricante. b) Não devem ser utilizados filmes ou soluções de processamento com prazo de validade expirado. c) Não deve ser realizada qualquer inspeção visual do filme durante os processamentos manuais. d) A câmara escura e as cubas de revelação devem ser mantidas limpas. e) Os filmes devem ser armazenados em local protegido do calor, umidade, radiação e vapores químicos.
Dosímetro individual
O responsável legal pelo serviço de radiodiagnóstico odontológico deve estabelecer um programa rotineiro de monitoração individual. A obrigatoriedade do uso de dosímetro individual pode ser dispensada, a critério da autoridade sanitária local e mediante ato normativo, para os serviços odontológicos com equipamento periapical e carga de trabalho máxima inferior a 4 mA/min por semana (ou seja, em números aproximados, que realizam menos do que 24 radiografias por semana). Todo indivíduo que trabalha com raios X diagnóstico deve usar, durante sua jornada de trabalho e enquanto permanecer em área controlada, dosímetro individual de leitura indireta, trocado mensalmente. As seguintes recomendações devem ser observadas com relação ao uso do dosímetro individual: a) Os dosímetros individuais destinados a estimar a dose efetiva devem ser utilizados na região mais exposta do tronco. b) Durante a utilização de avental plumbífero, o dosímetro individual deve ser colocado sobre o avental. c) O dosímetro individual é de uso exclusivo, não podendo ser utilizado por outra pessoa. d) O dosímetro individual deve ser utilizado somente no serviço para o qual foi destinado. e) Durante a ausência do usuário, os dosímetros individuais devem ser mantidos em local seguro, com temperatura amena, umidade baixa e afastados de fontes de radiação ionizante, junto ao dosímetro padrão, sob a supervisão do SPR. f) Se houver suspeita de exposição acidental, o dosímetro individual deve ser enviado para leitura em caráter de urgência. g) Os responsáveis legais devem providenciar a investigação dos casos de doses efetivas mensais superiores a 1,5 mSv. Os resultados da investigação devem ser registrados e arquivados. h) Os responsáveis legais devem comunicar à autoridade sanitária local os resultados mensais acima de 3/10 do limite anual, juntamente com um relatório das providências que foram tomadas. i) No caso de indivíduos que trabalham em mais de um serviço, os responsáveis legais de cada serviço devem tomar as medidas necessárias de modo a garantir que a soma das exposições ocupacionais de cada indivíduo não ultrapasse os limites estabelecidos na Portaria SVS/MS n.º 453/98, ou na que vier substituí-la. Entre outras medidas, podem ser adotadas guias operacionais individuais, considerando a fração das jornadas de trabalho em cada estabelecimento, ou acerto de cooperação entre os responsáveis legais, de modo a fornecer/obter os resultados de monitoração em cada serviço. j) Os dosímetros individuais devem ser obtidos apenas em laboratórios de monitoração individual credenciados pela CNEN. Todo indivíduo ocupacionalmente exposto deve estar submetido a um programa de controle de saúde baseado nos princípios gerais de saúde ocupacional. Devem ainda ser observados os limites de dose para trabalhadores e público estabelecidos pela Portaria SVS/MS n.º 453/98, ou outra que vier substituí-la. Adicionalmente, devem ser observados os seguintes requisitos para mulheres grávidas, de modo a proteger o embrião ou feto: • A gravidez deve ser notificada ao responsável legal do serviço tão logo seja constatada. • As condições de trabalho devem ser revistas para garantir que a dose na superfície do abdômen não exceda 2 mSv durante todo o período restante da gravidez, tornando pouco provável que a dose adicional no embrião ou feto exceda cerca de 1 mSv neste período.
Controle de qualidade
O programa de garantia da qualidade deve incluir os registros dos testes e avaliações realizados nos equipamentos e os resultados obtidos, assim como a documentação e verificação dos procedimentos operacionais e das tabelas de exposição. Deverão ser implementadas auditorias periódicas, internas e/ou externas, para rever a execução e eficácia do programa de garantia da qualidade. Toda vez que for realizado qualquer ajuste ou alteração das condições físicas originais do equipamento de raios X, deve ser realizado um teste de desempenho, correspondente aos parâmetros modificados, e feito um relatório, que deverá ser arquivado. Após troca de tubo ou colimador ou manutenção do cabeçote, a adequação da blindagem do cabeçote e do sistema de colimação deve ser comprovada novamente por um especialista em física de radiodiagnóstico ou pelo fabricante. O controle de qualidade dos equipamentos deve incluir, no mínimo, os testes descritos na Portaria SVS/MS n.º 453/98, ou outra que vier substituí-la. (extraído de Serviços Odontológicos: Prevenção e Controle de Riscos, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, 2006, texto de Andrea Fátima Giacomet)
A preocupação torna-se alternativa de preservação da vida, diante das inúmeras moléstias infecciosas em circulação no mundo, como gripe, pneumonia, tuberculose, covid-19, herpes, hepatite e AIDS. Preocupados com isso, os órgãos mundiais de saúde têm trabalhado no sentido de conscientizar não só os cirurgiões-dentistas, mas também os usuários dos serviços de Odontologia, da importância de frequentar ambientes em que a biossegurança – caracterizada por um conjunto de normas e procedimentos seguros e adequados à manutenção da saúde em atividades de risco – seja realidade. Para uma prática segura, deve-se ter consciência do risco e a constante lembrança de sua presença durante as atividades clínicas. O emprego de medidas de controle de infecção, como os equipamentos de proteção individual, esterilização do instrumental, desinfecção do equipamento e ambiente, antissepsia da boca do paciente, e outras medidas podem prevenir a transmissão dessas doenças. Por consequência, são essenciais a padronização e a manutenção cotidiana das medidas de biossegurança como forma eficaz de redução do risco ocupacional, de infecção cruzada e transmissão de doenças infecciosas. Procedimentos odontológicos, segundo o risco de contaminação, podem ser classificados como: a. críticos: em que há penetração no sistema vascular, como cirurgias em tecidos moles e duros, periodontais, exodontias, raspagens subgengivais. Nesses procedimentos, os cuidados com a esterilização e a desinfecção devem ser máximos; b. semicríticos: aqueles que entram em contato com secreções orgânicas, como saliva, sem invadir o sistema vascular, como condensação de material restaurador, terapia endodôntica conservadora, colocação de aparelho ortodôntico. O instrumental deve estar previamente esterilizado e o consultório desinfetado para evitar infecções cruzadas; c. não-críticos: em que não há penetração no sistema vascular nem contato com secreções orgânicas. Em Odontologia, não existe procedimento que possa ser classificado dentro dessa categoria.
Cuidados com o Paciente
- Antes de iniciar qualquer intervenção, solicitar ao paciente que faça bochecho com solução antisséptica (por exemplo, com gluconato de clorexidina a 0,12%).
- Antissepsia da face do paciente, nos casos de preparo para cirurgia intrabucal.
- Antes de inserir o isolamento absoluto, promover sempre a profilaxia dental usando taça de borracha e pasta profilática ou pedra-pomes em pó veiculada em gluconato de clorexidina a 0,12%.
- Sempre proteger o paciente e o próprio campo operatório com pano de campo descartável, óculos de proteção e fornecer guardanapo de papel absorvente.
Cuidados com o Profissional e Pessoal Auxiliar
- A equipe odontológica deve ter especial atenção com a imunização contra a hepatite B. A vacina é administrada em três doses. A segunda um mês após a primeira e a terceira seis meses após a segunda. Entre seis semanas e seis meses após completar-se a série de vacinas, um teste sorológico é recomendado para confirmação da imunidade. Deve ser feito um reforço a cada cinco anos.
- Lavagem das mãos: sabonete líquido com característica antisséptica.
- Secagem das mãos: papel toalha.
- Barreiras: bactérias podem ser veiculadas pelas mãos da equipe odontológica e podem contaminar todas as superfícies. Para que esta contaminação não se torne cruzada, há necessidade da colocação de barreiras que interrompam as rotas de contaminação. As principais barreiras são: gorro (de utilização obrigatória nos procedimentos que envolvam o uso do alta rotação ou qualquer outro equipamento gerador de aerossol e nas intervenções cirúrgicas intrabucais em geral), avental branco longo (descartável após cada período de clínica), máscara, óculos de proteção (óculos normais não substituem os de proteção, sendo necessário usar óculos de proteção sobre os normais), luvas e campos de trabalho.
- Uso de luvas sobre luvas descartáveis: aplicável a qualquer situação fora do campo operatório (saídas para radiografias e respectivo processamento, preenchimento de fichas etc.). As sobreluvas deverão sempre ser de único uso; ao retornar ao campo operatório deverão ser descartadas. Caso necessite de outra saída do campo operatório, usar outro par de sobreluvas.
- Aplicação de barreiras em outras superfícies: – botoneira da cadeira, alça do refletor, encosto do mocho e as pontas da unidade de sucção: aplicar filme de PVC (do tipo Magipack); – superfícies da bancada e do carrinho auxiliar: cobrir com pano de campo descartável; – pontas: caneta de alta rotação: envolver em protetor descartável de látex; outras pontas: envolver com filme de PVC; – seringa tríplice: preferencialmente, usar pontas descartáveis; não dispondo desse produto, cobrir com tubo plástico descartável (canudo de refrigerante).
- Substituir as barreiras a cada troca de paciente.
- Quando do trabalho com próteses que são retiradas do paciente, lavar com água e sabão antisséptico, aplicar um agente desinfetante adequado ao material, enxaguar abundantemente e só após isso depositar sobre o campo operatório.
- Moldes e modelos deverão ser abundantemente lavados em água corrente antes de serem levados do ambiente clínico para o laboratório. Quando o material de moldagem permitir, aplicar agente antisséptico específico.
- Durante a confecção de coroas provisórias, placas de mordida, próteses removíveis de transição, próteses fixas provisórias, o paciente, o profissional e a equipe auxiliar devem estar completamente protegidos, principalmente na área ocular, impondo-se o uso de óculos de proteção.
- Todo material empregado em polimentos (discos, tiras de lixa etc.) deve ser descartado após o uso. Escovas, pedras montadas, brocas e outros produtos não descartáveis após primeiro uso deverão ser lavados e autoclavados.
- Polimento de coroas, pontes e próteses totais em torno com escovas ou discos e cones de feltro deve ser realizado com gorro, máscara, avental e óculos de proteção, estando o agente abrasivo (pedra-pomes em pó ou branco de Espanha e outros) aglutinado em solução de hipoclorito de sódio a 1% (solução de Milton).
Cuidados com o Consultório e Equipamentos
- Quanto à profilaxia e à desinfecção do consultório e dos equipamentos, observar: – piso: deve ser realizada diariamente. Pode ser usado um desinfetante à base de fenol sintético e hipoclorito de sódio. Semanalmente, deve ser realizada lavagem do piso com água e sabão. O hipoclorito pode provocar corrosão de pisos cerâmicos; – paredes: pode ser feita semanalmente quando não houver sujidade aparente. Em caso de contaminação por secreções, o tratamento é o mesmo dado ao chão; – equipamento: devem ser desinfetadas todas as partes que possam ser tocadas pela equipe, como alça e vidro do refletor, superfície horizontal do equipo, comandos da cadeira (quando não forem de pedal), apoio da cabeça, braço da cadeira, cuspideira, mangueira dos sugadores, seringa tríplices, canetas de alta e baixa rotação. As canetas de alta e baixa rotação devem ser, preferencialmente, autoclaváveis. Os desinfetantes usados são à base de fenol sintético; – bancada: deve ser realizada entre cada atendimento. Os desinfetantes usados são à base de fenol sintético; – antes de dispor o material para o desenvolvimento do trabalho do dia e no intervalo para troca de pacientes, aplicar fenol sintético (Germpol, Duplofen, Fenol-Rio, Fenolabor) a uma esponja umedecida em água e esfregar as superfícies de trabalho (superfície da bancada auxiliar, alça do refletor, pontas de alta e de baixa rotação, seringa tríplice, botoneira da cadeira, encosto da cabeça, encosto do mocho, a superfície do carrinho auxiliar e as pontas da unidade de sucção). Em seguida borrifar o produto sobre essas mesmas superfícies e deixar secar naturalmente de modo a obter um bom nível de efeito residual. Posteriormente cobrir as superfícies de trabalho com panos de campo descartáveis esterilizados. Borrifar ainda o produto de forma mais abundante na bacia da cuspideira. O fenol sintético é um produto altamente tóxico, por isso, durante seu manuseio e aplicação, proteger-se com óculos, luvas e máscara.
Cuidados com Instrumentos e Materiais
- É desejável a eliminação total (esterilização) ou pelo menos parcial (desinfecção) da carga microbiana dos instrumentos e materiais a serem empregados no tratamento dos pacientes.
- Com as mãos protegidas (preferencialmente por luvas de borracha grossa), protegido por avental e óculos, lavar em água corrente os instrumentos contaminados e imergi-los em solução de glutaraldeído a 2% por 30 minutos em uma cuba plástica com tampa.
- Enxaguar o material em água corrente, seguindo-se sua imersão em solução detergente concentrada ou de característica desincrustante por 30 minutos em caixa plástica com tampa.
- Sendo possível e dispondo de equipamento de ultrassom para limpeza, imergir os instrumentos em solução desincrustante por tempo suficiente a uma correta limpeza (o tempo varia segundo a capacidade de cada aparelho; portanto, é fundamental consultar o manual fornecido pelo fabricante).
- Retirar o material da imersão e com o mesmo produto proceder à escovagem e a novo enxague em água corrente, seguindo-se a secagem com pedaços de pano de campo descartável ou papel toalha.
- Desinfecção química do instrumental: processo recomendado a certos tipos de instrumentos semicríticos em que o processo de esterilização não pode ser realizado. As soluções químicas recomendadas para a realização da desinfecção do instrumental são à base de glutaraldeído a 2% e formaldeído a 38% por 30 minutos. Para a correta desinfecção, deve ser realizada a prélavagem, lavagem e secagem do instrumental.
- Preparo para esterilização: nenhum instrumento deve ser esterilizado sem a remoção de matéria orgânica como óleo, gordura, sangue ou secreções que houver sobre ele. A presença de matéria orgânica protege os microrganismos contaminantes do contato com o agente esterilizante. Deve-se secar os instrumentos, evitando a secagem natural, visto que os sais minerais que contêm a água ficam aderidos sobre eles, podendo danificá-los durante a esterilização. Instrumentos necessitam de embalagens para manter a esterilidade. Sobre as embalagens, coloca-se uma fita adesiva em que se registra a data do processamento. De modo geral, pacotes mantêm os instrumentos estéreis por sete dias (campo de pano) e os envelopes, 30 dias.
- Pré-lavagem: remoção de partículas da superfície do material: usar o equipamento de proteção individual (gorro, máscara, óculos, avental e luvas domésticas grossas). Pode ser feita de duas maneiras: – ultrassom com solução enzimática ou desincrostante: o tempo pode variar de 2 a 10 minutos; depois, deve-se lavar o instrumental em água corrente. Reduz a incidência de lesões perfurocortantes; – processo manual: o instrumental fica imerso em uma cuba com solução enzimática (2 a 10 minutos) ou desincrostante (20 minutos). Ao final, o instrumental é removido com uma pinça e lavado em água corrente.
- Secagem: podem ser usados pano limpo e seco, secadora de ar, estufa a 50°.
- Embalagem: todas as embalagens devem ser identificadas com seu conteúdo. Quando uma embalagem é aberta, todo instrumental é contaminado.
- Esterilização: por calor seco (estufa) a 160º por 2 horas.
- Calor úmido: por autoclave (varia o tempo conforme as condições de uso).
- Meio químico: são considerados processos químicos: óxido de etileno (4 horas), o glutaraldeído 2% (10 horas) e soluções de formoaldeído 38% (18 horas). O mais utilizado pelo dentista é o glutaraldeído. Uma vantagem é a possibilidade de esterilização de materiais termossensíveis e as desvantagens são o longo tempo, a corrosão e a toxicidade das soluções. A esterilização por meios químicos deve ser praticada somente quando as outras formas causarem danos aos instrumentos ou ao material.
- Monitoramento da esterilização: para comprovarmos a eficácia do método de esterilização utilizado, devemos usar indicadores físicos, químicos ou biológicos: – físicos: termômetros para controle de temperatura e manômetro para pressão. O inconveniente é que só fazem o controle na parte externa dos pacotes; – químicos: monitoram o processo pela alteração de cor ou estado físico. Apontam falhas no processo, mas não se o material está ou não estéril; – biológicos: são os únicos que efetivamente comprovam a esterilização. Para controle da autoclave, usa-se o Bacillus stearothermophilus, e para a estufa, o Bacillus subtillis. Não devem ser usados após a data de vencimento. Os pacotes com indicadores devem ser colocados em locais em que o processo esterilizante tenha mais dificuldade de atingir: porta, dreno, meio da câmara. Depois de usados, serão incubados por 48 horas. O crescimento de microrganismos indica falha no processo. Deve ser realizada semanalmente.
- Articuladores e seus componentes, moldeiras e outros materiais ou instrumentos que entram em contato com fluidos orgânicos devem ser lavados e autoclavados.
- Modelos e moldagens devem ser desinfetados. As moldagens ou peças protéticas devem ser bem lavadas e imersas em desinfetantes por 10 minutos. Após a desinfecção, devem ser embaladas em plástico.
- A desinfecção não substitui a esterilização, porém existem materiais que não podem ser esterilizados; devem, portanto, receber ao menos desinfecção para a manutenção da cadeia asséptica.
Cuidados no Descarte do Lixo
- Lixo não contaminado: não havendo possibilidade de contaminação, este pode ser descartado no lixo para coleta convencional.
- Lixo contaminado: contém sangue, secreções ou substâncias tóxicas. Deve ser separado em: – sólido perfurocortante: em recipientes próprios identificados, com paredes rígidas e à prova de vazamentos; – sólido sem risco de injúrias mecânicas: acondicionados em sacos plásticos de polietileno branco leitoso identificado como lixo hospitalar. Podem ser usados dois sacos plásticos comuns rotulados como material contaminado; – tóxico: embalados em recipientes resistentes identificados como lixo hospitalar.
Protocolo de Atendimento Clínico
Considerar todo paciente como portador de doença infectocontagiosa. No atendimento, seguir obrigatoriamente a sequência:
- trazer para a clínica exclusivamente material necessário para o atendimento;
- colocar todo seu material em lugar determinado;
- vestir o jaleco (comprido, manga longa, abotoado);
- lavar as mãos com água e sabão e secar com toalhas descartáveis;
- calçar luva de borracha para limpeza e desinfecção do equipamento;
- borrifar hipoclorito de sódio a 1% na cuspideira;
- desinfetar, usando hipoclorito de sódio a 1% embebido em gaze, ou solução de clorexidina digluconada, as seguintes partes do equipamento, pela ordem: 1. superfície do cárter; 2. pontas e suportes: canetas, seringa ar-água e micromotor; 3. alça do refletor; 4. cadeira: alavancas de manobra, encosto de cabeça e braços; 5. pontas de sucção.
- abrir a água da cuspideira;
- lavar a mão enluvada, enxugar em toalha de papel, tirar as luvas e guardá-las em local apropriado;
- proteger com filme plástico (PVC): manopla do refletor, alavancas e botões da cadeira, manopla do cárter, seringa tríplice, todas as pontas e suporte do sugador;
- posicionar o saco plástico descartável para lixo individual (um para cada paciente);
- pegar a ficha, conduzir o paciente e planejar o atendimento;
- lavar as mãos;
- remover todas as jóias e adornos;
- molhar completamente as mãos e os antebraços, ensaboando-os em seguida com sabão líquido;
- escovar, em toda sua extensão: mãos e antebraços (com escova própria e adequada acionada em movimentos rotatórios durante 3 minutos). Observação: escova reservada somente para lavagem das mãos;
- lavar profusamente em água;
- repetir o ensaboamento e a lavagem sem uso da escova;
- enxugar com toalha, primeiro as mãos e depois os antebraços; (Agora as mãos estão preparadas para o atendimento ao primeiro paciente. Cuidado onde e no que toca; se necessário, use sobreluva);
- desempacotar o material e posicioná-lo na mesa clínica;
- calçar luvas, máscara e óculos protetores;
- distribuir o instrumental sobre a mesa operatória;
- atendimento ao paciente;
- desprezar todo lixo em saco plástico, exceto agulhas e instrumentos pontiagudos, que devem ser depositados em recipientes próprios;
- deixar a broca na caneta apenas o tempo necessário para o uso;
- colocar todo material utilizado em caixa plástica (tipo tupperware) contendo glutaraldeído. Deixar a caixa tampada;
- descartar o sugador;
- descartar a luva utilizada no paciente no lixo individual;
- lavar as mãos com água e sabão;
- dispensar o paciente: preencher fichas, marcar retorno;
- calçar a luva de borracha para limpeza;
- retirar o filme plástico do equipamento;
- lavar o material com escova, água e sabão (escova reservada somente para lavagem de material);
- enxugar o material em papel toalha e acondicionar;
- tirar a mascar e desprezar no lixo individual;
- tirar os óculos e desinfetar com hipoclorito de sódio a 1% e gaze;
- desprezar o lixo individual do paciente no lixo da clínica;
- lavar a mão enluvada com água e sabão;
- retirar a luva e guardar em local apropriado;
- retirar o gorro e o avental;
- acondicionar, separadamente, a escova para lavagem de mãos e para lavagem do instrumental em recipiente apropriado e identificado.
Rotina para Tomada Radiográfica e Revelação
- Usar obrigatoriamente sobreluvas de plástico descartáveis nas tomadas radiográficas e na revelação das radiografias.
- Não realizar tomadas radiográficas com luvas de procedimentos ou luvas cirúrgicas.
Protocolo de Biossegurança para Funcionários
- Usar uniforme, jaleco, luvas de borracha, óculos de proteção, máscara e gorro.
- Deve estar imunizado contra hepatite B, tétano, difteria, rubéola, sarampo, tuberculose, varicela, caxumba, gripe e pneumonia.
- Retirar detritos do piso com vassoura ou rodo com pano úmido.
- Lavar com água e sabão nesta ordem: paredes, pias, bancadas e depois o piso.
- Presença de sangue ou secreções: retirá-los com pano ou papel, aplicar desinfetante (hipoclorito 1% por 30 minutos) e proceder à limpeza com água e sabão.
- As cuspideiras devem ser limpas (água e sabão) e desinfetadas (hipoclorito 1%).
- Todos os equipos devem ser limpos com um pano úmido e três aplicações de álcool 70%.
- O lixo deve ser recolhido após cada clínica. Um funcionário deverá ficar de plantão durante o atendimento clínico para limpeza de possíveis vazamentos ou contaminação com sangue e secreções.
- Os depósitos para o lixo perfurocortante devem ser recolhidos após ter 2/3 de sua capacidade utilizada.
Se a versão de 2003 já representava um avanço, e foi concebida principalmente para aplacar as manifestações de cirurgiões-dentistas, inconformados com restrições relativas à comunicação do código anterior, de 1991, que restringia a possibilidade de anunciar como se fosse a antiga propaganda política nos tempos da ditadura, quando se podia apenas colocar nome, foto, número do CRO, especialidade registrada e endereço unicamente em revistas destinadas à classe odontológica. Desta vez, são permitidos mais abertamente anúncios, propaganda e publicidade, sem restrição de mídia, podendo ser divulgadas áreas de atuação procedimentos e técnicas de tratamento, entre outros. Como infração ética, é bom lembrar, ficaram arrolados (V. Código de Ética) anunciar preços, serviços gratuitos e modalidades de pagamento ou outras formas de comercialização que signifiquem competição desleal. Talvez a maior abertura tenha ficado na permissão de entrevistas, sobre assuntos odontológicos, com finalidade de esclarecimento e educação no interesse da coletividade. Antes, toda manifestação teria que ser precedida de conhecimento e aprovação do CRO. (V. Site)
Regulamentação
DA COMUNICAÇÃO
Art. 41. a comunicação e a divulgação em odontologia obedecerão ao disposto neste código. § 1º. É vedado aos técnicos em prótese dentária, técnicos em saúde bucal, auxiliares de prótese dentária, bem como aos laboratórios de prótese dentária fazerem anúncios, propagandas ou publicidade dirigida ao público em geral. § 2º. Aos profissionais citados no § 1º, com exceção do auxiliar em saúde bucal, serão permitidas propagandas em revistas, jornais ou folhetos especializados, desde que dirigidas aos cirurgiões-dentistas, e acompanhadas do nome do profissional ou do laboratório, do seu responsável técnico e do número de inscrição no conselho regional de odontologia. § 3º. Nos laboratórios de prótese dentária deverá ser afixado, em local visível ao público em geral, informação fornecida pelo conselho regional de odontologia da jurisdição sobre a restrição do atendimento direto ao paciente.
DO ANÚNCIO, DA PROPAGANDA E DA PUBLICIDADE
Art. 42. os anúncios, a propaganda e a publicidade poderão ser feitos em qualquer meio de comunicação, desde que obedecidos os preceitos deste código. Art. 43. Na comunicação e divulgação é obrigatório constar o nome e o número de inscrição da pessoa física ou jurídica, bem como o nome representativo da profissão de cirurgião-dentista e também das demais profissões auxiliares regulamentadas. No caso de pessoas jurídicas, também o nome e o número de inscrição do responsável técnico. § 1º. poderão ainda constar na comunicação e divulgação: I. áreas de atuação, procedimentos e técnicas de tratamento, desde que precedidos do título da especialidade registrada no Conselho Regional ou qualificação profissional de clínico geral. Áreas de atuação são procedimentos pertinentes às especialidades reconhecidas pelo Conselho Federal; II. as especialidades nas quais o cirurgião-dentista esteja inscrito no conselho regional.
Segundo o código de Ética odontológica, os seguintes casos constituem infração ética: – fazer publicidade e propaganda enganosa, abusiva, inclusive com expressões ou imagens de antes e depois, com preços, serviços gratuitos, modalidades de pagamento, ou outras formas que impliquem comercialização da odontologia ou contrarie o disposto no código; – anunciar ou divulgar títulos, qualificações, especialidades que não possua ou sem registro no Conselho Federal, e ainda que não sejam por ele reconhecidas; III. os títulos de formação acadêmica ‘stricto sensu’ e do magistério relativos à profissão; IV. endereço, telefone, fax, endereço eletrônico, horário de trabalho, convênios, credenciamentos, atendimento domiciliar e hospitalar; V. logomarca e/ou logotipo; e, VI. a expressão “clínico geral”, pelos profissionais que exerçam atividades pertinentes à odontologia decorrentes de conhecimentos adquiridos em curso de graduação ou em cursos de pós-graduação. § 2º. No caso de pessoa jurídica, quando forem referidas ou ilustradas, deverão possuir, a seu serviço, profissional inscrito no conselho regional nas especialidades anunciadas, devendo, ainda, ser disponibilizada ao público a relação destes profissionais com suas qualificações, bem como os clínicos gerais com suas respectivas áreas de atuação, quando houver.
Art. 44. Constitui infração ética: I – fazer publicidade e propaganda enganosa, abusiva, inclusive com expressões ou imagens de antes e depois, com preços, serviços gratuitos, modalidades de pagamento, ou outras formas que impliquem comercialização da Odontologia ou contrarie o disposto neste Código; II – anunciar ou divulgar títulos, qualificações, especialidades que não possua, sem registro no Conselho Federal, ou que não sejam por ele reconhecidas; III – anunciar ou divulgar técnicas, terapias de tratamento, área da atuação, que não estejam devidamente comprovadas cientificamente, assim como instalações e equipamentos que não tenham seu registro validado pelos órgãos competentes; IV – criticar técnicas utilizadas por outros profissionais como sendo inadequadas ou ultrapassadas; V – dar consulta, diagnóstico, prescrição de tratamento ou divulgar resultados clínicos por meio de qualquer veículo de comunicação de massa, bem como permitir que sua participação na divulgação de assuntos odontológicos deixe de ter caráter exclusivo de esclarecimento e educação da coletividade; VI – divulgar nome, endereço ou qualquer outro elemento que identifique o paciente, a não ser com seu consentimento livre e esclarecido, ou de seu responsável legal, desde que não sejam para fins de autopromoção ou benefício do profissional, ou da entidade prestadora de serviços odontológicos, observadas as demais previsões deste Código; VII – aliciar pacientes, praticando ou permitindo a oferta de serviços através de informação ou anúncio falso, irregular, ilícito ou imoral, com o intuito de atrair clientela, ou outros atos que caracterizem concorrência desleal ou aviltamento da profissão, especialmente a utilização da expressão “popular”; VIII – induzir a opinião pública a acreditar que exista reserva de atuação clínica em Odontologia; IX – oferecer trabalho gratuito com intenção de autopromoção ou promover campanhas oferecendo trocas de favores; X – anunciar serviços profissionais como prêmio em concurso de qualquer natureza ou através de aquisição de outros bens pela utilização de serviços prestados; XI – promover direta ou indiretamente por intermédio de publicidade ou propaganda a poluição do ambiente; XII – expor ao público leigo artifícios de propaganda, com o intuito de granjear clientela, especialmente a utilização de imagens e/ou expressões antes, durante e depois, relativas a procedimentos odontológicos; XIII – participar de programas de comercialização coletiva oferecendo serviços nos veículos de comunicação; e, XIV – realizar a divulgação e oferecer serviços odontológicos com finalidade mercantil e de aliciamento de pacientes, através de cartão de descontos, caderno de descontos, mala direta via internet, sites promocionais ou de compras coletivas, telemarketing ativo à população em geral, stands promocionais, caixas de som portáteis ou em veículos automotores, plaqueteiros entre outros meios que caracterizem concorrência desleal e desvalorização da profissão. Art. 45. Pela publicidade e propaganda em desacordo com as normas estabelecidas neste Código respondem solidariamente os proprietários, responsável técnico e demais profissionais que tenham concorrido na infração, na medida de sua culpabilidade. Art. 46. Aplicam-se, também, as normas deste Capítulo a todos àqueles que exerçam a Odontologia, ainda que de forma indireta, sejam pessoas físicas ou jurídicas, tais como: clínicas, policlínicas, operadoras de planos de assistência à saúde, convênios de qualquer forma, credenciamentos ou quaisquer outras entidades.
Evolução
Uma modificação em relação ao código anterior na elaboração do Capítulo XVI (Do Anúncio, Da Propaganda e Da Publicidade) foi quanto ao surgimento da permissão dos profissionais auxiliares de Odontologia em oferecer os seus serviços em “revistas, jornais ou folhetos especializados”, com exceção do Auxiliar em Saúde Bucal. O Técnico em Prótese Dentária é impedido pela Lei nº 6.710/1979, em seu artigo 4º, a prestar assistência direta a pacientes. Uma redação semelhante pode ser encontrada na Resolução CFO nº63/2005. Tendo como pauta esta Lei e Resolução, o artigo 41º e §3º do novo CEO, cita a obrigatoriedade ética de informar em local que seja visível ao público, a restrição ao atendimento direto a pacientes no local.
O artigo 44 aponta o que é considerado como antiético sobre o assunto de comunicação e divulgação em Odontologia, destacando o combate à mercantilização da Odontologia. Uma conotação mais rígida foi utilizada contra os profissionais antiéticos, pois alguns destes profissionais foram atraídos pela rapidez e retorno dos chamados “programas de comercialização coletiva” como, por exemplo, a contratação do serviço disponibilizado em sites de compras coletivas (incisos XIII e XIV). Em relação aos sites de compras coletivas, analistas revelam que o grande entrave acontece com a oferta de um serviço em que o CD se compromete a executar procedimento/diagnóstico em paciente que nunca esteve sob sua avaliação clínica, o que impede uma avaliação clara da necessidade de tratamento. Acrescente-se, ainda, a ausência de consulta, veiculação da mesma em veículo de comunicação de massa e a possibilidade de propor tratamento desnecessário. A publicidade de um modo geral é preocupante do ponto de vista ético, pois estudo recente avaliou que apenas 44,9% das placas publicitárias de profissionais de odontologia do município de São Paulo estavam de acordo com as normas estabelecidas pelo CFO. Não só as publicidades externas são de interesse da fiscalização do CRO, alguns profissionais abusam do marketing interno. Vários autores concluíram, após revisarem extensamente a literatura, que o marketing interno, além de ser efetivo e de menor custo, muitas vezes desrespeita o código de ética. Assim, nada impede um fiscal do CRO ao identificar a propaganda irregular distribuída no consultório de ser registrada como ato de infração.
Em geral, em todo procedimento fora do trivial, em que o cliente pode estar sofrendo em decorrência de alteração na saúde bucal, marca ponto o dentista que se faz presente. Rotineiramente, deve-se agendar a chamada do cliente a cada seis meses para avaliação, ou quatro, em casos especiais.
Todas as pós-graduações são regulamentadas e fiscalizadas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes (www.capes.gov.br).
Fundamentalmente, o acesso à pós-graduação Lato Sensu ou Stricto Sensu exige a conclusão da graduação de nível superior (artigo 44, inciso III, da – LDB). Mas instituições de ensino possuem a prerrogativa de fixar exigências complementares e decidir sobre a compatibilidade da área de formação com o aprofundamento de estudos desejado. Por isso é comum encontrar como requisito do curso a formação superior na área de saúde, tecnologia ou educação, por exemplo. Isso acontece quando a especialização é mais específica e exige do estudante um conhecimento prévio na área.
Claro que fotos e informações precisam de autorização dos “homenageados”. Fotos de família também dão ibope – as pessoas se identificam com ambientes familiares.
Uma boa anamnese deve conter, basicamente, identificação completa do paciente, questionário de saúde geral assinado pelo paciente e dois odontogramas: um com o registro da situação atual da cavidade oral, assim que o cliente chegou ao consultório, e outro para o final do tratamento. É preciso fazer uma consideração importante a respeito desse item, que é parte integrante de uma boa ficha clínica: nem todos os dentistas dão a importância que ele tem. Grande parte dos profissionais se limita a utilizar aquele modelo simplificado vendido em dentais, quando muito. Prontuários com falhas ou até mesmo a falta deles podem responsabilizar por tratamentos anteriores ou negligências cometidas por profissionais anteriores. O Código Civil Brasileiro, em seu artigo 1545, faculta a qualquer paciente que se sinta prejudicado no tratamento mover ação contra o cirurgião-dentista na área cível. Falhas nesse registro inicial do tratamento podem-se constituir em um calcanhar-de-aquiles contra o profissional (V. modelo em Anexos). O conteúdo mínimo a constar na ficha de anamnese, de acordo com recomendações de algumas associações odontológicas e a Vigilância Sanitária, é composto de: • identificação: – nome, data de nascimento, telefone, documento, endereço, filiação, data de preenchimento, estado civil; – em caso de emergência, quem contatar: nome do parente ou responsável e telefone, nome do médico e telefone. • dados de Saúde Geral: solicitar respostas “sim” ou “não”: – no momento está em tratamento médico?; – está tomando alguma medicação no momento?; – tem ou teve alguma doença como hepatite ou sífilis?; – costuma ter febre reumática?; – é hemofílico?; – as vezes, sente o coração bater muito rapidamente?; – sofre de alguma doença no coração?; – sente falta de ar com frequência?; – tem tosse persistente com frequência?; – costuma ter os pé ou pernas inchados?; – alguma vez escarrou sangue?; – você é diabético?; – costuma sentir muita sede?; – quando se fere, as feridas demoram a cicatrizar?; – sangra muito quando se fere ou extrai um dente?; – tem algum tipo de alergia?; – alguma vez precisou de transfusão de sangue?; – alguma vez tomou penicilina?; – é portador do vírus HIV?; – teve internação recente?; – é fumante?; – consome regularmente bebidas alcoólicas?; – você está grávida?; – quais foram seus últimos tratamentos médicos? (anotar data e tipo de tratamento); – outras informações que julgar importante referir; – declaração que o respondido acima é verdadeiro. – local, data, assinatura do paciente ou responsável; – para a conclusão da anamnese, realizar: – inspeção da boca e da face – se OK ou há alguma anormalidade. – língua, mucosa, palato, lábios, gengivas, nariz, face, gânglios, glândulas salivares. – caso ocorra alteração de oclusão, qual o tipo. – se usa prótese e de que tipo. – odontogramas: um inicial e outro final. – discriminar dente a dente o estado atual, se dentição decídua ou permanente.
– qualidade da imagem: por ter uma qualidade muito melhor, com o sistema digital é possível editar e tratar a imagem, utilizando software específico;
– rapidez no processo: o raio-x convencional demora entre 5 e 10 minutos para o processamento dos filmes. A radiografia digital captura a imagem e exibe no monitor em aproximadamente 5 segundos;
– menor radiação: a radiografia digital reduz em até 90% a dose de radiação utilizada em comparação ao raio-x convencional;
– sustentabilidade: a radiografia digital não utiliza produtos químicos, tóxicos ao meio ambiente, para o processamento das imagens;
– tecnologia: a imagem da radiografia digital é acessada pelo cirurgião-dentista diretamente em um monitor, ou seja, não precisa ser exposta à luz. Também é possível ser armazenada eletronicamente e ampliada para a visualização de detalhes e exibição ao paciente. Os exames podem ser disponibilizados online, o que agiliza o acesso.
Os aparelhos disponíveis no mercado brasileiro estão relacionados a seguir.
Raio-X Digital Portátil Díox (Micro Imagem) – aparelho garante uma melhor qualidade de imagem radiográfica, pois fornece uma emissão constante de radiação em relação aos geradores tradicionais AC. É o único raio-x digital de alta frequência portátil produzido no Brasil e pode ser utilizado em consultório particular, home care e trabalhos humanitários. Principais benefícios: aumento de produtividade; mais rápido que equipamentos convencionais; sem fio: bateria recarregável; leve e compacto: 1,8 Kg; com simples toque, é fácil programar; tipo de exposição: molar, inciso e canino; filme ou sensor digital; painel LCD moderno. Garantia de 12 meses. Outras características: leve peso e tamanho compacto; microprocessador e circuitos especializados que monitoram precisamente as técnicas de exposição; configuração de exposição de raio-x simples e fácil; proteção de vidro externa para proteger o operador e o paciente da dispersão de radiação. Plástico injetado com bário protege contra a radiação secundária.
Raio-X Digital Portátil Eagle X Ray (Eagle)- equipamento garante radiografias mais nítidas e de qualidade. Destina-se a radiografia intraoral da dentição do paciente com objetivo de diagnóstico. Possui tensão nominal de 60kVp, corrente no tubo de 2,5 mA e ponto focal de 0.7×0.7mm. Com o Raios X odontológico portátil a radiação de fuga do equipamento é minimizada por um colimador de material radiopaco, evitando exposição desnecessária do usuário e direcionando a radiação para o alvo do exame. Outras características: distância foco-pele: 200mm; peso: 2,4Kg. Garantia: 1 ano contra defeito de fábrica.
VistaScan Mini Easy (Dürr Dental) – compacto e de fácil manejo. O scanner de placa de imagem torna o diagnóstico da placa de imagem ainda mais rápido para dentistas. O dispositivo compacto é particularmente fácil de usar e requer um mínimo de espaço para que possa ser instalado na sala de tratamento. A vantagem: raio-X e digitalização diretamente na cadeira. As placas de VistaScan imagem reutilizáveis são lidas com alta qualidade em segundos. O sistema de leitura de alta precisão do VistaScan gera imagens com alta riqueza de detalhes para um diagnóstico confiável. Processa placas de tamanho 0 e 2. Todas as placas com 100% da área útil de imagem. Manipulação simples – assim como com um filme analógico. Imagem disponível a partir de 6 segundos. Pode ser operado com software próprio ou outros pacotes de software através de plugins ou drivers Twain. Conexão via USB ou cabo de rede. Peso: 24 kg. Função standby. Interfaces USB/rede.
VistaScan Mini View (Dürr Dental) – digitalizador de placas de fósforo com tela touch para todos os formatos intra-orais. Esse novo digitalizador de placas de fósforo garante ao usuário uma digitalização extremamente intuitiva, eficaz e rápida das placas de fósforo. Para tanto, contribuem, entre outros, o sua tela de touch suficientemente grande e com um confortável interface para o usuário. Sua capacidade e a funcionalidade WLAN integrada tornam o aparelho muito flexível. Aspectos importantes: alta qualidade de imagens; tela de touch de alta resolução; função ScanManager para ambientes multiusuários; para todos os formatos intraorais desde o 0-4. Conexão por Wi-Fi ou cabo de rede. Também é possível trabalhar sem PC. Outras características: tela: monitor sensível ao toque 4,3”, 800 x 480 pixels, 16,7 milhões de cores. Tamanho das placas: 0 a 4. Peso aproximado de 7 kg. Função Standby; conexões LAN, WLAN.
VistaScan Ultra View (Dürr Dental) – modelo de alta performance da linha VistaScan. O Ultra View combina a qualidade de imagem superior da tecnologia PCS com excelente desempenho e recursos inovadores. Desenvolvido especialmente para centros de radiologia e clínicas com alta demanda de radiografias intraorais. Outras características: processamento simultâneo de duas placas; tela de touch de 7″ e alta resolução; alta qualidade de imagem; função ScanManager para ambientes multiusuários; para todos os formatos intraorais desde o 0-4. Também é possível trabalhar sem PC. Dados técnicos: peso de aprox. 8 kg; função standby.
Pelo valor de mercado, pode compensar apenas em clínicas de grande movimento ou mesmo em institutos de radiologia. No mercado nacional, é encontrado:
• Rotograph (Dabi Atlante): sistema radiológico para exames panorâmicos e de ATM, com função cefalométrica opcional. Controle de seleção manual e automática de kVp, biótipo do paciente, tipo de exame e redução da dosagem para crianças. Dispositivos de segurança evitam o uso do aparelho sem o correto posicionamento, proporcionando alto aproveitamento dos exames. Trajetória elíptica reduz
a distância entre o filme e o paciente e permite uma imagem perfeitamente ortogonal de todos os dentes. Mudança na velocidade de rotação do chassi de filme permite aumentar a camada focal dos incisivos e obter um escurecimento uniforme do raios X. Voltagem da rede: 220/230/240 v. Preço médio: R$ 43.500,00.
Link: www.dabiatlante.com.br.
Existem, basicamente, dois tipos de equipamento para raios X, de coluna móvel e de parede, que ocupa menos espaço, mas não pode mudar de lugar. Há também modelos com temporizador analógico ou digital: os dois funcionam da mesma forma. Hoje não é mais fabricado com botão de retardo; você deve dispará-lo no momento exato da tomada radiográfica. Seu produto, os raios X, são as provas mais importantes para comprovação de qualidade de tratamentos realizados. No entanto, para produzir efeitos legais, devem ser processadas, rotuladas, identificadas e arquivadas corretamente. Uma das mais espetaculares e influentes invenções humanas, o aparelho de raios X, imaginado pelo físico alemão Wilhelm Röntgen, em 1895, revolucionou a Medicina ao permitir que os médicos obtivessem imagens não-invasivas do corpo dos pacientes, ou seja, sem precisar abri-los. Milhares de diagnósticos se tornaram possíveis, desde fraturas até tumores, úlceras e distúrbios das veias e artérias. Existem poucos seres humanos em sociedades modernas que nunca tenham tirado uma radiografia. Na Odontologia, é um dos meios diagnósticos mais preciosos, além de indispensável na Endodontia e na cirurgia. A seguir, os aparelhos mais facilmente encontráveis no mercado.
• Convencional 70/7P (Astex): modelo de parede, adequado para ambientes que dispõem de pouco espaço físico. Linhas arredondadas e sem frestas. Rolamento na articulação central; giro livre nas articulações. Contatos elétricos autolimpantes. Braço superior convencional, com dupla articulação; unidade de comando programável. Garantia de um ano. Possui tempos de exposição pré-programados. O painel de controle apresenta botões para seleção de tipos de arcada dentária pequenas, médias e grandes, e botões para seleção de dentes superiores e inferiores. Esta função proporciona um padrão radiológico por ter tempos específicos para cada dente. Aparelho compatível com o sistema digital de imagem.
Cabeçote totalmente blindado em chumbo e com dupla colimação evitando as radiações secundárias. Garantia de dois anos. Bivolt. Preço médio: R$ 4.240,00.
• Convencional Móvel 70/7P (Astex): modelo que facilita a tarefa de deslocar o aparelho para outros ambientes. Seus rodízios especiais possibilitam que isso seja feito mesmo em pisos com fendas e irregularidades. Demais características iguais ao do modelo de parede. Preço médio: R$ 3.865,00.
• Pantomatic 70/7P (Astex): modelo de parede. Sua principal vantagem é o alcance no posicionamento. Seu braço superior pantográfico oferece dupla articulação para proporcionar flexibilidade no manuseio. Outras características: linhas arredondadas e sem frestas, rolamento na articulação central. Garantia de um ano. Bivolt. Preço médio: R$ 4.240,00.
• Pantomatic Fixo 70/7P (Astex): modelo fixo no piso, que permite acesso fácil e rápido ao equipamento ao lado do equipo. Sua principal vantagem é o alcance no posicionamento. Seu braço pantográfico oferece dupla articulação para proporcionar flexibilidade no manuseio. Linhas arredondadas e sem frestas. Rolamento na articulação central; giro livre nas articulações. Contatos elétricos autolimpantes. Unidade de comando programável. Garantia de dois anos. Cabeçote totalmente blindado em chumbo e com dupla colimação, evitando radiações secundárias. Bivolt. Preço médio: R$ 4.240,00.
• Pro 70 – Intra (Prodental): de coluna móvel, construída em estrutura de aço tubular, permitindo movimentos suaves, precisos e mobilidade. Desenvolvido para proporcionar radiografias com excelente padrão, alta definição de imagem e menor tempo de exposição. O controle remoto é equipado com cabo espiral de 5 m. Possui colimador de chumbo para limitação dos raios X. O timer eletrônico digital é microprocessado. Compatível com o sistema de radiografia digital. Possui sinal sonoro e led indicativo do disparo, que possui duas opções: imediato e com retardo de tempo de 6 segundos. Bivolt. Preço médio: R$ 3.200,00.
– Procion ION X10 Analógico (Procion): possui cabeçote com duplo isolamento, comando eletrônico de controle de tempo, alarme sonoro durante o disparo. Foco: 0,8 x 0,8 mm. Opções: piso, parede ou coluna móvel. Preço: R$ 2.470,00.
• Procion ION X10 Digital (Procion): mesmas características do modelo anterior; só que é digital. Opções: piso, parede ou coluna móvel. Preço: R$ 2.600,00.
• Spectro 70X Electronic/Coluna Móvel (Dabi Atlante): dispõe de dispositivo de compensação automática de tempo: corrige automaticamente o tempo de exposição, conforme as oscilações de tensão da rede elétrica, mantendo a dosagem de radiação sempre uniforme.Trabalha com rodízios. Controle eletrônico decimal de tempo por teclado de membrana, com visualização através de leds. Sistema de dupla colimação elimina a formação de raios secundários no feixe principal evitando a exposição desnecessária. Mecanismo de bloqueio contra disparos acidentais. Bivolt. Preço médio: R$ 3.770,00.
• Spectro 70X Electronic/Parede (Dabi Atlante): com dispositivo de compensação automática de tempo: corrige o tempo de exposição, conforme as oscilações de tensão da rede elétrica, mantendo a dosagem de radiação sempre uniforme. Controle eletrônico decimal de regulagem de tempo por teclado de membrana, com visualização através de leds. Sistema de dupla colimação elimina a formação de raios secundários no feixe principal evitando exposição desnecessária. Mecanismo de bloqueio contra disparos acidentais. Bivolt. Preço médio: R$ 5.230,00.
• Spectro 70X Seletronic/Coluna Móvel (Dabi Atlante): com seleção do tipo de radiografia, tipo e posição do dente, filme e faixa etária do paciente. Permite melhor qualidade radiográfica e ajuste preciso para exposição do filme, em centésimos de segundo. Dispositivo que corrige automaticamente o tempo de exposição, conforme as oscilações da rede elétrica, mantendo a dosagem de radiação sempre uniforme. Sistema de dupla colimação que elimina a formação de raios secundários no feixe principal, evitando a exposição desnecessária. Mecanismo de bloqueio contra disparos acidentais. Display digital. Seleção automática da tomada periapical conforme o tipo e a posição dos dentes, e do tipo de filme (película ou sensor digital). Bivolt. Preço médio: R$ 4.800,00.
• Spectro 70X Seletronic/Parede (Dabi Atlante): mesmas características do modelo coluna móvel, permite controle de exposição por centésimos de segundo. Bivolt. Preço médio: R$ 6.400,00.
• Timex-70 Coluna móvel pantográfico (Gnatus): sistema de diagnóstico digital, que permite a captura de imagens em tempo real, diretamente no computador. Não há necessidade de filme, nem do processo de revelação e fixação. Realiza, também, sensibilização de filmes convencionais. Com o sistema digital, é possível obter imagens com alta qualidade e definição que serão armazenadas na ficha radiográfica do paciente em um computador. Estas imagens poderão ser ampliadas, colorizadas, medidas e impressas para assegurar o diagnóstico mais preciso. É composto por um sensor conectado ao computador, podendo assim ser instalado em notebooks ou desktops. No sistema que trabalham com raios X convencionais, estas são escaneadas para um computador. Preço médio: R$ 4.558,00.
• Timex-70 Pantográfico de piso (Gnatus): as características técnicas dos aparelhos Timex são similares. Preço médio: R$ 4.400,00.
• Timex-70 Pantográfico de parede (Gnatus): características técnicas similares às dos aparelhos Timex. Preço médio: R$ 4.400,00.
• Timex-70 – Parede (Gnatus): mesmas características técnicas dos aparelhos Timex descritas anteriormente. Preço médio: R$ 3.377,00.
• Timex-70 Coluna móvel (Gnatus): mesmas características técnicas dos aparelhos Timex descritas anteriormente. Preço médio: R$ 3.875,00.
Links: www.astex.com.br; www.dabiatlante.com.br; www.gnatus.com.br; www.prodental.com.br; Procion não tem site.
O Risco
Tipo Quantidades Exposição Solar
Panorâmica 961 raios X 8,6 dias
Periapical 8.333 raios X 1 dia
Em verdade, seriam precisos mil raios X periapicais em uma mesma região da boca, e sem nenhuma proteção, para começar a sentir uma vermelhidão na pele, o chamado eritrema. Com o avental de chumbo, o risco é menor ainda (Fonte: Instituto Paulista de Radiologia Odontológica). Embora os seus efeitos variem de pessoa para pessoa, a exposição prolongada pode encurtar a expectativa de vida. A exposição aos raios X é medida em três diferentes unidades. Uma delas mede a quantidade de radiação pela fonte, a outra indica a quantidade de radiação à qual o paciente está exposto e a terceira, a quantidade de radiação recebida pelas pessoas que estão nas proximidades, como técnicos, médicos e enfermeiros. A unidade que mede a radiação emitida pela fonte é o Roentgen. A exposição do paciente é medida em termos da dose de radiação absorvida ou rads (rad). O rad é comumente utilizado em radioterapia e, menos freqüentemente, em diagnóstico por imagens. Os radiologistas, radioterapeutas e técnicos de raios X são expostos à radiação enquanto trabalham com os pacientes ou diretamente com os equipamentos. A unidade de medida da dose recebida é denominada dose equivalente (do inglês, radiation equivalente man – rem). Desse modo, a avaliação deverá ser efetuada com instrumentação adequada, bem como por profissionais especialmente qualificados para esse fim. No Brasil, essa atividade vem sendo desenvolvida, principalmente, por físicos especializados em radioproteção.
O profissional pode-se resguardar, no entanto, relacionando os documentos entregues e pedindo que o paciente assine um comprovante, quando os solicitar. Se o cirurgião-dentista quer precaver-se por algum motivo, deve tirar cópia.
- b) que contiver o nome e o endereço residencial do paciente, expressamente, e o modo de usar a medicação; c) que contiver a data e a assinatura do profissional, endereço do consultório ou residência, e o número de inscrição no respectivo Conselho profissional. Em seu parágrafo único, ressalva que o receituário de medicamentos entorpecentes ou a estes equiparados e os demais sob regime de controle, de acordo com a sua classificação, obedecerá às disposições da legislação federal específica. Pelo Decreto, coincidentemente também no artigo 35, “Somente será aviada a receita médica ou odontológica que: I – contiver a denominação genérica do medicamento prescrito; II – estiver escrita à tinta, de modo legível, observados a nomenclatura e o sistema de pesos e medidas oficiais, indicando a posologia e a duração total do tratamento; III – contiver o nome e o endereço do paciente; IV – contiver a data e a assinatura do profissional, endereço do seu consultório ou residência, e o número de inscrição no respectivo Conselho Regional. § 1o O receituário de medicamentos entorpecentes ou a estes equiparados e os demais sob regime de controle especial, de acordo com a sua classificação, obedecerá às disposições da legislação federal específica. § 2o É obrigatória a utilização das denominações genéricas (Denominação Comum Brasileira) em todas as prescrições de profissionais autorizados, nos dos serviços públicos, conveniados e contratados, no âmbito do Sistema Único de Saúde.” Por sua vez, o CEO aborda o assunto em seu artigo 33: “Nos anúncios, placas e impressos deverão constar: o nome do profissional, a profissão, o número de inscrição no Conselho Regional. Parágrafo único. Poderão ainda constar: I – as especialidades nas quais o cirurgião-dentista esteja inscrito; II – os títulos de formação acadêmica stricto sensu e do magistério relativos à profissão; III – endereço, telefone, endereço eletrônico, horário de trabalho, convênios, credenciamentos e atendimento domiciliar; IV – logomarca e/ou logotipo; V – a expressão “CLÍNICO GERAL”, pelos profissionais que exerçam atividades pertinentes à Odontologia decorrentes de conhecimentos adquiridos em curso de graduação ou em cursos de pós-graduação. Em resumo, é essencial na parte impressa: nome da clínica ou profissional, número de inscrição no Conselho Regional e endereço. No corpo do receituário, deve estar escrito à tinta, com clareza (V. Letra de médico) e por extenso: nome e endereço residencial do paciente, denominação genérica do medicamento e sua concentração, posologia e duração total do tratamento, modo de usar a medicação, data e assinatura do profissional. Se o profissional fizer parte de uma clínica, o bom senso indica que um carimbo deve identificá-lo, com nome e número no Conselho. A validade desse receituário mais simples é de 30 dias, a partir da data da prescrição.
Por sua vez, a prescrição dos medicamentos antimicrobianos abrangidos pela RDC nº 20/11 (V. Antimicrobianos- Lista registrada na Anvisa) deverá ser realizada em receituário do cirurgião-dentista ou do estabelecimento ao qual se encontra vinculado no ato do atendimento odontológico em duas vias. Uma ficará de posse do paciente, a outra, da farmácia ou drogaria.
Medicamentos que contenham substâncias entorpecentes, psicotrópicas, retinoicas para uso sistêmico, ou imunodepressores, exigem receituário específico para sua prescrição, pois se encontram sob o controle da autoridade reguladora, e têm seu uso controlado pela legislação específica, a Portaria SVS/MS nº 344/98. Nesses casos, a validade da receita é de dez dias, a partir da data da prescrição.
Condensando esses normativos, e de acordo com o guia prático do Crosp, editado em 2020, a prescrição odontológica deve: • ser clara, legível e em linguagem compreensível; • escrita sem rasura, em letra de forma, por extenso e legível; • não apresentar abreviaturas, códigos ou símbolos; • informar nome, forma farmacêutica e concentração do medicamento prescrito; • conter quantidade total de medicamento (número de comprimidos, drágeas, ampolas, envelopes), de acordo com a dose e a duração do tratamento; • conter via de administração, o intervalo entre as doses, a dose máxima por dia e a duração do tratamento; • conter nome, endereço e telefone do cirurgião-dentista de forma a possibilitar contato em caso de dúvidas ou ocorrência de problemas relacionados ao uso de medicamentos prescritos; • conter data da prescrição, assinatura e identificação do prescritor; • conter manifestação expressa se não desejar permitir a intercambialidade do medicamento de marca prescrito pelo genérico ou similar, conforme disposto na Lei nº 9.787/99.
A autoprescrição praticada por cirurgiões-dentistas não é vedada por lei ou outro ato normativo do Conselho Federal de Odontologia e tampouco dos órgãos sanitários. Igualmente, não há restrição ética, legal ou normativa ao cirurgião-dentista quanto ao atendimento de familiares, com consequente prescrição medicamentosa, desde que a prescrição seja estabelecida em razão do tratamento odontológico e a ele relacionada, com cautela e bom senso.
CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO
Luiz Carlos da Silva | CROSP 21.400
Rua Juscelino Kubitscheck, 39 – São Paulo-SP
Tel.: (11) 3344-4312
Sr. Antônio de Tal – RG 5.930.455
Rua Ministro Godoy, 37 – São Paulo-SP
Uso interno:
Amoxicilina – 500 mg
Uma cápsula de 8/8 horas
durante cinco dias
São Paulo, 1o de julho de 2007
Dr. Luiz Carlos da Silva (Assinatura)
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- b) que contiver o nome e o endereço residencial do paciente, expressamente, e o modo de usar a medicação; c) que contiver a data e a assinatura do profissional, endereço do consultório ou residência, e o número de inscrição no respectivo Conselho profissional. Em seu parágrafo único, ressalva que o receituário de medicamentos entorpecentes ou a estes equiparados e os demais sob regime de controle, de acordo com a sua classificação, obedecerá às disposições da legislação federal específica. Pelo Decreto, coincidentemente também no artigo 35, “Somente será aviada a receita médica ou odontológica que: I – contiver a denominação genérica do medicamento prescrito; II – estiver escrita à tinta, de modo legível, observados a nomenclatura e o sistema de pesos e medidas oficiais, indicando a posologia e a duração total do tratamento; III – contiver o nome e o endereço do paciente; IV – contiver a data e a assinatura do profissional, endereço do seu consultório ou residência, e o número de inscrição no respectivo Conselho Regional. § 1o O receituário de medicamentos entorpecentes ou a estes equiparados e os demais sob regime de controle especial, de acordo com a sua classificação, obedecerá às disposições da legislação federal específica. § 2o É obrigatória a utilização das denominações genéricas (Denominação Comum Brasileira) em todas as prescrições de profissionais autorizados, nos dos serviços públicos, conveniados e contratados, no âmbito do Sistema Único de Saúde.” Por sua vez, o CEO aborda o assunto em seu artigo 33: “Nos anúncios, placas e impressos deverão constar: o nome do profissional, a profissão, o número de inscrição no Conselho Regional. Parágrafo único. Poderão ainda constar: I – as especialidades nas quais o cirurgião-dentista esteja inscrito; II – os títulos de formação acadêmica stricto sensu e do magistério relativos à profissão; III – endereço, telefone, endereço eletrônico, horário de trabalho, convênios, credenciamentos e atendimento domiciliar; IV – logomarca e/ou logotipo; V – a expressão “CLÍNICO GERAL”, pelos profissionais que exerçam atividades pertinentes à Odontologia decorrentes de conhecimentos adquiridos em curso de graduação ou em cursos de pós-graduação. Em resumo, é essencial na parte impressa: nome da clínica ou profissional, número de inscrição no Conselho Regional e endereço. No corpo do receituário, deve estar escrito à tinta, com clareza (V. Letra de médico) e por extenso: nome e endereço residencial do paciente, denominação genérica do medicamento e sua concentração, posologia e duração total do tratamento, modo de usar a medicação, data e assinatura do profissional. Se o profissional fizer parte de uma clínica, o bom senso indica que um carimbo deve identificá-lo, com nome e número no Conselho. A validade desse receituário mais simples é de 30 dias, a partir da data da prescrição.
Por sua vez, a prescrição dos medicamentos antimicrobianos abrangidos pela RDC nº 20/11 (V. Antimicrobianos- Lista registrada na Anvisa) deverá ser realizada em receituário do cirurgião-dentista ou do estabelecimento ao qual se encontra vinculado no ato do atendimento odontológico em duas vias. Uma ficará de posse do paciente, a outra, da farmácia ou drogaria.
Medicamentos que contenham substâncias entorpecentes, psicotrópicas, retinoicas para uso sistêmico, ou imunodepressores, exigem receituário específico para sua prescrição, pois se encontram sob o controle da autoridade reguladora, e têm seu uso controlado pela legislação específica, a Portaria SVS/MS nº 344/98. Nesses casos, a validade da receita é de dez dias, a partir da data da prescrição.
Condensando esses normativos, e de acordo com o guia prático do Crosp, editado em 2020, a prescrição odontológica deve: • ser clara, legível e em linguagem compreensível; • escrita sem rasura, em letra de forma, por extenso e legível; • não apresentar abreviaturas, códigos ou símbolos; • informar nome, forma farmacêutica e concentração do medicamento prescrito; • conter quantidade total de medicamento (número de comprimidos, drágeas, ampolas, envelopes), de acordo com a dose e a duração do tratamento; • conter via de administração, o intervalo entre as doses, a dose máxima por dia e a duração do tratamento; • conter nome, endereço e telefone do cirurgião-dentista de forma a possibilitar contato em caso de dúvidas ou ocorrência de problemas relacionados ao uso de medicamentos prescritos; • conter data da prescrição, assinatura e identificação do prescritor; • conter manifestação expressa se não desejar permitir a intercambialidade do medicamento de marca prescrito pelo genérico ou similar, conforme disposto na Lei nº 9.787/99.
A autoprescrição praticada por cirurgiões-dentistas não é vedada por lei ou outro ato normativo do Conselho Federal de Odontologia e tampouco dos órgãos sanitários. Igualmente, não há restrição ética, legal ou normativa ao cirurgião-dentista quanto ao atendimento de familiares, com consequente prescrição medicamentosa, desde que a prescrição seja estabelecida em razão do tratamento odontológico e a ele relacionada, com cautela e bom senso.
Todos os momentos em que o cliente contata a sua clínica ou consultório são importantes; mas o primeiro contato tem poderes mágicos. Se bem aproveitado, naturalmente. O modo como você ou sua atendente recepciona é como a primeira impressão: determina o ânimo que o te vai levar para todas as consultas, serve para derrubar barreiras e comportamento defensivo, fazê-lo sentir-se acolhido. Nunca se deve esquecer de que um cliente que busca um profissional da saúde quase sempre está doente. Não deixe de reforçar esse comportamento cativante, que deve prevalecer em todos seus auxiliares.
Muitos especialistas estimam que custa cinco vezes mais substituir um cliente antigo por outro que tomar as ações adequadas para manter o antigo no lugar. Pesquisas avaliam que apenas uma em cada dez pessoas insatisfeitas irá reclamar. As outras nove simplesmente dirão adeus ao seu consultório sem que você saiba a razão. Pior: pacientes insatisfeitos contam para mais de dez pessoas a experiência desagradável que tiveram, gerando uma propaganda boca a boca negativa devastadora. A reclamação deve ser vista como oportunidade para reconhecer erros cometidos e corrigi-los, aperfeiçoando serviços e evitando comentários destruidores. Empresas que não querem ouvir a voz do cliente gastam milhões em divulgação apenas para substituir os clientes que estão perdendo e, mesmo assim, continuam sem saber por que o seu negócio está em perigo. É fundamental aferir sempre a qualidade de seu serviço, obter feedback do desempenho. Uma das maneiras mais práticas de obter esse retorno é quando se tem convênios ou credenciamentos. Aproximar-se dos auditores, ter uma relação profissional amistosa pode valer muitos toques produtivos para o crescimento na profissão. Todo cliente de plano de saúde adora ter uma instância a quem recorrer quando tem queixas ou reclamações. Se não for alguma aberração ou algo que distoe muito de um comportamento normal, que assim ele vai lhe dizer na lata mesmo, então vai usar os ouvidos de um auditor para contar o que não achou condizente com o tratamento que esperava ter tido. A essas “inconfidências” você pode ter acesso, se tiver um interlocutor amigo do outro lado, e pode ser uma dica das mais construtivas. Uma reclamação essencialmente é sinal de que houve um problema. No mínimo, de comunicação. E não é o caso de se irritar ou perder a cabeça. É muito mais produtivo agir como comerciantes antigos, que afixavam bem visível a inscrição “cliente tem sempre razão”. Se você reclama e indica falhas, no fundo é porque considera que pode influenciar os acontecimentos, que pode alterar a situação. Falhas corrigidas com rapidez e atenção irão surpreender o cliente, demonstrando que, em caso de problemas, pode-se contar com o esforço extra e a total boa vontade do profissional em resolvêlos. Isto transmitirá confiança, fazendo o cliente se sentir respeitado e valorizado. Quando bem ouvido, levado em consideração, a atitude racional e firme em direção do atendimento da reivindicação pode fazer valorizar ainda mais o profissional. A esse cliente construtivo se deve ser grato pela oportunidade que nos proporcionam. Como lidar com reclamações de clientes? Saber ouvi-las com tranqüilidade e sem alteração é um bom começo. Nunca se deve gritar porque alguém lhe dirige a voz em altos brados. Desarme (no sentido de desestabilizar, claro) seu interlocutor com calma e educação. Deixe-o desabafar sem interromper. Desculpar-se respeitosamente pelo incômodo causador da alteração é sempre boa política, ainda que o cliente não tenha razão, pois isso o tornará mais calmo e receptivo. Passo seguinte é procurar corrigir a falha. Devemos oferecer alternativas sobre o que pode ser feito para corrigir a falha, amenizar e compensar os problemas causados. Se conseguirmos demonstrar sinceridade em nossas atitudes, a chance de manter o cliente é grande.
Agora, no mundo virtual, são sites e aplicativos projetados para permitir que as pessoas compartilhem conteúdo de forma rápida, eficiente e em tempo real. Embora muitas pessoas acessem a mídia social por meio de aplicativos de smartphone, essa ferramenta de comunicação começou com computadores. A mídia social pode se referir a uma ferramenta de comunicação que permite usuários a compartilhar conteúdo por terem interesses, objetivos e valores em comum. A capacidade de compartilhar fotos, opiniões e eventos em tempo real transformou a maneira como as pessoas vivem e fazem negócios. A entrada da internet no cotidiano fez as mídias sociais ganharem força a ponto de criar redes sociais usadas por pessoas do mundo todo como Instagram, Facebook, Twitter e TikTok.
O que torna a mídia social especial é que ela é ampla e relativamente sem censura. Um local em que se pode expressar e exercer a identidade. Ultimamente, porém, muitas redes sociais estão impondo algumas limitações como: retirar imagens que exibem violência ou nudez, postagens ofensivas ou até mesmo cyber bullying (bullying na internet).
Qualquer pessoa com acesso à Internet pode se inscrever para uma conta de rede social. Pode-se usar essa conta para compartilhar o que se quiser e com quem quiser.
Noções básicas: como funcionam
Como as mídias sociais são compostas de diversos tipos diferentes de sites e aplicativos, a função dessas ferramentas também varia muito. No entanto, a maioria das plataformas começa com um usuário criando um perfil, geralmente fornecendo um nome, um endereço de e-mail ou então um número de telefone. Ao criar um perfil, pode-se criar e compartilhar conteúdo. Além de criar conteúdo para o perfil, podem-se encontrar outras pessoas com conteúdo que esteja dentro do gosto do usuário.
Portanto, dependendo da plataforma, um usuário pode “seguir” (Twitter, Instagram e TikTok), adicioná-lo como um “amigo” (Facebook) ou poderá “se inscrever” na página de outro usuário (Youtube).
Por isso muitas plataformas usam os chamados “feeds” que permitem aos usuários rolar pelo seu próprio conteúdo ou de outras pessoas. Muitas empresas de mídias sociais usam algoritmos, com base nos dados de perfil de um usuário, para determinar o conteúdo que aparece e a ordem em que aparece. O feed incluirá conteúdo de usuários “seguidos”, bem como de entidades que pagam para promover seu conteúdo. Esse algoritmo é muitas vezes responsável em calcular a relevância desse usuário com seu público.
As primeiras redes sociais do mundo
A primeira mídia social do mundo foi o site Six Degrees, criado em 1997. Ele permitia que os usuários carregassem um perfil e fizessem amizade com outros usuários. No Brasil, ficou famoso o Orkut, durante onze anos a partir de 2004, criado por um engenheiro turco do Google. Enquanto isso, no exterior, entre os pioneiros figurava o MySpace.
Em 1999, os primeiros sites de blog se tornaram populares com o GeoCities, Yahoo e Fotolog, criando uma sensação na mídia social que ainda é muito popular nos dias de hoje.
A predominância do ambiente online e sua influência em nossas vidas é gigante, principalmente com o marketing digital e a transformação digital tão presentes. Atualmente mais de 3,8 bilhões de pessoas em todo o mundo estão conectadas ao mundo virtual. Isso porque existem atualmente 3 bilhões de usuários ativos nas redes sociais. E esse número tende a crescer cada vez mais, com a dinâmica de melhorias constantes dessas plataformas e o surgimento de novas.
Hoje em dia, todo profissional contemporâneo já tem incorporado em seu cotidiano publicações para manter seu perfil ativo, o que coloca empresas sempre à vista de seu público-alvo, além de gerar interação e engajamento.
Em resumo, as empresas, assim como qualquer pessoa, utilizam as redes sociais para interagir com seus clientes e fãs.
Quais são os principais tipos de redes sociais?
Redes sociais têm diferentes propostas, e é isso que faz delas tão interessantes. Há opções para todos os gostos de usuários e, consequentemente, para todos os segmentos de mercado.
Toda empresa pode se posicionar nessas plataformas, criar relacionamento com o público e oferecer conteúdo regularmente, bastando para isso saber qual é a rede social certa. Há, basicamente, quatro tipos atualmente: relacionamento, entretenimento, network e de nicho.
A seguir, entenda melhor cada uma delas, qual o foco, quais redes compõem as categorias e como cada uma pode ser explorada.
Relacionamento: as redes sociais de relacionamento são aquelas focadas em criar um espaço para que pessoas se conectem, compartilhem experiências cotidianas e criem uma rede de amigos. Esse é, talvez, o modelo mais tradicional de rede social e que, com o passar das gerações, sempre esteve presente. Não há dúvidas de que o Facebook é o principal player da categoria. Por lá, é possível adicionar amigos, fazer comentários nas publicações deles, conversar por meio de uma ferramenta de mensagens instantâneas, além de várias outras interações.
Entretenimento: plataformas de entretenimento também são de grande interesse do público; afinal, todos querem passar um tempo descontraído e de lazer na internet. Hoje, a rede social mais poderosa no entretenimento é o YouTube, plataforma de vídeos que a cada dia se torna mais completa. Essas redes sociais são focadas na oferta de conteúdo de mídia, como vídeos, fotos, transmissões em streaming, entre outras possibilidades.
O Instagram é uma rede que pode ser considerada tanto de relacionamento quanto de entretenimento. Outro bom exemplo da categoria é a Twitch.
Relacionamento profissional: redes de relacionamento profissional são focadas em criar um ambiente de apresentação, facilitando o networking, a captação de talentos e a busca por novas oportunidades de trabalho. Esse é, basicamente, o papel do LinkedIn, a principal do segmento. Para empresas, estar no LinkedIn é essencial, mas do ponto de vista corporativo. Isso ajuda companhias a se posicionarem dentro do segmento, de modo que se tornem mais atrativas para talentos do mercado e para possíveis investidores do setor.
Nicho: as redes de nicho são, geralmente, de menor porte, com um foco bastante específico em um setor, seja profissional, seja social. Elas têm temas bem definidos e, geralmente, só quem tem interesse pelo assunto tem uma conta ativa nessas redes sociais. A Twitch, citada anteriormente, era uma rede de nicho, já que seu foco inicial era no streaming de games. No entanto, o serviço cresceu tanto que, hoje, há mais do que gamers presentes nela. Outros bons exemplos são: Quora, Yelp, TripAdvisor e Couch Surfing.
E quais as principais redes sociais?
Facebook (Número de usuários: + 2,6 bilhões): o Facebook é a maior rede social do mundo. E não é à toa: nenhuma outra na história da Internet conseguiu reunir tão bem em um lugar só tudo que seu usuário precisa. Além de ser focada em seus usuários, ela é uma das maiores formas de geração de oportunidades e aquisição de clientes para qualquer empresa.
Youtube (Número de usuários: + 2 bilhões): estamos vivenciando o auge do Youtube. É quase impossível não ver pelo menos um vídeo dessa rede social em seu dia. Muito disso se deve a crescente presença de conteúdos audiovisuais no marketing digital. A plataforma de compartilhamento de vídeos permite a disseminação em massa de vídeos, onde atualmente existem verdadeiras comunidades. Sejam eles influenciadores ou empresas tentando transmitir seu conteúdo, o Youtube se tornou uma mídia imprescindível para qualquer indivíduo. Fundado em 2005 e comprada pelo Google em 2006, ela tem tudo para continuar seu crescimento gigantesco nos próximos anos.
WhatsApp (Número de Usuários: + 2 bilhões de usuários): talvez a rede social mais popular do Brasil, o WhatsApp está conosco todos os dias e em todos os momentos. Afinal, ele é nossa maneira mais fácil de comunicar com outras pessoas e pode ser um grande facilitador para seus consumidores fazerem o mesmo. Baseado na troca de mensagens instantâneas, é a maior plataforma do mundo com essa função e é uma ótima maneira de manter o relacionamento com seu público.
Instagram (Número de usuários: + 1 bilhão): falar de redes sociais atualmente e não dar o devido destaque ao Instagram é um grande erro. Uma das mídias sociais com maior crescimento nos últimos anos, a previsão é de uma expansão ainda maior para os próximos anos, considerando as funcionalidades que surgem a todo momento e o crescente número de usuários. Os milhões de usuários da rede aproveitam das inúmeras possibilidades que o aplicativo de compartilhamento de fotografias oferece desde compartilhar momentos diários com o Instagram Stories até interagir e comentar nas postagens de amigos e familiares, criando uma verdadeira rede social nessa plataforma.
Como o Instagram é a maior rede social com foco em conteúdo visual, ela apresenta grandes oportunidades tanto para empresas quanto para indivíduos. Existem várias dicas para conseguir utilizar todo o potencial dessa ferramenta, como fazer lives para trazer autenticidade para sua estratégia, utilizar o Stories para gerar tráfego, saber aproveitar o algoritmo do Instagram, entre outras maneiras de bombar nessa rede.
TikTok (Número de usuários: + 800 milhões): o TikTok é reconhecido atualmente como um dos aplicativos sociais de maior crescimento nos últimos anos. Essa rede de vídeos rápidos lançada em 2016 realmente teve uma grande difusão a partir da fusão com o aplicativo de músicas chamado Musical-ly, em 2018. Além de vídeos com fundos musicais, hoje a rede já conta com uma ampla gama de conteúdos que vão do modelo educacional ao de entretenimento.
LinkedIn (Número de Usuários: + de 675 milhões de usuários): a maior rede social profissional do mundo foi criada em 2002 e vive, assim como o Youtube, tempos áureos de sua jornada. Imprescindível para qualquer profissional, étambém essencial para toda empresa. Além de ser um grande hub de conexões profissionais, é utilizado por muitas marcas como principal plataforma de recrutamento de talentos e grande potencializador de carreiras.Tudo do mundo dos negócios está nessa rede e ela possui cada vez mais influência e relevância nesse meio.
Twitter (Número de usuários: + 330 milhões): o Twitter é uma das maiores redes sociais do mundo, sendo marcada como um lugar no qual seus usuários podem compartilhar sua rotina e suas opiniões. Essa rede social é palco de grandes debates político-sociais e, apesar de estar em declínio, se mostra extremamente relevante como espaço de expressão. E, por isso, ele uma plataforma muito vantajosa para as marcas.
Snapchat (Número de Usuários: + de 229 milhões de usuários ativos): criado em 2011, o Snapchat teve seu boom no mercado brasileiro entre 2014 e 2015, quando era praticamente impossível que um jovem de 12 a 25 anos não estivesse presente por lá. O aplicativo se baseia no compartilhamento de conteúdo em vídeo, fotos ou textos entre seus usuários. No entanto, a grande diferença é que essas imagens somem com 24 horas de seu envio. A ideia da efemeridade e possibilidade de interações rápidas entre círculos sociais foi o que conquistou grande parte do país e do mundo. No entanto, em 2016, com o surgimento do Instagram Stories, a plataforma entrou em um agravado declínio e agora não está nem perto de ser o que era em seu momento de auge. Apesar disso ela ainda está presente no cotidiano de muitas pessoas e tem sua importância.
Qual é a rede social do momento no Brasil?
Primeiro, é importante conhecer quem é a número 1 do mundo: Facebook, segundo levantamento do Statista. O resultado não é nenhuma novidade, já que a rede social esteve, por muito tempo, ocupando essa posição mundialmente. Quando falamos sobre quais são as redes sociais mais usadas no Brasil, o levantamento mais recente sobre o número de usuários foi a do Digital – We Are Social. Ele aponta a seguinte lista:
Facebook: 2,271 milhões;
YouTube: 1,900 milhão;
WhatsApp: 1,500 milhão;
Facebook Messenger: 1,300 milhão;
WBXIN/WeChat: 1,083 milhão;
Instagram: 1 milhão;
QQ: 803 mil;
QZone: 531 mil;
DOUYIN/TikTok: 500 mil;
Sina Weibo: 446 mil;
Reddit: 330 mil;
Twitter: 326 mil;
Douban: 320 mil;
LinkedIn: 303 mil;
Baidu Tieba: 300 mil;
Skype: 300 mil;
Snapchat: 287 mil;
Viber: 260 mil;
Pinterest: 250 mil;
Line: 194 mil.
Quais os benefícios das redes sociais para empresas?
Enquanto para usuários comuns as redes sociais são plataformas focadas em criar conexões e se manter perto de pessoas conhecidas, para as empresas, há perspectiva estratégica. Estar nessas plataformas é praticamente uma obrigação desde que a transformação digital se tornou realidade. A razão para isso é simples: os consumidores/clientes estão nelas. Assim, ter uma página em redes sociais é se fazer presente e, por meio dos recursos possíveis, comunicar-se e manter um relacionamento com o público. Pode haver muitos benefícios em ter presença ativa em páginas como Facebook, Instagram, entre outras.
Termos indispensáveis nas redes sociais
algorítmo: regras automatizadas que redes sociais aplicam para rankear, classificar e encontrar conteúdos;
ad: qualquer anúncio veiculado em redes sociais;
branding: trabalho de gestão de marca e aplicação de sua identidade em diversos momentos;
campanha: conjunto de anúncios focados em um produto, época do ano, entre outras categorias;
conversão: toda vez que um usuário realiza uma ação projetada pela estratégia da empresa;
CPC: métrica que mede o valor a ser pago por cada clique em um anúncio;
engajamento: Nível de envolvimento do público com a marca nas redes sociais.
impressões: visualizações de um link, postagem ou conteúdo;
impulsionamento: investir dinheiro para que uma publicação alcance mais usuários;
likes: curtidas nas redes sociais;
live streaming: transmissões de qualquer evento ou conteúdo nas redes sociais;
meme: imagens, ilustrações ou qualquer conteúdo visual que viralize e passe a ser aplicado em diversos contextos para gerar interações com o público;
métricas: estatísticas referentes ao desempenho da página, ou de publicações, na rede social;
Net Promoter Score (NPS): mensura o nível de satisfação do cliente;
orgânico: qualquer ação que seja feita sem que haja investimento para impulsionar;
ROI: percentual de retorno obtido por cada real gasto em uma campanha;
SEO: conjunto de técnicas de otimização de conteúdo e páginas para figurar nos primeiros resultados do Google;
timeline: linha do tempo de postagem de conteúdos de uma página nas redes sociais;
User Generated Content (UGC): estratégia que visa a utilizar conteúdo criado pelo usuário para promover uma campanha ou a marca.
É componente óptico de alta tecnologia, essencial para qualquer consultório. Seu objetivo é o de propiciar uma iluminação adequada na boca e nos dentes do paciente durante o trabalho do odontologista. Essa iluminação adequada compreende os seguintes pontos: bom nível de iluminação, de 20.000 a 25.000 lux; propiciar iluminação com um mínimo de sombras durante a utilização de instrumentos pelo dentista; boa concentração da luz de forma que apenas a boca do paciente seja iluminada e não seu rosto todo, principalmente os olhos; luz branca, luz do dia, igual à luz solar; luz fria de forma a não esquentar a boca do paciente; e elevado tempo de vida apesar da utilização de lâmpadas halógenas de alta potência muito próximas ao refletor. Os maiores ganhos em tecnologia e design nas últimas gerações de refletores e que estão disponíveis pelos maiores fabricantes do país são: facilidade na troca de lâmpada, que dispensa assistência técnica; controle de intensidades, até quatro; espelhamento multifacetado para concentração do foco de luz, permitindo perfeita iluminação mesmo quando existe algum obstáculo parcial da luz; acionamento pelo pedal da cadeira com duas intensidades; e puxadores bilaterais que possibilitem isolamento.
Mesmo que seja apenas para uma demão de tinta, uma substituição de piso ou troca de objetos de decoração, como quadros, é sempre uma maneira de mostrar apreço pela clientela e passar imagem de negócio bem-sucedido. Pessoas gostam de ser fiéis a empreendimentos progressistas, profissionais que deixem clara sua aceitação na comunidade e em permanente renovação. Assim, ponha na sua agenda uma revisão bianual e não deixe de realizá-la.
Com isso, pretende dar maior visibilidade ao controle social a ser exercido pela população e tornar disponíveis informações das atuais condições de infraestrutura de funcionamento dos estabelecimentos de saúde nas esferas federal, estadual e municipal. O número do CNES identifica o estabelecimento junto ao Ministério da Saúde e aos órgãos competentes. Pode-se ter o roteiro do cadastramento em São Paulo acionando o site www.prefeitura.sp.gov.br/cnes.
COMO CADASTRAR SEU ESTABELECIMENTO Em primeiro lugar, você deverá entrar em contato com seu gestor local, que poderá ser a Secretaria Municipal de Saúde ou a Secretaria Estadual de Saúde. Cabe ao Gestor Municipal de Saúde o cadastramento e manutenção dos estabelecimentos junto ao CNES. Para tanto, entrar no site do CNES digitando cnes.datasus.gov.br (sem o www) para ter acesso aos nomes e aos endereços de contato do seu gestor (os da cidade de São Paulo estão descritos adiante). Selecione “Serviços/Gestores/Relação de Gestores Cadastrados”. O site disponibilizará uma opção na qual você fará a escolha do seu Estado. Isto feito, o site apresentará uma tela em que estarão disponíveis todos os municípios plenos e a Secretaria Estadual de Saúde do seu Estado. A partir daí, escolha seu município ou secretaria estadual de saúde. Anote o endereço e o telefone para os contatos necessários. Para auxiliar no processo de conhecimento do CNES e seus requisitos, é recomendável uma leitura pormenorizada da legislação contida no site na opção “Institucional/Legislação” como também que sejam baixadas e impressas as fichas FCES a serem preenchidas, bem como o seu manual de preenchimento constantes na opção “Documentação/Manual de Preenchimento SCNES”. No total, são 15 fichas que devem ser preenchidas manualmente, em duas vias, assinadas e carimbadas no campo “diretor da unidade” originais. Para a instalação do aplicativo FCES Completa, é necessário criar uma pasta (meu computador, C, arquivo, novo, pasta, nomeada “FCES”). No site datasus, clicar em “serviços – recebimento de arquivos download – FCES completa” e salvar na pasta “FCES”. Descompactar o arquivo com winzip e executar a instalação seguindo as instruções do sistema sem alterar os caminhos indicados pelo programa. Será exibida a tela “informações do gestor”, que deverá ser preenchida da seguinte forma:
- perfil do gestor: distrito sanitário;
- cadastrante: gestor;
- cadastramento: completo;
- responsável: usuário e senha, que devem ser criados pelo responsável pelo estabelecimento;
- máquina: assinalar número acima de 4;
- preencher os dados do estabelecimento;
- salvar os dados; o sistema irá reiniciar;
- para o sistema ser aberto, utilizar o nome e a senha de usuário criados. Iniciar o cadastramento digitando as informações do Estabelecimento de saúde, no sistema: incluir, clicar na lupa, acessar:
- informações gerais, módulo básico, salvar;
- informações gerais, módulo ambulatorial, salvar;
- equipamentos, salvar;
- profissionais não SUS, salvar;
- manutenção, backup, salvar no computador ou pendrive (direcionar para drive “c”, ou “d” clicando no ícone em forma de mão), clicar OK;
- movimento, imprimir relatório de consistência. Documentos necessários:
- fichas FCES preenchidas manualmente, assinadas e carimbadas pelo responsável pelo estabelecimento;
- meio magnético com a cópia (backup);
- duas cópias do alvará de funcionamento. Local de entrega:
- em São Paulo: SMS, Rua General Jardim, 36, 6°, setor de cadastro. Esse cadastramento não tem nenhum custo. Na cidade de São Paulo, este é o contato do gestor:
- Heitor Mimura/Equipe de Cadastro; SMS-SP GIG, R. General Jardim, 36, 6º, V. Buarque. Tel. (11)2027-2338 e 2027-2342. e-mail: cnes@prefeitura.sp.gov.br.
LEI No 5.081, DE 24 DE AGOSTO DE 1966
Regula o exercício da Odontologia
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1° O exercício da Odontologia no território nacional é regido pelo disposto na presente Lei.
Do Cirurgião-Dentista
Art. 2° O exercício da Odontologia no território nacional só é permitido ao cirurgião-dentista habilitado por escola ou faculdade oficial ou reconhecida, após o registro do diploma na Diretoria do Ensino Superior, no Serviço Nacional de Fiscalização da Odontologia sob cuja jurisdição, se achar o local de sua atividade.
Parágrafo único. VETADO.
Art. 3° Poderão exercer a Odontologia no território nacional os habilitados por escolas estrangeiras, após a revalidação do diploma e satisfeitas as demais exigências do artigo anterior.
Art. 4° É assegurado o direito ao exercício da Odontologia, com as restrições legais, ao diplomado nas condições mencionadas no Decreto-lei no 7.718, de 9 de julho de 1945, que regularmente se tenha habilitado para o exercício profissional, somente nos limites territoriais do Estado onde funcionou a escola ou faculdade que o diplomou.
Art. 5° É nula qualquer autorização administrativa a quem não for legalmente habilitado para o exercício da Odontologia.
Art. 6° Compete ao cirurgião-dentista:
I – praticar todos os atos pertinentes à Odontologia, decorrentes de conhecimentos adquiridos em curso regular ou em cursos de pós-graduação;
II – prescrever e aplicar especialidades farmacêuticas de uso interno e externo, indicadas em Odontologia;
III – atestar, no setor de sua atividade profissional, estados mórbidos e outros;
IV – proceder à perícia odontolegal em foro civil, criminal, trabalhista e em sede administrativa;
V – aplicar anestesia local e troncular;
VI – empregar a analgesia e a hipnose, desde que comprovadamente habilitado, quando constituírem meios eficazes para o tratamento;
VII – manter, anexo ao consultório, laboratório de prótese, aparelhagem e instalação adequadas para pesquisas e análises clínicas, relacionadas com os casos específicos de sua especialidade, bem como aparelhos de raios X, para diagnóstico, e aparelhagem de fisioterapia;
VIII – prescrever e aplicar medicação de urgência no caso de acidentes graves que comprometam a vida e a saúde do paciente;
IX – utilizar, no exercício da função de perito-odontólogo, em casos de necropsia, as vias de acesso do pescoço e da cabeça.
Art. 7° É vedado ao cirurgião-dentista:
a) expor em público trabalhos odontológicos e usar de artifícios de propaganda para granjear clientela;
b) anunciar cura de determinadas doenças, para as quais não haja tratamento eficaz;
c) exercício de mais de duas especialidades;
d) consultas mediante correspondência, rádio, televisão ou meios semelhantes;
e) prestação de serviço gratuito em consultórios particulares;
f) divulgar benefícios recebidos de clientes;
g) anunciar preços de serviços, modalidades de pagamento e outras formas de comercialização
da clínica que signifiquem competição desleal.
Dos Peritos-Odontólogos Oficiais
Art. 8° VETADO.
I – VETADO.
II – VETADO.
Dos Dentistas Práticos Licenciados
Art. 9° VETADO.
a) VETADO.
b) VETADO.
c) VETADO.
d) VETADO.
e) VETADO.
Art. 10. VETADO.
Parágrafo único. VETADO.
Art. 11. VETADO.
Disposições Gerais
Art. 12. O Poder Executivo baixará decreto, dentro de 90 (noventa) dias, regulamentando a presente Lei.
Art. 13. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogados o Decreto-Lei no 7.718, de 9 de julho de 1945, a Lei no 1.314, de 17 de janeiro de 1951, e demais disposições em contrário.
Brasília, 24 de agosto de 1966; 145o da Independência e 78o da República.
H. CASTELLO BRANCO
Raymundo Moniz de Aragão
L. G. do Nascimento e Silva
Raymundo de Britto
LEI No 5.081, DE 24 DE AGOSTO DE 1966
Regula o exercício da Odontologia
(Publicada no Diário Oficial – Seção I – Parte I – de 26 de agosto de 1966 e retificado no Diário Oficial de 4 de setembro de 1966)
RETIFICAÇÃO
Na página 9.843, 1ª coluna, no artigo 2°,
ONDE SE LÊ:
… de Fiscalização da Odontologia, sob cuja jurisdição se achar o local de sua atividade.
LEIA-SE:
… de Fiscalização da Odontologia, na repartição sanitária estadual competente, e inscrição no Conselho Regional de Odontologia sob cuja jurisdição se achar o local de sua atividade.
LEI No 6.215, DE 30 DE JUNHO DE 1975
Altera a redação do item III do Artigo 6o da Lei no 5.081, de 24 de agosto de 1966, que “Regula o exercício da Odontologia”
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1° O item III do Art. 6° da Lei no 5.081, de 24 de agosto de 1966, passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 6° Compete ao cirurgião-dentista:
III – atestar, no setor de sua atividade profissional, estados mórbidos e outros, inclusive para justificação de faltas ao emprego.”
Art. 2o Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Brasília, 30 de junho de 1975; 154o da Independência e 87o da República.
ERNESTO GEISEL
Arnaldo Prieto
Paulo de Almeida Machado
LEI No 3.999, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1961
Altera o salário mínimo dos médicos e cirurgiões-dentistas
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1° O salário mínimo dos médicos passa a vigorar nos níveis e da forma estabelecida na presente Lei.
Art. 2° A classificação de atividades ou tarefas, desdobrando-se por funções, será a seguinte:
a) médicos (seja qual for a especialidade);
b) auxiliares (auxiliar de laboratorista e radiologista e internos).
Art. 3° Não se compreende na classificação de atividades ou tarefas, previstas nesta Lei (obrigando ao pagamento de remuneração), o estágio efetuado para especialização ou melhoria de tirocínio, desde que não exceda ao prazo máximo de seis meses e permita a sucessão regular no quadro de beneficiados.
Art. 4° É salário mínimo dos médicos a remuneração mínima, permitida por lei, pelos serviços profissionais prestados por médicos, com a relação de emprego, a pessoas físicas ou jurídicas de direito privado.
Art. 5° Fica fixado o salário mínimo dos médicos em quantia igual a três vezes e o dos auxiliares a duas vezes mais o salário mínimo comum das regiões ou sub-regiões em que exercerem a profissão.
Art. 6° O disposto no art. 5° aplica-se aos médicos que, não sujeitos ao horário previsto na alínea a do art. 8°, prestam assistência domiciliar por conta de pessoas físicas ou jurídicas de direito privado, como empregados destas, mediante remuneração por prazo determinado.
Art. 7° Sempre que forem alteradas as tabelas do salário mínimo comum, nas localidades onde o salário mínimo geral corresponder a valor inferior à metade da soma do mais alto e do mais baixo salário mínimo em vigor no país, o salário mínimo dos médicos será reajustado para valor correspondente a três vezes e o dos auxiliares para duas vezes mais esta metade.
Art. 8° A duração normal do trabalho, salvo acordo escrito que não fira de modo algum o disposto no art. 12, será:
a) para médicos, no mínimo, de duas horas e, no máximo, de quatro horas diárias;
b) para os auxiliares, de quatro horas diárias.
§ 1° Para cada noventa minutos de trabalho, gozará o médico de um repouso de dez minutos.
§ 2° Aos médicos e auxiliares que contratarem com mais de um empregador, é vedado o trabalho além de seis horas diárias.
§ 3° Mediante acordo escrito, ou por motivo de força maior, poderá ser o horário normal acrescido de horas suplementares, em número não excedente de duas.
§ 4° A remuneração da hora suplementar não será nunca inferior a 25% (vinte e cinco por cento) à da hora normal.
Art. 9° O trabalho noturno terá remuneração superior à do diurno e, para esse efeito, sua remuneração terá um acréscimo de 20% (vinte por cento), pelo menos, sobre a hora diurna.
Art. 10. O profissional designado para servir fora da cidade ou vila para a qual tenha sido contratado, não poderá:
a) perceber importância inferior a do nível mínimo de remuneração que vigore naquela localidade;
b) sofrer redução, caso se observe nível inferior.
Art. 11. As modificações futuras de critério territorial para a fixação dos salários mínimos comuns, em tabelas, aproveitarão, também, para os dos médicos.
Art. 12. Na hipótese de o ajuste ou contrato de trabalho ser incluído à base-hora, o total da remuneração devida não poderá perfazer quantia inferior a 25 vezes o valor da soma das duas primeiras horas, conforme o valor-horário calculado para a respectiva localidade.
Art. 13. São aplicáveis ao salário mínimo dos médicos as disposições de caráter geral sobre o salário mínimo constantes do Decreto-lei no 5.452, de 1o de maio de 1943 (CLT).
Art. 14. A aplicação da presente Lei não poderá ser motivo de redução de salário, nem prejudicará a situação de direito adquirido.
Art. 15. Os cargos ou funções de chefias de serviços médicos somente poderão ser exercidos por médicos, devidamente habilitados na forma da lei.
Art. 16. A partir da vigência da presente Lei, o valor das indenizações estaduais na CLT, que venham a ser devidas, será desde logo calculado e pago de conformidade com os níveis de remuneração nela fixados.
Art. 17. Para os fins de previdência social, os médicos, que não sejam contribuintes obrigatórios dos Institutos ou Caixas de Aposentadoria e Pensões, serão considerados contribuintes facultativos do IAPC.
Art. 18. Aos médicos que exerçam a profissão como empregados de mais de um empregador é permitido contribuir, cumulativamente, na base dos salários efetivamente recebidos nos diversos empregos, até o máximo de dez vezes o maior salário mínimo geral vigente para os trabalhadores não abrangidos por esta Lei, cabendo aos respectivos empregadores recolher as suas cotas, na proporção dos salários pagos.
Art. 19. Às instituições de fins beneficentes e caritativos, que demonstrem não poder suportar o pagamento dos níveis mínimos de salários instituídos na presente Lei, será facultado requerer ao Conselho Nacional do Serviço Social isenção total ou redução dos mesmos salários.
§ 1° A isenção, para ser concedida, deve subordinar-se à audiência do órgão sindical e da Associação Médica Brasileira, por intermédio de sua federada regional, bem assim do Serviço de Estatística da Previdência e do Trabalho, do Ministério do Trabalho e da Previdência Social.
§ 2° A isenção poderá ser declarada, em cada caso, na fase da execução da sentença proferida em litígio trabalhista, pelo Juízo ou Tribunal competente, podendo, contudo, a execução ser reaberta, independente de qualquer prazo prescricional, sempre que o interessado prove alteração superveniente das condições econômicas da instituição.
Art. 20. Os benefícios desta Lei estendem-se aos profissionais da medicina e seus auxiliares que trabalham ou venham a trabalhar em organizações industriais e agrícolas, localizadas em zonas urbanas e rurais.
Parágrafo único. As empresas que já tenham serviço médico-social organizado conservarão seus médicos e auxiliares com as vantagens decorrentes desta Lei, levando-se em consideração o tempo de serviço, as distâncias e outros fatores que possam influir na organização do horário, de acordo com as necessidades do serviço.
Art. 21. São automaticamente nulos todos os contratos de trabalho que, de qualquer forma, visem a elidir a presente Lei.
Art. 22. As disposições desta Lei são extensivas aos cirurgiões dentistas, inclusive aos que trabalham em organizações sindicais.
Art. 23. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Brasília, em 21 de dezembro de 1961; 140o da Independência e 73o da República.
JOÃO GOULART
Tancredo Neves
Souto Maior
descrição dos cuidados relativos aos aspectos de biossegurança; rotinas de procedimentos no controle de doenças transmissíveis e registro das ocorrências relativas à doença de notificação compulsória. Esse Regulamento Interno deve ser mantido no estabelecimento e apresentado ao órgão sanitário competente, quando solicitado.
Clientes fazem parte do relacionamento profissional, não pessoal. Portanto, contenha a curiosidade e não pergunte por que ela se separou e não queira saber a razão daquela tristeza aparente. Segure a peteca e não caia na armadilha da intimidade.
- se era realizada esterilização com estufa ou autoclave; b. se o número de instrumental clínico e brocas era o suficiente para atendimento diário; c. se era realizada desinfecção/descontaminação antes da lavagem e esterilização; se era obedecido tempo de imersão e prazo de validade da solução; d. se possuía equipamentos de proteção individual, como protetores oculares, máscaras, luvas e avental para toda equipe de trabalho; e. a situação e a condição dos equipamentos estavam em estado condizente com os procedimentos executados; se o compressor estava instalado fora da área de atendimento ou com proteção acústica e se o sugador de saliva estava provido de pontas descartáveis; f. a situação e as condições da edificação: se a área de atendimento estava delimitada por parede ou divisória até o teto, com ligação de esgoto próprio para cada consultório; se o piso era de material liso, resistente, e impermeável, que permita um completo processo de limpeza e descontaminação, sem a presença de descontinuidades, como fendas ou rachaduras; se as paredes/divisórias tinham acabamento liso, de cores claras revestidas com tinta ou material que permita um completo processo de limpeza e desinfecção; e se a ligação hidráulica tinha entrada e saída de água.
Com o desenvolvimento dos materiais e instrumentais, e a evolução da percepção da necessidade de se manter uma biossegurança sem vulnerabilidade, a Vigilância Sanitária produziu, em 2006, uma publicação intitulada “Serviços Odontológicos: Prevenção e Controle de Riscos”, em que se destacou questões relacionadas às normas de biossegurança e à legislação sanitária, buscando condensar o conhecimento e a visão institucional acerca do tema. O opúsculo é muito interessante, e discorre sobre os seguintes temas:
— Infraestrutura física, Documentação e condições para o funcionamento dos serviços odontológicos, Precauções-padrão e riscos ocupacionais; Acidente de trabalho e conduta após exposição ao material biológico; Higienização das mãos, Equipamentos de proteção individual, Fluxo e processamento de artigos, Processamento de superfícies, linhas de água, rouparia e limpeza geral, Antibioticoprofilaxia em Odontologia, O órgão dental e a importância dos bancos de dentes, Gerenciamento de resíduos em serviços odontológicos, Proteção radiológica, Manutenção preventiva de equipamentos odontológicos.
A publicação é de leitura obrigatória e é mportante instrumento de apoio aos profissionais que, na realização das práticas ou na vigilância delas, lidam, diariamente, com os riscos inerentes aos serviços de promoção, proteção e assistência odontológica à população. Confira em www.anvisa.gov.br/servicosaude/manuais/manual_odonto.pdf.
SITUAÇÃO E CONDIÇÕES DA EDIFICAÇÃO • Sem a presença de focos de insalubridade (vasos ou aquários) na área de procedimentos. • Portas e janelas com superfície lisa, de fácil limpeza. • Iluminação que permite boa visualização do campo de trabalho. • Ventilação que oferece conforto térmico. • Encanamento hidráulico embutido ou protegido de forma a impedir retenção de sujeiras. • Lavatório com água corrente exclusivo para lavagem das mãos. • Instrumental lavado em lavatório distinto do destinado à lavagem das mãos. • Lavatório fora da área de atendimento clínico (somente para clínicas odontológicas e clínicas modulares). • Lavatórios possuem sistema que impeça o contato direto das mãos com o registro da torneira. • Utiliza sabonete líquido. • Possui toalheiro de papel para secagem das mãos. • Área mínima adequada para atendimento, conforme tipo de estabelecimento, de 6 m2 por cadeira. • Área mínima adequada para recepção, conforme tipo de estabelecimento. • Instalações sanitárias com vasos sanitários e lavatórios em número suficiente, de acordo com o tipo de estabelecimento. • O estabelecimento possui aparelho de ar-condicionado. • Os filtros do aparelho são limpos regularmente.
SITUAÇÃO E CONDIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS • Cadeira odontológica em estado de limpeza e conservação condizente com os procedimentos executados. • Mocho odontológico em estado de limpeza e conservação condizentes com os procedimentos executados. • Refletor odontológico em estado de limpeza condizente com os procedimentos executados. • Refletor com alça recoberta com protetor descartável. • Equipo odontológico em estado de funcionamento e limpeza condizente com os procedimentos executados. • Equipo recoberto com protetor descartável. • Cuspideira sem vazamento na junção nem ao longo do encanamento e com água corrente. • Aparelhos periféricos (amalgamador, ultra-som, bisturi etc.) em condições de limpeza condizentes com os procedimentos executados.
PONTAS DE TRABALHO DO EQUIPO ODONTOLÓGICO • Caneta de alta rotação com refrigeração e em estado de limpeza condizente com os procedimentos executados. • Caneta de baixa rotação e contra-ângulo em estado de limpeza condizente com os procedimentos executados. • Micromotor em estado de uso e de limpeza condizentes com os procedimentos executados. • Seringa tríplice em estado de limpeza condizente com os procedimentos executados. • As pontas são protegidas com barreiras de proteção de material impermeável e de uso único.
ARMAZENAMENTO DOS INSTRUMENTAIS • Mantidos em armário fechado e limpo após esterilização. • O prazo de validade da esterilização é observado.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) • Faz utilização dos EPI somente no local de atendimento.
MATERIAIS DE CONSUMO ODONTOLÓGICO • Os materiais utilizados têm prazo de validade respeitado. • Os materiais utilizados têm registro no Ministério da Saúde.
SISTEMA DE ANOTAÇÕES (DADOS RELATIVOS AOS PACIENTES) • Todos os pacientes atendidos têm o respectivo nome, idade e endereço anotados em fichas, livros ou por meio de informática.
TRATAMENTO E DESTINO DE RESÍDUOS E MOLDES PARA LABORATÓRIO • Lixo contaminado colocado em saco plástico branco leitoso, segundo norma ABNT. • Utiliza serviço especial de coleta de lixo. • Recipiente com paredes rígidas, rotulado como “contaminado”, com tampa, para todo material perfurocortante desprezado (agulha, lâminas de bisturi etc.). • Lixo mantido em recipiente com tampa. • Moldes e modelos corretamente descontaminados para encaminhamento ao laboratório de prótese. • Recipiente de vidro com tampa, contendo água no seu interior, para acondicionamento adequado de mercúrio residual.
RESÍDUOS •Todo material descartável, como sugadores, tubetes de anestésico, máscara, luvas, gazes, algodão, deve ser desprezado em sacos de lixo com rótulo de “contaminado”, conforme prega a Vigilância Sanitária. A destinação final de todo material perfurocortante, como agulhas, lâminas de bisturi, brocas, pontas diamantadas, limas endodônticas, deve ser feita em recipiente rígido, estanque, vedado e identificado pela simbologia de substância infectante. Os estabelecimentos de assistência odontológica deverão estar cadastrados junto aos serviços de coleta diferenciada para Serviços de Saúde, quando o município oferecer este tipo de serviço. No interior dos consultórios e clínicas, os resíduos deverão ser mantidos em recipiente com tampa, acionado por pedal, separados em lixo comum e contaminado. O local para guarda dos resíduos contaminados deve ser eleito de modo a não propiciar possíveis contaminações. Restos mercuriais deverão ser mantidos em recipientes rígidos, vedados por tampa rosqueável, contendo água no seu interior e ser enviados para usinas de reciclagem, visto que sua destinação final comum pode causar contaminações ao meio ambiente. V. LIXO DE CONSULTÓRIO OU CLÍNICA (COLETA) e CADASTRO NA AMLURB
Se um amálgama bem feito tem condições de durar bem na boca uns 20 anos, a literatura atual assegura que uma boa resina, feita em associação com um adesivo de última geração, pode permanecer em bom estado por dez anos ou mais. Esta mudança foi possível devido ao grande avanço na formulação destes materiais, bem como da adequação dos protocolos clínicos a suas propriedades físicas e maior conhecimento do processo de polimerização.
Atualmente, as resinas compostas com partículas híbridas ou nanopartículas apresentam propriedades físicas e mecânicas muito superiores às primeiras composições das resinas da década de 1950, cujos desgastes e infiltrações eram bastante acentuados.
Verdadeira revolução na dentística restauradora, o advento das resinas compostas representou enorme avança na odontologia estética. São ideais para restaurações diretas e podem apresentar tanto resistência quanto aparência similares às dos dentes. Com o passar do tempo, foram criados diversos tipos de resinas compostas, com indicações distintas de acordo com a situação.
Resinas compostas consistem em misturas de moléculas monoméricas volumosas de metacrilato com carga inorgânica à base de sílica, zircônia, quartzo, ou de vidros de aluminossilicato, fluorsilicato ou borossilicato. Essa carga inorgânica é um material de preenchimento, cuja natureza, concentração e tamanho de partícula afetam não só as propriedades mecânicas do material como também suas características de lisura de superfície e retenção de polimento. Também são colocados aditivos, principalmente organossilanos, para otimizar o contato entre os componentes principais. Esse material deve reagir, polimerizando, por ocasião da aplicação, e é comercializado em sistemas de uma ou duas pastas. No primeiro caso, a polimerização é induzida por luz visível azul e, no segundo, ocorre reação química entre as pastas.
Trata-se dos materiais mais utilizados em restaurações diretas, seja em dentes anteriores ou posteriores. Isso porque apresentam características mecânicas e estéticas bastante similares às dos dentes.
Uma restauração de resina composta ideal deve cumprir, segundo a American Dental Association (ADA), cinco requisitos básicos: ter alta resistência ao desgaste, boa adaptação marginal, ser resistente à degradação pela água e outros solventes, ser radiopaca e ser de fácil execução. Conquistar esses objetivos é grande foco das pesquisas odontológicas atuais, com o intuito de estender a durabilidade clínica dos trabalhos restauradores. Ao lado desses fatores, as resinas compostas devem atingir um estágio de perfeição que as tornem imperceptíveis, e – como costumam dizer os estudiosos da área – mimetizem as estruturas dentais. Quanto ao trabalho com a resina, um dos maiores desafios, o da dificuldade da inserção do material na cavidade e obtenção de ponto de contato proximal adequado, foi minorizado pela introdução de espátulas e matrizes específicas.
Conhecer as propriedades das resinas, dominar o que ocorre durante o processo de polimerização, aprender a trabalhar com essa resina, retirando dela todo seu potencial, é realizar uma das principais metas da Odontologia estética e cosmética.
As resinas compostas são compostas por três partes:
- matriz orgânica,ou seja, uma estrutura biológica e amorfa;
- carga inorgânica, que é quimicamente inerte e feita de partículas minerais;
- agente de união, responsável por uni-las.
Matriz orgânica: é a parte responsável pela resistência, rigidez e estabilidade das resinas compostas na Odontologia. Para que possam gerar essas características, são formadas por monômeros, sendo sua maior parte BIS-GMA (bisfenol-A glicidil metacrilato), com quantidades menores de UDMA (uretano dimetacrilato), BIS-EMA (bisfenol hidroxietil metacrilato) e TEGDMA (trietileno glicol dimetacrilato).
Carga inorgânica: é formada por partículas minerais de natureza inorgânica, principalmente o quartzo, vidro ou a sílica. Tem a função de contração de polimerização e de melhorar a resistência à compressão da resina. O tamanho e a quantidade de partículas inorgânicas afetam diretamente a classificação da carga inorgânica.
Agente de união: como a matriz orgânica e a carga inorgânica são feitas de materiais totalmente diferentes, é preciso que haja uma amálgama que as una. Para isso, utiliza-se um agente de união. Na grande maioria das vezes, é utilizado o silano, um tipo de molécula bifuncional que promove a união química entre orgânicos e inorgânicos.
Propriedades das resinas compostas
Entre os fatores que fazem com que as resinas compostas sejam indicadas para todos os tipos de restaurações diretas estão suas propriedades, seja com relação à aparência ou funcionalidades. Fisicamente, após expostas à polimerização, as resinas compostas ficam bem contraídas e firmes, e não se desfazem com o tempo. Além disso, apresentam uma boa estabilidade de cor, ao contrário de outros tipos de restauração. Quanto à sua mecânica, têm resistência à compressão, flexão e desgaste.
Por fim, outro grande diferencial é o acabamento, uma vez que as resinas podem ser polidas, ganhando uma aparência natural e maior longevidade.
Desvantagens das resinas compostas
- Contração de polimerização
- Dureza que impede a manipulação da resina após secagem
- Sem resistência ao desgaste, portanto, pode ser afetada por distúrbios, como o bruxismo
- Não pode ter muito contato com água
- Agrega bactérias e, como consequência, gera bactérias secundárias
Classificação de resinas compostas
As resinas compostas na Odontologia podem ser classificadas de maneiras diferentes com relação às suas propriedades. É dever do dentista selecioná-las para atingir um bom resultado e reproduzir as características dos dentes do paciente.
Grau de viscosidade
A primeira maneira de classificar as resinas compostas é de acordo com seu grau de viscosidade. Quanto mais fluidas, menos apresentaram carga inorgânica, afetando diretamente no resultado. Situações diferentes na Odontologia podem exigir a utilização de resinas distintas. Em regiões de difícil acesso, porém, as resinas fluidas podem se espalhar com mais facilidade e sem gerar bolhas, ao contrário de outras opções.
Confira os tipos de resinas compostas com relação à sua viscosidade.
Fluidas ou flow– são os tipos com pouca viscosidade, apresentam baixa resistência à compressão, maior contração de polimerização e possuem maior quantidade de monômeros diluentes.
Regulares ou convencionais– são as mais comuns, apresentam bom custo-benefício e são indicadas para situações mais corriqueiras.
Condensáveis ou compactáveis– é o tipo mais rígido de resinas. Têm ótima aderência, porém seu polimento é mais difícil e apresentam alta rugosidade.
Tamanho das partículas
O tamanho das partículas que compõem a resina também é uma forma de classificá-las. Cada tipo resultará em aspectos diferentes quanto à resistência e a lisura da superfície. Conhecer o tamanho das partículas da resina composta é essencial para garantir um bom resultado. Confira as características de cada uma.
Macropartículas: formada por partículas de cerca de 15 μm, foi o primeiro tipo criado e hoje está em desuso. Sua resistência era média, porém apresentava alto grau de desintegração, formando superfícies ásperas e instabilidade de cor.
Microparticuladas: o tamanho das partículas é menor, entre 0,01 μm e 0,04 μm. Em razão disso, geram lisura maior na superfície, entretanto têm baixa resistência à compressão.
Híbridas: surgiram como forma de se obter, ao mesmo tempo, boa resistência e uma lisura. O tamanho das partículas vai de 0,05 μm a 5 μm.
Nanoparticuladas: com tamanho de partículas por volta dos 20 nm (ou seja, 0,02 μm), esse tipo apresenta ainda mais lisura e resistência. Apesar de ter mais carga inorgânica, há menos matriz orgânica, o que lhe confere suas características.
Propriedades óticas da resina composta
Quando pensamos em restaurações, o quesito estético da resina composta é de extrema importância. Para esses procedimentos, é crucial atingir similaridade ao dente natural e, portanto, as propriedades óticas devem ser consideradas. A cor da resina pode ser dividida em três pontos importantes: matiz, valor e croma.
Matiz
O matiz é responsável por distinguir uma família de cor da outra, ou seja, os grupos A (vermelho), B (verde), C (azul) e D (amarelo). Vamos entender:
- Matiz A:representação dos tons mais comuns de dente e equivale ao amarelo-amarronzado;
- Matiz B:amarelo com um pouco de marrom;
- Matiz C:cinza com pequenas quantidades de marrom;
- Matiz D:rosa avermelhado com um pouco de marrom.
Valor
O valor diz respeito à luminosidade de cor e nos faz distinguir se um tom é claro ou escuro. Podemos dizer que o valor é alto quando há presença forte da pigmentação branco. Esse número é representado por uma escala que vai de 1 a 5.
Croma
O conceito de croma está relacionado à intensidade e à saturação de um matiz. Por outras palavras, representa o quanto uma cor é forte ou fraca. O croma está representado na escala Vita e corresponde ao número que segue a letra do matiz.
Efeitos óticos
Em relação aos efeitos, eles podem ser divididos em quatro categorias: translucidez, fluorescência e opalescência.
Translucidez: é uma característica importante sobre a resina composta e é referente à passagem de luz em tecido ou material, expondo luz incidente, que desarranja os raios, além de dirigi-los para qualquer sentido.
Naturalmente, a translucidez é uma característica muito presente em dentes jovens, enquanto que os mais velhos não a possuem tanto. Nas resinas mais claras, com menos pigmentação, é possível ver melhor a translucidez.
Fluorescência: é um fenômeno caracterizado pela habilidade que a matéria tem de converter diversos tipos de energia em projeção de radiação eletromagnética. A fluorescência é gerada pela dentina e, quando os dentes estão expostos à luz negra, podem ter coloração azulada ou um branco intenso.
Opalescência: é um fenômeno que acontece quando a luz se espalha e refrata nos microcristais e nas substâncias coloidais da superfície dental. Quando exposto a uma luz de onda de comprimento longo, o esmalte reflete uma luz cinza azulado.
Como escolher cor da resina composta
Selecionar a cor ideal da resina composta nem sempre é tão fácil. Apesar de haver escalas, como o sistema Vita, elas não devem ser utilizadas como um método de escolha do tom, e sim como uma ferramenta auxiliar. Uma dica é fazer a própria escala de cores com a resina que já utiliza, pois assim conseguirá compreender melhor as nuances do produto e encontrar a cor exata. Outro ponto importantíssimo para se ter atenção é a dentina, responsável por corrigir a cor. Ela deve ser levada mais em conta que o esmalte, para que o resultado saia satisfatório.
Ativação
Para que as resinas compostas endureçam, é necessário que passem pelo processo de polimerização. Esse pode ser feito tanto quimicamente, com a junção de um iniciador e um ativador (chamada de autopolimerizável), quanto fisicamente, por meio de exposição à luz ultravioleta (chamada de fotopolimerizável). A escolha entre ambos os tipos dependerá do caso do paciente. Se for necessário um tempo maior de manipulação da resina, prefira as fotopolimerizáveis. Já se for possível fazer uma operação mais rápida, opte pelas autopolimerizáveis.
RESINAS COMPOSTAS QUE VALEM A PENA TESTAR
Resina IPS Empress Direct (Ivoclar Vivadent)
Para quem procura por um produto de alta performance e que proporciona altíssimo padrão estético, a dica é a resina Empress Direct, que oferece ampla tonalidade e translucidez. Está disponível em 32 tons e cinco níveis de translucidez, tem tom opalescente, alto brilho e boas propriedades de polimento. Além disso, não é necessário utilizar técnicas de assentamento específicas. A Empress Direct tem fluorescência real e é extremamente insensível à luz.
O produto é indicado para:
- Restaurações anteriores (Classes III e IV);
- Restaurações posteriores (Classes I e II);
- Restaurações cervicais (Classe V, cáries cervicais, erosões radiculares, defeitos cuneiformes);
- Correções de forma e de posicionamento dos dentes (fechamento de diastemas e de “triângulos pretos” interdentais, alongamentos da borda incisal);
- Facetas diretas.
A embalagem contém 1 seringa de 3 g e dentina B1.
Resina Estelite Omega (Tokuyama)
A resina Estilete oferece 11 tonalidades, estética de alta classe e ótimas propriedades mecânicas. Em relação à manipulação, ela é excelente e, além disso, tem alta resistência flexural e de compressão. O produto também proporciona ótimo polimento, retenção de brilho e boa radiopacidade clínica. É indicada para:
- Restaurações anteriores e posteriores, incluindo a superfície de oclusão e todas as cáries;
- Fechamento de diastema;
- Reparo de porcelana/compósito;
- Estratificação policromática;
- Customização de Matiz, Croma e Saturação;
- Adição de efeitos de cor a zonas de contraste;
- Técnica Resina Termicamente Modificada (O resultado deste procedimento depende inteiramente do protocolo de cada profissional. A Tokuyama Dental Inc. não divulga protocolos para resina termicamente modificada).
Resina Forma (Ultradent)
A resina Forma conta com a tecnologia nano-híbrida com zircônia e oferece consistência de fácil manipulação e polimento. O produto proporciona 15 tonalidades, entre dentina, esmalte e efeito. Além disso, a marca oferece excelentes propriedades mecânicas em uma resina fotoativada. A resina Forma é indicada para restauração de dentes anteriores e posteriores.
Resina Harmonize (Kerr)
Um dos grandes benefícios da resina Harmonize é a capacidade de imitar as estruturas dentais do paciente, proporcionando excelente estética. A manipulação é outra vantagem do produto: a consistência é firme, a viscosidade excelente e não gruda na espátula ao manipular. A resistência mecânica e a baixa contração torna o pós-operatório melhor, diminuindo a sensibilidade, assim como a incidência da infiltração marginal. Outra característica interessante é a capacidade de difundir luz de maneira similar ao esmalte humano. É indicada para restauração de dentes posteriores e anteriores.
Resina Filtek Universal Restorative (3M)
Quando o assunto é resina composta, a 3M não pode ficar de fora. A marca é conhecida no mundo todo pelos produtos inovadores para diferentes áreas, incluindo Odontologia. A resina Filtek conta com nanotecnologia, o que gera resistência ao desgaste e excelente manuseio. O design da embalagem também oferece benefícios e garante o acesso fácil às cavidades profundas. Esse produto é indicado para:
- Restaurações diretas em dentes anteriores e posteriores (incluindo a superfície oclusal);
- Confecção do núcleo de preenchimento;
- Esplintagem;
- Restaurações indiretas: inlays, onlays e facetas.
Opções de venda: Resina Filtek Universal, Resina Filtek Universal Cápsula (3M), Resina Filtek Universal Duopack (3M), Resina Filtek Universal PO (3M), Resina Filtek Z250 XT, Resina Filtek Z350 XT Kit Estética Simplificada Style Italiano (3M) e Resina Filtek Z350 XT Kit Master (3M).
As marcas mais tradicionais
A evolução das resinas compostas fez com que diversas marcas lançassem no mercado tipos diferentes do produto, ampliando a diversidade da composição e também o leque de opções para o dentista.
Dentre as marcas mais utilizadas, podemos citar:
FGM: empresa que atua desde 1995 no mercado de clareamento dental e oferece uma grande variedade de resinas, seringas e kits;
Kulzer: empresa japonesa há mais de 80 anos atuando no mercado de produtos odontológicos;
Dentsply Sirona: atuando há mais de 100 anos dentro da odontologia, desenvolvendo produtos inovadores e confiáveis;
3M: uma das marcas de resinas odontológicas mais conhecidas e confiáveis do mercado, a 3M também vem evoluindo seus produtos e oferecendo qualidade em todas as opções disponíveis.
OUTRAS RESINAS MUITO ENCONTRADAS NAS DENTAIS:
Resina (AllPrime)
Resina Admira Fusion (Voco)
Resina Amaris Gingiva (Voco)
Resina Amaris Kit (Voco)
Resina Applic (Maquira)
Resina Aura Dentina Chroma (SDI)
Resina Brilliant Everglow (Coltene)
Resina Cention N Starter Kit (Ivoclar Vivadent)
Resina Charisma Classic (Kulzer)
Resina Charisma Classic A2 & Adesivo Gluma Bond 5 (Kulzer)
Resina Charisma Diamond (Kulzer)
Resina Charisma Diamond Dra. Vladja Torno – kit (Kulzer)
Resina Charisma Fiamontd Kit Estética (Kulzer)
Resina Charisma Opal (Kulzer)
Resina Durafill VS (Kulzer)
Resina Epic (Biodinânima)
Resina Estética Amaris Gingiva Kit (Voco)
Resina Fill Magic (Coltene)
Resina Flow IPS Empress Direct (Ivoclar)
Resina Herculite Précis (Kerr)
Resina Lab Ceramage Dentina (Shofu)
Resina Lab Ceramage Incisal (Shofu)
Resina Lab Ceramage Incisal Fluido F-59 (Shofu)
Resina Lab SEP Ceramage (Shofu)
Resina Llis (FGM)
Resina Llis Kit (FGM)
Resina Luna (SDI)
Resina Nanolab Z Dentina (Wilcos)
Resina Nanolab Z Esmalte (Wilcos)
Resina Nanolab Z Gengiva (Wilcos)
Resina Nanolab Z Opaco (Wilcos)
Resina Neo Spectra Effects ST (Dentsply)
Resina Neo Spectra ST (Dentsply)
Resina Neo Spectra ST HV Intro- kit (Dentsply)
Resina NT Premium Gengiva (Coltene)
Resina Opallis (FGM)
Resina Opallis (FGM)
Resina Opallis Clinical (FGM)
Resina Opallis Kit Básico (FGM)
Resina Opallis Kit Intro (FGM)
Resina Opallis Odontopediatria (FGM)
Resina Orion (NMova DFL)
Resina Pala Cre-Active Kit (Kulzer)
Resina Palfique LX5 Mini (Tokuyama)
Resina Resilab Master (Wilcos)
Resina Resilab Opaco (Wilcos)
Resina Sigma Flow (Nova DFL)
Resina Signum Ceramis (Kulzer)
Resina Sirius Z (Nova DFL)
Resina Solidex (Shofu)
Resina Spectra Basic (Dentsply Sirona)
Resina Spectra Kit Basic (Dentsply Sirona)
Resina Spectra Smart (Dentsply Sirona)
Resina SR Nexco Dentin (Ivoclar Vivadent)
Resina SR Nexco Incisal (Ivoclar Vivadent)
Resina SR Nexco Opaquer (Ivoclar Vivadent)
Resina Tetric N-Line Kit (Ivoclar Vivadent)
Resina TPH Spectrum (Dentsply Sirona)
Resina Twinky Star (Voco)
Resina Twinky Star Flow (Voco)
Resina Ultrafill (Biodinâmica)
Resina Vittra APS (FGM)
Resina Vittra APS Kit Essential (FGM)
Resina Vittra APS Unique (FGM)
Resina Z100 (3M)
Resina Z100 Kit Intro (3M)
Resina Z100 Kit Super Economia (3M)
Resina Zirconfill (BM4)
A Harmonização Facial, recentemente oficializada como especialidade, tende a se intrometer nessa parada. Desde ações legítimas, por erros decorrentes da natureza humana de qualquer profissional, até mesmo aventuras judiciais, movidas por má-fé. Pequenos e constantes cuidados podem evitar grandes problemas. Todas as vezes que defeitos, falhas técnicas, insuficiências de informações, desvio das qualidades esperadas de determinado produto, conflitos entre anúncios e prestação de serviços ocorrerem, teremos de um lado prestador de serviços e o fornecedor de produtos e de outro o consumidor que poderá experimentar prejuízos. Como para maior parte dos danos não há reparação baseada em critérios objetivos, ou seja, não há como retornar ao estado anterior ao evento danoso, o Direito encontrou uma forma para reparar essas situações: a indenização. São dois os tipos básicos de indenização: o de danos materiais, que avaliam despesas e lucros cessantes, e o de danos morais, que tratam do sofrimento, do transtorno e da preservação da imagem. Os primeiros são determinados por uma operação aritmética, os segundos devem ser arbitrados pelo juiz da causa, atendendo às circunstâncias de cada caso particular. Para conseguir prevenir-se desses incômodos e dessa responsabilidade, alguns cuidados são essenciais e devem ser sistemáticos: • manter registros atualizados da evolução do tratamento, com fotos, raios X, todas bem identificadas, com data, nome e anotações de particularidades; • registrar e informar com cuidado as condições individuais de determinado paciente que possam ter alguma influência no resultado do tratamento; • alertar o paciente dos riscos que envolvem o tratamento, esclarecer as técnicas e o procedimento que serão utilizados em intervenções mais complexas, buscando seu consentimento expresso sobre tais condições. É conveniente deixar registrados esses esclarecimentos, se possível com a assinatura do paciente e do assistente ou secretária que estiverem presentes à ocasião, para fazer prova do atendimento diligente; • evitar promessas de resultados estéticos ou de êxito, que não estão sob inteiro controle do dentista. Simulações em computador, se podem servir de marketing, também podem eventualmente podem servir de provas contra o profissional. Em resumo, não adianta nada termos gastado tempo informando nosso paciente de todos os riscos envolvidos em um procedimento, falando do cuidado que ele deveria conservar após uma intervenção, conforme recomenda a boa Odontologia, se não temos prova disso. O Direito é cruel e documental, e toda essa diligência vai ficar no ar. Nesses casos, se houver alguma divergência e discussão futura, é ao profissional que caberá comprovar esta conduta. É a ele que caberá juntar prova, uma evidência que pode poupar muitos transtornos e até mesmo de dar uma solução justa para cada caso, evitando indenizações descabidas e concedidas somente porque não havia prova no processo de que não estava ali configurada a responsabilidade civil do dentista. Todos os cuidados que remetem à responsabilidade civil não alteram o fato de que a melhor prevenção é o cuidado constante em prestar cada vez um melhor serviço, com a utilização da boa técnica, estudo constante e seriedade profissional.
É o que se chama de empresa-cidadã, ou profissional-cidadão, que vem conquistando a simpatia das pessoas e ganhando mais clientes, que preferem comprar os produtos ou serviços de empresa que valoriza a responsabilidade social. Na Odontologia, essas iniciativas têm ganhado cada vez mais adeptos em todos os rincões do país. Um desses exemplos é o “Adote um sorriso”, idealizada pelo cirurgião-dentista Fábio Bibancos de Rosa, em parceria com a Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e pela empresa Documentação Radiológica, encampado pela ABO, que arregimenta 17400 cirurgiões-dentistas voluntários que se responsabilizam pela saúde bucal de crianças carentes até que completem sua formação. Além do tratamento no consultório, os dentistas voluntários fazem um trabalho preventivo nas entidades parceiras da Abrinq por meio de palestras e orientação. Em dezembro de 2006 o programa levou o prêmio “Emprendedor Social 2006”, promovido pela Folha de S. Paulo com a Fundação Schwab, vencendo 152 candidatos. “Adote uma creche”, experiência da Odontoclínicas do Brasil, foi outra empreitada humanitária significativa. Todo o último sábado de cada mês promovia atendimento odontológico de crianças em creches previamente cadastradas. Em plena Avenida Paulista, crianças pobres recebem tratamentos e orientações quanto à saúde bucal. Mais que uma estratégia de marketing, é um caso de mutualismo, em que diferentes espécies da natureza se beneficiam da troca de favores, todos usufruindo. Outra empresa – esta, fora da área da saúde – que é exemplo de empresa-cidadã é a Viação Salutaris, que desenvolve projetos sociais para a população de Paraíba do Sul, onde está sediada. Entre eles o Projeto Sorriso, que trata crianças da cidade, e um escovódromo, em que dentistas ensinam as crianças como escovar dentes corretamente. Na área do governo federal, foi lançado em 2004 o “Brasil Sorridente”, programa que engloba diversas ações do Ministério da Saúde para melhorar as condições de saúde bucal da população brasileira. O objetivo é ampliar e garantir a assistência odontológica à população que dependa da rede pública de saúde para receber tratamento odontológico. A abrangência do “Brasil Sorridente”, segundo dados oficiais, corresponde a uma cobertura maior que 100 milhões de pessoas. Cada equipe formada pelo programa é composta por dentista, auxiliar de consultório e técnico em higiene bucal. Esses profissionais estão aptos a fazer procedimentos de todas as especialidades odontológicas, incluindo implante e ortodontia (em algumas cidades), gratuitamente. Eles também estão sendo orientados a diagnosticar o câncer de boca. Outra frente de atuação preventiva do “Brasil Sorridente” é a promessa de fluoretação da água em 100% dos municípios com sistema de abastecimento – 70% das cidades têm o serviço. Outra ação é a orientação e a distribuição de kits como pasta e escovas de dente pelas equipes para famílias mais carentes. Além do atendimento básico, pelo programa a população passa a ter acesso também a tratamentos especializados como endodontia, periodontia, cirurgias, ortodontia e câncer bucal em estágio mais avançado. Isso está sendo possível com a construção de Centros de Referência. 5499 desses centros já estão em funcionamento, em 4032 municípios. Veja as principais Ongs odontológicas em atividade:
A Turma do Bem- Fundado em 1995, por Fábio Bibancos, quando foi convidado a fazer palestras em colégios particulares e públicos logo após ter lançado seu primeiro livro, que tinha foco na prevenção de problemas odontológicos. Ao detectar que nesses lugares a prevenção já não adiantava mais, reuniu 15 colegas e, juntos, passaram a atender gratuitamente alguns casos em seus consultórios. Assim surgiu a ideia inovadora que hoje se tornou a maior rede de voluntariado especializado do mundo: o Dentista do Bem.
Doutores da Amazônia– Visando realizar assistência a populações indígenas em situação de vulnerabilidade, combatendo os efeitos da desigualdade, promovendo atendimento de qualidade, oferecido por profissionais de alta competência, a Ong pretende transformar o acesso à saúde indígena brasileira, oferecendo atendimentos especializados, com uso de técnicas e equipamentos modernos e avançados, sempre respeitando a ancestralidade de suas culturas e valores. Fundada pelo cirurgião-dentista Caio Machado, a instituição contabiliza 291 dias de atuação em terras indígenas de difícil acesso na Amazônia, totalizando 27 missões desde 2015, se utilizando de mais de 600 voluntários. Em 2002, com o aumento significativo de dentistas, a TdB foi oficializada e recebeu a certificação do Ministério da Justiça como OSCIP. No ano 2020, contabilizavam 79 mil atendimentos feitos por 17400 dentistas voluntários.
Instituto Mais Identidade– Criada pelo médico Luciano Lauria Dib, há 30 anos, o instituto é uma organização sem fins lucrativos cujo principal objetivo é promover a reabilitação bucomaxilofacial de pessoas que tiveram sua imagem facial afetada por conta de traumas, câncer ou doenças congênitas, permitindo que eles vivam suas vidas plenamente. São uma equipe multidisciplinar composta por cirurgiões-dentistas, médicos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, fisioterapeutas, assistentes sociais e nutricionistas, especializados em todos os processos envolvidos para a reintegração biopsicossocial dos pacientes que por conta de um câncer, traumatismos, doenças congênitas e/ou outros, tiveram a sua imagem facial afetada. Essa missão é cumprida por profissionais das mais diversas áreas, atuantes há mais de 30 anos e que conhecem profundamente as dificuldades, tanto econômicas quanto de acesso ao tratamento, enfrentadas por pacientes que necessitam de uma adequada reabilitação, após sofrerem mutilações maxilares ou faciais.
Instituto Sorrir para Vida– foi criado em 2007 por iniciativa de duas mulheres, a cirurgiã-dentista Marisa Helena de Carvalho (motivada pelo seu enfrentamento do câncer) e pela médica oncologista Vanessa de Carvalho Fabrício. Compartilhando conhecimento e propósito de vida, estas duas profissionais uniram-se por uma causa em comum, oferecer qualidade de vida para pessoas com câncer, através do tratamento odontológico de qualidade e gratuito. Anos depois, o atendimento foi ampliado, passando a oferecer tratamento odontológico para pessoas com deficiências.
O Amigo da vez– é uma Ong fundada em 2014 com o nome OBBS – Organização Brasileira do Bem Social, com objetivo em comum entre amigos de ajudar a sociedade mais carente, oferecendo a experiência que cada um possuía em suas respectivas áreas. Em 2015, Mauricio Querido, presidente da Ong, sentiu a necessidade de ter um foco para impactar mais comunidades carentes e alcançar o maior número de pessoas com a sua filantropia. Formado em Odontologia, desenhou o projeto Amigo da Vez para atender comunidades carentes com tratamentos dentários, orientações e atividades lúdicas, através da mobilidade e baixo impacto ambiental, evitando o deslocamento das pessoas até os centros urbanos. Atualmente, a diretoria da ONG é formada por um grupo de dentistas com o objetivo de levar atendimento às comunidades carentes em regiões com muito pouco acesso, em que às vezes é necessário até o uso de barcos para se ter acesso, além da falta de infraestrutura mínima como luz elétrica por exemplo.
Operação Sorriso– Ong criada em 1997 no Brasil pelo cirurgião plástico Dr. William P. Magee Jr. e a enfermeira e assistente social Kathleen S. Magee, depois de se sensibilizarem com a situação de crianças nas Filipinas, quando um compunham um grupo de médicos norte-americanos voluntários que foram operar crianças com fissura labial e fenda palatina no país asiático, em 1982. Voltaram diversas vezes às Filipinas, e foi assim que surgiu a Ong. Hoje, 40 anos depois, são uma das maiores organizações médicas voluntárias do mundo, com sede em 60 países e mais de 6 mil voluntários cadastrados de 80 países. Ao longo desses anos, já transformamos a vida de mais de 300 mil crianças e adultos nascidos com fissuras faciais ao redor do mundo. A primeira missão no Brasil foi realizada em agosto de 1997, em Fortaleza, no Ceará. Na ocasião, mais de 258 pessoas compareceram à triagem dos pacientes, sendo que 138 delas foram selecionadas para cirurgia. Desde então, a Operação Sorriso expandiu o seu atendimento para outras regiões do Brasil. Já foram realizadas 79 missões em 16 cidades de 12 diferentes Estados. Nessas missões foram atendidas mais de 12 mil famílias e operadas 5.739 pessoas.
Por1Sorriso– Criada pelo cirurgião-dentista Felipe Rossi, a Ong já realizou mais de 20 mil procedimentos dentro e fora do Brasil. A ideia surgiu em 2015, quando Rossi foi para Moçambique pela primeira vez. Depois, o projeto se concretizou em abril de 2016. Com a ajuda da também dentista Marina Bello, ele decidiu que seria interessante levar Odontologia de qualidade para comunidades carentes. Em 2016, então, ele foi para a Bahia pela primeira vez e levou um verdadeiro consultório para o sertão. Desde então, a Ong já fez mais de 20 mil procedimentos. Com o crescimento, o projeto já passou por 10 Estados do Brasil e conta com a ajuda de inúmeros voluntários que ajudam nas iniciativas. Os voluntários precisam arcar com suas próprias despesas durante as atividades, o que dificulta a ação. Porém, todas as ações contam com cerca de 40 pessoas entre médicos, dentistas e voluntários que fazem a parte do cadastramento.
SOS Dental– Fundada há oito anos, a organização reúne um grupo de 15 mil dentistas para atendimento às comunidades de baixa renda através do “Projeto Adote Um Sorriso” que já beneficiou cerca de 160 mil pessoas em 11 países, sendo a maioria no Brasil. À frente dessa importante iniciativa, o dentista e empresário Marcelo Schettini – fundador da ONG e idealizador do projeto -, define a atuação como sendo “adequação do meio bucal”, que averígua as condições da saúde bucal da população e as encaminha para os voluntários especialistas em seus consultórios quando necessários. “No Brasil e nos países onde atuamos, utilizamos um consultório móvel com atendimento preferencial. É o dentista que vai à Comunidade, seja em favela, asilo ou em áreas de risco onde a população precisa de ajuda dental. Realizamos a ação levando alívio e suporte as pessoas sem condições para ir a um consultório odontológico”, informa Schettini. O próprio cirurgião-dentista criou, desenvolveu e patenteou o equipamento odontológico portátil completo para o dentista, com o qual é feito o atendimento.
Seu gerenciamento é tido como um processo capaz de minimizar ou até mesmo impedir os efeitos adversos causados pelos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), do ponto de vista sanitário, ambiental e ocupacional, sempre que realizado racional e adequadamente. Neste artigo, coligido pelos doutores Luiz Carlos da Fonseca e Silva e Regina Gonçalves Barcellos, é feito um apanhado geral do problema, considerado como os resíduos gerados nos serviços odontológicos causam risco à saúde pública e ocupacional equivalente aos resíduos dos demais estabelecimentos de saúde, e proposto como pode ser feito seu gerenciamento. Para tanto, os responsáveis técnicos devem implantar um plano de gerenciamento de acordo com o estabelecido na RDC/Anvisa n0 306, de 07 de dezembro de 2004. Os resíduos gerados nos serviços odontológicos podem ser classificados em biológicos, químicos, perfurocortantes ou escarificantes e comuns.
Resíduos Biológicos
São resíduos com possível presença de agentes biológicos, que por suas características podem apresentar risco de infecção. Os resíduos biológicos devem ser manejados de diferentes formas, de acordo com sua composição: A) Resíduos resultantes da atenção à saúde de indivíduos com suspeita ou certeza de contaminação biológica por agentes com classe de risco 4, em conformidade com a RDC/Anvisa n° 306, de 7 de dezembro de 2004, por microorganismos com relevância epidemiológica e risco de disseminação ou causadores de doença emergente que se torne epidemiologicamente importante ou cujo mecanismo de transmissão seja desconhecido. Manejo: • Devem ser acondicionados em sacos vermelhos, que devem ser substituídos quando atingirem 2/3 de sua capacidade ou pelo menos uma vez a cada 24 horas, e identificados conforme o item 1.3.3 da RDC 306/04. • Devem ser submetidos a tratamento utilizando-se processo físico ou outros processos que vierem a ser validados para a obtenção de redução ou eliminação da carga microbiana, em equipamento compatível com o Nível III de Inativação Microbiana. Após o tratamento, devem ser acondicionados da seguinte forma: • Se não houver descaracterização física das estruturas, devem ser acondicionados conforme o item 1.2 da RDC 306/04, em sacos brancos leitosos, que devem ser substituídos quando atingirem 2/3 de sua capacidade ou pelo menos uma vez a cada 24 horas, e identificados conforme o item 1.3.3 da mesma RDC. • Havendo descaracterização física das estruturas, podem ser acondicionados como resíduos do Grupo D. B) Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, contendo sangue ou líquidos corpóreos na forma livre. Manejo: • Devem ser acondicionados conforme o item 1.2 da RDC 306/04, em sacos vermelhos, que devem ser substituídos quando atingirem 2/3 de sua capacidade ou pelo menos uma vez a cada 24 horas, e identificados conforme o item 1.3.3 da mesma RDC. • Devem ser submetidos a tratamento utilizando-se processo físico ou outros processos que vierem a ser validados para a obtenção de redução ou eliminação da carga microbiana, em equipamento compatível com o Nível III de Inativação Microbiana (Apêndice IV da RDC 306/04) e que desestruture as suas características físicas, de modo a se tornarem irreconhecíveis. Após o tratamento, podem ser acondicionados como resíduos do Grupo D. Caso o tratamento previsto venha a ser realizado fora da unidade geradora, o acondicionamento para transporte deve ser em recipiente rígido, resistente a punctura, ruptura e vazamento, com tampa provida de controle de fechamento e devidamente identificado, conforme o item 1.3.3 da RDC 306/04, de forma a garantir o transporte seguro até a unidade de tratamento. C) Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, que não contenham sangue ou líquidos corpóreos na forma livre (luvas, óculos, máscaras, gaze e outros) e peças anatômicas (órgãos e tecidos) e outros resíduos provenientes de procedimentos cirúrgicos ou de estudos anatomopatológicos ou de confirmação diagnóstica. Manejo: • Esses resíduos podem ser dispostos, sem tratamento prévio, em local devidamente licenciado para disposição final de RSS. • Devem ser acondicionados em sacos brancos leitosos, que devem ser substituídos quando atingirem 2/3 de sua capacidade ou pelo menos uma vez a cada 24 horas, e identificados conforme o item 1.3.3 da RDC 306/04. Os sacos devem estar contidos em recipiente de material lavável, resistente a punctura, ruptura e vazamento, com tampa provida de sistema de abertura sem contato manual, com cantos arredondados, e resistente ao tombamento. Devem ser dispostos em local devidamente licenciado para disposição final, e, na ausência deste, as orientações do órgão ambiental competente devem ser observadas.
Resíduos químicos
Os seguintes resíduos contêm substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade: a) Produtos antimicrobianos, citostáticos e antineoplásicos; imunossupressores, quando apresentarem prazo de validade vencido ou se tornarem impróprios para o consumo. b) Anestésicos. c) Efluentes de processadores de imagem (reveladores e fixadores). d) Saneantes e desinfetantes. e) Resíduos de amálgama. f) Radiografias odontológicas. g) Demais produtos considerados perigosos, conforme classificação da NBR 10.004 da ABNT (tóxicos, corrosivos, inflamáveis e reativos). As características dos resíduos pertencentes a este grupo são as contidas na Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos – FISPQ (NBR 14.725 da ABNT, de julho de 2001). Os resíduos químicos que apresentam risco à saúde ou ao meio ambiente, quando não forem submetidos a processo de reutilização, recuperação ou reciclagem, devem ser submetidos a tratamento e disposição final específicos. Os resíduos no estado sólido, quando não tratados, devem ser dispostos em aterro de resíduos perigosos – Classe I. Os resíduos no estado líquido devem ser submetidos a tratamento específico, sendo vedado o seu encaminhamento para disposição final em aterros. Quando submetidos a processo de tratamento térmico por incineração, devem seguir as orientações contidas na Resolução Conama n0 316, de 29 de outubro de 2002. O acondicionamento deve ser feito em recipientes individualizados, observadas as exigências de compatibilidade química do resíduo com os materiais das embalagens, de forma a evitar reação química entre os componentes, enfraquecendo-a ou deteriorando-a, ou a possibilidade de que o material da embalagem seja permeável aos componentes do resíduo. Os reveladores utilizados em radiologia podem ser submetidos a processo de neutralização para alcançarem pH entre 7 e 9, sendo posteriormente lançados na rede coletora de esgoto ou em corpo receptor, desde que atendam às diretrizes estabelecidas pelos órgãos ambientais, gestores de recursos hídricos e de saneamento competentes. Os fixadores usados em radiologia podem ser submetidos a processo de recuperação da prata ou então ao constante do item 11.16 da RDC 306/04. O descarte de pilhas, baterias e acumuladores de carga contendo chumbo (Pb), cádmio (Cd) e mercúrio (Hg) e seus compostos deve ser feito de acordo com a Resolução Conama n0 257/99. Os demais resíduos sólidos contendo metais pesados podem ser encaminhados a aterro de resíduos perigosos – Classe I ou submetidos a tratamento, de acordo com as orientações do órgão local de meio ambiente, em instalações licenciadas para este fim. O manejo dos resíduos líquidos deste grupo deve seguir orientações específicas dos órgãos ambientais locais. Os resíduos contendo mercúrio (Hg) devem ser acondicionados em recipientes sob selo d’água e encaminhados para recuperação. Resíduos químicos que não apresentam risco à saúde ou ao meio ambiente não necessitam de tratamento, podendo ser submetidos a processo de reutilização, recuperação ou reciclagem. Resíduos no estado sólido, quando não submetidos à reutilização, recuperação ou reciclagem, devem ser encaminhados para sistemas licenciados de disposição final. Resíduos no estado líquido podem ser lançados na rede coletora de esgoto ou em corpo receptor, desde que atendam, respectivamente, as diretrizes estabelecidas pelos órgãos ambientais, gestores de recursos hídricos e de saneamento competentes.
Resíduos perfurocortantes ou escarificantes
São todos os objetos e instrumentos contendo cantos, bordas, pontos ou protuberâncias rígidas e agudas capazes de cortar ou perfurar (bisturis, agulhas, ampolas de vidro, brocas, limas endodônticas, pontas diamantadas e outros). Devem ser acondicionados em recipientes rígidos, com tampa vedante, estanques, resistentes à ruptura e à punctura. Devem ser dispostos em local devidamente licenciado para disposição final de RSS, e, na ausência deste, seu manejo deve seguir as orientações do órgão ambiental competente. Dependendo da concentração e do volume residual de contaminação por substâncias químicas perigosas, esses resíduos devem ser submetidos ao mesmo tratamento dado à substância contaminante.
Resíduos comuns
São aqueles resíduos que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares. Para o gerenciamento desses resíduos devem ser seguidas as orientações estabelecidas pelo órgão ambiental competente e pelo serviço de limpeza urbana.
Plano de gerenciamento de resíduos de serviços odontológicos
O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) é o documento que aponta e descreve as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos, observadas suas características e riscos, no âmbito dos estabelecimentos. Contempla os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final, bem como as ações de proteção à saúde pública e ao meio ambiente. O Plano deve ser baseado nas características e no volume dos RSS gerados e deve ser compatível com as normas locais relativas à coleta, ao transporte e à disposição, estabelecidas pelos órgãos responsáveis. Quando exigido pelas autoridades locais de saúde e/ou ambiente, deve ser submetido à aprovação prévia. Uma cópia do PGRSS deve estar disponível para consulta sob solicitação da autoridade sanitária ou ambiental competente, dos funcionários, dos pacientes e do público em geral. O PGRSS deverá conter os seguintes itens: • Identificação do gerador: razão social, nome fantasia, endereço, fone, endereço eletrônico, atividades desenvolvidas, horários de funcionamento, dados dos responsáveis técnicos pelo estabelecimento e pelo plano (nome, RG, profissão e registro profissional). • Caracterização do resíduo: este deve ser quantificado e classificado segundo a RDC Anvisa n.º 306/04. • Etapas do manejo: descrever como serão realizadas as etapas de segregação, acondicionamento, transporte interno e externo, armazenamento temporário e externo, coleta, tratamento e disposição final para cada tipo de resíduo gerado. Quando adotada a reciclagem de resíduos, o desenvolvimento e a implantação de práticas devem estar de acordo com as normas dos órgãos ambientais e de limpeza urbana.
O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde deverá também descrever: • Medidas preventivas e corretivas de controle integrado de insetos e roedores. • Ações a serem adotadas em situações de emergência e acidentes. • Ações referentes aos processos de prevenção de saúde do trabalhador. • Etapas de desenvolvimento e implantação de programas de capacitação, abrangendo todos os setores geradores de RSS, os setores de higienização e limpeza, a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), os Serviços de Engenharia de Segurança e Medicina no Trabalho (SESMT), a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), em consonância com as legislações de saúde e ambiental e normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) vigentes.
Há um líder, comparável a presidente da mesa; em um Seminário, ocorre uma sessão de aprendizado e não uma aula, e nele algumas pessoas fazem a exposição. Uma delas é o líder; o Workshop também promove o aprendizado, mas o termo – loja de trabalho – indica a proposta de idéias e como concretizá-las. É mais voltado para o experimental. Outras denominações comuns:
- assembleia: reunião de pessoas que têm algum interesse em comum, geralmente em grande número, com a finalidade de discutir e deliberar conjuntamente sobre temas determinados; é mais utilizado para fins políticos;
- conclave: reunião para se discutir algo; congresso, seminário, encontro;
- conferência: encontro de especialistas em que se discutem questões consideradas importantes, com eventual confronto de opiniões e tomada de resoluções;
- congresso: reunião de especialistas para que deliberem sobre questões de interesse comum ou para que se apresentem estudos e novas descobertas;
- encontro: reunião de pessoas ou de especialistas para discutir determinado assunto ou tema; congresso;
- fórum: reunião, congresso, conferência que envolve debate de um tema;
- jornada: dia assinalado por algum encontro sobre tema específico;
- meeting: qualquer reunião importante, que atraia um número relativamente grande de pessoas.
Depois que o isolamento social e a conclamação para se evitar aglomerações passou à ordem do dia, depois do advento da Covid19, os encontros presenciais praticamente deixaram de existir, em troca dos digitais, em plataformas e aplicativos como esses 13 principais:
1 – Google Hangouts e Hangouts Meet – o aplicativo da gigante de buscas tem conquistado cada vez mais popularidade por sua facilidade de uso. Permite bate-papo em grupos com até 150 pessoas, conversa por videochamada em grupo gratuita com até 10 contatos, ligações para qualquer número de telefone do mundo inteiro e mais. A versão paga costuma eventualmente estar liberada por períodos para todos os usuários.
2 – Zoom– opção com diversas funcionalidades – que podem ser expandidas com planos mensais. Reuniões por videoconferência de até 100 participantes podem ser realizadas quantas vezes forem necessárias, mas há o limite de 40 minutos por sessão na versão gratuita. A versão paga pode reunir até mil participantes.
3 – Microsoft Teams– na solução da Microsoft, grupos de 10 a 10 mil pessoas podem se reunir em um só lugar. Além disso, com ela, você pode realizar eventos ao vivo, acessar, compartilhar e editar arquivos de Word, PowerPoint e Excel em tempo real e realizar chamadas de voz. Para utilizá-la, é preciso ser assinante do Office 365, com planos anuais a partir de R$ 37,80 mensais.
4 – Skype – outra opção da Microsoft, o Skype já é um velho conhecido quando o assunto é chamada por vídeo. Entre os recursos oferecidos pela plataforma, estão chamadas de áudio e vídeo em HD em grupos de até 10 pessoas, gravação de chamadas, legendas ao vivo e compartilhamento de tela.
5 – WebEx Meetings – se o interesse principal for profissionalizar de vez os recursos de suas reuniões, o WebEx Meetings é uma das opções. A solução da Cisco não possui versão gratuita, mas, com ela, além de trabalhar em grupo, é possível organizar eventos e webinars, oferecer treinamentos e cursos online e disponibilizar suporte remoto com alto grau de personalização.
6 – GoToMeeting – voltado especificamente a negócios, GoToMeeting possui planos a partir de US$ 12 mensais. A versão mais básica oferece salas de reunião personalizadas para até 150 participantes, com chamadas de vídeo em HD, compartilhamento de tela, chamadas de áudio e reuniões ilimitadas, além de integração com o Office 365 e comandos de voz. No plano mais robusto, são permitidos até 3 mil participantes.
7 – Slack – é uma plataforma para centralização de operações profissionais. Com ela, é criado um ambiente de trabalho virtual, contando com acesso a recursos variados, como histórico registrado de todas as conversas e integração com outros apps, como Google Drive e Office 365. Para utilizar as chamadas em vídeo, permitindo até 15 participantes simultâneos, é preciso aderir pelo menos ao plano básico (US$ 4 mensais).
8 – Join.me – com planos anuais a partir de R$ 41 mensais, é possível reunir de 5 (versão básica) a 250 participantes por reunião (versão Business). Os encontros são ilimitados em termos de quantidade e duração. Join.me também garante URL personalizada e, dependendo da assinatura, armazenamento em nuvem.
9 – Zoho Meeting– é conveniente usar o teste gratuito para conferir as funcionalidades completas de uma ferramenta. O Zoho Meeting concede 14 dias para essa finalidade. A assinatura que permite reunião com até 100 participantes custa US$ 4 e permite compartilhamento de webcam, gravação de reunião, integração com o Calendar e compartilhamento de tela.
10 – Teleport – mais uma solução com versão gratuita que pode atender às necessidades. Com ela, você pode realizar reuniões remotas com até 5 participantes e duração de até 50 minutos, gerando URL exclusiva para os encontros. Compartilhamento de tela e integração com AnywhereWorks, Google Chrome e Firefox também fazem parte do pacote. Na versão mais robusta (US$ 49 mensais), é possível gravar todo o conteúdo reunindo até 25 pessoas.
11 – Messenger (Facebook) – apesar de trazer funcionalidades básicas, o Messenger, do Facebook, pode quebrar um galho e tanto. Você pode criar grupos de até 50 participantes. Caso a reunião tenha até 6 pessoas, todas aparecem na tela. Quando houver mais, fica em evidência quem estiver falando. O melhor? Tudo é gratuito.
12 – WhatsApp – um dos mais populares e utilizados aplicativos de mensagem instantânea também pode juntar até quatro pessoas para reuniões remotas – ideal para as discussões mais restritas. A praticidade de uso é um dos maiores diferenciais da plataforma.
13 – Facetime – usuários dos aparelhos da Apple podem interagir em reuniões de até 32 pessoas com o Facetime. Solução exclusiva da empresa da Maçã; a maior limitação é justamente a necessidade de que todos os participantes utilizem dispositivos iOS.
Mas cuidado: publicações muito antigas – mais que três meses, no caso de revistas mensais, ou de um mês, nas semanais –, já depreciam um consultório. Um esquema bom é manter assinaturas de revistas de atualidades, que servem a todos os públicos ou, conforme predominem na sua clientela, as dirigidas a adolescentes, femininas ou infantis. Uma alternativa interessante são os Ipads, com versões digitais das revistas. É melhor evitar publicações para públicos adultos, que podem embaraçar alguns tipos de clientes.
São a possibilidade de perda ou dano e a probabilidade de que tal perda ou dano ocorra. Implica a probabilidade de ocorrência de um evento adverso. Os riscos mais frequentes a que estão sujeitos os profissionais que atuam em assistência odontológica são os físicos, os químicos, os ergonômicos, os mecânicos ou de acidente, os advindos da falta de conforto e higiene e os biológicos.
Considera-se risco biológico a probabilidade da ocorrência de um evento adverso em virtude da presença de um agente biológico. Sabe-se que as exposições ocupacionais a materiais biológicos potencialmente contaminados constituem um sério risco aos profissionais da área da saúde nos seus locais de trabalho. Estudos desenvolvidos nesta área mostram que os acidentes envolvendo sangue e outros fluidos orgânicos correspondem às exposições mais frequentemente relatadas.
Causado por agentes ergonômicos como postura incorreta, ausência do profissional auxiliar e/ou técnico, falta de capacitação do pessoal auxiliar, atenção e responsabilidade constantes, ausência de planejamento, ritmo excessivo, atos repetitivos, entre outros.
Para minimizar o risco ergonômico, devem ser observadas as seguintes recomendações: a) Organizar o ambiente de trabalho; b) Realizar planejamento do atendimento diário; c) Trabalhar preferencialmente em equipe; d) Proporcionar à equipe de trabalho capacitações permanentes; e) Incluir atividades físicas diárias em sua rotina; f) Realizar exercícios de alongamento entre os atendimentos, com a orientação de profissional da área; g) Valorizar momentos de lazer com a equipe.
Exposição dos profissionais a agentes físicos (ruído, vibração, radiação ionizante e não-ionizante, temperaturas extremas, iluminação deficiente ou excessiva, umidade e outros). São causadores desses riscos: caneta de alta rotação, compressor de ar, equipamento de RX, equipamento de laser, fotopolimerizador, autoclave, condicionador de ar.
Os seguintes procedimentos devem ser adotados a fim de minimizar os riscos físicos a que estão submetidos os profissionais de Odontologia:
- a) Utilizar protetores auriculares. b) Usar óculos de proteção para os procedimentos odontológicos, o manuseio de equipamentos que possuem luz alógena e o laser. c) Utilizar equipamentos de proteção radiológica, inclusive para os pacientes. d) Manter o ambiente de trabalho com iluminação eficiente. e) Proteger o compressor de ar com caixa acústica. f) Tomar cuidado ao manusear os instrumentais com temperatura elevada. g) Manter o ambiente arejado e ventilado, proporcionando bem-estar
Exposição da equipe odontológica a agentes mecânicos ou que propiciem acidentes. Entre os mais frequentes, podemos citar: espaço físico subdimensionado; arranjo físico inadequado; instrumental com defeito ou impróprio para o procedimento; perigo de incêndio ou explosão; edificação com defeitos; improvisações na instalação da rede hidráulica e elétrica; ausência de EPI e outros.
Procedimentos para minimizar os riscos: a) Adquirir equipamentos com registro no MS, preferencialmente modernos, com desenhos respeitando a ergonomia. b) Instalar os equipamentos em área física adequada, de acordo com a RDC 50/2002 da Anvisa. c) Utilizar somente materiais, medicamentos e produtos registrados na Anvisa. d) Manter instrumentais em número suficiente e com qualidade para o atendimento aos pacientes. e) Instalar extintores de incêndio obedecendo ao preconizado pela NR-23 e capacitar a equipe para sua utilização. f) Realizar manutenção preventiva e corretiva da estrutura física, incluindo instalações hidráulicas e elétricas. g) Em clínicas odontológicas com aporte maior de funcionários, implantar o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA, de acordo com a NR-9.
Exposição do profissional a riscos por ausência de conforto no ambiente de trabalho e a riscos sanitários. Podemos citar alguns desses riscos: sanitário em número insuficiente e sem separação por sexo; falta de produtos de higiene pessoal, como sabonete líquido e toalha descartável nos lavatórios; ausência de água potável para consumo; não fornecimento de uniformes; ausência de ambientes arejados para lazer e confortáveis para descanso; ausência de vestiários com armários para a guarda de pertences; falta de local apropriado para lanches ou refeições; falta de proteção contra chuva, entre outros.
Procedimentos para minimizar os riscos: proporcionar à equipe condições de higiene, de conforto e de salubridade no ambiente de trabalho, de acordo com a NR-24.
O risco químico pode ser minimizado utilizando-se dos seguintes procedimentos: a) Limpar a sujidade do chão, utilizando pano umedecido para evitar poeiras. b) Utilizar Equipamentos de Proteção Individual – EPIs (luvas, máscaras, óculos e avental impermeável) adequados para o manuseio de produtos químicos desinfetantes. c) Usar EPI completo durante o atendimento ao paciente e disponibilizar óculos de proteção ao mesmo para evitar acidentes com produtos químicos. d) Utilizar somente amalgamador de cápsulas. e) Acondicionar os resíduos de amálgama em recipiente inquebrável, de paredes rígidas, contendo água suficiente para cobri-los, e encaminhá-los para coleta especial de resíduos contaminados. f) Armazenar os produtos químicos de maneira correta e segura, conforme instruções do fabricante, para evitar acidentes. g) Fazer manutenção preventiva das válvulas dos recipientes contendo gases medicinais.
O dispositivo classifica e especifica os serviços mínimos da forma a seguir apresentada.
DIAGNÓSTICO
81000014 Condicionamento em Odontologia
81000030 Consulta odontológica
81000065 Consulta odontológica inicial
81000073 Consulta odontológica para avaliação técnica de auditoria
81000111 Diagnóstico anatomopatológico em citologia esfoliativa na região buco-maxilo-facial
81000138 Diagnóstico anatomopatológico em material de biópsia na região buco-maxilo-facial
81000154 Diagnóstico anatomopatológico em peça cirúrgica na região buco-maxilo-facial
81000170 Diagnóstico anatomopatológico em punção na região buco-maxilo-facial
82000441 Coleta de raspado em lesões ou sítios específicos da região buco-maxilo-facial
82000700 Estabilização de paciente por meio de contenção física e/ou mecânica
URGÊNCIA/EMERGÊNCIA
81000049 Consulta odontológica de urgência
81000057 Consulta odontológica de Urgência 24 h
82000468 Controle de hemorragia com aplicação de agente hemostático em região buco-maxilo-facial
82000484 Controle de hemorragia sem aplicação de agente hemostático em região buco-maxilo-facial
82001022 Incisão e Drenagem extra-oral de abscesso, hematoma e/ou flegmão da região buco-maxilo-facial
82001030 Incisão e Drenagem intra-oral de abscesso, hematoma e/ou flegmão da região buco-maxilo-facial
82001251 Reimplante dentário com contenção
82001499 Sutura de ferida em região buco-maxilo-facial
82001650 Tratamento de alveolite 85000787 Imobilização dentária em dentes decíduos
85100048 Colagem de fragmentos dentários
85200034 Pulpectomia
85300020 Imobilização dentária em dentes permanentes
85400467 Recimentação de trabalhos protéticos
RADIOLOGIA
81000294 Levantamento radiográfico (exame radiodôntico/periapical completo)
81000375 Radiografia interproximal – bite-wing
81000383 Radiografia oclusal
81000405 Radiografia panorâmica de mandíbula/maxila (ortopantomografia)
81000421 Radiografia periapical
PREVENÇÃO
84000058 Aplicação de selante – técnica invasiva
84000074 Aplicação de selante de fóssulas e fissuras
84000090 Aplicação tópica de flúor
84000112 Aplicação tópica de verniz fluoretado
84000139 Atividade educativa em saúde bucal
84000163 Controle de biofilme (placa bacteriana)
84000198 Profilaxia: polimento coronário
84000201 Remineralização
84000244 Teste de fluxo salivar
84000252 Teste de PH salivar
85300012 Dessensibilização dentária
87000016 Atividade educativa em odontologia para pais e ou cuidadores de pacientes especiais
DENTÍSTICA
83000135 Restauração atraumática em dente decíduo
84000031 Aplicação de cariostático
85100064 Faceta direta em resina fotopolimerizável
85100099 Restauração de amálgama – 1 face
85100102 Restauração de amálgama – 2 faces
85100110 Restauração de amálgama – 3 faces
85100129 Restauração de amálgama – 4 faces
85100137 Restauração em ionômero de vidro – 1 face
85100145 Restauração em ionômero de vidro – 2 face
85100153 Restauração em ionômero de vidro – 3 face
85100161 Restauração em ionômero de vidro – 4 face
85100196 Restauração em resina fotopolimerizável 1 face
85100200 Restauração em resina fotopolimerizável 2 faces
85100218 Restauração em resina fotopolimerizável 3 faces
85100226 Restauração em resina fotopolimerizável 4 faces
85200085 Restauração Temporária/Tratamento Expectante
85300055 Remoção dos fatores de retenção do biofilme dental (Placa Bacteriana)
85400017 Ajuste oclusal por acréscimo
85400025 Ajuste Oclusal por desgaste seletivo
85400211 Núcleo de preenchimento
PERIODONTIA
82000212 Aumento de coroa clínica
82000417 Cirurgia periodontal a retalho
82000557 Cunha proximal
82000662 Enxerto gengival livre
82000689 Enxerto pediculado
82000921 Gengivectomia
82000948 Gengivoplastia
82001154 Reconstrução de sulco gengivo-labial
82001685 Tunelização
85300039 Raspagem sub-gengival/alisamento radicular
85300047 Raspagem supra-gengival
85300063 Tratamento de abcesso periodontal agudo
ENDODONTIA
83000127 Pulpotomia em dente decíduo
83000151 Tratamento endodôntico em dente decíduo
85100013 Capeamento pulpar direto
85200042 Pulpotomia
85200050 Remoção de corpo estranho intracanal
85200077 Remoção de núcleo intrarradicular
85200093 Retratamento endodôntico birradicular
85200107 Retratamento endodôntico multirradicular
85200115 Retratamento endodôntico unirradicular
85200123 Tratamento de perfuração endodôntica
85200131 Tratamento endodôndico de dente com rizogênese incompleta
85200140 Tratamento endodôntico birradicular
85200158 Tratamento endodôntico multirradicular
85200166 Tratamento endodôntico unirradicular
CIRURGIA
82000034 Alveoloplastia
82000050 Amputação radicular com obturação retrógrada
82000069 Amputação radicular sem obturação retrógrada
82000077 Apicetomia birradiculares com obturação retrógrada
82000085 Apicetomia birradiculares sem obturação retrógrada
82000158 Apicetomia multirradiculares com obturação retrógrada
82000166 Apicetomia multirradiculares sem obturação retrógrada
82000174 Apicetomia unirradiculares com obturação retrógrada
82000182 Apicetomia unirradiculares sem obturação retrógrada
82000190 Aprofundamento/ Aumento de vestíbulo 82000239 Biópsia de boca
82000247 Biópsia de glândula salivar
82000255 Biópsia de lábio
82000263 Biópsia de lingua
82000271 Biópsia de mandíbula
82000280 Biópsia de maxila
82000298 Bridectomia
82000301 Bridotomia
82000352 Cirurgia para exostose maxilar
82000360 Cirurgia para tórus mandibular – bilateral
82000387 Cirurgia para tórus mandibular – unilateral
82000395 Cirurgia para tórus palatino
82000743 Exérese de lipoma na região buco-maxilo-facial
82000778 Exérese ou excisão de cálculo salivar
82000786 Exérese ou excisão de cistos odontológicos
82000794 Exérese ou excisão de mucocele
82000808 Exérese ou excisão de rânula
82000816 Exodontia a retalho
82000832 Exodontia de permanente por indicação ortodôntica/protética
82000859 Exodontia de raiz residual
82000875 Exodontia simples de permanente
82000883 Frenulectomia labial
82000891 Frenulectomia lingual
82000905 Frenulotomia labial
82000913 Frenulotomia lingual
82001073 Odonto-secção
82001103 Punção aspirativa na região buco-maxilo-facial
82001170 Redução cruenta de fratura alvéolo dentária
82001189 Redução incruenta de fratura alvéolo dentária
82001197 Redução simples de luxação de Articulação Têmporo-mandibular (ATM)
82001286 Remoção de dentes inclusos / impactados
82001294 Remoção de dentes Semi-Inclusos/Impactados
82001308 Remoção de dreno extra-oral
82001316 Remoção de dreno intra-oral
82001367 Remoção de odontoma
82001510 Tratamento cirúrgico das fístulas buco nasal
82001529 Tratamento cirúrgico das fístulas buco sinusal
82001553 Tratamento cirúrgico de hiperplasias de tecidos moles na região buco-maxilo-facial
82001588 Tratamento cirúrgico de hiperplasias de tecidos ósseos/cartilaginosos na região buco-maxilo-facial
82001596 Tratamento cirúrgico de tumores benignos de tecidos ósseos/cartilaginosos na região buco-maxilo-facial
82001618 Tratamento cirúrgico dos tumores benignos de tecidos moles na região buco-maxilo-facial
82001634 Tratamento Cirúrgico para tumores odontogênicos benignos – sem reconstrução
82001707 Ulectomia
82001715 Ulotomia
83000089 Exodontia simples de decíduo
PRÓTESE
83000062 Coroa de Policarbonato em dente decíduo
85400076 Coroa provisória com pino
85400084 Coroa provisória sem pino
85400114 Coroa total em cerômero (cobertura obrigatória em dentes permanentes anteriores)
85400149 Coroa total metálica (cobertura obrigatória em dentes posteriores)
85400220 Núcleo metálico fundido
85400475 Reembasamento de coroa provisória
85400505 Remoção de trabalho protético
85400556 Restauração metálica fundida (cobertura obrigatória em dentes posteriores)
- aparelhos que entrarem em contato com saliva ou sangue, principalmente as pontas do equipo (caneta, micromotor e seringa tríplice), deverão ser recobertas por barreira de proteção de uso único e descartável, e passar pela descontaminação, lavagem e secagem; d. a esterilização com a autoclave convencional deve observar as seguintes condições: exposição por 30 minutos a uma temperatura de 121ºC, ou por 15 minutos a uma temperatura de 132ºC; com autoclave de alto vácuo: exposição por 4 minutos a uma temperatura de 132ºC; e. a esterilização com a estufa deve observar o tempo de 1 hora de exposição a uma temperatura de 170ºC, ou 160ºC por 2 horas. É necessário, com frequência no mínimo semanal, avaliar a eficácia do método de esterilização por meio de indicadores.
Armazenemento dos artigos esterilizados
O instrumental deve ser armazenado em local exclusivo, separado dos demais, em armários fechados, protegido de poeira, umidade e insetos, e a uma distância mínima de 20 cm do chão, 50 cm do teto e 5 cm da parede, respeitando-se o prazo de validade da esterilização.
O local de armazenamento deve ser limpo e organizado periodicamente, sendo verificados sinais de infiltração, presença de insetos, retirando-se os pacotes danificados, com sinais de umidade, prazo de validade da esterilização vencido, etc. Estes artigos devem ser reprocessados novamente.
Na distribuição, os pacotes esterilizados devem ser manipulados o mínimo possível e com cuidado.
Validade de esterilização: cada serviço deve realizar a validação do prazo de esterilização dos artigos, recorrendo a testes laboratoriais de esterilidade, considerando os tipos de embalagem utilizados, os métodos de esterilização, as condições de manuseio e os locais de armazenamento.
Monitoramento da esterilização: o processo de esterilização deve ser comprovado por meio de monitoramento físico, químico e biológico. O monitoramento biológico deve ser registrado, juntamente com a data da esterilização, lote, validade e equipamento utilizado.
Monitoramento físico: consiste na observação e registro dos dados colhidos nos mostradores dos equipamentos, como a leitura da temperatura, da pressão e do tempo em todos os ciclos de esterilização.
Monitoramento químico: é realizado com o uso de indicadores químicos que avaliam o ciclo de esterilização, pela mudança de cor, na presença da temperatura, tempo e vapor saturado, conforme o indicador utilizado. Podem ser usados indicadores de processo, teste Bowie-Dick, de parâmetro simples, multiparamétrico, integrador e emuladores.
I – Indicador de processo – Classe I
Os indicadores químicos de processos podem vir na própria embalagem ou na forma de fita adesiva. As fitas adesivas para autoclave apresentam listas brancas diagonais que se tornam pretas após a esterilização.
Os indicadores químicos devem ser usados externamente em todas as embalagens a serem esterilizadas e indicam que a temperatura selecionada para a esterilização foi atingida em um determinado momento. Permitem identificar o pacote que foi processado (Apecih, 2000; Sobecc. 2001).
II – Teste Bowie e Dick – Classe II
O teste Bowie e Dick é específico para detectar a presença do ar residual no interior de autoclaves com bomba de vácuo. O ar entre os pacotes ou no interior deles dificulta a penetração do vapor saturado. Este teste deve ser realizado no primeiro ciclo de esterilização do dia (antes da primeira carga processada).
Apresenta-se como uma folha única impregnada com tinta termoquímica. Esta folha deve ser colocada no meio de um pacote teste, que é preparado com campos cirúrgicos, dobrados em camadas uniformes, um em cima do outro, de modo a formar uma pilha de 25 a 28 cm de altura, 30 cm de comprimento e 23 cm de largura. O pacote-teste é colocado na porção mais fria da autoclave, ou seja, próxima ao dreno. Para confirmar o adequado funcionamento da bomba de vácuo, a mudança de cor deverá ser uniforme. Alterações na coloração indicam a existência de ar residual e o equipamento deve ser interditado. Existem ainda, pacotes-teste Bowie e Dick prontos e que se adaptam melhor nas autoclaves com câmaras menores.
III – Indicador de Parâmetros Simples – Classe III
Este indicador responde a um único parâmetro – temperatura. Não é indicado na atualidade em virtude da existência de indicadores mais precisos.
IV – Indicador Multiparamétrico – Classe IV
Os indicadores químicos multiparamétricos são tiras de papel impregnadas por tinta termoquímica que muda de cor como as fitas adesivas. Devem ser colocados no interior dos pacotes e indicam que a embalagem foi permeável ao agente esterilizante e também que o tempo e a temperatura padronizados para a esterilização foram atingidos em um determinado momento.
V – Indicador Integrador – Classe V
Os integradores são indicadores designados para reagir a todos os parâmetros críticos do processo de esterilização a vapor (tempo, temperatura e qualidade do vapor), dentro de um intervalo específico de ciclos de esterilização. Devem ser colocados no interior de cada pacote, no local de maior dificuldade de penetração do agente esterilizante.
VI – Emuladores – Classe VI
São indicadores de verificação de ciclos designados para reagir a todos os parâmetros da esterilização quando 95% do ciclo estiverem concluídos.
Monitoramento biológico: o monitoramento biológico é realizado utilizando-se tiras de papel impregnadas por esporos bacterianos do gênero Bacillus, de bactérias termofílicas formadoras de esporos, capazes de crescer em temperaturas nas quais as proteínas são desnaturadas.
Os pacotes contendo os indicadores devem ser colocados em locais em que o agente esterilizante chega com maior dificuldade, como próximo à porta, junto ao dreno e no meio da câmara. Tal procedimento deve ser realizado semanalmente.
Para a autoclave utiliza-se o geobacilo esporulado Stearothermophillus, disponível em sistemas autocontidos de 2a e 3a gerações, os quais apresentam seus resultados após 48 horas e três horas respectivamente. Para estes sistemas existem estufas incubadoras próprias.
Manutenção da autoclave: deve-se limpar as superfícies internas e externas da autoclave com esponja macia, água e sabão neutro, semanalmente ou sempre que apresentarem sujidade visível, e, em seguida, remover o sabão com um pano umedecido e secar com um pano limpo.
A troca da água, quando requerida pelo equipamento, e a limpeza das tubulações internas devem ser realizadas por técnico especializado, com a periodicidade preconizada pelo fabricante do equipamento.
Hoje, esse costume já não é impregnado de tanta ortodoxia: mesmo para pacientes mais conservadores, roupas claras – como verde e azul – já deixam evidente o comprometimento que um profissional de saúde tem de ter – e demonstrar – com higiene e biossegurança. Apostando nessa cultura milenar, existem muitas empresas que comercializam exclusivamente moda branca, como a Copo de Leite, Aspen e Le Blanc, que jogam todas as fichas na conservação da tradicional indumentária. Profissionais norte-americanos, por sua vez, usam habitualmente ternos e blazers com gravata no atendimento. No Brasil, esse comportamento ainda é raro. Com o advento da pandemia, além das roupas, passaram a ser essenciais os EPI (Equipamentos de Proteção Individual) para a realização das consultas e tratamentos. Além das luvas odontológicas, sempre os mais importantes, estão incluídos avental de proteção ou jaleco, gorro, máscaras descartáveis, óculos protetor e protetor facial, adotado durante a pandemia de Covid-19, causada pelo novo coronavírus.
Basicamente, equivale ao cartão de visitas do consultório. Comunica muito sobre quem é o cirurgião-dentista e os serviços que ele oferece. Além disso, é o lugar em que os pacientes passam o tempo enquanto aguardam o atendimento. Entretanto, a recepção costuma ser negligenciada. Em geral, os profissionais não conhecem o que acontece nela, pois estão sempre fechados na sala de consulta ou no escritório. É preciso dar atenção à sala de espera a fim de se criar um ambiente adequado, diferenciado, que proporcione tranquilidade aos pacientes e transmita eficazmente mensagens sobre o tipo de dentista que você é e os serviços que presta. Deve ser aconchegante, bem climatizada, com móveis confortáveis, explicitamente limpa e com material para leitura atualizado. Para a composição de um ambiente especial, entretanto, arquitetos e decoradores costumam dar outras dicas:
• som ambiente com a chamada “música de sala de espera” (V. Música ambiente): tranquila, easy listening, para transmitir calmaria;
• quadros (fuja do lugar-comum do tipo cesta de frutas), vegetais e flores ajudam a compor uma decoração de bom gosto. Mas cuidado, isso vale para a sala de espera; no recinto do consultório, plantas, assim como aquários, são proibidas pela Vigilância Sanitária;
• variedades de chás, água ou sucos são sempre simpáticos. Café, como é corante para os dentes e profissionais não recomendam, é melhor evitar;
• televisão é sempre interessante para entreter; se puder ser associado a DVDs, melhor ainda, já que há horas em que a programação é de doer, e você tem a possibilidade de exibir programas de prevenção ou educativos;
• evite preencher a sala com objetos e revistas para iniciados em Odontologia; ponha-se no lugar de um cliente leigo e disponibilize revistas, livros e outras publicações para pessoas de gosto variado;
• livros sobre arte, história e cultura em geral, com muitas ilustrações, e revistas de leitura curta e rápida são sempre uma boa pedida, demonstram bom gosto e adequação ao curto tempo em que se supõe que a pessoa vá permanecer na sala;
• avalie seu público; se for constituído principalmente por mulheres, revistas eminentemente femininas podem ser uma boa opção; se forem crianças em sua maioria, revistas de quadrinhos não podem faltar;
• iluminação cheia de luzes indiretas contrastando com alguns spots direcionados para alguns pontos de interesse como quadros transmitem tranqüilidade e bom gosto.
De acordo com a Vigilância Sanitária, deve ter área suficiente para proporcionar condições para os pacientes aguardarem sentados o atendimento e possuir ventilação natural ou artificial que possibilite circulação e renovação de ar. Quanto aos limites mínimos para a área de espera, devem seguir: a. consultórios do tipo I e II: compatível com o número de pacientes atendidos; b. clínicas do tipo I e II e policlínica: mínimo de 10 m2 (Resolução SS-15, de 18 de janeiro de 1999).
Seu mobiliário e equipamento podem ser: bancada com pia, mesa e cadeira, autoclave, material para limpeza e desinfecção, material e equipamento para embalagem de material para esterilização, baixa rotação, armários ou gavetas para deposição desse instrumental.
A secreção diária varia normalmente entre 1 e 1,5 l. Há dois tipos de secreção na saliva: uma serosa, contendo ptialina, que é uma enzima para digerir amido, e uma mucosa para lubrificação. Glândulas parótidas segregam apenas o tipo seroso, ao passo que as submaxilares produzem principalmente o tipo seroso mas também grande quantidade de muco. Por sua vez, as glândulas sublinguais segregam na maioria muco, e as bucais apenas muco. Estímulos gustativos agradáveis resultam em secreção copiosa de saliva, assim como alguns tipos de estímulos táteis como objetos lisos na boca. Objetos ásperos provocam menos salivação ou mesmo a inibem. Ausência de saliva, ou secura excessiva da boca, é chamada de xerostomia e pode ser compensada com a administração de saliva artificial e cremes dentais, como o Biotene.
Deficiências na saúde bucal não resultam apenas em dentes lesionados ou em extração: são responsáveis por mais de 20% da falta ao trabalho e pela queda de produção. Aquilo que a Organização Mundial da Saúde (OMS) denomina absenteísmo por ausência física e de corpo presente, ou seja, quando o funcionário não consegue concentrar-se na sua função porque está com dor de dente, por exemplo. O mais grave desse estado, todavia, está no fato de ela poder desencadear doenças graves, como a endocardite infecciosa, que é uma doença que afeta o coração e pode comprometer funções vitais. A endocardite é responsável por alta morbidade: aproximadamente 20% dos pacientes não sobrevivem a ela. Cerca de 40% dos casos de endocardite têm origem bucal e são desencadeados tanto por infecções de dentes ou gengivas em mal estado quanto pela manipulação de área infectada para tratamento odontológico. A doença é provocada pela bactéria streptococcus viridans, que faz parte da flora natural da boca, mas, se penetra na circulação, introduz-se no coração e provoca a endocardite. Isso principalmente nas pessoas com predisposição para a doença, como indivíduos que são portadores de doenças ou lesões de válvula cardíaca e cardiopatias congênitas, como sopro no coração. Outras doenças graves também podem se associar à saúde bucal ruim, como é o caso do infarto. Segundo algumas pesquisas, a arteriosclerose pode estar relacionada à inflamação e à infecção das gengivas. A saúde bucal devia ser sempre uma prioridade sanitária. Dados brasileiros, como a exclusão do acesso à escova e à pasta de dente, que gira em torno de 40% da população, são emblemáticos. A Odontologia é cara para a média da população porque faltam programas efetivos de prevenção.
Os custos atuais desses equipamentos ainda são altos, mas já estão ao alcance do cirurgião-dentista.
Em algum momento nos próximos anos, toda clínica odontológica precisará ter um meio de leitura digital dos dentes e das arcadas dos pacientes. A aquisição do scanner intraoral pode ser um fator determinante. Com ele, todos os pacientes podem ser escaneados para obter os modelos digitais e os arquivos em formato STL. Os diagnósticos acabam sendo aprimorados pela possibilidade de combinar materiais variados, como radiografias, tomografias, fotografias e dados do exame clínico, em algum software visualizador que descreve com exatidão as características clínicas de cada paciente, e com todos os seus dados clínicos fáceis de serem acessados e averiguados. O escaneamento e o sistema associados a este equipamento permitem realizar várias simulações de tratamentos estéticos, implantodônticos e ortodônticos, o que ajuda nas escolhas e tomadas de decisão. Atualmente, com razoável prática, leva-se cerca de dez minutos para fazer um bom escaneamento de um paciente padrão. Os scanners mais encontrados à venda nas dentais brasileiras são:
Eagle IOS (Dabi Atlante) – é uma solução de scanner intraoral para odontologia desenvolvida para trazer a digitalização à sua rotina de trabalho. É projetado para levar o seu trabalho ao mundo digital. Seu software amigável e intuitivo. Utilizando o conceito Less Click as Possible, traz agilidade e a simplicidade para o fluxo digital da clínica. Seja na criação, digitalização ou integração de casos, o uso do software contempla fluxos de trabalho simples e uma plataforma de compartilhamento em nuvem torna mais fácil o envio dos trabalhos para laboratórios parceiros. Algoritmos de Inteligência Artificial auxiliam no reconhecimento das interfaces de escaneamento. Qualidade da digitalização: mapa de qualidade permite ao usuário determinar se dados suficientes foram adquiridos nas principais regiões do escaneamento. No caso de dados insuficientes, o dentista pode escanear novamente as áreas para as quais são necessários mais dados. Projeto franco-americano com fabricação e pós-venda no Brasil. Com ele é possível realizar escaneamentos precisos e ágeis para a confecção de alinhadores ortodônticos, próteses, placas miorrelaxantes e lentes de contato. Sistema aberto, sem licenças anuais e integração com sistemas CAD. Envio rápido e simples através do sistema em Nuvem.
Scanner Intraoral TRIOS 3 Basic (3Shape) – promove uma experiência incrível em todas as etapas do tratamento, tanto para o profissional quanto para os pacientes. Indicado para o primeiro contato com a odontologia digital, o TRIOS 3 Basic registra imagens precisas com cores reais e medição de tonalidade. E após o escaneamento, pode-se enviar os modelos para os laboratórios de sua escolha com apenas alguns cliques. Principais vantagens do equipamento: facilidade para escanear e enviar para um parceiro; melhorar a experiência dos pacientes, com maior conforto; oferecer a possibilidade de visualização dos escaneamentos 3D da dentição aos pacientes, melhorando assim a aceitação do tratamento; obter precisão digital e limitar erros manuais; registrar facilmente os pacientes e reduzir a necessidade de repetições; economizar tempo na cadeira, aumentando o número de pacientes a serem atendidos; economizar em material de moldagem e no envio do trabalho.
Principais Indicações do equipamento: implantes (pilares únicos); pontes para implantes de três unidades; inlays; onlays; ortodontia; núcleo intraradicular; coroas unitárias, até pontes de 5 unidades; facetas. Peso: 340g. Garantia: 1 ano pelo fabricante. Opção de alugar o equipamento por tempo limitado nas principais dentais e elevar a qualidade de seus procedimentos de forma prática e mais acessível.
Scanner Intraoral TRIOS 3 Wireless (3Shape) – traz a inovação que o seu consultório precisa na previsão de resultados ortodônticos e restaurações, ideal para aumentar a aceitação do tratamento ao envolver ainda mais seus pacientes. Promove muito mais confiabilidade às suas recomendações. Com o equipamento, se pode escanear sem se preocupar com cabos e consegue movê-lo rapidamente entre diferentes salas. É o primeiro scanner sem fio de moldagem do mercado, que garante imagens com cores reais e medição de tonalidade e proporciona o que há de melhor em conforto e escaneamento fácil para você e seus pacientes. Principais vantagens do equipamento wireless: facilidade de escanear e enviar para um parceiro, bem como ofereça serviços in-house;
melhorar a experiência dos pacientes, com maior conforto e oferecer a possibilidade de visualização dos escaneamentos 3D da dentição, melhorando assim a aceitação do tratamento; obter precisão digital e limitar erros manuais; registrar facilmente os pacientes e reduzir a necessidade de repetições; economize tempo na cadeira, aumentando o número de pacientes a serem atendidos; economizar em material de moldagem e no envio do trabalho. Principais indicações: implantes (pilares únicos); pontes para implantes de três unidades; inlays; onlays; ortodontia; núcleo intraradicular; coroas unitárias, até pontes de 5 unidades; facetas. O tratamento ortodôntico só está disponível após a aquisição de módulos adicionais. Escaneamento com cores reais e medição de tonalidade. Muito mais preciso quando comparado a moldagens convencionais. Peso: 373g.
Alcance da conexão sem fio: no mesmo ambiente, até 5 metros. Garantia: 1 ano pelo fabricante.
Scanner Intraoral TRIOS 4 (3Shape) – possibilita que se alcance resultados ainda melhores em sua rotina clínica. Com recursos avançados e tecnologia fluorescente incorporados, o equipamento irá auxiliar na detecção digital de cáries e na intervenção precoce da suspeita de cárie superficial de forma muito mais prática, além da opção de executar simultaneamente um escaneamento 3D padrão, assim como a detecção de cárie superficial de uma só vez. Suas ponteiras inteligentes possuem aquecimento instantâneo sem a necessidade de espera, permitindo que se esteja pronto para o escaneamento em segundos. E o seu Wifi aperfeiçoado, com processador de qualidade, fornece uma conexão à internet estabilizada, proporcionando maior produtividade em seus procedimentos. Principais vantagens: detectar precocemente as cáries superficiais; melhorar a experiência dos pacientes, com maior conforto e oferecer a possibilidade de visualização dos escaneamentos 3D da dentição, melhorando assim a aceitação do tratamento; obter precisão digital e limitar erros manuais; registrar facilmente os pacientes e reduzir a necessidade de repetições. Principais indicações: restaurações; ortodontia; implantodontia; avaliação do estado dentário. Peso da base: 345g.
Garantia: 1 ano pelo fabricante.
Scanner Intraoral Heron IOS (3DISC) – é um projeto de solução de imagem digital 3D pensado para proporcionar mais simplicidade em sua clínica, ao mesmo tempo que traz beleza ao seu trabalho. A leveza do equipamento e a sua ergonomia deixarão os profissionais com maior confiança nos exames para atender todas as especialidades e necessidades de restaurações, ortodontia e implante. Principais vantagens: proporcionar maior agilidade e precisão nos tratamentos; maior conforto para o paciente; reduz o tempo de cadeira; contribui no planejamento e acompanhamento dos casos; maior biossegurança em todas as consultas. Projetado na Europa e fabricado nos Estados Unidos. Facilita a comunicação entre a clínica e o laboratório; permite controle de qualidade durante a digitalização. Garantia: 2 anos pelo fabricante contra defeitos de fabricação.
Veja quais são, de acordo com lei que regulamenta a profissão (Lei no 7.377, de 30 de setembro de 1985 e Lei 9.261, de 10 de janeiro de 1996): SECRETÁRIO EXECUTIVO I. Planejamento, organização e direção de serviços de secretaria. II. Assistência e assessoramento direto a executivos. III. Coleta de informações para consecução de objetivos e metas de empresas. IV. Redação de textos profissionais especializados, inclusive em idioma estrangeiro. V. Interpretação e sintetização de textos e documentos. VI. Taquigrafia de ditados, discursos, conferências, palestras de explanações, inclusive em idioma estrangeiro. VII. Versão e tradução em idioma estrangeiro, para atender às necessidades de comunicação da empresa. VIII. Registro e distribuição de expediente e outras tarefas correlatas. IX. Orientação da avaliação e seleção da correspondência para fins de encaminhamento à chefia. X. Conhecimentos protocolares. Técnico em Secretariado I. Organização e manutenção dos arquivos da secretaria. II. Classificação, registro e distribuição de correspondência. III. Redação e datilografia de correspondência e documentos de rotina, inclusive em idioma estrangeiro. IV. Execução de serviços típicos de escritório, tais como recepção, registro de compromissos, informações e atendimento telefônico.
A faixa salarial do Secretario Executivo fica entre R$ 1.391,00 salário mediano da pesquisa e o teto salarial de R$ 6.033,53, sendo que R$ 2.169,54 é a média do piso salarial 2021 de acordos coletivos levando em conta profissionais em regime CLT de todo o Brasil.
Preste bem atenção quando delegar as funções a seus auxiliares, pois a Justiça costuma dar ganho de causa em questões trabalhistas e equiparação por similaridade ao funcionário que consegue provar que realizava as atribuições específicas da profissão regulamentada.
Um exemplo de mensagem básica é: “Consultório X; deixe recado e número de telefone (se você não possuir identificador) que ligaremos de volta assim que possível. Obrigado.” E ponto, e basta.
Foi quando registrou ter observado sensações agradáveis de leveza, euforia, extraordinária acuidade auditiva e diminuição de dor.
Do outro lado do Atlântico, já no início do século XIX, o óxido nitroso despertava interesse científico, assim como também o éter. Mais que isso, era também sucesso popular, embalando caravanas de animadores itinerantes, que se intitulavam professores e viajavam pelo país proferindo conferências sobre esses gases e exibindo-lhes os efeitos. Festas do gás “hilariante” e “brincadeiras etéreas” tornaram-se comuns entre estudantes de medicina.
Em dezembro de 1844, o cirurgião-dentista norteamericano Horace Wells assistiu a uma demonstração dos efeitos do “gás hilariante” em Hartford, Connecticut, feito pelo professor de química Gardner Colton. A pessoa que se prontificou a inalar o gás apresentou um quadro de agitação quando estava sob o efeito, durante o qual caiu da cadeira e sofreu um ferimento sangrante na perna. Wells observou que essa pessoa não havia percebido o seu ferimento e, aparentemente, não sentiu nenhuma dor até que os efeitos do gás terminassem. No dia seguinte, Wells convenceu Dr. Riggs, um dentista de Hartford, a extrair um dos seus próprios dentes sob anestesia com óxido nitroso administrado por Colton, e alegou não ter sentido mais que uma picada. Wells, então, em 1845, obteve permissão para exibir sua técnica no Massachusetts General Hospital e administrou óxido nitroso a um jovem que começou a gritar em altos brados enquanto seu dente era extraído, provavelmente devido à maneira rudimentar de seu emprego, embora o rapaz tivesse afirmado mais tarde não ter sentido dor alguma. Desencorajado pela aparente falha de sua demonstração e pela recepção hostil, Wells recolheu-se à sua própria clínica e continuou a usar óxido nitroso no decorrer de 1845, época em que seu emprego foi abandonado e, fatalmente, em 1848, enlouqueceu e se suicidou.
A introdução clínica do éter etílico, pouco depois, atrasou a apreciação dos méritos reais do óxido nitroso por mais de 20 anos, quando Colton o reintroduziu na prática odontológica. Cento e quarenta anos depois, pesquisas registram que um total de 87,6% dos odontopediatras e 50% dos clínicos gerais norte-americanos usavam óxido nitroso em suas práticas. Em 1993, nos Estados Unidos, pelo menos 60 mil consultórios dentários afirmavam utilizar óxido nitroso. A técnica é amplamente utilizada em todo o mundo, principalmente após a metade do século XX, com destaque para Suíça, Canadá, Alemanha, Dinamarca e Japão. É consenso entre especialistas que todos os pacientes são candidatos para a sedação por inalação sem levar em consideração um tipo especifico de tratamento, exceto os que apresentem congestão nasal, estejam nos primeiros meses de gravidez e aqueles que não derem consentimento.
No Brasil
A Resolução CFO nº 51/04, de 30 de abril de 2004, criada a partir do relatório final do Fórum sobre o Uso da Analgesia em Odontologia, regulamentou normas para habilitação do Cirurgião-Dentista na aplicação da analgesia relativa ou sedação consciente com óxido nitroso, a qual estabeleceu critérios mínimos para habilitar o profissional a aplicar a técnica em todo território nacional. Nela, relatou-se, considerando: “o relatório final do Fórum Sobre o Uso da Analgesia em Odontologia, realizado no Rio de Janeiro, no período de 25 a 26 de março de 2004; que a Lei n° 5081, de 24 de agosto de 1966, que regula o exercício da profissão odontológica, prescreve no seu artigo 6°, item VI, que pode o Cirurgião-Dentista aplicar a analgesia, desde que comprovadamente habilitado e quando seu uso constituir meio eficaz para o tratamento; que compete ao Conselho Federal de Odontologia supervisionar a ética profissional, zelando pelo bom conceito da profissão, pelo desempenho ético e pelo exercício da Odontologia em todo território nacional; e finalmente que não há diferença entre analgesia relativa e sedação consciente, pois ambas referem-se ao uso da mistura de óxido nitroso e oxigênio na prática odontológica, que:
art. 1º: Será considerado habilitado pelos Conselhos Federal e Regionais de Odontologia a aplicar analgesia relativa ou sedação consciente, o Cirurgião-Dentista que atender ao disposto nesta Resolução”;
art. 2º: O Curso deverá ter sido autorizado pelo Conselho Federal de Odontologia, através de ato específico, ministrado por Instituição de Ensino Superior ou Entidade da Classe devidamente registrada na Autarquia.
- 1º: O pedido de autorização de funcionamento deverá ser requerido ao CFO, através do Conselho Regional da jurisdição, em formulário próprio. § 2º: Exigir-se-á, para o curso, uma carga horária de 96 (noventa e seis) horas/aluno. § 3º: Do conteúdo programático deverão constar, obrigatoriamente, as seguintes matérias: a) história do uso da sedação consciente com óxido nitroso: a.1. a origem do uso do óxido nitroso. a.2. o desenvolvimento da técnica de sedação. a.3. a evolução dos equipamentos; b) introdução à sedação: b.1. conceitos e definições. b.2. classificação dos métodos de sedação b.3. sinais objetivos da sedação consciente com a mistura de oxigênio e óxido nitroso; c) emergências médicas na clínica odontológica e treinamento em suporte básico de vida (teórico-prático); d) dor e ansiedade em Odontologia: d.1. conceitos de dor e ansiedade. d.2. fobias; e) anatomia e fisiologia dos sistema nervoso central, respiratório e cardiovascular: e.1. estruturas anatômicas envolvidas na respiração. e.2. mecânica respiratória e composição dos gases respiratórios. f) avaliação física e psicológica do paciente: f.1. história médica (anamnese). f.2. exame físico (sinais vitais, inspeção visual, funções motoras). f.3. classificação física do paciente (ASA); g) monitoramento durante a sedação: g.1. monitoramento dos sinais vitais: pulso, pressão arterial, respiração. g.2. monitoramento, através de equipamentos (oximetria); h) farmacologia do óxido nitroso: h.1. preparação e propriedades químicas e físicas. h.2. solubilidade e potência. h.3. farmacocinética e farmacodinâmica. h.4. ações farmacológicas no organismo. h.5. contra-indicações; i) a técnica da sedação consciente com a mistura de oxigênio e óxido nitroso: i.1. visita prévia e instruções. i.2. preparação do equipamento. i.3. preparação do paciente. i.4. administração dos gases e monitoramento. i.5. liberação do paciente; j) equipamento de dispensação da mistura de oxigênio e óxido nitroso: j.1. tipos de máquinas de dispensação da mistura de oxigênio e óxido nitroso. j.2. componentes das máquinas de dispensação. j.3. cilindro de armazenagem dos gases (cilindro de óxido nitroso e cilindro de oxigênio). j.4. componentes para a dispensação (mangueira, tubos e conexões). j.5. máscaras e cânula nasal. j.6. equipamentos para remoção ambiental do óxido nitroso (exaustão); k) segurança no manuseio do equipamento e dos gases; l) vantagens e desvantagens da técnica; m) complicações da técnica; n) abuso potencial, riscos ocupacionais e efeitos alucinatórios do óxido nitroso; o) adequação do ambiente de trabalho; p) normas legais, bioética e recomendações relacionadas com o uso da técnica de sedação consciente com a mistura de oxigênio e óxido nitroso. § 4º: Ao final de cada curso deverá ser realizada uma avaliação teórico-prática.
Art. 3º: De posse do certificado, o profissional poderá requerer seu registro e sua inscrição de habilitado a aplicar analgesia ou sedação consciente, respectivamente, no Conselho Federal de Odontologia e no Conselho Regional de Odontologia onde possui inscrição.
Art. 4º: O Cirurgião-Dentista que, na data de publicação desta Resolução, comprovar vir utilizando a analgesia relativa ou sedação consciente, há 5 (cinco) ou mais anos, poderá requerer a habilitação, juntando a documentação para a devida análise pelo Conselho Federal. Parágrafo único. O disposto neste artigo prevalecerá por um ano, a partir da publicação desta Resolução.
Art. 5º: Os certificados de curso expedidos, anteriormente a esta Resolução, por instituição de ensino superior ou entidade registrada no CFO ou estrangeira de comprovada idoneidade, darão direito à habilitação, desde que o curso atenda o disposto nesta Resolução quanto à carga horária e o conteúdo programático.
Art. 6º: Esta resolução entrará em vigor na data de sua publicação na Imprensa Oficial, revogadas as disposições em contrário.” (Brasil, 2004)
No Brasil, as estatísticas disponíveis hoje são ainda modestas: estima-se que apenas 1% dos cirurgiões-dentistas fazia uso desse tipo de sedação em 2010. É compreensível: apenas em abril de 2004 que a utilização de analgesia relativa ou sedação consciente, com o uso da mistura óxido nitroso e oxigênio, foi regulamentada. Pelo normativo, para estar habilitado, é obrigatório ao profissional a participação em curso com carga mínima de 96 horas, autorizado pelo CFO. Nos EUA, 85% dos odontopediatras utilizam a técnica; no Brasil, estima-se que nem 10% desses especialistas são adeptos.
Custo
Para utilizar o ANNOX é preciso adquirir a máquina acompanhada dos acessórios de aplicação que, atualmente, custa em torno de R$16 mil, e investir na aquisição do óxido nitroso, contabilizado por meio do custo hora que varia de R$35 a R$40.
Características
O óxido nitroso, N2O, é um gás incolor, não irritante, com odor adocicado e sabor de noz agradável e suave. É um composto inorgânico inerte, não explosivo, não inflamável, mas facilita a combustão de outras substâncias. O borbulhamento do gás através da água não modifica o pH. Farmacologicamente, é um gás anestésico geral de baixa potência e baixa solubilidade no sangue, e é muito utilizado porque quando administrado por inalação permite indução rápida, controle preciso da dose e rápida eliminação por expiração, uma vez que não é metabolizado no organismo. Não reage com outros fármacos quando associados, mas impregna e difunde-se pelos tubos de borracha ou plásticos do equipamento.
Cuidados na administração
- Esclarecimento: inicialmente, deve-se mostrar ao paciente todos os detalhes do equipamento e da técnica. Deve-se procurar passar todas as sensações provadas pelo óxido nitroso, conquistando a necessária confiança e cooperação para o atendimento.
- Monitoramento: após a instalação da aparelhagem de monitoração, instalação da máscara nasal e administração do gás, observa-se o registro dos sinais vitais do paciente nos períodos pré, trans e pós-operatório, assim como após 120 minutos e também 24 horas.
- A dose: deve-se começar administrando 4 a 6 L/minuto de oxigênio a 100% sob ventilação com pressão positiva intermitente e, à medida que o paciente se acostumar com a máscara e o equipamento, o nível de oxigênio deve ser baixado enquanto se aumenta o de óxido nitroso até 10%. Espera-se um período – de 1 a 2 minutos – para julgar a eficácia clínica e, então, aumenta-se a concentração do anestésico aos poucos, até o paciente manifestar os sinais e sintomas desejados, devendo ser tal a concentração durante todo o atendimento clínico. Caso o paciente receba quantidade demasiada ou reduzida do fármaco, o efeito poderá ser alterado rapidamente (dentro de 30 segundos).
- Sinais e sintomas: o paciente quase sempre sorri; as mãos tornam-se mais relaxadas; a boca pode abrir, mas ele deve fechá-la quando solicitado, e os olhos parecerão ficar à distância, caracterizando o estágio adequado de analgesia e sedação. O paciente deve-se sentir confortavelmente aquecido, sem obstrução, náusea ou tosse, e o relaxamento dos músculos da mandíbula deve ser o suficiente para manter a abertura da boca por meio de um abre-boca, se assim o profissional o desejar.
- Pano de fundo: música tem sido um complemento eficaz ao óxido nitroso. Colocam-se fones de ouvido no paciente, o qual seleciona as músicas em que são tocadas em aparelhos comuns. A música mais eficaz é a suave e de ritmo uniforme.
- Redução de ansiedade: o sucesso das técnicas de sedação para redução da ansiedade está na profundidade da anestesia local.
- Voltando ao normal: terminado o atendimento clínico, para reverter o estado de analgesia ou sedação deve-se administrar oxigênio a 100% por 3 a 5 minutos, evitando o efeito residual do fármaco. Para administração desse oxigênio, é necessário reduzir a concentração de óxido nitroso a zero, sem esquecer que os componentes de borracha ou plástico do equipamento terão absorvido o fármaco, que pode ser liberado de volta para o circuito. Os pacientes poderão ser dispensados quando recobrarem totalmente a consciência e a coordenação motora, podendo, por exemplo, responder o nome, segurar um copo d’água com as mãos e beber água.
Prevenir isso exige cuidados sistemáticos, como o de não atender desconhecidos ou gente sem referências confirmadas, sem exceção. Isso não garante segurança absoluta, já que muitos criminosos têm jeito confiável, aparência de boa gente, lábia de mel e é aí que mora o perigo. Mas certamente vai diminuir bastante o risco.
OUTRAS DICAS • Verifique habitualmente, a segurança de seu consultório (muros, portas, janelas, fechaduras). • Instale olho mágico (180ºC) nas portas de entrada. Melhor ainda: instale um equipamento com monitor para ver quem bate à porta. • Instale fechaduras auxiliares na parte superior e inferior das portas de entrada. • Tome cuidados especiais com técnicos não solicitados (água, luz, telefone, gás). Mantenha-os do lado externo de seu consultório, solicite identificação e confirme a visita com a empresa. • Elabore uma lista com telefones de emergência e afixe-a em locais próximos ao telefone. • Evite deixar bens de valor no consultório. • Evite comentários em público sobre bens de valores que possua. • Não divulgue, além do necessário, a data de suas férias ou viagens. • Não receba encomendas, a menos que sejam esperadas. • Suspenda a entrega de jornais e revistas quando permanecer ausente por vários dias. • Coloque uma chave incopiável nos seus lugares mais estratégicos. • Não exponha nas redes sociais nada que possa dar conhecimento de sua vida financeira, seu estilo de vida, seus eventuais muitos imóveis ou automóveis, algo que o possa tornar vítima de quadrilhas que se especializam em crimes por meio da internet. • Não ostente, nunca: o país é um dos mais desiguais do mundo, e esse aspecto certamente o pode tornar vulnerável.
Aparelho útil para embalagens para uso em autoclave, lacrando a extremidade dos saquinhos. No mercado, existem as modelos abaixo.
• Barbie (Barbie): modelo simples, sem guilhotina e sem suporte para rolo. Preço médio: R$ 175,00.
• BioStamp GT 270 (Bioart): possui sistema de acionamento por alavanca, eliminando o risco de queimaduras do operador. Com porta-rolo embutido, guilhotina acoplada. Bivolt. Preço médio: R$ 594,00.
• Horizontal Biodont (Biodont): selagem máxima de 42 cm. Tempo de selagem: 10 segundos, controlados pelo operador. Potência: 50 watts; bivolt. Funcionamento manual. Garantia de um ano. Preço médio: R$ 240,00.
• Thermo Plus II (Odontobrás): com guilhotina e suporte para rolo. Preço médio: R$ 560,00.
• Thermo Plus I (Odontobrás): com suporte para rolo. Preço médio: R$ 470,00.
Links: www.biodont.com.br; www.odontobras.com.br; Barbie não tem site.
A imagem do dente era obtida e gravada em disquete, e podiam ser gravados comentários de voz. O disquete era enviado ao laboratório de prótese que, com o uso do software específico, apresentava mapas de cor e translucidez digitais, facilitando a escolha da cor, da translucidez e da textura, sem estar na presença do paciente. Hoje em dia, há vários colorímetros e espectrofotômetros para realizar essa tarefa, com ainda maior refinamento. Ver o verbete COLORÍMETROS/ ESPECTROFOTÔMETROS.
. O sindicato paulista, fundado em 11 de março de 1937 por dissidentes da APCD de então (1936), teve o direcionamento de suas atividades nos moldes do que se fazia na vida associativa de clubes, inicialmente. Chamou-se sucessivamente de Sindicato dos Odontológos, Sindicato dos Odontologistas de São Paulo e Sindicato dos Odontologistas do Estado de São Paulo, após obter sua extensão de base territorial. Depois de ser sediado em diversos lugares, o Sindicato fixou-se em sede própria pela primeira vez no Edifício Martinelli, no Centro da Cidade de São Paulo, em que promoveu conferências e cursos de interesse classista, passando, posteriormente, para a Avenida Brigadeiro Luiz Antônio e Rua Jaceguai, de onde saiu para a sede própria atual (1972), na Rua Humaitá. 349. Enquanto os sindicatos estiveram sob a tutela do Ministério do Trabalho, a atuação do Sindicato dos Odontologistas foi pouco expressiva, impedido de patrocinar grandes campanhas. Nos anos de 1970 e 1980, a instituição experimentou sérios problemas financeiros, que foram paulatinamente sanados com a criação do Centro de Aperfeiçoamento Profissional e Especialização (CAPE), reconhecido pelo Conselho Federal de Odontologia, e passou a dirigir e ministrar cursos prestigiados de especialização. Com a promulgação da Constituição de 1988, que desatrelou os Sindicatos do Ministério do Trabalho, o Sindicato vinha procurando vencer o desafio de, mais que promotor de cursos, ser entidade realmente atuante pela classe. Esse estado de coisas perdurou até 2017, com a mudança na lei trabalhista.
Contribuições
Criada em 1940, a contribuição sindical, também conhecida como imposto sindical, é uma contribuição descontada da remuneração dos trabalhadores uma vez por ano. Durante muito tempo a contribuição sindical foi obrigatória para todos os trabalhadores celetistas, e era sempre descontada no mês de março, num valor equivalente a um dia de salário do funcionário.
Contudo, uma mudança na lei trabalhista em 2017 fez com que a contribuição sindical passasse a ser opcional. E mesmo após quase 5 anos dessa alteração, o assunto ainda divide opiniões e traz muitas dúvidas.
A contribuição sindical é um valor descontado do salário do funcionário, contratado sob regime CLT, destinado ao sindicato da categoria profissional pela qual ele é representado, e foi criada por volta dos anos 40, pelo então presidente Getúlio Vargas, e está prevista no artigo 579 da CLT.
Até 2017, a contribuição sindical era obrigatória, e deveria ser paga por todos os trabalhadores celetistas no mês de março. Porém, com a proposta da Reforma Trabalhista aprovada, a obrigatoriedade dessa contribuição passou a ser opcional.
O que mudou na contribuição sindical com a reforma trabalhista?
Antes da mudança da reforma trabalhista, muitos costumavam chamar a “contribuição sindical” de imposto sindical, pois era um valor imposto e obrigatoriamente descontado do salário do colaborador sem ele optar por essa contribuição. Então, a legislação determinava que todo funcionário era obrigado a contribuir uma vez ao ano para o imposto com o valor de um dia de seu salário.
Porém, após a reforma ter entrado em vigor, a principal mudança da nova lei foi tirar essa obrigatoriedade do pagamento, e permitir que os colaboradores optem ou não por contribuir. Agora é o contrário, ao invés de escrever uma carta alegando não querer, o funcionário precisa escrever uma carta manifestando seu desejo de pagar pelo imposto e contribuir para os sindicatos. Caso ele não faça isso, a empresa não pode subentender que ele quer contribuir, a legislação determina que só pode haver esse desconto caso exista uma autorização prévia do colaborador.
Para entender melhor, veja como era a redação do artigo 582, antes e depois da reforma:
Antes da reforma: “Art. 582 – Os empregadores são obrigados a descontar, da folha de pagamento de seus empregados relativa ao mês de março de cada ano, a contribuição sindical por estes devida aos respectivos sindicatos”.
Depois da reforma: “Art. 582 – Os empregadores são obrigados a descontar da folha de pagamento de seus empregados relativa ao mês de março de cada ano a contribuição sindical dos empregados que autorizaram prévia e expressamente o seu recolhimento aos respectivos sindicatos.”
E não foi só esse artigo que se modificou, todos os que tratam sobre a contribuição sindical ou qualquer contribuição devida ao sindicato prevêem que esse desconto está condicionado à autorização prévia e expressa do colaborador.
Então, o Imposto Sindical chegou ao fim?
É importante deixar claro que o imposto sindical não chegou ao fim. A diferença é que agora ele pode ser pago pelo funcionário caso ele assim desejar, sem ser algo imposto pela lei.
As mudanças que a contribuição sindical sofreu geraram muitas discussões e preocupações para os funcionários, sindicatos e empresas na época. Por isso, em março de 2019, o Governo Federal editou uma MP tratando deste assunto.
A Medida Provisória 873/2019, que era chamada de nova lei do imposto sindical, determinava que quando um colaborador desejasse realizar o pagamento do imposto, ele deveria ser feito via boleto bancário, que poderia ser enviado diretamente para a casa do funcionário ou para a empresa na qual trabalha, e não mais pelo desconto em sua folha de pagamento.
Dessa forma, todo colaborador que desejasse contribuir para os sindicatos deveria primeiramente expressar sua vontade por escrito, para somente depois receber o boleto e realizar o pagamento.
Porém essa MP não foi votada e acabou perdendo sua validade, então atualmente vale o que está previsto na CLT. Ou seja, as empresas precisam que o funcionário autorize a contribuição para descontar na folha de pagamento o respectivo valor.
Por isso, todas as empresas precisam ficar atentas à regra da CLT, uma vez que caso haja o descumprimento da lei, a instituição irá se enquadrar na alínea “d” do art. 483 da CLT, o qual prevê a rescisão indireta.
A contribuição sindical é impostante?
É comum se perguntar porque uma pessoa iria escolher ter parte do seu salário – mesmo que seja um valor pequeno – retirado anualmente. Bom, vários sindicatos realmente trazem um benefício de volta para o colaborador através dessa contribuição.
Apesar de a contribuição para o Imposto Sindical ter se tornado optativa após a implementação da Reforma Trabalhista, os funcionários que optam por realizar esse pagamento acabam recebendo uma série de benefícios.
Não dá para negar a importância que os sindicatos tiveram ao longo dos anos na luta em prol de melhores condições de trabalho e salariais aos trabalhadores brasileiros. Foram diversos os benefícios conquistados por meio de lutas sindicais.
Além disso, sindicatos costumam ser bastante importantes em convenções coletivas, negociações de piso salarial, reajustes e benefícios. E são esses os principais motivos que tornam a contribuição sindical tão atraente e benéfica para muitos funcionários. Mas, a decisão de contribuir ou não é individual e deve ser tomada por cada colaborador, a cobrança por coerção é inconstitucional.
Porém, uma alternativa a essa contribuição é se tornar um associado do sindicato; com isso, o funcionário pode obter uma série de serviços com preços reduzidos ou de graça, como advogados, cursos, atividades esportivas e, a mais comum, colônia de férias.
Com isso, chegamos a outro ponto comum de dúvida: se o funcionário optar por não realizar a contribuição, ele pode ter os benefícios conquistados pelo sindicato?
Sim, todo benefício conquistado em convenção coletiva se aplica para todos os funcionários atendidos por aquela convenção, filiados ou não ao sindicato. Não pode haver distinção. No entanto, alguns serviços do sindicato, como colônia de férias ou assistências, podem ser concedidos apenas aos associados.
Sem um software para gerenciamento, a administração de consultórios odontológicos fica muito mais complicada: cheia de pilhas de papéis e com baixa otimização do tempo.
Um ponto em comum entre os softwares odontológicos é a interface amigável. A maioria é fácil de usar, é intuitiva e a automação, para envio de e-mails e SMS, por exemplo, está somente a um clique.
Agora, a novidade entre esses gerenciadores é o funcionamento na nuvem, o que torna dispensável a instalação em um computador. O software usado na clínica pode ser acessado também de casa e em viagens, basta apenas que o dispositivo tenha acesso à internet.
Confira agora 22 softwares odontológicos para ajudar no dia a dia do consultório.
- BlueDental (www.bluedental.com.br)- Software permite agendamentos somente nos horários que o profissional atende, mantendo encaixes em uma visualização complementar. Permite também:
– envio de lembrete por SMS ou e-mail horas antes da consulta;
– odontogramas personalizados para cada paciente, incluindo procedimentos por dente, faces e arcadas;
– criação de orçamentos para cada odontograma realizado;
– gerenciamento de contas a pagar e a receber, planejamento do fluxo de caixa;
– cadastro dos produtos em estoque;
– envio de e-mails para vários clientes ao mesmo tempo, divulgação de promoções e novidades.
O dentista pode acessar as informações do BlueDental de qualquer dispositivo ligado à internet. Preço não informado.
- Clínica nas Nuvens (https://clinicanasnuvens.com.br)- Permite marcar consultas, controlar procedimentos, fazer encaixes de horário e acompanhar as agendas de vários dentistas da clínica. Veja o que mais o software traz:
– gerenciamento e registro do tempo que o paciente leva para ser atendido, desde a sua chegada até o momento da consulta com o profissional de saúde;
– sistema de chamadas de pacientes em monitores por ordem de chegada ou agendamento;
– prontuário eletrônico: anamnese, exame físico, conduta, diagnósticos, prescrições e atestados;
– envio de SMS e e-mail para confirmar horários de consultas e procedimentos, além de felicitar em datas especiais, como o aniversário;
– controle de contas a pagar e a receber, acesso a faturas pendentes, extratos, fluxo de caixa e relatórios;
– possibilita o envio, em minutos, de orçamentos aos pacientes e o controle de orçamentos aprovados e rejeitados;
– emissão e arquivamento de recibos, gerenciamento das comissões dos dentistas;
– emissão de notas fiscais;
– controle de estoque;
– gerenciamento de várias clínicas em um único software.
– compatível com smartphones e tablets. Preço: R$ 89,90 por usuário/mês.
- Clinicorp (www.clinicorp.com)- Otimiza a rotina da sua secretária para que ela atenda seus pacientes com mais eficiência. Automatiza toda a rotina da recepção da clínica odontológica, com ferramentas exclusivas de: agenda Inteligente, com alerta automático de confirmação de consultas; retornos (SMS, E-mail ou WhatsApp) e self check-in para pacientes. Permite acesso a todos os dados da clínica a partir de dispositivos móveis, pelo App mobile. Os pacientes também têm esse benefício, através do Clini.me, o App para pacientes. Ferramenta de diagnóstico digital, em que se fotografa, planeja e documenta todos os tratamentos odontológicos, proporcionando um planejamento muito mais preciso e eficiente. Outras interfaces:
– Ficha de Implante
– Ficha de Ortodontia
– Ficha de Endodontia
– Fluxo Digital de HOF
– Fluxo Digital de Alinhadores
Maior controle sobre os orçamentos em aberto x convertidos, indicadores de vendas e disponibilização de diferentes meios de pagamentos aos pacientes, aumentando a taxa de conversão do seu negócio. Outras funções: controle de Orçamentos e Plataforma Financeira completa. Integração aos principais Serviços de Proteção ao Crédito, facilitando a consulta e inclusão de CPFs. Exclusiva Régua de Cobrança para driblar a inadimplência e ter total controle das suas cobranças. Com acesso a relatórios detalhados, tem-se muito mais previsibilidade financeira e controle dos indicadores de desempenho do negócio. Uma ferramenta importante para analisar cenários e planejar cada passo da estratégia de expansão da clínica odontológica. Preço: 127,19 reais (plano standard) e 300,00 reais (plano premium).
- Codental (www.codental.com.br)- O software fornece agenda, prontuário, geração de receitas, atestados e controle financeiro do paciente, podendo ser acessado de qualquer dispositivo. Conta também com envio de lembretes de consulta via WhatsApp, que possibilita o paciente responder “sim” ou “não” para confirmar. A facilidade evita faltas de última hora e possui grande taxa de resposta dos pacientes se comparado ao SMS. Outras funções:
– integração com o WhatsApp sem a necessidade de celular;
– odontograma;
– anamnese inteligente com alertas nas principais perguntas;
– envio de lembretes gratuito;
– possibilita salvar as principais receitas, facilitando a emissão e atendimento;
– aplicativo disponível para Android e iOS, que possibilita consultar a agenda e fazer marcações de onde estiver. Preço: a partir de R$ 69,90 por mês.
- ControleODONTO (http://controleodonto.com.br)- Envio de lembretes de consulta por SMS e e-mail. É possível personalizar as mensagens. Aviso ao dentista de que os próximos pacientes chegaram, registro de tempo de espera para consulta e de atendimento no consultório. Veja mais:
– prontuário completo (dados clínicos e cadastrais, histórico, financeiro);
– envio de mala direta a grupos de destinatários com diversos objetivos: campanhas e promoções, cobrança de inadimplentes e mensagens especiais de Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais e ano-novo. Disparo automático de mensagens de aniversário;
– gestão de compras e estoque, lista de fornecedores;
– compras a pagar e a receber, fluxo de caixa, controle de cheques pré-datados, emissão de boletos, carnê de cobrança, nota promissória, remuneração de dentistas. Preço não informado.
- CPT Dentista (www.cptsoftwares.com.br)- Cadastro de pacientes, fornecedores, convênios, funcionários, produtos, procedimentos, cartões e medicamentos. Anamnese, odontograma, receituário e condições gerais do paciente. Outras funções disponíveis:
– orçamentos, crediário, funcionários, fornecedores, convênios, estoque, consumo interno, caixa, banco e cheques;
– relatórios de últimas movimentações dos pacientes, vendas, estoque e pagamento de fornecedores. Preço: R$ 760.
- Dentalis (http://dentalis.com.br)- Ferramenta on-line para controle de custos e de agendamentos, diminuição de faltas e gestão financeira, odontograma. O que mais oferece:
– fechamento de caixa, pagamento de comissão aos dentistas, relacionamento com pacientes;
– controle de devedores, resultado financeiro do consultório, controle de pedidos de prótese, gerenciamento de estoque, envio de SMS aos pacientes;
– chat com a equipe comercial para tirar dúvidas. Preço não informado.
- Dental Office (www.dentaloffice.com.br)- Ficha de cadastros de pacientes, anotações, atestados, receituários, galerias de imagens e documentos. Controle das consultas e dos retornos, diminuição de faltas e agenda configurável por profissional. E mais:
– visualização gráfica da arcada e procedimentos de cada plano de tratamento com orçamento integrado;
– receitas, despesas, fluxo de caixa, comissionamento, controle de cartões e cheques e emissão de boletos;
– relatórios de controle de estoque, serviços protéticos e auditorias;
– ferramentas de captação e fidelização de clientes: mala direta, SMS e envio de e-mails automáticos;
– comunicação via chat com funcionários do consultório e suporte técnico.
– software 100% on-line e um aplicativo gratuito para IOS e Android para que o dentista gerencie consultas, informações de pacientes, receitas e despesas. Preço: a partir de R$ 69,90 por mês
- Dental SIGO (https://dentalsigo.com)- O software não é instalado no computador, e sim roda na nuvem. Permite gerenciar a agenda, com envio de lembretes de consulta aos pacientes, que podem responder confirmando o agendamento. Conheça as funcionalidades:
– prontuário completo para cada paciente: dados cadastrais e de contato, tratamentos em andamento e finalizados, evolução dos tratamentos, odontograma, anamnese, situação financeira do paciente, orçamentos, pagamentos efetuados e parcelas a pagar, exames e tratamentos separados por especialidades, atestados e receituários;
– controle de contas a pagar e a receber. O dentista acessa quanto deixou de receber (quem lhe deve), situação do fluxo de caixa e próximos pagamentos a serem efetuados;
– gerenciamento de estoque: peças de laboratório, insumos e material de uso diário;
– saiba exatamente o que há no estoque da clínica, controle prazos de entrega e laboratórios e antecipe as compras, evitando falta de material. Preço não informado.
- Dentista Organizado (http://www.dentistaorganizado.com.br/index.do)- O software oferece ferramentas para lembretes de consultas, envio de campanhas promocionais para os pacientes ausentes do consultório e alertas de retorno. Segundo o desenvolvedor, os dados são criptografados e seguros na nuvem.
Agenda inteligente, que mostra alertas de retorno, envia SMS para pacientes e altera o status da consulta automaticamente.
Prontuário do paciente: acesso ao cadastro completo, histórico de consultas, anotações sobre tratamentos, fotos e radiografias.
Painel de administração: visão sobre o desempenho da clínica, visualização dos próximos compromissos e horários disponíveis. Preço: a partir de R$ 49 por mês.
- Easy Dental (www.easydental.com.br)- Tem cadastro de pacientes e responsáveis financeiros, prontuário clínico do paciente com visualização gráfica e interativa do odontograma, questionários de anamnese, marcação de características e anomalias do dente com visão 3D. O software oferece ainda:
– agenda de horários com visualização diária e semanal. Planejamento financeiro do tratamento;
– controle de contas a pagar e a receber;
– criação de cartas para envio de malas diretas personalizadas impressas ou por e-mail;
– controle de estoques e serviços de protéticos;
– análises estatísticas financeiras e gerenciais. Preço não informado.
- Edente (http://edente.com.br/dentista/)- Agendamento de consultas por dentistas e cadeiras, notificações de consultas por envio de e-mail a pacientes e dentistas. E mais:
– envio de malas diretas a pacientes, como felicitações de aniversários, lembretes de datas de retorno de consultas;
– visualização on-line de planos de tratamento, imagens, anamnese e situação financeira. Compartilhe as imagens dos tratamentos com os pacientes;
– construção de odontogramas e planos de tratamentos;
– emissão de atestados e receituários;
– emissão de boletos bancários, contas a pagar e a receber, controle de cheques e de orçamentos;
– emissão de recibos e relatórios de faturamento para a declaração do imposto de renda.
– compatível com dispositivos móveis que possuam acesso à internet. Preço não informado.
- FineDental (finedental.com.br) – Software na nuvem. Backup diário, prontuário odontológico, odontograma, suporte por chat, e-mail ou vídeo-aulas. Gestão de agendamento; gestão de atendimentos, com anamnese, planos de tratamento, evolução, anotações e fotos; gestão de prontuários, com histórico clínico e financeiro do paciente; e galeria de imagens, permitindo a separação por pastas de antes, durante e depois do tratamento. Preço: valor não informado.
- Hi Doctor (www.hidoctor.com.br) – Tem prontuário completo dos pacientes e agenda de atendimentos. O software informa o tempo de espera dos pacientes, faz impressão de receitas, atestados, declarações e demais documentos. Integra imagens do atlas do corpo humano à ficha do paciente. Oferece também:
– cadastro de medicamentos e fórmulas de produtos manipulados usados com frequência;
– enciclopédia de Produtos Farmacêuticos, emissão de guias e faturas para convênios;
– acesso à Classificação Internacional de Doenças (CID-10), lista de pacientes e geração de relatórios sobre os diagnósticos feitos no consultório;
– chat entre funcionários da clínica, notas para lembretes e aplicativo para captura de imagens.
O software pode ser instalado em computadores e utilizado pela internet, no tablet e no celular. É possível sincronizar os dados e acessá-los tanto do computador do consultório, de casa e do notebook. Preço: R$ 325 + mensais de R$ 99 (inclui instalação e configuração do HiDoctor Desktop + assistência técnica)
- iGestão Odonto – Agendamentos do dia, facilidade para remarcar consultas e procedimentos. Orçamentos com odontograma integrado, configuração de descontos, planos de pagamento e acompanhamento dos orçamentos até o fechamento. Preço: a partir de R$ 115,70 por mês.
- iOdonto (https://intersistemas.com.br › iodonto)- Software oferece odontograma, possibilidade de impressão de orçamentos, marcação de consultas, pendências financeiras dos pacientes. Controle financeiro do consultório, como contas a pagar e a receber, emissão de boletos e débitos de pacientes. Preço: consulte o desenvolvedor.
- Mysmartclinic www.mysmartclinic.com.br – Software permite acesso por computador, celular ou tablete. No plano Starter, tem interfaces com fotos, interatividade, simulações, financeiro, estoque, orçamento, guia TISS, videoteca, marketing e relatórios. No plano Pro, telemedicina, vídeos no prontuário, aPIs e integrações: RD Station, Omie, Power BI e Lead Lovers. Também cursos e Treinamentos, contratos e confirmação de consulta via WhatsApp.
Ainda possui as seguintes funções: chat interno: converse online com seus colaboradores sem precisar se deslocar até eles. Facilidade e rapidez nas ações; multi dispositivo: sua clinica pode estar onde você estiver, acesse de seu notebook, computador, smartphone ou tablet. Preços: no plano startr, a 85 reais ao mês; no plano Pro, a 189 reais mensais.
- NetDente (www.netdente.com.br)- Ficha simplificada para cadastro rápido de pacientes e entrada de dados clínicos com ou sem uso do odontograma. Atestado, receita, contrato de prestação de serviços e demais textos configuráveis.
Três tipos de agendas, com possibilidade de listagem por ordem de chegada ou múltiplas cadeiras. Agendas por cirurgião, cadeiras ou consultórios: até cinco agendas simultâneas na tela. E mais:
– sala de bate-papo para usuários ativos, possibilidade de deixar recados para seus auxiliares, avisos automáticos para aniversários e contas a pagar;
– backup diário;
– envio de e-mails, SMS e mala direta aos pacientes. Campanhas de marketing, prospecção de novos clientes;
– contas a receber e a pagar, pagamento de comissão a dentistas, recebimento de repasses de convênios odontológicos, emissão de boletos para os pacientes;
– controle de estoque, controle de serviços protéticos com data de entrega programada;
– relatórios e filtros sobre pacientes, tratamentos e procedimentos. Preço: a partir de R$ 39,90 por mês.
- Ortoapp (http://www.ortoapp.com.br)- Software para ortodontistas que permite fazer agendamentos de pacientes e salvar histórico das consultas. Veja as funcionalidades:
– envio de mala direta, cartões de aniversário, lembretes e orientações aos pacientes;
– acesso a relatórios com informações para seu crescimento profissional e histórico de suas atividades;
– acompanhamento dos rendimentos na clínica ou no consultório, dos recibos dados aos pacientes e dos pagamentos recebidos.
– as informações podem ser acessadas de dispositivos móveis. Preço: a partir de R$ 29 por mês.
- Serodonto (www.serodonto.com.br) – Gera contratos personalizados dos tratamentos mantendo, assim, a segurança entre profissional e paciente. Armazena imagens dos pacientes: pode-se tirar foto diretamente pelo celular e capturar telas em tempo real no sistema, o que pode ser interessante na comparação do antes e depois do tratamento. Emissão dos boletos bancários fica mais dinâmica, com integração com a maioria dos bancos. Cadastro completo, controle de responsável, observações, anamneses, contratos, receituários, atestados, documentações, imagens e financeiro em um só lugar. Acesso à agenda, orçamentos e fichas de pacientes de onde se estiver. Verificação de faturamento de qualquer lugar. Contas a pagar e receber, fluxo de caixa, controle de cheques e cartões, emissão de boletos e pagamento de cartão de crédito no próprio sistema. Pagamentos de Dentistas personalizados e comissionamento. Controle de estoque de materiais. Realização de requisições de próteses e controle seus implantes: aqui se pode ter todo o controle de requisições junto ao laboratório de prótese. Atestados, exames, receituários e autorizações: pode-se criar documentos personalizados e imprimi-los quando quiser pelo sistema. Controle de orçamentos e a aprovação parcial mantendo o histórico do que não foi aprovado. Controle de guias de convênios, emissão de boletos e controle de caixa. Visualização da agenda por equipo ou dentista, com informações do cadastro e financeiras do paciente em tempo real, otimizando o tempo com um painel de atendimento. Disponibilização de questionário padrão de anamnese, porém se pode personalizar o próprio formulário. Pode-se preencher a anamnese em um tablet na recepção ou receber via WhatsApp. Outras funções:
– emitir atestados de diferentes modelos, declaração de horas e atestados para acompanhantes. O aplicativo busca automaticamente o horário de permanência do paciente no consultório e traz uma lista com todos os códigos CID.
– fazer upload de arquivos de pacientes em vários formatos (áudio, vídeo, pdf, xls, word), tomografias e muito mais. Depois você terá acesso a seus arquivos e visualizá-los com apenas um clique.
– cria tabelas com os valores de procedimentos que você recebe do convênio, emite guias de tratamentos e as fatura quando quiser. O ap0licativo também controla o comissionamento dos profissionais nos tratamentos de convênio.
– controle de seus cursos de especialização, cadastro de alunos, geração de matrículas e financeiro. Abre a agenda de cursos e configura seus equipos e professores de acordo com sua estrutura.
– dispõe de indicadores em tempo real de todas as áreas de seu consultório. São gráficos, relatórios e informações que vão ajudar em uma melhor tomada de decisão. Os dashboards são separados por área no sistema: financeiro, atendimento e recepção.
– otimiza o tempo da secretária com a nota fiscal de serviço integrada ao aplicativo. Seleciona os recebimentos e emite suas notas de serviços em apenas um clique sem a necessidade de emissão pelo site da prefeitura. (Verifique disponibilidade da cidade)
– grava todo o histórico do paciente em seu consultório. A informação é salva e inserida no histórico do paciente e toda essa informação pode ser impressa e organizada em um relatório de segurança.
– integração com ferramentas de parceiros que vão facilitar ainda mais a gestão, entre elas: marketing e comunicação via redes sociais, cobranças, gateways de pagamentos, periféricos e automação comercial, análise de crédito e financiadora.
– permite fidelizar e captar mais pacientes com recursos de marketing, criando campanhas direcionadas, pesquisas de satisfação para medir a qualidade do atendimento, envio de informações financeiras, automatização de agendamentos e mais.
– configuração do estado atual da boca do paciente no odontograma próprio, e conforme se finaliza os procedimentos, o odontograma é atualizado.
– permite verificar a evolução de tratamento do paciente no prontuário eletrônico, finalizar os tratamentos, analisar imagens e arquivos no momento do atendimento. Função que permite liberar procedimentos para execução somente se já foram pagos.
– controle de requisições de próteses enviadas aos laboratórios. As requisições podem ser acompanhadas por um alerta na própria agenda do paciente. Além disso, é possível faturar para os laboratórios e descontar das comissões dos dentistas.
– emitir receituários rapidamente para pacientes já com a assinatura eletrônica. Aplicativo já possui uma lista de medicamentos e vários modelos de receituário para que se possa escolher o que melhor se adequa a sua clínica.
– aplicativo possui grande quantidade de relatórios que estão separados por módulos.
– estar hospedado em nuvem da Amazon, um dos melhores servidores cloud do mundo. Dentro da plataforma, é possível criar perfis de usuários que só poderão acessar telas com sua permissão. Além de ter a possibilidade de restringir dias e horários.
– com o chat interno do aplicativo, a comunicação dentro do seu consultório se torna mais ágil e assertiva, já que se pode comunicar com todos os colaboradores que têm acesso ao sistema. É enviada notificação de mensagem no momento em que começa a interação.
Planos de 109,00 reais a 459,00 reais mensais.
- Simples Dental (www.simplesdental.com)- Software permite marcar e confirmar consultas via SMS, controlar horários de atendimento, compromissos e alertas de retorno. Veja outras funcionalidades:
– gerenciamento de fluxo de caixa, geração de relatórios, acompanhamento de pacientes inadimplentes, emissão direta de boletos;
– informações sobre os pacientes: tratamentos, imagens, orçamentos, receituários, atestados e anamnese;
– criação e envio de campanhas de relacionamento por SMS;
– envio de mensagens de aniversário, datas comemorativas, lembretes de retorno, pós-cirúrgico e mais.
– inclui o aplicativo Simples Dental Agenda, para Android e IOS, para marcar e confirmar consultas de qualquer lugar. Preço: R$ 99,90 por mês.
- Soul Clinic (soulclinic.com.br) – Agendamento de procedimentos únicos ou em lotes, busca de horários livres, encaixes, cancelamento e remarcação de consultas. Além disso, oferta:
– gerenciamento das agendas de vários dentistas;
– envio automatizado de lembretes via SMS aos pacientes – para auxiliar na redução de horários vazios. Preço: a partir de R$ 70 por mês.
A gestão dos consultórios sempre é muito importante para o bom andamento dos negócios.
COMO TER UM SITE NA INTERNET
Se você considerou que a internet é um veículo interessante para aparecer para um público potencial, para ter um site básico, sem programação como fórum, chat, guestbook, sistemas administrativos, banners e outras sofisticações, há empresas de internet, como a Locaweb (www.locaweb.com.br) que o ajudam nesta tarefa. E de graça, mesmo porque têm interesse em fazer a hospedagem, ou seja, garantir que ele esteja visível na internet. Nesta primeira etapa, a da criação do site, você vai escolher o design que mais combina com o estilo do que você quer projetar para sua imagem. Para cada ramo de atividade, há algumas formas padrão. Em seguida, você poderá criar e editar a estrutura de cada página. No terceiro passo, você vai criar ou editar o conteúdo de texto. Feito isso, você vai definir alguns parâmetros e características extras do seu site. Pronto o site, vamos para o último passo: você vai colocá-lo no ar para ser visto por toda internet. A hospedagem é o lugar em que seu site irá “morar” para que as pessoas possam vê-lo na internet. Você vai gastar em torno de R$ 10,00 por mês com uma hospedagem que mantenha realmente seu site 24 horas no ar. Depois disso, é importante que você inscreva o site num buscador, como o Google. Isso significa que quem procurar algum tipo de serviço ou referência na internet, colocando como palavra de busca qualquer uma que você indicar, seu site aparecerá como uma das primeiras opções. Isso pode se transformar numa consulta. Buscadores como este costumam fazer pacotes e cobram pelo número de vezes que as pessoas acessam realmente seu site. Um gasto básico no buscador começa com R$150,00, mas é só o começo. Tudo muito organizado, confiável, todos os relatórios são perfeitos, com anotações de quantos viram o site por dia, por buscador, e todas outras variáveis que seja de seu interesse. Há ainda um detalhe importante: a manutenção. Todo site requer manutenção; se não atualiza, em breve as visitas não mais acontecerão. E tudo o que você desejar mostrar não será visto por ninguém. Você deve contratar um profissional ou empresa para tal serviço, se não souber como executá-lo. E gastará em torno de R$300,00 por mês, conforme suas necessidades e desejos.
Os serviços odontológicos devem possuir ventilação natural ou forçada, para evitar o acúmulo de fungos (bolores), gases e vapores condensados, sendo que sua eliminação não deve causar danos ou prejuízos às áreas próximas. Os equipamentos de ar condicionado de janela e minisplits apresentam o inconveniente de não efetuar a renovação do ar necessária para a manutenção de uma boa qualidade do ar ambiente de interiores, conforme preconizado na Portaria GM/MS n.º 3.523, de 28 de agosto de 1998, e RE/Anvisa n.º 9, de 16 de janeiro de 2003. Esses equipamentos somente podem ser instalados nos serviços odontológicos acompanhados por um sistema de ventilação e/ou exaustão complementar, garantindo a renovação de ar exterior necessária nesses ambientes. Caso o estabelecimento de assistência odontológica opte pela instalação de sistema de climatização, deverá seguir as seguintes recomendações: a) As instalações de climatização para os serviços odontológicos devem ser projetadas, executadas, testadas e mantidas conforme as recomendações das normas ABNT NBR 6401 – Instalações centrais de ar condicionado para conforto – Parâmetros básicos de projeto e NBR 7256 – Tratamento de ar em estabelecimentos assistenciais de saúde e da RDC/Anvisa n.º 50, de 21 de fevereiro de 2002. b) O sistema de climatização para os serviços odontológicos deve ser adequadamente dimensionado, por profissional especializado, de modo a prover uma vazão mínima de ar exterior de 6 (m3 /h)/m2 e uma vazão mínima de ar total de 18 (m3 /h)/m2 . A temperatura ambiente deve ser mantida entre 21ºC e 24ºC, e a umidade relativa do ar entre 40% e 60%. Os equipamentos devem possuir, no mínimo, filtros classe G3 no insuflamento. c) As tomadas de ar exterior devem ser localizadas de forma a evitar a aspiração de descargas de exaustão de cozinhas, sanitários, laboratórios, lavanderia e também a evitar a proximidade a depósitos de lixo, centrais de gás combustível, grupos geradores, centrais de vácuo, estacionamentos, bem como de outros locais onde haja possibilidade de emanação de agentes poluidores ou gases nocivos, estabelecendo uma distância mínima de oito metros desses locais. As tomadas de ar exterior deverão ser providas, no mínimo, de filtros classe G3 e dotadas de telas de proteção de material resistente à corrosão. d) Os dutos de ar, quando utilizados, devem ser unidos por meio de juntas flangeadas, à prova de vazamentos. As dobras, conexões e acessórios dos dutos também devem ser estanques. Todo retorno de ar deve ser feito através de dutos, sendo vedado o retorno através do forro (plenum). e) A instalação e a manutenção de equipamentos de pequeno porte, como aparelhos de janela e minisplits, devem ser efetuadas conforme recomendado nos manuais do fabricante. A manutenção de equipamentos e/ou instalações de capacidade igual ou superior a 5 TRs (15.000 kcal/h = 60.000 Btu/h) deverá ser efetuada sempre sob a supervisão de engenheiro mecânico (responsável técnico) habilitado pelo CREA para tal fim, observando-se os critérios da Portaria GM/MS n.º 3.523, de 28 de agosto de 1998, e RE/Anvisa n.º 9, de 16 de janeiro de 2003.
A mídia eletrônica, além de trazer o acesso instantâneo à informação em todos os rincões do planeta, potencializou as formas de expressão da publicidade (V. Publicidade). Em muitas comunidades tecnologicamente antenadas, quando se deseja apresentar uma retrospectiva da carreira, substituiu-se a apresentação do currículo vitae pela indicação do site. Na Odontologia, essa tendência também não tardará a se estabelecer. O dicionário Houaiss, entre outros puristas da língua portuguesa, prefere a palavra sítio em lugar de site, que se pronuncia saite. Tecnicamente, é um local na Internet identificado por um nome de domínio (que começa por www), constituído por uma ou mais páginas de hipertexto, que podem conter textos, gráficos e informações em multimídia. Não existe ainda nada específico no Código de Ética a respeito de publicidade na Internet, mas o bom senso a equaliza aos demais meios de comunicação. Quando se dá um giro visual pelos quase 2 milhões de sites odontológicos disponíveis num dos vários sites de busca, verificamos que, neste sentido, a internet é ainda é terra de ninguém, que se presta a todo tipo de transgressões à ética, como alardear consultas grátis ou abusar do esquema de exibir o visual de antes e depois. Vai exigir rapidamente uma apreciação pelos conselhos reguladores. Dentro dos limites da ética, certamente é um instrumento publicitário muito valioso, que também enriquecer as fontes de informação para os usuários. COMO TER UM SITE NA INTERNET Se você considerou que a internet é um veículo interessante para aparecer para um público potencial, para ter um site básico, sem programação como fórum, chat, guestbook, sistemas administrativos, banners e outras sofisticações, há empresas de internet, como a Locaweb (www.locaweb.com.br) que o ajudam nesta tarefa. E de graça, mesmo porque têm interesse em fazer a hospedagem, ou seja, garantir que ele esteja visível na internet. Nesta primeira etapa, a da criação do site, você vai escolher o design que mais combina com o estilo do que você quer projetar para sua imagem. Para cada ramo de atividade, há algumas formas padrão. Em seguida, você poderá criar e editar a estrutura de cada página. No terceiro passo, você vai criar ou editar o conteúdo de texto. Feito isso, você vai definir alguns parâmetros e características extras do seu site. Pronto o site, vamos para o último passo: você vai colocá-lo no ar para ser visto por toda internet. A hospedagem é o lugar em que seu site irá “morar” para que as pessoas possam vê-lo na internet. Você vai gastar em torno de R$ 30,00 por mês com uma hospedagem que mantenha realmente seu site 24 horas no ar. Depois disso, é importante que você inscreva o site num buscador, como o Google. Isso significa que quem procurar algum tipo de serviço ou referência na internet, colocando como palavra de busca qualquer uma que você indicar, seu site aparecerá como uma das primeiras opções. Isso pode se transformar numa consulta. Buscadores como este costumam fazer pacotes e cobram pelo número de vezes que as pessoas acessam realmente seu site. Um gasto básico no buscador começa com R$150,00. Mas é tudo muito organizado, confiável, todos os relatórios são perfeitos, com anotações de quantos viram o site por dia, por buscador, e todas outras variáveis que seja de seu interesse. Há ainda um detalhe importante: a manutenção. Todo site requer manutenção; se não atualiza, em breve as visitas não mais acontecerão. E tudo o que você desejar mostrar não será visto por ninguém. Você deve contratar um profissional ou empresa para tal serviço, se não souber como executá-lo. E gastará em torno de R$120,00 por mês.
Sem um software para gerenciamento, a administração de consultórios odontológicos fica muito mais complicada: cheia de pilhas de papéis e com baixa otimização do tempo.
Um ponto em comum entre os softwares odontológicos é a interface amigável. A maioria é fácil de usar, é intuitiva e a automação, para envio de e-mails e SMS, por exemplo, está somente a um clique.
Agora, a novidade entre esses gerenciadores é o funcionamento na nuvem, o que torna dispensável a instalação em um computador. O software usado na clínica pode ser acessado também de casa e em viagens, basta apenas que o dispositivo tenha acesso à internet.
Confira agora 22 softwares odontológicos para ajudar no dia a dia do consultório.
- BlueDental (www.bluedental.com.br)- Software permite agendamentos somente nos horários que o profissional atende, mantendo encaixes em uma visualização complementar. Permite também:
– envio de lembrete por SMS ou e-mail horas antes da consulta;
– odontogramas personalizados para cada paciente, incluindo procedimentos por dente, faces e arcadas;
– criação de orçamentos para cada odontograma realizado;
– gerenciamento de contas a pagar e a receber, planejamento do fluxo de caixa;
– cadastro dos produtos em estoque;
– envio de e-mails para vários clientes ao mesmo tempo, divulgação de promoções e novidades.
O dentista pode acessar as informações do BlueDental de qualquer dispositivo ligado à internet. Preço não informado.
- Clínica nas Nuvens (https://clinicanasnuvens.com.br)- Permite marcar consultas, controlar procedimentos, fazer encaixes de horário e acompanhar as agendas de vários dentistas da clínica. Veja o que mais o software traz:
– gerenciamento e registro do tempo que o paciente leva para ser atendido, desde a sua chegada até o momento da consulta com o profissional de saúde;
– sistema de chamadas de pacientes em monitores por ordem de chegada ou agendamento;
– prontuário eletrônico: anamnese, exame físico, conduta, diagnósticos, prescrições e atestados;
– envio de SMS e e-mail para confirmar horários de consultas e procedimentos, além de felicitar em datas especiais, como o aniversário;
– controle de contas a pagar e a receber, acesso a faturas pendentes, extratos, fluxo de caixa e relatórios;
– possibilita o envio, em minutos, de orçamentos aos pacientes e o controle de orçamentos aprovados e rejeitados;
– emissão e arquivamento de recibos, gerenciamento das comissões dos dentistas;
– emissão de notas fiscais;
– controle de estoque;
– gerenciamento de várias clínicas em um único software.
– compatível com smartphones e tablets. Preço: R$ 89,90 por usuário/mês.
- Clinicorp (www.clinicorp.com)- Otimiza a rotina da sua secretária para que ela atenda seus pacientes com mais eficiência. Automatiza toda a rotina da recepção da clínica odontológica, com ferramentas exclusivas de: agenda Inteligente, com alerta automático de confirmação de consultas; retornos (SMS, E-mail ou WhatsApp) e self check-in para pacientes. Permite acesso a todos os dados da clínica a partir de dispositivos móveis, pelo App mobile. Os pacientes também têm esse benefício, através do Clini.me, o App para pacientes. Ferramenta de diagnóstico digital, em que se fotografa, planeja e documenta todos os tratamentos odontológicos, proporcionando um planejamento muito mais preciso e eficiente. Outras interfaces:
– Ficha de Implante
– Ficha de Ortodontia
– Ficha de Endodontia
– Fluxo Digital de HOF
– Fluxo Digital de Alinhadores
Maior controle sobre os orçamentos em aberto x convertidos, indicadores de vendas e disponibilização de diferentes meios de pagamentos aos pacientes, aumentando a taxa de conversão do seu negócio. Outras funções: controle de Orçamentos e Plataforma Financeira completa. Integração aos principais Serviços de Proteção ao Crédito, facilitando a consulta e inclusão de CPFs. Exclusiva Régua de Cobrança para driblar a inadimplência e ter total controle das suas cobranças. Com acesso a relatórios detalhados, tem-se muito mais previsibilidade financeira e controle dos indicadores de desempenho do negócio. Uma ferramenta importante para analisar cenários e planejar cada passo da estratégia de expansão da clínica odontológica. Preço: 127,19 reais (plano standard) e 300,00 reais (plano premium).
- Codental (www.codental.com.br)- O software fornece agenda, prontuário, geração de receitas, atestados e controle financeiro do paciente, podendo ser acessado de qualquer dispositivo. Conta também com envio de lembretes de consulta via WhatsApp, que possibilita o paciente responder “sim” ou “não” para confirmar. A facilidade evita faltas de última hora e possui grande taxa de resposta dos pacientes se comparado ao SMS. Outras funções:
– integração com o WhatsApp sem a necessidade de celular;
– odontograma;
– anamnese inteligente com alertas nas principais perguntas;
– envio de lembretes gratuito;
– possibilita salvar as principais receitas, facilitando a emissão e atendimento;
– aplicativo disponível para Android e iOS, que possibilita consultar a agenda e fazer marcações de onde estiver. Preço: a partir de R$ 69,90 por mês.
- ControleODONTO (http://controleodonto.com.br)- Envio de lembretes de consulta por SMS e e-mail. É possível personalizar as mensagens. Aviso ao dentista de que os próximos pacientes chegaram, registro de tempo de espera para consulta e de atendimento no consultório. Veja mais:
– prontuário completo (dados clínicos e cadastrais, histórico, financeiro);
– envio de mala direta a grupos de destinatários com diversos objetivos: campanhas e promoções, cobrança de inadimplentes e mensagens especiais de Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais e ano-novo. Disparo automático de mensagens de aniversário;
– gestão de compras e estoque, lista de fornecedores;
– compras a pagar e a receber, fluxo de caixa, controle de cheques pré-datados, emissão de boletos, carnê de cobrança, nota promissória, remuneração de dentistas. Preço não informado.
- CPT Dentista (www.cptsoftwares.com.br)- Cadastro de pacientes, fornecedores, convênios, funcionários, produtos, procedimentos, cartões e medicamentos. Anamnese, odontograma, receituário e condições gerais do paciente. Outras funções disponíveis:
– orçamentos, crediário, funcionários, fornecedores, convênios, estoque, consumo interno, caixa, banco e cheques;
– relatórios de últimas movimentações dos pacientes, vendas, estoque e pagamento de fornecedores. Preço: R$ 760.
- Dentalis (http://dentalis.com.br)- Ferramenta on-line para controle de custos e de agendamentos, diminuição de faltas e gestão financeira, odontograma. O que mais oferece:
– fechamento de caixa, pagamento de comissão aos dentistas, relacionamento com pacientes;
– controle de devedores, resultado financeiro do consultório, controle de pedidos de prótese, gerenciamento de estoque, envio de SMS aos pacientes;
– chat com a equipe comercial para tirar dúvidas. Preço não informado.
- Dental Office (www.dentaloffice.com.br)- Ficha de cadastros de pacientes, anotações, atestados, receituários, galerias de imagens e documentos. Controle das consultas e dos retornos, diminuição de faltas e agenda configurável por profissional. E mais:
– visualização gráfica da arcada e procedimentos de cada plano de tratamento com orçamento integrado;
– receitas, despesas, fluxo de caixa, comissionamento, controle de cartões e cheques e emissão de boletos;
– relatórios de controle de estoque, serviços protéticos e auditorias;
– ferramentas de captação e fidelização de clientes: mala direta, SMS e envio de e-mails automáticos;
– comunicação via chat com funcionários do consultório e suporte técnico.
– software 100% on-line e um aplicativo gratuito para IOS e Android para que o dentista gerencie consultas, informações de pacientes, receitas e despesas. Preço: a partir de R$ 69,90 por mês
- Dental SIGO (https://dentalsigo.com)- O software não é instalado no computador, e sim roda na nuvem. Permite gerenciar a agenda, com envio de lembretes de consulta aos pacientes, que podem responder confirmando o agendamento. Conheça as funcionalidades:
– prontuário completo para cada paciente: dados cadastrais e de contato, tratamentos em andamento e finalizados, evolução dos tratamentos, odontograma, anamnese, situação financeira do paciente, orçamentos, pagamentos efetuados e parcelas a pagar, exames e tratamentos separados por especialidades, atestados e receituários;
– controle de contas a pagar e a receber. O dentista acessa quanto deixou de receber (quem lhe deve), situação do fluxo de caixa e próximos pagamentos a serem efetuados;
– gerenciamento de estoque: peças de laboratório, insumos e material de uso diário;
– saiba exatamente o que há no estoque da clínica, controle prazos de entrega e laboratórios e antecipe as compras, evitando falta de material. Preço não informado.
- Dentista Organizado (http://www.dentistaorganizado.com.br/index.do)- O software oferece ferramentas para lembretes de consultas, envio de campanhas promocionais para os pacientes ausentes do consultório e alertas de retorno. Segundo o desenvolvedor, os dados são criptografados e seguros na nuvem.
Agenda inteligente, que mostra alertas de retorno, envia SMS para pacientes e altera o status da consulta automaticamente.
Prontuário do paciente: acesso ao cadastro completo, histórico de consultas, anotações sobre tratamentos, fotos e radiografias.
Painel de administração: visão sobre o desempenho da clínica, visualização dos próximos compromissos e horários disponíveis. Preço: a partir de R$ 49 por mês.
- Easy Dental (www.easydental.com.br)- Tem cadastro de pacientes e responsáveis financeiros, prontuário clínico do paciente com visualização gráfica e interativa do odontograma, questionários de anamnese, marcação de características e anomalias do dente com visão 3D. O software oferece ainda:
– agenda de horários com visualização diária e semanal. Planejamento financeiro do tratamento;
– controle de contas a pagar e a receber;
– criação de cartas para envio de malas diretas personalizadas impressas ou por e-mail;
– controle de estoques e serviços de protéticos;
– análises estatísticas financeiras e gerenciais. Preço não informado.
- Edente (http://edente.com.br/dentista/)- Agendamento de consultas por dentistas e cadeiras, notificações de consultas por envio de e-mail a pacientes e dentistas. E mais:
– envio de malas diretas a pacientes, como felicitações de aniversários, lembretes de datas de retorno de consultas;
– visualização on-line de planos de tratamento, imagens, anamnese e situação financeira. Compartilhe as imagens dos tratamentos com os pacientes;
– construção de odontogramas e planos de tratamentos;
– emissão de atestados e receituários;
– emissão de boletos bancários, contas a pagar e a receber, controle de cheques e de orçamentos;
– emissão de recibos e relatórios de faturamento para a declaração do imposto de renda.
– compatível com dispositivos móveis que possuam acesso à internet. Preço não informado.
- FineDental (finedental.com.br) – Software na nuvem. Backup diário, prontuário odontológico, odontograma, suporte por chat, e-mail ou vídeo-aulas. Gestão de agendamento; gestão de atendimentos, com anamnese, planos de tratamento, evolução, anotações e fotos; gestão de prontuários, com histórico clínico e financeiro do paciente; e galeria de imagens, permitindo a separação por pastas de antes, durante e depois do tratamento. Preço: valor não informado.
- Hi Doctor (www.hidoctor.com.br) – Tem prontuário completo dos pacientes e agenda de atendimentos. O software informa o tempo de espera dos pacientes, faz impressão de receitas, atestados, declarações e demais documentos. Integra imagens do atlas do corpo humano à ficha do paciente. Oferece também:
– cadastro de medicamentos e fórmulas de produtos manipulados usados com frequência;
– enciclopédia de Produtos Farmacêuticos, emissão de guias e faturas para convênios;
– acesso à Classificação Internacional de Doenças (CID-10), lista de pacientes e geração de relatórios sobre os diagnósticos feitos no consultório;
– chat entre funcionários da clínica, notas para lembretes e aplicativo para captura de imagens.
O software pode ser instalado em computadores e utilizado pela internet, no tablet e no celular. É possível sincronizar os dados e acessá-los tanto do computador do consultório, de casa e do notebook. Preço: R$ 325 + mensais de R$ 99 (inclui instalação e configuração do HiDoctor Desktop + assistência técnica)
- iGestão Odonto – Agendamentos do dia, facilidade para remarcar consultas e procedimentos. Orçamentos com odontograma integrado, configuração de descontos, planos de pagamento e acompanhamento dos orçamentos até o fechamento. Preço: a partir de R$ 115,70 por mês.
- iOdonto (https://intersistemas.com.br › iodonto)- Software oferece odontograma, possibilidade de impressão de orçamentos, marcação de consultas, pendências financeiras dos pacientes. Controle financeiro do consultório, como contas a pagar e a receber, emissão de boletos e débitos de pacientes. Preço: consulte o desenvolvedor.
- Mysmartclinic www.mysmartclinic.com.br – Software permite acesso por computador, celular ou tablete. No plano Starter, tem interfaces com fotos, interatividade, simulações, financeiro, estoque, orçamento, guia TISS, videoteca, marketing e relatórios. No plano Pro, telemedicina, vídeos no prontuário, aPIs e integrações: RD Station, Omie, Power BI e Lead Lovers. Também cursos e Treinamentos, contratos e confirmação de consulta via WhatsApp.
Ainda possui as seguintes funções: chat interno: converse online com seus colaboradores sem precisar se deslocar até eles. Facilidade e rapidez nas ações; multi dispositivo: sua clinica pode estar onde você estiver, acesse de seu notebook, computador, smartphone ou tablet. Preços: no plano startr, a 85 reais ao mês; no plano Pro, a 189 reais mensais.
- NetDente (www.netdente.com.br)- Ficha simplificada para cadastro rápido de pacientes e entrada de dados clínicos com ou sem uso do odontograma. Atestado, receita, contrato de prestação de serviços e demais textos configuráveis.
Três tipos de agendas, com possibilidade de listagem por ordem de chegada ou múltiplas cadeiras. Agendas por cirurgião, cadeiras ou consultórios: até cinco agendas simultâneas na tela. E mais:
– sala de bate-papo para usuários ativos, possibilidade de deixar recados para seus auxiliares, avisos automáticos para aniversários e contas a pagar;
– backup diário;
– envio de e-mails, SMS e mala direta aos pacientes. Campanhas de marketing, prospecção de novos clientes;
– contas a receber e a pagar, pagamento de comissão a dentistas, recebimento de repasses de convênios odontológicos, emissão de boletos para os pacientes;
– controle de estoque, controle de serviços protéticos com data de entrega programada;
– relatórios e filtros sobre pacientes, tratamentos e procedimentos. Preço: a partir de R$ 39,90 por mês.
- Ortoapp (http://www.ortoapp.com.br)- Software para ortodontistas que permite fazer agendamentos de pacientes e salvar histórico das consultas. Veja as funcionalidades:
– envio de mala direta, cartões de aniversário, lembretes e orientações aos pacientes;
– acesso a relatórios com informações para seu crescimento profissional e histórico de suas atividades;
– acompanhamento dos rendimentos na clínica ou no consultório, dos recibos dados aos pacientes e dos pagamentos recebidos.
– as informações podem ser acessadas de dispositivos móveis. Preço: a partir de R$ 29 por mês.
- Serodonto (www.serodonto.com.br) – Gera contratos personalizados dos tratamentos mantendo, assim, a segurança entre profissional e paciente. Armazena imagens dos pacientes: pode-se tirar foto diretamente pelo celular e capturar telas em tempo real no sistema, o que pode ser interessante na comparação do antes e depois do tratamento. Emissão dos boletos bancários fica mais dinâmica, com integração com a maioria dos bancos. Cadastro completo, controle de responsável, observações, anamneses, contratos, receituários, atestados, documentações, imagens e financeiro em um só lugar. Acesso à agenda, orçamentos e fichas de pacientes de onde se estiver. Verificação de faturamento de qualquer lugar. Contas a pagar e receber, fluxo de caixa, controle de cheques e cartões, emissão de boletos e pagamento de cartão de crédito no próprio sistema. Pagamentos de Dentistas personalizados e comissionamento. Controle de estoque de materiais. Realização de requisições de próteses e controle seus implantes: aqui se pode ter todo o controle de requisições junto ao laboratório de prótese. Atestados, exames, receituários e autorizações: pode-se criar documentos personalizados e imprimi-los quando quiser pelo sistema. Controle de orçamentos e a aprovação parcial mantendo o histórico do que não foi aprovado. Controle de guias de convênios, emissão de boletos e controle de caixa. Visualização da agenda por equipo ou dentista, com informações do cadastro e financeiras do paciente em tempo real, otimizando o tempo com um painel de atendimento. Disponibilização de questionário padrão de anamnese, porém se pode personalizar o próprio formulário. Pode-se preencher a anamnese em um tablet na recepção ou receber via WhatsApp. Outras funções:
– emitir atestados de diferentes modelos, declaração de horas e atestados para acompanhantes. O aplicativo busca automaticamente o horário de permanência do paciente no consultório e traz uma lista com todos os códigos CID.
– fazer upload de arquivos de pacientes em vários formatos (áudio, vídeo, pdf, xls, word), tomografias e muito mais. Depois você terá acesso a seus arquivos e visualizá-los com apenas um clique.
– cria tabelas com os valores de procedimentos que você recebe do convênio, emite guias de tratamentos e as fatura quando quiser. O ap0licativo também controla o comissionamento dos profissionais nos tratamentos de convênio.
– controle de seus cursos de especialização, cadastro de alunos, geração de matrículas e financeiro. Abre a agenda de cursos e configura seus equipos e professores de acordo com sua estrutura.
– dispõe de indicadores em tempo real de todas as áreas de seu consultório. São gráficos, relatórios e informações que vão ajudar em uma melhor tomada de decisão. Os dashboards são separados por área no sistema: financeiro, atendimento e recepção.
– otimiza o tempo da secretária com a nota fiscal de serviço integrada ao aplicativo. Seleciona os recebimentos e emite suas notas de serviços em apenas um clique sem a necessidade de emissão pelo site da prefeitura. (Verifique disponibilidade da cidade)
– grava todo o histórico do paciente em seu consultório. A informação é salva e inserida no histórico do paciente e toda essa informação pode ser impressa e organizada em um relatório de segurança.
– integração com ferramentas de parceiros que vão facilitar ainda mais a gestão, entre elas: marketing e comunicação via redes sociais, cobranças, gateways de pagamentos, periféricos e automação comercial, análise de crédito e financiadora.
– permite fidelizar e captar mais pacientes com recursos de marketing, criando campanhas direcionadas, pesquisas de satisfação para medir a qualidade do atendimento, envio de informações financeiras, automatização de agendamentos e mais.
– configuração do estado atual da boca do paciente no odontograma próprio, e conforme se finaliza os procedimentos, o odontograma é atualizado.
– permite verificar a evolução de tratamento do paciente no prontuário eletrônico, finalizar os tratamentos, analisar imagens e arquivos no momento do atendimento. Função que permite liberar procedimentos para execução somente se já foram pagos.
– controle de requisições de próteses enviadas aos laboratórios. As requisições podem ser acompanhadas por um alerta na própria agenda do paciente. Além disso, é possível faturar para os laboratórios e descontar das comissões dos dentistas.
– emitir receituários rapidamente para pacientes já com a assinatura eletrônica. Aplicativo já possui uma lista de medicamentos e vários modelos de receituário para que se possa escolher o que melhor se adequa a sua clínica.
– aplicativo possui grande quantidade de relatórios que estão separados por módulos.
– estar hospedado em nuvem da Amazon, um dos melhores servidores cloud do mundo. Dentro da plataforma, é possível criar perfis de usuários que só poderão acessar telas com sua permissão. Além de ter a possibilidade de restringir dias e horários.
– com o chat interno do aplicativo, a comunicação dentro do seu consultório se torna mais ágil e assertiva, já que se pode comunicar com todos os colaboradores que têm acesso ao sistema. É enviada notificação de mensagem no momento em que começa a interação.
Planos de 109,00 reais a 459,00 reais mensais.
- Simples Dental (www.simplesdental.com)- Software permite marcar e confirmar consultas via SMS, controlar horários de atendimento, compromissos e alertas de retorno. Veja outras funcionalidades:
– gerenciamento de fluxo de caixa, geração de relatórios, acompanhamento de pacientes inadimplentes, emissão direta de boletos;
– informações sobre os pacientes: tratamentos, imagens, orçamentos, receituários, atestados e anamnese;
– criação e envio de campanhas de relacionamento por SMS;
– envio de mensagens de aniversário, datas comemorativas, lembretes de retorno, pós-cirúrgico e mais.
– inclui o aplicativo Simples Dental Agenda, para Android e IOS, para marcar e confirmar consultas de qualquer lugar. Preço: R$ 99,90 por mês.
- Soul Clinic (soulclinic.com.br) – Agendamento de procedimentos únicos ou em lotes, busca de horários livres, encaixes, cancelamento e remarcação de consultas. Além disso, oferta:
– gerenciamento das agendas de vários dentistas;
– envio automatizado de lembretes via SMS aos pacientes – para auxiliar na redução de horários vazios. Preço: a partir de R$ 70 por mês.
A gestão dos consultórios sempre é muito importante para o bom andamento dos negócios.
COMO TER UM SITE NA INTERNET
Se você considerou que a internet é um veículo interessante para aparecer para um público potencial, para ter um site básico, sem programação como fórum, chat, guestbook, sistemas administrativos, banners e outras sofisticações, há empresas de internet, como a Locaweb (www.locaweb.com.br) que o ajudam nesta tarefa. E de graça, mesmo porque têm interesse em fazer a hospedagem, ou seja, garantir que ele esteja visível na internet. Nesta primeira etapa, a da criação do site, você vai escolher o design que mais combina com o estilo do que você quer projetar para sua imagem. Para cada ramo de atividade, há algumas formas padrão. Em seguida, você poderá criar e editar a estrutura de cada página. No terceiro passo, você vai criar ou editar o conteúdo de texto. Feito isso, você vai definir alguns parâmetros e características extras do seu site. Pronto o site, vamos para o último passo: você vai colocá-lo no ar para ser visto por toda internet. A hospedagem é o lugar em que seu site irá “morar” para que as pessoas possam vê-lo na internet. Você vai gastar em torno de R$ 10,00 por mês com uma hospedagem que mantenha realmente seu site 24 horas no ar. Depois disso, é importante que você inscreva o site num buscador, como o Google. Isso significa que quem procurar algum tipo de serviço ou referência na internet, colocando como palavra de busca qualquer uma que você indicar, seu site aparecerá como uma das primeiras opções. Isso pode se transformar numa consulta. Buscadores como este costumam fazer pacotes e cobram pelo número de vezes que as pessoas acessam realmente seu site. Um gasto básico no buscador começa com R$150,00, mas é só o começo. Tudo muito organizado, confiável, todos os relatórios são perfeitos, com anotações de quantos viram o site por dia, por buscador, e todas outras variáveis que seja de seu interesse. Há ainda um detalhe importante: a manutenção. Todo site requer manutenção; se não atualiza, em breve as visitas não mais acontecerão. E tudo o que você desejar mostrar não será visto por ninguém. Você deve contratar um profissional ou empresa para tal serviço, se não souber como executá-lo. E gastará em torno de R$300,00 por mês, conforme suas necessidades e desejos.
Algumas marcas, como os suctores da Schuster e Kavo, eliminam os resíduos diretamente ao esgoto, sem necessidade de reservatório, com a vantagem de sugar e expelir para o meio externo o foco infeccioso, reduzindo riscos de contaminação. A seguir, listamos as mais facilmente encontráveis no mercado.
Bomba de Vácuo Ciclone- para 2 consult. (Dabi Atlante): sistema de sucção de alta potência, aspira e drena todos os resíduos do meio bucal. Outras qualidades enumeradas pelo fabricante: melhor desempenho nos tratamentos profiláticos e cirurgias buco-maxilares; otimização do tempo de trabalho; maior produtividade, pois o paciente vai menos vezes à cuspideira; controle de infecção no consultório, pela diminuição de aerossóis contaminados; menos gasto com manutenção, uma vez que o motor desliga em caso de superaquecimento e não queima; maior produtividade para a clínica, por permitir a instalação de dois ou quatro consultórios em uso simultâneo; sistema de sucção de alta potência; aspira e drena todos os residuais do meio bucal diretamente para o esgoto, sem contato físico; aumenta a biossegurança do consultório; dispositivo de segurança que desliga o motor em caso de superaquecimento, não deixando o equipamento queimar; projetado com materiais resistentes à corrosão, aumentando a vida útil dos componentes. Também permite a regulagem da potência de sucção conforme a necessidade (kit suctor BV); possui selo mecânico de vedação: não permite a fuga d’água e resistente ao uso intensivo; baixa emissão de ruídos; voltagem de alimentação 220 Vac ± 10% 60 Hz 240 Vac ± 10% 50Hz; potência do motor modelo ½ HP. Atende até 2 cadeiras odontológicas; consumo de água 0,4 l/min.; pressão de água 14 PSI ± 2; níveis de vácuo 500 mm/Hg; vazão de ar 220 l/min.; peso 35 kg; altura 378 mm; comprimento 375 mm; largura 245 mm; consumo de energia 1650 VA ± 10%. Garantia: 12 meses.
Bomba de Vácuo Suctron Eletronic Plus (Schuster): indicada para aspiração de resíduos líquidos e sólidos em procedimentos odontológicos. Outras qualidades listadas pelo fabricante: sistema automático de descarga dos resíduos diretamente ao esgoto; pré-lavagem automática no filtro coletor; turbina com dimensionamento para alto rendimento; temporizador de varredura (exclusividade Schuster); sistema que ao colocar o suctor no suporte da unidade auxiliar, a sucção permanece por aproximadamente 15 segundos a fim de limpar toda a tubulação interna. Este dispositivo poderá ser ativado durante a instalação do equipamento ou posteriormente. Outras características: turbina completa em liga de bronze; filtro coletor de detritos na entrada da sucção com abertura superior, evitando o contato com os resíduos, tornando-o prático, eficiente e de fácil limpeza. Filtro de entrada de água; protetor térmico intermitente, que protege o motor e o circuito eletrônico de quedas de tensão na rede externa. Motor com eixo central em inox. Garantia: 12 meses, ou 10 anos na turbina de bronze.
Bomba de Vácuo Suctron Eletronic (Schuster): indicada para clínicas, consultórios e casos onde se necessita média distância para instalação. Outras qualidades indicadas pelo fabricante: sistema automático de descarga dos resíduos diretamente ao esgoto; pré-lavagem automática no filtro coletor; turbina com dimensionamento para alto rendimento. Temporizador de varredura (exclusividade Schuster); sistema que ao colocar o suctor no suporte da unidade auxiliar, a sucção permanece por aproximadamente 15 segundos a fim de limpar toda a tubulação interna. Outras características: turbina completa em liga de bronze; filtro coletor de detritos na entrada da sucção com abertura superior, evitando o contato com os resíduos, tornando-o prático, eficiente e de fácil limpeza; filtro de entrada de água; protetor térmico intermitente, e protege o motor e o circuito eletrônico de quedas de tensão na rede externa.
Motor com eixo central em inox. Garantia: 10 anos na turbina de bronze.
Bomba de Vácuo Supergap 1 (Cristófoli): desenvolvida para a sucção de fluidos e resíduos provenientes de tratamentos ou cirurgias odontológicas. Indicada para um consultório, conta com sucção de alta potência e campo de trabalho visível que diminui o grau de contaminação e oferece mais conforto para o paciente e ao profissional. Outras qualidades arroladas pelo fabricante: semi-seca; baixo ruído; com motor Weg, de alto desempenho e máxima eficiência energética; conjunto de vácuo em nylon de alta resistência; filtro de resíduos na entrada de sucção; proteção no eixo central do motor; bivolt, com chave seletora. Garantia: 1 ano (contra defeito de fabricação).
Bomba de Vácuo Suctron Premium (Schuster): indicada para clínicas, universidades e casos onde necessita longa distância para instalação. Características mencionadas pelo fabricante: sistema automático de descarga dos resíduos diretamente ao esgoto; pré-lavagem automática no filtro coletor; turbina com dimensionamento para alto rendimento. Temporizador de varredura (exclusividade Schuster); sistema que ao colocar o suctor no suporte da unidade auxiliar, a sucção permanece por aproximadamente 15 segundos a fim de limpar toda a tubulação interna. Este dispositivo poderá ser ativado durante a instalação do equipamento ou posteriormente. E também: turbina completa em liga de bronze; filtro coletor de detritos na entrada da sucção com abertura superior, evitando o contato com os resíduos, tornando-o prático, eficiente e de fácil limpeza; filtro de entrada de água; protetor térmico intermitente. Protege o motor e o circuito eletrônico de quedas de tensão na rede externa; motor com eixo central em inox; gabinete (opcional) em aço fosfatizado com pintura em poliuretano. Garantia: 10 anos na turbina de bronze.
Bomba de Vácuo Suctron Pratic (Schuster): ideal para consultórios odontológicos. Extremamente silenciosa, foi desenvolvida com um sistema de baixa rotação que proporciona maior bem-estar ao profissional e seus pacientes durante a realização de procedimentos. Sseu uso é indicado na aspiração de resíduos líquidos como sangue, saliva e outros que estiverem no campo operatório, e resíduos sólidos, como os resultantes de tratamentos profiláticos e clínicos. A bomba elimina-os diretamente ao esgoto sem a necessidade de um reservatório. Possui capacidade para um consultório, desenvolvida especificamente para ser instalada ao lado da cadeira odontológica, sem quebra de piso ou adaptações. Principais características, segundo o fabricante: silenciosa; compacta; alta qualidade; maior segurança; possui gabinete em poliestireno de alto impacto; extremamente silenciosa: com um sistema exclusivo de funcionamento em baixa rotação, proporciona o silêncio necessário ao ambiente de trabalho; possui dimensões reduzidas valorizando o espaço interno do consultório; sistema automático de descarga dos resíduos diretamente ao esgoto; pré-lavagem automática no filtro coletor; turbina com dimensionamento para alto rendimento; temporizador de varredura – exclusividade Schuster: sistema que ao colocar o suctor no suporte da unidade auxiliar, a sucção permanece por aproximadamente 15 segundos a fim de limpar toda a tubulação interna; este dispositivo poderá ser ativado durante a instalação do equipamento ou posteriormente; turbina completa em liga de bronze; filtro coletor de detritos na entrada da sucção com abertura superior, evitando o contato com os resíduos, tornando-o prático, eficiente e de fácil limpeza; filtro de entrada de água; protetor térmico intermitente, que protege o motor e o circuito eletrônico de quedas de tensão na rede externa; motor com eixo central em inox. Garantia Turbina de Bronze: 10 anos.
Bomba Alto Vácuo New 400 (Deltramed): indicado para fornecer alto vácuo em uso laboratorial, compatível com todos os modelos de fornos de metalocerâmica; anel em PTFE; dois pistões isentos de óleo; baixíssimo nível de ruído; filtro na entrada de sucção; potência: 1/3 HP; tensão: 127V ou 220V; vazão de ar máxima: 50 L/min; rotação (RPM): 1.750, 60Hz; vácuo máximo: 720 mmHg; nível de ruído: 58 dB (A). Garantia: 1 ano.
Bomba de Vácuo Vacuum VP4 (Kavo): indicada para aspiração de resíduos líquidos e sólidos em procedimentos odontológicos. Elimina parcialmente a névoa do spray, proporcionando maior visibilidade do campo operatório e minimizando o risco de contaminação. Bomba para 4 consultórios. Outras qualidades citadas pelo fabricante: suctor de alta potência; filtro de detritos localizado na entrada de sucção da bomba; filtro de entrada de água; base que não enferruja – fabricada em nylon injetado com reforço de fibra de vidro; comandos eletrônicos; saída da sucção vai direto para o esgoto; motor: Weg. Garantia de 1 ano.
Bomba de Vácuo Vacuum VP1 (Kavo): indicada para aspiração de resíduos líquidos e sólidos em procedimentos odontológicos. Elimina parcialmente a névoa do spray, proporcionando maior visibilidade do campo operatório e minimizando o risco de contaminação; bomba para 1 consultório; suctor de alta potência; filtro de detritos localizado na entrada de sucção da bomba; filtro de entrada de água; base que não enferruja – fabricada em Nylon injetado com reforço de fibra de vidro; comandos eletrônicos; saída da sucção vai direto para o esgoto. Motor: Weg; capacidade: 1 consultório.
Bomba de Vácuo Ciclone- para 4 consult. (Dabi Atlante): sistema de sucção de alta potência, que aspira e drena todos os residuais do meio bucal. Melhor desempenho nos tratamentos profiláticos e cirurgias buco-maxilares. Outras qualidades elencadas pelo fabricante: otimização do tempo de trabalho; maior produtividade, pois o paciente vai menos vezes à cuspideira; controle de infecção no consultório, pela diminuição de aerossóis contaminados. Menos gasto com manutenção, uma vez que o motor desliga em caso de superaquecimento e não queima; maior produtividade para a clínica, por permitir a instalação de dois ou quatro consultórios em uso simultâneo; sistema de sucção de alta potência; aspira e drena todos os residuais do meio bucal diretamente para o esgoto, sem contato físico; aumenta a biossegurança do consultório. Dispositivo de segurança que desliga o motor em caso de superaquecimento, não deixando o equipamento queimar; projetado com materiais resistentes à corrosão, aumentando a vida útil dos componentes. Permite a regulagem da potência de sucção conforme a necessidade (kit suctor BV); selo mecânico de vedação: não permite a fuga d’água e resistente ao uso intensivo; baixa emissão de ruídos.
Garantia: 12 meses.
Bomba de Vácuo D700- para 4 consult. (D700): equipamento de sucção de alta potência. Construída em liga de bronze com alta resistência à corrosão; modelo: 1HP. Outras especificações: tensão: bivolt (chave seletora); potência: 1690VA; vácuo Máximo: 550 mm/Hg.
Peso líquido: 26,8 Kg; peso Bruto: 33,43 Kg. Garantia: 1 ano.
Bomba de Vácuo Bio Vac IV (Gnatus): possui exclusivo sistema de recirculação de água, proporcionando menor consumo e aumento da performance de sucção. Filtros exclusivos localizados na entrada de água e na entrada da sucção garantem maior segurança, evitando desgastes e travamentos. Outras qualidades mencionadas pelo fabricante: filtro de detritos (exclusivo); filtro separador de detritos de fácil acesso e remoção, facilitando a limpeza. A Bio-Vac foi desenvolvida para operar até 4 consultórios simultaneamente, sem perda de rendimento. Kit Bio-Vac (opcional): possui suctores com acionamento automático. Pode ser acoplado em coluna de refletor ou em lateral de armário; dois suctores giratórios, removíveis e autoclaváveis, com regulagem de sucção de fácil manuseio. O alto poder de sucção permite ao profissional uma melhor visualização do campo operatório com diminuição do risco de contaminação pelo aerossol e maior conforto ao paciente, evitando o seu constante deslocamento à unidade de água, durante o procedimento clínico.
Bomba de Vácuo DF700- para 2 consult. (D700): para uso odontológico. Equipamento indispensável nos procedimentos odontológicos pois, além da sucção de sangue, aspira saliva e resíduos, possui uma sucção de alta potência que reduz eficazmente os aerossóis bacterianos auxiliando na biossegurança das práticas odontológicas. Equipamento de sucção de alta potência. Construída em liga de bronze com alta resistência à corrosão.
Bomba de Vácuo Bio Vac II (Gnatus): para suprir as necessidades de biossegurança na prática odontológica geral. Um equipamento de sucção de alta potência, que absorve com mais eficiência a saliva e resíduos. Construída em liga de bronze/alumínio com alta resistência à corrosão que permite sua operação dia após dia de maneira consistente por muitos anos.
Estrutura em aço, recoberta com material resistente, com cantos arredondados e de fácil limpeza. Potência de 1HP, permitindo operar até 2 consultórios simultaneamente.
Possui filtro de detritos que garante maior segurança, evitando desgaste e travamentos, aumentando a vida útil do equipamento. A contaminação do ambiente é evitada graças ao sistema de descarga direta no esgoto. Compacta e silenciosa, a Bio-Vac 2 é ideal para ser instalada em paralelo ao consultório. Garantia de 12 meses.
Bomba de Vácuo Mega Vac (Biotron): bomba de vácuo portátil para sucção de fluidos e resíduos provenientes de tratamentos ou cirurgias odontológicas. Características e vantagens, de acordo com o fabricante: controlador de vácuo linear, que permite ao profissional selecionar a intensidade de aspiração de acordo com o procedimento; capacidade de armazenamento de 6 litros; baixo nível de ruído, menos de 70 dB no nível máximo de potencia de vácuo; equipamento elétrico, portátil e de design inovador. Produto com fabricação 100% nacional, com acionamento por pedal.
Bomba de Vácuo E-Vac Premium 1/2HP (Evotech): projetada para suprir as necessidades de biossegurança na prática odontológica geral. Aspira com maior eficiência a saliva e resíduos. Rotor e carcaça construída em liga de bronze com alta resistência à corrosão que permite sua operação dia após dia de maneira consistente por muitos anos. Demais características, citadas pelo fabricante: motor Weg 1/2 HP com eixo inox. Protetor térmico interno no motor em 130 graus centigrados; caixa elétrica injetada de proteção para componentes elétricos IP66; contactor de alto desempenho marca Weg; abafador de ruído altamente eficiente; entradas e saídas para mangueiras de ¾; filtro de entrada da sucção de fácil remoção e limpeza; conjunto sucção (flange + rotor + tampa) em bronze; 4 pés niveladores com sistema vibraless; entrada de água com conexão padrão; sistema rápido de abertura e fechamento da tampa; sistema de ajuste do fluxo de água; sucção de 500mm/Hg; duplo sistema de filtragem da entrada de água com filtro sinterizado para micro partículas e tela; sistema elétrico instalado em chassi metálico isolado do motor. Acompanha mangueira para instalação da entrada de água. Válvula solenoide para acionamento da água; baixíssimo consumo de água (até 400 ml / minuto); grande capacidade deslocamento de ar, tornando-se uma das principais aliadas no combate à infecção cruzada. Permite a instalação em 127 ou 220 V apenas ajustando as ligações elétricas; sistema de retardo para limpeza interna dos dutos de sucção (kit opcional). Garantia de 1 ano.
Bomba de Vácuo E-Vac Premium 1HP (Evotech): projetada para suprir as necessidades de biossegurança na prática odontológica geral. Aspira com maior eficiência a saliva e resíduos. Rotor e carcaça construída em liga de bronze com alta resistência à corrosão que permite sua operação dia após dia de maneira consistente por muitos anos. Outras características: motor Weg 1HP com eixo inox; protetor térmico interno no motor em 130 graus centigrados; caixa elétrica injetada de proteção para componentes elétricos IP66; contactor de alto desempenho marca Weg; abafador de ruído altamente eficiente; entradas e saídas para mangueiras de ¾; filtro de entrada da sucção de fácil remoção e limpeza; conjunto sucção (flange + rotor + tampa) em bronze; pés niveladores com sistema vibraless; entrada de água com conexão padrão. Sistema rápido de abertura e fechamento da tampa; sistema de ajuste do fluxo de água; sucção de 600 mm/Hg; duplo sistema de filtragem da entrada de água com filtro sinterizado para micropartículas e tela; sistema elétrico instalado em chassi metálico isolado do motor. Acompanha mangueira para instalação da entrada de água; válvula solenoide para acionamento da água.Baixíssimo consumo de água (até 400 ml / minuto); grande capacidade deslocamento de ar, tornando-se uma das principais aliadas no combate à infecção cruzada. Permite a instalação em 127 ou 220 V apenas ajustando as ligações elétricas; sistema de retardo para limpeza interna dos dutos de sucção (kit opcional). Garantia de 1 ano.
Bomba de Vácuo Silent (Biotron): bomba de vácuo portátil para sucção de fluidos e resíduos provenientes de tratamentos ou cirurgias odontológicas. Características e vantagens, segundo o fabricante: vácuo produzido por intermédio de um sistema de motor elétrico seco, livre de óleo, com acionamento por pistões, anéis em PTFE não grafitados e anéis de vedação em silicone; baixo nível de ruído, menos de 45 dB, o mais silencioso do mercado; equipamento elétrico, portátil e de design inovador; controlador micro processado, garantindo perfeito funcionamento durante o processo; sensor de nível interno do reservatório, que garante a drenagem automática em caso de reservatório cheio. Válvulas internas antirrefluxo. Produto com fabricação 100% nacional.
Quando o sugador comum de consultório não é capaz de dar vazão aos detritos, saliva e sangue de suas atividades costumeiras, é indispensável servir-se de um aparelho como este, com muito maior potência de sucção. Abaixo, os mais encontráveis no mercado.
• Mod Advanced 3 Lt (Nevoni): sucção de 25 pol.; frasco de 3 L. Leve, com alça para transporte, próprio para ambulatórios e clínicas. Isento de óleo. Duas unidades de
sucção. Filtro bactericida. Regulagem de sucção e vacuômetro. Pedestal opcional. Preço médio: R$ 2.400,00.
• Sug 17017 2 Lt (Nevoni): modelo mini, sucção de 0 a 20 pol., fluxo de 12 L/minuto de ar. Frasco de 2 L. Uso cirúrgico e odontológico. Leve e versátil; pintura eletrostática. Uso odontológico: acompanha duas cânulas semicurvas, uma cânula curva e 1,50 m de tubo de silicone. Preço médio: R$ 1.780,00.
• Sug Mod 5005 1 Lt (Nevoni): frasco coletor de 1 L, uso odontológico e cirúrgico. Leve, prático e versátil. Acompanha pedal e três cânulas. Preço médio: R$ 252,00.
Link: www.nevoni.com.br.
À maior parte dos cirurgiões-dentistas, corresponder às expectativas já é um trunfo valioso, sinal de eficiência que costuma ser gratificado com uma clientela cativa. Profissionais que se dedicam à busca da excelência, a figurar entre os melhores, esses sempre conseguem a admiração por detalhes, impressões e resultados notáveis. Cirurgião-dentista é conglomerado de cientista, técnico e prestador de serviço. Por isso mesmo, tem de estar antenado com tudo o que aconteça e interfira nessas três atividades. A título de ilustração, reproduzimos o catálogo de comportamento de dois profissionais de grande sucesso em suas áreas, a dermatologista Lígia Kogos e o finado aviador Comandante Rolim, com idéias muito originais de como encantar e cultivar a clientela.
A BÍBLIA DE LIGIA KOGOS
- Comportamento: não fale mal do concorrente, não critique tratamentos anteriores (ninguém gosta de ter feito papel de bobo), não se lamente de nada, não se queixe de cansaço, não se queixe dos clientes nem para sua mãe.
- Consultório: revele-se um pouco na decoração, conforto, som, café etc., revistas, generosidade, não seja mesquinho; tecnologia, informática.
- Preço: variações nunca a mais, sempre a menos.
- Consulta: faça-o perder o medo e o constrangimento; atenda-o como a si próprio; se ele mencionou, é importante; receite só o melhor para ele (não queira ser gentil com o laboratório); não dê broncas, não dê ordens impossíveis de serem cumpridas.
- Suposições fatais: o cliente sabe que sou muito ocupado; o cliente sabe todos os serviços que eu ofereço; posso dar-me ao luxo de estar cansada ou triste; o cliente pobre, simplório ou gratuito não se importa com pouca atenção ou pouco tempo; o cliente rico não se importa em pagar mais; posso dizer tudo o que me vem à cabeça, como aconselham os psicanalistas.
A BÍBLIA DO COMANDANTE ROLIM
- Nossa política: primeira regra: o cliente sempre tem razão; segunda regra: se o cliente alguma vez estiver errado, releia a regra n° 1.
- Os sete mandamentos:
- nada substitui o lucro;
- em busca do ótimo não se faz o bom;
- mais importante que o cliente é a segurança;
- a maneira mais fácil de ganhar dinheiro é parar de perder;
- pense muito antes de agir;
- humildade é fundamental;
- quem não tem inteligência para criar tem que ter coragem para copiar.
- Por que se perde um cliente? 1% por falecimento, 5% por mudança de endereço, 5% por amizades comerciais, 10% por maiores vantagens em outras organizações, 14% por reclamações não atendidas, 65% por indiferença do pessoal que os atende.
Instituiu-se a cor grená, com a serpente de cor amarela com estrias pretas no sentido diagonal, enrolando-se da esquerda para a direita, e o conjunto circunscrito também na cor grená.
CARACTERÍSTICAS
- O bastão tem o comprimento de 9/10 do diâmetro interno do círculo, tendo na parte superior a largura de 2/10 do referido diâmetro e, na parte inferior, 1/10 do diâmetro citado. Seus traços laterais são retos. Apresenta, ainda, alguns pequenos segmentos de reta, no sentido vertical, para conferir-lhe caráter lenhoso. Suas extremidades têm linhas curvas e seu traçado externo a largura de 1/20 do diâmetro interno do círculo.
- A serpente em sua parte mais larga tem 1/10 do diâmetro interno do círculo e largura zero na cauda. É representada enrolada no bastão de cima para baixo de forma elíptica passando pela frente, por trás, pela frente e parte superior e inferior do bastão, respectivamente, tendo na parte superior e inferior do bastão à distância de 2/10 do diâmetro do círculo de cada extremidade. Ostenta na boca a sua língua bífida, guardadas as mesmas proporções.
- A largura do traçado do círculo tem 1/10 do seu diâmetro interno e os traços externos do bastão e da serpente terão largura de 1/20 do referido diâmetro.
- Anel: – uma granada engastada em arco de ouro, representando duas cobras entrelaçadas.
- Bandeira: – cor grená com um círculo branco no centro e no meio do mesmo o caduceu com a cobra entrelaçada; com as seguintes dimensões: largura 2/3 do seu comprimento e o diâmetro externo do círculo tem o comprimento de 2/3 da largura da bandeira. Fonte: Consolidação das Normas para Procedimentos nos Conselhos de Odontologia – Símbolos da Odontologia, págs. 121 e 122.
Os resultados sempre foram subjetivos e altamente dependentes da expertise do cirurgião-dentista na interpretação. Quando a empresa norte-americana Tekscan lançou, em 1988, o primeiro sistema T-Scan de análise oclusal, a capacidade de o dentista entender a oclusão mudou drasticamente. Em 2006, a empresa incorporou avanços tecnológicos em hardware, software e sensores na versão TScan II, tornando o aparelho mais fácil de manusear e mais sofisticado. Para seu uso, basta pedir ao paciente para morder um sensor ultrafino e a análise computadorizada será apresentada automaticamente no monitor. Não existe mais espaço para adivinhação na avaliação oclusal. Utiliza o tempo e a força como variáveis diagnósticas. É rápido, exato e de utilização simples, permitindo que o profissional faça um ajuste oclusal mais eficiente e acabe por eliminar problemas crônicos decorrentes de uma má oclusão, sem a necessidade de intervenções mais complexas e demoradas. É composto por um sensor, unidade do sistema e software específico. O sensor consta de vários pontos sensoriais, incorporados em um suporte de lâminas de poliéster, que são descartáveis. O sensor é posicionado na arcada dentária e, quando o paciente oclui, produz-se alteração da condução elétrica no receptor que é registrada pelo sistema eletrônico. O T-Scan II produz informações instantâneas sobre quanto tempo o paciente demora para realizar uma oclusão completa; a ordem segundo a qual ocorrem contatos, se estes são prematuros; as forças relativas em cada ponto de contato; a tendência de mordida habitual do paciente; a eventual existência de interferências oclusais de balanceio ou de trabalho. Outras utilizações do sistema: monitoramento oclusal para controle das forças exercidas nos implantes (implantodontia), identificação de trauma oclusal e ajuste oclusal (periodontia), ajuste de placas oclusais, diagnósticos oclusal, de briquismo e oclusão forçada (ATM), e controle de oclusão em coroas veneers, metalocerâmicas e em diferentes materiais restauradores (dentística).
O sistema T-Scan aprimora a educação do paciente, reduz visitas caras repetidas e refazimentos e permite uma abordagem mais confiável e proativa para o atendimento ao paciente. Sua aplicação para avaliar os padrões de força de mordida certamente colaborará para melhorar o ajuste da prótese, aliviar dores nos maxilares e musculares e regularizar a função geral. Sensores e suportes T-Scan estão disponíveis para compra online. Outras informações podem ser obtidas no site tekscan.com.
Como se percebe, há uma enorme brecha para se praticar uma tabela diferenciada para cada cliente, o que pode não ser muito recomendável. Talvez seja um dos aspectos em que mais se tenha que exercitar a sensibilidade para fazer as diferenciações adequadas. Aliás, a capacidade de saber valorizar o próprio serviço costuma ser diretamente proporcional ao sucesso na profissão. Muitos profissionais acabam mudando de área ao se deparar com dificuldades na hora de apresentar orçamentos. Psicólogos costumam aconselhar, na hora dos honorários, a não ter complexo de culpa nem medo ao apresentar o orçamento. É mais assertivo fixar os olhos no cliente, sem abaixar a cabeça, transmitindo firmeza e segurança. Ao receber de volta um comentário de que “é caro”, o mais produtivo é reforçar que seu trabalho é de boa qualidade, feito com o melhor material.
A segunda, um pouco mais elaborada, é tomar por base uma tabela que você avalia ser bem pensada, com detalhamento de serviços na área em que mais atua, e alterar a coluna de valores multiplicando por um fator que você ache condizente com sua qualidade, os serviços que pode proporcionar à clientela e sua inserção na região em que atua. Meio que pelo faro. A terceira já exige mais trabalho, mas é realista e pode funcionar à perfeição para você ter o controle de suas receitas, gastos e fazer um planejamento da vida financeira e da carreira. Leva em conta fatores que você pode dimensionar e com os quais pode fazer projeções e ajustes. Digamos que ela é feita sob medida para seu perfil, pois é composta com base no valor da hora trabalhada. Como se vê, a célula-base do princípio é conseguir mensurar o valor de sua hora trabalhada. Para a elaboração, é preciso entender e levar em conta alguns conceitos básicos, como os de custos fixos, custos variáveis, remuneração profissional, depreciação de equipamentos e instrumentos, e hora trabalhada. E também conferir o tempo que é gasto para a realização de cada procedimento (V. Tempo médio dos procedimentos) para uma estimativa básica deste fator. Vejamos os outros conceitos:
- custos fixos são todos aqueles com que você vai ter que arcar, independentemente de estar ou não atendendo um cliente. São os de aluguel, salários, encargos e benefícios trabalhistas, água, luz, telefone, condomínio, ar-condicionado;
- custos variáveis só ocorrem quando efetivamente você estiver em atendimento e correspondem aos materiais de consumo utilizados para realização dos procedimentos;
- remuneração profissional é o valor que você, com base em avaliações razoáveis, projeta para auferir mensalmente;
- depreciação de equipamentos e instrumentos é a estimativa de desgaste que vai acontecer em médio e longo prazos, e que nos fará ter que revisá-los e trocá-los periodicamente;
- hora trabalhada é o somatório das horas disponíveis menos as consultas gratuitas que realizamos, e também as faltas e os vazios na agenda.
Simplificadamente, o preço de seu trabalho é igual ao somatório dos custos fixos mais custos variáveis mais remuneração profissional mais depreciação de equipamentos e instrumentos divididos pelas horas trabalhadas. Cálculo: suponhamos que você disponha de 8 horas diárias, ou 160 horas mensais para trabalhar no consultório, e que tenha como gastos fixos R$ 1.000,00 de aluguel, mais R$ 600,00 com as contas de água, luz, telefone, condomínio e ar-condicionado, R$ 700,00 com sua atendente (apenas para efeito de projeção de cálculo) e calcule R$ 300,00 como depreciação de seus equipamentos. Isso significa que seus gastos fixos mensais, ainda que não esteja trabalhando, sejam de R$ 2.600,00; ou seja, R$ 16,25/hora. A essa estimativa pode-se acrescentar alguns fatores que sempre devem ser considerados, como vagas na agenda e faltas às consultas, que podem chegar a 30% do tempo não remunerado. Assim, devese somar R$ 4,87 aos R$ 16,25, totalizando R$ 21,12. Se você projetar seu pró-labore, ou a remuneração que pretende ter, em R$ 8.000,00, dividimos pelas mesmas 160 horas para perfazer R$ 50,00/hora. Isso resulta que, mesmo sem trabalhar, para que mantenha o padrão pretendido, sua hora custa R$ 50,00 + R$ 21,12, ou seja: R$ 71,12,00. Quando realiza algum procedimento, então deve acrescentar o valor dos materiais de consumo que são gastos. Digamos que, na média horária, seja de R$ 12,00. Dessa forma, a hora total trabalhada deve ser remunerada R$ 83,12, que é a soma de R$ 71,12 + R$ 12,00. Esse raciocínio resulta que, se suas consultas durarem 30 minutos, quando cobrar R$ 41,56 vai estar consolidando os ganhos pretendidos. Nas ocasiões em que aceitar remuneração inferior, vai estar depreciando sua retirada. Quando houver gastos laboratoriais com protéticos, naturalmente, estes devem ser embutidos no total. Para confeccionar a própria tabela, pode ser útil também consultar o rol de procedimentos mínimos (V. Rol de procedimentos mínimos). É claro que esta conjectura é muito generalista, e que outros fatores podem interferir em um valor final para a hora profissional, como investimento em marketing, cursos e especializações, no próprio consultório, e comodidades para clientes, como estacionamento, café ou equipamentos de multimídia. E impostos. Todos certamente vão depender tanto de decisões estratégicas de orientação da carreira quanto do estudo do público-alvo. É preciso usar de muito tato para saber cobrar exatamente o que nosso público está disposto a pagar. Vale a pena se aprofundar um pouco no assunto para a elaboração da tabela, e existem boas publicações na área, como a de Plínio Rehse Tomaz.
Uma sala adequada deve ter dois banheiros, sala de espera, uma copa e um escritório, totalizando uns 40 m2. Em uma sala deste tamanho, dá até para montar dois consultórios, com um bom planejamento. Uma sala menor, com 30 m2, comporta um consultório de, no mínimo, 9 m2 (o ideal é o mínimo de 6 m2 por cadeira odontológica) com sala de espera e escritório. Se planejar bem, dá para colocar até dois consultórios, mas sem o escritório. Consultar: Resolução RDC no 189, de 18 de julho de 2003: “Art. 1º: Todos projetos de arquitetura de estabelecimentos de saúde públicos e privados devem ser avaliados e aprovados pelas vigilâncias sanitárias estaduais ou municipais previamente ao início da obra a que se referem os projetos.” Também: Resolução ANVISA RDC no 50 de 21 de fevereiro de 2002.
Faz séculos que é essencial para um consultório. Não dá para abrir um negócio sem contar com seu inestimável concurso. Para agendamento de consultas, confirmação, eventual desmarcação, recados, é fundamental. Para grande número de pacientes, é a porta de entrada do consultório. Muitos têm o primeiro contato pelo telefone. Mas, como qualquer engenhoca, exige que se tenha certa habilitação para manuseio. Um bom atendimento transmite profissionalismo e adequação, causa uma boa primeira impressão e conquista os pacientes que estiverem em dúvida quanto a marcar uma primeira consulta. Mas, antes de exigir eficiência, é preciso instruir ou fazer instruir a Auxiliar para o atendimento. O segredo é passar energia e comprometimento para o cliente, demonstrando vontade de resolver o problema dele como se fosse o seu. Alguns toques de etiqueta, antes de tudo, valem sempre:
• cabe a quem ligou ter a iniciativa de se despedir, desligar;
• sua Secretária deve primeiro dizer que você não está, e só então perguntar o nome, e se não quer deixar recado; nunca o contrário;
• proíba a secretária de dizer: Quem deseja? Quem gostaria?;
• proíba a secretária de perguntar: “Gustavo Souza, de onde?” Ora, de onde. De casa.
Outra coisa: lembrar ao paciente da consulta com um dia de antecedência, mas não mencionar a palavra “confirmação”, pois pode estimular o cancelamento. Se for solicitado, informe o preço da consulta. Outros passos para um atendimento irretocável, que devem ser passados para a secretária:
• atender ao primeiro toque: causa ótima impressão;
• identificar-se por completo: isto demonstra profissionalismo e poupa tempo. Deve-se atender dizendo: “Odontologia Molar, Patrícia, bom-dia (ou boa-tarde)”;
• usar tom da voz natural: diz muito ao cliente e emana sinceridade, boa vontade, gentileza, disposição. Uma técnica é a de sorrir ao identificar-se. Isto torna a voz mais agradável e amistosa ao interlocutor;
• escutar com atenção, deixando o cliente falar e prestando atenção aos detalhes: anotar os pontos principais, nome e telefone sempre, procurar entender o que o interlocutor deseja, sem interrompê-lo, para só então buscar resolver o problema ou atender a solicitação.
• colocar-se disponível: na triagem dos telefonemas, ao atender, diga: “O Dr. Maurício está atendendo um paciente. Posso ser útil em alguma coisa? Qual a melhor hora para retomar o telefonema?”. Deixe a ficha do cliente separada para o momento de falar;
• ser empático, imaginar-se na pele do cliente: isso ajuda na compreensão; ter atitude cordial e prestativa; demonstrar real vontade de ajudar, prestar informações, resolver problemas imediatamente. Tom de voz cansado, aborrecido ou desinteressado é facilmente percebido pelo interlocutor. Evitar palavras negativas, como “pois não”, “não sei se vai ser possível”. O atendimento telefônico deve ser realizado sem interferência de humor ou de problemas imediatos da secretária;
• chamar a pessoa pelo nome: isso torna o atendimento muito mais agradável. Perguntar o nome da pessoa logo no começo do atendimento, anotando em um pedaço de papel para não esquecer;
• deixar a linha disponível: potenciais clientes podem desistir de marcar a primeira consulta se o telefone só estiver ocupado. Por isso, evitar conversas demoradas e deixar ligações menos importantes para horários de menor procura. A facilidade de conectar o consultório é essencial.
• ser rápido na solução do problema no atendimento, certificar-se de que o cliente está satisfeito com a providência;
• perguntar em que mais poderia ajudar; despeça-se de forma cordial. Convide o cliente a retornar, a fazer uma visita. Use a palavra “obrigado”, deseje “bom dia”.
Atitudes pavorosas ou amadoras ao telefone, como as seguintes, por outro lado, devem ser evitadas sempre:
• chamar o cliente de “meu bem”, “benzinho”, “meu amor”, “meu anjo”, “querido”;
• atender acima de três toques;
• pedir calma para o cliente, dizendo “você está muito nervoso”;
• negar algum pedido, dizendo que é norma da casa;
• deixar o cliente esperando por muito tempo; o ideal é não deixá-lo esperar. Se for inevitável, nunca mais que 1 minuto. Explique o motivo;
• interromper a fala do cliente normalmente, é interpretada como uma indelicadeza. Deixe o cliente falar, desabafar, isso facilita o atendimento;
• prometer e não retornar uma ligação;
• pedir para o cliente ligar depois; a obrigação é sempre do prestador de serviço;
• não estar preparado/informado para dar as informações ou dar os esclarecimentos necessários;
• gritar ou falar alto com o cliente, mesmo que ele o faça; cliente pode até perder a paciência, quem atende jamais.
- casos típicos de cada serviço, ou seja, sem maior gravidade;
- a cronometragem leva em conta todas as manobras necessárias para realização dos procedimentos, como proteção do paciente e anestesia;
- trabalhos de prótese levam em conta a sessão de preparo, moldagem e colocação.
Diagnóstico Minutos
Consulta inicial, exame clínico e orçamento 30
Consulta de urgência 60
Radiografia periapical ou interproximal 10
Prevenção
- Profilaxia 15
- Aplicação tópica de flúor 20
- Aplicação de selante (por segmento) 20
Dentística
- Restauração de amálgama – uma face 25
- Restauração de amálgama – duas faces 30
- Restauração de amálgama – três faces 38
- Restauração de resina foto – uma face (classe I e V) 20
- Restauração de resina foto – duas faces (classe II e III) 25
- Restauração de resina foto – três faces (classe II e IV) 30
- Faceta em resina foto ou reconstrução 40
- Clareamento doméstico em moldeiras e gel (duas consultas) 40
- Clareamento de dentes desvitalizados – por elemento 20
Endodontia
- Tratamento endodôntico unirradicular 35
- Tratamento endodôntico birradicular 45
- Tratamento endodôntico trirradicular 60
- Preparo para núcleo 15
- Endodontia em decíduo (pulpotomia e pulpectomia) 25
Periodontia
- Raspagem dental (hemiarco) 20
- Gengivectomia (hemiarco) 28
- Ulotomia (cunha distal ou mesial) 35
- Cirurgia a retalho (hemiarco) 40
Cirurgia
- Exodontia dente permanente 25
- Exodontia dente decíduo 25
- Apicetomia (uni e birradicular) 25
- Apicetomia (trirradicular) 50
- Frenectomia (labial ou lingual) 25
- Remoção de dente incluso ou impactado 50
Prótese
- Restauração metálica fundida 50
- Jaqueta acrílica em resina prensada 65
- Jaqueta acrílica provisória 25
- Restauração em cerômero inlay ou onlay 55
- Núcleo 35
- Coroa veneer (metaloplástica) 50
- Coroa metalocerâmica 50
- Prótese parcial removível em metal 70
- Prótese total 75
- Prótese parcial removível em resina 38
- Prótese adesiva 50
- Placa de mordida de resina acrílica (miorrelaxante) 25
- Reembasamento 35
Ortodontia
- Instalação de aparelho fixo 90
- Instalação de aparelho ou mantenedor de espaço removível 50
- Consulta manutenção de aparelho fixo 35
- Consulta manutenção de aparelho removível 30
Implantodontia
- Cirurgia para colocação ou implante (por pino) 40
- Prótese sobre implante (por elemento) 55
- Overdenture 65
Para atualizar a padronização da nomenclatura utilizada em várias áreas científicas, a Federação Internacional de Associações de Anatomistas aprovou, após oito anos de trabalho, a mais recente edição da nomenclatura anatômica em 1998. Fundada em 1903, a Fundação desta vez preferiu o vocábulo terminologia, em vez do tradicional nomina, provavelmente para modernizá-lo e adequá-lo ao clima de globalização. A principal intenção das mudanças foi facilitar o estudo da anatomia. Publicada em português em 2001, a Terminologia Anatômica Internacional mostra a preocupação dos organismos oficiais de saúde em harmonizar os termos polissêmicos, homônimos, sinônimos, quase sinônimos e epônimos, que podem, involuntariamente, conduzir a erros médicos. Para a Odontologia, as alterações mais significativas foram a de bucal para oral, para o que remete às estruturas da boca. Cavidade bucal passou a ser chamada de cavidade oral e saúde bucal de saúde oral. Veja as últimas modificações na nomenclatura odontológica e outras modificações importantes:
Nome antigo Nome atual
Amígdalas Tonsila
Bulbo olfativo Bulbo olfatório
Cavidade bucal Cavidade oral
Côndilo Cabeça de mandíbula
Fibra muscular Miócito
Fibra nervosa Neurofibra
Fossa nasal Cavidade nasal
Gânglio linfático Linfonodo
Hipoderme Tela subcutânea
Mentoniano Mentual
Ouvido Orelha (externa, média e interna)
Papo Inglúvio
Paratireóide Glândula paratireóidea
Sistema circulatório Sistema cardiovascular
Sistema digestivo Sistema digestório
Saúde bucal Saúde oral
Sistema nervoso cefalorraquidiano Sistema nervoso ou neural
Tecido muscular estriado Tecido muscular estriado esquelético
Tecido muscular liso Tecido muscular não estriado
Trompa de Eustáquio Tuba auditiva
Se você está planejando decorar o teto de seu consultório e clínica, saiba que as tendências atuais apontam para: • policarbonato: cobertura translúcida e leve, permite a passagem da luz para o interior e permite que o ambiente seja iluminado naturalmente. Com estrutura de alumínio e vidros laminados, garante, além de conforto termoacústico, segurança, pois não se quebra em cacos; • madeira: como o eucalipto ou a itaúba, cortada em lascas, ela cobre o telhado, fazendo com que a casa adquira uma paisagem campestre; • gesso: permite, com rebaixamentos de aproximadamente 10 cm, a colocação de spots embutidos, produzindo efeitos incríveis na iluminação. O teto, no entanto, presta-se a muita imaginação. Pode-se, também, realizar efeitos com vidros e pinturas, como quadros de formas variadas. Outra alternativa é embutir aparelhos de TV de forma a ficarem com a tela paralela à inclinação do paciente em posição horizontal; pode servir de veículo ideal para a transmissão de vídeos educativos, musicais ou outro entretenimento que se queira passar durante o tratamento.
O Técnico em Saúde Bucal – TSB era o antigo Técnico em Higiene Bucal, nomenclatura vigente de 1993 a 2009. São profissionais que compõem a categoria de pessoal auxiliar odontológico, obrigados ao registro no CFO e à inscrição nos Conselhos Regionais (CRO). A faixa salarial do Técnico em Saúde Bucal CBO 3224-05 fica entre R$ 1.309,12 (média do piso salarial 2020 de acordos, convenções coletivas e dissídios), R$ 1.354,00 (salário mediano da pesquisa) e o teto salarial de R$ 2.542,79, levando em conta profissionais com carteira assinada em regime CLT de todo o Brasil. O Técnico em Saúde Bucal (TSB) responde diretamente suas funções ao cirurgião-dentista, e cabe a ele: participar do treinamento e capacitação de ASB e de agentes multiplicadores das ações de promoção à saúde; participar das ações educativas atuando na promoção da saúde e na prevenção das doenças bucais; participar na realização de levantamentos e estudos epidemiológicos, exceto na categoria de examinador. Ao TSB também deve ensinar técnicas de higiene bucal e realizar a prevenção das doenças bucais por meio da aplicação tópica do flúor; fazer a remoção do biofilme; supervisionar o trabalho do ASB; inserir e distribuir no preparo cavitário materiais odontológicos na restauração dentária direta, vedado o uso de materiais e instrumentos não indicados pelo cirurgião-dentista; proceder à limpeza e à antissepsia do campo operatório, antes e após atos cirúrgicos, inclusive em ambientes hospitalares; remover suturas; aplicar medidas de biossegurança no armazenamento, manuseio e descarte de produtos e resíduos odontológicos; realizar isolamento do campo operatório; exercer todas as competências no âmbito hospitalar, bem como instrumentar o cirurgião-dentista em ambientes clínicos e hospitalares.
O curso Técnico em Saúde Bucal exige ensino médio completo, e tem duração de 1200 horas, para as atividades teórico-práticas, acrescidas de 400 horas de estágio, totalizando 1600 horas, perfazendo um total de dois anos de duração.
Uma gota de anestésico precede a agulha, anestesiando a via de acesso para a injeção, tornando-a eficiente e praticamente indolor. Pode ser usado qualquer tubete de anestésico local, assim como agulhas de diversos tamanhos. A delicada peça de mão permite controle tátil e exatidão, com visibilidade sem precedentes. As vantagens mais evidentes deste equipamento, além da diminuição de dor, medo e ansiedade, são: permissão de maior controle e sensibilidade tátil; redução do estresse do paciente e do operador; utilizar tubete de anestésico convencional; ser controlado por pedal; permitir monitoramento da infiltração do anestésico através de bips audíveis; ausência de amortecimento residual ou dificuldade de falar após a consulta. Contraindicações do aparelho: gravidez; marca-passo; doença cardíaca; epilepsia. Dentistas mais experientes consideram que técnicas de aplicação com uso de anestésico tópico, associado com pequeno repuxo na hora de aplicar a agulha, causando a impressão de que o tecido mole é que vai ao encontro da agulha, seguido da aplicação lenta e gradual do líquido anestésico, são tão eficientes quando o resultado desse aparelho. Mais detalhes no site www.thewand.com.
Outro dado importante: apenas um em cada 20 clientes insatisfeitos reclama; logo, quando isso ocorre é porque muitos outros já estão desgostosos. Para que essa falha na comunicação não se estabeleça, é importante o esclarecimento dos procedimentos clínicos que você está planejando para ele, pois isso valoriza seu trabalho na ótica de seu cliente. Para o encantamento do cliente, uma série de detalhes deve ser levada em conta, além de sua competência técnica. Desde o que você deixa disponível para distração na sala de espera, passando pelo sorriso da auxiliar e eventual ligação no dia seguinte de uma cirurgia, só para saber se ele passou bem. Tudo isso significa atenção, e é por isso que o cliente foi procurá-lo. Uma dica: lembre-o da consulta um dia antes, sem mencionar “confirmação”, que pode estimular o cancelamento. Quanto ao nível de informação ou ao grau de importância que dá ao tratamento bucal, basicamente os clientes podem ser classificados em cinco categorias:
- detalhista: quer saber nos mínimos detalhes de todas as soluções planejadas para sua boca. Entende de materiais, técnicas, pergunta tudo. Como rapidamente acaba tornando-se um chato, do tipo metralhadora de interrogações, o dentista torce para que o tratamento não dure muito. Se o dentista se atreve a dizer que a cárie se estendeu um pouco, por exemplo, ele logo rebate com um: “Mas foi mais para mesial ou para distal?’’;
- informado: tem interesse sobre saúde, lê tudo na internet sobre o assunto. Dentes a partir de célula-tronco? Ele ouviu a respeito. Aquela novidade que saiu no Fantástico? Ele ficou muito curioso sobre o caso e vai querer saber mais, por seu intermédio. Se você quer cultivar clientes desses, é melhor não perder as revistas e jornais digitais, e ficar ligado para mostrar-se atualizado e não decepcionar;
- automático: faz tratamento como se estivesse em hipnose: senta, abre a boca o tempo que for comandado e entrega nas mãos do dentista as decisões do que realizar em sua boca. Se o profissional propõe alguma opção de tratamento, ele logo argumenta com um “O dentista é o senhor, não tenho que falar nada”. Se tem sorte com os dentistas, tudo bem. Senão, vai correr atrás do prejuízo no futuro, quando se deparar com um profissional consciencioso;
- vapt-vupt: mesmo que tenha ficado ausente de consultórios durante muitos anos, só quer fazer tratamentos rápidos. Capricho não é seu forte: quanto mais ágil, quanto mais dentes possam ser restaurados em uma mesma sessão, maior admiração pelo profissional. Nada de muito polimento, de profissional que demore mais que 20 minutos em uma sessão. É sempre muito ocupado para se deter nessas firulas;
- desligado: não tem interesse particular sobre coisas ligadas à saúde da boca. O dente doeu? Nada que um analgésico não resolva. Doeu mais? Anti-inflamatório ou antibiótico. Se está um caco? Bem, assim que tiver um tempinho, sobrar uma grana, ele vai procurar um dentista. Claro, a primeira coisa que vai dizer para o profissional é que nunca teve sorte com dentista, tem trauma desde garotinho. Como não valoriza, vai pedir ao doutor, por favor, um trabalho que não seja tão caro.
Outro dado importante: apenas um em cada 20 clientes insatisfeitos reclama; logo, quando isso ocorre é porque muitos outros já estão desgostosos. Para que essa falha na comunicação não se estabeleça, é importante o esclarecimento dos procedimentos clínicos que você está planejando para ele, pois isso valoriza seu trabalho na ótica de seu cliente. Para o encantamento do cliente, uma série de detalhes deve ser levada em conta, além de sua competência técnica. Desde o que você deixa disponível para distração na sala de espera, passando pelo sorriso da auxiliar e eventual ligação no dia seguinte de uma cirurgia, só para saber se ele passou bem. Tudo isso significa atenção, e é por isso que o cliente foi procurá-lo. Uma dica: lembre-o da consulta um dia antes, sem mencionar “confirmação”, que pode estimular o cancelamento. Quanto ao nível de informação ou ao grau de importância que dá ao tratamento bucal, basicamente os clientes podem ser classificados em cinco categorias:
- detalhista: quer saber nos mínimos detalhes de todas as soluções planejadas para sua boca. Entende de materiais, técnicas, pergunta tudo. Como rapidamente acaba tornando-se um chato, do tipo metralhadora de interrogações, o dentista torce para que o tratamento não dure muito. Se o dentista se atreve a dizer que a cárie se estendeu um pouco, por exemplo, ele logo rebate com um: “Mas foi mais para mesial ou para distal?’’;
- informado: tem interesse sobre saúde, lê tudo na internet sobre o assunto. Dentes a partir de célula-tronco? Ele ouviu a respeito. Aquela novidade que saiu no Fantástico? Ele ficou muito curioso sobre o caso e vai querer saber mais, por seu intermédio. Se você quer cultivar clientes desses, é melhor não perder as revistas e jornais digitais, e ficar ligado para mostrar-se atualizado e não decepcionar;
- automático: faz tratamento como se estivesse em hipnose: senta, abre a boca o tempo que for comandado e entrega nas mãos do dentista as decisões do que realizar em sua boca. Se o profissional propõe alguma opção de tratamento, ele logo argumenta com um “O dentista é o senhor, não tenho que falar nada”. Se tem sorte com os dentistas, tudo bem. Senão, vai correr atrás do prejuízo no futuro, quando se deparar com um profissional consciencioso;
- vapt-vupt: mesmo que tenha ficado ausente de consultórios durante muitos anos, só quer fazer tratamentos rápidos. Capricho não é seu forte: quanto mais ágil, quanto mais dentes possam ser restaurados em uma mesma sessão, maior admiração pelo profissional. Nada de muito polimento, de profissional que demore mais que 20 minutos em uma sessão. É sempre muito ocupado para se deter nessas firulas;
- desligado: não tem interesse particular sobre coisas ligadas à saúde da boca. O dente doeu? Nada que um analgésico não resolva. Doeu mais? Anti-inflamatório ou antibiótico. Se está um caco? Bem, assim que tiver um tempinho, sobrar uma grana, ele vai procurar um dentista. Claro, a primeira coisa que vai dizer para o profissional é que nunca teve sorte com dentista, tem trauma desde garotinho. Como não valoriza, vai pedir ao doutor, por favor, um trabalho que não seja tão caro.
Entre as grandes invenções médicas de todos os tempos, esta é a única feita pela engenharia, e também teve impacto significativo sobre a Medicina moderna. Em 1968, os engenheiros Godfrey Hounsfield e Allan Cormack descobriram que podiam obter imagens de raios X na forma de “fatias” transversais do corpo humano, com alta resolução. Ganharam o prêmio Nobel por esse feito, que exige o auxílio de um computador e complexas técnicas matemáticas. Outras formas de tomografia foram posteriormente desenvolvidas, aumentando o arsenal de sofisticadas técnicas de imagens anatômicas e funcionais à disposição do diagnóstico: em 1971, Raymond Damadian desenvolveu a tomografia de ressonância nuclear magnética (MRI) e, em 1978, Louis Sokoloff inventou o tomógrafo de emissão positrônica (PET). Os aparelhos de ultra-som também foram um grande progresso na área de imagens médicas não-invasivas neste século. Na Odontologia, a tomografia computadorizada é valiosa auxiliar no diagnóstico, principalmente no plano de tratamento cirúrgico pré-operatório de implantes ósseo-integrados. A tomografia computadorizada é produzida com raios X muito colimados que atravessam o paciente e incidem sobre um detector. Como os raios X são atenuados pelos tecidos que atravessam e esta atenuação é diretamente proporcional à densidade do tecido, sabendo-se a quantidade inicial de raios X e medindo-se a que “restou”, pode-se quantificar a densidade das estruturas. As medidas de intensidade são feitas em linhas ao redor do paciente. Cada intersecção é calculada compondo-se uma matriz de pontos de densidade. Cada elemento desta matriz terá a espessura do corte e a largura dependente do número de linhas e colunas que o equipamento é capaz de fornecer. Alta resolução espacial é conseguida com cortes finos, iguais ou menores que 3 mm e uma matriz de 512 colunas por 512 pontos. Hoje, a tomografia também é importante aliada para obtenção de diagnósticos da Articulação Temporomandibular (ATM), e identicamente em todos os tipos de cirurgias, pela capacidade de avaliar as estruturas ósseas em cortes centrais, mediais e laterais de 1 mm de espessura e avaliar os espaços e as interlinhas. Importante: ao realizar exames de tomografia, torna-se indispensável a comparação com os exames convencionais, como os de raios X.
Nesse caso, o tratamento sai gratuito para todas as especialidades. Em todas as instituições, há que se informar por telefone para saber de abertura de inscrições, para que seja feita avaliação e encaminhamento (V. ATENDIMENTO A CARENTES [GRATUITO OU QUASE]).
Basta você escrever o seu texto e clicar no botão “Tweet” para a sua mensagem ser espalhada pela rede social e começar a impactar as pessoas.
Levantamentos recentes têm posicionado o Twitter na 12ª posição entre as mais populares redes sociais no Brasil, com mais de 330 milhões de usuários. Essa rede social é palco de grandes debates político-sociais e, apesar de estar em declínio, se mostra extremamente relevante como espaço de expressão. E, por isso, ele uma plataforma muito vantajosa para as marcas.
As notícias que correm no Twitter são dinâmicas e rápidas. Por ter um espaço curto para escrever — nos primórdios do Twitter eram apenas 140 caracteres — as pessoas acabam sendo mais objetivas e indo direto ao ponto.
Espaço para interações curtas e rápidas, o Twitter ganhou popularidade no Brasil em 2008 e, desde então, vem crescendo anualmente. Segundo a companhia, em 2020, a rede social alcançou a marca de 186 milhões de usuários em todo o mundo, um aumento de 34% se comparado a 2019. São tantas conversas dentro da rede social, que é difícil não se perder. Por isso, se você é responsável por uma empresa ou quer usar o Twitter como ferramenta de marketing, conhecer a plataforma é essencial para o sucesso das suas ações.
Por conta desse dinamismo, o Twitter passou por diversas atualizações, inovando a maneira de se comunicar ao longo dos anos. Além disso, por ter tantas informações, ele consegue pautar os jornais e lançar notícias em primeira mão, como foi no caso da Michael Jackson que teve a morte anunciada 45 minutos antes no Twitter do que nos jornais.
A história do Twitter
O Twitter foi criado em 2006 por Jack Dorsey, Noah Glass, Evan Williams e Biz Stone, quatro sócios visionários do Vale do Silício (Estados Unidos). Antes de conseguirem sucesso com o Twitter, eles tiveram alguns tropeços e dificuldades para criar uma rede social. Não foi de primeira, também, que os quatro sócios acertaram o nome da rede social. Inicialmente chamada “Status”, a rede social era apenas uma plataforma de envio de SMS pelo celular — daí o limite em 140 caracteres no início da história do Twitter. O tempo passou e, após uma busca por nomes parecidos no dicionário, os sócios encontraram o termo “Twitter”, que significa “uma pequena explosão de informações” e “pios de pássaros”. Muito a ver com a rede social. Mas foi apenas em 2007, durante o festival de música e novos talentos South by Southewest (SXSW), que o Twitter ganhou popularidade. No evento, foram dispostas enormes telas que mostravam, em tempo real, as mensagens do Twitter. O sucesso foi tão grande que o volume de postagens na rede social triplicou durante o evento.
Para que serve o Twitter?
O Twitter serve para aproximar todos os usuários — independente de serem empresas, pessoas famosas ou anônimos. As interações são liberadas, fazendo com que você possa entrar em contato com qualquer pessoa da rede social — exceto com usuários bloqueados.
O Twitter se tornou um espaço para compartilhar momentos, fatos que estão acontecendo em tempo real, eventos que estão rolando na televisão, memes e até mesmo conteúdo pessoais.
Diferente do Facebook e Instagram, o algoritmo do Twitter não gera dificuldades na entrega das mensagens — pois não há limitação feita para aparecer na timeline dos seguidores. Todos os seus seguidores recebem o seu conteúdo, independente de interagirem frequentemente com você ou não. A diferença é que, por conta do volume de mensagens, o seu tweet pode ficar perdido na timeline. Mas existem diferentes formas de criar uma mensagem atraente para se destacar — como veremos a seguir.
Como funciona o Twitter?
A rede social é bem simples e intuitiva, mas para saber como usar o Twitter é importante conhecer algumas palavras, funcionalidades e técnicas específicas para a plataforma.
Seguidores: a primeira coisa que você precisa saber é que “seguir” é uma coisa natural no Twitter. E isso não é para te gerar medo de stalkers, nem preocupação com pessoas te vigiando. Seguidores são as pessoas que estão acompanhando o seu perfil. Ao te seguir, eles começam a receber os seus conteúdos e mensagens na timeline. Você também pode “seguir de volta” essas pessoas, tendo uma lista de “seguidos” e outra de “seguidores”.
Retweet: é representado pelas setas formando o quadrado e, ao clicar, você replica o tweet original dentro do seu perfil. É uma maneira de trazer para os seus seguidores, o conteúdo de outra pessoa que você achou interessante compartilhar. Existem duas formas de dar RT em um tweet: com e sem comentário. Na primeira, você poderá adicionar um texto de até 280 caracteres e/ou uma imagem na hora de “retuitar”. Na segunda, você faz Retweet sem adicionar nada, apenas trazendo para os seus seguidores a mensagem original de outra pessoa. Ao ganhar Retweets a sua mensagem da sua marca é espalhada para mais pessoas, além daquelas que já seguem o seu perfil.
Curtir: o coração representa a curtida no tweet. Todos os tweets curtidos pelos seus seguidores, leva a mensagem original para a timeline de quem te segue, mostrando para um maior número de pessoas.
O que postar no Twitter?
O Twitter é um espaço bem eclético para informações, perfis e formatos de publicações. Ele permite postar imagens, GIFs, vídeos, notícias etc. E você não precisa postar apenas uma foto. É possível carregar até quatro imagens diferentes, criando um pequeno carrossel — isso é muito utilizado em brincadeiras e correntes que rolam por lá.
Se você utiliza Twitter para empresa é importante pensar em como todos esses recursos podem ajudar na divulgação da sua marca.
O tom de voz da empresa precisa estar presente em todos os tweets e interações. O público precisa saber como fazer para entrar em contato com a sua @ — se de forma mais descontraída ou séria, se pode usar memes ou não etc.
Agora, se a sua conta é pessoal, você pode aproveitar todas essas possibilidades para criar um perfil que mostre como você realmente é. Pense, a rede não é focada em fotos, mas sim em conteúdo mais diversos.
Como fazer marketing no Twitter?
Quem trabalha com marketing digital utiliza de diversas ferramentas para se fortalecer: blogs, landing pages, anúncios, redes sociais etc. Para fazer marketing no Twitter é importante traçar a sua estratégia com antecedência para estar onde a sua persona está e, além disso, é preciso conhecer as características da rede social para usá-las ao seu favor.
E o Twitter oferece ferramentas que podem ajudar bastante no sucesso da sua estratégia de negócio.
Acompanhe o Trending Topics no Twitter
Para manter-se atualizado e conseguir surfar a onda do que está rolando no momento, você precisa acompanhar os trending topics no Twitter.
Eles mostram os conteúdos que estão em alta no momento, divido por país e região. Essa lista fica disponível no canto esquerdo da tela e, ao clicar, você consegue acessar os tweets que estão abordando o assunto.
Participar do que está sendo abordado em tempo real é uma das maneiras de conseguir mais engajamento e interação no Twitter. Afinal, a rede é feita para abordar assuntos em tempo real.
5 dicas para potencializar as estratégias de marketing no Twitter
Existem maneiras práticas para colocar as estratégias de marketing em ação no Twitter.
Listamos 5 dicas fundamentais para conseguir engajamento e envolvimento com o seu perfil:
- Invista em formatos visuais. Poste vídeos e gifs: além de ser um formato de maior impacto — e ter maior poder de engajamento —, você ganha espaço para dizer ao público o que não cabe nos 280 caracteres!
- Poste constante e frequentemente. A timeline do Twitter tem a velocidade da luz. E apesar dessa característica tornar a rede dinâmica e relevante, ela faz do Twitter um desafio para o social media. Postar diariamente, com frequência e constância é fundamental para ter resultados por lá. Mas um lembrete: não adianta postar qualquer coisa. Dedique um tempo para o Twitter na hora de montar seu calendário editorial.
- Faça enquetes: o Twitter também evoluiu suas funcionalidades com a opção de publicar enquetes. Além de estimular o engajamento dos tweets, as enquetes são uma ótima maneira de saber as preferênciase dores do seu público. É muito simples fazer uma enquete. Na hora que você for fazer um tweet, basta clicar em “Pool” para habilitar a função.
- Retweete o que for relevante: às vezes, vale mais retweetar um tweet antigo seu do que ficar inventando coisas para postar. E isso vale também para os tweets de quem você (ou sua empresa) segue na rede. Sempre que encontrar um conteúdo realmente interessante para sua persona, não ouse em retweetar! Além de entregar valor para o seu público, você cria uma oportunidade de se relacionar com o seu público e com influenciadores dele!
Outra boa é usar o Retweet para conseguir trabalhar com o UGC (User-Generated Content), mostrando como o seu público interage com seus produtos e serviços.
- Responda retweets e menções. Na aba “menções” você saberá quem está falando sobre você. E isso inclui quem retweetou um post seu. Fique atento a essas menções e responda ao máximo possível! Lembre-se sempre de utilizar uma linguagem e estilo adequados para sua persona. Quando a marca faz uma interação direta com um seguidor, promove uma ação de encantamento. A emoção pode ser tão positiva que a pessoa irá retweetar a sua resposta, aumentando ainda mais o alcance do seu conteúdo.
Entender o que é Twitter é fundamental para conseguir utilizar a rede com toda a sua complexidade e plenitude. Seja para um perfil pessoal ou profissional, o Twitter se mostra uma ferramenta dinâmica e muito participativa.
O Técnico em Prótese Dentária é o profissional de saúde que trabalha em conjunto com o cirurgião-dentista para restabelecer a capacidade mastigatória e estética do paciente por meio de próteses dentárias. A grande demanda atual da estética corporal e bucal faz com que os serviços do TPD seja cada vez mais requisitado. Popularmente conhecidos como protéticos, como era a nomenclatura antiga, tinham reputação de apenas realizar dentaduras. Com técnicas cada vez mais desenvolvidas, o profissional vem se aprimorando e se tornando profissional cada vez mais requisitado por cirurgiões-dentistas. Estão entre suas competências a administração de laboratório, confecção de próteses fixas e removíveis, escultura dental, planejamento protético, próteses acrílicas, totais e pediátricas.
A consolidação da profissão está na Lei nº 6.710, de 5 de novembro de 1979, que foi regulamentada pelo Decreto nº 87.689, de 11 de outubro de 1982. No momento, encontra-se tramitando na Câmara dos Deputados o PL 6610/2009, que dispõe sobre o exercício da profissão de TPD, determina outras providências e revoga a Lei nº 6.710.
A maior parte dos consultórios odontológicos, hoje em dia, não prescinde de auxiliares ou técnicos, além de secretárias que, com seu trabalho, enriquecem muito o atendimento à clientela. O Técnico em Saúde Bucal – TSB era o antigo Técnico em Higiene Bucal, nomenclatura vigente de 1993 a 2009. São profissionais que compõem a categoria de pessoal auxiliar odontológico, obrigados ao registro no CFO e à inscrição nos Conselhos Regionais (CRO). A faixa salarial do Técnico em Saúde Bucal CBO 3224-05 fica entre R$ 1.309,12 (média do piso salarial 2020 de acordos, convenções coletivas e dissídios), R$ 1.354,00 (salário mediano da pesquisa) e o teto salarial de R$ 2.542,79, levando em conta profissionais com carteira assinada em regime CLT de todo o Brasil. O Técnico em Saúde Bucal (TSB) responde diretamente suas funções ao cirurgião-dentista, e cabe a ele: participar do treinamento e capacitação de ASB e de agentes multiplicadores das ações de promoção à saúde; participar das ações educativas atuando na promoção da saúde e na prevenção das doenças bucais; participar na realização de levantamentos e estudos epidemiológicos, exceto na categoria de examinador. Ao TSB também deve ensinar técnicas de higiene bucal e realizar a prevenção das doenças bucais por meio da aplicação tópica do flúor; fazer a remoção do biofilme; supervisionar o trabalho do ASB; inserir e distribuir no preparo cavitário materiais odontológicos na restauração dentária direta, vedado o uso de materiais e instrumentos não indicados pelo cirurgião-dentista; proceder à limpeza e à antissepsia do campo operatório, antes e após atos cirúrgicos, inclusive em ambientes hospitalares; remover suturas; aplicar medidas de biossegurança no armazenamento, manuseio e descarte de produtos e resíduos odontológicos; realizar isolamento do campo operatório; exercer todas as competências no âmbito hospitalar, bem como instrumentar o cirurgião-dentista em ambientes clínicos e hospitalares.
O curso Técnico em Saúde Bucal exige ensino médio completo, e tem duração de 1200 horas, para as atividades teórico-práticas, acrescidas de 400 horas de estágio, totalizando 1600 horas, perfazendo um total de dois anos de duração.
A seguir, os mais facilmente encontráveis no mercado. (V. também JATO DE BICARBONATO)
Air-Flow One (SEM): a unidade AirFlow é um jato de água que combina ar e pó para remoção do biofilme dental de modo rápido e sem dor. Realiza a limpeza supra e subgengival com o uso de um único pó AirfLow Plus capaz de limpar eficientemente bolsas periodontais de ate 9mm. Oferece conforto ao paciente por ser minimamente invasivo, altamente preventivo, sem dor, suave e seguro. A câmara de pó, feita de material polimerizado resistente a impactos e produtos químicos, oferece melhorias consideráveis em termos de eficiência e ergonomia e possui uma grande capacidade volumétrica. Novo sistema de pressurização de vanguarda que pressuriza e despressuriza em segundos com uma conexão magnética integrada. Garrafa permite a limpeza e desinfecção da linha de água no final do dia. Sistema de aquecimento para regular a temperatura da água e, assim, oferecer um tratamento quente e confortável.
Ultrassom + Jato de Bicarbonato Jetlax Sonic LED (Schuster): apresenta bom manuseio operacional e permite aplicação em diversas áreas da odontologia, como periodontia, endodontia, dentística e prótese e em preparos cavitários. Na periodontia, com a remoção do biofilme mineralizado e não mineralizado. Na endodontia, na limpeza do canal radicular e remoção de instrumentos fraturados; na abertura de canais calcificados; na remoção de pinos e da dentina; e nas restaurações antigas consistentes. Na dentística e prótese, com a remoção de pinos intra-radiculares, coroas e blocos metálicos; com a condensação de amálgama; com a cimentação de inlays/onlays. E, também, na preparação cavitária para restaurações através de pontas ativas diamantadas. Conta com ajuste no painel sobre sua potência e fluxo de refrigeração, além de apresentar alta frequência na ponta ativa, que forma uma fina névoa de água, evitando que ocorra gotejamento. O Jato de Bicarbonato é em alumínio anodizado e permite fácil acesso aos dentes posteriores através da sua ponteira de longo alcance. Reservatório de bicarbonato com aquecimento confeccionado em ABS. Jato de bicarbonato confeccionado em alumínio anodizado.
Ultrassom e Jato Bicarbonato Scaler Jet Pump Led (Kondentech): caneta de ultrassom com Led. Controle independente de fluxos de água e pó. Sistema de limpeza dos condutores de pó. Ultrassom com sistema piezoelétrico. Peça de mão removível e autoclavável. Alimentado externamente por uma rede de água e uma rede de ar comprimido. Reservatório interno para armazenamento de pó de bicarbonato de sódio. Controle independente de fluxos de água e pó. Garantia: 1 ano.
Ultrassom e Jato de Bicarbonato Jetlax Sonic BP II LED (Schuster): principais aplicações: realizar procedimentos de profilaxia em diversas áreas da odontologia, como: periodontia, dentística e prótese, endodontia e preparação cavitária. Permite maior profundidade de alcance através da sua ponta alongada. Ponteira é autoclavável para proporcionar uma limpeza e esterilização facilitada para o profissional. Apresenta um ultrassom de alta frequência na ponta ativa, formando uma fina névoa de água sem que haja gotejamento, além de proporcionar melhor visualização no procedimento através da luz de Led. Bomba peristáltica. Transdutor do ultrassom piezoelétrico através de pastilhas cerâmicas com frequência de 32.000Hz estabilizado eletronicamente. Possibilidade de atuação com procedimentos sem o uso de refrigeração, como: condensação de amálgama, cimentação de onlays/inlays. Outras características: reservatório confeccionado em ABS; frequência do ultrassom: 32.000 Hz. Garantia: 1 ano.
Ultrassom e Jato de Bicarbonato Profi Class (Dabi Atlante): equipamento conjugado, que reúne o ultrassom piezoelétrico para a profilaxia do cálculo dental (tártaro) e o jato de bicarbonato de sódio para a remoção do biofilme dental (placa bacteriana) não mineralizado. Principais benefícios: não há risco de contaminação cruzada; acionamento do pedal de qualquer ângulo; sem respingos durante as paradas de funcionamento. Possui regulagem precisa de potência e volume do fluxo irrigante e sua peça de mão é mais leve e anatômica, permitindo uma melhor sensibilidade tátil. Teclados tipo membrana seletora das funções, para configuração da vazão do líquido irrigante e diminuição ou aumento da potência, teclas de memórias por função e teclas + e – para configuração e seleção da função. Bomba peristáltica: com micromotor elétrico com eixo central que gira três roletes que pressionam a mangueira contra o cabeçote impulsionando o líquido. Confeccionado em policarbonato transparente, com Led para visualização do nível do líquido, permite o uso de água destilada, soro fisiológico ou de soluções antissépticas que potencializam o efeito ultrassônico e a ação antibacteriana pela ação cavitacional. Pedal único para acionamento de ultrassom e jato de bicarbonato. Garantia: 12 meses.
Ultrassom e Jato de Bicarbonato Profi Neo (Dabi Atlante): aparelho conjugado de ultrassom piezoelétrico para profilaxia do cálculo e jato de bicarbonato de sódio para remoção do biofilme não mineralizado. Corpo confeccionado em ABS com design vertical, oferece resistência estrutural e equilíbrio. Circuito eletrônico localizado atrás do painel frontal. Painel com controles do sistema ergonomicamente desenhados. Display indicativo de qual função está acionada: perio, endo, dentística, bomba peristáltica ou jato de bicarbonato. Tanque do reservatório de líquido irrigante acoplado e removível. Garantia: 12 meses.
Ultrassom e Jato de Bicarbonato Scaler Jet (Kondentech): equipamento moderno, desenvolvido para a realização de profilaxia em clínicas e consultórios odontológicos. Seu sistema proporciona fácil manuseio para a remoção de tártaro e jateamento com bicarbonato de sódio. A remoção de tártaro acontece através de seu sistema eletrônico acoplado a um dispositivo piezoelétrico de última geração, que transmite à peça de mão movimentos oscilatórios conjugados, apropriados ao trabalho de raspagem da camada de tártaro existente nos dentes a serem tratados. As vantagens do dispositivo piezoelétrico são a unidirecionalidade de oscilação, a possibilidade de atingir frequências mais elevadas (29KHz) e a não geração de aquecimento ao utilizá-lo. O aparelho conta com filtro de ar com drenagem automática; controle independente de fluxos de água e pó; ultrassom com sistema piezoelétrico; peça de mão removível e autoclavável. Garantia de 12 meses.
Ultrassom e Jato de Bicarbonato Scaler Jet (Kondentech): seu sistema proporciona fácil manuseio para a remoção de tártaro e jateamento com bicarbonato de sódio. A remoção de tártaro acontece através de seu sistema eletrônico acoplado a um dispositivo piezoelétrico de última geração, que transmite à peça de mão movimentos oscilatórios conjugados, apropriados ao trabalho de raspagem da camada de tártaro existente nos dentes a serem tratados. As vantagens do dispositivo piezoelétrico são a unidirecionalidade de oscilação, a possibilidade de atingir frequências mais elevadas (29KHz) e a não geração de aquecimento ao utilizá-lo. O jateamento de bicarbonato de sódio é possível devido ao sistema de geração de partículas de bicarbonato de sódio em suspensão, inseridas em um jato de ar comprimido, que resulta no complemento ideal para a profilaxia, na medida em que remove resíduos remanescentes do processo de raspagem. O Scaler Jet conta com: filtro de ar com drenagem automática; controle independente de fluxos de água e pó; sistema de limpeza dos condutores de pó; ultrassom com sistema piezoelétrico; peça de mão removível e autoclavável; alimentação externa por uma rede de água e uma rede de ar comprimido; reservatório interno para armazenamento de pó de bicarbonato de sódio. Garantia: 1 ano.
Ultrassom Jet Sonic (Gnatus): proporciona precisão nos procedimentos, de forma que se torna um equipamento completo para o consultório odontológico. Vantagens: resistente à oxidação; fácil limpeza e desinfecção; boa ergonomia; proporciona maior produtividade ao profissional através das vibrações ultrassônicas constantes. Baixa produção de calor através das vibrações piezoelétricas. Transdutor ultrassom: sistema piezoelétrico ativado através de pastilhas cerâmicas em frequência de 30.000 Hz. Peça de mão do jato de bicarbonato autoclavável e removível. Mistura de ar, água e bicarbonato a uma pequena distância da ponta através do difusor concêntrico para evitar o entupimento. Painel com seletores digitais de operação.
Garantia: 1 ano.
Ultrassom Jet Sonic BP (Gnatus): proporciona precisão nos procedimentos, além da inclusão da bomba peristáltica (modelo BP) para um equipamento completo para o consultório odontológico. Vantagens: resistente à oxidação; conta com fácil limpeza e desinfecção. Permite uso de água filtrada e/ou tratada (modelo BP). Acionamento automático da válvula (modelo BP). Baixa produção de calor através das vibrações piezoelétricas. Bomba peristáltica com regulagem do fluxo de água. Reservatório de água removível. Peça de mão do jato de bicarbonato autoclavável e removível. Seletor digital de função com opção de 3 funções programáveis (Perio, Endo e Scalling). Ajuste fino do ar com registro exclusivo para regulagem fina do fluxo de ar do jato de bicarbonato. Ajuste fino da água nos procedimentos com refrigeração. Mas também permite a realização de trabalhos a seco (condensação de amálgama, cimentação de onlays/inlays, etc). Ajuste fino da potência, adequado a cada tipo de procedimento. Garantia: 1 ano pelo fabricante.
Seja qual for o caso, nenhum profissional da saúde tem direito de não estar disponível para urgências de seus pacientes. É imprescindível encontrar alguma brechinha na agenda, sempre, mesmo que para apenas dizer que é um estágio normal aquela inflamação, ou prescrever um simples analgésico. Conforta e dá confiança. Um colega desenvolveu um esquema de, ao ser abordado por telefone por paciente que diz precisar ser atendido para um problema urgente, sempre diz para a pessoa vir “agora”. Se se tratar mesmo de urgência, ele virá; se for alarme um tanto exagerado, ele acabará “deixando para lá”, ou marcando para outro dia, na escala normal.
Esse documento deve ser solicitado antes do início das atividades ou quando houver alterações de endereço, da própria atividade, do processo produtivo ou da razão social e, ainda, quando tiver ocorrido fusão, cisão ou incorporação societária. A emissão e renovação da Licença ou Alvará de Funcionamento é um processo descentralizado, realizado pelos estados e municípios e, portanto, definido de acordo com a legislação local. Cada Estado define o trâmite legal e documental, assim como a sua validade. Neste contexto, o responsável técnico pelo serviço odontológico deve entrar em contato com a vigilância sanitária local (estadual ou municipal) junto à qual irá requerer a Licença ou Alvará de Funcionamento. Os endereços das Vigilâncias Sanitárias nos estados podem ser acessados no site da Anvisa: www.anvisa.gov.br.
Há duas situações: em Consultório ou clínica novos: quando é o caso de abertura, o primeiro passo é preencher termo de consulta na prefeitura (ou subprefeitura, ou regional) mais próxima do imóvel, para saber se no local pretendido é possível a aprovação do estabelecimento. Se a resposta for positiva, solicita-se a legalização junto à Vigilância Sanitária.
Em São Paulo, para isso é preciso apresentar três requerimentos, todos produzidos a partir do site www.prefeitura.sp.gov.br/ covisa. São eles: Anexo II, padrão para estabelecimentos de interesse à saúde; Anexo III, para estabelecimentos com aparelho de raios X; e Anexo V, para atividade de prestação de serviço de saúde, todos preenchidos em duas vias. Na cidade de São Paulo, o cirurgião-dentista além de se dirigir à subprefeitura, tem que ir à Covisa para obter o Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária – CMVS. Nos demais municípios, a Prefeitura recebe e encaminha para o CMVS, que examina e se comunica com o solicitante para a segunda fase, a de inspeção das instalações, quando também é realizada a apresentação dos seguintes documentos:
- requerimento para solicitação do Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária;
- cópia de documento de inscrição do responsável técnico no Conselho Regional;
- cópia do contrato social, no caso de empresa;
- documento original do plano de radioproteção;
- declaração do programa de garantia de qualidade da imagem pretendido;
- cópia do contrato de serviços terceirizados e da licença de funcionamento da contratada, quando for o caso;
- documentos originais do programa de garantia de qualidade e comprovação de sua implantação;
- cópia do contrato de dosimetria e relação dos profissionais monitorados – atualizados;
- manuais de rotinas e procedimentos. Simultaneamente, também se deve providenciar a inscrição no CNES. O CMVS será publicado no Diário Oficial do Município e o solicitante será avisado da data, para que tire cópia e fique com uma em seu poder. Nenhum outro documento será emitido para comprovação do cadastramento. Para Renovação da licença:
- levar a cópia da publicação no D.O.U. do ano anterior;
- preencher requerimento ao Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária (duas vias);
- juntar cópia dos documentos listados acima. Em São Paulo, a documentação deve ser entregue na Praça de Atendimento da Covisa, Rua Santa Isabel, 181, térreo, telefone 3350-6624 e 3350-6628, no horário das 9 às 16 horas. A ausência da documentação ou a inobservância de aspectos de biossegurança gera auto de infração, que pode redundar em multa. (V. também Alvará de Funcionamento)
LEGISLAÇÃO MUNICIPAL
DECRETO No 44.577, DE 7 DE ABRIL DE 2004
Regulamenta a Lei no 13.725, de 9 de janeiro de 2004, que instituiu o Código Sanitário do Município de São Paulo; disciplina o Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária e estabelece os procedimentos administrativos de vigilância em saúde.
MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei,
DECRETA:
CAPÍTULO I
Das Normas Gerais e Definições
Art. 1° Aos procedimentos administrativos de vigilância em saúde, no âmbito do Município de São Paulo, aplica-se o Código Sanitário do Município de São Paulo, instituído pela Lei no 13.725, de 9 de janeiro de 2004, regulamentada nos termos deste decreto.
Art. 2° As ações de vigilância em saúde, segundo a classificação do Ministério da Saúde, poderão ser:
I – ações básicas;
II – ações de média complexidade;
III – ações de alta complexidade.
§ 1° As ações de vigilância em saúde, observada a classificação prevista no caput, encontram-se descritas no Anexo I deste decreto, com exceção daquelas referentes à vigilância em saúde do trabalhador.
§ 2° Tratando-se de ações de vigilância em saúde do trabalhador, a classificação das respectivas complexidades observará as definições do Ministério do Trabalho e Emprego, a saber:
I – ações básicas, empresas de grau de risco 1;
II – ações de média complexidade, empresas de grau de risco 2;
III – ações de alta complexidade, empresas de grau de risco 3 e 4.
§ 3° As investigações de acidentes de trabalho fatais e graves serão classificadas como ações de vigilância em saúde do trabalhador de alta complexidade.
Art. 3°. Para os efeitos deste decreto, são adotadas as seguintes definições:
I – alvará de funcionamento de local de reunião: documento expedido pela autoridade competente da Prefeitura, mediante o qual é autorizada a ocupação ou utilização de instalação e funcionamento de atividades comerciais, industriais, institucionais, de prestação de serviços e similares, em se tratando de locais de reunião com lotação igual ou superior a 100 (cem) pessoas, sujeito à renovação anual, nos termos da legislação específica;
II – auto de infração: documento lavrado pela autoridade sanitária sempre que verificada violação da legislação sanitária;
III – auto de imposição de penalidade: documento pelo qual a autoridade sanitária impõe ao infrator da legislação sanitária as penalidades previstas no Código Sanitário do Município ou em leis extravagantes;
IV – auto de licença de funcionamento: documento expedido pela autoridade competente da Prefeitura, que autoriza a ocupação ou utilização de imóvel para instalação e funcionamento de atividades comerciais, industriais, institucionais, de prestação de serviços e similares, condicionado ao atendimento da legislação pertinente em vigor e, em especial, das normas de parcelamento, uso e ocupação do solo, de segurança, higiene e sossego público;
V – autoridade sanitária: aquela declarada pelo Secretário Municipal da Saúde como competente para o exercício das atribuições de saúde pública, com a prerrogativa de aplicar a legislação sanitária;
VI – autorização de funcionamento: ato privativo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, que permite o exercício de atividades sob regime de vigilância sanitária a empresas interessadas, nos termos da legislação federal em vigor;
VII – autorização especial: ato da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, que permite o exercício de atividades de extração, produção, transformação, fabricação, fracionamento, manipulação, embalagem, distribuição, transporte, reembalagem, importação, exportação de substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial, conforme legislação em vigor;
VIII – Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária – CMVS: sistema de registro dos dados de identificação de estabelecimentos e equipamentos de interesse da saúde autorizados a iniciar ou a manter suas atividades;
IX – dispensa da obrigatoriedade de registro: ato pelo qual a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA desobriga o registro de produtos;
X – inspeção sanitária: procedimento técnico realizado pela autoridade sanitária em estabelecimento ou equipamento de interesse da saúde, com o objetivo de apurar e intervir sobre os riscos à saúde da população presentes na produção e circulação de mercadorias, na prestação de serviços e no meio ambiente, inclusive o de trabalho, mediante a avaliação de processos que garantam produtos, serviços e ambientes seguros e saudáveis;
XI – laudo de inspeção sanitária: documento de registro das condições sanitárias de estabelecimentos e equipamentos de interesse da saúde, lavrado como conclusão de inspeção sanitária;
XII – laudo ou levantamento radiométrico: avaliação dos níveis de radiação nas áreas de uma instalação, com resultados expressos em função das condições de carga máxima de trabalho semanal;
XIII – manual de boas práticas: documento produzido pelo responsável por estabelecimento, descrevendo as operações realizadas no processo de produção, distribuição e comercialização de produtos de interesse da saúde;
XIV – manual de normas de procedimentos e rotinas (também conhecido, no caso de processos de prestação de serviços específicos, como manual de procedimentos operacionais-padrão – POP): documento elaborado sob a coordenação do responsável pelo estabelecimento, descrevendo os procedimentos e as rotinas inerentes à prestação de serviços de assistência à saúde;
XV – plano de radioproteção: plano operacional de um conjunto de medidas de proteção ao homem e ao meio ambiente contra possíveis efeitos indevidos da radiação ionizante;
XVI – procedimento administrativo: rito que estabelece o encadeamento sucessivo de atos em processos administrativos;
XVII – processo administrativo sanitário: conjunto de atos tendentes a decisões administrativas que garantam o direito à saúde, segundo as normas sanitárias;
XVIII – poder de polícia: atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou a abstenção de fato, em razão do interesse público;
XIX – registro: ato pelo qual a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA reconhece a adequação de um produto à legislação sanitária vigente, formalizado por meio de publicação no Diário Oficial da União;
XX – responsável ou representante legal: pessoa física legitimada a responder por pessoa jurídica que mantenha estabelecimento, equipamento ou instalações de interesse da saúde, ou que realize processos produtivos específicos inerentes ao campo da saúde;
XXI – responsável técnico: profissional legalmente habilitado, responsável pela qualidade e segurança do produto ou serviço de interesse da saúde.
CAPÍTULO II
Das Competências
Art. 4° O Secretário Municipal da Saúde é a autoridade máxima da vigilância em saúde, cabendo-lhe designar servidor para a coordenação das ações no âmbito da Secretaria Municipal de Saúde.
Art. 5° Compete à Secretaria Municipal da Saúde, sob a coordenação do servidor designado na forma do art. 4° deste decreto:
I – elaborar o Plano Quinqüenal de Vigilância em Saúde para o Município de São Paulo e os correspondentes Planos Anuais de Trabalho, em consonância com os Planos Regionais de Saúde;
II – estabelecer parâmetros para a descentralização das ações de vigilância em saúde;
III – coordenar as ações de vigilância em saúde no âmbito do Município de São Paulo, definindo, inclusive, a participação das Coordenadorias de Saúde nas ações cujo âmbito territorial extrapole o das Subprefeituras ou que exijam competência técnica ou recursos tecnológicos que suplantem aqueles disponíveis nos níveis regionais;
IV – editar normas técnicas em matéria de vigilância em saúde;
V – executar diretamente as ações de alta complexidade e acompanhar a execução das ações de média e baixa complexidades pelas Coordenadorias de Saúde das Subprefeituras, suplementando-as, se necessário;
VI – proporcionar às Coordenadorias de Saúde das Subprefeituras o apoio técnico necessário ao desenvolvimento das ações de vigilância em saúde;
VII – estabelecer parcerias, convênios, acordos e ajustes com instituições públicas e privadas, obedecidas as normas de direito público, visando ao desenvolvimento de suas atribuições ou à complementação de ações e serviços de saúde de sua competência;
VIII – manter bases de dados e informações de interesse da saúde pública e disponibilizar informações de interesse do público em geral e das autoridades sanitárias;
IX – fomentar o desenvolvimento de recursos humanos e a cooperação técnico-científica no âmbito da vigilância em saúde;
X – administrar e controlar todas as receitas e despesas alocadas à vigilância em saúde;
XI – dar publicidade a ações e medidas administrativas desenvolvidas no âmbito da vigilância em saúde;
XII – utilizar e estimular o uso de métodos epidemiológicos na caracterização dos problemas de saúde, visando ao planejamento das atividades atinentes à vigilância;
XIII – criar sistema informatizado, descentralizado e hierarquizado, com a finalidade de subsidiar o planejamento e a avaliação de ações de vigilância em saúde nos diferentes níveis de gestão.
Art. 6° Compete às Coordenadorias de Saúde das Subprefeituras:
I – planejar, coordenar e avaliar as ações de vigilância em saúde definidas no Plano Municipal de Saúde e nos respectivos Planos de Gestão Regional de Saúde;
II – articular as atividades de suas respectivas Supervisões de Vigilância em Saúde com os demais serviços de saúde e com outros organismos públicos ou privados;
III – participar, conforme definido pela Coordenação de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde, dos projetos e ações de vigilância cujo âmbito territorial extrapole o das Subprefeituras ou que exijam competência técnica ou recursos tecnológicos que suplantem aqueles disponíveis em sua área.
Art. 7° Compete às Supervisões de Vigilância em Saúde das Coordenadorias de Saúde:
I – participar do planejamento e da avaliação das ações de vigilância em saúde no âmbito da respectiva Coordenadoria de Saúde;
II – executar as ações básicas e de média complexidade definidas no Plano Municipal de Saúde;
III – remeter, periodicamente, informações à coordenação de vigilância em saúde da Secretaria Municipal da Saúde, segundo os fluxos estabelecidos por esta última.
CAPÍTULO III
Da Autoridade Sanitária
Art. 8° O Secretário Municipal da Saúde investirá, para o exercício da autoridade sanitária, servidores públicos municipais lotados na Secretaria Municipal da Saúde ou nas Coordenadorias de Saúde das Subprefeituras.
Parágrafo único. Também poderão ser investidos como autoridades sanitárias os servidores de outros órgãos públicos, afastados para prestação de serviços na Secretaria Municipal da Saúde ou nas Coordenadorias de Saúde das Subprefeituras.
Art. 9° Os servidores ocupantes dos cargos de Supervisor Técnico II e de Assistente Técnico II, lotados nas Supervisões de Vigilância em Saúde das Subprefeituras, bem como os servidores designados como autoridades sanitárias ou gerentes de áreas técnicas da vigilância em saúde, ficam impedidos de possuir outros vínculos funcionais ou empregatícios, públicos ou privados, que possam caracterizar conflito de interesse com suas funções públicas municipais.
Parágrafo único. Para fins de controle do cumprimento do disposto no caput, deverão os servidores declarar, em formulário específico, conforme modelo constante do Anexo II deste decreto, seus eventuais outros vínculos funcionais ou empregatícios.
CAPÍTULO IV
Do Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária
Art. 10. Para os fins do disposto no artigo 90 do Código Sanitário do Município de São Paulo, fica criado o Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária – CMVS, integrado ao Cadastro Estadual de Vigilância Sanitária – CEVS.
Art. 11. O Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária – CMVS será gerido centralizadamente pela Secretaria Municipal da Saúde, que descentralizará às Supervisões de Vigilância em Saúde das Coordenadorias de Saúde das Subprefeituras as atribuições de alimentar a base de dados cadastrais.
Art. 12. Os estabelecimentos e equipamentos de interesse da saúde, cujas atividades encontrem-se detalhadas em portaria do Secretário Municipal da Saúde a partir da relação genérica constante do Anexo I deste decreto, deverão requerer seu cadastramento no Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária – CMVS na mesma ocasião em que requererem o auto de licença de funcionamento ou o alvará de funcionamento, seja para início de atividades, seja quando houver alterações de endereço, da própria atividade, do processo produtivo ou da razão social, ou quando tiver ocorrido fusão, cisão ou incorporação societária.
§ 1° – A concessão de auto de licença de funcionamento ou de alvará de funcionamento pelos órgãos competentes da Prefeitura do Município de São Paulo estará condicionada ao prévio cadastramento do interessado no Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária – CMVS.
§ 2° – Os responsáveis pelos estabelecimentos e equipamentos de interesse da saúde deverão requerer o cadastramento no Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária – CMVS por meio de formulário próprio, a ser definido em portaria do Secretário Municipal da Saúde, apresentando, no ato do requerimento, a guia de recolhimento do preço público e da taxa porventura devidos.
§ 3° – Os estabelecimentos e equipamentos de interesse da saúde que, na data da publicação deste decreto, já possuam auto de licença de funcionamento ou alvará de funcionamento expedidos pela Prefeitura do Município de São Paulo, ou licença sanitária de funcionamento expedida pelos órgãos estaduais de vigilância sanitária, terão o prazo de um ano para requerer o cadastramento de que trata o caput deste artigo.
§ 4° – O cadastramento do comércio ambulante de produtos de interesse da saúde será definido mediante portaria conjunta da Secretaria Municipal da Saúde e da Secretaria Municipal das Subprefeituras.
Art. 13. Requerido o cadastramento, realizar-se-á a inspeção sanitária inicial do estabelecimento ou do equipamento a ser cadastrado e, diante de laudo favorável, publicar-se-á, no Diário Oficial do Município, o número do respectivo cadastro.
§ 1° A publicação referida no caput será feita no prazo de até 30 (trinta) dias, contados da emissão do laudo de inspeção sanitária favorável ao cadastramento, suspendendo-se sua fluência na hipótese de exigências sanitárias pendentes de atendimento pelo interessado.
§ 2° A publicação de que trata o caput dispensa a emissão de qualquer outro documento para a comprovação do cadastramento perante o Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária – CMVS de estabelecimentos ou de equipamentos de interesse da saúde.
§ 3° O cadastramento de estabelecimentos prestadores de serviço de remoção de pacientes ou de empresas transportadoras de produtos de interesse da saúde dispensará a emissão de documento específico para cada veículo da frota.
Art. 14. Os responsáveis pelos estabelecimentos e equipamentos de interesse da saúde deverão apresentar, no ato da inspeção sanitária inicial, os seguintes documentos:
I – cópia do contrato social devidamente registrado na Junta Comercial ou em cartório de registro de títulos e documentos;
II – cópia da declaração de firma individual registrada na Junta Comercial, no caso de microempresa ou empresa de pequeno porte;
III – manual de boas práticas operacionais, procedimentos operacionais-padrão ou manuais de rotinas e procedimentos, conforme as atividades desenvolvidas;
IV – cópia(s) do(s) contrato(s) de serviços terceirizados, registrado(s) em cartório de registro de títulos e documentos, do(s) qual(is) constem cláusulas que definam, clara e detalhadamente, as ações necessárias à garantia da qualidade do produto, do equipamento ou do serviço prestado, bem como dos ambientes interno e externo, sem prejuízo da responsabilidade da empresa contratante;
V – cópia do documento de comprovação de habilitação profissional e vínculo empregatício do responsável técnico, quando exigido pela legislação específica;
VI – documento original do plano de radioproteção, do laudo de levantamento radiométrico e do teste de radiação de fuga para o cadastro de equipamentos de radiodiagnóstico médico e odontológico, radioterapia e serviços de medicina nuclear in vivo, assim como de equipamentos de raio X de aplicação industrial;
VII – cópia da autorização da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN para operação de equipamento de radioterapia e de aplicação industrial;
VIII – cópia da autorização da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN para preparo e uso das fontes radioativas não-seladas e comprovante de registro perante aquela comissão para prestação de serviço de medicina nuclear in vitro, in vivo e de análises laboratoriais clínicas, quando for o caso;
IX – cópia da portaria de lavra concedida pelo Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM para o cadastro de indústria de água mineral;
X – outros eventuais documentos definidos em portaria do Secretário Municipal da Saúde para situações específicas.
Parágrafo único. Na hipótese prevista no inciso X deste artigo, os documentos complementares deverão ser entregues no prazo máximo de 15 (quinze) dias, contados de sua solicitação.
Art. 15. Os estabelecimentos cadastrados deverão comunicar quaisquer alterações de responsabilidade técnica, de representação legal, de equipamentos ou de número de leitos, diretamente à coordenação de vigilância em saúde da Secretaria Municipal da Saúde, apresentando os seguintes documentos:
I – formulário próprio;
II – cópia da rescisão contratual, quando se tratar de baixa de responsabilidade técnica;
III – cópia do atestado de óbito, quando do falecimento do responsável técnico;
IV – cópia dos documentos de comprovação de habilitação profissional e de vínculo empregatício do novo responsável técnico;
V – alteração do contrato ou estatuto social ou ata de eleição de diretoria;
VI – documentos relativos aos novos equipamentos;
VII – declaração do novo número de leitos.
Art. 16. Quaisquer locais, produtos, equipamentos, procedimentos e ambientes, que possam, direta ou indiretamente, acarretar riscos à saúde da população, devem ser objeto de monitoramento e inspeção sanitária, independentemente da obrigatoriedade de seu cadastramento perante o Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária – CMVS.
Art. 17. O prazo de validade do cadastramento é de 1 (um) ano, contado da data da publicação do respectivo número no Diário Oficial do Município.
Art. 18. Os estabelecimentos e equipamentos de interesse da saúde devem atualizar seu cadastramento a cada período de 12 (doze) meses, quando o exigir a legislação específica, por meio de formulário próprio, conforme definido em portaria do Secretário Municipal da Saúde, sob pena de cancelamento do respectivo número cadastral.
§ 1° Os estabelecimentos e equipamentos referidos no caput deste artigo devem apresentar, juntamente com a solicitação de atualização de seu cadastro, o comprovante de recolhimento do preço público e da taxa porventura devidos.
§ 2° O cancelamento do número de cadastro deve ser publicado, com a respectiva justificativa legal, no Diário Oficial do Município.
§ 3° A reativação do número de cadastro deve obedecer aos procedimentos previstos no art. 12 deste decreto.
Art. 19. A atualização do cadastramento independe de prévia vistoria sanitária, desde que as informações cadastrais demonstrem:
I – o correto gerenciamento dos fatores de risco à saúde em cada caso concreto;
II – que o estabelecimento ou o equipamento esteja ou seja incluído em programação normal de inspeções sanitárias.
Parágrafo único. O disposto no caput não se aplica a estabelecimentos ou equipamentos em situação irregular perante o Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária – CMVS.
Art. 20. Os estabelecimentos ou equipamentos, que estejam sujeitos à exigência legal de autorização de funcionamento ou autorização especial do Ministério da Saúde, devem requerer, perante a coordenação de vigilância em saúde da Secretaria Municipal da Saúde, a concessão da referida autorização, conforme modelo instituído pelo próprio Ministério da Saúde e segundo as normas federais aplicáveis à espécie.
Parágrafo único. O requerimento referido no caput poderá ser simultâneo ao de cadastramento perante o Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária – CMVS, condicionado o deferimento deste último à concessão da autorização de funcionamento ou autorização especial pelo Ministério da Saúde.
Art. 21. Os estabelecimentos produtores, distribuidores e importadores de alimentos dispensados da obrigatoriedade de registro deverão informar à coordenação de vigilância em saúde da Secretaria Municipal da Saúde o início da fabricação ou da comercialização do produto, observada a legislação federal vigente.
Art. 22. Os órgãos de vigilância sanitária da Secretaria Municipal da Saúde encaminharão, ao órgão federal de vigilância sanitária, cópia da publicação de cancelamento do cadastro municipal e comunicação do encerramento das atividades do estabelecimento ou equipamento cujo cadastramento tenha sido cancelado, visando à adoção das cabíveis medidas de competência da União.
Parágrafo único. A comunicação referida no caput deverá ser efetuada no prazo máximo de 15 (quinze) dias, contados da publicação do cancelamento.
CAPÍTULO V
Da Inspeção Sanitária
Art. 23. A inspeção sanitária pode dar-se de ofício ou a requerimento do interessado, no momento do cadastramento ou em qualquer situação que a justificar.
Art. 24. A inspeção sanitária inicial deverá ser realizada no prazo máximo de 60 (sessenta) dias, contados do requerimento do interessado, segundo programação feita em função do risco inerente à atividade e, para os estabelecimentos de baixa complexidade, segundo as prioridades locais.
Art. 25. As etapas de produção, comercialização e prestação de serviços por terceiros devem ser consideradas como extensão da atividade do estabelecimento ou do equipamento sujeito ao cadastramento e, como tais, passíveis de inspeção sanitária.
Parágrafo único. Na hipótese de os terceiros referidos no caput estarem instalados em outra unidade federada, solicitar-se-á, ao órgão de vigilância sanitária da localidade de origem, laudo atualizado de inspeção sanitária e outros documentos eventualmente considerados necessários, bem como autorização para visita técnica, quando for o caso.
CAPÍTULO VI
Dos Procedimentos Administrativos
Art. 26. A autoridade sanitária, sempre que concluir pela existência de infração sanitária, lavrará o competente auto de infração, sob pena de responsabilidade administrativa.
Parágrafo único. A lavratura de auto de infração dará ensejo à autuação de processo administrativo próprio.
Art. 27. O auto de infração, observado o direito de defesa do infrator, deverá ser oportunamente seguido da lavratura de auto de imposição de penalidade, conforme previsto nos arts. 29 e 31.
Art. 28. A lavratura e o processamento dos autos de infração e de imposição de penalidade deverão seguir o previsto no Código Sanitário Municipal, observadas as normas sobre fiscalização em geral.
Parágrafo único. Os documentos referidos no caput serão lavrados em impresso oficial, conforme modelos constantes dos Anexos III e IV deste decreto.
Art. 29. O infrator poderá oferecer defesa ou impugnação ao auto de infração no prazo de 10 (dez) dias, contados de sua ciência na forma prevista no Código Sanitário do Município.
Art. 30. A defesa ou impugnação será apresentada perante a Supervisão de Vigilância em Saúde da Coordenadoria de Saúde da Subprefeitura autuante e julgada pelo Supervisor de Vigilância em Saúde, após prévia manifestação técnica do servidor responsável pela autuação.
§ 1° Se a autuação tiver sido realizada no âmbito da Coordenação de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde, a defesa ou impugnação será julgada e decidida pela autoridade responsável pela gerência da subárea temática a que pertença o servidor autuante, após prévia manifestação técnica deste.
§ 2° Será de 5 (cinco) dias o prazo para manifestação do responsável pela autuação e de 10 (dez) dias o prazo para julgamento da defesa ou impugnação.
Art. 31. Em não tendo havido oferecimento de defesa ou impugnação pelo infrator ou tendo sido mantido o auto de infração, seguir-se-á, imediatamente, a imposição da penalidade cabível pelo Supervisor de Vigilância em Saúde ou pela autoridade responsável pela gerência da subárea temática a que pertença o servidor autuante da Secretaria Municipal da Saúde.
Art. 32. Sem prejuízo das sanções de natureza civil e penal, as penalidades administrativas para as infrações sanitárias são as seguintes:
I – advertência;
II – prestação de serviços à comunidade;
III – multa de R$ 100,00 (cem reais) a R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais);
IV – apreensão de produtos, equipamentos, utensílios e recipientes;
V – apreensão de animal;
VI – interdição de produtos, equipamentos, utensílios e recipientes;
VII – inutilização de produtos, equipamentos, utensílios e recipientes;
VIII – suspensão de venda de produto;
IX – suspensão de fabricação de produto;
X – interdição parcial ou total do estabelecimento, seções, dependências e veículos;
XI – proibição de propaganda;
XII – cancelamento de autorização para funcionamento de empresa;
XIII – cancelamento do cadastro do estabelecimento e do veículo;
XIV – intervenção.
§ 1° Para graduação e imposição de penalidades, a autoridade sanitária, conforme previsto no Código Sanitário do Município, deverá considerar as circunstâncias atenuantes e agravantes, a gravidade do fato em face de suas conseqüências para a saúde pública e os antecedentes do infrator quanto às normas sanitárias e sua capacidade econômica.
§ 2° As penalidades previstas neste artigo poderão ser aplicadas alternativa ou cumulativamente.
§ 3° Para a imposição das penalidades previstas nos incisos XII e XIII, o Secretário Municipal da Saúde fará, quando for o caso, a necessária representação à autoridade competente para aplicá-las.
Art. 33. Salvo na hipótese prevista no art. 35 deste decreto, da lavratura do auto de imposição de penalidade caberá recurso, no prazo de 10 (dez) dias, contados da ciência do apenado na forma prevista no Código Sanitário do Município, dirigido a uma das seguintes autoridades, dependendo do âmbito de autuação no qual tenha a penalidade sido imposta:
I – ao Coordenador de Saúde ao qual se vincule a Supervisão de Vigilância Sanitária que pôs a penalidade; ou
II – à autoridade responsável pela gerência da área temática da Coordenação da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde.
Parágrafo único. Os recursos serão decididos após a oitiva da autoridade que houver imposto a penalidade, a qual poderá reconsiderar a decisão anterior.
Art. 34. Mantida a decisão cominatória, qualquer que seja a penalidade aplicada, caberá recurso, no prazo de 10 (dez) dias, contados da publicação do despacho decisório no Diário Oficial do Município, dirigido a uma das seguintes autoridades, dependendo do âmbito de autuação no qual tenha a penalidade sido imposta:
I – ao Subprefeito ao qual se vincule a Coordenadoria de Saúde que manteve a decisão cominatória recorrida; ou
II – à autoridade responsável pela Coordenação da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde.
§ 1° Das decisões das autoridades referidas nos incisos I e II do caput deste artigo caberá, ainda, recurso ao Secretário Municipal da Saúde, no prazo de 10 (dez) dias, contados da publicação do despacho decisório no Diário Oficial do Município, quando se tratar de penalidade prevista nos incisos IV a XIII do art. 118 ou de multa de valor correspondente ao previsto nos incisos II e III do art. 121, ambos do Código Sanitário do Município de São Paulo.
§ 2° As decisões proferidas nos recursos indicados neste artigo deverão ser resumidamente publicadas no Diário Oficial do Município, a partir de quando fluirão os prazos para interposição de outros recursos eventualmente previstos.
Art. 35. Da aplicação da penalidade de intervenção pelo Secretário Municipal da Saúde caberá recurso, no prazo de 10 (dez) dias, contados da publicação do despacho decisório no Diário Oficial do Município, ao Chefe do Poder Executivo, cuja decisão encerrará a instância administrativa.
Art. 36. Os recursos só terão efeito suspensivo nos casos de imposição de multa.
Art. 37. Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogado o Decreto no 42.740, de 20 de dezembro de 2002.
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 7 de abril de 2004, 451o da fundação de São Paulo.
MARTA SUPLICY, PREFEITA
LUIZ TARCÍSIO TEIXEIRA FERREIRA, Secretário dos Negócios Jurídicos
LUÍS CARLOS FERNANDES AFONSO, Secretário de Finanças e Desenvolvimento Econômico
GONZALO VECINA NETO, Secretário Municipal da Saúde
CARLOS ALBERTO ROLIM ZARATTINI, Secretário Municipal das Subprefeituras
Publicado na Secretaria do Governo Municipal, em 7 de abril de 2004.
RUI GOETHE DA COSTA FALCÃO, Secretário do Governo Municipal
RESOLUÇÃO SS-15, DE 18 DE JANEIRO DE 1999
Aprova Norma Técnica que estabelece condições para instalação e funcionamento de estabelecimentos de assistência odontológica, e dá providências correlatas
O Secretário de Saúde, considerando as disposições constitucionais e da Lei Federal 8.080, de 19 de setembro de 1990, que tratam das condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, como direito fundamental do ser humano; considerando que nos termos da Lei Complementar 791, de 9 de março de 1995, compete à direção estadual do Sistema Único de Saúde estabelecer normas para o controle das ações e serviços de saúde; considerando que a Lei Federal 8.078, de 11 de setembro de 90 (Código de Proteção e Defesa do Consumidor), estabelece que um dos direitos básicos do consumidor é a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços. considerando o Decreto 7.7052, de 19 de janeiro de 1976, que pelo artigo 2o, inciso IV, estabelece que os órgãos estaduais de saúde devem observar a adoção, pela instituição prestadora de serviço de saúde, de meios de proteção capazes de evitar efeitos nocivos à saúde dos agentes, clientes, pacientes e circunstantes; considerando a vulnerabilidade do indivíduo ou da coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, em suas relações com os agentes da prestação de serviços de saúde, considerando a necessidade da observação de cuidados que diminuam o risco a que os pacientes podem estar expostos nos estabelecimentos de assistência odontológica, considerando a Lei 10.083, de 23 de setembro de 1998, Código Sanitário do Estado, que determina a definição e regulamentação em norma técnica de estabelecimentos de assistência à saúde, resolve:
Art. 1° Fica aprovada a Norma Técnica, constante do anexo a esta resolução, que estabelece condições para instalação e funcionamento de estabelecimentos de assistência odontológica e dá providências correlatas.
Art. 2° O disposto na Norma Técnica, a que se refere o artigo anterior, aplica-se a pessoas físicas e a pessoas jurídicas. de direito público e privado no Estado de São Paulo.
Art. 3° Os estabelecimentos terão prazo de 180 dias para estarem adequados às exigências da Norma Técnica anexa.
Art. 4° O não cumprimento das exigências determinadas pela Norma Técnica , anexa, configurar-se-á em infração sanitária, capitulada em seus artigos, incisos e alíneas, combinados com os demais instrumentos legais pertinentes.
Art. 5° Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, ficando revogada a Norma Técnica aprovada pela Resolução SS-186, de 19 de julho de 1995.
ANEXO
Norma Técnica Especial referente às condições para instalação e funcionamento de estabelecimentos de assistência odontológica, e determina providências correlatas
Capítulo I
Dos Princípios Fundamentais
Art. 1° As ações de Vigilância Sanitária em estabelecimentos de assistência odontológica são caracterizadas como ações de saúde, que devem levar a eficiência no controle dos riscos à saúde dos pacientes, profissionais e circundantes.
Art. 2° Os estabelecimentos de assistência odontológica deverão ter instalações, equipamentos e recursos humanos habilitados e capacitados para realização dos procedimentos odontológicos.
Art. 3° Os estabelecimentos serão classificados de acordo com a complexidade e os riscos dos procedimentos que realizam, o que permite estabelecer exigências de condições estruturais mínimas para funcionamento.
Art. 4° Os profissionais das equipes de saúde bucal devem estar devidamente informados e atentos aos risco ocupacionais inerentes às atividades desenvolvidas.
Art. 5° Nos estabelecimentos de assistência odontológica a prestação de serviços deve ser norteada pela busca da eficácia da assistência ao indivíduo ou a grupos de indivíduos, reservando-se o emprego de quaisquer recursos tecnológicos, isoladamente ou em associação, para aqueles casos onde a evolução positiva da terapia deles dependa, mediante criteriosa prescrição e/ou indicação odontológica, respeitando-se os limites de atribuições da profissão.
Capítulo II
Dos Objetivos e Definições
Art. 6° Esta norma técnica objetiva:
I – definir o perfil dos estabelecimentos de assistência odontológica, de acordo com suas características físicas e de funcionamento;
II – instrumentalizar as equipes técnicas em nível loco-regional para atuação em vigilância sanitária dos estabelecimentos de assistência odontológica;
III – contribuir para a melhoria das condições de atendimento nos estabelecimentos de assistência odontológica.
Art. 7° Para os efeitos desta Norma Técnica, define-se como:
I – procedimento em Odontologia: qualquer atividade fornecida ao indivíduo ou a grupos de indivíduos, diretamente por profissional cirurgião-dentista, legalmente habilitado, bem como as atividades fornecidas por outros profissionais da área de Odontologia sob prescrição, indicação, orientação, coordenação e supervisão do cirurgião-dentista;
II – atos pertinentes à Odontologia, os relativos às áreas de cirurgia buco-maxilo-facial, dentística, endodontia, odontologia legal, odontologia em saúde coletiva, odontopediatria, ortodontia, patologia bucal, periodontia, prótese buco-maxilo-facial, prótese odontológica, radiologia e estomatologia;
III – anestesia odontológica: todos os procedimentos relativos à aplicação de anestesia local ou troncular executados por profissional cirurgião-dentista;
IV – medicamento: produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico;
V – droga: substância ou matéria-prima que tenha a finalidade medicamentosa;
VI – droga sob controle especial: substância ou especialidade farmacêutica capaz de produzir modificações nas funções nervosas superiores ou que exige efetiva orientação profissional continuada devido à possibilidade de induzir efeitos colaterais indesejáveis;
VII – correlato: substância, produto, aparelho ou acessório não enquadrados nos conceitos anteriores, cujo uso ou aplicação esteja ligado à defesa e proteção da saúde individual ou coletiva, ou a fins diagnósticos e analíticos agrupados em:
a) equipamentos de diagnóstico;
b) equipamentos de terapia;
c) equipamentos de apoio odontológico;
d) materiais e artigos descartáveis;
e) materiais e artigos implantáveis;
f) materiais e artigos de apoio odontológico;
g) equipamentos;
h) instrumentais odontológicos.
VIII – paciente: cliente ou usuário de estabelecimentos de assistência odontológica, privados ou públicos, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a indicação, a proposição e/ou a ponderação odontológica e se submete a tratamento, a acompanhamento e/ou realiza as atividades e acata as orientações indicadas ou propostas por profissional cirurgião-dentista, ou sob a supervisão deste, que envolvam os procedimentos em Odontologia;
IX – publicidade enganosa: qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por omissão, capaz de induzir em erro o indivíduo ou a coletividade de pessoas a respeito da natureza, finalidade, característica, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre serviços ou produtos, bem como deixar de informar sobre dado essencial dos serviços ou produtos;
X – laboratório ou oficina de prótese odontológica: local onde são confeccionados peças protéticas de uso odontológico;
XI – limpeza e/ou descontaminação: remoção mecânica e/ou química da sujidade, visando à remoção de resíduos orgânicos, realizada anteriormente à desinfecção e à esterilização;
XII – desinfecção: processo de destruição de microrganismos em forma vegetativa, mediante a aplicação de agentes químicos e/ou físicos;
XIII – esterilização: processo de destruição de todas as formas de vida microbiana, mediante aplicação de agentes físicos e/ou químicos;
XIV – artigos críticos: aqueles que penetram através da pele e mucosas, atingindo tecidos subepiteliais;
XV – artigos semicríticos: aqueles que entram em contato com a pele não íntegra ou com mucosas íntegras;
XVI – artigos não críticos: aqueles que entram em contato apenas com a pele íntegra do paciente;
XVII – antissepsia: procedimento que visa o controle de infecção a partir do uso de substâncias microbicidas ou microbiostáticas de uso na pele ou mucosa;
XVIII – atividades ligadas ao ensino odontológico: atividades ligadas à docência em nível de graduação, pós-graduação, aperfeiçoamento ou pesquisa;
XIX – pesquisa: classe de atividades cujo objetivo é desenvolver ou contribuir para o conhecimento generalizável, que consiste em teorias, relações ou princípios, ou o acúmulo de informações sobre as quais estão baseados, que possam ser corroborados por métodos científicos aceitos de observação e inferência;
XX – pesquisa envolvendo seres humanos: pesquisa que, individual ou coletivamente, envolva o ser humano, de forma direta ou indireta, em sua totalidade ou partes dele, incluindo o manejo de informações ou materiais;
XXI – pesquisador responsável: pessoa responsável pela coordenação e realização da pesquisa e pela integridade e bem-estar dos sujeitos da pesquisa;
Capítulo III
Da Caracterização e Classificação dos Estabelecimentos de Assistência Odontológica
Art. 8° Estabelecimentos de assistência odontológica são caracterizados como todos os estabelecimentos que se destinam à realização de procedimentos de prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças bucais, e do sistema estomatognático, de caráter público ou privado, com ou sem fins lucrativos, instalados em áreas autônomas, e/ou no interior de escolas, hospitais ou outros espaços sociais.
Art. 9° Os estabelecimentos de assistência odontológica classificam-se em:
I – consultório odontológico tipo I: é o estabelecimento de assistência odontológica caracterizado por possuir somente um conjunto de equipamento odontológico, podendo fazer uso ou não de equipamento de raios X odontológico;
II – consultório odontológico tipo II: é o estabelecimento de assistência odontológica caracterizado por possuir somente um conjunto de equipamento odontológico, e que mantém, anexo, laboratório de prótese odontológica, podendo fazer uso ou não de equipamento de raios X odontológico;
III – clínica odontológica tipo I: é o estabelecimento de assistência odontológica caracterizado por possuir um conjunto de, no máximo, três consultórios odontológicos, independentes entre si, com uma área de espera em comum, podendo fazer uso ou não de equipamento de raios X odontológico;
IV – clínica odontológica tipo II: é o estabelecimento de assistência odontológica caracterizado por possuir um conjunto de, no máximo, três consultórios odontológicos, independentes entre si, com uma área de espera em comum, e que mantém, anexo, laboratório de prótese odontológica, podendo fazer uso ou não de equipamento de raios X odontológico;
V – clínica modular: é o estabelecimento de assistência odontológica caracterizado pelo atendimento em um único espaço com área mínima condicionada ao número e à disposição dos equipamentos odontológicos, podendo fazer uso ou não de equipamento de raios X odontológico conforme disposto nesta NT;
VI – instituto de radiologia odontológica: é o estabelecimento de assistência odontológica caracterizado por realizar apenas tomadas radiográficas intra ou extra-orais, independente do tipo e da quantidade de aparelhos de radiação ionizante;
VII – instituto de documentação odontológica: é o estabelecimento de assistência odontológica caracterizado por realizar tomadas radiográficas intra ou extra-orais, independente do tipo e quantidade de aparelhos de radiação ionizante, além de realizar moldagens da cavidade bucal, fotografias intra e extrabucais, e outros exames complementares;
VIII – policlínica odontológica: é o estabelecimento de assistência odontológica caracterizado por um conjunto de mais de três consultórios odontológicos, independentes entre si, podendo inclusive manter no seu interior clínicas modulares, laboratórios de prótese odontológica, instituto de radiologia ou documentação odontológica;
IX – policlínica de ensino odontológico: é a policlínica caracterizada por desenvolver atividades voltadas ao ensino odontológico ou pesquisa.
Capítulo IV
Das Modalidades de Atendimento
Art. 10. Os procedimentos odontológicos poderão ser executados nas seguintes modalidades:
I – intra-estabelecimento: são aqueles realizados dentro da área física do estabelecimento;
II – extra-estabelecimento: são aqueles realizados fora da área física do estabelecimento com o uso das seguintes unidades:
a) unidade transportável: instalada em locais previamente estruturados e com permanência provisória, devendo, para tanto, apresentar equipamento adaptado e adequado ao atendimento odontológico;
b) unidade móvel: caracterizada por ser instalada sobre um veículo automotor, ou por ele tracionado;
c) unidade de atendimento portátil: caracterizada pelo atendimento de pacientes com equipamentos portáteis, voltada principalmente nos casos de impossibilidade de locomoção do paciente, inclusive nos casos de pacientes hospitalizados.
Art. 11. Para realizar procedimentos odontológicos nas modalidades extra-estabelecimento é necessário comunicar ao órgão sanitário competente sobre o tipo de procedimentos realizados, endereço e nome dos pacientes.
Capítulo V
Do Funcionamento dos Estabelecimentos de Assistência Odontológica
Art. 12. Os estabelecimentos de assistência odontológica somente poderão funcionar depois de licenciados pelo órgão sanitário competente, na presença física de um responsável técnico, com Termo de Responsabilidade assinado perante ao órgão sanitário competente.
Art. 13. A Licença de Funcionamento deverá ser solicitada ao órgão sanitário competente, uma vez cumpridas as demais exigências previstas na Portaria CVS 10/96, ou outro instrumento legal que venha a substituí-la.
Art. 14. O responsável técnico pelo estabelecimento de assistência odontológica deverá ser cirurgião-dentista, com inscrição no Conselho Regional de Odontologia de São Paulo.
Art. 15. Este responsável técnico deverá possuir Termo de Responsabilidade assinado perante o órgão sanitário competente.
Art. 16. O responsável técnico deverá estar presente durante todo o período de atendimento realizado no estabelecimento.
Art. 17. O responsável técnico deverá indicar responsável técnico substituto, caso não esteja presente durante todo o período de atendimento no estabelecimento.
Parágrafo único. Poderão ser indicados tantos responsáveis substitutos quanto o necessário para atender os horários e dias de atendimento do estabelecimentos.
Art. 18. O responsável técnico substituto deverá ter um Termo de Responsabilidade assinado perante o órgão sanitário competente.
Capítulo VI
Dos Recursos Humanos e Pessoal Auxiliar
Art. 19. Os estabelecimentos de assistência odontológica poderão contar com recursos humanos para trabalho em recepção, limpeza, administração, manutenção e gerência, além de pessoal auxiliar.
Art. 20. O pessoal auxiliar está configurado pelo Atendente de Consultório Dentário (ACD), Técnico em Higiene Dental (THD), Técnico em Prótese Dental (TPD) e Auxiliar de Prótese Dental (APD), que devem estar devidamente registrados no Conselho Regional de Odontologia de São Paulo, compondo a equipe de saúde bucal. Art. 21. Quando um estabelecimento empregar cirurgião-dentista, é necessário contrato de trabalho ou de prestação de serviços, devidamente registrado nos órgãos competentes.
Capítulo VII
Das Áreas Físicas dos Estabelecimentos de Assistência Odontológica
Art. 22. Os estabelecimentos de assistência odontológica devem apresentar, além das demais obrigatoriedades determinadas pela legislação municipal de edificações vigente, as seguintes condições referentes à área na qual serão realizados procedimentos odontológicos:
I – iluminação que possibilite boa visibilidade, sem ofuscamentos ou sombras;
II – ventilação que possibilite circulação e renovação de ar;
III – revestimentos de pisos com material lavável e impermeável, que possibilite os processos de descontaminação e/ou limpeza, sem a presença de trincas ou descontinuidades;
IV – paredes de alvenaria ou divisórias de cor clara, revestidas de material lavável e impermeável, que possibilite os processos de descontaminação e/ou limpeza, sem a presença de mofo ou descontinuidades;
V – forros de cor clara, sem presença de infiltrações, rachaduras ou mofo;
VI – instalações hidráulicas e elétricas embutidas ou protegidas por calhas ou canaletas externas, para que não haja depósitos de sujidades em sua extensão.
Art. 23. Todo o estabelecimento de assistência odontológica deve ter lavatório com água corrente, de uso exclusivo para lavagem de mãos dos membros da equipe de saúde bucal.
§ 1° A lavagem de mãos é obrigatória para todos os componentes da equipe de saúde bucal.
§ 2° O lavatório deve contar com:
a) dispositivo que dispense o contato de mãos com o volante da torneira ou do registro quando do fechamento da água;
b) toalhas de papel descartável ou compressas estéreis;
c) sabonete líquido.
§ 3° A limpeza e/ou descontaminação de artigos não deve ser realizada no mesmo lavatório para lavagem de mãos.
Art. 24. As clínicas e as clínicas modulares devem contar com equipamento para esterilização obrigatoriamente fora da área de atendimento.
Parágrafo único. Nas policlínicas, os equipamentos de esterilização devem ser instalados em salas com no mínimo duas áreas distintas com ventilação independente, direta ao exterior e separadas até o teto, com guichê de passagem, sem cruzamento de fluxo, sendo uma área dotada de ponto de água, cuba e bancada para recepção de material contaminado, expurgo e lavagem, e outra para preparo, esterilização, guarda e distribuição do material.
Art. 25. As modalidades de unidades transportáveis e unidades móveis deverão apresentar:
I – abastecimento de água potável em quantidade suficiente ao fim a que se destina, com reservatório de água potável construído em material:
a) que não contamine a água;
b) com superfície lisa, resistente e impermeável;
c) que permita fácil acesso, inspeção e limpeza;
d) que possibilite seu esgotamento total.
II – reservatório para coleta dos fluidos provenientes do processo de trabalho desenvolvido na unidade, com as seguintes características:
a) construído em material resistente;
b) com superfície lisa e impermeável;
c) que permita fácil acesso inspeção e limpeza;
d) que possibilite seu esgotamento total na rede pública de esgoto ou outro dispositivo aprovado pelas normas técnicas da ABNT, sendo obrigatória sua limpeza e desinfecção periódicas.
Art. 26. Os estabelecimentos de assistência odontológica deverão possuir área de espera para os pacientes com as seguintes características:
I – proporcionar condições para que os pacientes aguardem ao atendimento sentados;
II – possuir ventilação, natural e/ou artificial, que possibilite circulação e renovação de ar.
Art. 27. Os estabelecimentos de assistência odontológica deverão respeitar os seguintes limites mínimos para as áreas físicas onde serão realizados procedimentos odontológicos e áreas de espera:
Tipo de Estabelecimento Área de Atendimento Clínico Área de Espera
Consultório odontológico 6 m2 Compatível com o número
tipos I e II de pacientes atendidos
Clínica odontológica tipos 6 m2/consultório instalado Mínimo de 10 m2
I e II e policlínica
Clínica modular e 6 m2/cadeira odontológica Mínimo de 10 m2
policlínica de ensino
Instituto de Radiologia 6 metros quadrados por aparelho de Mínimo de 10 m2
Odontológica radiação ionizante instalado, obedecendo a proporção de um aparelho por sala
Instituto de Documentação 6 m2/aparelho de radiação ionizante Mínimo de 10 m2
odontológica instalado, obedecendo a proporção de um aparelho por sala, e 6 m2/consultório instalado para realização das demais atividades
Art. 28. Todos os estabelecimentos de assistência odontológica devem ser providos, além das
áreas para os procedimentos odontológicos e para espera de pacientes:
I – local para arquivo;
II – local para armazenagem e acondicionamento de instrumentais e medicamentos.
Art. 29. Na modalidade de atendimento extra-estabelecimento deverá haver área física suficiente para instalação dos seus equipamentos proporcionando condições favoráveis de trabalho à equipe de saúde bucal.
Art. 30. Nas modalidades de atendimento extra-estabelecimento não existe a necessidade de área específica para espera de pacientes, entretanto recomenda-se que a eleição do espaço para a realização destas modalidades observe proximidades com espaço abrigado para espera.
Art. 31. Os estabelecimentos de assistência odontológica do tipo consultório odontológico deverão dispor de compartimento sanitário para o público, não necessariamente na área física delimitada pelo estabelecimento, mas respeitada uma proximidade a esta.
Art. 32. As clínicas odontológicas, clínicas modulares, policlínicas odontológicas, institutos de radiologia e institutos de documentação odontológica deverão prever compartimento sanitário para:
a) funcionários da equipe de saúde bucal;
b) público do estabelecimento.
Capítulo VIII
Dos Equipamentos e Aparelhos Necessários
Art. 33. Os estabelecimentos de assistência odontológica devem obrigatoriamente contar com aparelhos para esterilização de instrumentais, conforme o disposto na Resolução SS 374 de 15 de dezembro de 1996, em local reservado para este fim.
Art. 34. No caso esterilização ser realizada por terceiros, deverão apresentar contrato com a empresa prestadora dos serviços e contar com local adequado para armazenamento do instrumental.
Art. 35. As unidades móveis odontológicas, as unidades odontológicas transportáveis e as unidades de atendimento portátil devem ter o instrumental previamente esterilizado, não podendo apresentar aparelho para esterilização na área de atendimento, devendo para tanto:
I – apresentar local próprio para esterilização ou apresentar contrato de empresa específica para este fim;
II – apresentar local específico para armazenamento deste instrumental.
Parágrafo único. Na impossibilidade de realização da esterilização previamente, as unidades
odontológicas transportáveis poderão realizar este procedimento em local especialmente reservada para este fim, no local onde estiverem instaladas.
Art. 36. Os estabelecimentos de assistência odontológica devem possuir os seguintes equipamentos de proteção individual:
I – luvas para atendimento clínico e cirúrgico, que devem ser descartadas a cada paciente;
II – avental para proteção;
III – máscaras descartáveis;
IV – óculos de proteção;
V – gorro.
Art. 37. Os equipamentos de proteção individual devem ser em quantidade suficiente para toda a equipe de saúde bucal.
Art. 38. Os estabelecimentos de assistência odontológica devem possuir os seguintes equipamentos básicos, respeitando-se as características dos procedimentos executados:
I – cadeira odontológica que proporcione à equipe de saúde bucal um posicionamento correto do paciente;
II – equipo odontológico provido de caneta de alta-rotação e/ou caneta de baixa-rotação e/ou micromotor regulados de forma a evitar nível do ruído elevado, e provido de seringa tríplice;
III – refletor odontológico que permita um campo visual satisfatório ao trabalho da equipe de saúde bucal;
IV – sugador de saliva provido de ponta descartável, ou boquilha que permita o uso de aspirador cirúrgico de metal, podendo ser seu resíduo final disposto direto ao esgoto ou em reservatório próprio devidamente higienizado;
V – amalgamador elétrico;
VI – mocho odontológico que proporcione à equipe de saúde bucal equilíbrio para desenvolvimento de trabalho de forma ergonomicamente correta;
VII – compressor de ar comprimido que deve ser instalado fora da sala de atendimento ou com proteção acústica eficiente.
Art. 39. Os estabelecimentos de assistência odontológica podem, ainda, ser providos dos seguintes equipamentos:
I – mesa auxiliar;
II – unidade auxiliar ou cuspideira;
III – equipamentos complementares, como aparelho de fotopolimerização, ultra-som, bisturi elétrico e outros que a tecnologia venha a introduzir, desde que respeitadas as normas técnicas e as legislações específicas.
Art. 40. Os equipamentos, utensílios e móveis não podem estar aglomerados ou impedindo de alguma forma o desenvolvimento do trabalho.
Art. 41. Quando não estiverem em condições de uso, os equipamentos, utensílios e móveis deverão obrigatoriamente estar fora da área reservada aos procedimentos odontológicos.
Capítulo IX
Dos Instrumentais
Art. 42. O instrumental necessário para o funcionamento de qualquer estabelecimento de assistência odontológica deve ser compatível com:
I – o processo de esterilização adotado;
II – o número de pacientes a serem atendidos;
III – o tipo de procedimento realizado.
Art. 43. O instrumental esterilizado deve ser estocado em armário fechado, limpo e seco.
Art. 44. Devem ser anotadas nos pacotes ou nas caixas metálicas a data da esterilização e a data limite de validade, de sete dias, de acordo com a Resolução SS 374 de 15 de dezembro de 1996 .
Capítulo X
Das Rotinas e Cuidados com os Instrumentais e Aparelhos
Art. 45. Por serem manobras de fundamental importância, todos os instrumentais devem passar pelo processo de descontaminação e lavagem antes de serem esterilizados.
Art. 46. O processo de esterilização deve ser utilizado para todos os artigos críticos ou semicríticos em uso no estabelecimento de assistência odontológica.
Art. 47. Aparelhos que entrarem em contato com saliva ou sangue, principalmente as pontas do equipo odontológico (caneta de alta rotação, micromotor e seringa tríplice), deverão ser recobertos por barreira de proteção de uso único e descartável, e passar pelos processos de descontaminação, lavagem e secagem.
Art. 48. O processo de esterilização através de vapor saturado sob pressão é obtido com o uso da autoclave, devendo ser observadas as seguintes condições:
I – exposição por 30 (trinta) minutos a uma temperatura de 121oC, em autoclaves convencionais (uma atmosfera de pressão);
II – exposição por 15 (quinze) minutos a uma temperatura de 132oC, em autoclaves convencionais (uma atmosfera de pressão);
III – exposição por 4 (quatro) minutos a uma temperatura de 132oC, em autoclaves de alto vácuo.
Parágrafo único. O acondicionamento do material a ser esterilizado em autoclave deve ser feito em pacotes individuais, envolvidos por papel de gramatura, porosidade e resistência compatíveis com o processo, campo de tecido de algodão duplo cru, ou outro material, desde que comprovadamente eficaz.
Art. 49. O processo de esterilização pelo calor seco deve ser realizado através da estufa.
§ 1° A estufa deve ter um termostato para manutenção efetiva da temperatura, área mínima para circulação interna do ar produzido e um termômetro para controle da temperatura preconizada.
§ 2° Os artigos a serem esterilizados em estufa deverão estar acondicionados de forma adequada, em bandejas ou caixas metálicas, observando-se o tempo de 1 (uma) hora de exposição a uma temperatura de 170ºC, ou 160ºC por 2 (duas) horas.
Art. 50. É necessário avaliar a eficácia do método de esterilização adotado, através do uso de indicadores, com freqüência no mínimo semanal, de acordo com a Resolução SS 374 de 15 de dezembro de 1996.
Art. 51. É proibido o uso de equipamento a base de radiação ultravioleta e ebulidores de água como métodos de esterilização.
Capítulo XI
Dos Equipamentos Emissores de Radiação Ionizante
Art. 52. Os estabelecimentos de assistência odontológica somente poderão utilizar equipamentos emissores de radiação ionizante desde que cumpram as exigências previstas no Decreto 12.660, de 10 de novembro de 1978 e na Norma Técnica aprovada pela Resolução SS 625, de 14 de dezembro de 1994, ou instrumentos legais que venham a substituí-los.
§ 1° As clínicas modulares não poderão apresentar equipamento emissor de radiação ionizante em sua área de atendimento clínico, devendo eleger área especialmente reservada para este fim, desde que cumpram as exigências previstas em lei.
§ 2° As policlínicas deverão apresentar área específica para instalação de aparelhos de radiação ionizante.
Art. 53. As unidades odontológicas transportáveis, unidades móveis odontológicas e as unidades de atendimento portátil não poderão apresentar equipamento emissor de radiação ionizante na área de atendimento.
Capítulo XII
Da Organização
Art. 54. Todos os pacientes atendidos devem ser registrados, com seu respectivo nome, endereço e tratamento realizado, através de livro de registro, fichas clínicas, ou através de meios informatizados.
Art. 55. As unidades odontológicas transportáveis, as unidades móveis odontológicas e as unidades de atendimento odontológico portátil deverão ter local de referência para informação à vigilância sanitária sobre endereço dos atendimentos realizados diariamente.
Art. 56. A Licença de Funcionamento e as demais documentações emitidas e exigidas pela Legislação Sanitária deverão estar no estabelecimento para consulta durante o ato das inspeções sanitárias.
Capítulo XIV
Da Propaganda Enganosa e Relação com os Pacientes
Art. 58. Os responsáveis técnicos pelos estabelecimentos de que trata esta Norma Técnica, que, diretamente ou através de terceiros, fizerem veicular peças publicitárias, por qualquer forma ou meio de comunicação, que venham a tipificar os fatos da publicidade enganosa e da utilização de métodos desleais de informação, estarão infringindo a Lei Federal no 8.078, de 11 de setembro de 1990 (Código de Proteção e Defesa do Consumidor).
Art. 59. As autoridades sanitárias competentes, no âmbito de suas jurisdições, sempre que tomarem conhecimento das práticas de publicidade enganosa e da utilização de métodos desleais de informação deverão adotar as providências que forem pertinentes ao seu campo de competência legal e, concomitantemente, oficiar os fatos ao Conselho Regional de Odontologia de São Paulo.
Parágrafo único. Em casos de manifesta gravidade, com risco eminente à saúde coletiva, deverá ser oficiado, também, o Ministério Público.
Capítulo XV
Das Responsabilidades
Art. 60. A indicação do procedimento odontológico é de responsabilidade do cirurgião-dentista executante.
Art. 61. Toda a investigação para diagnóstico da condição pré-procedimento do paciente é de responsabilidade do cirurgião-dentista ou da equipe odontológica executante, e, quando for o caso, esta documentação deverá ficar arquivada no prontuário do paciente.
Art. 62. Deverão fazer parte do prontuário do paciente os seguintes documentos:
I – termo de autorização do tratamento odontológico preconizado, assinado pelo paciente ou responsável legal, conforme modelo do Anexo I;
II – orientações, por escrito, quanto aos cuidados pré e pós-procedimentos necessários e complicações possíveis.
Art. 63. O cirurgião-dentista é responsável pelos materiais odontológicos empregados nos procedimentos realizados em relação a:
I – prazo de validade;
II – origem do produto;
IIII – estocagem e conservação dos materiais dentro do estabelecimento.
Capítulo XVI
Do Regulamento Interno
Art. 64. Os estabelecimentos de assistência odontológica deverão possuir Regulamento Interno que disciplina o seu funcionamento.
Art. 65. O Regulamento Interno deverá minimamente:
I – descrever os cuidados relativos aos aspectos de biossegurança;
II – estabelecer as rotinas de procedimentos no controle de doenças transmissíveis;
III – manter registro das ocorrências relativas à doença de notificação compulsória.
Art. 66. As instituições públicas ou privadas que mantiverem uma rede de estabelecimentos de assistência odontológica poderão redigir um Regulamento Interno único, desde que respeitada a classificação de cada tipo de estabelecimento.
Art. 67. Em estabelecimentos de assistência odontológica com mais de 6 (seis) profissionais exercendo atividades clínicas, deverá ser instituída uma comissão interna de biossegurança.
Art. 68. Cabe a comissão interna de biossegurança fazer cumprir o que determina o regulamento interno.
Parágrafo único. O regulamento interno deverá ser mantido no estabelecimento e apresentado ao órgão sanitário competente, quando solicitado.
Capítulo XVII
Dos Resíduos
Art. 69. Todo o material descartável, tal como sugadores, tubetes de anestésico, máscara, luvas, gazes, algodão etc., deve ser desprezado em sacos de lixo com rótulo de “contaminado”.
Art. 70. A destinação final de todo material perfurocortante, tais como agulhas, lâminas de bisturi, brocas, pontas diamantadas, limas endodônticas, deve ser feita em recipiente rígido, estanque, vedado e identificado pela simbologia de substância infectante.
Art. 71. Os estabelecimentos de assistência odontológica deverão estar cadastrados junto aos serviços de coleta diferenciada para serviços de saúde, quando o Município oferecer este tipo de serviço.
Art. 72. No interior dos estabelecimentos de assistência odontológica, os resíduos deverão ser mantidos em recipiente com tampa, acionada por pedal, separados em lixo comum e lixo contaminado.
Art. 73. O local para guarda dos resíduos contaminados deve ser eleito de modo a não propiciar possíveis contaminações.
Art. 74. Os restos mercuriais deverão ser mantidos em recipientes rígido, vedado por tampa rosqueável, contendo água no seu interior.
Art. 75. Os resíduos mercuriais devem ser enviados para usinas de reciclagem, visto que sua destinação final comum pode causar contaminações ao meio ambiente.
Capítulo XVIII
Das Policlínicas de Ensino Odontológico
Art. 76. Os estabelecimentos destinados a atividades de ensino odontológico deverão observar as seguintes regras, além das demais exigências desta norma:
I – possuir instalações condizentes com as atividades propostas;
II – atendimento clínico voltado primordialmente para fins de ensino;
III – apresentar relação dos profissionais responsáveis por cada disciplina que tenha atividade clínica;
IV – contar, sempre que as características do estabelecimento permitir, com membros representantes dos alunos e dos usuários nas Comissão de Biossegurança.
Capítulo XIX
Das Inspeções Sanitárias em Estabelecimentos de Assistência Odontológica
Art. 77. As inspeções em estabelecimentos de assistência odontológica devem ser feitas sempre com o uso do Roteiro Básico, conforme Anexo II.
Art. 78. O preenchimento do Roteiro é de responsabilidade do inspetor.
Art. 79. O não-atendimento aos itens considerados como indispensáveis indefere de imediato o Licenciamento do Estabelecimento.
Art. 80. O não-atendimento aos itens considerados como necessários implicam a imposição de auto de infração.
Art. 81. De acordo com a classificação do estabelecimento, recomenda-se os seguintes procedimentos mínimos:
I – alto risco: mínimo de duas inspeções/ano;
II – baixo risco: mínimo de uma inspeção/ano.
Capítulo XX
Das Legislações de Referência e Materiais de Apoio
Art. 82. A elaboração desta norma técnica teve por base os seguintes instrumentos legais e materiais de apoio:
1. Lei 8080/90
2. Portaria 1565/94
3. Lei 8078/90
4. Lei 8042/90
5. Resolução SS 374/96
6. Resolução SS 625/94
7. Portaria CVS 11/95
8. Resolução SS 169/96
9. Manual de HEPATITES, AIDS e HERPES na Prática Odontológica – MS 1996
10. Lei 5081/66
11. Lei 6437/77
12. Manual de Processamento de Artigos e Superfícies em Estabelecimentos de Saúde – MS 1994
13. Equipamentos para Estabelecimentos Assistenciais de Saúde: Planejamento e Dimensionamento – MS 1994
14. Segurança no Ambiente Hospitalar – MS – 1995
15. Resolução CONAMA 05/93
16. Código de Ética Odontológica – CFO – 1992
17. Portaria 2116 – 1998
CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
Portaria CVS-11, de 4 de julho de 1995
PUBLICADO EM D.O.E.; SEÇÃO I; SÃO PAULO
Dispõe sobre condições ideais de trabalho relacionadas ao controle de doenças transmissíveis em estabelecimentos de assistência odontológica.
A Diretora Técnica do Centro de Vigilância Sanitária, considerando que:
• nos termos da Lei 8080, de 19 de setembro de 1990, e da Lei complementar 791, de 9 de março de 1995, compete à direção estadual do Sistema Único de Saúde estabelecer normas para o controle das ações e serviços de saúde;
• o decreto 77.052, de 19 de janeiro de 1976, artigo 2o, item IV estabelece que os órgãos estaduais de saúde devem observar a adoção, pela instituição prestadora de serviço de saúde, de meios de proteção capazes de evitar efeitos nocivos à saúde dos agentes, clientes, pacientes e circunstantes;
• é preocupação das autoridades sanitárias a determinação de medidas eficazes para o controle de doenças transmissíveis;
• o risco de se contrair infecções em estabelecimentos de atendimento odontológico está diretamente ligado à não-observância de precauções universais de biossegurança;
• a segurança tanto da equipe de saúde bucal como do paciente deve ser preservada da forma mais conveniente;
• os estabelecimentos de assistência odontológica são locais onde o controle de doenças transmissíveis deve ser exercido em caráter permanente;
• os meios de desinfecção e esterilização são tecnicamente acessíveis aos profissionais dos estabelecimentos de assistência odontológica;
• é responsabilidade do cirurgião-dentista a orientação da equipe de saúde bucal na manutenção do controle de infecções na prática odontológica;
• os componentes da equipe de saúde bucal estão em risco constante de contrair doenças transmissíveis no exercício de suas funções.
Baixa a presente Portaria, para estabelecer procedimentos no controle de doenças transmissíveis em estabelecimentos de assistência odontológica do Estado de São Paulo.
Capítulo I
Das Definições
Art. 1° Para efeito desta Norma Preconizadora, as expressões técnicas serão assim definidas:
I – limpeza e/ou descontaminação: remoção mecânica e/ou química da sujidade, visando à remoção de resíduos orgânicos, realizada anteriormente à desinfecção e à esterilização;
II – desinfecção: processo de destruição de microrganismos em forma vegetativa, mediante a aplicação de agentes químicos e/ou físicos;
III – esterilização: processo de destruição de todas as formas de vida microbiana, mediante aplicação de agentes físicos e/ou químicos;
IV – artigos críticos: são aqueles que penetram através da pele e mucosas, atingindo tecidos subepiteliais;
V – artigos semicríticos: são aqueles que entram em contato com a pele não íntegra ou com mucosas íntegras;
VI – artigos não-críticos: são aqueles que entram em contato apenas com a pele íntegra do paciente;
VII – antissepsia: procedimento que visa ao controle de infecção a partir do uso de substâncias microbicidas ou microbiostáticas de uso na pele ou mucosa.
Capítulo II
Dos Procedimentos de Limpeza, da Desinfecção e da Esterilização
Art. 2° Todos os equipamentos, instrumentais, materiais e utensílios utilizados nos estabelecimentos de assistência odontológica terão, obrigatoriamente, que ser submetidos a processo de esterilização, desinfecção ou limpeza, de acordo com sua finalidade.
Parágrafo único – Os procedimentos para cumprimento destas exigências são os previstos nos anexos I, II e III, parte integrante desta Portaria.
Art. 3° Deve ser realizada limpeza em todos os artigos não-críticos e nas superfícies como pisos, paredes, portas, janelas e móveis, tanto no local de atendimento como no local de recepção de pacientes.
Parágrafo único. A limpeza deve ser feita com fricção mecânica, utilizando-se água e sabão, conforme indicação.
Art. 4° Os estabelecimentos de assistência odontológica que possuírem aparelhos de ar-condicionado deverão mantê-los limpos, providenciando a troca de filtros periodicamente de forma adequada.
Art. 5° O processo de esterilização deve ser utilizado para todos os artigos críticos ou semicríticos em uso no estabelecimento de assistência odontológica.
Parágrafo único. A realização da esterilização só poderá ser executada por serviços de terceiros especialmente organizados para este fim, desde que o mesmo apresente o respectivo alvará de funcionamento do órgão sanitário competente.
Art. 6° Os agentes físicos são o meio mais eficiente, de menor toxicidade e de menor custo de esterilização.
Art. 7° O processo de esterilização, através de vapor saturado sob pressão é obtido com o uso da autoclave, devendo ser observadas as seguintes relações:
a) exposição por 30 (trinta) minutos a uma temperatura de 121ºC, em autoclaves convencionais (uma atmosfera de pressão);
b) exposição por 15 (quinze) minutos a uma temperatura de 132ºC, em autoclaves convencionais (uma atmosfera de pressão);
c) exposição por 4 (quatro) minutos a uma temperatura de 132ºC, em autoclaves de alto vácuo.
Parágrafo único. O acondicionamento do material a ser esterilizado em autoclave deve ser feito em pacotes individuais, envolvidos por papel Kraft ou campo de tecido de algodão duplo cru.
Art. 8° O processo de esterilização pelo calor seco deve ser realizado através da estufa.
§ 1° A estufa deve ter um termostato para manutenção efetiva da temperatura, área mínima para circulação interna do ar produzido e um termômetro de bulbo para controle da temperatura preconizada.
§ 2° Os artigos a serem esterilizados em estufa deverão estar acondicionados de forma adequada, observando-se o tempo de 1 (uma) hora de exposição a uma temperatura de 170ºC.
Art. 9° É proibido o uso de equipamento à base de radiação ultravioleta e ebulidores como métodos de esterilização.
Art. 10. Os agentes químicos somente poderão ser utilizados como métodos de esterilização nos casos em que o uso dos agentes físicos for inviável tecnicamente.
Art. 11. O agente físico-químico é de uso restrito a hospitais de grande porte ou indústrias.
Parágrafo único. As normas para utilização do óxido de etileno estão estabelecidas na Portaria Interministerial no 4, de 31 de julho de 1991, dos Ministérios da Saúde e do Trabalho.
Art. 12. O instrumental necessário para o funcionamento de qualquer estabelecimento de assistência odontológica deve ser compatível com o processo de esterilização adotado e o número de pacientes a serem atendidos.
Capítulo III
Da Estocagem e da Conservação do Material Esterilizado
Art. 13. O material esterilizado deve ser estocado em armário fechado, limpo e seco e de acesso exclusivo dos membros da equipe de saúde bucal.
Art. 14. Devem ser anotadas nos pacotes ou nas caixas a data da esterilização e a data-limite de validade.
Capítulo IV
Dos Procedimentos de Antissepsia
Art. 15. A lavagem das mãos é obrigatória para toda a equipe de saúde bucal.
Parágrafo único. Para secagem das mãos devem ser utilizadas toalhas de papel descartáveis ou
compressas estéreis.
Capítulo V
Dos Equipamentos de Proteção Individual
Art. 16. Toda a equipe de saúde bucal deverá observar a utilização de equipamentos de proteção individual, evitando o risco de infecção ocupacional e de transmissão cruzada, durante o atendimento odontológico.
Parágrafo único. Os equipamentos de proteção individual são de uso exclusivo ao local de atendimento odontológico, sendo seu uso de acordo com o previsto no anexo IV, parte integrante desta portaria.
Art. 17. As luvas devem ser obrigatoriamente usadas sempre que se manipule sangue, saliva, mucosa ou pele de todos os pacientes, devendo ser trocadas após o atendimento de cada paciente.
§ 1° As luvas para atendimento clínico devem ser de látex, descontaminadas e descartadas após a uso.
§ 2° As luvas para atendimento cirúrgico devem ser de látex resistente, esterilizadas e descartadas após o uso.
Art. 18. O pessoal da equipe de saúde bucal, responsável pela lavagem e descontaminação prévia de artigos críticos e semicríticos, deve realizar esses procedimentos com luvas de borracha resistentes, utilizadas para esta única finalidade.
Art. 19. É obrigatório o uso de máscaras por todo pessoal da equipe de saúde bucal no atendimento de qualquer paciente, findo o qual serão descartadas.
Parágrafo único. A máscara deve permitir respiração adequada, ter bom conforto, não irritar a pele e nunca ficar pendurada no pescoço.
Art. 20. O avental deve ser utilizado por todo pessoal da equipe de saúde bucal no atendimento de qualquer paciente, devendo ser trocado diariamente ou sempre que ocorrer contaminação por fluidos corpóreos.
§ 1° O uso de avental deve ser restrito exclusivamente ao local de atendimento.
§ 2° Após o uso do avental, o mesmo deve ser colocado em saco plástico para lavagem.
Art. 21. Os protetores oculares devem ser usados sempre que houver possibilidade de contato com sangue, saliva ou aerossóis produzidos na cavidade bucal.
Parágrafo único. Os protetores oculares devem possuir vedamento periférico e boa adaptaçãoao rosto.
Art. 22. É recomendável o uso de gorro para todo pessoal da equipe de saúde bucal.
Capítulo VI
Dos Cuidados com Material Descartável
Art. 23. Todas as agulhas utilizadas no atendimento odontológico devem ser obrigatoriamente descartáveis.
Parágrafo único. A destinação final de todo material perfurocortante, tais como agulhas, lâminas de bisturi, brocas, pontas diamantadas, limas endodônticas, deve ser feita em recipientes de paredes rígidas contendo solução desinfetante.
Art. 24. Todo o material descartável, tais como sugadores, tubetes de anestésico, máscara, luvas, gazes, algodão etc., deve ser desprezado em sacos de lixo com rótulo de “contaminado”, visto que é proibida a reutilização ou o reprocessamento dos mesmos.
Art. 25. O não-cumprimento desta Portaria constituirá infração sanitária capitulada na legislação vigente.
Art. 26. Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação.
Art. 27. Fica revogada a Portaria CVS no 21, de 21 de outubro de 1993.
ANEXO I
Método, Freqüência e Produtos de Limpeza e/ou Desinfecção de Superfícies,
de Equipamentos e em Áreas/Locais dos Estabelecimentos de Assistência
Odontológica
Limpeza
Superfície Produto Método Frequência
Cadeira odontológica H2O + sabão Fricção Após uso
Mocho odontológico H2O + sabão Fricção Diário
Refletor
Bancadas H2O + sabão Fricção Diário
Estufa H2O + sabão Fricção Semanal
Autoclave H2O + sabão Fricção Semanal
Unidade auxiliar (cuspideira)
Aparelho de sucção H2O + sabão Sucção Diário
Aparelho de sucção (recipiente) H2O + sabão Fricção Diário
Equipo odontológico pontas (alta rotação, H2O + sabão Fricção Diário
micromotor, baixa rotação, seringa
tríplice)
Mesa auxiliar
Compressor H20 + sabão Fricção Diário
Amalgamador H20 + sabão Fricção Semanal
Aparelho fotopolimerizador H20 + sabão Fricção Após o uso
Aparelho de ultra-som H2O + sabão Fricção Após o uso
Armários H2O + sabão Fricção Diário
Ralos H2O + sabão Fricção Semanal
Pias/sifão H2O + sabão Fricção Diário
Pisos H2O + sabão Fricção Diário
Desinfecção/descontaminação
Superfície Produto Método Freqüência
Cadeira odontológica 1. Álcool Fricção Após contaminação
2. Hipoclorito
Mocho odontológico refletor Álcool Fricção Após o uso, cobrir as alças com
invólucros apropriados
Bancadas Álcool Fricção Diário
Estufa
Autoclave
Unidade auxiliar (cuspideira) Álcool Fricção Após o uso, cobrir a ponta da
mangueira com invólucro
apropriado
Aparelho de sucção
Aparelho de sucção (recipiente) Hipoclorito 20% do vol. Diário
recipiente
Continua na próxima página
Desinfecção/Descontaminação
Superfície Produto Método Freqüência
Equipo odontológico
Pontas (alta rotação, micromotor, Glutaraldeído Fricção Após o uso, cobrir com
baixa rotação, seringa tríplice) invólucros apropriados
Mesa auxiliar Álcool Fricção Após o uso, cobrir haste
com invólucro apropriado
Compressor
Amalgamador
Aparelho fotopolimerizador Cobrir a ponta com invólucro apropriado
Aparelho de ultra-som Cobrir a ponta com invólucro apropriado
Armários
Ralos
Pias/sifão
Pisos
ANEXO II
Tipo de Material e Método para Processamento de Artigos Odontológicos
Artigo Tipo de Material Método 1a Opção 2a Opção
Instrumental Metal Esterilização Autoclave Estufa
Caixas Metal Esterilização Autoclave Estufa
Bandejas Metal Esterilização Autoclave Estufa
Brocas Metal Esterilização Autoclave Estufa
Limas endodônticas Metal Esterilização Autoclave Estufa
Pontas polimento Metal/pedra Esterilização Autoclave Estufa
Moldeiras Borracha Esterilização Autoclave Glutaraldeído
Metal Esterilização Autoclave Estufa
Plástico Esterilização Autoclave Glutaraldeído
Medicamentos Pó Esterilização Estufa –
Óleo Esterilização Estufa
Gaze Tecido Esterilização e.t.o.* Autoclave
Espelho bucal Espelho/metal Esterilização Estufa –
Placa/pote/dappen Vidro Esterilização Autoclave –
Vidro Desinfecção Álcool Glutaraldeído
Plástico/pvc Desinfecção Álcool Glutaraldeído
*óxido de etileno: processo de esterilização usado na indústria.
ANEXO III
Procedimentos Indicados para Desinfecção de Moldagem e Modelo, de acordo
com Material Empregado
Material Desinfetante Técnica Tempo
Siliconas Glutaraldeído 2% Imersão 10 minutos
Mercaptanas Glutaraldeído 2% Imersão 10 minutos
Poliéster Hipoclorito de sódio 1% Fricção 10 minutos
Alginatos Glutaraldeído 2% Fricção/imersão 10 minutos
Hipoclorito de sódio 1%
Gesso Hipoclorito de sódio 1% Fricção 10 minutos
Hidrocolóide reversível Não encontrado até o momento
ANEXO IV
Material e Procedimento Indicado para Uso de Equipamento de Proteção
Individual (E.P.I.)
E.P.I. Material Procedimento
Luva cirúrgica Látex Descartável
Luva de procedimento Látex Descartável
Luva de limpeza Borracha Desinfecção com álcool
Máscara Descartável Descartável
Tecido Esterilização em autoclave
Avental Descartável Descartável
Tecido Lavagem com água e sabão
Protetor ocular Plástico Desinfecção c/ álcool ou glutaraldeído
Descartável Descartável
Gorro Tecido Lavagem com água e sabão
Rapidamente, o aplicativo foi se tornando a principal forma de comunicação interpessoal, substituindo telegramas, mensagens digitais e correspondências via correio. Nos consultórios e clínicas, acabou se tornando valioso meio de comunicação para lembrar-se de consultas, informar sobre cuidados, e informar sobre revisões periódicas.
Em fevereiro de 2014, o WhatsApp foi comprado pelo Facebook, mas continua operando como um app independente.
Com o rápido crescimento da ferramenta, o WhatsApp vem investindo nos últimos anos em melhorias e na adição de novos recursos. Hoje, o aplicativo é gratuito e oferece aos usuários serviços de mensagens de texto e áudio criptografadas, chamadas de voz e vídeo, envio e recebimento de diversos tipos de arquivos, além do compartilhamento de localização entre os usuários.
Focado em sua missão de “possibilitar que as pessoas se comuniquem sem barreiras em qualquer lugar do mundo”, o WhatsApp tem, atualmente, mais de 1 bilhão de usuários e está presente em mais de 180 países. Ainda de acordo com a companhia, todos os dias são enviadas 55 bilhões de mensagens, 4,5 bilhões de fotos e 1 bilhão de vídeos através do app.
O WhatsApp anunciou, na segunda semana de Janeiro de 2021, que tornará obrigatório o compartilhamento de dados do usuário para com o Facebook, que é dono do famoso aplicativo de troca de mensagens. Aqueles que discordarem de tal imposição são convidados a apagarem a conta e desinstalarem o aplicativo.
O site permite que os usuários compartilhem vídeos e interajam com seus autores através de comentários.
Atualmente, o YouTube conta com mais de 1 bilhão de usuários, o que representa quase um terço da internet. Além disso, a plataforma está presente em 88 países e disponível em 76 idiomas diferentes. Por dia, são vistas um bihão de horas de vídeos no site, número que atrai empresas para a realização de campanhas publicitárias.
De acordo com a companhia, a missão do YouTube é “dar a todos uma voz e revelar o mundo”. Seus valores se baseiam na liberdade de expressão, direito à informação, direito à oportunidade e liberdade para pertencer.
O YouTube chegou ao Brasil em junho de 2007, com a versão em português da plataforma. Na mesma época, o YouTube também expandiu seus negócios para a Europa e Japão.
Em São Paulo-SP (prefixo 11)
Acidentes de Trânsito 192
Aeroporto Congonhas 5090-9000
Aeroporto Guarulhos 2445-2945
Ambulância 192
Auxílio à lista gratuito – números de telefones 102
Bombeiros 193
Defesa Civil 3278-3391
Delegacia da Mulher (Centro)- 3241-3328 (plantão)
Detran – Capital e cidades DDD 11 3322-3333
Detran – Interior e litoral 0300-1013333
Disque Denúncia (denúncia anônima) 181
Eletropaulo (Enel) 0800-2850196
Emergência de trânsito 1188
Emergência de saúde 192
Funerária 3396-3800
IML 3088-7732
Ligue-Ilume (antigo Ligue-Luz) 0800-7790156
Metrô 0800-7707722
Polícia Civil 197
Polícia Militar 190
Procon 151
Sabesp – emergência 0800 055 0195
SCPC 0800-0111522
SAMU- Serviço público de remoção de doentes) 3396-1400
Secretaria da Saúde 2027-2000
Serasa 0800-7737728
Táxi- Sindicato dos Taxistas autônomos SP 5573-5200
Telefones – informações sobre assinantes locais 102
Telefones- ligações internacionais 000333
Vigilância Sanitária- Fale Conosco 3065-4600
No Rio de Janeiro-RJ (prefixo 21)
Aeroporto Internacional do Galeão 3398-5050/ 4526
Aeroporto Santos Dumont 3814-7070
Ambulância 192
Bombeiros 193
CET – Rio 2224-6555
Defesa Civil 199
Delegacia da Mulher 180
Disque Denúncia (denúncia anônima) 2253-1177
IML 2332-4700
Lig Light 0800 021 0196
Polícia Militar 190
Polícia Civil 2332-9912
Procon 2216-8689
SAMU- Serviço público de remoção de doentes) 192
Vigilância Sanitária 2333-3993/3996
Para atualização de informações de serviços ou produtos citados, utilize o e-mail www.naconecy@uol.com.br
Trata-se do resultado de um avançado sistema que permite a confecção de próteses baseado em um scanner tridimensional de última geração. Através da zircônia, podem-se realizar próteses fixas extensas sem metal, com excelente adaptação e estética, alta resistência a flexão, biocompatibilidade, produção das infraestruturas (copings, coroas, pônticos e estruturas sobre implante) totalmente informatizadas. A realização dessas estruturas baseia-se na tecnologia CAD/CAM que permite a reprodução de qualquer objeto tridimensional quantas vezes foram necessárias, sem alteração. Outra vantagem do sistema é a automação do processo de fabricação das estruturas, que eliminam a possibilidade de falha humana. Mais recentemente foi desenvolvida uma zircônia translúcida, que possibilita a confecção de coroas estéticas monolíticas, podendo ser maquiadas na cor que se desejar. A sua dureza foi reduzida para ser próxima do esmalte dentário. Também com ela é possível a confecção de próteses fixas extensas com excelente adaptação e reprodutibilidade fiel, através de arquivos digitais.
Aprovação do Projeto
O projeto arquitetônico de um serviço odontológico deve ser aprovado pela Vigilância Sanitária local previamente à execução da obra, assim como as áreas de estabelecimentos já existentes e dos anteriormente não destinados a serviço odontológico a serem ampliados ou reformados.
Dimensionamento
Conforme a RDC/Anvisa n.º 50/02, o consultório odontológico individual deve possuir área mínima de 9 m2. Para consultórios coletivos, a área mínima depende do número e da quantidade de equipamentos utilizados, devendo possuir uma distância mínima livre de 0,8 m na cabeceira e de 1 m nas laterais de cada cadeira odontológica. Entre duas cadeiras, a distância mínima deve ser de 2 m, para permitir a circulação dos profissionais e minimizar a contaminação por aerossóis. Devem dispor de instalações hidráulicas (água fria e esgoto), elétricas (pontos de força e iluminação), iluminação natural ou artificial, ventilação natural ou forçada e, caso necessário, gases medicinais (oxigênio, ar comprimido e vácuo medicinal).
Os consultórios odontológicos devem ainda possuir os seguintes ambientes de apoio: a) Sala de espera para pacientes e acompanhantes com área mínima de 1,2 m2 por pessoa. b) Depósito de material de limpeza (DML) com área mínima de 2 m2 e dimensão mínima de 1 m, equipado com tanque. c) Sanitário(s) para pacientes e público com área mínima de 1,6 m2 e dimensão mínima de 1 m. d) Central de material esterilizado (CME) simplificada com dois ambientes contíguos, a saber: • ambiente sujo – sala de lavagem e descontaminação de materiais com bancada, pia e guichê para a área limpa (sala de esterilização de material), com área mínima de 4,8 m2. • ambiente limpo – sala de preparo/esterilização/estocagem de material, com bancada para equipamentos de esterilização, armários para guarda de material e guichê para distribuição de material, com área mínima de 4,8 m². Deve ser observado o seguinte fluxo de trabalho em CMEs de serviços odontológicos:
Recebimento de material sujo > separação e lavagem de material > preparo de material > esterilização > armazenamento e distribuição
As atividades de recebimento, limpeza, lavagem e separação de materiais são consideradas “sujas” e, portanto, devem ser realizadas em ambiente(s) próprio(s) e exclusivo(s) e com paramentação adequada, mediante a colocação dos seguintes EPIs: avental plástico, máscara, gorro, calçados fechados, óculos e luvas grossas de borracha (não cirúrgicas). Entretanto, deve-se permitir a passagem direta dos materiais entre esse(s) ambiente(s) e os demais ambientes “limpos” através de guichê ou similar.
São considerados ambientes opcionais: a) Sanitários para funcionários com área mínima de 1,6 m2 e dimensão mínima de 1m. b) Depósito de equipamentos/materiais com área mínima a depender dos tipos de equipamentos e materiais. c) Sala administrativa com área mínima de 5,5 m2 por pessoa. d) Copa com área mínima de 2,6 m2 e dimensão mínima de 1,15 m. Consultórios odontológicos individuais podem dispensar a CME simplificada e possuir, no mesmo ambiente, uma bancada com pia e equipamentos de esterilização, desde que sejam estabelecidas rotinas de assepsia e manuseio de materiais a serem esterilizados (barreira técnica). Nos consultórios odontológicos individuais instalados em edificações de uso coletivo, como edifícios comerciais, o DML pode ser substituído por um carrinho de limpeza, desde que a edificação possua área específica onde seja realizada a rotina de higienização dos carrinhos e dos materiais utilizados.
Isso vale para pacientes encaminhados a nós, vale para críticas virulentas ao trabalho de outros colegas. Sempre existe uma maneira de valorizar o nosso trabalho, realçar nossa atuação, sem precisar desqualificar por completo nosso antecessor. Tem outro lado, o do paciente: ninguém gosta de sentir que se passou por trouxa. Uma boa leitura e consultas eventuais ao Código de Ética Odontológica podem dirimir grande parte das questões.
Os bons devem possuir proteção contra raios ultravioleta (UV) e feitos à base de policarbonato de alto impacto. Além disso, ter propriedade antiembaçante e formato curvado para dar visão sem distorções em todas as direções. Também é recomendável que sejam esterilizáveis a frio e possam ser usados sobre óculos de grau. Alternativamente, nos anos recentes, muitos profissionais têm optado por usar lupas que, além de aumentar a visão do campo operatório, também podem servir de óculos.